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1 Esther Andrade | Turma 85 | Saúde da criança e do adolescente I 
EXAME FÍSICO PEDIÁTRICO 
Pediatra → experiência profissional 
conseguida aos anos de prática mais 
conhecimento médico mais autocrítica 
frequente permitem realizar um bom exame 
físico. 
POR A MÃO NA CRIANCA É FUNDAMENTAL!! 
Não existe exame físico sem o toque. 
Além disso, é importante tirar a roupa 
da criança para avaliar presença de 
lesões ou cicatrizes (crianças maiores é 
bom deixar de calcinha ou cueca), além 
de lavar as mãos sempre. 
Possíveis dificuldades: 
 Não cooperação - pré-escolar não 
ajuda e até atrapalha. 
 Choro – nessa situação, faz-se a 
ausculta no período de inspiração 
entre um som de choro e outro. No 
entanto, se a criança estiver 
chorando muito é difícil para a 
palpação abdominal. 
 Cócegas – as crianças tendem a sentir 
muitas cócegas, por isso, utiliza-se 
do método em que põe a sua mão sobre 
a mão da criança para realizar a 
palpação grosseira. 
OBS.: Bom fazer avaliar a FC e FR quando 
a criança ainda está mais calma no 
consultório. 
Dicas: 
 Cada criança tem seu jeito, e isso 
varia de acordo com a idade. 
 Converse com a criança durante o 
exame 
 Não peça autorização para a criança, 
pois se ela disser não você não 
poderá realizar o exame porque se 
fizer, isso quebra a confiança que 
ela poderia ter em você. O ideal é 
avisar: vou escutar seu coração, vou 
ouvir sua respiração... 
 Iniciar exame no colo dos pais 
 Avaliar os sinais vitais inicialmente 
(choro pode alterar). 
 Ordem do exame (para as crianças não 
existe ordem crânio caudal, mas é bom 
tentar seguir um cronograma próprio 
para não se perder. 
 
ECTOSCOPIA / SOMATOSCOPIA / 
EXAME FÍSICO 
Importante sempre falar para os pais que 
cada criança nasce e evolui de uma 
forma, pois há sempre a comparação de 
seu filho com o filho dos outros. Não é 
porque um é mais magro ou o outro é mais 
gordinho que isso significa doença. O 
importante é estar na curva de 
crescimento e estar saudável. 
MEDIÇÕES HABITUAIS 
 Peso e altura: medidas fundamentais 
para os indicadores de saúde. Uma 
criança fora do peso e fora da altura 
ideal é uma criança doente, tanto 
para mais quanto para menos. 
 PC (perímetro cefálico) / PT 
(perímetro torácico) / PA (perímetro 
abdominal): até os 2-3 anos de idade. 
Entretanto, os perímetros torácicos e 
abdominais não são mais tão usados. 
 Temperatura 
 Pressão arterial 
 Frequência cardíaca 
 Frequência respiratória 
ASPECTOS GERAIS ( INSPEÇÃO) E DADOS 
VITAIS 
INSPEÇÃO 
Nível de consciência: LOTE (lúcido e 
orientado no tempo e espaço). 
Avaliar se ela está ativa e reativa. 
 Hipoativa (dormindo) mas reativa. 
 Hipoativa mas hiporeativa  gravidade 
Estado geral 
É fundamental avaliar o estado geral, 
pois ele é decisivo para verificar qual 
a melhor conduta a ser feita. Realizar 
essa investigação com os pais. 
Ver se a criança está: bom estado geral, 
regular estado geral e mau estado geral 
(crise convulsiva, desidratado, febre 
alta... são situações emergências) 
OBS.: Existe prostração? Criança com 
febre é uma criança prostrada. Sem febre 
e prostrada, é doença e é urgente. 
Atitude: agitação ou irritabilidade 
intensa, atípica ou típica (adaptação a 
 
