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Questões resolvidas

Sociedade e economia: saída dos britânicos da União Europeia.


c. A diferença entre a contribuição do Reino Unido com a UE e o gasto da UE com o Reino
Unido representa 38,9% da contribuição do Reino Unido com a UE.

Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir:

I. Segundo o gráfico, a maior taxa de crescimento anual do IDH do Brasil ocorreu de 201
II. O IDH do Brasil é o 5º maior da América Latina.
III. O IDH do Brasil aumentou devido ao aumento na renda média per capita.
IV. O Brasil tem o 9º pior coeficiente de Gini na comparação mundial.
a) I e IV.
b) II e III.
c) I, II e III.
d) II, III e IV.

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Questões resolvidas

Sociedade e economia: saída dos britânicos da União Europeia.


c. A diferença entre a contribuição do Reino Unido com a UE e o gasto da UE com o Reino
Unido representa 38,9% da contribuição do Reino Unido com a UE.

Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir:

I. Segundo o gráfico, a maior taxa de crescimento anual do IDH do Brasil ocorreu de 201
II. O IDH do Brasil é o 5º maior da América Latina.
III. O IDH do Brasil aumentou devido ao aumento na renda média per capita.
IV. O Brasil tem o 9º pior coeficiente de Gini na comparação mundial.
a) I e IV.
b) II e III.
c) I, II e III.
d) II, III e IV.

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 Pergunta 1 
1 em 1 pontos 
 
Sociedade e economia: saída dos britânicos da União Europeia. 
 
(Adaptado de: Enade – 2017) Os britânicos decidiram sair da União Europeia (UE). A decisão do referendo 
abalou os mercados financeiros em meio às incertezas sobre os possíveis impactos dessa saída. Os gráficos a 
seguir apresentam, respectivamente, as contribuições dos países integrantes do bloco para a UE, em 2014, que 
somam €144,9 bilhões, e a comparação entre a contribuição do Reino Unido para a UE e a contrapartida dos 
gastos da UE com o Reino Unido. 
 
 Considerando o texto e as informações apresentadas nos gráficos anteriores, assinale a alternativa correta: 
 
Resposta 
Selecionada: 
c. 
A diferença entre a contribuição do Reino Unido com a UE e o gasto da UE com o Reino 
Unido representa 38,9% da contribuição do Reino Unido com a UE. 
 
 
 Pergunta 2 
1 em 1 pontos 
 
Fluxos migratórios: solicitações de refúgio no Brasil. 
 
Leia a reportagem e o gráfico a seguir, publicados na edição n. 265, da revista Pesquisa Fapesp. 
Estratégia de entrada 
Em menos de uma década, nova dinâmica dos fluxos migratórios e características da legislação 
fizeram solicitações de refúgio no Brasil crescer 34 vezes 
Entre 2010 e 2017, as solicitações de refúgio no Brasil passaram de 966 para 33 mil ao ano. Se, no início 
desta década, os haitianos eram os responsáveis pela maior parte das solicitações (442, ou 46%), 
atualmente, o fluxo dos venezuelanos representa a maior demanda, somando 17 mil pedidos 
encaminhados ao governo brasileiro, apenas, no ano passado. [...] 
Para ter o reconhecimento do status de refugiado, o imigrante deve comprovar que sofre “fundados 
temores de perseguição por motivos de raça, religião, nacionalidade, grupo social ou opiniões políticas, 
ou grave e generalizada violação de direitos humanos” em seu país de origem. 
O processo de entrada de haitianos, a partir de 2010, permite entender como a modalidade do refúgio, 
em algumas situações, pode funcionar como a estratégia de ingresso no Brasil. Os haitianos chegaram 
após o terremoto ocorrido naquele ano e que provocou a morte de 316 mil pessoas no país caribenho. Os 
primeiros imigrantes cruzaram a fronteira pelo Acre ou Amazonas. Em 2010, 442 haitianos solicitaram 
refúgio. Em 2011, foram 2,5 mil. Enquanto aguardavam o julgamento, todos tiveram direito à residência e 
à carteira de trabalho. [...] Entre 2012 e 2014, as solicitações de refúgio de haitianos saltaram de 3,3 mil 
para 16,7 mil. 
Reportagem publicada em fevereiro de 2018, pelo jornal O Globo, com base em informações da Polícia 
Federal, mostrou que, em 45 dias, 18 mil venezuelanos solicitaram refúgio, valor superior ao total 
registrado em todo o ano de 2017. Estima-se, hoje, que entre 40 mil e 60 mil venezuelanos vivam em Boa 
Vista, município com 350 mil habitantes e capital de Roraima, estado que faz fronteira com a Venezuela. 
Nem todos, no entanto, desejam se estabelecer no Brasil. “Alguns tentam permanecer próximos à 
fronteira, para levar dinheiro, alimentos e remédios, e visitar os familiares que ficaram no país de origem, 
enquanto outros planejam regressar à Venezuela”, avalia João Carlos Jarochinski Silva, professor de 
Relações Internacionais da UFRR. [...] “Muitos venezuelanos imigram ao Brasil para fugir da fome, da 
inflação e da violência; porém, outros abandonam o país de origem porque sofrem perseguição política, o 
que garante o reconhecimento como refugiado. O governo precisa analisar cada caso, individualmente, 
antes de deferir o pedido”, explica. O aumento do fluxo de solicitações de refúgio por parte de 
venezuelanos é recente e a maioria das demandas ainda não foi julgada. 
 
