Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

RESUMÃO HEMATOMAS CRANIANOS (SEMANA 1 – MÓDULO NEURO)
 
Hematoma Epidural 
Local: entre a abóbada craniana e o folheto externo 
da dura-máter encéfalica 
Normalmente ocorre devido à ruptura da artéria 
meníngea média 
Associa-se ao deslocamento do folheto externo à 
calota craniana 
 
O sangue se acumula no espaço epidural, que, 
normalmente, é virtual no encéfalo e só existe em 
condições patológicas 
Pode levar à hipertensão intracraniana – o volume 
extra pode comprimir o encéfalo e deslocar a linha 
média contralateralmente – herniação 
Apresentação clínica: rápida perda de consciência 
pós-traumática seguida de intervalo lúcido 
Tratamento: drenagem do hematoma 
 
Hematoma Subdural 
Local: entre as meninges dura-máter e aracnoide 
Normalmente decorre do rompimento das veias no 
ponto em que drenam o sangue venoso do encéfalo 
para o seio sagital superior 
 
Sintomatologia costuma ser tardia 
Não alcançam os sulcos cerebrais 
A drenagem cirúrgica depende do tamanho e 
evolução do hematoma 
Mais comum em idosos 
 
Hemorragia Subaracnóidea 
Local: entre as meninges aracnoide e pia-máter 
Não gera coleção de sangue (hematoma), pois o 
sangue se mistura com o líquor e circula com ele 
Pode ocorrer lesões de vasos superficiais do encéfalo 
Sintomatologia: cefaleia intensa e alterações da 
consciência 
A ocorrência de hérnias é mais rara 
Pode alcançar os sulcos cerebrais 
 
Hemorragia Intraparenquimatoso 
Local: dentro do parênquima cerebral 
Sangramento não-traumático 
2° maior causa de AVC após eventos isquêmicos 
A HSA é um fator de risco para a HIP 
A maior complicação é trombose venosa 
intracraniana

Mais conteúdos dessa disciplina