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Disciplina: EDUCAÇÃO, CULTURA E DIVERSIDADE AV
Aluno: MARIA JOSE SANTIAGO DA SILVA 202009129463
Professor: THAUANA PAIVA DE SOUZA GOMES
Turma: 9004
DGT0071_AV_202009129463 (AG) 02/05/2023 09:33:17 (F)
Avaliação: 4,00 pts Nota SIA: 6,00 pts
00038-TEHU-2009 - QUESTÕES SOCIAIS: MINORIAS, PERIFERIAS E RELIGIOSIDADE
1. Ref.: 5423990 Pontos: 1,00 / 1,00
Leia as opções abaixo e assinale a�rmação correta com relação ao conceito de minoria:
É um conceito limitado e por isso deve ser ignorado.
Os planejamentos docentes devem ignorar esse conceito.
Todas as alternativas estão incorretas.
É pautado na diversidade, nas subjetividades e nas mobilizações coletivas.
O conceito consegue envolver de maneira única todas as comunidades.
2. Ref.: 5423949 Pontos: 0,00 / 1,00
Em nossos estudos, dissertamos sobre o conceito de minoria. Com relação a esse conceito, escolha a opção correta:
Todas as alternativas estão incorretas.
O debate sobre minoria deve respeitar as subjetividades.
O conceito de minoria não se aplica ao contexto brasileiro.
O conceito de minoria deve seguir a uma ideologia padrão.
Esse assunto não deve fazer parte das ações educativas.
00123-TEHU-2010: QUESTÕES ÉTNICAS NA DIVERSIDADE ESCOLAR: O INDÍGENA E A EDUCAÇÃO
3. Ref.: 5419402 Pontos: 0,00 / 1,00
A Educação Escolar Indígena, ao contrário do que possa parecer, não diz respeito estritamente à experiência escolar,
mas sim a uma série de políticas educacionais, entre elas as que são aplicadas à dimensão escolar. Sobre as políticas
educacionais indígenas assinale a alternativa correta:
É considerado política educacional indígena toda e qualquer política indigenista da qual participam,
exclusivamente, atores não indígenas.
São consideradas políticas educacionais indígenas a criação de projetos-piloto de escolas indígenas, a formação
de professores indígenas, o ingresso e a permanência de estudantes indígenas em cursos regulares nas
Universidades e também o chamado terceiro grau indígena.
As políticas educacionais indígenas envolvem atividades educacionais restritas à educação básica e à formação
de professores indígenas.
As políticas educacionais mais importantes foram tomada nos anos de 1960, em especial após a criação da
FUNAI, que representou o amplo direito de constituir isolamento e a não convivência com modelos de
educação não indígenas.
Com exceção da Pós-Graduação, todas as demais instâncias e graus de ensino dos quais participem atores
indígenas são consideradas políticas educacionais indígenas.
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4. Ref.: 5419405 Pontos: 1,00 / 1,00
A educação indígena de caráter assimilacionista tem uma longa história que se estende do período colonial à
segunda metade do século XX. Sobre a política assimilacionista assinale a alternativa correta:
A atuação religiosa é por si assimilacionista em seus discurso de salvação. Sua atuação com os indígenas é que
pelo trabalho poderiam ser salvos, por isso defenderam amplamente sua escravização.
Embora o projeto assimilacionista não se restrinja ao campo da educação, é nele que se investiu os maiores
esforços com o propósito de dominação, controle e vigilância sobre os povos indígenas.
Diferente da educação para a emancipação, o paradigma assimilacionista leva em consideração a importância
do conteúdo curricular a ser assimilado pelos estudantes indígenas que frequentam a escola.
O paradigma da educação assimilacionista direcionada aos povos indígenas reconhece, com razão, que foi a
experiência do contato com os não indígenas que permitiu aos povos indígenas a sua primeira experiência
educacional.
O paradigma assimilacionista, embora tenha perdurado por muito tempo, desapareceu por completo com a
implementação das políticas educacionais indígenas.
00296-TEHU-2006: QUESTÕES ÉTNICAS NA DIVERSIDADE ESCOLAR: O NEGRO E A EDUCAÇÃO
5. Ref.: 7700426 Pontos: 1,00 / 1,00
(IF - PE / 2016 - Adaptada) Temos, no Brasil, uma grande diversidade cultural e racial que busca ser contemplada nos
Parâmetros Curriculares Nacionais. Descendentes de povos africanos e de índios brasileiros, de imigrantes
europeus, asiáticos e latino-americanos compõem o cenário brasileiro. Por conta disso, podemos que a�rmar que
o Brasil é um país dotado de uma ampla ¿pluralidade cultural¿, ou seja, diferentes culturas foram e são
produzidas pelos grupos sociais que fazem parte da nossa história.
a diversidade cultural e racial não interfere nas formas com que os habitantes do Brasil organizaram sua vida
social e política.
ações racistas e discriminatórias não existem na sociedade brasileira por causa da grande diversidade cultural e
racial do país.
a mistura de todas estas raças e etnias não caracteriza a identidade do povo brasileiro.
atualmente, o termo ¿pluralidade cultural¿ não se aplica ao Brasil por causa da Globalização.
6. Ref.: 7787774 Pontos: 1,00 / 1,00
A demanda da comunidade afro-brasileira por reconhecimento, valorização e a�rmação de direitos, no que diz
respeito à educação, passou a ser particularmente apoiada com a promulgação da lei 10.639/2003, que alterou a lei
9.394/1996, estabelecendo a obrigatoriedade do ensino de história e cultura afro-brasileiras e africanas. BRASIL:
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura
Afro-brasileira e Africana. Brasília: Ministério da Educação, 2005.
