Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

PSICOPEDAGOGIA E AUTISMO 
 
 
 
 
 
Faculdade de Minas 
2 
 
Sumário 
 
Psicopedagogia e Autismo .............................................................................. 4 
Definição da Psicopedagogia ....................................................................... 6 
Áreas de atuação da Psicopedagogia ...................................................... 7 
O profissional Psicopedagogo...................................................................... 8 
Atendimento Psicopedagógico ................................................................. 8 
A Atuação Psicopedagógica e o Autismo .................................................. 11 
A importância do profissional de psicopedagogia na inclusão de crianças 
autistas na sala de aula ........................................................................................ 18 
REFERÊNCIAS ............................................................................................. 23 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Faculdade de Minas 
3 
 
 
 
 
FACUMINAS 
 
A história do Instituto Facuminas, inicia com a realização do sonho de um 
grupo de empresários, em atender a crescente demanda de alunos para cursos de 
Graduação e Pós-Graduação. Com isso foi criado a Facuminas, como entidade 
oferecendo serviços educacionais em nível superior. 
A Facuminas tem por objetivo formar diplomados nas diferentes áreas de 
conhecimento, aptos para a inserção em setores profissionais e para a participação 
no desenvolvimento da sociedade brasileira, e colaborar na sua formação contínua. 
Além de promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos 
que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino, 
de publicação ou outras normas de comunicação. 
A nossa missão é oferecer qualidade em conhecimento e cultura de forma 
confiável e eficiente para que o aluno tenha oportunidade de construir uma base 
profissional e ética. Dessa forma, conquistando o espaço de uma das instituições 
modelo no país na oferta de cursos, primando sempre pela inovação tecnológica, 
excelência no atendimento e valor do serviço oferecido. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Faculdade de Minas 
4 
Psicopedagogia e Autismo 
 
A psicopedagogia no TEA é uma área de extrema relevância para o 
desenvolvimento de uma pessoa que viva com autismo. No entanto, é 
imprescindível que os terapeutas saibam abordar cada caso de forma separada a 
fim que as intervenções promovam os pontos desejados para a criança e 
adolescente: capacidade de compreensão e assimilação na interação com outras 
pessoas; desenvolvimento de técnicas comunicativas, entre outro. 
Diante da abrangência da psicopedagogia nas intervenções propostas para o 
autismo, pode-se afirmar que a área em si lida com a aprendizagem como processo 
de construção. Isso é responsável pela formulação de aspectos (inquietações, 
curiosidades e reformulações) que se apresentam como desafios para os 
profissionais, sobretudo na busca por uma interação mais aprofundada com o 
indivíduo. 
Existe outro ponto que simboliza o 
desafio para a psicopedagogia no TEA: o 
fato desses profissionais atuarem com o 
enfoque diferente dos demais especialistas, 
cujas intervenções também são voltadas 
para esses casos (autismo). Importante 
salientar que a ação psicopedagógica 
procura focar não a patologia em si (TEA), 
mas os aspectos que contribuem na aprendizagem da criança. Isso é possível 
graças ao papel do psicopedagogo em apresentar o ato de aprender, mas de uma 
forma que una a aprendizagem com a peculiaridade que a criança tem de construir 
o seu conhecimento. 
Entre os vários atendimentos terapêuticos dos quais uma criança autista 
necessita, a intervenção psicopedagógica é extremamente importante para o 
desenvolvimento intelectual, social, afetivo e corporal. 
O psicopedagogo é um profissional indispensável, altamente relevante na 
atuação da vida da criança com TEA. Se pensarmos sem a participação desse 
 
 
 
 
 
