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"Não estou eu aqui, que sou sua mãe?" Nossa Senhora de Guadalupe APRESENTAÇÃO PENSAR CATEQUESE "Pensar, Viver e fazer Acontecer a Catequese." Amado(a) Catequista, paz e bem! Queremos por meio deste subsídio levar o conhecimento sobre a importância do mês mariano para nós cristãos e principalmente, nós Catequistas que somos, muitas vezes, “o rosto da comunidade”. Por isso, nossa equipe: Aisiane Cedraz Morais, Camila Prado Matos, Juliane Vitória Mesquita Farias, Adriana Balero Gomes, Fernanda Damásio Stano, Jessica Karinny Rodrigues Almeida e Jeciandro Pessoa, unidos num só coração, desenvolvemos este material para você. Que Deus te abençoe e Nossa Senhora rogue a Deus por sua vocação e missão. Com ternura – Pensar Catequese O mês Mariano nem sempre foi dedicado a Maria, como conhecemos hoje. Em séculos passados era referido a tradições pagãs. Apenas a partir do Século XII “entrou em vigor a tradição de Tricesimum ou a devoção de trinta dias à Maria”. Porém, tal devoção não acontecia no mês de maio. Mas sim, nos dias “15 de agosto a 14 de setembro e ainda são comemoradas em alguns lugares”. Desta forma, podemos dizer que o mês dedicado a Maria começou na idade média (período barroco). Neste período foi pensado em um mês dedicado a Mãe de Deus com exercícios espirituais marianos. Daí por diante foi estabelecido que o mês de maio seria dedicado a Maria. "O período forte desta tradição foi no século XIX. Esta devoção dura até hoje. Em várias Igreja pelo mundo o mês de maio é vivido com profundidade a devoção mariana. " – Por que o mês de maio é dedicado a Maria? O período forte desta tradição foi no século XIX. Esta devoção dura até hoje. Em várias Igrejas pelo mundo o mês de maio é vivido com profundidade a devoção mariana. No mês de maio os fieis são convidados a imitar as virtudes de Nossa Senhora, Ela como serva fiel aos planos de Deus. Além disso, com a chegada do final do mês, as Paróquias seguem a tradição da coroação de Nossa Senhora. Este período é propício para inserir os catequizandos e as famílias nas missas. É tempo onde em alguns lugares as crianças se vestem a caráter dos vários títulos de Nossa Senhora, outros se vestem de anjos para coroá-la. Cada Catequista é chamado(a) a educar na fé seguindo os exemplos de Maria. Assumir para si o exemplo da Mãe de Deus é sempre ser guiado(a) segundo a vontade do Pai. Ela nos ensina a “fazer tudo que Ele vos disser” (cf Jo 2,5). Qual é a vontade de Deus para você Catequista, que assumiu essa missão tão linda? Como você tem buscado viver essa vocação? Cada Catequista é chamado(a) a educar na fé seguindo os exemplos de Maria. Assumir para si o exemplo da Mãe de Deus é sempre ser guiado(a) segundo a vontade do Pai. Ela nos ensina a “fazer tudo que Ele vos disser” (cf Jo 2,5). Qual é a vontade de Deus para você Catequista, que assumiu essa missão tão linda? Como você tem buscado viver essa vocação? Seguindo o modelo de Nossa Senhora, temos como ponto culminante a anunciação do Anjo e Ela como serva obediente nos ensina – “faça-se em mim segundo a Tua vontade” (cf Lc 1,26-38). Aqui notamos a humildade de Maria em sempre seguir a vontade do seu Deus e não seus próprios interesses. Essa humildade vem muito antes da concepção do Filho de Deus com nos fala a Carta Encíclica Redemptoris Mater Do Sumo Pontífice João Paulo II, Sobre a Bem-Aventurada Virgem Maria na Vida Da Igreja que está a Caminho: A MAGAZINE IS A PERIODICAL PUBLICATION, WHICH CAN EITHER BE PRINTED OR PUBLISHED ELECTRONICALLY. IT IS ISSUED REGULARLY, USUALLY EVERY WEEK OR EVERY MONTH, AND IT CONTAINS