 
 
Considerando o texto e as informações apresentadas no gráfico, avalie as afirmativas a seguir: 
 
I. O total de solicitações de refúgio no Brasil, em 2010, corresponde a, aproximadamente, 3% do total de 
solicitações, em 2017; 
II. Segundo o gráfico, o período de 2014 a 2015 apresentou o maior aumento relativo de pedidos de refúgio 
 
pelos venezuelanos. No período, o número de pedidos por cidadãos desse país saltou de 209 para 829; 
III. O gráfico indica que, em 2016, havia menos refugiados vivendo no Brasil do que em 2015; 
IV. O texto diferencia os termos “imigrantes” e “refugiados”, indicando que a condição de refugiado implica na 
impossibilidade de voltar ao país de origem devido a algum tipo de perseguição. 
É correto o que se afirma, somente, em: 
Resposta Selecionada: a. 
I e IV. 
 
 
 Pergunta 3 
1 em 1 pontos 
 
Economia: IDH do Brasil. 
 
Leia o texto, publicado pela Folha de S.Paulo, em 14 de setembro de 2018, e veja o gráfico a seguir: 
 
IDH do Brasil estagna, e país fica na 79ª posição no ranking da ONU 
Aumento na renda fez índice subir 0,001 ponto e chegar a 0,759 
 
 
O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil subiu 0,001 ponto, em 2017, na comparação com 
2016, chegando a 0,759 em uma escala que varia de 0 a 1 – quanto mais próximo de 1, maior o 
desenvolvimento humano. De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), 
um incremento de 0,14% na renda média per capita do brasileiro garantiu que o país continuasse 
avançando, mesmo timidamente, no desenvolvimento humano, em 2017, apesar das desigualdades no 
acesso da população à saúde, à educação e às perspectivas econômicas, ainda, persistirem. 
O novo índice manteve o Brasil na 79ª posição no ranking que inclui 189 países. Na América Latina, o país 
ocupa o 5º lugar, perdendo para Chile, Argentina, Uruguai e Venezuela. O IDH da média regional da 
América Latina e Caribe é de 0,758. 
AJUSTES 
Quando o órgão inclui na conta um ajuste com relação às desigualdades de renda, saúde e educação, o 
IDH brasileiro despenca para 0,578. 
O Brasil tem o 9º pior coeficiente de Gini – que mede, exclusivamente, a renda – na comparação mundial. 
Entre os países da América do Sul, o Brasil é o terceiro mais afetado por esse ajuste da desigualdade, 
ficando atrás do Paraguai e da Bolívia. 
Na relação com os dados colhidos desde 1990, o país registrou um crescimento de 0,81% da taxa anual do 
IDH, com um acréscimo de mais de 10 anos na expectativa de vida, que passou a ser de 75,7 anos, e de 3,2 
anos na expectativa de tempo de escolaridade de crianças, a partir do ingresso nas escolas em idade 
regular. A média de estudos de adultos com 25 anos ou mais passou de 3,8 anos para 7,8 anos, e a renda 
média dos brasileiros, neste mesmo período, cresceu 28,6%. 
MUNDO 
Noruega (0,953), Suíça (0,944), Austrália (0,939), Irlanda (0,938) e Alemanha (0,936) lideram o ranking com os 
melhores resultados. Os cinco últimos países no ranking 
são: Burundi (0,417), Chade (0,404), Sudão do Sul (0,388), República Centro-Africana (0,367) e Níger (0,354). 
A Irlanda registrou um dos maiores crescimentos ao subir 13 posições, de 2012 para 2017. Violência, 
conflitos armados e crises internas fizeram com que os países como Síria, Líbia, Iêmen e Venezuela 
registrassem as maiores quedas do índice, respectivamente, 27ª, 26ª, 20ª e 16ª posições. 
Considerando a realidade de 1990, o IDH global aumentou 21,7% e o número de países classificados como 
de “muito alto desenvolvimento humano” aumentou de 12 para 59 e os de “baixo desenvolvimento 
humano” caiu de 62 para 38, neste período. 
A expectativa de vida das pessoas, ao nascer, passou de 65,4 anos, em 1990, para 72,2 anos, em 2017, e 
mais de 130 países conseguiram universalizar as matrículas de crianças no Ensino Primário. 
Mundialmente, a diferença na distribuição de renda chega a 22,6%, enquanto as desigualdades nos 
ganhos em educação são de 22% e, em saúde, 15,2%. 
 
