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CENTRO UNIVERSITÁRIO INTERNACIONAL – UNINTER CURSO DE LICENCIATURA/SEGUNDA LIC/F. PEDAGÓGICA EM PEDAGOGIA ESTÁGIO SUPERVISIONADO HÍBRIDO: ENSINO FUNDAMENTAL A IMPORTÂNCIA DO ALFABETO NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO NOME RU: Relatório de Estágio Supervisionado Híbrido de Ensino, da disciplina de Estágio Supervisionado do Ensino Fundamental, apresentado ao curso de Licenciatura em Pedagogia do Centro Universitário Internacional UNINTER MARÍLIA/SP 2023 Sumário 1. INTRODUÇÃO.................................................................................................3 2. ENSAIO PEDAGÓGICO...........................................................................................4 2.1 O estágio curricular e a unidade concedente: um breve diagnóstico........5 2.2 Fundamentação Teórica.........................................................................................7 2.3. Material didático: criação e reflexão..................................................................8 2.4. Práxis e relatório de evidências........................................................................10 3. CONSIDERAÇÕES FINAIS..................................................................................14 REFERENCIAS..............................................................................................................15 INTRODUÇÃO O estágio supervisionado fora realizado na escola E.M.E.F. X localizada no município de Lupércio/SP pelo período de 17/10/2022 ao 11/11/2022. Durante a realização deste estágio supervisionado foi acompanhado as atividades cotidianas e organizacionais da turma do 1º ano do Ensino fundamental, podendo-se constatar a importância do alfabeto para o processo de alfabetização das crianças. O presente estágio possui contribuições para o desenvolvimento dos alunos e sua devida formação levando a uma ligação entre a prática e a teoria nas instituições de ensino. Há a exposição de uma reflexão sobre o aprendizado teórico constante no curso de licenciatura em pedagogia e o espaço escolar. É importante compreender a instituição de ensino como um todo de maneira a aplicar a pedagogia de maneira positiva de acordo com o ambiente escolar inserido visando o aprimoramento de conhecimentos e processo educacional mediante a necessidade local. A disciplina de estágio possibilita ao acadêmico uma visão extensa sobre as atividades e competências em sala de aula, levando a prática ao estudante para uma formação profissional com enfoque em situações reais existentes no ambiente escolar, contribuindo expressivamente com experiências evidentes para a futura atividade de pedagoga no desenvolvimento da educação. Neste relatório é exposto os acontecimentos em sala de aula mediante observações do estagiário, emprega meios pedagógicos utilizados pela escola e descrição sobre a experiência do estágio, apontando os pontos positivos e negativos que fora percebido em aula, assim como as atividades trabalhadas dentro desses períodos, com enfoque na utilização do alfabeto como inicialização da alfabetização. Nesse sentido, o alfabeto é essencial para que as crianças do 1º ano aprendam os símbolos gráficos, fonemas e sons do alfabeto, sendo uma ferramenta imprescindível para a inicialização no ambiente escolar permitindo que os alunos venham a reconhecer as letra e construções das palavras. A presente produção textual buscará compreender e explorar as atividades desenvolvidas pelo Ensino Fundamental garantindo uma reflexão sobre a prática pedagógica e os ensinamentos aprendidos no decorrer da licenciatura em pedagogia. ENSAIO PEDAGÓGICO Durante a elaboração do Ensaio Pedagógico foi abordado o tema sobre a “Importância do conhecimento do Alfabeto para o processo de Alfabetização” buscando o desenvolvimento integral da criança, sendo possível observar a evolução na alfabetização mediante o conhecimento e distinção das letras o que beneficia a evolução estudantil. É importante destacar que para aprender o alfabeto no 1º ano