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2 Esther Andrade | Turma 85 | Saúde da criança e do adolescente I 
uma circunstância ou dor: antálgicas, 
cócoras (cardiopatias na criança) / 
contratuais – opistótono), dificuldade 
respiratória. 
Fácies: atípica ou típica, atópica, 
adenoidina, sindrômica, cushingoide, 
renal (cara de lua cheia), paralisia 
facial, olhar de sol poente 
(hidrocefalia. É um sinal oftalmológico 
em que os olhos se apresentam dirigidos 
para baixo, deixando a esclera bem 
visível), lúpica, estado 
psíquico/emocional (expressão de dor, 
ansiedade, depressão, medo, pavor, 
tristeza) 
Musculatura: ausência congênita, aumento 
do volume muscular e atrofia muscular 
Marcha: claudicação (criança que manca). 
Cuidado com a criança pequena (elas 
podem burlar quando mancam). Marcha 
anormal causada por dor, lesões do SNC, 
lesões cerebelares, fraqueza muscular ou 
defeitos estruturais. 
Nutrição/hidratação: quanto menor, mais 
rápido fica desidratado. 
- Avaliar se está desnutrido, sobrepeso, 
obeso. 
- Olhos/choro (hipotonia de globos 
oculares = “fundos”, lágrimas), 
- Na boca, avaliar se está produzindo 
muita ou pouca saliva e se está tendo 
sede intensa. 
- Sinal da prega (com os dedos polegar e 
indicador faz-se uma prega na pele da 
criança e observa-se quanto tempo demora 
para voltar à posição normal) 
- Fontanelas. 
- Na criança com frauda, melhor sinal de 
desidratação é a frauda que demora para 
trocar. 
Cor/ pele e mucosa: 
Normocorada x hipocorada 
- Anemia ferropriva é a mais comum no 
Brasil, por alimentação errada e por 
verminoses. 
Anictérico x ictérico 
- Crianças mais velhas = graduação de + 
a 4+  pode pedir bilirrubina direta. 
- RNs = zonas de KRAMER 
 
Acianótica ou cianótica 
- Central (ao redor da boca) ou 
periférica (nas extremidades) 
Coloração: icterícia, carotenemia, 
cianose, mancha mongólica etc.). 
Tumorações 
Lesões e cicatrizes (pistas de maus 
tratos. Normalmente as lesões estão no 
bumbum, que é o local mais coberto) 
Alterações localizadas cutâneas e de 
fâneros (edema, piodermites e erupções 
cutâneas). 
IDENTIF ICAR SINAIS E S INTOMAS GERAIS DE PER IGO 
[PROVA!! ] 
 Prostração (mesmo sem febre) 
 Agitação/irritabilidade intensa 
 Recusa alimentar/sucção débil 
 Vômitos 
 Convulsão 
 Cianose/palidez intensa 
 Apnéia 
 Hipotonia/hipertonia 
 Esforço respiratório 
 Hipertermia/hipotermia 
 Diarréia com sangue 
 Desidratação 
 Secreção purulenta no ouvido 
 Doente há mais de 7 dias 
 Febre persistente a mais de 3 dias 
(caso ela não seja muito alta, se 
for, no primeiro dia já é sinal de 
perigo) 
OBS.: PARA A PROVA Caso clínico com 
alguns sintomas desses e pedir qual é o 
grau e perigo. 
TEMPERATURA 
Aferir antes ou após a conclusão do 
exame físico. 
Existem 3 sítios de aferição: axila ou 
virilha, cavidade oral e ânus. 
É considerada febre quando é a partir de 
37,80C (axilar) → sintoma/ “sinal de 
alerta”. 
O RN pode apresentar temperatura axilar 
de 330C a 360C, estabilizando após a 
primeira semana de vida. 
Em caso de urgência, as crianças até 28 
dias voltam para a unidade a qual 
nasceram. 
Crianças podem ter elevação de 
temperatura após refeições, brincadeiras 
agitadas, à tarde ou quando excitadas. 
Grandes variações de temperatura 
sugerem: sepse, doenças hepáticas ou 
 
