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Revisar envio do teste_ AVALIAÇÃO I ED

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07/10/2023, 22:30 Revisar envio do teste: AVALIAÇÃO I – ESTUDOS ...
https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_98661521_1&course_id=_311591_1&content_id=_3653388_1&retur… 1/5
 Revisar envio do teste: AVALIAÇÃO IESTUDOS DISCIPLINARES XV 6591-05_SEI_LI_0120_R_20232 CONTEÚDO
Usuário lucas.silvano @aluno.unip.br
Curso ESTUDOS DISCIPLINARES XV
Teste AVALIAÇÃO I
Iniciado 07/10/23 22:15
Enviado 07/10/23 22:29
Status Completada
Resultado da tentativa 10 em 10 pontos  
Tempo decorrido 14 minutos
Resultados exibidos Respostas enviadas, Perguntas respondidas incorretamente
Pergunta 1
Resposta Selecionada: a. 
Leia o trecho do texto “Variações fonéticas e sintáticas em narrativas do alms”, da pesquisadora Adriana Viana Postigo.
“Há ainda evidências históricas de que os processos em questão atuaram em outro momento, tendo como resultado da mudança linguística a
substituição de [l] por [r], como em igreja (ecclesia) e brando (blandus) [...] e, em determinado momento, deixou de ser um processo de
mudança e passou à condição de variação estável, conforme registrado em textos do português arcaico [...] Sincronicamente, pode-se a�rmar
que a variação ocorre em qualquer dialeto urbano do português brasileiro [...] e é fortemente estigmatizada.”
Disponível em <http://www.abralin.org/revista/RV6N1/07-Adriana-Viana.pdf>. Acesso em 06 ago. 2016.
Nesse trecho, a pesquisadora dá exemplos que equivalem ao metaplasmo de transformação, conhecido como:
Rotacismo.
Pergunta 2
Leia a música a seguir.
Esmola
Samuel Rosa E Chico Amaral
“Uma esmola pelo amor de Deus
Uma esmola, meu, por caridade
Uma esmola pro ceguinho, pro menino
Em toda esquina, tem gente só pedindo
Uma esmola pro desempregado
Uma esmolinha pro preto pobre doente
Uma esmola pro que resta do Brasil
Pro mendigo, pro indigente
Ele que pede, eu que dou, ele só pede
O ano é mil, novecentos e noventa e tal
Eu tô cansado de dar esmola
Qualquer lugar que eu passe é isso agora
Uma esmola pelo amor de Deus
Uma esmola, meu, por caridade
Uma esmola pro ceguinho, pro menino
Em toda esquina, tem gente só pedindo
Uma esmola pro desempregado
Uma esmolinha pro preto pobre doente
Uma esmola pro que resta do Brasil
Pro mendigo, pro indigente
Eu tô cansado, meu bem, de dar esmola
Essa quota miserável da avareza
Se o país não for pra cada um
Pode estar certo
Não vai ser pra nenhum
Não vai não, não vai não, não vai não, não vai não
Não vai não, não vai não, não vai não
No hospital, no restaurante,
No sinal, no Morumbi
No Mário Filho, no Mineirão
Menino me vê, começa logo a pedir
Me dá, me dá, me dá um dinheiro aí
Mas menino me vê, começa logo a pedir
Me dá, me dá, me dá um dinheiro aí
Uma esmola pelo amor de Deus
UNIP EAD BIBLIOTECAS MURAL DO ALUNO TUTORIAIS LABORATÓRIOSCONTEÚDOS ACADÊMICOS
1 em 1 pontos
1 em 1 pontos
http://company.blackboard.com/
https://ava.ead.unip.br/webapps/blackboard/execute/courseMain?course_id=_311591_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/blackboard/content/listContent.jsp?course_id=_311591_1&content_id=_3651666_1&mode=reset
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_10_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_27_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_47_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_29_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_64_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_25_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/login/?action=logout
07/10/2023, 22:30 Revisar envio do teste: AVALIAÇÃO I – ESTUDOS ...
https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_98661521_1&course_id=_311591_1&content_id=_3653388_1&retur… 2/5
Resposta Selecionada: b. 
Uma esmola, meu, por caridade
Uma esmola pro ceguinho, pro menino
Em toda esquina, tem gente só pedindo.”
Disponível em <https://www.vagalume.com.br/skank/esmola.html>. Acesso em 06 ago. 2016.
