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ATIVIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA – APS1
DISCIPLINA: Evolução do Pensamento Administrativo
Turma: 141
ALUNA: Aurileide Melo Dias
MATRÍCULA: 2019101360
Rio de janeiro, Rj - 28/09/2022
ETAPA I - Estudo de Caso 
Leitura e Análise 
O estudo de caso é uma técnica de simulação. Procurar simular uma realidade na qual o aluno pode aplicar seus conhecimentos “na prática”. Pode ser aplicada individualmente (técnica de resolução de problemas e de tomada de decisão pessoal) ou em grupo (requer de cada aluno a exata compreensão do problema e, mais do que isso, o conhecimento necessário e a argumentação suficiente para convencimento dos demais colegas de que sua ideia é a melhor). 
É um aprendizado que lhe será útil na vida profissional, pois desenvolverá habilidades humanas que lhe permitirão uma proveitosa bagagem para conviver com os problemas e com os colegas de sua empresa no futuro.
Parte-se do princípio de que existe sempre mais de uma solução adequada para qualquer problema em Administração de empresas. Cada um pode perceber diferentes configurações do problema, a partir de diferentes valores e objetivos, privilegiar determinados aspectos envolvidos no problema, visualizar diferentes consequências futuras de suas decisões, e assim por diante.
Não há limites de linhas para que o aluno exponha seu ponto de vista. É preciso ter coerência em suas ideias e relacioná-las com a corrente de pensamento administrativo em questão.
Fonte: CHAVENATO. Idalberto. Introdução à teoria geral de administração: uma visão abrangente na moderna administração da organização. 7 ed.rev e atual. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.
PROPOSTA: Junto a sua equipe análise cada caso apresentado abaixo e exponham as suas ideias segundo a Técnica do Estudo de Caso, respondendo as respectivas perguntas.  
CASO 1 - A Castor Comércio e Indústria
A nova diretora presidente da Castor Comércio e Indústria, Isabela Menezes, pretende revitalizar a empresa fundada há 50 anos pelo seu pai, um empreendedor bem-sucedido. A Castor se dedica à produção e comercialização de cimento. O desejo de Isabela é tornar a empresa mais competitiva em um mercado caracterizado pelo conservantismo e pela mesmice. A Castor – como todas as empresas concorrentes – é uma empresa tipicamente tradicional que pouco mudou nas últimas décadas. É uma empresa típica da Era Industrial. Uma pergunta paira na cabeça de Isabela: quais são as opções para o futuro da Castor?
Isabela Menezes sabe que a área industrial predomina na empresa: a produção determina todos os objetivos principais da empresa. O diretor industrial toma as principais decisões, e todas as demais áreas – marketing, administração geral, recursos humanos, finanças – seguem atrás. Em resumo, o volume de produção determina as necessidades de vendas e os custos de produção determinam o preço do produto no mercado. Como você poderia ajudar Isabela? Isabela convocou a diretoria para tratar da nova estrutura organizacional da empresa. Sua ideia era definir um novo organograma que incluísse todas as áreas da empresa em igualdade de condições. O que você sugeriria a Isabela?
RESPOSTA: 
Sugeriria a Isabela que mesclasse alguns princípios da teoria clássica com princípios da administração moderna. Por exemplo, manteria o princípio da equidade e do espírito de equipe, presentes na Teoria Clássica de Fayol. Manteria o princípio da unidade de comando, mas aboliria a rigidez da organização linear pois, no mundo das organizações modernas, onde há cada vez mais a descentralização da hierarquia e maior integração entre áreas e colaboradores, não se pode ficar preso a um modelo de gestão que fique estagnada e ponha em risco a sobrevivência da organização.
Como a Isabela já tinha em mente definir um novo organograma, recomendaria ela e a Castor Comércio e Industria que adotasse a estrutura linha-staff pois combinaria as vantagens da estrutura linear e funcional, mantendo características tradicionais alinhadas a uma gestão moderna.
Outro ponto de mudança seria a questão de o volume de produção definir as vendas, e os custos definir os preços do mercado. Para continuar competitiva, a Castor precisar viabilizar (leia-se experimentar) outros mercados dentro da sua área de atuação. Ela pode apostar em material de construções sustentáveis que tenha custos mais baratos, por exemplo. Deve também envolver as outras áreas de atuação da empresa além da comercial, como o marketing.
CASO 2 - A Tecno Componentes
Estevão Marques recebeu uma incrível notícia da diretoria da Tecno Componentes: sua promoção ao cargo de Gerente de Produção. A empresa se dedica à produção de materiais elétricos e está perdendo mercado devido aos seus elevados custos industriais e à consequente perda de competitividade. Como Estevão poderia planejar seu trabalho?
O primeiro passo de Estevão Marques como Gerente de Produção foi analisar os tempos e movimentos das principais operações da fábrica. Queria definir tempos-padrão para poder planejar o trabalho: qual o tempo médio de produção de cada produto e, consequentemente, saber quantos produtos poderia fabricar por hora, por dia, por semana, por mês. Isso lhe proporcionaria uma ideia mais precisa do custo da mão de obra por produto. Como você poderia ajudar Estevão?
RESPOSTA: Para uma melhor tomada de decisão e acompanhamento diário dos fluxos de produtividade, recomendaria a Estevão que ele implemente o controle gráfico da produção, desenvolvido por Henry Gantt. 
O segundo passo de Estevão Marques foi aprimorar os métodos de trabalho. Conhecendo os movimentos utilizados pelos operários, tornou-se possível racionalizá-los, eliminando movimentos inúteis e aprimorando movimentos úteis. Estevão queria reduzir em 20% o tempo de produção graças à melhoria de métodos de trabalho. Como você poderia ajudar Estevão?
RESPOSTA: A primeira sugestão seria para que Estevão tivesse cuidado para não deixar os operários fadigados pois, a superespecialização do trabalho pode deixar as tarefas repetitivas e monótonas, fazendo com que os operários fiquem desmotivados e a produção caia. 
O terceiro passo de Estevão Marques como Gerente de Produção foi implantar sistemas de incentivo salarial através de um plano de prêmios de produção para quem ultrapassasse o tempo padrão. Como você poderia ajudar Estevão?
RESPOSTA: Recomendaria e ele que além de incentivo salarial, ele crie outras recompensas como dia de folga e outros incentivos não monetários pois não se pode desconsiderar o lado humano e social dos operários. Estes são também motivados por reconhecimentos sociais, uma vez que nenhuma empresa é um ambiente fechado e aspectos psicológicos e comportamentais não podem ser desconsiderados.

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