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Questões resolvidas

Quando da criação em França da primeira Comissão dos Monumentos Históricos, em 1837, as três grandes categorias de monumentos históricos eram constituídas pelos vestígios da Antiguidade, pelos edifícios religiosos da Idade Média e por alguns castelos. No final da Segunda Guerra Mundial, o número de bens inventariados tinha sido multiplicado por dez, mas sua natureza não tinha mudado quase nada.
O conceito de patrimônio subjacente ao trecho acima referia-se sobretudo a:
a. Bens tangíveis e intangíveis.
b. Bens patrimoniais materiais e imateriais.
c. Bens coletivos e exemplares de cultura popular.
d. Bens arqueológicos, monumentos e obras de arquitetura de caráter excepcional.

A defesa do patrimônio histórico, artístico e cultural tem sido atribuição do Estado a partir de leis e órgãos específicos de onde emanam as decisões embasadas em conceitos próprios.
Sobre os conceitos relativos ao patrimônio podemos dizer que:
a. Do século XIX para cá sofreram alterações quanto à abrangência do que se considera contido no patrimônio.
b. A concepção de que é papel do Estado ser guardião do patrimônio não faz mais sentido hoje e por isso os conceitos sobre patrimônio não se sustentam.
c. Provém do século XIX, mantendo-se inalterados desde então.
d. Foram emprestados do Direito e por isso são inadequados.

A partir da década de 1980, ecoaram nos órgãos públicos de preservação no Brasil as concepções ampliadas do patrimônio que passaram a incluir as práticas culturais e o simbólico no conceito de bens culturais.
Com isso ampliou-se o conceito de bem patrimonial que passou a considerar a existência de bens:
a. De raiz.
b. Naturais e culturais.
c. Culturais tangíveis e intangíveis.
d. Patrimoniais tradicionais.

Algumas críticas em relação à divisão do patrimônio em conjunto de bens tangíveis ou de bens intangíveis consideram que, em certo sentido:
Escolha uma opção:
a. Os bens patrimoniais não necessitam ser classificados, devendo ser tomados em seu conjunto.
b. Essa divisão está ultrapassada.
c. Todo patrimônio tem algum componente imaterial, pois algo só passa a ser considerado patrimônio quando lhe são atribuídos sentidos e significados simbólicos.
d. Os bens móveis e os imóveis, ou seja, a maioria dos bens reconhecidos, não se encaixam nessa divisão.

“Bem edificado por uma comunidade de indivíduos para recordar ou fazer recordar a outras gerações fatos, pessoas, ritos e crenças, de forma a manter viva a sua herança cultural”.
Podemos considerar que a frase acima define:
a. Cultura.
b. Patrimônio histórico.
c. Patrimônio imaterial.
d. Monumento histórico.

A cultura constitui uma dimensão fundamental do processo de desenvolvimento e contribui para fortalecer a independência, a soberania e a identidade das nações.
O trecho foi retirado da Declaração do México resultante da Conferência Mundial sobre as políticas culturais (1985) e revela uma preocupação que atinge a área do patrimônio, qual seja:
a. A valorização do turismo cultural como fator de desenvolvimento econômico sustentável.
b. A preocupação com o bem-estar da humanidade em termos quantitativos.
c. A relação que estabelece entre desenvolvimento sustentável e manutenção da herança cultural como questão de sobrevivência dos grupos sociais na medida em que isso contribui para a manutenção da sua identidade e coesão.
d. A busca de um desenvolvimento econômico autêntico a partir da coesão social resultante das ações espirituais da humanidade.

A identidade nacional é uma das formas de pertencimento que teve seu apogeu nos séculos XIX e XX, que envolve a soberania de um governo sobre um território e que pressupõe a existência de mecanismo de incorporação e a construção de um sentimento de identidade para a população – o povo.
O processo de construção da identidade nacional ensejou uma série de iniciativas do Estado do século XIX em diante dentre os quais podemos citar a criação de:
a. Museus, monumentos e edifícios públicos.
b. Museus, arquivos e patrimônio histórico.
c. Monumentos, patrimônio histórico e turismo cultural.
d. Monumentos, patrimônio histórico e rede de transportes.

