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GERENCIAMENTO 
DE CUSTOS 
LOGÍSTICOS
Charlene Bitencourt 
Soster Luz
 
Compensação dos 
custos logísticos
Objetivos de aprendizagem
Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
  Elencar os principais custos em logística.
  Relacionar os trade-offs em logística.
  Identificar as decisões em redes logísticas baseadas em trade-offs.
Introdução
Os custos precisam ser conhecidos para ser controlados de forma efi-
ciente e eficaz. Tendo o domínio dos custos existentes nas empresas, 
principalmente os custos logísticos, é possível fazer um gerenciamento 
consistente e tomar decisões sensatas.
Neste capítulo, você vai estudar os principais custos relacionados às 
operações logísticas e vai aprender o conceito de trade-off, presente nas 
mais diversas atividades logísticas. Você também vai aprender sobre o 
processo de tomada de decisão logística e vai identificar as decisões em 
redes logísticas baseadas em trade-offs, compreendendo a influência dos 
trade-offs nas tomadas de decisão. 
Principais custos em logística
As operações logísticas possuem diversos custos que envolvem desde a matéria-
-prima até a chegada do produto nas mãos do consumidor. Segundo Faria 
e Costa (2010), alguns desses custos são de movimentação, armazenagem, 
transportes, embalagens, manutenção de inventários, tecnologia da informação 
e tributários. Esses custos são associados ao negócio e ao produto da empresa 
e, por isso, diferem de empresa para empresa. Portanto, há necessidade de 
conhecer profundamente o negócio para que não existam custos desnecessários.
Custos de armazenagem
A armazenagem tem a função de acondicionar os produtos até a sua expe-
dição ao consumidor. Para isso, os materiais precisam ser organizados desde 
a entrada até a estocagem e a expedição. Essas atividades têm custos que as 
empresas visam reduzir, principalmente referentes aos estoques, conforme 
Faria e Costa (2010, p. 79):
Há um grande esforço por parte das empresas para minimizar o uso dos locais 
de armazenagem, com o objetivo de sincronizar a produção com a demanda 
do consumidor, visando a evitar o acúmulo dos estoques ao longo da cadeia 
para que obtenham menores custos, carregamentos e descarregamentos mais 
frequentes e giros mais rápidos de estoques. 
Assim, se a produção for sincronizada com os pedidos do cliente, a ten-
dência é que os produtos fiquem no estoque por menor tempo ou que nem 
sejam estocados. Essa é a chamada produção puxada, em que o cliente puxa a 
produção por meio do pedido, determinando o que deve ser produzido; assim, 
a empresa entrega o pedido sob essa demanda, evitando custos com estoques. 
Existe ainda o custo do armazém que, seja próprio ou alugado, exige 
investimento. Faria e Costa (2010) listam as decisões relativas aos custos que 
envolvem movimentação dentro do armazém:
  Áreas, condições, equipamentos e métodos operativos: armazéns maio-
res envolvem mais tempo para o deslocamento interno e, consequente-
mente, maiores desgastes dos equipamentos de movimentação, como a 
empilhadeira. Por isso, os métodos, ou seja, os modos como as tarefas 
devem ser realizadas precisam ser claros e eficientes. 
  Inspeção e devolução de materiais: a inspeção de materiais na recepção 
visa a identificar os produtos que estão em bom estado de conservação. 
Por outro lado, se houver falha na recepção e entrarem produtos em 
não conformidade, ou se houver danificação dentro do armazém, há 
custo a ser absorvido. 
  Rotas de movimentação e manuseio: nos centros de distribuição, as 
rotas dos produtos devem buscar o menor manuseio possível, para 
evitar esse custo.
  Tempo de ciclo: quanto menor o tempo de ciclo de um produto, maior 
será a sua rotatividade no armazém. Isso é positivo, pois significa que 
o produto fica pouco tempo estocado e é vendido rapidamente.
Compensação dos custos logísticos2
  Ativos envolvidos: ativos são os bens do armazém, como produtos, 
estantes, máquinas e equipamentos, que envolvem custo para a operação 
acontecer.
Essas decisões são relevantes para que a empresa formule estratégias de 
trabalho no armazém. Elas devem ser revisadas com frequência, para que se 
verifique a possibilidade de mudanças para a redução de custos. 
