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Instrumental básico 
· Material para anestesia
· Sindesmótomo ou descolador
· Alavancas retas e anguladas
· Fórceps para exodontia 
· Curetas alvéolo {cureta cirúrgica)
· Bisturi e pinça cirúrgica 
· Cânula de aspiração 
· Seringa para irrigação com soro fisiológico 
· Gaze estéril Instrumental para sutura
Instrumental básico
· A técnica cirúrgica básica as seguintes fases;
· Anestesia local, regional, sindesmotomia descolamento das papilas; luxação do dente com uma alavanca reta; preensão do dente, luxação e expansão do alvéolo com alavancas 
· Verificação da integridade do dente extraído;
· Curetagem alveolar e revisão da cavidade 
· Eliminação dos tecidos moles em excesso;
· Irrigação do alvéolo com soro fisiológico estéril; 
· Verificação de eventuais comunicações bucossinusais
· sutura;
· Verificação da formação de um coágulo normal; posicionamento de uma gaze úmida com soro fisiológico estéril sobre a ferida.
Anestesia local Para a exodontia 
Anestesia local Para a exodontia de dentes da arcada superior utiliza-se a anestesia infiltrativa, realizada tanto na vertente vestibular quanto na palatina, Na arcada inferior, utilizam-se a anestesia infiltrativa tanto na vertente vestibular quanto na lingual para dentes anteriores (incisivos, caninos e primeiros pré-molares). Nas regiões posteriores (segundo pré-molar e molares), por outro lado, indica-se a anestesia troncular do nervo alveolar inferior, associada à anestesia dos nervos bucal e lingual. Em alguns casos, pode ser feita uma anestesia intraligamentar "de reforço’ 
Terceiro molar superior 
Terceiro molar superior Movimento de o terceiro molar superior apresenta com frequência, dimensões em relação ao primeiro e segundo molares, mas com grande variabilidade no que se refere anatomia radicular. Na maior parte dos casos, a raiz é individual ou, com mais precisão. as raízes estão fusionadas até o ápice. Mas não são raros os casos nos quais esse dente apresente três ou quatro raízes com comprimento e curvatura muito variáveis. A luxação pode ser, em muitos casos, finalizada com uma alavanca, reta ou angulada, de acordo com a acessibilidade da área; efetivamente, após ter soltado a papila, a alavanca deve ser colocada entre o segundo e o terceiro molar de modo que possa haver um movimento de luxação no sentido disto vestibular. Essa técnica está indicada especialmente nos casos de terceiros mo-lares superiores com raízes cônicas e comprimento limitado. O paciente nestes casos, deve estar posicionado a cabeça voltada em direção oposta à do cirurgião e a boca deve ficar entreaberta a fim de facilitar a localização exata do ponto de inserção da alavanca e reduzir a tração na comissura labial, No entanto, a luxação deve ser cuidadosa e gradual para evitar a fratura da tuberosidade maxilar, complicação pouco comum no caso de extrações de terceiros molares superiores, A luxação com fórceps prevê, por outro lado, movimentos alternados nos sentidos vestibular e palatino e deu: ser preferida no caso de raízes múltiplas e divergentes. Osso alveolar na da tuberosidade é, geralmente, muito expansível sua escassa mineralização e, com frequência, é possível extrair os terceiros molares superiores com anatomia radicular complexa sem ter que separar as raízes.
Referência
Táticas e Técnicas em Cirurgia Oral – 3° edição.
Matheo Chiapasco e colaboradores

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