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Sandy Vanessa Med 08 - UFPE-CAA Dor Características semiológicas ● Aparição ● Localização = avaliar sensibilidade na área da dor e ao redor dela ● Irradiação = irradiada é no dermátomo, referida é longe ● Características = espontânea ou evocada? constante ou intermitente? ● Intensidade = escalas da dor ● Agravantes e atenuantes ● Frequência ● Evolução = modo de instalação, concomitância da atuação do fator causal e o início da dor. ● Duração = contínua, cíclica, intermitente, aguda, crônica… ● Sintomas associados ● Situação atual Exame Físico da Coluna Vertebral - Adicionar a avaliação da movimentação articular, força muscular e alguns testes específicos. - Preferencialmente, o indivíduo deve ser examinado com o mínimo possível de roupa. - A melhor posição para a avaliação é em pé: frontal anterior, frontal posterior e sagital. - A amplitude de movimentação articular é dada em graus, com algumas exceções, considerando-se o ponto “zero” aquele da posição anatômica. - A movimentação ativa incorpora na avaliação a força muscular, enquanto que a movimentação passiva estuda a excursão articular. - Quando alguns testes ou manobras forem realizados eles devem ser feitos primeiramente no lado normal, menos afetado ou menos doloroso. Etapas básicas do exame físico: ● Apresentar-se ● Observe a articulação ● Sinta a articulação ● Mova a articulação ● Avalie a função da articulação Termos semiológicos ● Crepitação articular = fluido ao movimentar as articulações. Sinal característico do comprometimento da cartilagem da articulação. ● Artralgia = dor nas articulações que não gera inflamação. ● Artrite = dor na articulação com inflamação. ● Artrose = Osteoartrose. Desgaste das cartilagens das articulações. ● Mialgia = Dor muscular. ● Cervicalgia = Dor na região cervical. ● Braquiocervicalgia =Dor cervical irradiada para o braço. ● Dorsalgia = Dor localizada na região dorsal. A dor acompanha-se de contratura muscular e limitação dos movimentos. ● Lombalgia = dor com localização lombar ou sacrolombar. ● Lombociatalgia = lombalgia que irradia para a nádega e face posterior da coxa, podendo estender-se até o pé. ● Miotonia = diminuição da velocidade do relaxamento muscular após contração voluntária. Contração muscular sustentada e indolor observada após uma determinada ação. Ex. fechar as mãos e ter dificuldade em abri-las, ● Claudicação intermitente = Sensação dolorosa nas pernas devido à insuficiência de circulação arterial nos membros inferiores. Inspeção geral - Atenta-se para a postura, simetria corpórea, atitudes e capacidade de movimentação. - Quando a pessoa se coloca de costas, atenta-se para o aspecto do tronco que deve estar equilibrado na posição vertical. 1 Sandy Vanessa Med 08 - UFPE-CAA - As causas mais frequentes de inclinação do tronco são escoliose, encurtamento de membros inferiores e atitudes antálgicas. Estática: deve-se avaliar a orientação das patelas, posicionamento dos pés, simetria das cinturas pélvica e escapular. Em perfil, avalia-se o grau de lordose cervical, lordose lombar e cifose torácica. ● Os ombros devem ser simétricos e estar à mesma altura, ficando a cabeça implantada, centralmente, na cintura escapular. = Ombros desnivelados podem indicar escoliose ou patologias da escápula. ● Em seguida, comparam-se as massas musculares paravertebrais bem como o alinhamento da coluna vertebral pelo perfilamento dos processos espinhosos vertebrais, à procura de curvaturas que possam indicar escoliose. ● Uma ou ambas escápulas elevadas diagnosticam doença de Sprengel (escápula alta congênita). ● Desnivelamento pélvico pode indicar escoliose lombar, encurtamento de membros inferiores, atitudes antálgicas ou atitudes viciosas provocadas por patologias do quadril, joelho ou pé. ● O exame pelas laterais verifica as curvaturas da coluna, o alinhamento dos membros inferiores e