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APS Saúde do Adulto
Adriana Silva Cruz- RA 7656634
SÃO PAULO - SP
2022
Trabalho realizado para a obtenção da nota
parcial na disciplina de Saúde do Adulto
Turma: 031202A01- Enfermagem - Noturno
Orientado pela Professora Gisele Hirano
ATIVIDADE 1
ES: IS, sexo feminino, 70 anos. Refere taquidispneia, oligúria e edema de face há 20 dias com piora hoje; sendo feito um primeiro diagnóstico de ITU e orientada quanto ao tratamento medicamentoso, sem sucesso. Evoluiu com aumento das escórias nitrogenada, picos hipertensivos e dispneia, sendo necessário internação e tratamento dialítico. Realizado ECO que evidenciou dupla lesão mitral e aórtica, regurgitação tricúspide e aumento de AE, sendo indicado cirurgia cardíaca. AP: Aposentada, natural de Teófilo Otoni – MG. Sedentária. Evangélica. Calma. Alegre. Analfabeta. Mora em casa alugada, com três cômodos e com saneamento básico. Sem déficit aparente. Cardiopata de longa data, já submetida a plastia de valva mitral há 20 anos. Nos últimos dias vinha apresentando dificuldade para dormir, deambular, de higiene e alimentação devido a dispneia. EF: Pós operatório imediato de troca de valvas mitral e aórtica (próteses mecânicas) e plastia tricúspide, com FC arrítmica. Emagrecida. Sob efeito anestésico. Anictérica. Cianótica. Hipotérmica. Mucosas hipocoradas +3/+4. Halitose. SNG aberta com baixo débito. Intubada. Dreno de tórax D + mediastino. Ferida operatória esternal com curativo limpo e seco. MV diminuídos em bases, com crepitações bibasais. Ventilação mecânica controlada. FR: 15 irpm, Pressão expiratória final positiva (PEEP):5, FiO 2:100%, Sat. O:88%. Secreção traqueal fluida em grande quantidade. BNF e arrítmicas. Pulso filiforme. Hipotensa (60x 40mmHg). Abdome flácido. RHA +. SVD + oligúria. Evacuação ausente há 2 dias. Perfusão periférica diminuída. Acesso vascular periférico em MSD. Sem sinais flogísticos. Hiperemia sacral. EXAMES: RX tórax – imagens infiltrativas bilaterais. Uréia: 50, Creatinina: 3 mg/dl, Hemoglobina: 7,9 g/dl, Plaquetas.: 100.000, Leucocitos: 24.000.
 
 
Questões
1. Considerando a necessidade de intervenção cirúrgica, qual a terminologia empregada para classificar o período peri-operatório? 
R: Pré operatório, transoperatório e pós operatório.
2. Em quais momentos é empregado o check-list de cirurgia segura? 
R: O check-list é empregado antes da indução anestésica, antes da incisão cirúrgica e antes que o paciente deixe a sala de cirurgia.
3. Cite o posicionamento cirúrgico que foi empregado nesse ato operatório? 
R: O posicionamento cirúrgico empregado foi a decúbito dorsal horizontal.
4. Refira proeminências ósseas que merecem atenção redobrada por conta do posicionamento. 
R: As proeminências são a cabeça, lombar, cotovelos, poplíteas e calcâneo.
4. Quais cuidados de enfermagem são indispensáveis em relação ao decúbito do paciente? 
R: Os cuidados de enfermagem indispensáveis são proteger as proeminências ósseas e com a utilização de coxins, manter a cabeça lateralizada com o pescoço estendido , fazendo com que facilite a respiração e previna a aspiração nos casos de vômito, e também observar o estado de consciência, colocar o apoio de braço o mais anatômico possível, e realizar monitorização de últimos parâmetros.
6. O tempo cirúrgico descreve a sequência de procedimentos utilizados na manipulação dos tecidos e vísceras durante o ato operatório. Cite-os e descreva sucintamente as ações empregadas em cada estágio. 
R: 
Primeiro Tempo Cirúrgico: Diérese: é o rompimento da continuidade do tecido que pode ser mecânica, (bisturi de lâmina fria) ou física (bisturi elétrico). 
Segundo Tempo Cirúrgico Hemostasia: o processo em que impede ou se previne o sangramento, pode ser feito simultâneo ou individualmente por meio de pinçamento e ligadura de vasos, eletrocoagulação ou compressão.
Terceiro Tempo Cirúrgico: Exérese é a realização do tratamento cirúrgico. 
 
Quarto tempo Cirúrgico: Síntese é o procedimento utilizado para aproximar as bordas de uma ferida com a finalidade de estabelecer a continuidade dos tecidos e facilitar as fases do processo de cicatrização.
7. Todo procedimento é classificado de acordo com o potencial de contaminação da incisão cirúrgica. Essa deve ser empregada no final do ato cirúrgico. Quais são as possíveis classificações?
R: 
– Cirurgia limpa: realizada s em tecidos estéreis ou passiveis de descontaminação, 
na ausência de processo infeccioso local. 
– Cirurgia potencialmente contaminada: realizada em tecidos colonizados por flora 
microbiana, pouco numerosa ou difíceis descontaminação na ausência de 
processo s infeccioso local. 
– Cirurgia contaminada: são as cirurgias realizadas em tecidos colonizados por flora 
microbiana, abundante de difíceis descontaminação. 
– Cirurgia infectada: são realizadas em quaisquer tecidos, na presença de processos infecciosos no local.
 
8. Ao admitir o paciente na SRPA é responsabilidade do enfermeiro checar quais informações para embasar sua assistência? 
R: 
– Conferir a identificação do paciente; 
– Fazer exame físico;
– Monitorar frequência cardíaca (FC), PA, saturação, oxigênio, temperatura; nível de consciência e dor; 
– Promover conforto e aquecimento; 
– Verificar condições de curativo (sangramentos), fixação de sondas e drenos; 
– Anotar débitos de drenos e sondas; 
– Fazer balanço hídrico (caso necessário);
– Observar se paciente está com náusea ou vômito e comunicar anestesiologista; 
– Administrar analgésicos, antieméticos e antibióticos conforme prescrição médica; 
– Manter infusões venosas e atentar para infiltrações e irritações cutâneas; 
– Minimizar fatores de estresse; 
– Orientar paciente sobre o término da cirurgia, garantir sua privacidade e zelar por sua segurança; 
– Providenciar ao destino os pacientes de alta médica 
9. Cite o nome escala empregada para dar alta da SRPA, seus indicadores e a nota mínima para alta.
R: É utilizada a escala de aldrete e kroulik e seus indicadores são: atividade muscular, 
padrão respiratório eficaz, circulação, nível de consciência e satura ção. Sua nota 
mínima é de 8 para obter alta.
Referências Bibliográficas
https://simpatio.com.br/tempos-cirurgicos/
http://www.hospvirt.org.br/enfermagem/port/cirur.htm
https://www.souenfermagem.com.br/estudos/sala-de-recuperacao-pos-anestesica-srpa
https://enfermagemilustrada.com/sala-de-recuperacao-pos-anestesica-srpa
https://enfermagemonline.com/cuidados-de-enfermagem-no-pos-operatorio

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