Prévia do material em texto
De acordo com esse texto, a presença do Intérprete de língua de sinais em sala de aula tem um aspecto positivo, mas também possui um aspecto negativo, que diz respeito à indefinição dos papéis de mediador e professor, o que deve ser considerado. Sabendo disso, faça uma pesquisa a respeito das tecnologias e recursos, além da atuação do intérprete de Libras, que possibilitem para o aluno surdo e cego autonomia no processo de aprendizagem, e que sejam de fato inclusivas. Não se esqueça de compartilhar sua atividade no fórum da seção “compartilhe”. R: É possível perceber que a língua de sinais é de grande importância para o desenvolvimento cognitivo e no processo de aprendizagem do sujeito surdo e que a presença do intérprete, denominado professor-intérprete, pode redefinir o papel do professor-regente no processo inclusivo, por compartilhar de responsabilidades pedagógicas no processo de planejamento junto ao professor da classe. Com a inserção do intérprete na sala de aula entende-se que é uma maneira de minimizar as dificuldades dos surdos. Já que, é uma questão de inclusão social assegurada na Lei de Diretrizes e bases da Educação Nacional/Lei nº. 9.394/96, no artigo 59, e preconiza que os sistemas de ensino devem assegurar aos alunos currículos, métodos, recursos e organização específicos para atender ás suas necessidades, pois o ato de ensinar é bastante complexo e o uso de metodologias pedagógicas se faz necessário, colocando em questão os conteúdos e conhecimentos pré adquirido, pelos surdos. Somente assim as respostas do ensino-aprendizado serão favoráveis. Acredita-se que no futuro as pessoas surdas serão reconhecidas e o que hoje está sendo oferecido a eles, seja e continue de forma mais intensiva e irrestrita. Em suma, que a inserção dos intérpretes na sala de aula oportunize aos surdos seu desenvolvimento e socialização enquanto pessoa ou como cidadão.