Custos com transporte
Os custos com transporte, em todos os modais, envolvem basicamente a manu-
tenção dos veículos, o combustível e a mão de obra. Faria e Costa (2010, p. 86) 
afi rmam que: “O transporte no plano nacional ou internacional é considerado 
como um dos subprocessos mais relevantes da logística”. O transporte é o elo 
entre os canais da cadeia de suprimentos. Canais são todos os locais por onde 
um produto passa, por exemplo: fábrica, centro de distribuição, atacados e 
varejos. Muitas vezes utiliza-se mais de um modal de transporte na cadeia de 
suprimentos de um produto.
Algumas peças automobilísticas podem vir da Alemanha de navio, e outras, de avião da 
Argentina. Elas são então distribuídas para as fábricas do Brasil por meio do transporte 
rodoviário. Observa-se três modais diferentes de transporte na cadeia de suprimentos 
automobilística desse exemplo – hidroviário, aeroviário e rodoviário.
Os custos de transporte variam conforme os tipos de veículos, a distância, 
o volume e peso de carga, a facilidade de acondicionamento e manuseio e o 
risco envolvido, conforme apontam Bowersox e Closs (2001). As distâncias 
podem limitar as possibilidades de modais. Por exemplo, cargas da Europa 
para o Brasil têm somente duas opções de modais: aéreo ou hidroviário. Se o 
volume e peso da carga for alto, a única opção é o transporte hidroviário, por 
comportar grandes volumes e pesos no navio. Algumas mercadorias exigem 
manuseio e condições especiais de transporte, como produtos inflamáveis, 
e quanto mais específicas as características de carga e cuidados, maior será 
o custo envolvido na operação logística. O mesmo acontece com o risco. Se 
3Compensação dos custos logísticos
a mercadoria tem características que aumentam o risco de ser furtada, como 
alto valor, ou características que a tornam perigosa, o custo do transporte será 
maior, por exigir colaboradores treinados e planejamento para minimizar tais 
riscos. A Figura 1 mostra a distribuição dos custos logísticos de transporte 
em levantamentos de 2014 e 2015.
Figura 1. Distribuição dos custos logísticos de transporte nas empresas brasileiras nos anos 
de 2014 e 2015, segundo dados do ILOS.
Fonte: Adaptada de Associação Brasileira de Operadores Logísticos (2017).
Suprimentos
52%
Suprimentos
27%
Transferência
22%
Transferência
24%
Distribuição
26%
Distribuição
49%
2014
2015
Os custos logísticos relacionados com transporte englobam suprimentos, 
transferência e distribuição. Os custos de suprimentos se referem ao abaste-
Compensação dos custos logísticos4
cimento da produção. A matéria-prima e os componentes transportados para a 
produção são exemplos de suprimentos. O custo de transferência no transporte 
está associado ao deslocamento entre as filiais da empresa, como o envio de 
produtos de uma loja para outra. Já a distribuição se refere ao transporte 
de produtos acabados para os pontos de venda. A distribuição pode ocorrer 
de diferentes formas: o produto pronto pode sair da fábrica para centros de 
distribuição, atacados ou diretamente para os varejos.
Os fatores externos também influenciam os custos de transporte, principalmente 
no mercado internacional. Questões climáticas, como neve, e locais de difícil acesso 
acrescem custo ao serviço de transporte.
Trade-offs em logística
O termo trade-off vem do inglês e pode ser traduzido como perda-ganho ou 
custo-benefício. Assim, trade-off quer dizer que a tomada de decisão implica 
em custos, por um lado, e benefícios, por outro lado. É preciso ter bom senso 
e adotar critérios de prioridades nas decisões. Em relação à logística, existem 
inúmeras decisões que envolvem trade-off s. Nesse contexto, para Corrêa 
(2010), trade-off signifi ca balanceamento de prioridades.As decisões sobre embalagem, por exemplo, envolvem custos e benefícios. 
Optar por uma embalagem mais resistente significa, em geral, ter maior custo. 
Já uma embalagem mais frágil tem menor preço. Ambos os casos apresentam 
vantagens e desvantagens, e a decisão estará ancorada na prioridade. Se for um 
produto que precisa de embalagem resistente, a empresa estará ciente de que 
haverá maior custo. Mas, se o produto não exigir uma embalagem resistente, 
a empresa terá menor custo com embalagem.
