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Fichamento 1 - Livro Intervenção Psicopedagógica no espaço da clínica

Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

Qual é a importância da observação na intervenção psicopedagógica?

a) Identificar dificuldades de aprendizado, avaliar o desenvolvimento e adaptar estratégias de ensino.
b) Diagnosticar desafios de forma imprecisa e adaptar estratégias de ensino.
c) Avaliar o desenvolvimento cognitivo, emocional e social das crianças.

Em resumo, qual é a importância da observação na intervenção psicopedagógica?

a) Monitoramento do progresso, compreensão das preferências, estabelecimento de vínculo e apoio à família.
b) A observação não é importante na intervenção psicopedagógica.
c) A observação é importante apenas para compreender as preferências de aprendizado da criança.

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Questões resolvidas

Qual é a importância da observação na intervenção psicopedagógica?

a) Identificar dificuldades de aprendizado, avaliar o desenvolvimento e adaptar estratégias de ensino.
b) Diagnosticar desafios de forma imprecisa e adaptar estratégias de ensino.
c) Avaliar o desenvolvimento cognitivo, emocional e social das crianças.

Em resumo, qual é a importância da observação na intervenção psicopedagógica?

a) Monitoramento do progresso, compreensão das preferências, estabelecimento de vínculo e apoio à família.
b) A observação não é importante na intervenção psicopedagógica.
c) A observação é importante apenas para compreender as preferências de aprendizado da criança.