A VARIETY OF CONTENT. " " O nascimento de Maria, tem sido constante da parte da Igreja a consciência de que Maria apareceu antes de Cristo no horizonte da história da salvação. É um fato que, ao aproximar-se definitivamente a «plenitude dos tempos», isto é, o advento salvífico do Emanuel, Aquela que desde a eternidade estava destinada a ser sua Mãe já existia sobre a terra. Esta sua «precedência», em relação à vinda de Cristo, tem anualmente os seus reflexos na liturgia do Advento. Por conseguinte, se os anos que nos vão aproximando do final do Segundo Milénio depois de Cristo e do início do Terceiro forem cotejados com aquela antiga expectativa histórica do Salvador, torna-se perfeitamente compreensível que neste período desejemos voltar-nos de modo especial para Aquela que, na «noite» da expectativa do Advento, começou a resplandecer como uma verdadeira «estrela da manhã» (Stella matutina). Com efeito, assim como esta estrela, conjuntamente à «aurora», precede o nascer do sol, assim também Maria, desde a sua Conceição imaculada, precedeu a vinda do Salvador, o nascer do «sol da justiça» na história do género humano. (Redemptoris Mater N. 3) Maria foi querida e preparada por Deus deste seu nascimento. Deus quis que seu filho fizesse morada no ventre de Alguém pura e sem mancha. Maria antecede a vinda do seu filho, vive na obediência, na simplicidade e na intimidade com Deus. Outro ponto que queremos destacar, é a importância da intercessão de Maria na vida dos seus filhos e filhas. Sobre esta questão, também nos fala a Carta Encíclica Redemptoris Mater Do Sumo Pontífice João Paulo II, Sobre a Bem-Aventurada Virgem Maria na Vida Da Igreja que está a Caminho: Catequista, não tenha medo de recorrer a intercessão de Nossa Senhora, Ela como mãe conhece os desejos mais profundos de seus filhos. Como Ela mesma um dia disse ao índio chamado Juan Diego: “Que não se perturbe o seu rosto, nem seu coração. Não temas esta doença nem nenhuma outra, não fiques aflito, não estou eu aqui, que sou sua mãe? Você não está debaixo da minha sombra e sob o meu cuidado? Não sou eu a fonte da sua alegria?” "a solicitude de Maria pelos homens, o seu ir ao encontro deles, na vasta gama das suas carências e necessidades." Que entendimento profundo terá havido entre Jesus e a sua Mãe? Como se poderá explorar o mistério da sua íntima união espiritual? De qualquer modo, o facto é eloquente. Naquele evento é bem certo que já se delineia bastante claramente a nova dimensão, o sentido novo da maternidade de Maria. Esta tem um significado que não está encerrado exclusivamente nas palavras de Jesus e nos diversos episódios referidos pelos Sinópticos (Lc 11, 27-28 e Lc 8, 19-21; Mt 12, 46-50; Mc 3, 31-35). Nestes textos Jesus tem o intuito, sobretudo, de contrapor a maternidade que resulta do próprio fato do nascimento, àquilo que esta «maternidade» (assim como a «fraternidade») deve ser na dimensão do Reino de Deus, na irradiação salvífica da paternidade do mesmo Deus. No texto de São João, ao contrário, a partir da descrição dos fatos de Caná, esboça-se aquilo em que se manifesta concretamente esta maternidade nova, segundo o espírito e não somente segundo a carne, ou seja, a solicitude de Maria pelos homens, o seu ir ao encontro deles, na vasta gama das suas carências e necessidades. Em Caná da Galileia torna-se patente só um aspecto concreto da indigência humana, pequeno aparentemente e de pouca importância (»Não têm mais vinho»). Mas é algo que tem um valor simbólico: aquele ir ao encontro das necessidades do homem significa, ao mesmo tempo, introduzi-las no âmbito da missão messiânica