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PROTEÍNA DE SOJA 
Alegação 
O consumo diário de no mínimo 25 g de proteína de soja pode ajudar a 
reduzir o colesterol. Seu consumo deve estar associado a uma alimentação 
equilibrada e hábitos de vida saudáveis. 
Requisitos específicos 
A quantidade de proteína de soja, contida na porção do produto pronto 
para consumo, deve ser declarada no rótulo, próximo à alegação 
 
No caso de produtos nas formas de cápsulas, tabletes, comprimidos e 
similares, deve-se declarar a quantidade de proteína de soja na recomendação 
diária do produto pronto para o consumo, conforme indicação do fabricante. 
 
“Os dizeres de rotulagem e o material publicitário dos produtos à 
base de soja não podem veicular qualquer alegação em função das 
isoflavonas, seja de conteúdo (“contém”) funcional, de saúde e 
terapêutica (prevenção, tratamento e cura de doenças)”. 
 
DIRETRIZES PARA UTILIZAÇÃO DA ALEGAÇÃO DE PROPRIEDADES 
FUNCIONAIS E OU DE SAÚDE 
 
- A alegação de propriedades funcionais e ou de saúde é permitida em 
caráter opcional. 
- O alimento ou ingrediente que alegar propriedades funcionais ou de saúde 
pode, além de funções nutricionais básicas, quando se tratar de nutriente, produzir 
efeitos metabólicos, fisiológicos ou benéficos à saúde, devendo ser seguro para 
consumo sem supervisão médica. 
- São permitidas alegações de função e ou conteúdo para nutrientes e não 
nutrientes, podendo ser aceitas àquelas que descrevem o papel fisiológico do nutriente 
ou não nutriente no crescimento, desenvolvimento e funções normais do organismo, 
mediante demonstração da eficácia. Para os nutrientes com funções plenamente 
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reconhecidas pela comunidade científica não será necessária a demonstração de 
eficácia ou análise da mesma para alegação funcional na rotulagem. 
- No caso de uma nova propriedade funcional, há necessidade de 
comprovação científica da alegação de propriedades funcionais ou de saúde e da 
segurança de uso, segundo as Diretrizes Básicas para Avaliação de Risco e Segurança 
dos Alimentos. 
- As alegações podem fazer referências à manutenção geral da saúde, ao 
papel fisiológico dos nutrientes e não nutrientes e à redução de risco a doenças. Não 
são permitidas alegações de saúde que façam referência à cura ou prevenção de 
doenças. 
 
RELATÓRIO TÉCNICO 
 
A avaliação da comprovação da alegação de propriedades funcionais e/ou de 
saúde (Resoluções ANVISA/MS 18/99 e ANVISA/MS 19/99), assim como para a 
avaliação do risco de segurança (Resolução ANVISA/MS 17/99) de determinado 
alimento ou ingrediente é realizada pela Comissão Técnico-Científica de 
Assessoramento em Alimentos Funcionais e Novos Alimentos (CTCAF). Os pedidos 
são avaliados caso a caso e é necessário que se envie para a ANVISA um Relatório 
Técnico contendo as seguintes informações e documentações: 
- Denominação do produto; 
 
- Consumo previsto ou recomendado pelo fabricante; 
 
- Finalidade, condições de uso e valor nutricional, quando for o caso; 
 
- Evidências científicas aplicáveis, conforme o caso, à comprovação da 
alegação de propriedade funcional e ou de saúde: 
• Composição química com caracterização molecular, quando for o caso, 
e/ou formulação do produto; 
• Ensaios bioquímicos; 
• Ensaios nutricionais, fisiológicos e/ou toxicológicos em animais de 
experimentação; 
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• Estudos epidemiológicos; 
• Ensaios clínicos; 
• Evidências abrangentes da literatura científica, organismos internacionais 
de saúde e legislação internacionalmente reconhecida sobre as propriedades e 
características do produto; 
• Comprovação de uso tradicional, observado na população, sem 
associação de danos à saúde. 
 
- Informações documentadas sobre aprovação de uso do alimento ou 
ingrediente em outros países, blocos econômicos, Codex Alimentarius e outros 
organismos internacionalmente reconhecidos. 
 