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3 Esther Andrade | Turma 85 | Saúde da criança e do adolescente I 
renais, tumores, artrite reumatoide, 
doença de Hodgkin e leucemia. 
Elevações baixas persistentes da 
temperatura são comuns na febre 
reumática, outras doenças vasculares do 
colágeno e outros distúrbios. 
OBS.: Se trata a febre para ela não cair 
mais no estado geral. Uma criança com 
febre não se alimenta, não dorme 
direito. 
Elevações da temperatura acima de 400C 
(axilar), especialmente se a taxa de 
elevação for rápida, eventualmente 
acompanha se haverá uma crise convulsiva 
em crianças pequenas sem qualquer outra 
evidencia de distúrbios convulsivos. 
Hipotermia: <350C (<320C crítica à fatal, 
270C = fatal) 
A hipotermia pode ser causada por 
resfriado, choque, sobretudo em 
lactentes. Entretanto, uma temperatura 
corporal normal ou baixa é comum a 
despeito de infecções devastadoras. 
Normal:360C - 37,50C 
Febre: 37,80C - 39,50C 
Febre alta: 39,50C - 410C 
Hipertermia: 410C ou mais 
PRESSÃO ARTERIAL: 
Varia de acordo com: sexo, idade e 
altura, além do momento da criança 
(esperar que ela fique mais calma para 
aferir a PA) 
Quando começar a aferir a PA? Em 
qualquer idade. No entanto, é ideal 
repetir mais frequentemente quando 
houver história familiar de hipertensos, 
obesos e dislipidêmicos. 
Em qualquer idade, ficar atento à: 
cefaleia, tontura, epistaxe, alterações 
visuais, convulsão, deficiência de 
crescimento. 
Manguito: tem que ter 2/3 do tamanho do 
braço (borracha deve circundar o braço 
cobrindo 40% o perímetro médio entre 
olecrano e o acrômio) 
Sítios de aferições: Cubital; Poplítea e 
Pediosa. 
Técnica: Criança sentada, em repouso 
(por 2-3 minutos) com o braço direito em 
repouso. Estetoscópio sob o manguito, 
repetindo a aferição de 2 a 3x em 
diferentes ocasiões/momentos. 
OBS.: Não vai pedir valores de 
hipertensão em prova!! 
Hipertensão arterial: 
 É normal até 120x80 
 Níveis abaixo de 120x80 podem ser 
normais a critério médico. 
 Valores iguais ou superiores a 
140x90, são considerados hipertensão 
para todo mundo. 
 HA é uma doença crônico-degenerativa 
que acarreta alto risco 
cardiovascular. 
 Primária (essencial): geralmente 
assintomática, predisposição genética 
(hipertensão essencial familiar), 
obesidade 
 Secundária: doença parenquimatosa 
renal ou renovascular (Tu de Wilms ou 
nefroblastoma = Tu de rins), 
glomerulonefrites, estenose da art. 
renal única ou ambas, insuficiência 
renal crônica, traumatismo renal 
etc), uso de drogas (vaso 
construtoras oral ou nasal, 
corticoide, anticoncepcionais, 
supressores de apetite, cocaína, 
etc.), hiperaldosteronismo e 
hipopotassemia, feocromocitoma (Tu de 
glândulas adrenais) 
OBS.: Toda criança com hipertensão 
precisa avaliar a função renal. 
MEDIDAS ANTROPOMÉTRICAS 
PESO 
Medida que expressa a dimensão de massa 
ou volume corporal, constituído tanto 
pelo tecido adiposo como pela massa 
magra. 
O peso pode sofrer modificação rápida e 
intensa em intervalos curtos de tempo, 
expressando assim alterações no estado 
nutricional. 
Indicador de grande valor do estado 
nutricional, evidencia a presença de um 
problema antes da altura. Importante é 
uma curva ponderal. 
Em crianças maiores, a perda de peso 
maior ou igual a 10% pode indicar 
malignidade (adenomegalia). Por isso é 
importante pesquisar outros sintomas e 
sinais. 
 Perda ponderal aguda: doença aguda, 
desidratação ou desnutrição. 
 Perda ponderal crônica: estados 
patológicos crônicos (alimentação 
impropria, diarreia, fibrose cística 
ou outros distúrbios 
gastrointestinais, problemas 
emocionais, afecções renais, 
 
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4 Esther Andrade | Turma 85 | Saúde da criança e do adolescente I 
cardíacas ou do tecido conjuntivo e 
outras. 
 Ganho ponderal rápido: hiper-
hidratação ou edema, doenças 
endócrinas como hideradrenalismo ou 
hipotireoidismo estão associadas a 
obesidade. 
Quando pesar? 
 Rotineiramente, uma vez por mês 
durante o primeiro semestre e vida. 
 Uma vez a cada 3 meses durante o 
segundo semestre. 
 Duas vezes por ano nos 3 anos 
seguintes e, depois, uma vez ao ano. 
IMC = Índice de massa corporal. 
Ferramenta da OMS para detectar casos de 
obesidade ou desnutrição. 
IMC = peso (kg) / altura2 m2 
Exemplo: criança de 4 anos. Peso 16 kg e 
altura 97 cm  16/9,4 (97 x 97 = 9,4)= 
1,7. 
Por isso, é importante ter cuidado ao 
calcular o IMC de criança pequena (pré-
escolares) 
Média para crianças de 4 anos: 
Peso: 12.7 kg a 21.3 kg  Média 15,5 kg 
Altura: 94,9 cm a 111,7 cm  Média 100,3 
cm 
IMC CLASSIFICAÇÃO 
Menos que 18,5 Magreza 
Entre 18 e 24,9 Normal 
Entre 25 e 29,9 Sobrepeso/ obesidade 
I 
Entre 30 e 39,5 Obesidade II 
Maior que 40 Obesidade III 
 