O maior exemplo de trade-off de estoques está relacionado a manter ou 
não estoques no armazém. O fato de manter estoques tem a vantagem de não 
faltar produto para o cliente, mas a desvantagem é ser um custo, pelo risco de 
não vender os produtos e ser um dinheiro imobilizado. Assim, se a empresa 
optar por não manter estoques ou por trabalhar com estoque mínimo, existe 
5Compensação dos custos logísticos
a vantagem de ter baixo custo com estoque e a desvantagem do risco de 
faltar produtos aos clientes. A maioria das empresas opta pelo just in time, 
que significa em tempo ou no tempo certo. Nessa filosofia, os estoques são 
mínimos e voltados à demanda do cliente, que compra a quantidade exata que 
precisa para não gerar estoques. Porém, se houver qualquer falha na cadeia 
de suprimentos, como tempo maior de transporte, o cliente final pode ficar 
sem o produto.
Um trade-off ligado à tecnologia da informação na logística significa 
que, quanto mais moderna for a tecnologia, maior será o preço. A tecnologia, 
seja software ou hardware, agiliza processos e faz a entrega do pedido ser 
mais assertiva; porém, há custos na compra da tecnologia e no treinamento 
para utilizá-la. Por outro lado, se a empresa opta por ter menos tecnologia, sua 
agilidade não será a mesma, e isso impacta a entrega do pedido para o cliente.
Quanto aos tributos, um exemplo simples é que, quanto mais se vende, 
maior será a carga tributária. Manter uma empresa de forma legalizada implica 
em diversos tributos a cada venda e movimentação. Ainda, determinadas 
operações logísticas têm tributos diferenciados, como cargas importadas. O 
tributo pode ser o preço a pagar por uma matéria-prima de maior qualidade, 
por exemplo.
No transporte são diversos os trade-offs, e isso torna a escolha dos modais 
mais complexa. Muitas vezes, torna-se necessário utilizar mais de um meio de 
transporte para que os custos totais sejam menores do que utilizando somente 
um modal. Por isso, os custos de cada operação devem ser cuidadosamente 
identificados.
 Fonte: Adaptado de Faria; Costa (2010, p. 89). 
Item/modal Rodoviário Ferroviário Aéreo Dutoviário Hidroviário
Capacidade 
de 
embarque
Média Média Menor Maior Maior
Velocidade Média Menor Maior Menor Menor
Preço Médio Baixo Alto Baixo Baixo
 Quadro 1. Trade-offs em transportes 
Compensação dos custos logísticos6
O transporte rodoviário possui vantagens de flexibilidade, pois transita 
nas rodovias e não precisa de estruturas como portos e aeroportos para fun-
cionar. Também entrega a mercadoria na porta do cliente. Porém, serve para 
distâncias médias e tem preço e capacidades de embarque médios. O trans-
porte rodoviário é o mais utilizado no Brasil, apesar de as estradas brasileiras 
estarem em situação precária.
O transporte ferroviário apresenta baixo custo, porém nem todo local tem 
ferrovias, e a velocidade nesse modal é menor que no transporte rodoviário. Na 
Europa, o transporte ferroviário tem larga utilização para cargas e passageiros 
e passa por diversos países. Porém, no Brasil, há baixo investimento no setor, 
pois o custo para manutenção da infraestrutura ferroviária é elevado.
O transporte aéreo apresenta a vantagem de ser o mais rápido, mas é o 
modal mais caro e com menor capacidade de embarque para volume e peso de 
mercadorias. É comum as empresas analisarem o trade-off do modal aéreo e 
optarem por utilizá-lo somente para cargas com prazos urgentes. Nesse caso, 
pagar mais compensa para atender o cliente e manter a imagem da empresa 
como comprometida com o nível de serviço.
O transporte dutoviário tem pouca utilização no Brasil, devido aos altos 
custos de instalação e manutenção, além de exigir mão de obra especializada. 
A vantagem desse transporte por meio de dutos é que comporta grandes 
volumes, principalmente de líquidos, como o petróleo.
Por fim, o transporte hidroviário, também conhecido como aquaviário, 
tem grande capacidade de carga em peso e volume e faz longas distâncias 
com fretes de baixo custo. Porém, há maior demora com esse modal. Por isso, 
a empresa que opta pelo modal hidroviário deve entender os seus trade-offs 
e planejar antecipadamente as viagens.
