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UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE EDUCAÇÃO E HUMANIDADES FACULDADE DE EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO CECIERJ /Consórcio CEDERJ / UAB Curso de Licenciatura em Pedagogia – Modalidade EAD Avaliação a Distância (AD1) – 2023.1 Disciplina: Alfabetização 2 Coordenadora: Dina Maria Vieira Pinho Aluno(a): Ana Beatriz Alves da Silva Matrícula: 22212080241 Polo: Resende (Data limite para entrega: 26/02, às 23h59min) Não admitimos plágio! Orientações de formatação: Fonte - Times New Roman -12 Espaçamento 1,5 O artigo a ser lido para realização da AD1 tem como título ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: TECENDO RELAÇÕES COM O PENSAMENTO DE PAULO FREIRE, de Marcia Aparecida Alferes. Além de ser uma leitura de fácil compreensão, apresenta alguns conceitos basilares para a disciplina de Alfabetização 2. A proposta é a realização de uma leitura orientada ou estudo dirigido. Façam uma primeira leitura do texto completo e depois leiam buscando as respostas para as questões propostas. Fiquem atentas (os) ao prazo limite de entrega. Responda às questões: 1) Qual o objetivo da autora? 0,5) A autora faz uma análise crítica sobre as principais características do pensamento de Paulo freire sobre o processo de alfabetização. Com isso o seu objetivo é constatar e relatar as contatações do processo e do papel da alfabetização. 2) A autora concorda com a afirmação de que a alfabetização é um campo complexo. Em qual parágrafo podemos encontrar os argumentos para essa afirmação? Copie- o. (1,0) “Atualmente, para que possamos nos considerar alfabetizados, não basta saber ler e escrever, ou seja, a ideia de alfabetização vai muito além do domínio do alfabeto.” 3) Qual o conceito de alfabetização para Soares? (1,0) Para Soares o conceito de alfabetização é, um processo de aquisição e apropriação do sistema de escrita, alfabético e ortográfico. 4) De acordo com Soares, quais facetas compõem o processo de alfabetização? (1,0) As facetas que compõem o processo de alfabetização são: às perspectivas psicológica, psicolinguística, sociolinguística e propriamente linguística do processo. 5) Copie do texto o conceito de alfabetização de Freire apresentado pela autora. (1,0) “a alfabetização não é um jogo de palavras; é a consciência reflexiva da cultura, a reconstrução crítica do mundo humano, a abertura de novos caminhos (...) A alfabetização, portanto, é toda a pedagogia: aprender a ler é aprender a dizer a sua palavra” 6) Localize no texto o trecho que se refere ao conceito de letramento, releia com atenção e reescreva-o com suas palavras. (1,5) A palavra letramento é nova, só partir da segunda metade dos anos 80 que ela chegou no vocabulário das Ciências Linguísticas e da Educação. Sua tradução remete a condição de ser letrado, junto a essa definição esta a constatação de que o ser que detém do conhecimento da escrita é inserido em uma versão da sociedade com mais acesso a política, cultura, economia e etc. o proporcionando mais qualidade de vida. 7) Outra autora que serve de aporte teórica para Marcia Aparecida é Amaral. A partir desta teórica ela nos apresenta um perfil de professor. Qual é ele? Você concorda com esta perspectiva? Por quê? (1,0) O perfil que ela apresenta é o perfil de um professor-cidadão crítico, só poderá ser mediador alguém que se porte dentro e fora da escola como um cidadão crítico. Ou seja, um professor que defenda e reconheça a educação como um processo político, uma meta educacional, uma oportunidade de emancipação do homem. E eu concordo com sua perspectiva, porque o professor deve acreditar que ao ensinar, ele está abrindo portas para que aquela pessoa viva uma nova realidade, ter confiança na oportunidade e liberdade que a educação proporciona definitivamente. 8) Sintetize a concepção freireana de alfabetização (3,0) A concepção freireana de alfabetização é um processo criador, onde o analfabeto se prepara para a aprendizagem, tem noção do quanto é importante ler e escrever da conquista de uma consciência crítica como resultado. Freire trata isso de uma forma leve, ele destaca que o processo de alfabetização, o ensino, deve ser abordado de uma forma dialógica e não autoritária, onde o professor está no lugar de coordenador de debates e o aluno de participante e os dois participam do mesmo grupo. É necessário também que o material utilizado tenha sentido social, cultural, político e principalmente vivencial.