Como pesar? 
Até 15 kg, balança eletrônica ou 
mecânica (de bebe), acima de 15 kg, 
balança tipo plataforma eletrônica ou 
mecânica (adulto) 
ESTATURA 
O crescimento normal da criança é o 
maior sinal de que tudo vai indo bem com 
sua saúde. É mais fiel que o peso para 
detectar anormalidades. É menos prática 
e menos sensível, com aparecimento das 
alterações mais tardiamente em relação 
ao peso. 
Deve ser aferido até os 18 anos, 
intervalo de 4 meses para menores 3 anos 
e de 6 meses para os maiores de 3 anos. 
Influências no crescimento: 
 Até 2 anos = predomínio dos fatores 
ambientais. 
 2 aos 4 anos = equilíbrio entre 
influência ambiental e 
hereditariedade. 
 > 4 anos = predomínio da 
hereditariedade (especialmente na 
puberdade). 
Embora a estatura não seja estritamente 
hereditária, pais altos tendem a ter 
filhos mais altos do que os pais baixos. 
OBS.: A estatura refere-se ao 
comprimento deitado e a altura, o 
comprimento em pé. 
Como medir? 
Até 4 anos de idade, o comprimento 
deverá ser medido com a criança deitada 
(régua antropométrica). 
Crianças maiores 4 anos, utiliza-se a 
régua graduada fixada na parede (escala 
métrica) ou da balança mecânica. 
Alvo estatural 
Predição da estatura (em cm) da criança 
quando adulta, com base na altura dos 
seus pais. 
Crianças com 2 anos a altura dobra. 
Exemplo: 90 cm (2 anos)  180 cm (1,80 
m) aos 21 anos. 
Sexo feminino: estatura da mãe (cm) + 
(estatura do pai – 13 cm) / 2 
Sexo masculino: estatura do pai (cm) + 
(estatura da mãe + 13 cm) /2 
Esta fórmula permite obter estatura alvo 
que corresponde ao percentil 50 para o 
casal (5 cm para mais ou menos). 
Exemplo: 
- Menina: (mãe: 1,60 e pai: 1,73) => 160 
+(173-13) /12 = 160 + 160 = 320/2 = 160 
cm + ou – 5 cm (1,55 a 1,65 m) 
Crescimento constante dos 3 aos 12 anos: 
6 a 6,5 cm /ano 
Dos 3 aos 12 anos: E = (n - 3) x 6 + 95 
N = idade em anos; 95 = altura em 3 
anos; 6cm/ano = crescimento constante 
nessa faixa etária 
Repleção: 0 a 2 nos (especialmente 0-9 
meses) e no início da puberdade (pré-
puberdade) ocorre predomínio do peso 
sobre a altura (criança gordinha: mais 
engorda do que cresce). Aspecto 
“gorducho” do pré-púbere. Nos meninos há 
um acumulo de gordura na região 
imediatamente abaixo do púbis, queixa de 
 
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5 Esther Andrade | Turma 85 | Saúde da criança e do adolescente I 
hipogonadismo (que nem sempre é real). A 
depressão da gordura evidencia um falus 
normal. 
Estirão: após 5 anos o crescimento é 
constante de 5 a 6 cm/ano durante 2 a 5 
anos. 
Estirão ou surto da puberdade: “criança 
espigada”. Plenamente instalada, com 
predomínio da estatura sobre o peso: 10-
11 anos para meninas (velocidade máxima 
de comprimento das meninas é atingida 
cerca de 4 meses após o início da 
menarca) e 12-13 anos para meninos 
(velocidade máxima de comprimento ocorre 
por cerca de 2 anos) 
AVALIAÇÃO DE ÓRGÃOS E SISTEMAS 
CADEIAS GANGLIONARES 
 Tamanho: normais < 1cm diâmetro. 
- Crianças com 1 mês ou mais, em 
qualquer região tem que ser < 1 cm, se 
epitrocleares é < 0,5 cm e na região 
inguinal < 1,5. 
- Gânglios linfáticos no pescoço de 
crianças são benignos e só preocupantes 
quando > 1,5 cm. > 2 cm tem risco de 
malignidade 
 Gânglio de doença maligna não dói. Se 
dói, é doença infecciosa. 
 Consistência fibroelástica 
 Mobilidade: movem-se livremente no 
espaço subcutâneo. 
 Coalescência (aderência) - livres 
 Sensibilidade dolorosa indica aumento 
rápido e recente da cápsula que 
recobre o linfonodo. Não dá para 
diferenciar entre uma causa 
infecciosa e não infecciosa. 
OBS.: Qualquer gânglio em crianças deve 
ser investigado. 
Localização: 
OBS.: Linfadenopatia periférica é muito 
comumem pediatria. 
Em lactentes é normal encontrar 
linfonodos retroauriculares e occiptal. 
Crianças > 2 anos de idade é normal 
encontrar linfonodos na região cervical 
e inguinais. 
Incomuns nas regiões epitrocleares e 
supraclaviculares em qualquer faixa 
etária. 
Localizados = causas locais e provável 
caráter benigno e autolimitado. 
Linfadenopatia generalizada = secundária 
a processos e doenças sistêmicas (podem 
também apresentar linfadenopatia 
localizada = ex: linfoma agressivo) 
 