e do poder salvífico de Cristo. Dá-se, portanto, uma mediação: Maria põe-se de permeio entre o seu Filho e os homens na realidade das suas privações, das suas indigências e dos seus sofrimentos. Põe-se de «permeio», isto é, faz de mediadora, não como uma estranha, mas na sua posição de mãe, consciente de que como tal pode ― ou antes, «tem o direito de» ― fazer presente ao Filho as necessidades dos homens. A sua mediação, portanto, tem um carácter de intercessão: Maria «intercede» pelos homens. E não é tudo: como Mãe deseja também que se manifeste o poder messiânico do Filho, ou seja, o seu poder salvífico que se destina a socorrer as desventuras humanas, a libertar o homem do mal que, sob diversas formas e em diversas proporções, faz sentiro peso na sua vida. Precisamente como o profeta Isaías tinha predito acerca do Messias, no famoso texto a que Jesus se refere na presença dos seus conterrâneos de Nazaré: «Para anunciar aos pobres a boa-nova me enviou, para proclamar aos prisioneiros a libertação e aos cegos a vista ...» (cf. Lc 4, 18) (Redemptoris Mater N. 21). Não pensemos que para Maria tudo estava claro desde o início. Não. Ela vivia sua entrega a Deus na fé. Só depois da ressurreição de Jesus, ela viu com clareza o mistério em que estava envolvida. A vocação de Maria é um dom de resposta ao Senhor. Toda sua vida se expressa nesta frase: “Eis a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a sua Vontade”. Maria é aquela que meditava e guardava a Palavra de Deus no coração e a vivia (Lc 11,27-28; Lc 8,19-21). Aos poucos ela vai entendendo a difícil missão de seu Filho (Lc 2,33-40). Como mulher de fé, guarda tudo e medita em seu coração (Lc 2,19.51). A influência de uma mãe é inegável no homem. Toda a grandeza de Jesus é também um reflexo da grandeza daquela que o formou. Ser fiel é fazer-se discípulo de Jesus. É o que acontece com Maria na vida pública do Filho. Ela o acompanha, convertendo-se a Ele. É um verdadeiro itinerário de fé de Maria acompanhando a vida do Filho. A vida para Maria foi um desafio: ela devia renovar, cada dia, seu compromisso com Deus. Estava sujeita, como nós, a desviar da rota. Maria foi constantemente provocada pelas palavras e atitudes de Jesus, que eram tão diferentes das pessoas do seu tempo. À medida que Jesus diz ou faz algo novo, Maria se sente chamada a dar mais um passo na fé. Talvez o mais duro desafio que Maria enfrentou em confronto com Jesus, foi a posição de liberdade que ele tomou em relação à família. Certamente não deve ter sido fácil para ela renunciar aos privilégios de mãe, perder o controle sobre Jesus, não tê-lo dentro de casa. Jesus não pertence mais à sua família. Sua atitude é como uma espada cortante. Contudo, Maria aceita o desafio e corrige sua rota. Entra humildemente no grupo dos seguidores, dos aprendizes de Jesus. Aquela que educou Jesus na infância e juventude, agora está lá para aprender. Não tem lugar de destaque. Despojou-se de seu poder de mãe para se tornar discípula de Jesus. Em Caná ela toma a iniciativa e se converte em colaboradora: “Fazei tudo o que ele vos disser” (Jo 2,5). Essas palavras têm uma grande força simbólica: a perfeita discípula e seguidora de Jesus se torna mestra e guia dos cristãos! É como se hoje Maria continuasse a dizer aos cristãos: “vale a pena buscar a vontade de Jesus, ouvir suas palavras e tomar atitudes concretas!” Na cruz ela acompanha o filho no momento mais dramático de sua missão. Maria está junto de Jesus não apenas como mãe sofrida e desesperada; ela representa, também, o pequeno grupo que perseverou, que não fugiu no momento da perseguição e da