Prévia do material em texto

Nome Completo: Giovanna de Souza Santos
	RGM: 23271299
	Instituição: Universidade Cruzeiro do Sul - EAD
	Data: 20/11/2023
	Curso: Graduação em Psicopedagogia
	Disciplina: Estágio Curricular Supervisionado em Psicopedagogia Clínica
INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA NO ESPAÇO DA CLÍNICA.
A obra "Intervenção Psicopedagógica no Espaço da Clínica" surgiu de um grupo de alunas visando a necessidade do curso de pós-graduação em Psicopedagogia desenvolvido pela Uninter. Na obra, são apresentados cinco recursos de intervenção psicopedagógica, sendo eles: A caixa de trabalho; A caixa de areia e as miniaturas como recurso de intervenção psicopedagógica; Projeto de aprender; O material disparador e a Atenção psicopedagógica por meio do jogo e da brincadeira. Sendo todas essas formas de intervir de modo objetivo a aprender foram inspiradas pela Epistemologia Convergente tendo como criador e divulgador o próprio Jorge Visca, argentino que ministrava aulas no Brasil na década de 1970.
O professor Jorge Visca cria um modo de intervir de forma mais objetiva no processo de aprender chamado de Epistemologia Convergente vindo de três vertentes de compreensão da ação humana: Psicanálise, psicologia genética e psicologia social. Sendo o ponto inicial a cognição, desejo, vinculação afetiva com as situações de aprendizagem e funcionamento decorrente da articulação entre as dimensões envolvidas no ato de aprender são abordadas pelos cinco recursos psicopedagógicos anteriormente apresentados.
Segue endereço eletrônico da aula com o professor Jorge Visca falando da Epistemologia Convergente:
Vicente Neuro. Aula gravada com Jorge Visca - apresentando a teoria da Epistemologia Convergente. You Tube. Disponível em: https://youtu.be/DCsOa1luepc?si=27AQEKod36VcZCVp. Acesso em: 18 set. 2023.
Para Jorge Visca, apresentando a teoria da Epistemologia Convergente, o aprendiz busca acompanhamento psicopedagógico no espaço da clínica, iniciando o processo com o psicopedagogo possibilitando a realização de elaborações simbólicas e sínteses importantes por meios dos recursos de intervenção psicopedagógicas com caráter objetivo e subjetivo sendo elas:
EOCA: Entrevista operativa centrada na aprendizagem.
Testes: Testes aperfeiçoando o primeiro sistema de hipóteses.
Anamneses: Verificação e abordagem da história do sujeito com linhas de observação, linhas diretrizes que de alguma maneira irão confirmar ou não as hipóteses formuladas até levar a devolutiva com a orientação e direcionamento do estudo realizado com base na necessidade do indivíduo e suas queixas.
Como Visca (2000, p. 103), afirmou, a personalidade, nessas formas de intervenção psicopedagógica, é entendida como unidade funcional e não estrutura. Nesse sentido acreditamos que as pessoas podem evoluir na interação com as situações de aprendizagem e não são constituídas de forma determinista pelas ocorrências que enfrentam em suas vidas.
A abordagem da Epistemologia Convergente enfatiza a importância da escuta aberta e acolhedora na atenção psicopedagógica, permitindo que o aprendiz compartilhe suas experiências e emoções para uma ressignificação positiva de sua percepção e desenvolvimento.
Visca (2000) escreveu também sobre a proposição do conflito que se diferencia da vivência do conflito pelo fato de que a intervenção é que propõem o conflito. Ele era mestre nesse tipo de intervenção e sempre nos surpreendia com intervenções assim, quando lhe pedíamos autorização para algo: "Quem pode te impedir", "Como você desejar", "Como queira", e outras que deixam a solução do problema para o sujeito.
Através do olhar do profissional psicopedagogo é possível auxiliar o aprendiz a buscar aprender por ele mesmo, como uma forma de fortalecer a sua confiança em si mesmo e no outro, sendo assim um construtor e transformador de conhecimento, aprendendo com o outro. Na sequência serão detalhadas as formas de atenção psicopedagógicas propostas pelas autoras do livro.
Caixa de Trabalho:
A caixa de trabalho ou caixa lúdica é uma ferramenta utilizada na psicopedagogia para auxiliar no processo de avaliação e intervenção com crianças. Sua função é proporcionar um ambiente seguro e lúdico no qual a criança pode expressar seus pensamentos, sentimentos e dificuldades de forma não verbal.
Na caixa lúdica, geralmente há uma variedade de materiais, como brinquedos, jogos, miniaturas e outros objetos. A criança é convidada a escolher e interagir com esses materiais de acordo com sua vontade e criatividade. Enquanto a criança brinca, o psicopedagogo observa seu comportamento, suas escolhas e a maneira como ela lida com os objetos, o que pode fornecer insights importantes sobre suas necessidades e dificuldades de aprendizado.