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2018/09/idh-do-brasil-estagna-e-pais-fica-na-79a-
posicao-no-ranking-da-onu.shtml. Acesso em: 14 set. 2018. 
 
 
 
 
 
Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/em-79-lugar-brasil-estaciona-no-ranking-de-
desenvolvimento-humano-da-onu.ghtml. Acesso em: 19 set. 2018.Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir: 
 
I. Segundo o gráfico, a maior taxa de crescimento anual do IDH do Brasil ocorreu de 2013 para 2014, quando o 
país atingiu o seu máximo valor desse índice, igual a 0,754; 
II. De acordo com o texto, a posição do Brasil é mais, negativamente, afetada pelo IDH ajustado à desigualdade 
de renda, saúde e educação do que a posição da Venezuela; 
III. Em termos de médias mundiais, conforme dito no texto, desde 1990, houve um aumento no IDH global, uma 
elevação na expectativa de vida das pessoas ao nascer e um acréscimo no número de matrículas de crianças no 
Ensino Primário, o que contradiz a ideia de haver diferenças na distribuição de renda, e no acesso à saúde e à 
educação. 
 
É correto o que se afirma em: 
Resposta Selecionada: c. 
II, apenas. 
 
 
 Pergunta 4 
1 em 1 pontos 
 
Fake news: desinformação e percepção de mundo. 
 
Leia os textos a seguir: 
 
Texto 1 
Chimamanda Adichie é uma escritora nigeriana que, quando criança, convivia com Fide, um menino que 
trabalhava na sua casa e tudo o que ela sabia sobre ele, pelas palavras de sua mãe, é que ele era muito 
pobre; porém Chimamanda ficou surpresa ao ver um cesto feito pelo irmão de Fide, em uma visita que ela 
fez à aldeia do menino. “Tudo o que eu tinha ouvido sobre eles era como eram pobres; assim, havia se 
tornado impossível para mim vê-los como alguma coisa além de pobres. Sua pobreza era minha história 
única sobre eles”, Chimamanda afirma, em sua palestra, sobre o perigo de uma única história, quando 
toda a complexidade de uma pessoa e de seu contexto é reduzida a um único aspecto. 
 
Fonte: Adaptado de: SADA, J. Eu e o outro: o perigo da história única. Disponível 
em http://educacaointegral.org.br/reportagens/eu-outro-perigo-da-historia-unica/. Acesso em: 03 ago. 2018. 
Texto 2 
Você já ouviu falar em um projeto de lei que cria uma cota para os homossexuais em concursos públicos? 
Ou alguém te enviou pelo WhatsApp um alerta de que pagará multa de R$ 150 se perder o prazo de 
cadastramento da biometria para votar em 2018? Se a resposta for “sim’, você foi alvo das fake news . O 
termo foi escolhido como a palavra do ano de 2017, pelo dicionário da editora britânica Collins , e designa 
as notícias fabricadas para enganar as pessoas. Esse tipo de mentira já teve um protagonismo nas eleições 
americanas e deve causar um impacto semelhante no pleito brasileiro. 
Fonte: MONNERAT, A.; RIGA, M.; RAMOS, P. Fake news devem causar impacto em eleições de 2018. 
Disponível em: http://infograficos.estadao.com.br/focas/politico-em-construcao/materia/fake-news-devem-
causar-impacto-em-eleicoes-de-2018. Acesso em: 03 ago. 2018. 
Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir: 
 