Faculdade de Minas 
5 
profissional, provavelmente estaremos bloqueando a possibilidade de essas 
crianças terem assegurado um processo de aprendizagem mais significativo e 
lúdico, sua socialização mais fidedigna, seu desempenho cognitivo reabilitado e a 
descoberta de seus estímulos assegurada com resultados extraordinários; ou seja, 
perde-se a qualidade do atendimento multidisciplinar e a oportunidade de otimizar 
todo processo da aprendizagem e do desenvolvimento desse individuo. 
Por ser um profissional de investigação na relação da criança com a 
aprendizagem e suas dificuldades, ele identifica e atua nas causas que promovem 
esse insucesso, orientando os profissionais envolvidos com a criança e seus 
familiares, tornando a vida dessa criança mais saudável. O importante é valorizar 
todo o conhecimento que essa criança traz do seu mundo, considerando suas 
experiências, aprendendo com ela, respeitando suas limitações e favorecendo uma 
relação de confiança e prazer. 
Compete ao psicopedagogo conhecer as características da criança com o 
TEA, para que este tenha condições de planejar uma intervenção que venha atingir 
as necessidades e os aspectos afetivos, cognitivos e comportamentais. 
Conscientizar o profissional e todos envolvidos sobre a grande relevância do 
psicopedagogo na vida da criança com TEA é em que consiste este artigo. Bossa 
(1994, p. 66) diz: (…) “a de socializar os conhecimentos disponíveis, promover o 
desenvolvimento cognitivo e a construção de regras de conduta, dentro de um 
projeto social mais amplo”(…). Não é colocá-lo em nosso mundo, mas dar a ele o 
direito de ser inserido de maneira estrutural, contextualizado e organizado, nessa 
nova visão de vida. 
Tendo o psicopedagogo o papel de intervenção e de interferência, tratando 
da causa, a intervenção do psicopedagogo nos portadores de TEA tem o objetivo de 
orientar comportamentos, mediar ações, compreender e assimilar o processo de 
desenvolvimento desse individuo, com interação com a sociedade conforme suas 
condições e limitações num relacionamento com um mundo diferente do seu. 
A partir do momento em que se entendem e percebem a grande relevância 
do papel fundamental do psicopedagogo no desenvolvimento em todos os aspectos 
deste individuo, onde hipóteses são construídas, permitem aceitar novos desafios, 
 
 
 
 
 
Faculdade de Minas 
6 
tomando a postura de um terapeuta que 
interage e busca maior entendimento e 
conhecimento referente a esse individuo. 
O papel do psicopedagogo diante 
do diagnostico de autismo é de tentar 
preparar ou remediar a falta de 
conhecimento familiar e educacional e 
contribuir na aquisição da aprendizagem, 
no desenvolvimento da autoestima e na formação da personalidade humana. 
Ajudando a criança autista a se sentir pertencente e inserida no contexto escolar, 
integrada na família e na sociedade; o psicopedagogo, por sua vez, sentirá que seu 
trabalho de intervenção será mais produtivo causando assim o seu próprio bem 
estar. 
 
Definição da Psicopedagogia 
 
A Psicopedagogia é o campo que estuda a aprendizagem em suas diferentes 
relações e circunstâncias. Ela se ocupa do processo de aprendizagem e suas 
variações e da construção de estratégias para a superação do não-aprender, tendo 
como um de seus focos principais a autoria do pensamento e da aprendizagem. 
A Psicopedagogia tem uma visão 
integrada da aprendizagem, entendendo que 
todas as dimensões do sujeito são 
coparticipantes de seus processos de 
aprendizagem, por meio do entrelaçamento e da 
manifestação dos processos cognitivos, afetivo-
emocionais, sociais, culturais, orgânicos, 
psíquicos e pedagógicos, concebendo o sujeito 
como individual e coletivo. 
A Psicopedagogia transita entre os aspectos pedagógicos e psíquicos e entre 
os processos de desenvolvimento e aprendizagem dos sujeitos. Sua intervençãoFaculdade de Minas 
7 
possibilita que indivíduos, grupos e instituições desenvolvam seus processos de 
aprendizagem de forma saudável, resgatando o prazer de aprender e descobrindo-
se como autores de seus próprios processos. 
 