o contorno abdominal. O indivíduo é posicionado de lado e mantém os membros superiores estendidos na posição horizontal. Detecta-se as posturas viciosas por aumento da cifose torácica ou lordose lombar. ● Pede-se ao paciente para inclinar-se lentamente e tentar tocar os dedos no assoalho, verificando-se a flexibilidade dos segmentos da coluna (com a inclinação há aumento cifose e retificaçâo da lordose). Passos - Olha a marcha do paciente quando ele entra - Inspeção geral a (coluna toda) e depois do local com dor - Ver alinhamento + posturas antálgicas - Palpação da região com dor - buscar alterações, pontos de gatilho e tensão - Observar marcha = pedir para pct andar = ver simetria e habilidade de girar rapidamente + avaliar posturas antálgicas + sinais da ponta de Séze* - Ver cifoses e lordoses - Ver sempre todos os movimentos - Foco no exame da região que dói *Andar no calcanhar (dorsiflexão do tornozelo), não consegue: compressão da raiz de L4 ou L5. *Andar na ponta dos pés (flexão plantar do tornozelo), não consegue: compressão da raiz de S1. Coluna - Patologias degenerativas senis tendem a aumentar a curva lordótica (cervical). - Processos agudos dolorosos, principalmente, traumáticos podem provocar retificação da curvatura lordótica, por um mecanismo de contração muscular antálgica. - Inclinações laterais permanentes da cabeça são mais frequentemente causadas por escolioses cervicais ou por torcicolos, sendo muito importante a palpação dos processos espinhosos e da musculatura para o diagnóstico diferencial. - Coluna cervical curta, acompanhada ou não de restrição de movimentos pode ser causada por fusão congênita de um ou mais corpos vertebrais (doença de Klippel-Feil). 2 Sandy Vanessa Med 08 - UFPE-CAA - Os movimentos da coluna cervical são: flexão, extensão, rotação direita, rotação esquerda, inclinação lateral direita e inclinação lateral esquerda. - A coluna torácica tem curvatura cifótica estimada radiologicamente em, no máximo, 40°. - Processos senis, principalmente osteoporose, levam a aumento progressivo da curvatura (corcunda), provocando acentuação da prega transversal na transição do tórax com o abdômen, anteriormente. Esta cifose tipicamente é de grande raio, isto é, atinge todo o segmento torácico. - No adolescente, o aumento progressivo da cifose torácica é diagnóstico de dorso curvo juvenil ou da cifose de Scheuermann. - Pode ocorrer cifose localizada, percebida semiologicamente pela saliência exagerada de um ou dois processos espinhosos adjacentes, e é devida a defeitos congênitos ou patologias adquiridas como tumores de corpo vertebral ou processos infecciosos como tuberculose. - A movimentação da coluna torácica é muito restrita, pois as vértebras estão amarradas às costelas e é pouco útil do ponto de vista semiológico. - A palpação, tanto dos processos espinhosos, quanto da musculatura paravertebral, é realizada com o paciente em decúbito ventral e busca pontos dolorosos ou contratura muscular. Palpa-se, ainda, as cristas ilíacas. - A coluna lombar tem curvatura lordótica que pode estar aumentada ou diminuída. Aumentos da lordose podem ser compensatórios de patologias do quadril, sendo obrigatório o exame desta articulação, nestas circunstâncias. - A transição lombossacral é especialmente importante ao exame visto que nesta localização situam-se mais frequentemente as variações anatômicas e os defeitos congênitos que provocam lombalgia. Nichos pilosos nesta região estão relacionados com defeitos de fechamento do arco neural (espinha bífida oculta etc.). - O segmento lombar é o mais móvel e o responsável pela maior parte da mobilidade do tronco. - A pesquisa da movimentação é feita com o indivíduo de pé sendo: flexão, extensão, inclinação lateral direita e esquerda, rotação (torção) direita e esquerda. - As curvaturas da coluna em um mesmo plano são associadas, isto é, uma influencia a outra. - Avaliação