A música registra um pedido de esmola, em que o sujeito poético utiliza uma linguagem:
Coloquial, crítica, compreensiva e comunicável.
Pergunta 3
Resposta Selecionada: c. 
Leia o texto a seguir, do cordelista Patativa do Assaré.
“Iscute o que tô dizeno,
Seu dotô, seu coroné:
De fome tão padeceno
Meus �o e minha muié.
Sem briga, questão nem guerra,
Meça desta grande terra
Umas tarefa pra eu!
Tenha pena do agregado
Não me deixe deserdado
Daquilo que Deus me deu.”
Disponível em <http://brainly.com.br/tarefa/909406>. Acesso em 06 ago. 2016.
As estruturas “dizeno” e “padeceno” têm o metaplasmo por transformação, classi�cado como:
Desnasalização.
Pergunta 4
Resposta Selecionada: c. 
Leia o texto.
S.O.S Português
“Por que pronunciamos muitas palavras de um jeito diferente da escrita? Pode-se re�etir sobre esse aspecto da língua com base em duas
perspectivas. Na primeira delas, fala e escrita são dicotômicas, o que restringe o ensino da língua ao código. Daí vem o entendimento de que a
escrita é mais complexa que a fala, e seu ensino restringe-se ao conhecimento das regras gramaticais, sem a preocupação com situações de
uso. Outra abordagem permite encarar as diferenças como um produto distinto de duas modalidades da língua: a oral e a escrita. A questão é
que nem sempre nos damos conta disso.”
S.O.S Português. Nova Escola. São Paulo: Abril, Ano XXV, nº- 231, abr. 2010. Disponível em <http://educacao.globo.com/provas/enem-2010/quest
oes/99.html>. Acesso em 07 ago. 2016.
O assunto tratado no fragmento é relativo à língua portuguesa e foi publicado em uma revista destinada a professores. Entre as características
próprias desse texto, identi�cam-se marcas linguísticas próprias do uso:
Técnico, por meio de expressões próprias de textos cientí�cos.
Pergunta 5
Observe a charge abaixo e marque a alternativa correta.
Disponível em <http://www.upvix.com.br/_public/ensinos/em/atividades/1_45_200_2013_Simulado%20Enem_Linguagens%20e%20Matem%C3%
A1tica_1%C2%BAano_23-08_GABARITADA.pdf>. Acesso em 06 ago. 2016.
A linguagem da charge revela:
1 em 1 pontos
1 em 1 pontos
1 em 1 pontos
07/10/2023, 22:30 Revisar envio do teste: AVALIAÇÃO I – ESTUDOS ...
https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_98661521_1&course_id=_311591_1&content_id=_3653388_1&retur… 3/5
Resposta Selecionada: d. A fala dos personagens evidencia o uso coloquial da linguagem, motivado por diversos fatores.
Pergunta 6
Resposta Selecionada: d. 
I
Disponível em <http://portugues.uol.com.br/redacao/intergeneri
cidade.html>. Acesso em 07 ago. 2016.
 
II
 
“[...] Hoje não dá
Hoje não dá
A maldade humana agora não tem nome
Hoje não dá
Pegue duas medidas de estupidez
Junte trinta e quatro partes de mentira
Coloque tudo numa forma
Untada previamente
Com promessas não cumpridas
Adicione a seguir o ódio e a inveja
Dez colheres cheias de burrice
Mexa tudo e misture bem
E não se esqueça antes de levar ao forno temperar
Com essência de espírito de porco
Duas xícaras de indiferença
e um tablete e meio de preguiça [...].”
(Os anjos – Legião Urbana)
Disponível em <http://portugues.uol.com.br/redacao/intergeneri
cidade.html>. Acesso em 07 ago. 2016.
III
Disponível em <https://abiliopacheco.com.br/2013/01/27/carta-
sobre-o-mosaico-primevo/>. Acesso em 07 ago. 2016.
Analise os textos a seguir.
Apresenta(m) intertextualidade intergêneros ou intergenericidade:
I e II.
Pergunta 7
Leia os dois textos a seguir.
Texto I
Antigamente
1 em 1 pontos
1 em 1 pontos
07/10/2023, 22:30 Revisar envio do teste: AVALIAÇÃO I – ESTUDOS ...
https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_98661521_1&course_id=_311591_1&content_id=_3653388_1&retur… 4/5
Resposta Selecionada: e. 