A partir da frase desse historiador, poderíamos afirmar com relação ao patrimônio histórico que:
As lutas de representações têm tanta importância como as lutas econômicas para compreender os mecanismos pelos quais um grupo se impõe, ou tenta impor, sua concepção do mundo social, os valores que são seus, e o seu domínio!
a. O patrimônio é definido estritamente pelas lutas de poder a partir das questões econômicas.
b. Os grupos sociais no poder procuram garantir a preservação da sua memória na seleção daquilo que vai ser considerado patrimônio histórico.
c. Este é formado por elementos simbólicos de forma democrática, sem disputa entre as memórias concorrentes.
d. As lutas econômicas não são relevantes na consideração das lutas simbólicas que ocorrem na definição do patrimônio.

A memória, onde cresce a história, que por sua vez a alimenta, procura salvar o passado para servir o presente e o futuro.
Na década de 1980, após a ditadura militar, a “redemocratização” coloca em destaque o exercício da cidadania. Com isso:
a. O serviço do patrimônio histórico foi relegado ao esquecimento.
b. Os órgãos de defesa do patrimônio deixaram de ter razão de ser.
c. Foram criados órgãos estaduais e municipais para substituir o órgão nacional.
d. A luta política dos movimentos sociais em prol da defesa de seus direitos incluiu a defesa do “direito à memória” e às suas representações patrimoniais.

A criação do Sphan na década de 1930, portanto, não foi um ato isolado nem deslocado, mas uma peça importante no conjunto de atos políticos implementados pelo projeto ideológico de construção simbólica da nação.
Faziam parte da ideologia nacionalista do Estado Novo, período no qual o SPHAN foi criado:
a. Cultura histórica, concepção de que o Estado constrói a Nação e valorização do patrimônio nacional como fonte do imaginário da nação.
b. Valorização da tradição em oposição ao modernismo.
c. O afastamento dos intelectuais de tradição moderna na criação do órgão de preservação para não comprometer seus objetivos.
d. A valorização da pluralidade e da diversidade das manifestações culturais em detrimento das tradições nacionais.

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Questões resolvidas

Quando da criação em França da primeira Comissão dos Monumentos Históricos, em 1837, as três grandes categorias de monumentos históricos eram constituídas pelos vestígios da Antiguidade, pelos edifícios religiosos da Idade Média e por alguns castelos. No final da Segunda Guerra Mundial, o número de bens inventariados tinha sido multiplicado por dez, mas sua natureza não tinha mudado quase nada.
O conceito de patrimônio subjacente ao trecho acima referia-se sobretudo a:
a. Bens tangíveis e intangíveis.
b. Bens patrimoniais materiais e imateriais.
c. Bens coletivos e exemplares de cultura popular.
d. Bens arqueológicos, monumentos e obras de arquitetura de caráter excepcional.

A defesa do patrimônio histórico, artístico e cultural tem sido atribuição do Estado a partir de leis e órgãos específicos de onde emanam as decisões embasadas em conceitos próprios.
Sobre os conceitos relativos ao patrimônio podemos dizer que:
a. Do século XIX para cá sofreram alterações quanto à abrangência do que se considera contido no patrimônio.
b. A concepção de que é papel do Estado ser guardião do patrimônio não faz mais sentido hoje e por isso os conceitos sobre patrimônio não se sustentam.
c. Provém do século XIX, mantendo-se inalterados desde então.
d. Foram emprestados do Direito e por isso são inadequados.

A partir da década de 1980, ecoaram nos órgãos públicos de preservação no Brasil as concepções ampliadas do patrimônio que passaram a incluir as práticas culturais e o simbólico no conceito de bens culturais.
Com isso ampliou-se o conceito de bem patrimonial que passou a considerar a existência de bens:
a. De raiz.
b. Naturais e culturais.
c. Culturais tangíveis e intangíveis.
d. Patrimoniais tradicionais.