de membros (força, reflexos e sensibilidade) pode trazer informações quanto ao segmento afetado Pontos de referência:C1 – ângulo da mandíbula C4 - pomo de Adão / cartilagem tireoidiana C7 - processo espinhoso proeminente T2-T3 - espinha escapular (posição anatômica) T7-T9 - ângulo inferior da escápula L4 - linha entre as cristas ilíacas Pontos de referencia para avaliação postural: ● Prega glútea ● Prega infraescapular ● Escapula ● Crista ilíaca ● Ombros ● Mamas Inspeção dinâmica: ● Amplitude dos movimentos 3 Sandy Vanessa Med 08 - UFPE-CAA ● Flexão cervical = pct encosta queixo no tórax ● Rotação = queixo alinhado com os ombros ● Na inclinação lateral encosta a orelha no ombro ● As rotações torácicas com a pelve fixada pela posição sentada podem atingir até 50 graus ● A amplitude dos movimentos da lombar apresentam variações com a idade, flexibilidade das articulações e grau de alongamento dos músculos isquiotibiais ● Amplitude coluna lombar varia: flexão 40 a 60º; extensão de 20 a 35º; inclinação lateral 15 a 20º; rotação de 3 a 18º O que avaliar com a mobilização? ● Flexão ○ Se dor aumenta: patologia anterior ○ Se dor diminui: patologia posterior ● Extensão ○ Se dor: patologia posterior (apofisária) ● Lateralização ○ Se dor do mesmo lado: patologia apofisária ○ Se dor do lado oposto: patologia muscular, de ligamentos ou de fáscia Teste de Adams ou teste de um minuto: serve para investigar se há escoliose.Se um dos ombros está de fato mais elevado, é provável que exista escoliose torácica alta, convexa para esse lado. Para essa avaliação paciente adequadamente despido e sem sapatos. Deve-se solicitar ao paciente que faça flexão do tronco, mantendo os pés juntos e joelhos retos. Os membros superiores devem estar pendentes, com as mãos aproximadamente ao nível dos joelhos. O paciente será avaliado pela cabeça e/ou pelas costas. Deve-se avaliar o alinhamento da coluna vertebral e procurar por assimetrias no tronco. Nas escolioses idiopáticas neuromusculares ou congênitas, denominadas escolioses estruturadas, observa-se que a deformidade da coluna lombar não é corrigida com manobras na bacia e nos MMI. A manobra de Adams permite diferenciar as escolioses estruturadas das não estruturadas. A giba forma-se nas escolioses estruturadas e desaparece naquelas devido a encurtamento dos MMII, doenças do quadril e problemas álgicos, que são denominadas escoliose não estruturada Inspeção dinâmica: É solicitado que o paciente realize os movimentos possíveis da coluna, procurando anormalidades. ● Movimentos da coluna cervical (pescoço): Caso o paciente refira dor, pode ser indicativo de torcicolo (pescoço lateralizado). ● Movimentos da coluna torácica e lombar: Palpação: ● Dor óssea vs Dor muscular/raiz nervosa: É realizada uma digitopressão com o polegar, tanto na linha vertebral como na linha paravertebral, e pergunta-se ao paciente o local onde dói mais. Se ele falar que o primeiro lugar dói 4 Sandy Vanessa Med 08 - UFPE-CAA mais, a dor é óssea; já se for o segundo, a dor é muscular ou de raiz nervosa. ● Coluna cervical = pct em decúbito dorsal, com musculatura cervical relaxada ○ ECM = buscar pontos de tensão e linfonodos anteriores ○ Tireoide e parótidas ○ Fossa supraclavicular ○ Trapézio ○ Base do crânio = região occipital + ligamento nucal superior ○ Processos mastóides ○ Processos espinhosos das vértebras cervicais Obs: face posterior c pct sentado Teste de compressão cervical – Spurling: ● Compressão ou irritação radicular. - Lateralização da cabeça para o lado acometido, resultando na reprodução ou aumento da dor radicular ipsilateral ● O paciente deve estar sentado e com a cabeça inclinada. ● O médico, por trás do paciente, exerce uma pressão contínua no topo da cabeça do paciente e no sentido axial, por cerca de 15 segundos. ● O paciente permanece com a coluna cervical na posição de extensão e rotação para um dos lados a serem