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Anestesia • Os anestésicos podem ser de diversos tipos, com ou sem vasos constritores. É imprescindível a pergunta para o paciente sobre suas experiências com anestesia, devido possíveis alergias e condições de saúde. • Anestésicos com vasos constritores possibilitam uma anestesia mais duradouro. • Princípios de anestesia: ➢ antissepsia da mucosa ➢ observar os pontos de referência anatômicos ➢ a penetração nos tecidos e a retirada devem ser feitas na mesma direção ➢ observar o paciente e suas reações no momento da anestesia • Anestésico tópico: insensibilização das mucosas ou tecidos cutâneos para minimizar a sensação dolorosa na hora da penetração da agulha. • A fricção dos tecidos moles é uma técnica de grande valia também, pois os estímulos táteis chegam mais rapidamente que os estímulos para a dor. • Também existem anestésicos tópicos para procedimento estético • Sempre manter a seringa fora da linha de visão do paciente • Estabelecer apoio firme para a mão • Agulhas: descartáveis e de aço inoxidável Sempre direcional o bisel da agulha para o periósteo Quanto maior o calibre da agulha, menor o diâmetro do lúmen da agulha. • Bloqueios anestésicos: infiltração local, anestesia regional e troncular. • Bloqueio anestésico Infiltração local: a solução anestésica é colocada próxima a terminação nervosa. O tratamento será realizado no mesmo local em que o anestésico foi colocado. • Injeção supraperiosteal Anestesia tópica. Pontos de reparo (referência): fundo de sulco gengivo-labial e longo eixo do dente. Inserir a agulha ao níveo do fundo de sulco, e direção ao ápice do dente. Injetar de 0,6 a 1,0 de solução. Bom para ossos esponjosos. • Anestesia subperiostial: bisel perfura o perióstio, mais dolorosa. • Anestesia intraligamentar: anestesia no ligamento periodontal • Anestesia intra pulpar: introduz a ponta da agulha dentro da polpa dentária. Muito dolorosa. Usada em pulpites irreversíveis. Utilizada para canais. • Intraseptal: entre os septos • Bloqueio anestésico regional: bloqueio de ramos nervosos terminais maiores; bloqueio de campo, anestesia circunscrita. Ex: anestesia no tuber da maxila pega o nervo alveolar superior posterior- bloqueio do 3,2,1 dente molar exceto a gengiva vestibular do 1 molar superior. • Bloqueio anestésico troncular: bloqueio de um tronco nervoso principal. Bloqueio de nervo. Anestésico injetado em local distante da área a ser tratada. Ex: anestesia do nervo maxilar no forame redondo. Acessos geralmente extraoral • Anestesia submucosa: anestesia dos tecidos moles bucaus, preparatória para outras técnicas mais profundas. Utilizada na frenectomia. • Técnicas anestésicas para os dentes superiores: • Relembrar: ➢ Palato mole: nervo palatino menor ➢ Gengiva palatina de molar até primeiro pre molar: n. palatino maior ➢ Gengiva palatina de canino até incisivo central: n. nasopalatino ➢ Dentes molares 3 2 1 : n. alveolar superior posterior ➢ Dentes pre molares e raiz mesovestibular do 1 molar: n. alveolar superior médio ➢ Dentes anteriores: n. alveolar superior anterior • Bloqueio do nervo alveolar superior posterior: Ponto de punção: fundo de saco, acima do segundo molar superior Estratigrafia: mucosa e submucosa Ponto de reparo: tuberosidade da maxila • Bloqueio do nervo alveolar superior médio: Ponto de punção: prega mucovestibular acima do segundo pré molar superior. Estratigrafia: mucosa e submucosa. Ponto de reparo: osso maxilar, acima da raiz do segundo pré molar. • Bloqueio do nervo alveolar superior anterior: Ponto de punção: fundo de saco na altura do incisivo lateral superior. Estatiografia: mucosa, submucosa, m. levantado do ângulo da boca. Ponto de reparo: forame infraorbital • Bloqueio do nervo infraorbital: ponto de punção: Longo eixo entre a raiz dos pré molares: linha reta. Ponto de reparo: forame infraorbital. ( ela não colocou estatiografia na aula) • Bloqueio do nervo palatino maior: ponto de punção: região distal ao segundo molar superior. Em desdentados: 5 a 6 mm a frente do palato mole. Crianças menores de 12 anos: distal ao primeiro molar superior. Estatiografia: mucosa e submucosa. Ponto de reparo: forame palatino maior. • Bloqueio do nervo nasopalatino: ponto de punção: lateral a papila incisiva ( pois na papila doi muito). Estatigrafia: mucosa e submucosa. Ponto de reparo: forame incisivo. Possui lado direito e esquerdo. • Bloqueio do nervo alveolar inferior: bloqueio dos nervos alveolar inferior, incisivo, bucal (se quiser, para complementar a gengiva vestibular dos molares), mentual lingual ( técnica indireta). Bloqueio pulpar de todos os dentes do hemi-arco inferior. Anestesia do corpo da mandíbula, do periósteo e de tecidos moles mandibulares. Anestesia dos 2/3 anteriores da língua e do assoalho da boca. Ponto de punção: rafe pterigomandibular, borda anterior do ramo ascendente da mandíbula, plano oclusal inferior, pré molares inferiores do lado oposto. Referência: face medial do ramo da mandíbula, na metade da incisura da mandíbula. 1 cm acima do plano oclusal. Ponto de reparo: língula da mandíbula. Estratigrafia: mucosa, submucosa, ligamento esfenomandibular. Afeta, assim: pega primeiramente o lingual, pegando 2/3 anteriores da lingua e gengiva lingual de toda Hemi mandíbula, gengiva vestibular dos dentes pre molares a incisivos centrais, lábio inferior e dentes do canal incisivo. • Nervo bucal: lateralmente ao do alveolar inferior. Anestesia a gengiva vestibular de molares da maxila e mandíbula( principalmente). • Nervo mentual: Insensibilidade dos dentes anteriores e pré-molares, de sua gengiva vestibular e da pele da mucosa do mento e lábio inferior. Nos indivíduos dentados, o forame mentual está a meio caminho da base da mandíbula e da borda livre do processo alveolar e em linha com os forames supra e infra orbitais. Bloqueio dos nervos mentual e incisivo. Anestesia da mucosa vestibular, lábio e dentes anteriores ao forame. Não produz anestesia lingual. Alvo: forame mentual (entre as raízes dos pre molares). Ponto de punção: fundo de saco entre os pré molares. Estratiografia: mucosa e submucosa. Ponto de reparo: forame mentual. • Bloqueios dos nervos supra orbital e supra troclear: faz deposito anestésico inclinado para pegar a altura do forame supra orbital e supra troclear