do ensino fundamental é essencial que as crianças aprendam as letras do alfabeto, bem como a distinção entre letras maiúsculas, minúsculas, vogais e consoantes, visando o início da escrita e da leitura a partir de combinações de sílabas simples e complexas. Aprender o alfabeto permite que as crianças entendam seus símbolos, significados, grafemas e fonemas ao longo do processo de aprendizagem, através do emprego de métodos sintéticos e analíticos com ênfase aos níveis de aprendizagem, pré-sílabas, sílabas, alfabeto e sílabas alfabéticas, sons, identificação de letras e relações entre letras. Nesse sentido, as letras do alfabeto são as principais bases na iniciação da fala, sendo essas o que permitem a conjunção de sons em nossa fala. É fundamental a inclusão do ensino do alfabeto como ponto inicial ao universo das palavras e letras. No ambiente escolar o uso da leitura e da escrita é indispensável para a formação dos estudantes, sendo essas consequências da compreensão e do estudo das letras do alfabeto. A alfabetização é o processo específico e indispensável de apropriação do sistema de escrita, a conquista dos princípios alfabético e ortográfico que possibilitem ao aluno ler e escrever com autonomia. Noutras palavras alfabetização diz respeito à compreensão e ao domínio do chamado “código” escrito, que se organiza em torno de relações entre a pauta sonora da fala e as letras (e ouras convenções) usadas para representá-la, a pauta, na escrita. (VAL, 2006, p. 19). Portanto, é através do Alfabeto que se surge a oportunidade de adquirir conhecimento sobre todas as áreas e aspectos inerentes a vida, contribuindo expressivamente para a evolução intelectual e desenvolvimento pessoal dos alunos. 2.1 O estágio curricular e a unidade concedente: um breve diagnóstico O presente estágio supervisionado híbrido fora realizado mediante observação participativa em sala de aula, atuação prática e pesquisas bibliográficas. Foi observado que há uma rotina que deve ser seguida pelos alunos do 1º ano do ensino fundamental, que adentram a sala de aula e se sentam em seus lugares, com imediata chamada para registro de presença pela professora. É possível analisar o perfil de cada aluno com a observação da sua participação na sala de aula, seu desenvolvimento, seus conhecimentos e conceitos. A partir disso é aberto a possibilidade ao professor analisar e aplicar seus conhecimentos de maneira especifica mediante a realidade de seus alunos, sendo observado através do estágio a forma com que o educador interage ativamente com as crianças com objetivo de incentivá-las ao estudo e a absolvição de todo o conteúdo ministrado em sala de aula através de métodos efetivos de ensino. A EMEF -X está localizada no centro do município de Lupércio contando com 192 (cento e noventa e duas) matrículas regulares e 14 (quatorze) professores regulares. A instituição pública conta com 06 (seis) salas de aula, um refeitório, um parque e uma quadra para desenvolvimento de atividades extra sala, os alunos são divididos em dois períodos, sendo o matutino e o vespertino e possuindo prédio compartilhado com o Ensino Estadual. O estágio realizado se deu pelo período da manhã que compreendeu o horário com início às 07h00min e término às 11h30min. A produção conceitual expõe a análise sobre o dia-a-dia em sala de aula do 1ª ano do ensino fundamental, buscando aprender a prática pedagógica em campo e aplicar os ensinamentos teóricos obtidos através da formação em pedagogia. Abaixo se encontra o mapa da localização exata da EMEF X – pelas coordenadas 22º24’47”S 49º 49’07’ W: Em cada sala há o total máximo de vinte e quatro lugares, sendo que a turma estagiada é composta por vinte e um alunos. Destaca-se que a frente dos alunos nas paredes e lousa há a composição de desenhos educativos, alfabetos ilustrativos com letras desenhadas e em tamanho vultuoso, bem como separação de sílabas, exposição de vogais, exemplos de letras maiúsculas e minúsculas, letras de bastão e decursivas, calendário e dias da semana. A escola ainda conta com mural