Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

"Não estou eu aqui, que 
sou sua mãe?"
 Nossa Senhora de Guadalupe
 
APRESENTAÇÃO
PENSAR CATEQUESE
"Pensar, Viver e fazer 
Acontecer a Catequese."
 Amado(a) Catequista, paz e bem! Queremos por meio deste
subsídio levar o conhecimento sobre a importância do mês mariano
para nós cristãos e principalmente, nós Catequistas que somos,
muitas vezes, “o rosto da comunidade”.
 Por isso, nossa equipe: Aisiane Cedraz Morais, Camila Prado
Matos, Juliane Vitória Mesquita Farias, Adriana Balero Gomes,
Fernanda Damásio Stano, Jessica Karinny Rodrigues Almeida e
Jeciandro Pessoa, unidos num só coração, desenvolvemos este
material para você. 
 Que Deus te abençoe e Nossa Senhora rogue a Deus por sua
vocação e missão. 
Com ternura – Pensar Catequese
 O mês Mariano nem sempre foi dedicado a Maria, como conhecemos hoje. Em séculos
passados era referido a tradições pagãs. Apenas a partir do Século XII “entrou em vigor a
tradição de Tricesimum ou a devoção de trinta dias à Maria”. Porém, tal devoção não acontecia
no mês de maio. Mas sim, nos dias “15 de agosto a 14 de setembro e ainda são comemoradas
em alguns lugares”. 
 Desta forma, podemos dizer que o mês dedicado a Maria começou na idade média (período
barroco). Neste período foi pensado em um mês dedicado a Mãe de Deus com exercícios
espirituais marianos. Daí por diante foi estabelecido que o mês de maio seria dedicado a Maria. 
"O período forte
desta tradição foi no
século XIX. Esta
devoção dura até
hoje. Em várias
Igreja pelo mundo o
mês de maio é vivido
com profundidade a
devoção mariana. "
 – Por que o mês de maio é dedicado a Maria?
 O período forte desta tradição foi no século XIX. Esta devoção dura até hoje. Em
várias Igrejas pelo mundo o mês de maio é vivido com profundidade a devoção
mariana. 
 No mês de maio os fieis são convidados a imitar as virtudes de Nossa Senhora, Ela
como serva fiel aos planos de Deus. Além disso, com a chegada do final do mês, as
Paróquias seguem a tradição da coroação de Nossa Senhora.
 Este período é propício para inserir os catequizandos e as famílias nas missas. É tempo
onde em alguns lugares as crianças se vestem a caráter dos vários títulos de Nossa Senhora,
outros se vestem de anjos para coroá-la.
Cada Catequista é chamado(a) a
educar na fé seguindo os exemplos
de Maria. Assumir para si o exemplo
da Mãe de Deus é sempre ser
guiado(a) segundo a vontade do Pai.
Ela nos ensina a “fazer tudo que Ele
vos disser” (cf Jo 2,5). Qual é a
vontade de Deus para você
Catequista, que assumiu essa missão
tão linda? Como você tem buscado
viver essa vocação?
 Cada Catequista é chamado(a) a educar na fé seguindo
os exemplos de Maria. Assumir para si o exemplo da Mãe
de Deus é sempre ser guiado(a) segundo a vontade do
Pai. Ela nos ensina a “fazer tudo que Ele vos disser” (cf Jo
2,5). Qual é a vontade de Deus para você Catequista, que
assumiu essa missão tão linda? Como você tem buscado
viver essa vocação?
 Seguindo o modelo de Nossa Senhora, temos como
ponto culminante a anunciação do Anjo e Ela como serva
obediente nos ensina – “faça-se em mim segundo a Tua
vontade” (cf Lc 1,26-38). Aqui notamos a humildade de
Maria em sempre seguir a vontade do seu Deus e não
seus próprios interesses. Essa humildade vem muito antes
da concepção do Filho de Deus com nos fala a Carta
Encíclica Redemptoris Mater Do Sumo Pontífice João Paulo
II, Sobre a Bem-Aventurada Virgem Maria na Vida Da Igreja
que está a Caminho:
A MAGAZINE IS A
PERIODICAL
PUBLICATION,
WHICH CAN
EITHER BE
PRINTED OR
PUBLISHED
ELECTRONICALLY.