Em resumo, a caixa de trabalho ou caixa lúdica é uma ferramenta que permite à criança expressar-se de forma não verbal, facilitando a compreensão de seus processos cognitivos, emocionais e de aprendizado, o que ajuda o psicopedagogo a desenvolver estratégias de intervenção adequadas.
A caixa de trabalho em psicopedagogia desempenha um papel crucial na definição de limites físicos, objetivos e subjetivos ou seja o enquadramento. Ela é fundamental para manter a consistência no tempo, frequência, interrupções acordadas e a duração das sessões. Além disso, ajuda a estabelecer um ambiente seguro e previsível, tanto para o cliente quanto para o psicopedagogo, promovendo uma abordagem eficaz e organizada.
O enquadramento trabalha diretamente com o vínculo. Para Enrique Pichon-Rivière (2000, p. 193), vínculo pode ser conceituado como "uma estrutura complexa, que inclui um sujeito, um objeto, sua mútua interrelação com processos de comunicação e aprendizagem". Uma “estrutura complexa, que inclui um sujeito, um objeto, sua mútua interrelação com processos de comunicação e aprendizagem” (Tradução da organizadora). É notável como esse capítulo foi elaborado de maneira a oferecer aos estudantes de psicopedagogia uma introdução valiosa à intervenção psicopedagógica, usando a abordagem da caixa de trabalho concebida por Jorge Visca. A inclusão de conceitos e exemplos de casos de atendimento, juntamente com a vivência da autora, proporciona uma compreensão mais rica e prática desse importante aspecto da psicopedagogia. Essa abordagem é fundamental para a formação dos futuros profissionais nessa área.
Projeto de Trabalho - Projeto Aprender
O desejo de uma criança se manifesta no seu brincar. O brincar acontece naturalmente. Ele tem um fim em si mesmo. É o brincar que a criança e mesmo o adulto, são capazes de viver as suas criações de maneira plena. Na maioria das vezes a criança tem dificuldades em não brincar [...] O brincar é fundante para o sujeito. No brincar a criança dialoga consigo mesma e com o mundo. [...] é uma linguagem, das mais sérias de que a criança faz uso [...]. (Heikel, 2000, p. 60)
O projeto de aprender por Laura Monte Serrat Barbosa, nasceu da prática psicopedagógica a partir do recurso de intervenção denominado projeto de trabalho em 1998. 
Essa iniciativa pode incluir estratégias, métodos e recursos específicos que Laura Monte Serrat Barbosa desenvolveu ao longo de sua prática psicopedagógica, adaptando a abordagem do projeto de trabalho às necessidades de seus clientes ou alunos. É uma maneira de aplicar os conceitos teóricos em um contexto prático e personalizado.
O projeto de trabalho, conforme descrito, é uma abordagem educativa que envolve a abordagem de um tema ou problema específico. É uma estratégia pedagógica que visa engajar os aprendizes em uma jornada de aprendizado ativa e prática. Aqui estão alguns aspectos importantes do projeto de trabalho:
Tema ou Problema: O projeto começa com a escolha de um tema ou problema significativo e relevante para os aprendizes. Esse tema ou problema serve como ponto de partida e foco central do projeto.
Integração de Conhecimentos: No decorrer do projeto, os aprendizes são incentivados a explorar e aplicar uma variedade de conhecimentos interdisciplinares. Isso significa que o projeto pode abranger conceitos de diferentes disciplinas,promovendo uma visão mais holística do assunto em questão.
Mapa Referencial: O desenvolvimento de um "mapa referencial" é uma etapa fundamental. Esse mapa é uma espécie de plano que define os objetivos do projeto, os recursos necessários, as atividades a serem realizadas e as metas a serem alcançadas. Ele fornece uma direção clara para o projeto.
Aprendizado Ativo: O projeto de trabalho enfatiza a participação ativa dos aprendizes. Eles são envolvidos na pesquisa, na resolução de problemas e na execução de tarefas práticas relacionadas ao tema ou problema do projeto.
Autonomia e Colaboração: Os aprendizes são encorajados a assumir maior responsabilidade por seu próprio aprendizado. Isso pode incluir a tomada de decisões sobre o desenvolvimento do projeto e a colaboração com colegas e professores.
Resultados Tangíveis: Um projeto de trabalho muitas vezes resulta em produtos ou realizações tangíveis, como apresentações, relatórios, protótipos ou soluções para problemas reais.