geral onde é exposto os trabalhos realizados pelos alunos para todos, sendo uma grande forma de incentivo pelo estudo e busca do conhecimento. Durante o estágio foi percebido que a docente estava sempre à procura de maneiras lúdicas de aplicar a pedagogia e buscando meios técnicos e tecnológicos para o desenvolvimento de aulas promissoras, além do uso de criatividade para participação de todos os alunos dinamicamente. A instituição de ensino conta com uma boa estrutura física e pedagógica, possuindo como ponto negativo apenas o fato de possuir prédio compartilhado com a Educação Estadual, para tanto, conta com uma organização de horários para que os alunos da Educação Fundamental não se misturem com os alunos Estaduais, tornando assim, uma boa estrutura organizacional. 2.2 Fundamentação Teórica A fundamentação teórica do presente artigo visa apresentar os aspectos da alfabetização nos anos iniciais do ensino fundamental, bem como expor o entendimento de renomados autores sobre o tema. A Constituição Federal Brasileira (1988) garante o direito a educação pública e de qualidade a todos, possuindo como objetivo o pleno desenvolvimento da pessoa humana. Contudo o direito à educação possui fundamento na Lei 9.394/96 conhecida como Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional que regulamenta o sistema de ensino brasileiro e visa organizar as diretrizes da educação nacional, através da regulamentação de níveis de ensino, obrigatoriedades profissionais, organização da educação brasileira com fundamento nos princípios constitucionais. Destaca-se o artigo 2º da Lei 9.394/96 que leciona: “A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios deliberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. (BRASIL, 1996) Nesse contexto a educação é entendica como o meio pelo qual a pessoa busca o desenvolvimento como cidadão de bem, de maneira a se libertar das amarras criadas e alcancar níveis incalculáveis, ou seja, a maneira com que a pessoa humana atinja seu crescimento e reconhecimento pessoal. A instituição de ensino possui o dever de educar conforme os princípios democráticos, que levam a preparar pessoas de bem que entendem o seu papel diante a sociedade. É significativo destacar que o Ensino Fundamental foi durante tempos a única categoria de ensino para qual a maioria da população obteve acesso, sendo de grande relevância social sua qualidade. Contudo a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) publicou entendimento, no ano de 2017, sobre o sistema de ensino, de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional que explica: “Os currículos da Educação Infantil, do Ensino Fundamental e do Ensino Médio devem ter base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e em cada estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelascaracterísticas regionais e locais da sociedade, da cultura, da e conomia e dos educandos” Assim, o Ensino Fundamental é essencial para o desenvolvimento das crianças tanto no quesito acadêmico como no social e pessoal. É nese período que os alunos entendem os preceitos educacionais, conceitos da educação básica e aprendem a ler e escrever, ou seja, iniciam o processo de alfabetização permitindo a evolução pessoal. O ensino fundamental é considerado um direito de todo cidadão com objetivo a sua formação, assim, trata-se de nível de ensino indispensável. 2.3. Material didático: criação e reflexão O tema escolhido foi a “Importância do conhecimento do Alfabeto para o processo de Alfabetização”. Conhecer o alfabeto é considerado um ponto inicial para os alunos na educação fundamental, sendo o aprendizado das letras fundamental para a caracterização da alfabetização. No processo de alfabetização é que ocorrem os primeiros contatos com as letras e assimilação de formas, sendo esse o momento de ensiná-los a reproduzir as letras em papel, de maneira a aprender a grafia das vinte e seis letras componentes do alfabeto e memorização. O processo de memorização das letras é muito importante na alfabetização, visto que ao imaginar