EXAME SEGMENTAR: INSPEÇÃO, PALPAÇÃO, 
PERCUSSÃO E AUSCULTA 
CABEÇA 
Forma, simetria, PC, fontanelas, 
implantação de cabelos. 
1º mês de vida: criança posição decúbito 
dorsal → cabeça dorsalmente (existe uma 
queda de cabelos nessa área. 
3 meses: cabeça estável quando o 
examinador o segura em posição ereta. Se 
houver incapacidade de sustentar cabeça, 
isso traduz um precário desenvolvimento 
motor. 
Maneio de cabeça é normal ou 
instabilidade emocional, retardo mental 
ou espasmos. 
Avaliar a presença de 
hipertonia/hipotonia. 
Fontanelas → importante saber que as 
fontanelas são importantes para passagem 
do canal na hora do parto e também 
(principalmente) para possibilitar o 
crescimento do encéfalo. 
A criança possui um total de 6 
fontanelas. 
Formato  macrocefalia pode ser normal, 
microcéfalo não é normal (por falta do 
desenvolvimento do encéfalo). 
 
Cabelos: normalmente apresentam textura 
lisa e fina. 
No RN os cabelos são substituídos a 
partir dos 3 meses de idade. 
 
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6 Esther Andrade | Turma 85 | Saúde da criança e do adolescente I 
Alopecia  Pode ser apenas uma 
característica familiar, mas também está 
atrelada a uma possível displasia 
ectodérmica ou hipertireoidismo. 
Alopecia areata  tinha outras 
infecções de couro cabeludo. Pode 
acontecer na acrodinia (intoxicação de 
mercúrio), em doenças do colágeno e da 
tireóide, por deficiência de ferro ou 
biotina. 
OBS.: Em lactentes, esse atrito com 
áreas localizadas ocorre pelo fato dele 
permanecer por um longo tempo deitado na 
mesma posição. 
Couro cabeludo  descamação e crosta no 
RN (dermatite seborreica ou eczema), 
infecções, linfonodos ou nódulos 
subcutâneos (infestação por piolho), 
principalmente ao redor do occipício. 
OBS.: Quando é observada uma queda de 
cabelo em crianças maiores, isso pode 
estar ligado a falta de mobilidade. 
OLHOS 
Consulta oftalmológica de rotina → 1a 
perto dos 3-6m de idade. 
O que fazer? Avaliar a dilatação 
pupilar, testar acuidade visual, pressão 
ocular e realizar exames de grau caso 
necessário. 
O primeiro teste oftalmológico é feito 
na maternidade → avaliar o teste de 
catarata congênita. 
É o mais importante órgão sensorial, é a 
janela do cérebro, sendo de suma 
importância seu acompanhamento desde os 
3 meses. 
Avaliar o estado das pupilas, da 
conjuntiva e descrever as 
características da secreção ocular, se 
houver. 
AVALIAÇÃO DA VISÃO: 
 Crianças muito pequenas: observa-se o 
seu interesse em uma lanterna ou 
objeto brilhante e a resposta pupilar 
a luz. 
 RN vê apenas luz, respondendo com 
fechamento palpebral, não tem 
fixação, não segue, não tem 
seguimento visual. 
 1 mês de idade, vê objetos menores. 
 2 meses de idade vê contornos 
aproximados (objetos mais nítidos a 
um palmo/20 cm do rosto do bebê), 
fixação do olhar nos objetos é mais 
demorada e segue dedos em movimentos. 
 3 meses acompanhamento dos olhos. 
 6 meses, focaliza por curtos 
períodos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
RNs ao nascerem percebem as formas, o 
problema é a memória de visão, onde eles 
não conseguem reter a informação e cada 
evento é percebido como um novo. 
Estrabismo fisiológico até os 6 meses de 
idade. 
Estudos clínicos sugerem ser máximo o 
desenvolvimento visual no 1º ano de 
vida, principalmente entre 3 e 4 meses 
de idade. 
Maturação que chega à visão do adulto 
entre 4 e 7 anos de idade. 
Acuidade visual (capacidade de enxergar) 
 erros de refração 
Miopia: não vê de longe nitidamente = 
mal aproveitamento escolar, desatenção, 
alteração de conduta. 
Hipermetropia: enxerga bem para longe e 
perto, mas a focalização dos objetos 
requer esforço da musculatura intra-
ocular = cefaléia frontal, ardor nos 
olhos, falta de atenção. 
Astigmatismo: não tem nitidez = 
desconforto visual e borramento da 
visão. 
Ambliopia: diminuição da acuidade 
visual. É fundamental realizar a 
avaliação desde o nascimento e durante o 
1º ano de vida e a seguir, no 3º e 4º 
ano de idade. O estrabismo persistente 
leva a ambliopia. 
Doenças Comuns das Pálpebras: 
Blefarite: Seborréia, crostas, “caspa” 
ou casquinhas nos cílios → uso de pomada 
de corticoide para melhorar. 
Hordéolo: abscesso das glândulas 
(”pérola amarela”) que rodeiam o 
folículo piloso, a margem palpebral. É 
uma inflamação do folículo piloso. 
Calázio: cisto de material gorduroso por 
obstrução das glândulas palpebrais, uma 
elevação na face interna da pálpebra, 
indolor) → normalmente tem que drenar. 
 