testados. ● O teste é considerado positivo quando os sintomas são reproduzidos ou exacerbados por meio da compressão. Manobra de tração cervical/ distração de Apley: ● É o contrário de Spurling. ● Consiste em descomprimir as raízes nervosas cervicais por meio da elevação ativa da cabeça. ● O médico coloca uma das mãos na mandíbula do paciente e a outra mão na região occipital, puxando a cabeça para cima. Sinal de Lhermitte = irritação meníngea, visualizado tbm na esclerose múltipla. ● Sentado, flete a cabeça de encontro do tórax. ● Positivo se refere dor ou parestesia. Pode ter dor irradiada p extremidades. Sinal de Barre-lieou = indica síndrome de estenose da artéria vertebral. ● Sentado, rodar a cabeça para os 2 lados, esperando 30 segundos em cada lado. ● Positivo se tontura, náusea, vertigem,alteração visual, síncope ou nistagmo. Teste de Adson = testa a permeabilidade da artéria subclávia = síndrome do desfiladeiro torácico, que pode ser comprimida pela costela cervical ou contratura dos mm escalenos anterior e médio. ● Palpando-se o pulso radial, deve-se abduzir e rodar externamente o membro superior do paciente. Em 5 Sandy Vanessa Med 08 - UFPE-CAA seguida, o paciente deve prender a respiração e mover a cabeça em direção ao membro examinado. Obs: bicipital = C5 e C6, estilorradial tbm Tricipital C6/C8 C8 = flexor profundo do 3º quirodáctilo no motor. ● Qualquer compressão da artéria será percebida, como diminuição ou desaparecimento do pulso Coluna dorsal Expansão torácica: mede a circunferência, na linha dos mamilos, com uma fita métrica = inspiração/expiração normal é maior que 5cm. ● Muito alterado se menor que 2,5cm. ● Se mamilos fora da localização habitual, medir no 4º espaço intercostal ou junção xifo-esternal. ● Pacientes com dor, limitação da mobilidade e discreta cifose, a redução da amplitude torácica é sinal de calcificação dos ligamentos costotransversais, como ocorre na espondilite anquilosante. Testes neurológicos - Teste de sensibilidade: ● Sensibilidade tátil: com um chumaço de algodão - sensibilidade dolorosa com agulha sem ponta - nos dermátomos correspondentes. 6 Sandy Vanessa Med 08 - UFPE-CAA ● Sensibilidade térmica: usa-se algodão umedecido com solução alcoólica. ● Principais dermátomos para efeito prático: T4 – na altura dos mamilos T7 -apófise xifoide T10 -cicatriz umbilical T12 -virilha - Não existem raízes motoras testáveis na região torácica. - O reflexo cutâneo abdominal é o único realizado na região torácica. - Toque com objeto que percorre rapidamente de lateral para medial e a resposta esperada é a contração do músculo abdominal para o lado estimulado. Ele é mediado pelas raízes de T7-T12 e deve ser valorizado quando houver assimetria entre os lados. Coluna lombar Inspeção ● Inspeção estática: em posição ortostática. ○ Visão posterior: observar a simetria e o alinhamento horizontal entre as espinhas ilíacas superiores anteriores e posteriores, pregas glúteas e dorsais. ○ Assimetrias e desalinhamentos podem indicar alteração da posição do íleo→ sobrecarga de músculos glúteos e dorsais→ lombalgia. ○ Observa-se o alinhamento da coluna vertebral e se a lordose está em posição normal. ○ Observa o alinhamento entre as pernas e coxas em relação ao quadril ● Inspeção dinâmica: ○ Testa a amplitude de movimento. ■ Flexão – queixo no tórax ■ Rotação – queixo alinhado com os ombros ■ Inclinação lateral – orelho no ombro ■ Rotações torácicas com a pelve fixada pela posição sentada podem atingir até 50º. ○ Avalia a presença de dor ao movimento, bem como o local dessa dor e as limitações do movimento. ○ É importante para avaliar o trofismo muscular da região lombar. * A amplitude dos movimentos da lombar apresentam variações com a idade, flexibilidade das articulações e grau de alongamento dos músculos isquiotibiais. Palpação - É necessário para diferenciar se a origem da dor é muscular, tendínea ou