crucificação de Jesus. É a corajosa seguidora de Jesus, que permanece no seu amor (Jo 15,4.10). Junto com ela ficam algumas mulheres. O gesto de “permanecer de pé” significa persistência, constância e adesão. Em meio aos discípulos nós vamos encontrar Maria após a ressurreição (At 1,14). - Maria é nosso modelo: Junto com Maria e as mulheres só fica um homem: o “discípulo amado”. Na Tradição cristã, se diz que ele é o jovem apóstolo e evangelista João. O discípulo amado testemunha o que Jesus fez e disse (cf. Jo 19,35;21,24). Ele também representa a comunidade cristã, o imenso grupo dos que seguem os passos de Jesus, e se tornam seus servidores e amigos. Caná e Cruz não aconteceram somente uma vez. Estão se realizando ainda. Nós somos hoje os discípulos amados de Jesus. O Pai nos dá o mesmo amor com o qual amou a Jesus (Jo 17,26). E nos presenteia Maria, mãe-educadora, para nos ajudar a viver nossa vocação cristã! Maria, Mãe, desperta o coração do filho adormecido em cada ser humano. Leva- nos a desenvolver a vida do batismo pela qual nos tornamos filhos. Ao mesmo tempo, esse carisma materno faz crescer em nós a fraternidade e, assim, Maria faz com que a Igreja se sinta uma família. (fonte: www.catequesehoje.org.br) O Pai nos dá o mesmo amor com o qual amou a Jesus (Jo 17,26). E nos presenteia Maria, mãe- educadora, para nos ajudar a viver nossa vocação cristã! http://www.catequesehoje.org.br/ Saiba por que a Virgem Maria é venerada com vários nomes ou títulos por todo o mundo. A devoção a Santíssima Virgem Maria se manifesta na Igreja Católica sob os mais diversos títulos ou nomes. É praticamente incontável o número de títulos atribuídos a Maria Santíssima. Apesar de que os modernistas têm a tendência de minimizar a importância de nossa Mãe e de igualá-la aos outros santos, a devoção popular a Maria, sob os seus mais diversos títulos, mantém-se de forma extraordinária, especialmente nos vários movimentos marianos que a divina Providência suscita no seio da Santa Igreja Católica! Em cada país, em cada comunidade, em cada lar católico, a Virgem Maria é invocada das mais diversas formas, com diferentes nomes, conforme a fé e a devoção populares. Em muitos países, houve aparições de Nossa Senhora e, a partir destas, surgiram muitos outros títulos marianos. Além desses, há também os títulos que derivam dos dogmas relativos a Virgem Maria, que exprimem a fé mariana da Igreja Católica. Os nomes de Maria com origem na devoção popular: A grande maioria dos títulos atribuídos a Nossa Senhora tem sua origem na devoção popular. Na maioria das vezes, a devoção surge a partir de uma imagem, de uma pintura ou escultura, da Virgem Maria. Esta tradição da veneração de ícones sagrados de Maria remonta a era apostólica. Alguns ícones da Santíssima Virgem são até mesmo atribuídos ao evangelista São Lucas, que é considerado o “pintor” de Nossa Senhora. Dentre esses ícones, alguns são muito conhecidos, como “Nossa Senhora do Perpétuo Socorro”, a “Theotokos de Vladimir”; e “Nossa Senhora de Czenstochowa”. Cada uma dessas imagens ressalta uma particularidade da Santíssima Virgem, que nos ajuda a conhecer melhor a sua presença materna na Igreja e em nossas próprias vidas. Para mostrar como geralmente nasce a devoção popular a Maria, citamos um caso mais recente: a devoção a “Nossa Senhora Desatadora dos Nós”. Esta devoção surgiu por volta do ano 1700, na pequena cidade de Augsburgo, que fica no estado da Baviera, na Alemanha. Um artista – que permanece desconhecido até nossos dias – pintou uma imagem da Virgem de Nazaré, inspirado na memorável frase de Santo Irineu de Lyon: “o nó