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Ao contrario das outras hipersensibilidades, HT IV 
tem como protagonista não a presença de Ac, mas sim 
células. São mediadas por células do tipo Th1, Th2 e 
TCD8 
 
Essas hipersensibilidades são desencadeadas por Ag 
solúveis onde o mecanismo efetor vai ser dado em 
função das citocinas produzidas pelos linfócitos T ou 
Th1/Th2 ativados. Daí essas citocinas ativadas 
poderão ativar outras células, no caso do Th1 a célula 
principal que vai trabalhar nesse mecanismo efetor 
dos seus macrófagos enquanto que na Th2 vamos ter 
basófilos ou mastócitos ou eosinófilos como uma 
célula ativada nesse processo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Todas essas hipersensibilidades são do tipo tardia 
justamente porque a manifestação dessas 
sensibilidades é mais demorada do que a 
 
 
 
 
 hipersensibilidade imediata. Segunda coluna com 
exemploes de antigenos capazes de se deflagrar esse 
tipo de HT e tem como conseguencias, o processo 
inflamatorio. O HT4 é um processo inflamatório 
exarcebado, todos os sinais cardinais ocorrendo e 
levando então a uma persistencia desses sinais que 
acabam culminando com o problema. Todas essas 
reações de HT 4 são exageradas do organismos em 
relação ao estimulo agressor, não deveria ocorrer mas 
acaba ocorrendo por diversos fatores. 
MECANISMOS ENVOLVIDOS DA HT 4 
Envolve ativação de linfócitos TCD4 ou TCD8 que ativa 
citocinas que permitirão ativação de outro grupo 
celular e gerando processo inflamatorio persistente e 
gerando lesão tecidual. 
 
No caso do linfócito TCD8 temos lesão tecidual mais 
direta pois são células que atuam encontrando o Ag e 
matam as células que apresentam esse Ag para 
eliminar esse Ag. 
DESENVOLVIMENTO DA HIPERSENSIBILIDADE 
TARDIA (TH1- MEDIADA) 
 
Hipersensibilidade 
HIPERSENSIBILIDADE TIPO 4 
 
 
Para que haja 
desenvolvimento da 
Hipersensibilidade 
tardia mediada pelo 
Th1, tem que ter uma 
fase inicial de 
sensibilização, tem que 
ocorrer a apresentação 
via celulas 
apresentadoras de Ag 
para linfócitos TCD4 e 
ativar esses linfócitos 
TCD4 para gerar cél. de 
memória e células efetoras. Essas células efetoras 
permanecem e o que acontece é que num segundo 
momento, essas células são capazes de ativar 
macrófagos residentes ali e não ativados, então ela os 
ativa e em consequência temos liberação de mais 
outros mediadores pró - inflamatórias gerando uma 
alça de amplificação de resposta inicial. 
 
Além disso, a propria capacidade apresentação do 
macrófago com APC se torna melhor, podendo 
também apmplificar a resposta não só atraes das 
citocinas que ele produz, mas também atraves de 
mecanismos de apresentação, podendo apresentar 
para outros linfócitos T e consequentemente resposta 
ao Ag. 
 
ESTAGIOS DE UMA REAÇÃO DE 
HIPERSENSIBILIDADE TARDIA 
Os estagios envolvem a entrada /apresentação 
desse Ag para linfócitos T, esses linfócitos serão 
ativados e gerando células de memória, e essas 
células T de memória serão capazes de 
reconhecer depois os antígenos e liberar citocinas 
 
 
 
 
 
as citocinas liberadas vão permitir que haja um 
estabelecimento de um processo inflamatório, 
atraindo outras células do sistema imune e levando ao 
aumento desse processo inflamatório. 
 
Como consequencia dessa HT tardia é a formação de 
granuloma e em individuos que tem tuberculose. A 
micobacteria é uma bacteria que não consegue 
eliminar, entao a persistecia dessa bacteria ali faz 
com que essas celulas continuem sendo estimuladas e 
liberando citocinas inflamaótirias, e o organismo cria 
esse granuloma como forma de isolar esse Ag e 
isolando então as células. 
 
RESPOSTA DE HIPERSENSIBILIDADE 
TARDIA TIPO 4 
A resposta da HT 4 tardia é dirigida pelas 
citocinas liberadas pelos linfócitos Th1. Esses 
macrofagos ativando os linfócitos zera a 
produção de citocinas e quimiocinas, que vão 
recrutar mais células (como os macrófagos) para 
sitios de deposição de antígenos. Abaixo na 
imagem cada um com suas funções. 
 