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7 Esther Andrade | Turma 85 | Saúde da criança e do adolescente I 
Não é infeccioso, é uma obstrução 
gordurosa. 
Blefaroptose: queda da pálpebra 
superior, geralmente unilateral. 
Epicanto: dobra da pele em semilua 
decrescente que recobre o ângulo interno 
do olho, tipicamente unilateral. Comum 
na Síndrome de Down. 
Doenças das Vias Lacrimais 
Dacrioestenose: obstrução da glândula 
lacrimal. A mãe tem que drenar para 
desobstruir. 
Conjuntivites: processo inflamatório da 
conjuntiva. Causa hiperemia, prurido, 
dor, ardência... 
ORELHAS 
Avaliar deformidades, implantações 
(implantações baixas são comuns em 
síndromes genéticas). Para ver a altura 
da implantação da orelha, quando vai se 
medir o perímetro cefálico da criança, 
coloca-se a fita métrica na altura dos 
olhos e em torno da cabeça, a 
implantação que não fala a favor de 
alguma síndrome tem que tampar parte da 
orelha. 
Dimple pré-auricular: pequeno seio, 
orifício ou depressão logo em frente a 
orelha, pode acompanhar-se de uma 
tumefação no interior do canal, 
representando o remanescente da primeira 
fenda branquial. 
OBS.: Em casos de perfuração timpânica, 
quando é traumática ela se regenera. 
 
Otite média: inflamação no ouvido 
interno que causa hiperemia, com efusão 
e opacidade do tímpano. 
 
 
 
 
 
Sinais 
inflamatórios: corrimento, membrana 
timpânica, 
Febre sem razão óbvia na infância: otite 
NARIZ 
Crianças menores, avaliar: 
 Forma 
 Permeabilidade das narinas 
 Presença de secreções ou corpos 
estranhos 
Crianças maiores, avaliar: 
 Rinoscopia anterior: cor e brilho das 
mucosas 
 Presença e aspecto das secreções ou 
corpos estranhos. 
Perguntar se a criança apresenta: 
Dificuldade de respirar, secreção, 
hemorragia, odor, atresia de coanas (se 
o recém-nascido tem essa obstrução 
nasal, assim que ele fecha a boca ele 
fica cianótico pois ainda não consegue 
respirar pela boca), epistaxe, rinite e 
coriza. 
OBS.: Em crianças com rinite, o interior 
da narina fica pálida, não tem pelinhos, 
sanguinolenta e não tem brilho nenhum. 
CAVIDADE ORAL 
Avaliar: 
Se a criança permanece com a boca 
fechada enquanto está em repouso, 
ocultando a cavidade bucal durante a 
vigília e sono. 
Em que momento ela fica de boca 
aberta (estados emocionais ou atenção em 
qualquer assunto). É preocupante quando 
não está relacionada a esses fatores, 
pois pode ser paralisia cerebral, 
permeabilidade nasal, fazendo uso do 
respirador bucal (vegetações adenoides, 
rinite alérgica, sinusite, atresia de 
coanas). 
Lábios: queilite ou estomatite angular  
Inflamação e pequenasfissuras em um ou 
ambos os cantos da boca, causada por 
acumulo de saliva depositada nos cantos 
da boca..(boqueira /queilose) 
Dentes: atraso na dentição = raquitismo, 
hipotireoidismo, hipopituitarismo ou 
síndrome de Down) 
Abóbada palatina (céu da boca) e 
Bochechas (mucosa jugal) 
Pérolas de Ebstein: cistos de 
consistência esbranquiçadas presentes na 
mucosa do palato duro do RN. 
Enantemas: Erupção vermelha nas mucosas 
da cavidade oral. 
 
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Candidíase oral: sinal de abuso 
infantil. 
Língua: língua geográfica, língua em 
framboesa (escarlatina), língua pálida e 
lisa. 
Garganta: faringe, amígdalas e úvula 
OBS.: Indicação de cirurgia para 
retirada a amigdala  mais de 6 
amigdalites por ano. 
A amigdalite 
bacteriana é mais 
purulenta, causa 
adenomegalia, 
prostração... A viral 
é mais benigna, 
podendo ter febre, 
mas principalmente 
dor de garganta e 
aumento no tamanho da 
amigdala. 
 