IT IS ISSUED
REGULARLY,
USUALLY EVERY
WEEK OR EVERY
MONTH, AND IT
CONTAINS A
VARIETY OF
CONTENT.
"
"
 O nascimento de Maria, tem sido constante da parte da
Igreja a consciência de que Maria apareceu antes de
Cristo no horizonte da história da salvação. É um fato
que, ao aproximar-se definitivamente a «plenitude dos
tempos», isto é, o advento salvífico do Emanuel, Aquela
que desde a eternidade estava destinada a ser sua Mãe já
existia sobre a terra. Esta sua «precedência», em relação à
vinda de Cristo, tem anualmente os seus reflexos na
liturgia do Advento. Por conseguinte, se os anos que nos
vão aproximando do final do Segundo Milénio depois de
Cristo e do início do Terceiro forem cotejados com aquela
antiga expectativa histórica do Salvador, torna-se
perfeitamente compreensível que neste período
desejemos voltar-nos de modo especial para Aquela que,
na «noite» da expectativa do Advento, começou a
resplandecer como uma verdadeira «estrela da manhã»
(Stella matutina). Com efeito, assim como esta estrela,
conjuntamente à «aurora», precede o nascer do sol, assim
também Maria, desde a sua Conceição imaculada,
precedeu a vinda do Salvador, o nascer do «sol da justiça»
na história do género humano. (Redemptoris Mater N. 3)
 Maria foi querida e preparada por Deus deste seu nascimento. Deus quis que seu filho
fizesse morada no ventre de Alguém pura e sem mancha. Maria antecede a vinda do seu
filho, vive na obediência, na simplicidade e na intimidade com Deus. 
 Outro ponto que queremos destacar, é a importância da intercessão de Maria na vida
dos seus filhos e filhas. Sobre esta questão, também nos fala a Carta Encíclica Redemptoris
Mater Do Sumo Pontífice João Paulo II, Sobre a Bem-Aventurada Virgem Maria na Vida Da
Igreja que está a Caminho:
 Catequista, não tenha medo de recorrer a intercessão de Nossa Senhora, Ela como mãe
conhece os desejos mais profundos de seus filhos. Como Ela mesma um dia disse ao índio
chamado Juan Diego: “Que não se perturbe o seu rosto, nem seu coração. Não temas esta
doença nem nenhuma outra, não fiques aflito, não estou eu aqui, que sou sua mãe? Você não
está debaixo da minha sombra e sob o meu cuidado? Não sou eu a fonte da sua alegria?”
"a solicitude de
Maria pelos homens,
o seu ir ao encontro
deles, na vasta
gama das suas
carências e
necessidades."
Que entendimento profundo terá havido entre Jesus e a
sua Mãe? Como se poderá explorar o mistério da sua
íntima união espiritual? De qualquer modo, o facto é
eloquente. Naquele evento é bem certo que já se delineia
bastante claramente a nova dimensão, o sentido novo da
maternidade de Maria. Esta tem um significado que não
está encerrado exclusivamente nas palavras de Jesus e
nos diversos episódios referidos pelos Sinópticos (Lc 11,
27-28 e Lc 8, 19-21; Mt 12, 46-50; Mc 3, 31-35). Nestes
textos Jesus tem o intuito, sobretudo, de contrapor a
maternidade que resulta do próprio fato do nascimento,
àquilo que esta «maternidade» (assim como a
«fraternidade») deve ser na dimensão do Reino de Deus,
na irradiação salvífica da paternidade do mesmo Deus.
No texto de São João, ao contrário, a partir da descrição
dos fatos de Caná, esboça-se aquilo em que se manifesta
concretamente esta maternidade nova, segundo o
espírito e não somente segundo a carne, ou seja, a
solicitude de Maria pelos homens, o seu ir ao encontro
deles, na vasta gama das suas carências e necessidades.