Áreas de atuação da Psicopedagogia 
 
A atuação da Psicopedagogia pode acontecer a partir da perspectiva Clínica, 
Institucional e da Pesquisa. 
A Psicopedagogia Clínica ocupa-se do entendimento do sujeito que aprende, 
através de sua história pessoal, de seus vínculos familiares, de sua modalidade de 
aprendizagem, compatibilizando conhecimento e saber. Procura compreender o 
sujeito a partir de seu processo de aprender e de não aprender, indagando como, o 
que e de que maneira ele pode aprender. Exerce suas funções nas dimensões 
terapêutica e institucional, buscando a compreensão das complexas relações de 
aprendizagem, dos lugares e papéis de sujeitos em suas redes históricas e pela 
formulação de espaços e dispositivos adequados ao resgate e à promoção da 
aprendizagem. Realiza ações voltadas para o resgate da aprendizagem, através da 
formulação de espaço e vínculo de confiança e da proposição de recursos 
adequados e específicos. Busca possibilitar que o sujeito construa sua autoria na 
aprendizagem. 
A Psicopedagogia Institucional considera as amplas e intrincadas relações de 
aprendizagem de uma instituição, analisando as relações institucionais e buscando 
elaborar condições de articular a qualificação dos processos de aprendizagem. 
Objetiva fazer com que os sujeitos de um grupo possam se conceber e agir como 
protagonistas de seus próprios processos de aprendizagem. Pode ter como objetivo, 
na escola, a diminuição da incidência dos problemas de aprendizagem. Analisa e 
age em relação às questões da didática e da metodologia, através da intervenção: 
na formação permanente e na assessoria junto aos professores; no atendimento 
familiar; no diagnóstico de sujeitos; no relacionamento entre alunos e professores; 
nas relações afetivas envolvidas nos processos de aprender; no significado que os 
alunos e professores dão à aprendizagem; na elaboração de currículos e ações 
pedagógicas que tenham efetivo desempenho junto ao processo de aprendizagem. 
 
 
 
 
 
Faculdade de Minas 
8 
A Psicopedagogia como área de Pesquisa compõe um conjunto de 
conhecimentos que auxiliam na investigação sobre os fenômenos dos processos de 
aprendizagem humana. 
 
O profissional Psicopedagogo 
 
O Psicopedagogo é um especialista em Psicopedagogia. Sua formação 
ocorre, geralmente, através de cursos de Especialização, possibilitando o 
aprofundamento dos conhecimentos obtidos nos cursos de graduação e a 
ampliação da discussão sobre os aspectos da aprendizagem, de sua autoria e da 
superação do não aprender. Assim, se uma pessoa tem a graduação em 
Licenciatura em Matemática e a especialização em Psicopedagogia, ela será 
Licenciada em Matemática e Especialista em Psicopedagogia. Se a pessoa tem 
graduação em Pedagogia e Especialização em Psicopedagogia, ela será uma 
Pedagoga e Especialista em 
Psicopedagogia. Se ela tiver a graduação 
em Psicologia e Especialização em 
Psicopedagogia, ela será uma Psicóloga e 
Especialista em Psicopedagogia. 
O especialista em Psicopedagogia é 
um profissional habilitado a lidar com os 
processos de aprendizagem e suas dificuldades junto às crianças, aos 
adolescentes, aos adultos ou às instituições, instigando aprendizagens 
significativas, de acordo com suas possibilidades e interesses. Em sua prática, o 
especialista em Psicopedagogia pode auxiliar na busca do prazer de aprender, na 
construção de um novo significado para as formas de aprender, da compreensão, 
por parte dos sujeitos, da maneira como aprendem e de como utilizar suas 
estratégias em relação a novos conhecimentos. 
Atendimento Psicopedagógico 
 
Entre os diferentes aspectos que 
precisam ser considerados ao longo de 
 
 
 
 
 