A Figura 2 apresenta um comparativo de utilização de modais entre países 
com extensões territoriais semelhantes, incluindo o Brasil.
7Compensação dos custos logísticos
Figura 2. Comparação de utilização de modais entre países com extensões territoriais 
semelhantes.
Fonte: Tavares (2012, documento on-line).
Rússia
Brasil
Legenda Ferroviário
17%
13%
11%
37%
25% 58%
50%
43%
43%
46%
81%
32%
53%
43%
8%
11%
4%
25%
Rodoviária Aquaviário, outros
China
EUA
Austrália
Canadá
Como vimos, a escolha do modal envolve trade-offs. Baseando-se nesses 
trade-offs, os países optam por investir e incentivar o uso de determinados 
meios de transporte. Isso depende muito das condições financeiras do país. 
Por exemplo, na Rússia e no Canadá, o transporte ferroviário tem maior par-
ticipação, se comparado aos demais modais. Comparando países de grande 
extensão (Figura 2), observa-se que o Brasil é o país com maior utilização do 
modal rodoviário. Percebe-se que no país há território para o modal ferroviário 
e também longa costa para investir em portos. Esses, no entanto, exigiriam 
altos investimentos e muito planejamento, além de envolver decisões políticas.
Todas as operações logísticas envolvem complexos trade-offs com custos e benefícios. 
Assim, as empresas precisam ter consciência desses trade-offs para fazer a gestão com 
as melhores decisões, conforme o cenário e suas prioridades.
Compensação dos custos logísticos8
Decisões em redes logísticas baseadas em 
trade-offs
As decisões logísticas são complexas e precisam ser baseadas em trade-off s 
para haver maior assertividade. As empresas trabalham dentro de uma rede 
logística, onde estão interligadas; isso signifi ca que as decisões de uma em-
presa infl uenciam as demais empresas na cadeia de suprimentos. Por isso, a 
comunicação é essencial para prevenir falhas e alinhar as informações.
Segundo Ballou (2006), os principais trade-offs de decisões logísticas 
estão relacionados com estoques, transporte e localização. É preciso tomar 
decisões para estabelecer estratégias interligadas nesses três itens, com o 
objetivo de servir o cliente de forma excelente. As estratégias de serviço ao 
cliente, elencadas por Ballou (2006), podem ser vistas abaixo.
  Estratégias de estocagem:
 ■ níveis dos estoques;
 ■ disposição dos estoques;
 ■ métodos de controle.
  Estratégias de transporte:
 ■ meios de transporte;
 ■ roteamento/cronograma de envios;
 ■ tamanho/consolidação dos embarques.
  Estratégias de localização:
 ■ quantidade, área e localização das instalações;
 ■ determinação de pontos de estocagem;
 ■ demarcação de demandas a pontos de estocagem;
 ■ armazenamento público/privado.
As decisões de trade-offs de estoque se relacionam com a política de manter 
ou não estoques, com a disposição dos estoques, ou seja, a sua organização, 
e com os métodos para controlar os estoques. Já as decisões de trade-offs de 
transporte estão associadas com modais, rotas e tamanhos dos embarques. As 
decisões de trade-offs de localização englobam a área do armazém, se será 
público ou privado, os pontos de estoque e a demanda relacionada aos estoques. 
É preciso levar em conta que as decisões logísticas de estoque, transporte 
e localização estão relacionadas com as decisões estratégicas da empresa de 
um modo geral. As decisõesempresariais ocorrem em três níveis de plane-
jamento: estratégico, tático e operacional. No planejamento estratégico, são 
tomadas as decisões que afetam toda a empresa a longo prazo. Essas decisões 
9Compensação dos custos logísticos
são tomadas pelos responsáveis pela empresa, como os diretores, e devem 
considerar fatores internos da organização e fatores externos do mercado. Os 
fatores internos correspondem ao que a empresa tem de melhor e, também, aos 
pontos negativos que ela tem a melhorar. Com a análise dos fatores internos, 
identifica-se o potencial da empresa para servir o cliente, bem como os pontos 
que exigem melhoria. Já os fatores externos correspondem, por exemplo, a 
questões de mercado, legislação, cotação da moeda estrangeira e concorrência. 