Em Caná da Galileia torna-se patente só um aspecto
concreto da indigência humana, pequeno aparentemente
e de pouca importância (»Não têm mais vinho»). Mas é
algo que tem um valor simbólico: aquele ir ao encontro
das necessidades do homem significa, ao mesmo tempo,
introduzi-las no âmbito da missão messiânica e do poder
salvífico de Cristo. Dá-se, portanto, uma mediação: Maria
põe-se de permeio entre o seu Filho e os homens na
realidade das suas privações, das suas indigências e dos
seus sofrimentos. Põe-se de «permeio», isto é, faz de
mediadora, não como uma estranha, mas na sua posição
de mãe, consciente de que como tal pode ― ou antes,
«tem o direito de» ― fazer presente ao Filho as
necessidades dos homens. A sua mediação, portanto, tem
um carácter de intercessão: Maria «intercede» pelos
homens. E não é tudo: como Mãe deseja também que se
manifeste o poder messiânico do Filho, ou seja, o seu
poder salvífico que se destina a socorrer as desventuras
humanas, a libertar o homem do mal que, sob diversas
formas e em diversas proporções, faz sentiro peso na sua
vida. Precisamente como o profeta Isaías tinha predito
acerca do Messias, no famoso texto a que Jesus se refere
na presença dos seus conterrâneos de Nazaré: «Para
anunciar aos pobres a boa-nova me enviou, para
proclamar aos prisioneiros a libertação e aos cegos a vista
...» (cf. Lc 4, 18) (Redemptoris Mater N. 21). 
 Não pensemos que para Maria tudo estava claro desde o início. Não. Ela vivia sua
entrega a Deus na fé. Só depois da ressurreição de Jesus, ela viu com clareza o
mistério em que estava envolvida. A vocação de Maria é um dom de resposta ao
Senhor. Toda sua vida se expressa nesta frase: “Eis a serva do Senhor. Faça-se em
mim segundo a sua Vontade”.
 Maria é aquela que meditava e guardava a Palavra de Deus no coração e a vivia
(Lc 11,27-28; Lc 8,19-21). Aos poucos ela vai entendendo a difícil missão de seu
Filho (Lc 2,33-40). Como mulher de fé, guarda tudo e medita em seu coração (Lc
2,19.51). A influência de uma mãe é inegável no homem. Toda a grandeza de Jesus é
também um reflexo da grandeza daquela que o formou. 
 Ser fiel é fazer-se discípulo de Jesus. É o que acontece com Maria na vida pública
do Filho. Ela o acompanha, convertendo-se a Ele. É um verdadeiro itinerário de fé de
Maria acompanhando a vida do Filho. A vida para Maria foi um desafio: ela devia
renovar, cada dia, seu compromisso com Deus. Estava sujeita, como nós, a desviar da
rota. Maria foi constantemente provocada pelas palavras e atitudes de Jesus, que
eram tão diferentes das pessoas do seu tempo. À medida que Jesus diz ou faz algo
novo, Maria se sente chamada a dar mais um passo na fé. 
 Talvez o mais duro desafio que Maria enfrentou em confronto com Jesus, foi a
posição de liberdade que ele tomou em relação à família. Certamente não deve ter
sido fácil para ela renunciar aos privilégios de mãe, perder o controle sobre Jesus,
não tê-lo dentro de casa. Jesus não pertence mais à sua família. Sua atitude é como
uma espada cortante. Contudo, Maria aceita o desafio e corrige sua rota. Entra
humildemente no grupo dos seguidores, dos aprendizes de Jesus. Aquela que educou
Jesus na infância e juventude, agora está lá para aprender. Não tem lugar de
destaque. Despojou-se de seu poder de mãe para se tornar discípula de Jesus. 
 Em Caná ela toma a iniciativa e se converte em colaboradora: “Fazei tudo o que
ele vos disser” (Jo 2,5). Essas palavras têm uma grande força simbólica: a perfeita
discípula e seguidora de Jesus se torna mestra e guia dos cristãos! É como se hoje
Maria continuasse a dizer aos cristãos: “vale a pena buscar a vontade de Jesus, ouvir
suas palavras e tomar atitudes concretas!”
 Na cruz ela acompanha o filho no momento mais dramático de sua missão. Maria
está junto de Jesus não apenas como mãe sofrida e desesperada; ela representa,
também, o pequeno grupo que perseverou, que não fugiu no momento da
perseguição e da crucificação de Jesus. É a corajosa seguidora de Jesus, que
permanece no seu amor (Jo 15,4.10). Junto com ela ficam algumas mulheres. O gesto
de “permanecer de pé” significa persistência, constância e adesão. Em meio aos
discípulos nós vamos encontrar Maria após a ressurreição (At 1,14). 