da desobediência de Eva foi desatado pela obediência de Maria; e aquilo que a virgem Eva atou, com a sua incredulidade, desatou-o a Virgem Maria com a sua fé”. – Por que vários títulos marianos, já que Maria é a mesma? Esta pintura foi então exposta para veneração pública na pequena igreja de St. Peter am Perlach, em Augsburgo, onde permanece até hoje. Nesta Igreja, originou-se a devoção a Nossa Senhora Desatadora dos Nós, que ficou conhecida primeiramente na Alemanha, depois em toda a Europa e, por fim, se espalhou pelo mundo todo, por causa de devoção popular. Os nomes de Maria relativos às suas aparições Há vários títulos que nasceram de aparições e ou de manifestações da Santíssima Virgem. Alguns desses nomes são muito conhecidos, outros menos, mas todos expressam a fé e a devoção dos fiéis a Nossa Senhora, que se manifestou a eles de modo particular. Como exemplo[...], é significativo recordar dois títulos muito caros à devoção popular: Nossa Senhora de Fátima e Nossa Senhora Aparecida. Em 1917, aconteceram as aparições de Nossa Senhora em Fátima, Portugal, aos três pastorinhos, Lúcia, Francisco e Jacinta. Estamos no ano jubilar dos 100 anos dessas aparições. Nelas, a Virgem Maria apresentou-se sob o título de Senhora do Rosário, de Senhora do Carmo e de Imaculado Coração. A partir dessas aparições, espalhou-se pelo mundo inteiro a devoção a Nossa Senhora do Rosário de Fátima, e fortaleceram-se as devoções a Nossa Senhora do Carmoe ao Imaculado Coração de Maria. Em 1717, humildes pescadores encontraram em suas redes uma pequena imagem de Nossa Senhora da Conceição, primeiro o corpo, depois a cabeça. Então, seguiu-se a conhecida pesca milagrosa, de belos e grandes peixes, depois de horas a fio sem nada pegar. Simples pescadores perceberam no encontro da imagem e na pesca milagrosa uma ação da Providência divina. A partir daí, passaram a venerar a pequena imagem de Nossa Senhora. A devoção dos pescadores se espalhou rapidamente, principalmente por causa dos muitos milagres que se seguiram, e cada vez mais pessoas passavam a visitar aquela pequena imagem, chamada carinhosamente de Nossa Senhora Aparecida. Os títulos referentes aos dogmas marianos Os títulos da Virgem Maria que tem sua origem nos dogmas marianos são bem menos numerosos. São apenas quatro. No entanto, não são menos importantes. Ao contrário, são importantíssimos para a fé da Igreja Católica. Pois, estes dogmas foram proclamados justamente para firmar as bases da nossa fé mariana. http://www.a12.com/formacao/detalhes/1717-tres-pescadores-uma-rede-e-um-milagre O primeiro dos dogmas marianos é o da maternidade divina, proclamado pelo III Concílio Ecumênico, realizado em Éfeso, em 431. Nesse Concílio, a Virgem Maria é proclamada solenemente Mãe de Deus. Naquele tempo, no qual muitos hereges negavam a divindade de nosso Senhor Jesus Cristo, era necessário que a Igreja confirmasse a doutrina de que a Virgem Maria é verdadeiramente Mãe do Verbo de Deus encarnado, e não apenas da humanidade de Cristo. O segundo dogma mariano proclamado pela Igreja Católica é o da Virgindade Perpétua de Maria, que afirma a sua virgindade antes, durante e depois do parto. Essa doutrina – que já era dogma de fé católica desde 553, quando foi proclamado no II Concílio de Constantinopla[2] – foi reafirmada solenemente no Concílio de Trento, no ano de 1555. Todavia, esses ensinamentos já faziam parte da doutrina dos Padres da Igreja, como São Justino, o Mártir e Orígenes. O terceiro dogma mariano é o da Imaculada Conceição, que define como fé da Igreja Católica a concepção da Virgem Maria sem a mancha do pecado original. O