Algumas críticas em relação à divisão do patrimônio em conjunto de bens tangíveis ou de bens intangíveis consideram que, em certo sentido:
Escolha uma opção:
a. Os bens patrimoniais não necessitam ser classificados, devendo ser tomados em seu conjunto.
b. Essa divisão está ultrapassada.
c. Todo patrimônio tem algum componente imaterial, pois algo só passa a ser considerado patrimônio quando lhe são atribuídos sentidos e significados simbólicos.
d. Os bens móveis e os imóveis, ou seja, a maioria dos bens reconhecidos, não se encaixam nessa divisão.

“Bem edificado por uma comunidade de indivíduos para recordar ou fazer recordar a outras gerações fatos, pessoas, ritos e crenças, de forma a manter viva a sua herança cultural”.
Podemos considerar que a frase acima define:
a. Cultura.
b. Patrimônio histórico.
c. Patrimônio imaterial.
d. Monumento histórico.

A cultura constitui uma dimensão fundamental do processo de desenvolvimento e contribui para fortalecer a independência, a soberania e a identidade das nações.
O trecho foi retirado da Declaração do México resultante da Conferência Mundial sobre as políticas culturais (1985) e revela uma preocupação que atinge a área do patrimônio, qual seja:
a. A valorização do turismo cultural como fator de desenvolvimento econômico sustentável.
b. A preocupação com o bem-estar da humanidade em termos quantitativos.
c. A relação que estabelece entre desenvolvimento sustentável e manutenção da herança cultural como questão de sobrevivência dos grupos sociais na medida em que isso contribui para a manutenção da sua identidade e coesão.
d. A busca de um desenvolvimento econômico autêntico a partir da coesão social resultante das ações espirituais da humanidade.

A identidade nacional é uma das formas de pertencimento que teve seu apogeu nos séculos XIX e XX, que envolve a soberania de um governo sobre um território e que pressupõe a existência de mecanismo de incorporação e a construção de um sentimento de identidade para a população – o povo.
O processo de construção da identidade nacional ensejou uma série de iniciativas do Estado do século XIX em diante dentre os quais podemos citar a criação de:
a. Museus, monumentos e edifícios públicos.
b. Museus, arquivos e patrimônio histórico.
c. Monumentos, patrimônio histórico e turismo cultural.
d. Monumentos, patrimônio histórico e rede de transportes.

A partir da frase desse historiador, poderíamos afirmar com relação ao patrimônio histórico que:
As lutas de representações têm tanta importância como as lutas econômicas para compreender os mecanismos pelos quais um grupo se impõe, ou tenta impor, sua concepção do mundo social, os valores que são seus, e o seu domínio!
a. O patrimônio é definido estritamente pelas lutas de poder a partir das questões econômicas.
b. Os grupos sociais no poder procuram garantir a preservação da sua memória na seleção daquilo que vai ser considerado patrimônio histórico.
c. Este é formado por elementos simbólicos de forma democrática, sem disputa entre as memórias concorrentes.
d. As lutas econômicas não são relevantes na consideração das lutas simbólicas que ocorrem na definição do patrimônio.

A memória, onde cresce a história, que por sua vez a alimenta, procura salvar o passado para servir o presente e o futuro.
Na década de 1980, após a ditadura militar, a “redemocratização” coloca em destaque o exercício da cidadania. Com isso:
a. O serviço do patrimônio histórico foi relegado ao esquecimento.
b. Os órgãos de defesa do patrimônio deixaram de ter razão de ser.
c. Foram criados órgãos estaduais e municipais para substituir o órgão nacional.
d. A luta política dos movimentos sociais em prol da defesa de seus direitos incluiu a defesa do “direito à memória” e às suas representações patrimoniais.

A criação do Sphan na década de 1930, portanto, não foi um ato isolado nem deslocado, mas uma peça importante no conjunto de atos políticos implementados pelo projeto ideológico de construção simbólica da nação.
Faziam parte da ideologia nacionalista do Estado Novo, período no qual o SPHAN foi criado:
a. Cultura histórica, concepção de que o Estado constrói a Nação e valorização do patrimônio nacional como fonte do imaginário da nação.
b. Valorização da tradição em oposição ao modernismo.
c. O afastamento dos intelectuais de tradição moderna na criação do órgão de preservação para não comprometer seus objetivos.
d. A valorização da pluralidade e da diversidade das manifestações culturais em detrimento das tradições nacionais.