 
 
 
 
 
Para detectar ou saber se a reação é tardia, tem o 
próprio teste, onde inocula o Ag e se houver já 
ocorrido a fase de sensibilização o Ag inoculado se 
ligará e permitir que as células de Langerhans levem o 
Ag até o linfonodo drenantes, e isso permite que 
essas células reativem células dessensibilizadas e aí 
teremos a liberação de citocinas por essas células e 
então leva ao quadro inflamatório. 
 
 
 
 
 
 
 
Teste para saber se a pessoa teve contato com 
micobacteria da tuberculose, o teste tuberculínico é 
injetado o agente e aguarda para ver se terá reação. 
 
Se caso o teste for negativo, forma uma bola pequena 
apenas com reação da introdução da agulha, caso 
indeterminante a reação pode ter espessura de 5-
9mm e acima de 10mm considera positivo para 
tuberculose. 
 
 
 
 
 
DESENVOLVIMENTO DE UMA RESPOSTA 
DE HIPERSENSIBILIDADE 
Essa resposta pode ocorrer não só em tuberculose, 
como também atraves da reação que algumas pessoas 
podem desenvolver que é o que chamamos de 
”alergia de contato”. Ocorre: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A hipersensibilidade tardia pode ocorrer como 
consequencia de processo de contato com alguem 
agente patogenico ou pode ocorrer tambem em 
contato com agentes inertes. 
 
 
 
 
 
 
kkkk 
Na dermatite de contato o que pode se observar é 
formação de bolhas, mostrando uma sequencia de 
ações onde agente quimico ativa celulas dendriticas 
que são capazes de ativar celulas d ememorias que 
produzirão TNF-alpha e IFNs que são citocinas capazes 
de ativar estimulo de queratinocitos que produz 
citocinas e quimiosinas e outras celulas chegam ao 
local pois há um processo inflamatório e possibilidade 
de diapedese dessas células, e todo esse 
fator/aumento de permeabilidade caracteriza a 
inflamação do edema e que no caso da dermatite de 
contato, é visualmente visto como bolhas a pele. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Na HT4 ocorre a hiperemia intensa em locais com 
menos pelos, muito comum em abdomen dos animais 
e justamente a pápula são um dos sinais cardinais 
dessa doença. 
 
 
 
 
Quadro com diferencças das dermatites para 
dermatite atópicas da HT 1. 
 
 
 
 
Porque é importante o diagnóstico correto 
quando se trata de uma dermatite? 
Tem diferença nos tratamentos. Na dermatite 
atópica pode fazer uso de histamínico e ser 
suficiente, mas em dermaite de contato esse 
histaminico já não resolve, pois não tem 
masctócitos, basófilos no mecanismo da doença. 
Em casos de envolvimentos de linfócitos T o que 
tem que ser dado é corticóide, e pomadas com 
base anti histaminico na resolverá. 
DOENÇA CELÍACA 
Condição crônica da parte superior do intestino 
delgado causada por uma resposta imune 
direcionada ao gluten. 
 
 
Costumam pensar que é uma alergia alimentar, 
mas na verdade é uma doença cujo 
desenvolvimento é HT 4. Percebe alteração nas 
microvilosidades do intestino de modo que, são 
responsaveis pela absorção e digestão do 
alimento, entao no paciente observa mudança 
fisiologica de modo que se tenha outras 
consequencias da má absorção do alimento. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Gliadina é desanimada pela transglutaminase que 
converte resíduos de ácido glutamínico carregado 
negativamente. 
 
 
 
 
 
 
A transglutaminase tecidual é uma enzima cálcio 
dependente que apresenta funções múltiplas, 
incluindo a catálise protéica ou a incorporação 
de aminas nas proteínas. É considerado o teste 
mais sensível e específico para DC. Anticorpo 
anti-endomísio, IGA. 
A presença de autoanticorpos contra a 
transglutaminase tecidual (+TG) é encontrada em 
pacientes, sendo estes IgA utilizados no 
diagnóstico. 
Mesmo havendo presença de anticorpos, a 
doença celíaca não é auto imune. Por que a 
presença desses autoanticorpos? A celula T que 
foi ativada pela cel. dendritica, ela vai ativar 
linfócitos B (se ali existir) que vai justamente 
reconhecer peptideos especificos para gliadina, 
isso significa que esses linficitos B vao ter 
Imunoglobulinas capazes de se ligar ao gluten e 
esse gluten pode estar preso a trasglutaminase. 
Entao na hora que ele endocita isso tudo, após a 
apresentação pros TCD4 e esse TCD4 agora pode 
ajudar linfocitos B para mudando de isotipo para 
IgA e assim, ter anticorpos contra enzimas 
transglutaminase. 
 
 
Pela presença de linfócitos B capazes de reconhecer a 
gliadina e enzimas e sendo ativados, dessa forma se 
tenta entender a presença desses auto anticorpos 
mesmo a doença celiaca não sendo auto imune.

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