I. A escritora nigeriana foi vítima de fake news, uma vez que ela formou uma imagem falsa a respeito do menino 
que trabalhava em sua casa; 
II. Os dois textos têm, em comum, o tema da falsa percepção dos fatos ou das pessoas, motivada por informações 
insuficientes ou falsas; 
 
III. Os dois textos criticam as fake news, mostrando que elas podem ter consequências negativas tanto na vida 
pessoal dos cidadãos quanto na esfera política de um país. 
 
É correto o que se afirma, somente, em: 
Resposta Selecionada: b. 
II. 
 
 
 Pergunta 5 
1 em 1 pontos 
 
População brasileira: crescimento do número de idosos. 
 
Veja a charge e leia o texto com os dados do IBGE, de 26/04/2018: 
 
 
 
Disponível em: http://blogs.correiobraziliense.com.br/aricunha/politicas-publicas-nao-acompanham-o-
envelhecimento-da-populacao-brasileira/. Acesso em: 29 jul. 2018. 
 
Número de idosos cresce 18% em 5 anos e ultrapassa 30 milhões em 2017 
 
 A população brasileira manteve a tendência de envelhecimento dos últimos anos e ganhou 4,8 milhões de 
idosos, desde 2012, superando a marca dos 30,2 milhões em 2017, segundo a Pesquisa Nacional por 
Amostra de Domicílios Contínua – Características dos Moradores e Domicílios, divulgada, hoje, pelo IBGE. 
Em 2012, a população com 60 anos ou mais era de 25,4 milhões. Os 4,8 milhões de novos idosos, em cinco 
anos, correspondem a um crescimento de 18% desse grupo etário, que tem se tornado, cada vez mais, 
representativo no Brasil. As mulheres são maioria expressiva nesse grupo, com 16,9 milhões (56% dos 
idosos), enquanto os homens idosos são 13,3 milhões (44% do grupo). 
“Não só no Brasil, mas no mundo todo vem se observando essa tendência de envelhecimento da população 
nos últimos anos. Ela decorre tanto do aumento da expectativa de vida pela melhoria nas condições de 
saúde quanto da redução da taxa de fecundidade, pois o número médio de filhos por mulher vem caindo. 
Esse é um fenômeno mundial, não só no Brasil. Aqui, demorou até mais que no resto do mundo para 
acontecer”, explica a gerente da PNAD Contínua, Maria Lúcia Vieira. 
Entre 2012 e 2017, a quantidade de idosos cresceu em todas as unidades da federação, sendo os estados 
com maior proporção de idosos o Rio de Janeiro e o Rio Grande do Sul, ambos com 18,6% de suas 
populações dentro do grupo de 60 anos ou mais. O Amapá, por sua vez, é o estado com menor percentual 
de idosos, com, apenas, 7,2% da população. 
 
Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-
noticias/noticias/20980-numero-de-idosos-cresce-18-em-5-anos-e-ultrapassa-30-milhoes-em-
2017.html. Acesso em: 29 jul. 2018. 
 
Com base na leitura, avalie as afirmativas: 
 
I. A charge mostra um cenário promissor em termos de ocupação para a população, que, conforme os dados do 
IBGE, está envelhecendo; 
II. De acordo com o texto, os idosos representam 18% da população brasileira; 
III. O texto afirma que a melhoria nas condições de saúde da população é um dos fatores responsáveis pelo 
aumento da expectativa de vida e, portanto, pelo envelhecimento populacional. 
É correto o que se afirma em: 
 
Resposta Selecionada: c. 
III, apenas. 
 
 
 Pergunta 6 
1 em 1 pontos 
 
Sociedade: padrões de beleza variáveis com as épocas. 
 
Veja a charge a seguir: 
 
 
 
 
 
 
Disponível em: http://www.bixodagoiaba.com.br/2013/04/padrao-de-beleza-ao-longo-dos-anos.html. Acesso 
em: 10 ago. 2017. 
 
