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RESUMO GERAL DE ELETROCARDIOGRAMA E EMERGÊNCIAS (COMPLETO)

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desidratação
hemorragia diarreia
vômitos uso excessivo
CONDUTA: REPOSIÇÃO DE VOLUME
(SF ou sangue)
● ex: politrauma / fratura → sangramento → parou
● conduta: enfermeiro pega acesso calibroso e corre SF
(soro fisiológico) de 1000ml bem rápido e 3 bolsas de
sangue para repor volume, se esse for o motivo da
parada após checar o pulso o paciente vai voltar
● pedir SF (soro fisiológico) ou bolsa sangue
● motivo da parada: falta de líquido circulando
● ex: paciente com cirrose avançada comum ter varizes de
esofago → rompimento → sangramento → hematêmese
→ parou porque sangrou demais = hipovolemia
● ex: paciente 90 anos internado por gastroenterite e 10
dias com vômito e diarréia → parou por desidratação
HIPO / HIPERCALEMIA
uso excessivo de diuréticos insuficiência renal aguda
● ex: paciente internou com insuficiência renal
● ex: paciente em diálise e não dialisou por 3 semanas
seguidas
● paciente com fístula da diálise se atentar para atuar na
hipercalemia
● conduta: gluconato de cálcio
HIDROGÊNIO ↑ (ACIDOSE)
cetoacidose sepse
● ex: grande causa de PCR em paciente internado na UTI
por causa sepse ou cetoacidose diabética
HIPOGLICEMIA
uso hipoglicemiantes /
insulina
insuficiência
hepática
● paciente com DM que toma insulina / metformina
● conduta: ampolas de glicose
HIPÓXIA: falta de oxigenação
asma DPOC
obstrução vias aéreas edema agudo de pulmão
pneumonia TEP
● mais comum de todos
● ex: paciente está saturando baixo (60) ninguém entubou
→ parou
● ex: paciente com crise de asma → insuficiência
respiratória → PCR
● ex: paciente engasgou → cianótico → desobstruir via
aérea
● conduta: colocar O2 na hora da ventilação ou entubar
● ao reverter a hipóxia a saturação ↑ e ao checar o pulso
voltou
TAMPONAMENTO CARDÍACO
pós operatório cirurgia
cardíaca
hipotireoidismo grave
ICC descompensada neoplasias - metástase
dissecção de aorta uremia grave
● tamponamento cardíaco: o coração NÃO está parado.
● quando tem líquido em volta de todo coração, o coração
quer contrair, mas o líquido em volta não deixa. O
coração não contrai (não empurra o sangue para a
carótida) → ao fazer uma punção e retirar o líquido volta
o ritmo
● conduta: pericardiocentese
● ex: paciente operou no hospital da cardio ou tem uma
cicatriz de cirurgia cardíaca e após 2 semanas→ parou
● ex: paciente oncológico com disseminação hematogênica
faz acúmulo de líquido em volta do coração
● ex: dissecção de aorta: dor no peito que rasga / intensa
→ sangue acumulou em volta do coração → PCR
TENSÃO NO TÓRAX (PNEUMOTÓRAX)
trauma pós punção acesso
venoso central
DPOC
● conduta: acesso venoso central recente → pneumotórax
hipertensivo → descompressão torácica (agulha para
retirar ar do pulmão)
● ex: marca de trauma no tórax → parou → (sangramento
ou pneumotórax hipertensivo)
● ex: DPOC grave → formação de blebs (bolhas) →
rompimento da bolha
TROMBOSE CORONARIANA (IAM)
dor torácica + fator de risco DM-2, HAS, DLP, obesidade
e tabagismo
● CAUSA QUE NÃO consegue ajudar/atuar, ou seja, ter
conduta eficaz / retirar a causa base
● ex: infarto: (coronária fechou e formou coágulo que é a
trombose coronariana)
● ex: paciente com dor que irradia para pescoço e braço +
fator de risco (HAS, DM) → parou
TROMBOSE PULMONAR (TEP)
pós operatório uso de ACO
(anticoncepcional)
trombofilias prévias portador de neoplasias
● CAUSA QUE NÃO consegue ajudar/atuar, ou seja, ter
uma conduta eficaz / retirar a causa base
● TEP: formação de coágulo na artéria pulmonar
● ex: paciente com dispneia aguda → parou
● ex: paciente operou ontem → parou → suspeitar de
TEP
● ex: paciente faz uso de anticoncepcional
● ex: paciente oncológico tem maior facilidade de
formar coágulo
TOXINAS
● ex: paciente tomou algum tipo de remédio
● ex: paciente tentou autoextermínio por abuso de
medicação
● ex: intoxicação por zolpidem
● conduta: iniciar a PCR e ligar para o centro de
intoxicação
** HIPOVOLEMIA: usar cristalóide = SF → correr soro aberto
de 1000ml