Carlos Drummond de Andrade
“Antigamente, os pirralhos dobravam a língua diante dos pais e se um se esquecia de arear os dentes antes de cair nos braços de Morfeu, era
capaz de entrar no couro. Não devia também se esquecer de lavar os pés, semtugir nem mugir. Nada de bater na cacunda do padrinho, nem
de debicar os mais velhos, pois levava tunda. Ainda cedinho, aguava as plantas, ia ao corte e logo voltava aos penates. Não �cava mangando na
rua, nem escapulia do mestre, mesmo que não entendesse patavina da instrução moral e cívica. O verdadeiro smart calçava botina de botões
para comparecer todo liró ao copo d’água, se bem que no convescote apenas lambiscasse, para evitar �atos. Os bilontras é que eram um
precipício, jogando com pau de dois bicos, pelo que carecia muita cautela e caldo de galinha. O melhor era pôr as barbas de molho diante de
um treteiro de topete, depois de �ntar e engambelar os coiós, e antes que se pusesse tudo em pratos limpos, ele abria o arco.”
ANDRADE, C. D. Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1983. Disponível em <http://exercicios.mundoeducacao.bol.uol.com.br/exercicios-gr
amatica/exercicios-sobre-variacoes-linguisticas.htm>. Acesso em 07 ago. 2016.
 
Texto II
 
FIORIN, J. L. As línguas mudam. In: Revista Língua Portuguesa, n. 24, out. 2007. Disponível em <http://exercicios.mundoeducacao.bol.uol.com.br/
exercicios-gramatica/exercicios-sobre-variacoes-linguisticas.htm>. Acesso em 07 ago. 2016.
Na leitura do fragmento do texto “Antigamente”, de Carlos Drummond de Andrade, constata-se, pelo emprego de palavras obsoletas, que itens
lexicais outrora produtivos não mais o são no português brasileiro atual. Esse fenômeno revela que:
O léxico do português representa uma realidade linguística variável e diversi�cada.
Pergunta 8
Leia o texto abaixo.
Internet e a importância da imprensa
“Este artigo não é sobre a pornogra�a no mundo virtual nem tampouco sobre os riscos de as redes sociais empobrecerem o relacionamento
humano. Trata de um dos aspectos mais festejados da internet: o empowerment (empoderamento, fortalecimento) do cidadão proporcionado
pela grande rede.
É a primeira vez na História em que todos, ou quase todos, podem exercer a sua liberdade de expressão, escrevendo o que quiserem na
internet. De forma instantânea, o que cada um pública está virtualmente acessível aos cinco continentes. Tal fato, inimaginável décadas atrás,
vem modi�cando as relações sociais e políticas: diversos governos caíram em virtude da mobilização virtual, notícias antes censuradas são
agora publicadas na rede etc. Há um novo cenário democrático mais aberto, mais participativo, mais livre.
E o que pode haver de negativo nisso tudo? A facilidade de conexão com outras pessoas tem provocado um novo fenômeno social. Com a
internet, não é mais necessário conviver (e conversar) com pessoas que pensam de forma diferente. Com enorme facilidade, posso encontrar
indivíduos “iguais” a mim, por mais minoritária que seja a minha posição.
O risco está em que é muito fácil aderir ao seu clube e, por comodidade, quase sem perceber, ir se encerrando nele. Não é infrequente que
dentro dos guetos, físicos ou virtuais, ocorra um processo que desemboca no fanatismo e no extremismo.
Em razão da ausência de diálogo entre posições diversas, o ativismo na internet nem sempre tem enriquecido o debate público. O
empowerment digital é frequentemente utilizado apenas como um instrumento de pressão, o que é legítimo democraticamente, mas, não raras
vezes, cruza a linha, para se con�gurar como intimidação, o que já não é tão legítimo assim.
A internet, como espaço de liberdade, não garante por si só a criação de consensos nem o estabelecimento de uma base comum para o debate.
Evidencia-se, aqui, um ponto importante. A internet não substitui a imprensa. Pelo contrário, esse fenômeno dos novos guetos põe em
destaque o papel da imprensa no jogo democrático. Ao selecionar o que se publica, ela acaba sendo um importante moderador do debate
público. Aquilo que muitos poderiam ver como uma limitação é o que torna possível o diálogo, ao criar um espaço de discussão num contexto
de civilidade democrática, no qual o outro lado também é ouvido.
A racionalidade não dialogada é estreita, já que todos nós temos muitos condicionantes, que con�guram o nosso modo de ver o mundo.