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Estudos Disciplinares XII
Parte superior do formulário
Questão 1
 “Quando da criação em França da primeira Comissão dos Monumentos Históricos, em 1837, as três grandes categorias de monumentos históricos eram constituídas pelos vestígios da Antiguidade, pelos edifícios religiosos da Idade Média e por alguns castelos. No final da Segunda Guerra Mundial, o número de bens inventariados tinha sido multiplicado por dez, mas sua natureza não tinha mudado quase nada”. (CHOAY, Françoise – A alegoria do patrimônio. Lisboa, Edições 70, 2000, p. 16).
O conceito de patrimônio subjacente ao trecho acima referia-se sobretudo a:
Escolha uma opção:
a. Bens coletivos e exemplares de cultura popular.
b. Bens patrimoniais materiais e imateriais.
c. Bens tangíveis e intangíveis.
d. Bens arqueológicos, monumentos e obras de arquitetura de caráter excepcional.
Questão 2
A defesa do patrimônio histórico, artístico e cultural tem sido atribuição do Estado a partir de leis e órgãos específicos de onde emanam as decisões embasadas em conceitos próprios. Sobre os conceitos relativos ao patrimônio podemos dizer que:
Escolha uma opção:
a. Provém do século XIX, mantendo-se inalterados desde então.
b. Foram emprestados do Direito e por isso são inadequados.
c. Do século XIX para cá sofreram alterações quanto à abrangência do que se considera contido no patrimônio.
d. A concepção de que é papel do Estado ser guardião do patrimônio não faz mais sentido hoje e por isso os conceitos sobre patrimônio não se sustentam.
Questão 3
A partir da década de 1980, ecoaram nos órgãos públicos de preservação no Brasil as concepções ampliadas do patrimônio que passaram a incluir as práticas culturais e o simbólico no conceito de bens culturais. Com isso ampliou-se o conceito de bem patrimonial que passou a considerar a existência de bens:
Escolha uma opção:
a. Naturais e culturais.
b. Patrimoniais tradicionais.
c. Culturais tangíveis e intangíveis.
d. De raiz.
Questão 4
Algumas críticas em relação à divisão do patrimônio em conjunto de bens tangíveis ou de bens intangíveis consideram que, em certo sentido:
Escolha uma opção:
a. Essa divisão está ultrapassada.
b. Os bens móveis e os imóveis, ou seja, a maioria dos bens reconhecidos, não se encaixam nessa divisão.
c. Os bens patrimoniais não necessitam ser classificados, devendo ser tomados em seu conjunto.
d. Todo patrimônio tem algum componente imaterial, pois algo só passa a ser considerado patrimônio quando lhe são atribuídos sentidos e significados simbólicos.
Questão 5
 “Bem edificado por uma comunidade de indivíduos para recordar ou fazer recordar a outras gerações fatos, pessoas, ritos e crenças, de forma a manter viva a sua herança cultural”. Podemos considerar que a frase acima define:
Escolha uma opção:
a. Monumento histórico.
b. Patrimônio imaterial.
c. Cultura.
d. Patrimônio histórico.
 