NUTRACÊUTICOS 
 
Assim como ocorre com o termo alimentos funcionais, existem várias definições 
para nutracêutico. Segundo Health Canada (1998), nutracêutico é um produto isolado 
ou purificado de alimentos, que é geralmente vendido sob a forma de medicamento e 
não é usualmente associado com alimento. Este órgão ressalta que o nutracêutico 
também deve apresentar comprovação científica de que produz um benefício fisiológico 
ou oferece proteção contra doenças crônicas. 
Outro autor define nutracêutico como suplementos dietéticos que fornecem, de 
forma concentrada, um agente presumidamente bioativo de alimento, presente na 
matriz não alimentar e usado para melhorar a saúde, em dosagens que excedem 
aquelas que podem ser obtidas de um alimento convencional. (HASLER, 1998). 
A legislação de alimentos brasileira não utiliza o termo nutracêutico, mas 
estabelece as diretrizes para o registro de substâncias bioativas e probióticos isolados 
com alegação de propriedade funcional ou de saúde na forma de cápsulas, 
comprimidos, dentre outras. (ANVISA/MS. Resolução RDC n° 2/2002). 
Resolução RDC no 2, de 7 de janeiro de 2002: Aprova o Regulamento Técnico 
de Substâncias Bioativas e Probióticos Isolados com Alegação de Propriedade 
Funcional ou de Saúde. 
A resolução acima tem como objetivo padronizar os procedimentos a serem 
adotados para a segurança e comercialização de substâncias bioativas e probióticos 
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isolados com alegação de propriedade funcional ou de saúde. Os produtos de que trata 
este regulamento são classificados em: carotenoides, fitoesteróis, flavonoides, 
fosfolipídeos, organossulfurados, polifenóis e probióticos. 
Nesta resolução excluem-se produtos como: 
 
- Chás; 
- Composto líquido pronto para consumo; 
- ALIMENTOS para praticantes de atividade física; 
- Produtos cuja finalidade de uso indique ação terapêutica ou 
medicamentosa; 
- Produtos com ação farmacológica preventiva ou curativa definidas, 
mesmo de origem natural; 
- Produtos que contenham substâncias farmacológicas estimulantes, 
hormônios e outras consideradas como dopping pelo Comitê Olímpico Internacional 
(COI); 
- Produtos fitoterápicos, bem como suas associações com nutrientes ou 
não nutrientes; 
- ALIMENTOS e ingredientes alimentares que contenham ou consistam em 
organismos geneticamente modificados - OGM; 
- ALIMENTOS e ingredientes alimentares produzidos a partir de 
organismos geneticamente modificados, mas que não o contenham; 
- Suplemento vitamínico e/ou de mineral; 
- ALIMENTOS para nutrição enteral; 
- Novos ALIMENTOS e/ou novos ingredientes; 
- Produtos com Padrão de Identidade e Qualidade ou Regulamento Técnico 
específico. 
Abaixo encontramos um resumo sobre os principais tópicos desta resolução, que 
inclui os chamados produtos nutracêuticos. 
 
DEFINIÇÕES: 
 
Nutriente: é a substância química encontrada em alimentos que proporcione 
energia, e/ou é necessária para o crescimento, desenvolvimento e manutenção da 
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saúde e da vida, cuja carência resulte em mudanças químicas ou fisiológicas 
características. 
Probiótico: microrganismos vivos capazes de melhorar o equilíbrio microbiano 
intestinal, produzindo efeitos benéficos à saúde do indivíduo. 
Substância Bioativa: além dos nutrientes, os não nutrientes que possuem ação 
metabólica ou fisiológica específica. 
 
FORMAS DE APRESENTAÇÃO DO PRODUTO: 
• O produto sujeito a esta norma deve ser apresentado nas formas, sólida, 
semissólida ou líquida, tais como: tabletes, comprimidos, drágeas, pós, cápsulas, 
granulados, pastilhas, soluções e suspensões. 
• O produto somente pode ser vendido em unidades pré-embaladas, não 
sendo permitida a venda fracionada. 
 
PRINCÍPIOS GERAIS DO PRODUTO: 
 
• A substância bioativa deve estar presente em fontes alimentares. Pode 
ser de origemnatural ou sintética, desde que comprovada à segurança para o consumo 
humano. 
• Deve ser seguro para o consumo humano, sem necessidade de 
orientação e ou acompanhamento médico, a não ser que seja dirigido a grupos 
populacionais específicos. 
• Não pode ter finalidade medicamentosa ou terapêutica, qualquer que seja 
a forma de apresentação ou o modo como é ministrado. 
 
ALEGAÇÕES PROPOSTAS PELO FABRICANTE: 
 
Deve atender: 
- Ao Regulamento Técnico que Estabelece as Diretrizes Básicas para 
Análise e Comprovação de Propriedades Funcionais e/ou de Saúde Alegadas em 
Rotulagem de ALIMENTOS. (ANVISA, Resolução no 18/99). 
- Ao Regulamento Técnico que Estabelece as Diretrizes Básicas para 
Avaliação de Risco e Segurança dos ALIMENTOS. (ANVISA, Resolução no 17/99). 
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ROTULAGEM: 
 
Conter alegação de propriedades funcional e/ou de saúde, em caráter 
obrigatório, devendo apresentar-se nos moldes e dizeres aprovados pela ANVISA. 
O modo de uso do produto (quantidade, frequência, condições especiais) e modo 
de preparo, quando for o caso. 
 