Faculdade de Minas 
9 
um atendimento psicopedagógico, seja institucional ou clínico, destacam-se alguns 
que necessitam de atenção, tais como o momento do diagnóstico, a anamnese, a 
elaboração de hipóteses e a análise do processo de construção da lecto-escrita. 
O processo diagnóstico caracteriza-se como os primeiros encontros nos 
quais se interage de forma mais direta com o sujeito encaminhado e com sua 
família, procurando conhecer mais detalhes de sua história. Porém, não é um 
momento fechado, que tenha como objetivo atribuir um rótulo ao sujeito. Há 
diagnósticos como transtorno de hiperatividade e déficit de atenção, autismo, entre 
outros, que não podem ser dados por um especialista em Psicopedagogia, que 
pode sugerir para a família procurar um profissional como um psiquiatra ou um 
neurologista para avaliar e realizar tal diagnóstico. O especialista em 
Psicopedagogia deve sempre realizar os encaminhamentos que julgar necessários, 
mencionando que há outras questões que também atrapalham a aprendizagem do 
sujeito e que só podem ser avaliadas por outro profissional habilitado. Por isso, fala-
se tanto das parcerias nos atendimentos psicopedagógicos e de um trabalho 
interdisciplinar. 
Na medida em que o trabalho interdisciplinar é fundamental na ação 
psicopedagógica, é importante conhecer as ferramentas que existem e são usadas 
pelos outros profissionais envolvidos, para saber entendê-las adequadamente, 
quando se recebe um diagnóstico. Porém, isso não significa que se possa utilizá-
las, já que algumas ferramentas são de uso exclusivo do psicólogo, do 
fonoaudiólogo ou do médico. 
O diagnóstico psicopedagógico necessita concentrar-se nos processos de 
aprendizagem. Esse momento não pode estar focado apenas no sujeito, mas em 
todas as relações que ele mantém seja na família, na escola ou no grupo de 
amigos, dentre outros. O diagnóstico é um momento no qual se pode iniciar o 
levantamento de hipóteses sobre como e o que o sujeito aprende, bem como o que 
o impede de aprender. Nessa ocasião, já se inicia também o tratamento. Quando se 
analisa a situação do sujeito, precisa-se propor desafios de superação, para que 
novas hipóteses possam ser levantadas e questões já possam ser superadas. Logo, 
 
 
 
 
 
Faculdade de Minas 
10 
não há uma separação rígida entre o período do diagnóstico e o do tratamento. Ao 
iniciar o diagnóstico, já se está começando o tratamento. 
Ao longo do processo diagnóstico, é importante ser realizada uma entrevista 
de anamnese, que se constitui numa técnica de investigação e análise, a partir da 
retomada da história de vida do sujeito através de uma conversa com a família. Ela 
é utilizada para auxiliar a compreender o funcionamento familiar, no sentido de se 
observar como o sujeito é visto por esse grupo, qual o seu papel, como o veem e 
compreendem sua situação ao longo da vida e como descrevem a dificuldade de 
aprendizagem. A anamnese auxilia o especialista em psicopedagogia a 
compreender o processo de aprendizagem do sujeito em diferentes momentos de 
sua vida. Por isso, suas perguntas devem se centrar mais no “como” do que no 
“quando”, como, por exemplo: Como foi que ele começou a andar? Como foi que ele 
aprendeu a falar? O quando traz uma questão mais relacionada com a 
temporalidade, o que tem importância, mas não tanto quando o processo de cada 
aprendizagem. 
A elaboração de hipóteses sobre como o sujeito aprende e o que o impede é 
de suma importância para o atendimento, pois é a partir dela que a ação do 
especialista em psicopedagogia é planejada e organizada. Ao longo de todo o 
tratamento, as hipóteses são elaboradas, superadas e redefinidas. A partir da 
superação de uma questão, outra poderá ser elaborada pelo especialista em 
Psicopedagogia. É significativo sempre partir do que o sujeito sabe fazer, o que 
conhece, aquilo no que tem sucesso. Além de reforçar suas possibilidades, com 
essa perspectiva também se consegue, muitas vezes, observar e analisar asestratégias utilizadas e lhe ajudar a usá-las nas situações de dificuldades. 
Outro aspecto relevante tem relação 
com as inúmeras vezes em que os 
especialistas centram a investigação 
psicopedagógica na leitura e na escrita 
quando o encaminhamento ocorre devido a 
uma dificuldade nessa área. Porém, 
precisa-se sempre lembrar de também 
 
 
 
 
 
Faculdade de Minas 
11 
analisar questões relativas ao pensamento lógico matemático. 
 Várias vezes recebe-se dos educadores a avaliação de que o sujeito domina 
as questões relacionadas ao conhecimento matemático, mas o que ele consegue 
fazer são cálculos mecanizados, sem compreensão. A construção do pensamento 
lógico-matemático é estruturante da construção da leitura e da escrita, ou seja, são 
a base para a aprendizagem da leitura e da escrita. A testagem do nível de leitura e 
escrita precisa ser realizada juntamente com a observação, pois é importante 
observar as estratégias que o sujeito utiliza para ler e escrever sua própria 
produção. 
 