Com base na leitura e nos seus conhecimentos, analise as asserções e a relação entre elas: 
 
I. O objetivo da charge é mostrar que, em épocas distintas, existem pessoas insatisfeitas por não apresentarem 
o padrão de beleza socialmente determinado. 
 
PORQUE 
 
II. A charge mostra, em diferentes períodos históricos, os meios pelos quais os padrões de beleza, que 
dependem da época, são reforçados no imaginário social. 
 
Assinale a alternativa correta: 
Resposta 
Selecionada: 
d. 
As duas asserções são verdadeiras e a segunda asserção não 
justifica a primeira. 
 
 
 Pergunta 7 
1 em 1 pontos 
 
Ambiente corporativo: liderança. 
 
Veja a tirinha e leia o texto a seguir: 
 
 
Fonte: Adaptado de: http://dragoesdegaragem.com/cientirinhas/cientirinhas-3/. Acesso em: 17 set. 2018. 
 
O que faço se meu chefe é muito centralizador? 
Gilberto Guimarães 
 
Pergunta. Sou assessora-executiva do CEO da minha empresa. Sempre observei o seu comportamento 
centralizador. Ele quer estar por dentro de tudo e não dá autonomia para os seus liderados. Em conversas 
paralelas, a opinião sobre ele é unânime, muito centralizador e não dá oportunidades para as pessoas 
decidirem. Como nós, liderados, devemos nos posicionar para termos mais autonomia? O que faço se meu 
chefe é muito centralizador? 
Comentário. Líder e liderados devem posicionar-se para conseguirem atingir os objetivos comuns 
compartilhados com o máximo de produtividade. O importante é conseguir os resultados. Para isso, na 
verdade, é o líder que deve se adaptar a cada um dos seus liderados, e não o inverso. É o líder que precisa 
usar os modelos e os estilos diferentes, de acordo com cada situação, cada tarefa, cada momento, para 
cada liderado. A escolha de uma atitude depende de cada pessoa, do tipo de empresa, do tipo de equipee 
da situação do momento. 
Um líder sempre terá que fazer escolhas em busca de um estilo que se adapte melhor às circunstâncias, ou 
seja, às situações, ao momento, aos indivíduos, às tarefas e às empresas. É importante também que o líder 
tenha consciência de que a liderança significa responsabilidade. Um líder não pode ser permissivo, nem 
culpar os outros. Líderes eficazes encorajam e incentivam os liderados, mas, sempre, assumem a 
responsabilidade final. Valorizam a sua equipe, e cercam-se de pessoas independentes e autoconfiantes. 
Liderança é confiança e respeito. 
Líderes positivos são flexíveis e acreditam nas pessoas. Sabem que devem se expor e agradar aos 
funcionários, clientes e fornecedores, transformando-os em parceiros comprometidos e fiéis. Além disso, 
devem estabelecer os padrões bem altos para os serviços e níveis de atendimento, que devem ser medidos, 
 
avaliados e cumpridos. Dessa forma, serão considerados como líderes positivos, tornando-se uma fonte de 
credibilidade e admiração. 
 
Fonte: Adaptado de: https://www.valor.com.br/carreira/diva-executivo/5828115/o-que-faco-se-meu-chefe-
e-muito-centralizador. Acesso em: 17 set. 2018. 
 
Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir: 
 
I. Na tirinha, o líder, que está com uma máscara preta, conseguiu os resultados adaptando-se aos seus 
liderados, uma vez que todos concordaram com o nome “Estrela da Morte”; 
II. Um líder que não é centralizador é considerado permissivo, pois, ao não “tomar as rédeas” das decisões, ele 
pode colocar a responsabilidade final nos seus liderados; 
III. Os líderes que valorizam as pessoas e não temem as exposições são, em geral, líderes positivos, e uma fonte 
de credibilidade e admiração; 
IV. Para que não existam os conflitos, a escolha dos liderados é feita em função das características do líder, não 
importando o grau de eficiência dos serviços e os níveis de atendimento. 
 
É correto o que se afirma, apenas, em: 
Resposta Selecionada: a. 
III. 
 
 
 Pergunta 8 
1 em 1 pontos 
 
Arte e intervenção urbana: pixo e pichação. 
 
