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	Centro Universitário Leonardo da Vinci
	
	
	
	
	
	
	
NOME DO(A) ACADÊMICO(A): Aline Carneiro de Jesus
CURSO (TURMA) 3460
TUTOR EXTERNO: Sandra B. Branco
PROJETO DE ESTÁGIO: A ARTE COMO PROMOTORA DA INCLUSÃO DE ALUNOS TEA NO ENSINO FUNDAMENTAL
MARABÁ
2021/2 
SUMÁRIO
PARTE I: PESQUISA	3
1.1 DELIMITAÇÃO DO TEMA: ÁREA DE CONCENTRAÇÃO E JUSTIFICATIVA	3
1.2 OBJETIVOS	3
1.3 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA DA PESQUISA	4
PARTE II: PROCEDIMENTOS DE ESTÁGIO	6
2.1 METODOLOGIA	6
2.2 CRONOGRAMA	7
REFERÊNCIAS	8
1 PARTE I: PESQUISA
1.1 DELIMITAÇÃO DO TEMA: ÁREA DE CONCENTRAÇÃO E JUSTIFICATIVA 
Área de concentração: Inclusão
Programa de Extensão: Acessibilidade e inclusão
Projeto de Extensão: A arte e seu papel como promotora da inclusão
Produto Virtual: Trilha de aprendizagem
Tema: A arte como promotora da inclusão de alunos TEA no ensino fundamental.
Este projeto tem por objetivo principal observar a importância da arte como meio de inclusão para crianças com TEA (Transtorno de Espectro Autista) no Ensino Fundamental e trazendo as dificuldades de cada grau existente nas crianças com o TEA. 
Segundo Ferreira (2009), o termo Autismo, provém da palavra grega, Autos que significa Próprio/Eu e Ismo, que traduz uma orientação ou estado. Daqui resulta o termo autismo que, em sentido lato, pode ser definido como uma condição ou estado de alguém que aparenta estar absorvido em si próprio.
Para Williams e Wright (2008, p. 3) “O Distúrbio do Espectro do Autismo (Autistic Spectrum Disorder – ASD) é um distúrbio do desenvolvimento que normalmente surge nos primeiros três anos de vida. [...] atinge a comunicação, a interação social, a imaginação e o comportamento”. Assim ocasionando o que se chama autismo, é a partir dessa abordagem que aqui se busca as observações de inclusão com a arte no meio da educação infantil.
Observando que os mesmos têm reações diferentes com as atividades realizadas, cabe aqui relatar a importância da preocupação com cada um deles. Quais atitudes estão sendo tomadas em relação às atividades pedagógicas escolares, sobretudo, às voltadas para o campo da arte e inclusão?
1.2 OBJETIVOS
· Análise sobre os fundamentos básicos do que é o TEA (Transtorno de Espectro Autista);
· A importância da inclusão de alunos com TEA no ensino fundamental;
· A eficácia da arte como promotora da inclusão no ensino de alunos com autismo;
· Conhecer os métodos de ensino através da arte para alunos com TEA no ensino fundamental.
1.3 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
No início de 1960 com a Medical Research Council’s Developmental Psychology Unit que estudos mais sistematizados surgiram, facilitando a compreensão mais teórica sobre o autismo (BARON-COHEN, 1990, p.409-410 apud SOUSA & SANTOS (sd), p.2). 
Para Guaderer (1993), a Medical Research Council’s Developmental Psychology Unit descreve o autismo como: Uma inadequacidade no desenvolvimento que se manifesta de maneira grave durante toda a vida. É incapacitante e aparece tipicamente nos três primeiros anos de vida. Acomete cerca de cinco entre cada dez mil nascidos e é quatro vezes mais comum entre meninos que meninas. É encontrada em todo mundo e em família de qualquer configuração racial, étnica e social.[...].
Os sintomas [...] incluem:
1. Distúrbio no ritmo de aparecimento de habilidades físicas, sociais e linguísticas; [sic].
2. Reações anormais às sensações. As funções ou áreas mais afetadas são: visão, audição, tato, dor, equilíbrio, olfato, gustação e maneira de manter o corpo;
3. Fala e linguagem ausentes ou atrasadas. Certas áreas específicas do pensar presentes ou não. Ritmo imaturo da fala, restrita compreensão de idéias [sic]. Uso de palavras sem associação com o significado.
4. Relacionamento anormal com objetos, eventos e pessoas. Respostas não apropriadas a adultos ou crianças. Objetos e brinquedos não usados de maneira devida. [...] A pessoa portadora de autismo tem uma expectativa de vida normal. Uma reavaliação periódica é necessária para que possam ocorrer ajustes necessários quanto às suas necessidades, pois os sintomas mudam e alguns podem até desaparecer com a idade (GAUDERER, 1993, p. 3, 4).