COMPOSIÇÃO E REQUISITOS DO PRODUTO PRONTO PARA O CONSUMO 
 
• É proibida a composição que necessite a preparação por infusão. 
• Vitaminas e/ou Minerais podem ser adicionados, desde que o consumo 
diário do produto indicado pelo fabricante não ultrapasse 100% da IDR e não prejudique 
a biodisponibilidade de qualquer dos componentes do produto. 
• Nenhuma substância nociva ou inadequada deve ser introduzida ou 
formada como consequência de processamento com o propósito de estabilização. 
 
ADITIVOS 
 
• É permitida a utilização dos aditivos, coadjuvantes de tecnologia e 
veículos nos mesmos limites previstos no Regulamento Técnico sobre o Uso dos 
Aditivos Alimentares, Coadjuvantes de Tecnologia e Veículos para Suplementos 
Vitamínicos e/ou Minerais. 
 
CONTAMINANTES 
 
• Resíduos de agrotóxicos: devem estar em consonância com os níveis 
toleráveis nas matérias-primas empregadas, estabelecidos pela legislação específica. 
• Contaminantes inorgânicos e orgânicos: devem obedecer aos limites 
estabelecidos pela legislação específica. 
 
QUADRO - CARACTERÍSTICAS DOS NUTRACÊUTICOS E DOS ALIMENTOS 
FUNCIONAIS 
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NUTRACÊUTICO ALIMENTO FUNCIONAL 
Produto isolado ou purificado de 
alimentos, vendidos na forma de: 
tabletes, comprimidos, drágeas, pós, 
cápsulas, granulados, pastilhas, 
soluções e suspensões 
Alimento convencional ou 
modificado 
Origem vegetal e animal Origem vegetal e animal 
Não pode ter finalidade 
medicamentosa ou terapêutica 
Não pode ter finalidade 
medicamentosa ou terapêutica 
Comprovação científica de propriedade 
funcional ou de saúde e segurança do 
consumo 
Comprovação científica de 
propriedade funcional ou de saúde 
e segurança do consumo 
Legislação brasileira: não define 
nutracêutico, mas estabelece diretrizes 
para o registro de substâncias bioativas 
ou probióticos com alegação de 
propriedade funcional ou de saúde. 
Legislação brasileira: não define 
AF, mas define propriedades 
funcionais ou de saúde de um 
alimento. 
 
CLASSIFICAÇÃO E NATUREZA QUÍMICA DOS COMPOSTOS BIOATIVOS 
NOS ALIMENTOS 
 
As substâncias bioativas em alimentos funcionais podem ser organizadas de 
diversas maneiras, dependendo do interesse específico. Uma delas é quanto a sua 
natureza química e molecular, que permite categorizá-los de acordo com seu grupo 
molecular, como mostra o esquema abaixo. (PIMENTEL et al., 2005). 
 
TABELA - ORGANIZAÇÃO DE SUBSTÂNCIAS BIOATIVAS QUANTO À 
NATUREZA QUÍMICA E MOLECULAR 
 
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Isoprenoides Compostos 
fenólicos 
Proteínas, 
Aminoácido se 
afins 
Carboidratos e 
Derivados 
Ácidos 
graxos e 
lipídeos 
Minerais Microbiótico 
Carotenoides Cumarinas Aminoácidos Ácido ascórbico PUFA 
Ômega- 3 
Ca Probiótico 
Saponinas Taninos Compostos Alil-S Oligossacarídeos MUFA Se Prebiótico 
Tocotrienos Lignina Isotiocianatos Polissacarídeos 
não amiláceos 
Esfingo 
- 
lipídeos 
K 
Tocoferóis Antocianina
s 
Folato Lecitina Cu 
Terpenos Isoflavonas Colina Zn 
simples 
 Flavonoides 
FONTE: PIMENTEL et al., 2005. 
 
