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• Cefaleia é todo o processo doloroso referido no 
segmento cefálico, que pode originar-se em qualquer das 
estruturas faciais ou cranianas. 
 A sensibilidade dolorosa é fundamental para a proteção 
e defesa. Portanto, fica fácil compreender por que o 
segmento cefálico é o mais rico em estruturas sensíveis 
a dor. Existem diversas estruturas cranianas que geram 
dor, como a região do couro cabeludo, estruturas faciais 
(seios da face, periósteos cranianos, seios durais), e 
segmentos proximais das grandes artérias de pia-máter. 
 O parênquima encefálico propriamente dito não é 
doloroso, mas sim as estruturas adjacentes como as 
meninges, vasos, e estruturas de periósteo. 
 • A cefaleia é o tipo de dor que mais afeta a 
população. Cerca de 99% do público feminino e 94% do 
público masculino ao longo da vida terão dores de 
cabeça. 
 • Há mais de 150 tipos de cefaleias na Classificação 
Internacional das Cefaleias. São divididas em três grupos 
principais: cefaleias primárias, cefaleias secundárias e 
neuralgias cranianas (mais prevalente é a neuralgia do 
trigêmeo). 
Existem 3 grupos de cefaleias divididos em 14 categorias 
Primarias 
1. Migrânea 
2. Cefaleia tensional 
3. Cefaleia do trigemino-autonomica 
4. Outras primarias 
Secundarias 
5. Cefaleia atribuída a trauma cefálico e/ou cervical. 
6. Cefaleia atribuída a doença vascular craniana ou 
cervical. AVC. 
7. Cefaleia atribuída a transtorno intracraniano não 
vascular. Neoplasias. 
8. Cefaleia atribuída a uma substância ou à sua 
supressão. Uso excessivo de analgésicos, cafeína ou 
sua supressão. 
9. Cefaleia atribuída a infecção. Infecções do SNC ou 
não, como meningite, encefalite. 
10. Cefaleia atribuída a transtorno da homeostasia. HAS, 
no pico hipertensivo. 
11. Cefaleia ou do facial, transtorno do crânio, pescoço, 
olhos, ouvido, nariz, seios da face, dentes, boca ou 
outras estruturas faciais ou cranianas. 
12. Cefaleia atribuída a transtorno psiquiátrico. 
Neuralgias 
13. Neuralgias cranianas e causas centrais de dor facial. 
 
 
 
 
14. Outra cefaleia, neuralgia craniana e de dor facial 
central ou primaria. 
• É de suma importância reconhecer se a dor de cabeça 
do paciente é devido a uma cefaleia primária ou 
secundária. 
• A cefaleia primária, por si só, é o sintoma e a doença. 
• A cefaleia secundária pode ser causada por diversos 
fatores. Muitas vezes, pode ir desde um resfriado comum 
a uma ruptura de aneurisma, a um tumor cerebral. 
• Muitas vezes consegue-se diferenciar as cefaleias 
através da anamnese. A anamnese é muito importante, 
as vezes mais que o exame neurológico. Isso porque, em 
uma cefaleia primária muitas vezes não haverá alteração 
no exame neurológico. 
• É importante perguntar ao paciente que chega com 
queixa de “dor de cabeça”: A quanto tempo ele sente 
essa dor; forma como se instalou essa dor (súbita ou 
não); A intensidade da dor; A localização da dor; Se há 
fatores que agravam ou melhoram essa dor; As 
características da dor (em pontada, latejante, em 
pressão); Como a dor começou; Fatores associados 
(náuseas, vômitos...); Fatores desencadeantes; Se a luz e 
barulhos incomodam; Se houve perda de consciência na 
instalação do quadro. 
• A partir da anamnese se iniciam os questionamentos 
de que o paciente tem algum fator de risco ou alguma 
bandeira vermelha que necessita maior atenção. 
Red flags (bandeiras vermelhas) 
• São os sinais de alerta para cefaleia secundária 
(“mnemônico SNOOP”). 
S (Systemic); Alterações sistêmicas: Sinais sistêmicos 
como toxemia, rigidez de nuca, rash cutâneo, portadores 
de neoplasia ou HIV, usuários de imunossupressores. 
N (Neurologic); Alterações neurológicas: Presença de 
déficits neurológicos focais, edema de papila, convulsão. 
O (Older): Idade, quando teve início: Cefaleia que iniciou 
após os 50 anos (primeira cefaleia após a idade). 
O (Onset): Início da dor, como se iniciou: Cefaleia de início 
súbito (atinge o seu pico máximo de dor em até 1 min.) 
ou primeira cefaleia da vida. 
P (Pattern): Padrão da dor: Mudança de padrão da 
cefaleia prévia ou cefaleia progressiva (intensidade, 
frequência ou duração) ou cefaleia refratária (inicialmente 
respondia bem à terapia e naquele momento não está 
mais fazendo efeito). 
 Ana Carolina De Alvarez 
Med 103 
2 
 