Avaliação: A avaliação no projeto de trabalho tende a ser mais formativa do que somativa. Isso significa que o foco está no processo de aprendizado e no desenvolvimento das habilidades dos alunos ao longo do projeto, em vez de apenas nas notas finais.
Material Disparador
O termo "material disparador" na explicação de Vera Regina Passos Bosse está relacionado ao contexto da psicopedagogia e ao uso de materiais ou recursos que estimulam a aprendizagem e a reflexão durante o processo de intervenção psicopedagógica, sendo que o mesmo nasceu da necessidade de ter materiais mais acessíveis devido a dificuldade da mesma na época. Vera Regina Passos Bosse é uma renomada psicopedagoga brasileira, conhecida por suas contribuições na área.
Em sua abordagem, o "material disparador" é utilizado como um instrumento ou recurso que desencadeia a investigação e a aprendizagem. Esse material é especialmente projetado para ser provocativo e desafiador, incentivando os alunos a explorarem conceitos, pensarem criticamente e resolverem problemas.
O material disparador pode assumir diversas formas, como textos, imagens, histórias, jogos, casos de estudo, objetos concretos, vídeos ou qualquer outro recurso que seja relevante para o tema de aprendizagem, recursos comumente utilizados, utilizando também o material escolar do sujeito, visando a abordagem dos adolescentes. A ideia por trás desse conceito é que o material sirva como um ponto de partida para discussões e atividades que promovam a construção do conhecimento pelos alunos e os processos cognitivos e afetivos que cada indivíduo utiliza para se apropriar sendo o interesse do psicopedagogo.
Em resumo, na abordagem de Vera Regina Passos Bosse, o material disparador é uma ferramenta pedagógica fundamental que tem o propósito de engajar os alunos, despertar seu interesse e estimular o pensamento crítico, criativo e reflexivo, facilitando assim o processo de aprendizagem e intervenção psicopedagógica.
Atenção Psicopedagógica por meio do jogo e da brincadeira.
Trata-se de um recurso utilizado nas intervenções psicopedagógicas de caráter objetivo, utilizam-se os jogos e as brincadeiras como elementos de ação, tendo maiores possibilidades para o aprendiz e corrigindo as construções do mesmo na aprendizagem.
Utilizar jogos e brincadeiras como recurso de intervenção psicopedagógica é uma abordagem eficaz para ajudar no desenvolvimento cognitivo, emocional e social das crianças. Vou explicar de forma mais definida como isso funciona:
Engajamento e Motivação: Jogos e brincadeiras são naturalmente atraentes para as crianças, tornando o processo de aprendizado mais motivador e envolvente. Quando as crianças estão envolvidas em atividades lúdicas, elas tendem a estarem mais dispostas a aprender.
Desenvolvimento de Habilidades: Jogos e brincadeiras podem ser projetados de forma a desenvolver habilidades específicas, como raciocínio lógico, coordenação motora, habilidades matemáticas, linguagem e resolução de problemas. Isso pode ser feito de maneira gradual e adaptada ao nível de desenvolvimento de cada criança.
Comunicação e Interação Social: Jogar jogos em grupo ou brincar com outras crianças ajuda no desenvolvimento das habilidades sociais, como a comunicação, cooperação, compartilhamento e respeito pelas regras. Essas habilidades são fundamentais para o sucesso na escola e na vida em sociedade.
Aprendizado Divertido: Quando as crianças se divertem enquanto aprendem, a informação é mais facilmente absorvida e retida. Os jogos podem ser adaptados para ensinar conceitos acadêmicos, como matemática e leitura, de maneira mais lúdica e menos intimidante.
Avaliação e Observação: Durante as atividades de jogo, os psicopedagogos podem observar o comportamento, as interações sociais e as estratégias de resolução de problemas das crianças. Isso fornece insights valiosos sobre suas necessidades e áreas de desenvolvimento que precisam ser trabalhadas.
Autoestima e Confiança: O sucesso em jogos e brincadeiras pode aumentar a autoestima e a confiança das crianças, incentivando um mindset positivo em relação ao aprendizado e desafios futuros.
Em resumo, jogos e brincadeiras são ferramentas versáteis na intervenção psicopedagógica. Eles tornam o processo de aprendizado mais agradável, promovem o desenvolvimento de habilidades cruciais e permitem que os psicopedagogos observem e orientem as crianças de maneira eficaz. Através dessa abordagem, as crianças podem superar dificuldades acadêmicas e emocionais de forma mais eficaz.