 
A Atuação Psicopedagógica e o Autismo 
 
Pode-se afirmar que a Psicopedagogia é uma 
área interessada em investigar a relação da criança 
com a aprendizagem. Sendo assim esta relação pode 
configurar-se como problemática, em relação aos 
aspectos pedagógicos, psicológicos, afetivos e 
cognitivos. Por se tratar de uma área investigativa esse 
profissional deve criar condições para que o indivíduo 
desenvolva uma aprendizagem mais significativa, 
Bossa (1994, p.62) ressalta que “a psicopedagogia 
preventiva se baseia principalmente na observação e 
análise profunda de uma situação concreta”. 
 
 
 
 
 
 
Faculdade de Minas 
12 
 
Neste caso compete ao Psicopedagogo conhecer as características da 
criança com o TEA, para que este tenha condições de planejar uma intervenção que 
venha atingir as necessidades e os aspectos afetivos, cognitivos e comportamentais 
de seus clientes. Talvez esse profissional não tenha percebido ainda a riqueza 
dessa profissão, que além de ajudar no quesito aprendizagem, esse possui uma 
função bem especial que, segundo Bossa, (1994, p. 66) é “a de socializar os 
conhecimentos disponíveis, promover o desenvolvimento cognitivo e a construção 
de regras de conduta, dentro de um projeto social mais amplo”. Desta forma esse 
indivíduo pode se tornar inserido de maneira mais organizada em um mundo 
totalmente novo, pelo menos pra ele. 
A intervenção psicopedagógica tem 
o objetivo de revelar um padrão de 
 
 
 
 
 
Faculdade de Minas 
13 
relacionamento com o mundo, diferente daquela vivenciada até o momento pelo 
indivíduo, que consequentemente poderá ser lançado ao aprendizado e integrando-
se a sociedade conforme suas condições o permitam. A intervenção tem como 
objetivo ajudar na compreensão, assimilação e orientação comportamentais, no 
caso dos portadores do TEA, introduzindo esse sujeito a novos elementos que 
poderão levá-lo a quebra de paradigmas. 
Vendo a psicopedagogia por essa perspectiva, ela nos projeta a uma análise 
e a uma reflexão da necessidade de perceber as angústias ali apresentadas, a 
estudar e pesquisar as condições que estão sendo requeridas nos aspectos 
relacionados com o desenvolvimento, cognitivo e/ou comportamental. A partir do 
momento em que o psicopedagogo percebe a aprendizagem como um processo de 
construção, onde se geram hipóteses, reformulações e a complexidade de fatores 
múltiplos, surgem inquietações e insatisfações, que nos permitem aceitar novos 
desafios convidando-os a sair da posição fria de mero expectador, para a de 
terapeuta que interage e busca maior entendimento e conhecimento referente ao 
indivíduo. 
Segundo Edith Rubinstein (2009, p. 128): 
 
O trabalho com autista é de fundamental importância para seu 
desenvolvimento, mas não podemos negar também que não é um trabalho fácil de 
realizar, até mesmo porque existem níveis diferentes de autismo, cada um com suas 
especificações e peculiaridades. 
Para Santos (2009), a Psicopedagogia possui caráter interdisciplinar, seu 
objeto de estudo deve ser entendido a partir de dois enfoques: preventivo e 
terapêutico, onde o primeiro considera como objeto o ser humano em 
desenvolvimento, seus processos de desenvolvimento e as alterações de tais 
processos. O enfoque terapêutico considera o objeto a identificação, análise, 
 
 
 
 
 
Faculdade de Minas 
14 
elaboração de uma metodologia de diagnóstico e tratamento das dificuldades de 
aprendizagem. 
O psicopedagogo deve sempre estar ciente de que cada educando é 
diferente do outro, então, para cada um terá um olhar diferenciado, observando as 
necessidades daquele sujeito, observando também as possibilidades que o 
educando lhe oferece. É preciso que sejam escolhidos os meios eficazes para 
tornar o currículo escolar coerente com as necessidades do mesmo. 
Em relação ao trabalho psicopedagógico com os autistas: 
 