A alteração legal no Brasil contemporâneo descrita no texto é resultado do processo de:
Ampliação das disciplinas obrigatórias.
Mobilização do movimento negro.
Melhoria da infraestrutura escolar.
Aumento da renda nacional.
Politização das universidades públicas
7. Ref.: 5419451 Pontos: 0,00 / 1,00
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Do ponto de vista sociológico, o Brasil se constituiu sobre o mito da democracia racial principalmente depois da
publicação de Casa-Grande e Senzala, de Gilberto Freyre (1933). De acordo com Florestan Fernandes (1965), o ideal
de miscigenação fora difundido como mecanismo de absorção do mestiço não para a ascensão social do negro, mas
para a hegemonia da classe dominante. O mito da democracia racial assentou-se sobre dois fundamentos: 1) O mito
do bom senhor; 2) O mito do escravo submisso. Analise as a�rmações:
I - A crença no bom senhor exalta a vulgaridade das elites modernas, como diria Contardo Calligaris, e juntamente
com uma espécie de pseudocordialidade, seria responsável pela manutenção e o aprofundamento das diferenças
sociais.
II - O mito do escravo submisso fez com que a sociedade de um modo geral não encarasse de frente a violência da
escravidão, fez com que os ouvidos se ensurdecessem aos clamores do movimento negro, por direitos e por justiça.
III - As proposições legislativas sobre a inclusão de negros vão desde o projeto de lei que reserva aos negros um
percentual �xo de cargos da administração pública, aos que instituem cotas para negros nas universidades públicas e
nos meios de comunicação.
Assinale a alternativa correta:
As a�rmações I e III são verdadeiras.
Apenas a a�rmação II é verdadeira.
As a�rmações I e II são falsas.
Todas as a�rmações são verdadeiras.
Todas as a�rmações são falsas.
00384-TEHU-2006: CULTURA E ESCOLA
8. Ref.: 5307411 Pontos: 0,00 / 1,00
Ao tratar da perspectiva multicultural no projeto político-pedagógico, Resende (In: VEIGA, 1998) compreende o
multiculturalismo na imbricação de dois signi�cados: no reconhecimento da diversidade e no caráter
intervencionista das ações, desvelando o cotidiano das pessoas, permeado pelas disputas de relações de poder
construídas socialmente de forma desigual. Segundo a autora, abordaro caráter multicultural como
transversalidade de um fazer e um pensar no mundo requer:
O reconhecimento da importância de valores neoliberais na construção de um projeto político-pedagógico que
vise ao nivelamento dos participantes da comunidade escolar e à eliminação das diferenças interindividuais.
A compreensão de um retrospecto histórico que explica a faceta relativa à di�culdade comumente encontrada
em adotar uma postura multicultural nos mais diferentes campos de atuação.
A valorização de uma monocultura escolar que se expressa pela impermeabilidade em relação tanto às
realidades diversas como ao multifacetado mundo das crianças e dos adolescentes.
A aceitação da cultura dominante em sala de aula, a qual corresponde à visão de determinados grupos sociais
quanto ao currículo e aos conteúdos e objetivos escolares.
O movimento desintegrador de algumas culturas, fundado na desvalorização da diversidade cultural dos povos,
atingindo a convivência com o outro, elemento indispensável ao projeto político-pedagógico.
9. Ref.: 5304423 Pontos: 0,00 / 1,00
Uma das principais características da educação durante a Idade Média foi a dominação da Igreja Católica. Assinale,
entre as alternativas abaixo, aquela que melhor de�ne essa dominação.
O poder da Igreja Católica sobre a educação medieval era total e pode ser observado em todos os espaços onde
circulava algum tipo de conhecimento.
O poder da Igreja Católica era grande, o que não quer dizer que fosse total, pois existiam espaços de circulação
de conhecimento popular que eram relativamente autônomos.
O poder da Igreja Católica em controlar a educação medieval era restrito à Península Ibérica, pois, na França,
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Itália e a na Inglaterra, o ensino era completamente autônomo e independente.
O poder da Igreja Católica em controlar a educação medieval era restrito às escolas de arte sacra. Já as escolas
especializadas nos estudos cientí�cos gozavam de relativa autonomia.
O poder da Igreja Católica sobre a educação medieval era sentido apenas nas escolas especializadas no ensino
das tradições populares, pois o ensino erudito já era laico desde o século II.
10. Ref.: 5292874 Pontos: 0,00 / 1,00
Pensar as questões contemporâneas na escola signi�ca articular o ideal de igualdade com o respeito às diferenças.
De acordo com essa visão, seria correto, em uma perspectiva decolonial, debater em sala de aula:
Que a história deve ser compreendida como a mãe de todas as ciências e a raiz da cultura contemporânea.
Que as diferenças são consideradas desigualdades, pois há uma hierarquia sociocultural de uma cultura
dominante para culturas inferiores.
Que as culturas devem se miscigenar e massi�car, evitando assim as diferenciações entre etnias, culturas,
gêneros etc.
Que devemos ser iguais nos direitos e na dignidade humana e diferentes na complexidade étnica, cultural,
etária, de gênero e de classe.
Que as diferenças biológicas e genéticas interferem positivamente nas relações de preconceito étnico-raciais.
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