- Maria é nosso modelo:
 Junto com Maria e as mulheres só fica um homem: o “discípulo amado”. Na
Tradição cristã, se diz que ele é o jovem apóstolo e evangelista João. O discípulo
amado testemunha o que Jesus fez e disse (cf. Jo 19,35;21,24). Ele também
representa a comunidade cristã, o imenso grupo dos que seguem os passos de Jesus,
e se tornam seus servidores e amigos. Caná e Cruz não aconteceram somente uma
vez. Estão se realizando ainda. Nós somos hoje os discípulos amados de Jesus. O Pai
nos dá o mesmo amor com o qual amou a Jesus (Jo 17,26). E nos presenteia Maria,
mãe-educadora, para nos ajudar a viver nossa vocação cristã! 
 Maria, Mãe, desperta o coração do filho adormecido em cada ser humano. Leva-
nos a desenvolver a vida do batismo pela qual nos tornamos filhos. Ao mesmo tempo,
esse carisma materno faz crescer em nós a fraternidade e, assim, Maria faz com que a
Igreja se sinta uma família. (fonte: www.catequesehoje.org.br)
O Pai nos dá o mesmo
amor com o qual amou a
Jesus (Jo 17,26). E nos
presenteia Maria, mãe-
educadora, para nos ajudar
a viver nossa vocação
cristã! 
http://www.catequesehoje.org.br/
 Saiba por que a Virgem Maria é venerada com vários nomes ou títulos por todo o
mundo.
 A devoção a Santíssima Virgem Maria se manifesta na Igreja Católica sob os mais
diversos títulos ou nomes. É praticamente incontável o número de títulos atribuídos a
Maria Santíssima. Apesar de que os modernistas têm a tendência de minimizar a
importância de nossa Mãe e de igualá-la aos outros santos, a devoção popular a
Maria, sob os seus mais diversos títulos, mantém-se de forma extraordinária,
especialmente nos vários movimentos marianos que a divina Providência suscita no
seio da Santa Igreja Católica!
 Em cada país, em cada comunidade, em cada lar católico, a Virgem Maria é
invocada das mais diversas formas, com diferentes nomes, conforme a fé e a devoção
populares. Em muitos países, houve aparições de Nossa Senhora e, a partir destas,
surgiram muitos outros títulos marianos. Além desses, há também os títulos que
derivam dos dogmas relativos a Virgem Maria, que exprimem a fé mariana da Igreja
Católica.
Os nomes de Maria com origem na devoção popular:
 A grande maioria dos títulos atribuídos a Nossa Senhora tem sua origem na
devoção popular. Na maioria das vezes, a devoção surge a partir de uma imagem, de
uma pintura ou escultura, da Virgem Maria. Esta tradição da veneração de ícones
sagrados de Maria remonta a era apostólica. Alguns ícones da Santíssima Virgem são
até mesmo atribuídos ao evangelista São Lucas, que é considerado o “pintor” de
Nossa Senhora. Dentre esses ícones, alguns são muito conhecidos, como “Nossa
Senhora do Perpétuo Socorro”, a “Theotokos de Vladimir”; e “Nossa Senhora de
Czenstochowa”. Cada uma dessas imagens ressalta uma particularidade da Santíssima
Virgem, que nos ajuda a conhecer melhor a sua presença materna na Igreja e em
nossas próprias vidas.
 Para mostrar como geralmente nasce a devoção popular a Maria, citamos um caso
mais recente: a devoção a “Nossa Senhora Desatadora dos Nós”. Esta devoção surgiu
por volta do ano 1700, na pequena cidade de Augsburgo, que fica no estado da
Baviera, na Alemanha. Um artista – que permanece desconhecido até nossos dias –
pintou uma imagem da Virgem de Nazaré, inspirado na memorável frase de Santo
Irineu de Lyon: “o nó da desobediência de Eva foi desatado pela obediência de Maria;
e aquilo que a virgem Eva atou, com a sua incredulidade, desatou-o a Virgem Maria
com a sua fé”.
– Por que vários títulos marianos, já que Maria é a mesma?
 Esta pintura foi então exposta para veneração pública na pequena igreja de St.