O desejo de uma criança se manifesta no seu brincar. O brincar acontece naturalmente. Ele tem um fim em si mesmo. É o brincar que a criança e mesmo o adulto, são capazes de viver as suas criações de maneira plena. Na maioria das vezes a criança tem dificuldades em não brincar [...] O brincar é fundante para o sujeito. No brincar a criança dialoga consigo mesma e com o mundo. [...] é uma linguagem, das mais sérias de que a criança faz uso [...]. (Heikel, 2000, p. 60)
A Observação na Intervenção Psicopedagógica
A observação desempenha um papel fundamental no processo de intervenção psicopedagógica. Ela é uma ferramenta valiosa que permite aos profissionais compreenderem melhor as necessidades individuais das crianças, identificar dificuldades específicas e personalizar estratégias de apoio. Aqui está uma explicação mais definida sobre a importância da observação:
Identificação de Dificuldades: Através da observação atenta, os psicopedagogos podem detectar sinais de dificuldades de aprendizado, como desatenção, dificuldades de leitura, escrita, cálculos ou problemas de memória. Isso ajuda a diagnosticar os desafios que uma criança enfrenta de forma mais precisa.
Avaliação do Desenvolvimento: A observação ajuda a avaliar o nível de desenvolvimento cognitivo, emocional e social da criança. Isso é crucial para determinar quais áreas precisam de intervenção e quais habilidades estão em desenvolvimento.
Adaptação de Estratégias: Com base na observação, os psicopedagogos podem adaptar suas estratégias de ensino para atender às necessidades específicas da criança. Isso garante que o suporte seja personalizado e direcionado às áreas que requerem mais atenção.
Monitoramento do Progresso: Ao longo do tempo, a observação contínua permite acompanhar o progresso da criança. Isso ajuda a avaliar a eficácia das estratégias de intervenção e fazer ajustes conforme necessário.
Compreensão das Preferências: A observação também pode revelar as preferências de aprendizado da criança. Por exemplo, se ela se envolve mais em atividades práticas ou se prefere uma abordagem mais visual. Essas informações são úteis para criar um ambiente de aprendizado mais eficaz.
Estabelecimento de Vínculo: A observação cuidadosa e respeitosa cria um vínculo de confiança entre o psicopedagogo e a criança. Isso é essencial para um trabalho eficaz, pois a criança se sente ouvida e compreendida.
Apoio à Família: Além de observar a criança, os psicopedagogos também podem observar a dinâmica familiar e como isso pode afetar o aprendizado. Isso permiteoferecer orientações e suporte à família.
Em resumo, a observação é uma ferramenta poderosa na intervenção psicopedagógica, pois fornece informações valiosas para compreender as necessidades e o desenvolvimento da criança. Ela ajuda a direcionar as estratégias de apoio de forma personalizada e a monitorar o progresso ao longo do tempo.
Considerações Finais
A obra "Intervenção Psicopedagógica no Espaço da Clínica" oferece uma visão abrangente e prática das diferentes abordagens de intervenção psicopedagógica, incluindo a Epistemologia Convergente de Jorge Visca e os recursos apresentados por Laura Monte Serrat Barbosa, Vera Regina Passos Bosse e outros autores.
Esses recursos e estratégias são fundamentais para os psicopedagogos no trabalho com crianças e adolescentes que enfrentam dificuldades de aprendizado. Eles fornecem ferramentas para compreender melhor as necessidades individuais, desenvolver intervenções eficazes e promover o desenvolvimento cognitivo, emocional e social das crianças.
A abordagem da Epistemologia Convergente, em particular, destaca a importância da escuta aberta e acolhedora na atenção psicopedagógica, permitindo que o aprendiz compartilhe suas experiências e emoções para uma ressignificação positiva de sua percepção e desenvolvimento.
Em suma, a leitura deste livro é altamente recomendada para psicopedagogos, educadores e profissionais que trabalham com crianças e adolescentes, oferecendo uma base sólida para a compreensão e aprimoramento das práticas de intervenção psicopedagógica no espaço da clínica.
Referências
BARBOSA, Laura Monte Serrat. Intervenção psicopedagógica no espaço da clínica. Curitiba: Editora Intersaberes, v. 1, 2012. 229 p. Disponível em: www.sinteseaprendizagem.com.br. Acesso em: 19 set. 2023.
OLIVEIRA, Aline. Psico da Pedagogia. O que observar durante a aplicação da caixa lúdica. Disponível em: https://youtu.be/g70B-5NDIiU?si=TdrH_A8uDpoHxL8o. Acesso em: 6 out. 2023.
Vicente Neuro. Aula gravada com Jorge Visca - apresentando a teoria da Epistemologia Convergente. You Tube. Disponível em: HTTPS://youtu.be/DCsOa1luepc?si=27AQEKod36VcZCVp. Acesso em: 18 set. 2023.
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Nome Completo: 
Giovanna de Souza Santos
 