dogma da Imaculada Conceição foi definido pelo Beato Papa Pio IX, através da Bula Ineffabilis Deus, no dia 8 de Dezembro de 1854. Portanto, vimos que os vários títulos ou nomes da Santíssima Virgem Maria têm as mais variadas origens. Os títulos podem ter sua origem na devoção popular, nas aparições e manifestações de Nossa Senhora ou nos dogmas marianos. No entanto, todos esses títulos, todos esses nomes, têm em comum o fato de que dizem respeito a uma pessoa, que é a Santíssima Virgem Maria, a Mãe de nosso Senhor Jesus Cristo. Finalmente, o quarto é o dogma da Assunção de Maria aos Céus. Este dogma significa que devemos crer com fé católica que Nossa Senhora, ao fim de sua vida terrena, foi assumida, de corpo e alma, à glória do Reino dos Céus. Esse dogma foi proclamado solenemente pelo Papa Pio XII, através da Constituição Apostólica Munificentissimus Deus, no dia 1º de Novembro de 1950. http://academico.arautos.org/2010/08/o-terceiro-concilio-ecumenico-em-efeso-e-o-titulo-mae-de-deus/ https://blog.cancaonova.com/tododemaria/por-que-maria-tem-varios-titulos-ou-nomes/#_ftn2 http://www.capela.org.br/Magisterio/Pio%20IX/ineffabilis8dez.htm http://w2.vatican.va/content/pius-xii/pt/apost_constitutions/documents/hf_p-xii_apc_19501101_munificentissimus-deus.html Desde os primórdios da Igreja Católica, a devoção a Nossa Senhora, sob os seus diversos títulos, ajuda-nos a perseverar na fé católica e a combater as heresias. Entretanto, mais do que outrora, devemos invocar a Virgem Maria, sob seus mais diversos nomes, para que a nossa fé não desfaleça. Sobre essa importância da devoção a Nossa Senhora em nossos dias, o então Cardeal Joseph Ratzinger já dizia: “Hoje, neste confuso período, em que todo tipo de desvio herético parece se amontoar às portas da fé católica, compreendo que não se trata de exageros de almas devotas, mas de uma verdade hoje mais forte do que nunca”. ( blog.cancaonova.com) Este conteúdo foi produzido graças a ajuda de: - Aisiane Cedraz Morais -Paroquia Santo Antonio (Capuchinhos)-Feira de Santana-BA; - Camila Prado Matos Paróquia de Senhora Sant'Ana Tucano - Bahia; - Juliane Vitória Mesquita Farias. Paróquia Nossa Senhora da Glória. Manaus, Am; - Adriana Balero Gomes Paróquia Santo Antônio, São Caetano do Sul, SP; - Fernanda Damásio Stano Paróquia nossa senhora da natividade Comunidade Nossa Senhora Aparecida Cocal do Sul, Santa Catarina; - Jessica Karinny Rodrigues Almeida Capela São Francisco de Assis, Paróquia Nossa Senhora do Belo Ramo, Paulínia/SP, arquidiocese de Campinas/SP; - Jeciandro Pessoa, Paróquia Nossa Senhora da Conceição, Diocese de Nova Iguaçu/RJ (Pensar Catequese). @pensarcatequese Pensar Catequese Pensar Catequese SIGA NOSSAS REDES SOCIAIS PARA TER ACESSO A MAIS FORMAÇÕES E MATERIAIS. Fontes de pesquisas: – Por que o mês de maio é dedicado a Maria? https://www.acidigital.com/noticias/por-que-maio-e-o-mes-de-maria-22493 – Importância de Nossa Senhora em nossas vidas. https://www.a12.com/redacaoa12/liturgia/nossa-senhora-de-guadalupe-nao-estou- eu-aqui-que-sou-sua-mae https://www.catequesehoje.org.br/raizes/catequista/397-maria-na-vida-do- catequista – Por que vários títulos marianos, já que Maria é a mesma? https://blog.cancaonova.com/tododemaria/por-que-maria-tem-varios-titulos-ou- nomes/ https://www.acidigital.com/noticias/por-que-maio-e-o-mes-de-maria-22493 https://www.a12.com/redacaoa12/liturgia/nossa-senhora-de-guadalupe-nao-estou-eu-aqui-que-sou-sua-mae https://www.catequesehoje.org.br/raizes/catequista/397-maria-na-vida-do-catequista https://blog.cancaonova.com/tododemaria/por-que-maria-tem-varios-titulos-ou-nomes/