Com os avanços de estudos percebeu-se que o autismo não tem essa causa e, sim tem explicações em questões da base neurobiológica. Para isso, é necessário compreender o funcionamento do cérebro de um indivíduo típico, onde ele é organizado e sistematizado para realizar todas as funções executivas do corpo. Assim, os neurônios com ligações corretas atendem as demandas externas, mas precisam estar em harmonia como se fossem uma orquestra. Em contrapartida, o cérebro autista apresenta tais estruturas desorganizadas e como afirma Mota e Brites (2019, p.36,37):
As pontes, as ligações e ramificações se encontram incompletas, desviadas, ora ativadas, ora desligadas, com conexões ora perdidas, ora sobrecarregadas. As funções de cada grupo de neurônios se encontram desbalanceadas, com hiperfuncionamento, dependendo do interesse do cérebro, e disfuncional para o que não interessa. O conjunto, portanto, não consegue processar direito as informações, pois fica tudo dessincronizado, e ele pode demorar para realizar as tarefas e os processos sociais do ambiente, ou, por outro lado, pode agilizá-los.
Segundo Ramos (2008, p. 1), a educação deve ter como base a inclusão, o reconhecimento das diversidades, a valorização dos sujeitos e a capacidade de produção da vida, com objetivo de alcançar uma sociedade “justa e integradora”.
Contudo, a partir desta reflexão, notamos que a integração do indivíduo com TEA através da arte torna-se primordial e indispensável, desta forma a arte ensina a possível transformação da existência de ensinos que a muitos anos não se transformam e nem se adaptam aos alunos e suas referidas especialidades, sendo assim mais flexível. Isso quer dizer que criar e conhecer são indissociáveis e a flexibilidade é condição fundamental para aprender.
2 PARTE II: PROCEDIMENTOS DE ESTÁGIO
2.1 METODOLOGIA
Relevando o momento em que estamos devido a pandemia do novo covid 19, a pesquisa foi feita através de sites e blogs de escolas, para assim obter respostas de quais resultados foram alcançados. No qual também foi realizado um roteiro de observação virtual feito pela instituição Uniasselvi aqui respondido em anexo.
2.2 CRONOGRAMA
	ETAPA
	AÇÃO A SER REALIZADA
	DATA PARA POSTAGEM (Flex) ou ENTREGA (Semipresencial)
	Etapa 1
	Escrita do Projeto de Estágio.
Postar/Entregar o Projeto de Estágio.
	Verificar cronograma da disciplina de estágio no AVA em Notas e Avaliações – Postagem/Entrega da Etapa 1.
	Etapa 2
	Observação virtual e preenchimento do Roteiro de Observação
(O modelo está disponível no Ambiente Virtual de Aprendizagem da disciplina de Estágio). 
Postar/Entregar o Roteiro de Observação Virtual.
	Verificar cronograma da disciplina de estágio no AVA em Notas e Avaliações – Postagem/Entrega da Etapa 2.
	Etapa 3
	Escrita do Paper de Estágio e elaboração do projeto de extensão de acordo com o Programa de Extensão escolhido.
Postagem do produto virtual.
	Verificar cronograma da disciplina no AVA em Notas e Avaliações – Postagem/Entrega da versão completa do paper.
	Etapa 4
	Realização da Socialização de Estágio.
	Verificar cronograma da disciplina de estágio no AVA em Notas e Avaliações – Socialização do paper.
REFERÊNCIAS
FERREIRA, Ana Manuela Ribeiro. A Diferenciação Pedagógica nas Aulas de Educação Física em Alunos com Perturbações do Espectro do Autismo: A perspectiva dos professores de Educação Física. 2009. 208f. Dissertação (Mestre em Educação Inclusiva) – Faculdade de Desporto, Universidade do Porto, Porto, 2009.
GAUDERER, E. Christian. Autismo. [S.I]: Atheneu, 1993.
MOTA, Luciana; BRITES, Clay. Mentes únicas. São Paulo: Editora Gente, 2019.
RAMOS, M. Concepção do ensino médio integrado. In: Seminário sobre Ensino Médio. Superintendência de Ensino Médio da Secretaria de Educação do Estado do Rio Grande do Norte, Natal, Mossoró, 14 a 16 de agosto de 2017. Secretaria de Educação do Paraná,incorporado o Debate realizado no Seminário promovido pela Secretaria de Educação do Estado do Pará entre 08 e 09 de maio de 2008. Disponível em: Acesso em 28 nov. 2017.
SOUSA, Pedro M. L.; SANTOS, Isabel M.S. C. dos. Caracterização da Síndrome autista. (sd). Disponível em:<http://www.psicologia.com.pt/artigos/textos/A0259.pdf.> (Acessado em 15 março 2020).
WILLIAMS, Chris; WRIGHT, Barry. Convivendo com autismo e síndrome de Asperger estratégias práticas para pais e profissionais. São Paulo: M Books, 2008.
 
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