Saliva: produção mínima até 3 ou 4 meses 
de idade, quando aumenta com rapidez. 
Ptialismo: produção exagerada de saliva, 
levando a sialorréia normal dos 4 meses 
até o fim do 1º ano de idade, quando o 
lactente aprende a deglutir o excesso. 
Distúrbios neurovegetativos, 
náuseas/vômitos, estomatites, 
faringites, encefalites, ação de certos 
medicamentos (mercúrio), paralisias 
cerebrais e atresia de esôfago podem 
causar ptialismo. 
Xerostomia ou Aptialismo: boca seca  
febre, desidratação e algumas síndromes. 
PESCOÇO 
Inspeção, palpação, mobilidade 
(ativa/passiva), palpação da tireóide. 
Realizar o exame físico com o paciente 
em decúbito dorsal ou sentado. 
Avaliar: 
Volume e forma, mobilidade e a tireóide. 
Gânglios linfáticos em crianças são 
benignos! São preocupantes se maiores 
que 1,5 cm. 
OBS.: Patologias de tireoide são mais 
comuns em meninas. 
 
 
TÓRAX 
Inspeção, palpação, percussão, ausculta 
(o ideal é abraçar a mãe). 
Inspeção: visualizar a presença 
de abaulamentos, assimetrias, arcabouço 
costal, mamilos extranumerários. 
Padrão respiratório: inspeção dinâmica  
frequência, ritmo e amplitude. 
Expansibilidade pulmonar, frêmito 
tóraco-vocal, ausculta da voz ou do 
choro, murmúrio vesicular e ruídos 
adventícios. 
Tiragem subcostal deve ser sempre 
valorizada. 
MV na criança é fisiologicamente mais 
rude. 
Frequência Respiratória (contar sempre 
em 1 minuto completo) 
Eupneia; Bradipnéia; Taquipnéia; Apneia. 
PROVA!!! Com quadro clínico. 
RN: 40–60 irpm 
LACTENTE: 25–40 irpm 
PRÉ – ESCOLAR: 20–30 irpm 
ESCOLAR: 18–20 irpm 
ADOLESCENTE: 20 irpm 
Aparelho Cardiovascular: ictus cordis 
(localização e intensidade). 
Ausculta cardíaca: 
Determinar FC, ritmo e intensidade das 
bulhas cardíacas, presença de outros 
ruídos (atrito ou sopro). 
Sopros são indicadores de doenças 
cardiovasculares ou coração normal. 
50% ou mais das crianças de 3 a 4 anos 
podem apresentar sopro com um coração 
estruturalmente normal = sopro inocente 
(Still), sistólico, normalmente não se 
irradia, 3+ (qualquer idade, 2 a 7 anos) 
Eucardia; Bradicardia; Taquicardia. 
PROVA!!! Com quadro clínico. 
RN: 100 a 160 bpm 
1º ano: 120 ± 140 bpm 
2º ano: 110 ± 130 bpm 
3 a 5 anos: 100 ± 120 bpm 
6 a 11 anos: 90 ± 120 bpm 
Palpação de pulsos radiais, femorais e 
estalidos: em lactentes e crianças 
pequenas palpar pulso braquial ou 
femoral. O pulso carotídeo é mais 
difícil por conta do pequeno acúmulo de 
gorura na criança. 
Pressão arterial: 
 
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9 Esther Andrade | Turma 85 | Saúde da criança e do adolescente I 
PAS = 2 x idade + 80 / PAD = 2/3 
sistólica  2 aos 14 anos 
Pulsos arteriais (coarctação de aorta) 
É feito com 2 a 3 dedos, de modo 
comparativo (intensidade, ritmo e 
simetria), sendo os mais verificados os 
pulsos: radiais, femorais e pediosos. 
ABDOME 
Inspeção, palpação, percussão e 
ausculta. 
RN e Lactente  fígado é palpado a 2/3 
cm do RCD. 
Baço palpável em 14% dos lactentes e em 
7% das crianças entre 2 e 7 anos. 
OBS.: Rim e pâncreas não é normal 
palpar. 
Região inguinal: 
Avaliar: linfonodomegalias, hérnias e 
pulsos femorais. 
A hérnia em meninas pode ser que saia o 
ovário. Mas em geral, o que sai é a alça 
intestinal. 
SISTEMA GENITO – UR INÁRIO 
Meninos: 
Aspecto e tamanho de pênis e bolsa 
escrotal. 
Exposição da glande  fimose 
Localização do orifício uretral (normal, 
epispádia, hipospádia) 
Palpação de testículos  criptorquidia 
(tópicos, retráteis), presença de 
tumorações (hérnias) ou líquidos 
(hidrocele) 
Pênis maior que a bolsa escrotal → pode 
ser que tenha hiperplasia adrenal 
congênita. 
Meninas: 
Pedir para a criança ficar em posição de 
rã com a ajuda da mãe. 
Inspeção da vulva 
Presença de pilificação ou tumoração e 
hérnias. 
Presença de: 
- Secreções (vulvovaginites)  origem 
gonocócica, fúngica, bacteriana, 
oxiuríase (pela irritação direta e 
prurido), corpo estranho 
- Sangue  traumatismo local, corpo 
estranho, puberdade precoce, neoplasias 
etc 
Sinéquia de pequenos lábios, hímen 
imperfurado (criptoquirreia) 
Prurido → DM, moniliasee, parasitose 
Leucorréia  seroso ou mucoso 
(fisiológico), purulento, amarelo 
esverdeado, fétido (vulvovaginites) ou 
leitosa (candidíase). 
Dor 
Irritação vulvar 
 