Peter am Perlach, em Augsburgo, onde permanece até hoje. Nesta Igreja, originou-se
a devoção a Nossa Senhora Desatadora dos Nós, que ficou conhecida primeiramente
na Alemanha, depois em toda a Europa e, por fim, se espalhou pelo mundo todo, por
causa de devoção popular.
Os nomes de Maria relativos às suas aparições
 Há vários títulos que nasceram de aparições e ou de manifestações da Santíssima
Virgem. Alguns desses nomes são muito conhecidos, outros menos, mas todos
expressam a fé e a devoção dos fiéis a Nossa Senhora, que se manifestou a eles de
modo particular. Como exemplo[...], é significativo recordar dois títulos muito caros à
devoção popular: Nossa Senhora de Fátima e Nossa Senhora Aparecida.
 Em 1917, aconteceram as aparições de Nossa Senhora em Fátima, Portugal, aos
três pastorinhos, Lúcia, Francisco e Jacinta. Estamos no ano jubilar dos 100 anos
dessas aparições. Nelas, a Virgem Maria apresentou-se sob o título de Senhora do
Rosário, de Senhora do Carmo e de Imaculado Coração. A partir dessas aparições,
espalhou-se pelo mundo inteiro a devoção a Nossa Senhora do Rosário de Fátima, e
fortaleceram-se as devoções a Nossa Senhora do Carmoe ao Imaculado Coração de
Maria.
 Em 1717, humildes pescadores encontraram em suas redes uma pequena imagem
de Nossa Senhora da Conceição, primeiro o corpo, depois a cabeça. Então, seguiu-se
a conhecida pesca milagrosa, de belos e grandes peixes, depois de horas a fio sem
nada pegar. Simples pescadores perceberam no encontro da imagem e na pesca
milagrosa uma ação da Providência divina. A partir daí, passaram a venerar a pequena
imagem de Nossa Senhora. A devoção dos pescadores se espalhou rapidamente,
principalmente por causa dos muitos milagres que se seguiram, e cada vez mais
pessoas passavam a visitar aquela pequena imagem, chamada carinhosamente de
Nossa Senhora Aparecida.
Os títulos referentes aos dogmas marianos
 Os títulos da Virgem Maria que tem sua origem nos dogmas marianos são bem
menos numerosos. São apenas quatro. No entanto, não são menos importantes. Ao
contrário, são importantíssimos para a fé da Igreja Católica. Pois, estes dogmas foram
proclamados justamente para firmar as bases da nossa fé mariana.
http://www.a12.com/formacao/detalhes/1717-tres-pescadores-uma-rede-e-um-milagre
 O primeiro dos dogmas marianos é o da maternidade divina,
proclamado pelo III Concílio Ecumênico, realizado em Éfeso, em
431. Nesse Concílio, a Virgem Maria é proclamada solenemente
Mãe de Deus. Naquele tempo, no qual muitos hereges
negavam a divindade de nosso Senhor Jesus Cristo, era
necessário que a Igreja confirmasse a doutrina de que a Virgem
Maria é verdadeiramente Mãe do Verbo de Deus encarnado, e
não apenas da humanidade de Cristo.
 O segundo dogma mariano proclamado pela Igreja Católica
é o da Virgindade Perpétua de Maria, que afirma a sua
virgindade antes, durante e depois do parto. Essa doutrina –
que já era dogma de fé católica desde 553, quando foi
proclamado no II Concílio de Constantinopla[2] – foi reafirmada
solenemente no Concílio de Trento, no ano de 1555. Todavia,
esses ensinamentos já faziam parte da doutrina dos Padres da
Igreja, como São Justino, o Mártir e Orígenes.
 O terceiro dogma mariano é o da Imaculada Conceição, que
define como fé da Igreja Católica a concepção da Virgem Maria
sem a mancha do pecado original. O dogma da Imaculada
Conceição foi definido pelo Beato Papa Pio IX, através da Bula
Ineffabilis Deus, no dia 8 de Dezembro de 1854.
 
 Portanto, vimos que os vários títulos ou nomes da Santíssima Virgem Maria têm as mais
variadas origens. Os títulos podem ter sua origem na devoção popular, nas aparições e
manifestações de Nossa Senhora ou nos dogmas marianos. No entanto, todos esses títulos,
todos esses nomes, têm em comum o fato de que dizem respeito a uma pessoa, que é a
Santíssima Virgem Maria, a Mãe de nosso Senhor Jesus Cristo.