 Segundo a Classificação IHS, cefaleias primárias são 
cefaleias que não tem nenhum outro transtorno como 
causa. São por si só o sintoma e a doença. 
• São 4 subgrupos: 
Migrânea / enxaqueca. 
Cefaleia do tipo tensão / cefaleia tensional. 
Cefaleias trigemino-autonômicas. 
Outras cefaleias primárias.: muitas vezes necessitam de 
exames complementares para de fato excluir uma 
cefaleia secundária. Esse subgrupo 4 é um grupo de 
exclusão. 
• A migrânea é uma das principais causas de 
incapacidade em todo o mundo (devido a intensidade da 
dor), ocupando o 6º lugar no ranking da OMS. 
• Prevalente no sexo feminino. 
• Apresenta-se de forma recorrente, apresentando-se 
também como aguda recorrente, pois ocorre em 
episódios frequentes. 
• É muito associada à história familiar, é geneticamente 
determinada. 
 Além de fotofobia e fotofonia, pode apresentar 
osmofobia. Hipersensibilidade ou aversão a cheiros. 
Fisiopatogenia 
 
Nosso cérebro é determinado a ter crises de migrânea, 
por ter uma hiperexcitabilidade causada por alterações 
nos canais de cálcio através de estímulos internos e 
externos. Será deflagrada uma depressão alastrante 
(aura) que precede a dor (nem todos tem aura, ela pode 
ser subclínica). 
Esses estímulos vão atuar no SNC com predisposição 
genética a migrânea causando alterações nos canais de 
Ca presentes. Assim, geram uma hiperexcitabilidade 
desse cérebro, deflagrando a depressão alastrante e 
caracterizando a aura da migrânea (alterações transitórias 
que precedem a dor). 
 Essa depressão alastrante é um hipofluxo 
seguida de um hiperfluxo, que leva a alterações de 
ativação do sistema trigemino-vascular (interação com 
fibras simpáticas e parassimpáticas) e que faz uma 
vasodilatação dos vasos meníngeos. Também podemos 
ter ativação no núcleo caudal do trigêmeo, o centro 
gerador da migrânea, liberando nos vasos meníngeos 
substâncias neuropepetidicas. Dentre elas temos o CGRP 
que é relacionado a calcitonina. É um neuropeptídeo 
liberado nos vasos, produzindo vasodilatação a 
aumentando e gerando dor. Para o tratamento temos 
antagonistas de CGRP que serão sintetizados conta esse 
neuropeptídeo. 
Fases da migrânea 
Não é todo paciente que vai ter toda as fases. A dor de 
cabeça é uma das fases. 
→ Pródromo: Ocorre em até 48 horas antes da dor. O 
paciente pode ter alterações no sono (dormir mais ou 
dormir menos), na alimentação (avidez por determinado 
alimento), ou no comportamento (apático, agitado, 
irritado, deprimido). 
→ Aura: Ocorre de 5 minutos a até 1 hora antes da dor. 
Nem todos os pacientes apresentam essa fase, pois pode 
ser uma manifestação subclínica (não é exteriorizada). É 
geralmente traduzida por alterações que ocorrem antes 
da dor iniciar, podendo ser uma aura visual ou sensitiva. 
 Aura visual: paciente vê raios luminosos de espectro de 
fortificação além de apresentar escotomas cintilantes. 
Pode ter tmb perda momentânea de campo visual. 
Aura sensitiva: pode ter dormência em marchas e sobe 
das mãos p braço e no canto da boca. 
→ Cefaleia: o É a fase da dor, unilateral. Dor do tipo 
pulsátil / latejante de moderada a forte intensidade. 
Duração de 4 a 72 horas (acima de 72 horas já é status 
migranoso). 
 Pode vir acompanhada de náuseas e vomito; fotofobia; 
fonofobia; osmofobia; paciente geralmente relata que 
quer ficar deitado e quieto em um quarto escuro. 
Na migrânea podemos ter aumento de dopamina 
resultando em gastroparesia. 
→ Resolução e Pósdromo (Pós – Resolução): A 
resolução é gradual. Assim como a dor começa de 
moderada a forte, ela vai diminuindo gradualmente. O 
pósdromo ocorre após as crises. Há cansaço, sensação 
3 
 