Hérnia inguinal 
Permeabilidade do processo vaginal 
(processo peritoniovaginal) com conteúdo 
intrabdominal (alças e/ou ovário) 
realizando uma protrusão dentro deste. 
É mais comum em meninos (4:1 a 10:1). Em 
1-2% dos RNs a termo, sendo mais comum 
no PMT. Lado dir (60%); esq (25%) ou 
bilateral (15%) 
QC: massa inguinal ou escrotal, firme, 
hipersensível, evidente, acentuada pelo 
choro ou manobra de Valsalva. 
Transiluminação (hérnia (-) / hidrocele 
(+)  persistência do conduto 
peritoniovaginal com passagem do líquido 
peritoneal) 
Complicações: Irredutibilidade  Hérnia 
encarcerada  estrangulada  dor, choro 
contínuo, vômitos, edema, eritema, 
hematoquezia, febre e evidência de 
obstrução intestinal. 
Diagnóstico é feito pelo ultrassom em 
casos de dúvida quanto a presença de 
torção. 
Torção testicular 
Torção do cordão espermático, resultando 
em perfusão diminuída e isquemia dos 
testículos. 
QC: edema, dor, dor abdominal inferior, 
náuseas e vômitos e testículos 
vermelhos, edemaciados, doloridos, 
elevação dos testículos, hidrocele. 
Diagnóstico: Ultrassom com doppler (para 
avaliar fluxo arterial) 
CD: correção cirúrgica se for realizada 
até 8 horas após o início da 
sintomatologia, leva a 90% de 
recuperação. Se passar dessa hora, perde 
o testículo. 
EXAME DE REGIÃO ANAL 
 
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10 Esther Andrade | Turma 85 | Saúde da criança e do adolescente I 
Avaliar: 
 Imperfuração anal 
 Pregueamento de esfíncter 
 Presença de: malformações, fissuras, 
outras lesões 
 Presença de sangramentos e secreções 
 Prurido anal 
 Prolapso retal 
APARELHO OSTEOARTICULAR 
Avaliar: 
 Na parte superior do membro: músculo 
esternocleidomastóideo, clavículas, 
gradil costal, coluna vertebral e 
articulações. 
 Realizar a manobra de triagem para 
displasia do quadril 
 Região sacrococcígea  fosseta 
(dimple sacrococcígeo), seio 
pilonidal, tumorações. 
Dor do crescimento 
- Dor recorrente nos membros ou dor 
benigna noturna dos membros na infância. 
- Dor intermitente, com aparecimento 
noturno (final da tarde ou início da 
noite), acordam chorando. 
- 1x semana ao longo de 01 ano, 5% dor 
diariamente, 45% semanalmente e 35% 
mensalmente.- Comum na fase pré-escolar (3 a 12 
anos, com pico por volta dos 8 anos): 5 
a 15 a 40% da população infantil; sem 
diferença entre meninos e meninas 
- Dia com muitas atividades físicas que 
impedem a musculatura de relaxar 
(fadiga), estresse por causa de brigas, 
frio, associação com hipermobilidade, 
pés planos, geno valgo e escoliose. 
- Dor sem sinais flogisticos, sem 
claudicação nem outros sinais e ou 
sintomas, bom estado geral; curto 
período de duração (regride 
espontaneamente) 
- Dor difusa, membro inferior 
(panturrilhas), fossa poplítea, nas 
coxas e virilha (80% de bilateralidade), 
pode simultaneamente acometer braços e 
causar cefaléia. 
- Melhora com massagens, bolsa de água 
morna, tranquilizar a criança, 
exercícios de alongamento (fisioterapia) 
e natação. 
ATENÇÃO!!! 
 Lembrar que a dor de crescimento é um 
diagnóstico de exclusão! 
 Investigar quando os sinais de alarme 
forem: 
- Dor unilateral 
- Períodos manhã e tarde 
- Dor mais localizada com claudicação 
- Duração mais prolongada interferido 
nas atividades diárias 
- Associada a sinais flogísticos e 
com sintomas sistêmicos.

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