 
Finalmente, o quarto é o dogma
da Assunção de Maria aos
Céus. Este dogma significa que
devemos crer com fé católica
que Nossa Senhora, ao fim de
sua vida terrena, foi assumida,
de corpo e alma, à glória do
Reino dos Céus. Esse dogma foi
proclamado solenemente pelo
Papa Pio XII, através da
Constituição Apostólica
Munificentissimus Deus, no dia
1º de Novembro de 1950.
http://academico.arautos.org/2010/08/o-terceiro-concilio-ecumenico-em-efeso-e-o-titulo-mae-de-deus/
https://blog.cancaonova.com/tododemaria/por-que-maria-tem-varios-titulos-ou-nomes/#_ftn2
http://www.capela.org.br/Magisterio/Pio%20IX/ineffabilis8dez.htm
http://w2.vatican.va/content/pius-xii/pt/apost_constitutions/documents/hf_p-xii_apc_19501101_munificentissimus-deus.html
 Desde os primórdios da Igreja Católica, a devoção a Nossa Senhora, sob os seus
diversos títulos, ajuda-nos a perseverar na fé católica e a combater as heresias.
Entretanto, mais do que outrora, devemos invocar a Virgem Maria, sob seus mais
diversos nomes, para que a nossa fé não desfaleça. Sobre essa importância da
devoção a Nossa Senhora em nossos dias, o então Cardeal Joseph Ratzinger já dizia:
“Hoje, neste confuso período, em que todo tipo de desvio herético parece se
amontoar às portas da fé católica, compreendo que não se trata de exageros de
almas devotas, mas de uma verdade hoje mais forte do que nunca”. (
blog.cancaonova.com) 
Este conteúdo foi produzido graças a ajuda de:
- Aisiane Cedraz Morais -Paroquia Santo Antonio 
(Capuchinhos)-Feira de Santana-BA;
- Camila Prado Matos
Paróquia de Senhora Sant'Ana
Tucano - Bahia;
- Juliane Vitória Mesquita Farias.
Paróquia Nossa Senhora da Glória. 
Manaus, Am;
- Adriana Balero Gomes
Paróquia Santo Antônio, São Caetano do Sul, SP;
- Fernanda Damásio Stano 
Paróquia nossa senhora da natividade 
Comunidade Nossa Senhora Aparecida 
Cocal do Sul, Santa Catarina;
- Jessica Karinny Rodrigues Almeida
Capela São Francisco de Assis, 
Paróquia Nossa Senhora do Belo Ramo, 
Paulínia/SP, arquidiocese de Campinas/SP;
- Jeciandro Pessoa, Paróquia Nossa Senhora da Conceição,
Diocese de Nova Iguaçu/RJ (Pensar Catequese).
@pensarcatequese Pensar Catequese Pensar Catequese
SIGA NOSSAS REDES SOCIAIS PARA TER ACESSO A MAIS FORMAÇÕES E MATERIAIS.
Fontes de pesquisas:
 – Por que o mês de maio é dedicado a Maria?
https://www.acidigital.com/noticias/por-que-maio-e-o-mes-de-maria-22493
– Importância de Nossa Senhora em nossas vidas.
https://www.a12.com/redacaoa12/liturgia/nossa-senhora-de-guadalupe-nao-estou-
eu-aqui-que-sou-sua-mae
https://www.catequesehoje.org.br/raizes/catequista/397-maria-na-vida-do-
catequista
– Por que vários títulos marianos, já que Maria é a mesma?
https://blog.cancaonova.com/tododemaria/por-que-maria-tem-varios-titulos-ou-
nomes/
https://www.acidigital.com/noticias/por-que-maio-e-o-mes-de-maria-22493
https://www.a12.com/redacaoa12/liturgia/nossa-senhora-de-guadalupe-nao-estou-eu-aqui-que-sou-sua-mae
https://www.catequesehoje.org.br/raizes/catequista/397-maria-na-vida-do-catequista
https://blog.cancaonova.com/tododemaria/por-que-maria-tem-varios-titulos-ou-nomes/

Mais conteúdos dessa disciplina