de “cabeça vazia/cabeça oca” e sonolência,e geralmente 
o paciente precisa dormir para que esses sintomas 
melhorem. 
Critérios e diagnostico 
Clínico auxiliado pela anamnese. Exames não possuem 
alterações. 
Devemos seguir alguns critérios diagnósticos: 
Crises repetitivas por pelo menos 5 vezes e durem mais 
de 4horas em pacientes com exame físico normal e 
nenhuma outra razão para cefaleia. 
Deve ter pelo menos 2 das manifestações abaixo: 
• Dor Unilateral. 
• Dor Latejante. 
• Agravada por movimentos. 
• Intensidade moderada à grave. 
Cada crise pode aparecer um sintoma, ou repetir. Existe 
pacientes que tem aura e dps não tem mais. A 
localização da dor pode variar. 
Também deve manifestar uma delas: 
• Náusea e vômitos 
• Fotofobia ou fotofonia 
Tratamento 
Associadas medidas gerias, analgésicos e profilaxia. 
Medidas gerais: diário da cefaleia que o paciente 
preenche de acordo com seus sintomas e por isso é 
importante o conhecimento da dor pelo paciente, suas 
características e frequência para que tenha um 
tratamento eficaz. 
Eliminar fatores desencadeantes. 
Tratamento das crises: usamos AINH anti-inflamatório não 
hormonal Cetoprofeno; nasoproxeno sódico. 
Utilização de vasoconstrictores: Derivados da Ergotamina 
(Cefalium, Cefaliv) e Dihidroergotamina.; Isometepteno 
(neosaldina).; Triptanos (são agonistas seletivos dos 
receptores de serotonina e atuam contraindo vasos 
cranianos e fazendo inibição periférica das fibras 
aferentes trigêmeas que liberam neuropeptídeos e 
causam vasodilatação.) 
Utilização de antagonistas de dopamina em pacientes que 
tem náusea e vomito: usamos metoclopramida e 
domperidona. 
Tratamento profilático 
Diminui a frequência e intensidade das dores para diminuir 
uso de medicações. Usamos em pessoas com mais de 3 
crises por mês e alto uso de medicação. Casos em que 
as crises são esparsas, mas de grande intensidade, tmb 
são utilizados 
Tratamos aqueles que tem intolerância ou ineficácia aos 
medicamentos para crise 
Faz se quando há absenteísmo regular profissional, 
escolar etc. 
 
Nos medicamentos indicados, contraindica bloqueadores 
p hipotensos e asmáticos. 
Tricíclicos podem dar sonolência e ganho de peso. São 
anti depre utilizados para conter dor neuropática. 
Topirammato pode causar anorexia pela perda de 
apetite e peso. Aumenta sintomas como lentidão e 
sensação de dormência nas mãos e pés. Tmb é 
anticonvulsivante. 
Tratamento de migrânea crônica 
Utilização de toxina botulínica e Utilização de antagonistas 
de CGRP Fremanezumab, Galcanezumab, Erenumab. 
São anticorpos monoclonais. Utilizado de forma 
subcutânea, 1x ao mês para tratamento crônico e 
profilático para pacientes contraindicados a todas as 
medicações. São muito caros. 
É a modalidade mais frequente de cefaleia primária. Tem 
uma prevalência anual que varia de 30% a 80%. 
Predomina no sexo feminino tem início entre 20 e 40 
anos. É um distúrbio primário da modulação da dor no 
SNC isoladamente. Não impede o paciente de realizar 
suas atividades. 
Mecanismo 
A sensibilização periférica fala a favor de uma cefaleia 
tensional episódica. Já a sensibilização central fala a favor 
de uma cefaleia tensional crônica. 
 Existem pontos de gatilhos e pontos de dor 
miofascial, principalmente a contratura muscular fronto-
temporal e occipital, que vão liberar mediadores 
algogênicos, estimulando as fibras de dor. Essas fibras de 
dor irão gerar a sensibilização periférica, causando a 
cefaleia tensional episódica... 
 Quando temos queda da barreira nociceptiva há 
a sensibilidade dos neurônios de segunda ordem no 
corno posterior de medula. Assim se inicia a sensibilização 
central através de estímulos do córtex sensorial e tálamo 
aumentando a transmissão da dor. 
4 
 