PRINCIPAIS ALIMENTOS FUNCIONAIS, SUAS APLICAÇÕES E SEUS 
COMPOSTOS BIOATIVOS 
 
Os alimentos funcionais podem ser de origem tanto vegetal como animal. Os 
alimentos funcionais de origem vegetal podem ser sintetizados a partir do metabolismo 
primário ou secundário das plantas. 
METABOLISMO: Conjunto de reações químicas que ocorrem no interior das 
células, envolvendo síntese e degradação de nutrientes. 
METABOLISMO PRIMÁRIO: Conjunto de processos metabólicos que 
desempenham funções essenciais nos organismos vegetais e animais, tais como a 
respiração, transporte de solutos e fotossíntese (nos vegetais). Os compostos 
envolvidos no metabolismo primário possuem uma distribuição universal. Esse é o caso 
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dos aminoácidos, dos nucleotídeos, dos lipídios, carboidratos e da clorofila (nos 
vegetais). 
METABOLISMO SECUNDÁRIO: Ocorre apenas no reino vegetal. Conjunto de 
processos metabólitos que originam compostos que possuem uma distribuição restrita, 
pois não são essenciais a todas as plantas. Os compostos do metabolismo secundário 
podem exercer várias funções como: defesa da planta contra insetos, microrganismos, 
alteração climática, etc.; proteção da radiação ultravioleta; atração de polinizadores, 
dentre outras. Os compostos fenólicos, os terpenos e os alcaloides são exemplos de 
metabólitos secundários. 
 
TABELA - EXEMPLOS DE SUBSTÂNCIAS FUNCIONAIS PRESENTES EM 
ALIMENTOS DE ORIGEM VEGETAL E ANIMAL 
 
Substâncias Funções Fontes Alimentares 
 
 
FLAVONOIDES (metabolismo secundário de plantas) 
ANTOCIANIDINAS 
(cianidina, malvidina e 
delfinidina) 
Anti-inflamatórias 
Anticarcinogênicas 
Antioxidantes 
cereja, jambolão, uva, vinho, 
morango, amora, açaí, maçã, 
jabuticaba, jambolão, 
acerola, berinjela, repolho e 
cebola roxa, batata-doce 
FLAVANONAS (hesperidina 
e naringerina) 
↓ risco de doenças cardíacas 
(melhora do perfil lipídico) 
laranja, nectarina, tangerina, 
limão 
FLAVANAS (catequina, 
epicatequina e procianidina) 
↓ risco de doenças cardíacas 
(melhora do perfil lipídico) 
chás (verde, preto, branco) 
ISOFLAVONOIDES 
(daidzeína e genisteína) 
↓ risco de doenças: 
Cardiovasculares 
Câncer de mama 
Câncer de próstata 
Osteoporose 
soja, inhame 
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FLAVONÓIS (quercetina e 
rutina) 
↓ risco de doenças 
cardíacas (melhora do 
perfil lipídico) 
maçã, uva, morango, cebola, 
couve, brócolis, vinho tinto, 
chá-preto 
 
COMPOSTOS SULFORADOS 
 
Atividade antibactericida e anticancerígena vegetais crucíferos (brócolis, 
couve-flor, couve-de-bruxelas, couve, repolho, rabanete, alcaparra) 
 
ISOTIOCIANATO E INDÓIS 
(hidrólise do glucosinalato) 
 
 
 
PRINCIPAIS GRUPOS DE COMPOSTOS BIOATIVOS DOS ALIMENTOS 
 
COMPOSTOS FENÓLICOS 
 
Vários estudos epidemiológicos têm demonstrado a associação inversa entre o 
consumo de frutas e verduras e o risco de doenças, como as cardiovasculares. 
(BAZZANO et al., 2002). Estes alimentos, dentre outras substâncias, como minerais, 
vitaminas e fibras, contêm compostos fenólicos que podem atuar como antioxidantes. 
Esses compostos, que são considerados como não nutrientes, quando presentes em 
maiores quantidades em determinado alimento, podem ser enquadrados como 
funcional. (MANCINI-FILHO, 2008). 
Os compostos fenólicos são uma das maiores classes de metabólitos 
secundários de plantas. Quimicamente são definidos como substâncias que possuem 
um anel aromático, contendo um ou mais grupos hidroxilas. Nos alimentossão 
↓ dos níveis de 
colesterol e 
TG sanguíneos 
Alho e cebola 
 
 
 
(hidrólise da aliina) 
Atividade 
antibactericida e 
anti-hipertensiva, ALICI
NA 
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representados pelos ácidos fenólicos (o ácido clorogênico do café, os ácidos carnósico 
e rosmarínico no alecrim e em outras especiarias, etc.), cumarinas, flavonoides (as 
isoflavonas da soja, as catequinas do chá, as antocianinas do vinho tinto, etc.) e os 
taninos. (PIMENTEL et al., 2005; MIRANDA & MANCINI- FILHO, 1997). 
 
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