RGM:
 
23271299
 
Instituição: 
Universidade Cruzeiro do Sul 
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EAD
 
Data:
 
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Curso: Graduação em Psicopedagogia
 
Disciplina: Estágio Curricular Supervisionado em Psicopedagogia Clínica
 
 
INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA NO ESPAÇO DA CLÍNICA.
 
 
A obra "Intervenção Psicopedagógica no Espaço da Clínica" surgiu de um 
grupo de alunas visando a necessidade do curso de pós
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graduação em 
Psicopedagogia desenvolvido pela Uninter. Na obra, são apresentados cinco 
recursos de intervenção psicopedagógica, sendo eles: A caixa de trabalho; A caixa 
de areia e as miniaturas como recurso de intervenção psicopedagógica; Projeto de 
aprender; O material disparador e a Atenção psicopedagógica por meio do jogo e da 
brincadeira. Sendo todas essas formas de intervir de modo objetivo a aprender 
foram inspiradas pela Epistemologia Convergente tendo como criador e divulgador o 
próprio Jorge Visca, argentino que ministrava aulas no Brasil na década de 1970.
 
O professor Jorge Visca cria um modo de intervir de forma mais objetiva no 
processo de aprender chamado de Epistemologia Convergente vindo de três 
vertentes de compreensão da ação humana: Psicanálise, psicologia genética e 
psicologia social. Sendo o ponto inicial a cognição, desejo, vinculação afetiva com as 
situações de aprendizagem e funcionamento decorrente da articulação entre as 
dimensões envolvidas no ato de aprender são abordadas pelos cinco recursos 
psicopedagógicos anteriormente apresentados.
 
Segue endereço eletrônico da aula com o professor Jorge Visca falando da 
Epistemologia Convergente:
 
Vicente Neuro. Aula gravada com Jorge Visca 
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apresentando a teoria da 
Epistemologia Convergente. You Tube. Disponível em: 
https://youtu.be/DCsOa1luepc?si=27AQEKod36VcZCVp
. Acesso em: 18 set. 2023.
 
 
 
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Nome Completo: Giovanna de Souza Santos RGM: 23271299 
Instituição: Universidade Cruzeiro do Sul - EAD Data: 20/11/2023 
Curso: Graduação em Psicopedagogia 
Disciplina: Estágio Curricular Supervisionado em Psicopedagogia Clínica 
 
INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA NO ESPAÇO DA CLÍNICA. 
 
A obra "Intervenção Psicopedagógica no Espaço da Clínica" surgiu de um 
grupo de alunas visando a necessidade do curso de pós-graduação em 
Psicopedagogia desenvolvido pela Uninter. Na obra, são apresentados cinco 
recursos de intervenção psicopedagógica, sendo eles: A caixa de trabalho; A caixa 
de areia e as miniaturas como recurso de intervenção psicopedagógica; Projeto de 
aprender; O material disparador e a Atenção psicopedagógica por meio do jogo e da 
brincadeira. Sendo todas essas formas de intervir de modo objetivo a aprender 
foram inspiradas pela Epistemologia Convergente tendo como criador e divulgador o 
próprio Jorge Visca, argentino que ministrava aulas no Brasil na década de 1970. 
O professor Jorge Visca cria um modo de intervir de forma mais objetiva no 
processo de aprender chamado de Epistemologia Convergente vindo de três 
vertentes de compreensão da ação humana: Psicanálise, psicologia genética e 
psicologia social. Sendo o ponto inicial a cognição, desejo, vinculação afetiva com as 
situações de aprendizagem e funcionamento decorrente da articulação entre as 
dimensões envolvidas no ato de aprender são abordadas pelos cinco recursos 
psicopedagógicos anteriormente apresentados. 
Segue endereço eletrônico da aula com o professor Jorge Visca falando da 
Epistemologia Convergente: 
Vicente Neuro. Aula gravada com Jorge Visca - apresentando a teoria da 
Epistemologia Convergente. You Tube. Disponível em: 
https://youtu.be/DCsOa1luepc?si=27AQEKod36VcZCVp. Acesso em: 18 set. 2023.

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