as palavras o aluno procura montá-las através da conjunção das letras. É o momento oportuno para o treinamento em aulas de caligrafias. É possível analisar que o ambiente escolar interfere diretamente no ensino dos alunos, sendo de grande importância a exposição das letras, sílabas, numerais, entre outros, para o contato dos alunos com os primeiros traços da escrita e da leitura. Nesse contexto é possível o desenvolvimento de um jogo educativo criado a partir do diálogo com os alunos e voltado a atratividade destes. O jogo consistirá em um jogo de cartas, o professor inicialmente montará as cartas contendo uma letra do alfabeto, um aluno retirará uma carta e deverá criar dicas para que os demais venham a descobrir qual é a letra escolhida por ele. Ou seja, o jogo será construigo a partir de materiais básicos como papeis e caneta, podendo o professor permitir com que os alunos produzam as cartas e desenhem as letras, já iniciando a metodologia de ensino. O Jogo de Cartas de Adivinhação poderá ser desenvolvimento em uma única aula e trabalhado no ínicio e fim de todos as próximas aulas levando a expectativa e criativa das crianças. Posteriormente as letras poderão ser substituídas por sílabas ou até mesmo separadas em vogais. A ferramento buscará auxiliar os alunos na comunicação, memorização, aprendizagem e socialização, resultando em práticas de pensamentos e respostas rápidas e desenvolvimento da reflexão, infantil, sobre o trabalho em conjunto. Ou seja é usar brincadeiras como metodos de ensino. Não sendo só, o próprio professor poderá projetar em sua sala com a utilização de datashow dicas sobre letras, síladas e ou palavas para a adivinhação dos alunos. No entanto, o docente deve compreender que incorporar tecnologias em suas aulas através de jogos é um meio de aproximação dos alunos, deve ser entendido como estratégia pedagógica, visto que: O brinquedo faz parte da vida da criança. Simboliza a relação pensamentoação e, sob esse ponto, constitui, provavelmente, a matriz de toda a atividade linguística, ao tornar possível o uso da fala, do pensamento e da imaginação (ALMEIDA, 1998, p. 37) Os jogos fortalecem o raciocício sendo ferramentas fundamentais na formação dos alunos do ensino fundamental, visto que se trata de metódo de ensino que contribuiu significamente para o reconhecimento da importancia do processo de alfabetização e uso adequado de metodologias práticas para aplicação da pedagogia. 2.4. Práxis e relatório de evidências O Estágio em Ensino Fundamental possibilitou uma visão técnica sobre a prática da pedagogia em sala de aula, podendo compreender a necessidade de uma desenvoltura do professor diante de determinadas situações do cotidiano, além de possibilitar compreender as possibilidades, as barreiras e as perspectivas de cada criança de acordo com seus atos em sala de aula de acordo ainda, com o ambiente em que se insere fora dos limites da instituição de ensino. Essa aproximação da realidade das escolas é de grande relevância para o estudo e posterior ensino da pedagogia, tendo em vista que possibilita conquistar experiencias para o futuro educador. O estágio possibilitou a compreensão da extensão do alfabeto na fase de alfabetização dos alunos do 1º ano do Ensino Fundamental, bem como foi possível detectar que o contexto social e educacional em que o aluno de insere interfere diretamente com seus rendimentos diante a educação, visto que o incentivo para a formação educacional pelo meio social gera resultados expressivamente positivos no aprendizado na leitura e da escrita. Destaca-se as metodologias de ensino utilizadas em sala deaula, visto que o uso de tecnologias, como a produção de vídeos, músicas e produção de imagem via datashow possui melhor aceitação e efetividade ante os alunos. Com objetivo de referenciar as tecnologias como meios de educação o renomado autor, Castro, no ano de 2001 já compreendia: As diferentes tecnologias tais como: notebooks, laptops, software educativo, internet, CDs, DVDs, rádio escola, são instrumentos que ajudam na aprendizagem