Ou seja, é tudo o que acontece fora da empresa e que pode afetá-la de forma 
positiva ou negativa. A análise externa serve para a empresa aproveitar as 
oportunidades e estabelecer formas de enfrentar possíveis ameaças. A análise 
de cenário contemplando fatores externos e internos aponta os trade-offs para 
que sejam tomadas decisões.
O planejamento tático diz respeito às decisões que decorrem da direção; 
ou seja, são o desdobramento do planejamento estratégico em partes aplica-
das aos setores. Geralmente, os gerentes, supervisores e coordenadores de 
setores atuam no planejamento tático e são responsáveis por estipular metas 
e incentivar as equipes.
Já o planejamento operacional envolve as decisões do cotidiano no curto 
prazo. Essas decisões são tomadas pelos colaboradores, que exercem a ativi-
dade-fim da empresa, e são de grande importância, pois estão diretamente 
relacionadas com o produto e/ou serviço da empresa. O Quadro 2 traz exemplos 
de decisões relacionadas aos planejamentos estratégico, tático e operacional.
Compensação dos custos logísticos10
 Fonte: Adaptado de Ballou (2006, p. 53). 
 Nível da decisão
Área da 
decisão
Estratégica Tática Operacional
Localização 
das instalações
Quantidade, área 
e localização 
de armazéns, 
plantas e 
terminais
Estoques Localização 
de estoques 
e normas de 
controle
Níveis dos 
estoques de 
segurança
Quantidades 
e momentos 
de reposição
Transporte Seleção de 
modal
Leasing de 
equipamento 
periódico
Roteamento, 
despacho
Processamento 
de pedidos
Projeto do 
sistema de 
entrada, 
transmissão 
de pedidos e 
processamento
Processamento 
de pedidos, 
atendimento 
de pedidos 
pendentes
Serviço ao 
cliente
Padrões de 
procedimentos
Regras de 
priorização 
dos pedidos 
de clientes
Preparação 
das remessas
Armazenagem Seleção do 
material de 
deslocamento, 
layout da 
instalação
Escolha de 
espaços sazonais 
e utilização de 
espaços privados
Separação 
de pedidos 
e reposição 
de estoque
Compra Desenvolvimento 
de relações 
fornecedor-
comprador
Contratação, 
seleção de 
fornecedores, 
compras 
antecipadas
Liberação de 
pedidos e 
apressar compras
 Quadro 2. Exemplos de decisão estratégica, tática e operacional 
11Compensação dos custos logísticos
Acesse o link ou código a seguir e aprofunde seus conheci-
mentos sobre trade-offs e custos logísticos.
https://goo.gl/6bSiAP
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE OPERADORES LOGÍSTICOS (ABOL). Panorama macroeco-
nômico e setorial: operadores logísticos. 2017. Disponível em: <http://www.tecnolo-
gistica.com.br/portal/us/arq/paranorama_macroeconomico_e_setorial_-_abol_2017.
pdf> Acesso em: 14 maio 2018.
BALLOU, R. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: logística empresarial. 5. ed. Porto 
Alegre: Bookman, 2006.
BOWERSOX, D. J.; CLOSS, D. J. Logística empresarial: o processo de integração da cadeia 
de suprimentos. São Paulo: Atlas, 2001.
CORRÊA, H. L. Gestão de redes de suprimentos. São Paulo: Atlas, 2010.
FARIA, A. C.; COSTA, M. de F. G. Gestão de custos logísticos. São Paulo: Atlas, 2010.
Leitura recomendada
AMARAL, J. V.; GUERREIRO, R. Conhecimento e avaliação dos trade-offs de custos 
logísticos: um estudo com profissionais brasileiros. In: ENCONTRO DA EnANPAD, 37., 
2013, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.anpad.org.br/admin/pdf/2013_
EnANPAD_GOL365.pdf>. Acesso em: 02 jun. 2018.
WANKE, P. Gerência de operações. São Paulo: Atlas, 2010.
Compensação dos custos logísticos12
https://goo.gl/6bSiAP
http://www.tecnolo/
http://gistica.com.br/portal/us/arq/paranorama_macroeconomico_e_setorial_-_abol_2017.
http://www.anpad.org.br/admin/pdf/2013_
Encerra aqui o trecho do livro disponibilizado para 
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da Instituição, você encontra a obra na íntegra.
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