óssea. ● Avalia os pontos mais dolorosos e suas correlações anatômicas = entender a origem da dor e as irradiações. ● A palpação de bandas de tensão ou pontos-gatilhoativos reproduz a dor sentida pelo paciente. ● Pontos-gatilho mais comuns: glúteos mínimo, médio e máximo, quadrado lombar, piriforme e iliopsoas. ● Quando há dor na palpação da coluna vertebral =suspeitar de pequenos traumas, calcificações, fraturas. Sinal de Lasegue: é usado para pesquisa de neurite do ciático nas lombociatalgias, muito comuns nas hérnias de disco. ● O paciente deve estar deitado em decúbito dorsal. ● Testa-se, primeiro, o lado menos sintomático e depois o afetado. ● Provoca-se um alongamento neural provocativo sobre os ramos nervosos que formam o nervo ciático (L5, S1, S2), os quais se encontram totalmente estirados em uma flexão aproximada de 35-70°. Quando há neurite esta manobra reproduz a dor do paciente, ou seja, dor originária da região lombar ou glútea irradiando-se para o membro inferior no território do nervo ciático, muitas vezes acompanhada de parestesia. ● O sinal de Lasègue só é considerado positivo se reproduzir a dor espontânea do paciente. ● Hérnias extrusas ou volumosas podem ser positivas abaixo de 35°. Dor acima de 70° = teste negativo. 7 Sandy Vanessa Med 08 - UFPE-CAA Sinal de Bragard: ● O paciente deve estar deitado em decúbito dorsal. ● Quando o teste de Lasegue der positivo, retorna-se cerca de 10° a amplitude do quadril e realiza-se a dorsiflexão do tornozelo do membro testado para confirmar a irritação do ciático. ● Positivo se tiver dor radicular na perna Teste de Schober: auxilia na identificação dos pacientes que apresentam limitação verdadeira na coluna lombar. ● O paciente deve estar em pé. ● A manobra consiste em observar a variação da distância entre dois pontos marcados na coluna lombar entre a posição neutra e a flexão anterior máxima do tronco. ● Marca-se um ponto sobre a linha mediana da coluna vertebral no nível das espinhas ilíacas posterossuperiores. ● 10cm acima e 5cm abaixo do primeiro ponto, marcam-se mais 2 pontos. ● Se a variação da distância entre o ponto proximal e distal for inferior a 6cm, o teste é considerado positivo, o que indica a limitação da amplitude da flexão anterior da coluna lombossacral. Laségue sentado ou Teste de Bechterew = sentado, estica-se o joelho = dor na coluna no membro elevado Teste de Nachlas (estiramento femoral)= testa L2-L4. = Decúbito ventral + flexão do joelho + eleva coxa da mesa ou pé próximo a nádega = dor coxa anterior (L2-L3) ou medial perna (L4). Teste de Brudzinski: o paciente em decúbito dorsal realiza flexão ativa da coluna cervical. ● Positivo: flexão da coluna cervical desencadeia o aparecimento dos sintomas e o paciente realiza a flexão dos joelhos e quadris para aliviá-los. Sinal das pontas de Sèze: andar na ponta dos pés (compressão da raiz de S1) e depois no calcanhar (compressão da raiz de L4 ou L5) = o quadril cai Teste de Trendelemburg: avalia a força do glúteo médio – L5. ● Paciente fica apoiado em um dos pés e o médico examina a posição horizontal do quadril, quando há fraqueza a nádega cai (contralateral) -: deixar por 30s para ver sinal tardio. ● Quadril cai: teste positivo = lesão do lado oposto 8 Sandy Vanessa Med 08 - UFPE-CAA Cremastérico = T12 e L1 Grau de força muscular - Paralisia ou plegia: ausência de movimentação voluntária. - Paresia: déficit parcial da movimentação voluntária - Quanto à distribuição, pode ser descrita como proximal, distal ou global. Teste de hoover: paciente em decúbito dorsal, o examinador coloca uma mão sob cada calcanhar dos MMII relaxados. Solicitar elevação ativa de um dos membros do paciente, mantendo os joelhos retos. Se o paciente não eleva o MI e o examinador não sente força do calcanhar contralateral em direção à mesa, não há esforço muscular para isso e o paciente pode estar simulando diminuição de força. 9