com mais dinamismo, quando os professores programam, planejam, lançam estratégias no intuito de mediar o processo de ensino aprendizagem (CASTRO, p. 32, 2001). Para o autor (Castro, 2001), são diversas as alternativas que a tecnologia proporciona para o ambiente escolar e para os professores, o importante é que os educadores saibam utiliza-los como ferramenta de qualificação e eficacia da educação, promovendo aos alunos aproximação aos meios tecnológicos e atuação da sociaedade. Nesse contexto destaca o entendimento dos autores Haetieger, Milano e Sochascki (2009) É função dos professores filtrar, avaliar, sintetizar e contextualizar o que há disponível para, então, selecionar aquilo que é realmente relevante para que a transformação de informação em conhecimento possa ocorrer de forma efetiva (HAETIEGER;MILANO;SOCHASCKI, p. 23, 2009,). Foi observado que o professor busca aplicar os meios de ensino/ aprendizagem de maneira adaptável ao seu público alvo, ou seja, a sua determinada sala de aula e alunos em que ela é composta. Assim, é percebível que essa metologia é mutável de acordo com cada caso concreto, em razão da individualidade de cada turma. O estágio híbrido proporciona a capacidade de ligação entre a teoria e a prática, proporcionando a reflexão sobre possíveis métodos e ações para aplicação do ensino nas redes de educação. Contudo, na escola X, foi diagnosticado que ao longo dos anos as formas de ensino na sociedade foram mutáveis, desencadeando o uso sistematizado de técnicas diversas de alfabetização. As técnicas utilizadas seguiam o sistema analítico e sintético da educação, sendo a primeira compreendida como ensinar por meio de repetições de exercícios que visem o aperfeiçoamento e a habilidade da criança, no entando, o método síntétido compreende Valle (p.56, 2013) que “são aqueles em que a alfabetização parte das menores unidades de língua (letras, fonemas e sílabas) para as maiores (palavra e frase)”. Assim, a alfabetização é iniciada a partir da metodologia sintética que busca o reconhecimento das letras, levando a compreenssão do valor fonético das sílabas. Progressivamente é utilizado o sistema analítico Além do método sintético há também o analítico que conforme entenden Valle (p.56,2013) “inicia o processo de alfabetização por uma palavra, uma frase ou história (que apresenta uma palavra-chave, o que desencadeara o estudo das letras e dos sons que compõe as palavras escolhidas [...]”. Os métodos analíticos propõem que, por razões de tipo perceptivo e motivacional, seria adequado começar com unidades maiores, que “têm significado” (palavras, frases, histórias), e, pouco a pouco, levar os alunos a analisá-las, isto é, a “parti-las em pedaços menores” (MORAIS, 2012, p. 29). Por meio das técnicas de alfabetização os estudantes desenvolvem o conhecimento sobre sílabas, conjunções verbais, vogais, consoantes, junções aconsoantais para formulação de palavras e frases, desencadeados a partir do conhecimento do Alfabeto e compreensão de fonemas, grafemas e leitura. Portanto, é fundamental que os educandos conheçam e compreendam o alfabeto em seu processo de alfabetização, bem como os signos gráficos advindos dele, possuindo a capacidade de identificação de letras e composição de palavras, sendo crucial o entendimento da necessidade de utilização de letras maiúsculas e ou minúsculas como em casos de nomes. Uma proposta de atividade apresentada em sala de aula fora o da produção do alfabeto a partir de imagens ilustrativas, ou seja, o aluno deveria olhar a imagem e preencher o quadro com a primeira letra do nome do animal/objeto observado, conforme abaixo: ENSINANDO O ALFABETO COM DESENHOS MURAL DE EXPOSIÇÃO DE TRABALHOS Portanto, a utilização de atividades criativas no processo de alfabetização e letramento emprega grandes resultados, contudo, o professor ao propor atividades a serem realizadas em sala de aula de maneira criativa essa cria uma atratividade aos alunos. O educador deve oferecer formas didáticas diferenciadas, como atividades lúdicas para que a criança