 Dividimos a cefaleia tensional em: cefaleia 
tensional episódica, cefaleia tensional episódica frequente 
e cefaleia tensional crônica. 
Classificação internacional das cefaleias 
Cefaleia tensional episódica pouco frequente: menos de 
12 dias no ano. 
Cefaleia tensional episódica frequente: mais de 12 dias e 
menos de 180 dias no ano. 
Cefaleia tensional crônica: mais de 180 dias ao ano. Nesse 
caso, O paciente tem dor pelo menos 15 dias no mês, 
durante pelo menos 3 meses. 
Diagnostico e critérios diagnósticos 
Diagnostico é clínico e a anamnese ajuda. Devemos 
pensar no que está por trás da dor do paciente e suas 
causas. As vezes cefaleias tensionais são causadas por 
problemas sociais e psíquicos. 
Devemos seguir alguns critérios diagnósticos: 
» Crises repetidas de cefaleia que duram de 30 minutos 
a 7 dias, em paciente com exame físico normal e 
nenhuma outra causa razoável para cefaleia. 
» Pelo menos duas das seguintes manifestações: 
- Dor bilateral.; Dor em aperto ou pressão.; não agravada 
por movimentos.; de intensidade leve à moderada. 
» Pelo menos uma das seguintes manifestações: 
- Sem náuseas e/ou vômitos.; Fotofobia ou fonofobia 
(apenas uma delas). 
Tratamento 
Analgésicos como paracetamol, AINH e antidepressivos 
tricíclicos, auxílio de psicólogo e psiquiatra; atividade física 
e mudança de hábitos de vida. 
→ Tratamento da Cefaleia Tensional Episódica: 
o Orientação quanto à baixa gravidade. 
o Orientação de medidas educativas. 
o Orientação à consulta na UBS. 
o Uso de analgésicos e AINH: orientar a não fazer uso 
excessivo 
também é chamada de cefaleia histamínica, de horton ou 
cluster. Rara acometendo apenas 0,1% da pop. Sendo 
mais frequente em pessoas do sexo masculino. 
Características 
Intensa e lancinante; unilateral; localização retro orbitaria; 
paciente geralmente se encontra inquieto e com a mão 
sobre os olhos. 
 Tem curta duração entre 15 e 180min. 
 Tem uma frequência de 1 ep a cada dois dias e 8 
episódios por dia. Tende a aparecer no mesmo horário 
e época do ano (ritimicidade circadiana e sazonalidade). 
paciente tem alterações autonômicas: congestão 
conjuntival, lacrimejamento e congestão nasal. 
 Gatilho para a cefaleia em salvas: bebida alcóolica. 
 O paciente pode despertar durante a noite devido à 
dor. 
Fisiopatogenia 
Hiperfunção parassimpática: lacrimejamento/hiperemia 
conjuntival e rinorreia/obstrução nasal. 
Hipofunção simpática: miose, ptose. 
Hipotálamo: origem central para a dor e para os 
fenômenos autonômicos; é o centro gerador da dor. Há 
alterações hipotalâmicas que geram essa dor. 
diagnostico 
 O diagnóstico é clínico. Tem se provado uma associação 
da cefaleia em salvas com adenomas hipofisários. Em 
casos assim é necessário lançar mãos de exames 
complementares. 
Tratamento 
Adm de o2 100% em máscara com fluxo de 10 a 12 l p 
min por 20 min. 
Usar sumatriptano 6 mg sc. Daremos orientações e 
depois encaminha para neurologista. 
→ Tratamento preventivo: 
 Verapamil é principal escolha. o Lítio. 
 Divalproato de sódio. 
 Topiramato. 
 Gabapentina. 
Outras cefaleias autonômicas do trigêmeo 
• Hemicrania paroxística. 
• SUNCT: Cefaleia neuralgiforme unilateral de curta 
duração com hiperemia conjuntival e lacrimejamento. 
• Em ambas, o paciente também pode apresentar 
congestão nasal e conjuntival, lacrimejamento. 
• Possuem características muito parecidas com a cefaleia 
em salvas, porém se manifestam de forma muito rápida 
(cerca de segundos). 
• Não respondem tão bem aos tratamentos. 
» SUNCT: pode-se utilizar a Gabapentina e o Topiramato. 
» Hemicrania paroxística: responsivo a Indometacina. 
Possuem crises similares à cefaleia em salvas quanto à 
dor e aos sinais, e são dores em facada. 
• São elas: » Cefaleia da tosse. » Cefaleia do esforço 
físico. » Cefaleia da atividade sexual. » Cefaleia em 
trovoada. » Cefaleia persistente e diária de início súbito. 
• Nesse grupo de cefaleias, na maioria dos casos, está 
indicada a realização de exames complementares para 
diferenciar e excluir as cefaleias secundárias.

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