Questão 6
 “A cultura constitui uma dimensão fundamental do processo de desenvolvimento e contribui para fortalecer a independência, a soberania e a identidade das nações. O crescimento tem sido concebido frequentemente em termos quantitativos, sem levar em conta a sua necessária dimensão qualitativa, ou seja, a satisfação das aspirações espirituais e culturais do homem. O desenvolvimento autêntico persegue o bem-estar e a satisfação constantes de cada um e de todos.” (CURY, Isabelle. Cartas patrimoniais. Rio de Janeiro, IPHAN, 2000, 2. ed., p. 273).
O trecho foi retirado da Declaração do México resultante da Conferência Mundial sobre as políticas culturais (1985) e revela uma preocupação que atinge a área do patrimônio, qual seja:
Escolha uma opção:
a. A valorização do turismo cultural como fator de desenvolvimento econômico sustentável.
b. A busca de um desenvolvimento econômico autêntico a partir da coesão social resultante das ações espirituais da humanidade.
c. A relação que estabelece entre desenvolvimento sustentável e manutenção da herança cultural como questão de sobrevivência dos grupos sociais na medida em que isso contribui para a manutenção da sua identidade e coesão.
d. A preocupação com o bem-estar da humanidade em termos quantitativos.
Questão 7
 “A identidade nacional é uma das formas de pertencimento que teve seu apogeu nos séculos XIX e XX, que envolve a soberania de um governo sobre um território e que pressupõe a existência de mecanismo de incorporação e a construção de um sentimento de identidade para a população – o povo”. (OLIVEIRA, Lúcia Lippi – Cultura é patrimônio. Um guia. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2008, p. 9-10).
O processo de construção da identidade nacional ensejou uma série de iniciativas do Estado do século XIX em diante dentre os quais podemos citar a criação de:
Escolha uma opção:
a. Museus, monumentos e edifícios públicos.
b. Monumentos, patrimônio histórico e rede de transportes.
c. Monumentos, patrimônio histórico e turismo cultural.
d. Museus, arquivos e patrimônio histórico.
Questão 8
“As lutas de representações têm tanta importância como as lutas econômicas para compreender os mecanismos pelos quais um grupo se impõe, ou tenta impor, sua concepção do mundo social, os valores que são seus, e o seu domínio! (CHARTIER, Roger – A história cultural: entre práticas e representações. Lisboa: DIFEL, 1990, p. 17).
A partir da frase desse historiador, poderíamos afirmar com relação ao patrimônio histórico que:
Escolha uma opção:
a. Este é formado por elementos simbólicos de forma democrática, sem disputa entre as memórias concorrentes.
b. Os grupos sociais no poder procuram garantir a preservação da sua memória na seleção daquilo que vai ser considerado patrimônio histórico.
c. As lutas econômicas não são relevantes na consideração das lutas simbólicas que ocorrem na definição do patrimônio.
d. O patrimônio é definido estritamente pelas lutas de poder a partir das questões econômicas.
Questão 9
“A memória, onde cresce a história, que por sua vez a alimenta, procura salvar o passado para servir o presente e o futuro. Devemos trabalhar de forma a que a memória coletiva sirva para a libertação e não para a servidão dos homens.” (LE GOFF, Jacques. História e memória. Campinas, SP: Editora da UNICAMP, 1990. p. 477)
Na década de 1980, após a ditadura militar, a “redemocratização” coloca em destaque o exercício da cidadania. Com isso:
Escolha uma opção:
a. Foram criados órgãos estaduais e municipais para substituir o órgão nacional.
b. A luta política dos movimentos sociais em prol da defesa de seus direitos incluiu a defesa do “direito à memória” e às suas representações patrimoniais.
c. Os órgãos de defesa do patrimônio deixaram de ter razão de ser.
d. O serviço do patrimônio histórico foi relegado ao esquecimento.
Questão 10
"A criação do Sphan na década de 1930, portanto, não foi um ato isolado nem deslocado, mas uma peça importante no conjunto de atos políticos implementados pelo projeto ideológico de construção simbólica da nação.” (PEREIRA, Júlia Wagner. O tombamento: de instrumento a processo na construção de uma ideia de nação”. IN CHUVA, M.; NOGUEIRA, A. G. (orgs). Patrimônio Cultural. Políticas e perspectivas de preservação no Brasil. Rio de Janeiro: Mauad X: FAPERJ, 2012, p. 162).
Faziam parte da ideologia nacionalista do Estado Novo, período no qual o SPHAN foi criado:
Escolha uma opção:
a. Cultura histórica, concepção de que o Estado constrói a Nação e valorização do patrimônio nacional como fonte do imaginário da nação.
b. A valorização da pluralidade e da diversidade das manifestações culturais em detrimento das tradições nacionais.
c. O afastamento dos intelectuais de tradição moderna na criação do órgão de preservação para não comprometer seus objetivos.
d. Valorização da tradição em oposição ao modernismo.
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