**HIPÓXIA: oxigênio a 100% ou entubar
**HIPERCALEMIA: gluconato de cálcio
** TROMBOSE (INFARTO): não tem o que fazer
**TEP: não tem o que fazer
**PNEUMOTÓRAX: descompressão
**TAMPONAMENTO: pericardiocentese (punção de Marfan)
→ entra com a agulha 30° e aspira
-----------*----- ------❤ INTUBAÇÃO OROTRAQUEAL/DESCOMPRESSÃO TORÁCICA ❤ ------------------
DEFINIÇÃO DE INTUBAÇÃO
colocar o tubo flexível (silicone) na via aérea do paciente
1. paciente está inconsciente logo deve atuar com rapidez
2. paciente não tem condição de manter uma via aérea
adequada
INDICAÇÕES DE INTUBAÇÃO:
para que entubar um paciente
● para ventilar adequadamente: paciente não tem
condições de respirar sozinho, logo precisa controlar a
respiração através de um respirador
● para proteger a via aérea do paciente: se o paciente não
tem um nível de consciência adequado corre o risco de
broncoaspiração / aspiração
aspiração pulmonar de conteúdo gástrico ou conteúdo da
orofaringe é horrível, pois faz o paciente ficar 10-14 dias a
mais na UTI para tratar a pneumonia depois de cair conteúdo
gástrico na via aérea (dentro do pulmão)
● quando saturação está muito baixa: mesmo o paciente
saturando bem (99) só que rebaixado precisa entubar;
não precisa se importar com a oxigenação e sim evitar
que vomite e o conteúdo vá para o pulmão
● PROCEDIMENTOS E CIRURGIAS: procedimentos
estéticos (plásticas) anestesista faz sedação + intubação
eletiva
● IMPOSSIBILIDADE DE MANTER VIA AÉREA PÉRVIA:
após fazer a escala de glasgow e avaliar o nível de
consciência se tiver menor que 8 autorizado a intubar o
paciente, pois o paciente não tem consideração de
manter a via aérea pérvia sozinho
Quando o paciente está inconsciente a base da língua cai
causando obstrução da via ou deixando sem defesa nenhuma.
Até a saliva em excesso da boca pode entrar no pulmão
causando reação inflamatória intensa → pneumonia → ↓
chance de sobrevida
EX: paciente internou por AVC, trauma ou hipoglicemia não
detectável, ou seja, qualquer coisa que rebaixe o nível de
consciência para abaixo de 8 → intubar
● INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE E
REFRATÁRIA: paciente chega bem dispneico deve pensar
o que está causando essa falta de ar? vou conseguir
reverter rápido? se a resposta for não, isso caracteriza a
insuficiência respiratória grave → intubar o paciente para
evitar o sofrimento
INTUBAÇÃO PRECOCE: o covid o paciente está tão dispneico
que não dá para esperar, sendo melhor entubar evitando que
o paciente use seus músculos acessórios e haja sofrimento
Paciente chega ruim, mas NÃO precisa entubar, pois reverte
rápido = crise de asma → somente a inação ou uso de
corticoide soluciona
Vozinho vomitou muito + dispneia + respiração ruim + esforço
respiratório. Pensar que pode ter caido vomito na via aérea
● HIPÓXIA E/ OU HIPERCAPNIA: é uma causa de PCR.
Logo quando paciente tem muito esforço respiratório se
não conseguir reverter rapidamente é melhor sedar e
entubar para que não haja cansaço da musculatura e
evoluir para PCR
● HIPÓXIA: queda do nível de oxigênio. medida através da
gasometria (Po2) ou na oximetria (método indireto, não é
bem fidedigno, mas é usado)
Gasometria: paciente está muito taquipneico + CO2 ↑ e Po2 ↓
é indicação de intubação
Saturação abaixo de 92 a 94: tem alteração, mas para causar
PCR: geralmente saturação abaixo de 70
DPOC grave + hipercapnia (excesso de CO2) → alteração
neurológica → evoluindo para PCR
PORQUE ENTUBAR: vai chegar uma hora que a musculatura
da respiração vai fadigar → músculo desiste → levando a
hipóxia → oxigenação ↓ (saturação baixa) → PCR
● paciente muito grave (infarto ou TEP) : pele fria,
pegajosa, hipotenso → intubar, pois só o esforço de
respirar o corpo está tão fraco que vai ter PCR
Paciente grave, chocado ou na vigência de PCR → entubar para
tentar salvar e melhorar prognóstico, tirando o esforço que no
caso é a respiração
INDICAÇÕES IOT
procedimentos e cirurgias
impossibilidade de manter via aérea pérvia
insuficiência respiratória aguda grave e refratária
hipóxia e/ou hipercapnia
escala

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