sinta desejo de pensar. Isso significa que ela pode não apresentar predisposição para gostar de uma disciplina e por isso não se interessa por ela. Daí a necessidade de programar atividades lúdicas na escola (SANTOS, 1999, p. 4). A relação do professor com os procedimentos de ensino aprendizagem atuais devem-se a colaboração da equipe pedagogica, a meios criativos e a ruptura de pensamentos retrógrados. Destaca-se o entendimento de Moraes: A educação precisa estar em consonância com essa nova visão do mundo, com a sociedade almejada no futuro, e, para tanto, é necessário criar ambientes educacionais que extrapolem as questões pedagógicas, que busquem o entendimento da condição humana [...] isso requer novos métodos de ensino, novos currículos, e novas práticas educacionais absolutamente diferentes das que estamos acostumados encontrar em nossas escolas. (MORAES, 1997, p. 112) É necessário que as metologias de ensino sejam determinadas considerando os aspectos inerentes a cada turma, tendo em vista que os resultados se dão de acordo com o perfil dos alunos que compõem cada sala. Nesse sentido, é inevitável que os professores reconheçam as individualidades de suas turmas, bem como de seus alunos, em razão da formulação de métodos a serem aplicados de maneira da despertar o desejo e a participação em sala de aula afim de promover resultados significativos para o desenvolvimento da educação. 3. CONSIDERAÇÕES FINAIS Através das pesquisas bibliográficas realizadas e do estágio supervisionado híbrido foi possível compreender os estágios de inicialização da alfabetização, compostos por desafios e métodos de ensino. Diante a observação participativa foi constatada a relevância da compreensão do alfabeto para a alfabetização das crianças, sendo indispensável a compreensão lúdica e divertida, ou seja, por meios que ativem a atração das crianças. É fundamental a compreensão do alfabeto para que as crianças aprendam a ler e a escrever, devendo ser aplicadas atividades que utilizem os métodos analíticos e sintéticos promovendo a familiarização diante as sílabas, distinção de letras, conjunções, reconhecimento de vogais e consoantes, de letras maiúsculas e minúsculas e palavras simples. Por meio da identificação das vinte e seis letras do alfabeto o aluno inicia o conhecimento dos fonemas e grafemas, incentivados por meio da oralidade e produção de sons. Ademais, é essencial que haja o treinamento da caligrafia, para que não somente saibam identificar e associar letras, como também aprender a escrita correta. Foi observado que a educador possui meios de trabalhar a educação com os alunos de acordo com suas individualidades, onde necessita de uma grande desenvoltura, estudo e preparação para tanto, sempre em busca de um objetivo maior que é o da alfabetização e desenvolvimento pessoal dos seus alunos. Conclui-se que o estágio supervisionado híbrido trouxe expressivos conhecimentos práticos sobre a alfabetização no Ensino Fundamental, se faz destacar a necessidade de adaptação e desenvoltura do professor quando as individualidades encontradas em uma sala de aula, reforçando o conceito da formação continuada, onde há a complementação dos conhecimentos adquiridos na graduação a fim de garantir a devida aplicação da pedagogia. REFERENCIAS ALMEIDA, F. Educação e informática: os computadores na escola. São Paulo, Cortez/autores associados, 1998. CASTRO, C. M. Educação na era da informação. São Paulo, Cortez: 2001. HAETINGER,M; MILANO, J; SOCHASCKI, J. Sou professor! A formação do professor formador. Curitiba: Positivo, 2009. MORAES, Maria Cândida. O paradigma educacional emergente. Campinas: Papirus, 1997. SANTOS, Élia Amaral do Carmo. O lúdico no processo Ensino – aprendizagem. 1999 < http:www.unimat.br >. Acesso em 12 de março de 2017. VALLE, L. L. D. Metodologia da alfabetização . - Curitiba: InterSaberes, 201 VAL, Maria da Graça Costa. O que é ser alfabetizado e letrado? 2004. In: CARVALHO, Maria Angélica Freire de (org.). Práticas de Leitura e Escrita. 1. Ed. Brasília: Ministério da Educação, 2006. 9