Leia os textos 1 e 2, a seguir: 
Texto 1 
 Entre a transgressão e a arte 
 Christina Queiroz 
 
Representação gráfica entre a letra e o símbolo, o “pixo” é um elemento visual que permeia a paisagem 
paulistana. Pode ser visto em marquises, muros, casas e edifícios, comerciais e residenciais. Em um projeto 
de pesquisa recém-concluído, o antropólogo Alexandre Barbosa Pereira analisou “pixações” feitas em 
diversas regiões da cidade, desde os anos 1980. Nesse percurso, constatou como os jovens de periferia 
envolvidos com a atividade, caracterizada como gênero de arte urbana cuja essência está em ir além das 
regras do espaço público, conseguiram obter o reconhecimento em circuitos artísticos nacionais e 
estrangeiros, apesar da relação de tensão permanente com o Estado e as suas esferas institucionais. 
O pesquisador explica que os integrantes do movimento diferenciam o conceito de pixação (com “x”) de 
pichação (com “ch”). Enquanto a palavra grafada com “ch” se refere às frases e inscrições legíveis, o 
vocábulo com “x” diz respeito à grafia que é entendida, apenas, pelos integrantes do movimento. Além 
disso, envolve a articulação em grupos, muitos deles, da periferia, que buscam os lugares de grande 
visibilidade e acesso difícil para deixar as marcas individuais ou coletivas, e, com isso, questionar a 
maneira como a paisagem urbana se estrutura. Qualquer tipo de pichação (ou pixação) é considerada 
como crime ambiental, conforme dispõe a Lei Federal n. 9.605/98. Além de multa, está prevista a pena de 
três meses a um ano de prisão, aos autores de pichação e grafites não autorizados. As penalidades são 
maiores quando envolvem as edificações tombadas pelo patrimônio histórico. 
Estudioso do tema há mais de 15 anos, Pereira, que integra a Rede de Pesquisa Luso-Brasileira em Artes e 
Intervenções Urbanas, explica que a pichação, com os rabiscos e as frases feitas ao acaso, sempre existiu 
em São Paulo, porém identifica que a prática se intensificou, a partir dos anos 1970, com os versos 
poéticos escritos em muros e manifestações contra a ditadura. O início da pixação, no entanto, é mais 
recente. Surgiu nos anos 1980, por influência de movimentos como punk, heavy metal, hip hop e 
de skatistas. 
Ao reconhecer a transgressão como parte intrínseca da história do urbanismo, Carlos Zibel, professor 
aposentado da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP), lembra 
que as escavações em Pompeia revelaram, nas paredes da cidade italiana soterrada pela erupção de um 
vulcão no ano 79 d.C., pichações em grafita e piche feitas contra os senadores. “As linguagens do grafite e 
do pixo passaram a integrar o repertório da arte contemporânea, mas isso não elimina as tensões que a 
pixação indevida gera no espaço urbano. Justamente pelo caráter transgressor, os pixadores 
 
desempenham um papel importante na investigação dos limites artísticos”, conclui. 
 
Fonte: Adaptado de: http://revistapesquisa.fapesp.br/2018/07/04/entre-transgressao-e-arte. Acesso em: 05 
ago. 2018. 
 
Texto 2 
 
 
 
Disponível em: https://bhaz.com.br/2016/03/22/a-pichacao-e-um-ato-que-ao-mesmo-tempo-levanta-
duvidas-e-certezas-na-sociedade/. Acesso em: 05 ago. 2018. 
 
 
Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir: 
 
I. No texto 2, a frase “pixei o muro na parte de fora tia, da rua que é nossa!”, é uma pixação (com “x”), uma vez 
que o seu conteúdo é desvinculado de uma crítica social e política; 
II. Por meio da pixação, os jovens da periferia inserem-se no espaço urbano, do qual se sentem excluídos; 
III. Por ser constituída de inscrições cuja grafia é compreendida, apenas, pelos integrantes do próprio 
movimento, a pixação não é capaz de levar a sociedade a refletir sobre a ocupação dos espaços públicos e 
privados; 
IV. A pichação (com “ch”) serviu de instrumento de manifestação política em diferentes momentos da história 
da humanidade. 
 
É correto o que se afirma, apenas, em: 
Resposta Selecionada: b. 
II e IV. 
 
 
 Pergunta 9 
1 em 1 pontos 
 
Saúde: reutilização de preservativos. 
 