Sozinhos, nunca somos totalmente isentos, temos sempre um determinado viés. Numa época de incertezas sobre o futuro da mídia, aí está um
dos grandes diferenciais de um jornal em relação ao que simplesmente é publicado na rede.
Imprensa e internet não são mundos paralelos: comunicam-se mutuamente, o que é bené�co a todos. No entanto, seria um empobrecimento
democrático para um país se a primeira página de um jornal fosse simplesmente o re�exo da audiência virtual da noite anterior. Nunca foi tão
necessária uma ponderação serena e coletiva do que será manchete no dia seguinte.
O perigo da internet não está propriamente nela. O risco é considerarmos que, pelo seu sucesso, todos os outros âmbitos devam seguir a sua
mesma lógica, predominantemente quantitativa. O mundo contemporâneo, cada vez mais intensamente marcado pelo virtual, necessita
também de outros olhares, de outras cores. A internet, mesmo sendo plural, não tem por que se tornar um monopólio.” 
CAVALCANTI, N. da Rocha. Jornal “O Estado de S. Paulo”, 12/05/14, com adaptações.
Pelas características da organização do discurso, a respeito do texto pode-se a�rmar que se trata de uma:
1 em 1 pontos
07/10/2023, 22:30 Revisar envio do teste: AVALIAÇÃO I – ESTUDOS ...
https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_98661521_1&course_id=_311591_1&content_id=_3653388_1&retur… 5/5
Sábado, 7 de Outubro de 2023 22h30min06s BRT
Resposta
Selecionada:
c.
Dissertação de caráter argumentativo, pois faz a defesa de uma tese com base em argumentos, em uma progressão
lógica de ideias, com o objetivo de persuasão.
Pergunta 9
Resposta Selecionada: b. 
Leia o texto.
MOSTRE QUE SUA MEMÓRIA É MELHOR DO QUE A DE UM COMPUTADOR E GUARDE ESTA CONDIÇÃO: 12X SEM JUROS.
Revista Época. N° 424, 03 jul. 2006. Disponível em <http://slideplayer.com.br/slide/1771165/>. Acesso em 07 ago. 2016.
Ao circularem socialmente, os textos realizam-se como práticas de linguagem, assumindo funções especí�cas, formais e de conteúdo.
Considerando o contexto em que circula o texto publicitário, seu objetivo básico é:
In�uenciar o comportamento do leitor, por meio de apelos que visam à adesão ao consumo.
Pergunta 10
Resposta Selecionada: e. 
Leia o texto e analise as a�rmativas a seguir.
“A variação é inerente às línguas, porque as sociedades são divididas em grupos: há os mais jovens e os mais velhos, os que habitam numa
região ou outra, os que têm esta ou aquela pro�ssão, os que são de uma ou outra classe social e assim por diante. O uso de determinada
variedade linguística serve para marcar a inclusão num desses grupos, dá uma identidade para os seus membros. Aprendemos a distinguir a
variação. Quando alguém começa a falar, sabemos se é de São Paulo, gaúcho, carioca ou português. Sabemos que certas expressões
pertencem à fala dos mais jovens, que determinadas formas se usam em situação informal, mas não em ocasiões formais. Saber uma língua é
ser ‘poliglota’ em sua própria língua. Saber português não é só aprender regras que só existem numa língua arti�cial usada pela escola. As
variações não são fáceis ou bonitas, erradas ou certas, deselegantes ou elegantes, são simplesmente diferentes. Como as línguas são variáveis,
elas mudam.”
FIORIN, José Luiz. “Os Aldrovandos Cantagalos e o preconceito linguístico”. In O direito à fala. A questão do preconceito linguístico. Florianópolis.
Editora Insular, pp. 27, 28, 2002. Disponível em <http://exercicios.brasilescola.uol.com.br/exercicios-gramatica/exercicios-sobre-variacoes-lingua.
htm>. Acesso em 07 ago. 2016.
I As variações linguísticas são próprias da língua e estão alicerçadas nas diversas intenções comunicacionais.
II A variedade linguística é um importante elemento de inclusão, além de instrumento de a�rmação da identidade de alguns grupos sociais.
III O aprendizado da língua portuguesa não deve estar restrito ao ensino das regras.
IV As variedades linguísticas trazem prejuízos à norma padrãoda língua, por isso devem ser evitadas.
Está correto o que se a�rma apenas em:
I, II e III.
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