Leia o texto a seguir: 
 
 
Autoridades pedem que americanos parem de lavar e reutilizar camisinhas. Camisinhas são feitas 
para serem usadas uma única vez, mas muita gente, pelo visto, não sabe disso 
 
 
Uma das principais agências de saúde pública do mundo, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças 
(CDC na sigla em inglês), nos Estados Unidos, recentemente viu a necessidade de emitir um alerta à 
população. “Estamos falando porque as pessoas fazem isso: não lavem nem reusem #camisinhas. Use uma 
nova a cada ato #sexual”, publicou a agência, ligada ao Departamento de Saúde e Serviços Humanos do 
governo em sua conta no Twitter. 
“Enquanto algumas DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) podem ser curadas com antibióticos, se 
não são diagnosticadas e tratadas, podem trazer sérias consequências à saúde, como: infertilidade, 
gravidez ectópica (gravidez anormal, que ocorre fora do útero), morte do feto e risco aumentado de 
transmissão de HIV”, diz o site do CDC. Uma revisão de estudos científicos, publicada em 2012, identificou 
14 erros comuns no uso de camisinha. O reuso do preservativo em um mesmo ato sexual foi identificado 
em quatro estudos diferentes. De 1,4% a 3,3% dos participantes relatou já ter feito isso. 
Reutilizar uma camisinha aumenta as chances de que ela se rompa. E lavá-la com água e sabão não 
adianta para livrá-la, totalmente, de vírus, bactérias ou esperma. Entre outras falhas frequentes, estão 
colocar o preservativo no meio do ato sexual ou tirá-lo antes de acabar e não desenrolar a camisinha por 
completo. Ou não apertar a ponta para tirar o ar que pode ficar preso ali, não checar para ver se o 
preservativo está danificado de alguma formaou, ainda, colocá-lo do lado errado, retirá-lo, virá-lo e usar o 
mesmo preservativo, em seguida. 
 
O uso correto e constante de preservativos, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), reduz 
em 80%, ou mais, o risco de uma pessoa pegar DSTs, HIV e hepatite viral. O CDC recorda, ainda, que este 
método protege de outras doenças que também podem ser transmitidas dessa forma, como zika e ebola. A 
camisinha também é 98% eficaz na prevenção de gravidez quando usada corretamente, mas esse índice 
pode cair para 85% em situações cotidianas, com o seu manuseio equivocado. 
 
Fonte: Adaptado de: https://www.bbc.com/portuguese/geral-45026901. Acesso em: 01 ago. 2018. 
 
Com base na leitura, avalie as afirmativas a seguir; 
 
I. O reúso de preservativos, de acordo com as pesquisas, é uma prática que implica riscos, como a maior 
probabilidade de que a camisinha se rompa; 
II. Segundo o texto, 98% das mulheres que engravidam não usam preservativo; 
III. Conforme as pesquisas, 80% das pessoas que não usam preservativo são contaminadas com os vírus e as 
bactérias. 
É correto o que se afirma em: 
Resposta Selecionada: c. 
I, apenas. 
 
 
 Pergunta 10 
1 em 1 pontos 
 
Economia: impostos no Brasil e na Argentina. 
 
Os gráficos a seguir apresentam a evolução das porcentagens de diferentes 
impostos, em relação ao total de impostos, na Argentina e no Brasil. Nos eixos 
verticais, temos a porcentagem em relação ao total de impostos e, nos eixos 
horizontais, o ano. 
 
 
 
Disponível em: http://www.oecd.org/tax/tax-policy/global-revenue-statistics-database.htm. Acesso 
em: 29 jun. 2018. 
 
 
Com base nos gráficos, avalie as afirmativas: 
 
I. Depois de 2010, tanto a Argentina quanto o Brasil apresentaram uma tendência de 
queda nos percentuais de impostos sobre os bens e os serviços em relação ao total 
de impostos; 
II. De 1990 a 2000, a taxa de crescimento dos percentuais dos impostos sobre os 
lucros e os rendimentos, em relação ao total de impostos foi maior na Argentina do 
que no Brasil; 
III. Os dados apresentados permitem concluir que, com exceção dos impostos 
relativos aos lucros e aos rendimentos, a carga tributária na Argentina é maior do 
que a do Brasil. 
 
É correto o que se afirma em: 
 
Resposta Selecionada: a. 
I e II, apenas.

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