O papel do psicopedagogo diante de um quadro de inclusão escolar é de 
suma importância; pois será ele o intermediário de facilitações e possibilidades de 
aprendizagens. Ao se pensar na educação de crianças com TEA é preciso ter 
conhecimentos prévios sobre o transtorno e sobre o padrão normal das demais 
crianças. Requer a primazia da observação para atingir o verdadeiro caminho do 
saber, selecionar estímulos que tornem receptiva a prática usada, saber enriquecer 
o aprendizado, abordar as características da ação psicopedagógica. 
Em toda intervenção é necessária a consciência das possibilidades 
educacionais da criança com TEA, sabendo nortear um currículo eficaz e de acordo 
com suas peculiaridades, pois o aluno autista é um aprendiz que a sua maneira 
elabora suas ideias, ordena suas ações, sincroniza o funcionamento psíquico e a 
capacidade motora. 
 
 
 
 
 
Faculdade de Minas 
15 
Cunha (2015) abordou quatro critérios de mediação 
psicopedagógica para ser aplicada em crianças com TEA. 
A intencionalidade, reciprocidade, significado e 
transcendência. A intencionalidade, se refere ao modo de 
interação entre mediador e mediado, para que ambos 
aprendam moldar e interpretar estímulos. Reciprocidade, 
diz respeito à troca, é um caminho que torna visível o 
retorno do aprendente ao processo de aprendizagem, é 
importante o mediador nesse processo procurar 
recompensar as respostas positivas, pois assim o 
aprendente percebe que está no caminho certo. Significado, o mediador deve dar 
significado as ações, o mediado precisa compreender a função, a utilidade de tal 
ato, de tal objetivo. Transcendência, esta por objetivo promover a aquisição de 
estratégias que podem servir para diversas situações. 
O papel do psicopedagogo vem de ser o auxiliador com um olhar sistêmico, 
para tentar enxergar ao máximo sua capacidade cognitiva de aprendizado e tornar o 
currículo funcional para que seja desenvolvida a autonomia do aluno com TEA. 
Através do psicopedagogo se fará a eliminação de barreiras e criação de 
estratégias que muitas vezes são simples, mas que fazem parte da estratégia de 
ensino utilizada pelo professor regente e que irá possibilitar um currículo que atenda 
esse aluno. 
O trabalho da psicopedagogia não consiste em aplicar somente teorias, em 
se fazer aprender as teorias, mas sim possibilitar novas formas de aprender, 
observando o educando, buscando meios pra que se compreenda. A 
psicopedagogia não se prende nas dificuldades desse educando, mas sim, em estar 
procurando alternativas de ensinar sobrepondo as dificuldades de aprendizagens 
apresentadas pelo mesmo. 
Para Cunha (2015), o trabalho deve acontecer através da observação, 
primeiro passo para se atingir os pontos posteriores. A observação permite 
“selecionar os estímulos que tornam o aprendente mais receptível às práticas 
pedagógicas. O que o aluno ama o que lhe interessa, seus sonhos e desejos são 
 
 
 
 
 
Faculdade de Minas 
16 
baldrames da atuação psicopedagógica. A sua interioridade deveser priorizada [...]” 
(Idem, 2015, p 19). 
A observação possibilita conhecer os gostos, as preferências, os desejos, e a 
partir desses detalhes deve ser criada uma linha de trabalho, que também venha 
acompanhada de afeto e estímulos, para que a aprendizagem floresça a partir do 
interior do educando, pois, quanto maior 
for o numero de estímulos, maiores e 
melhores serão as oportunidades de 
evolução do aprendizado. 
Atuar como psicopedagogo, 
atendendo de maneira efetiva todos os 
alunos não é uma tarefa fácil, 
principalmente quando se trata em trabalhar com crianças portadoras de 
necessidades especiais, especificamente os autistas. O ato de ensinar exige uma 
série de habilidades e competências do educador, para que este consiga articular 
fatores individuais, sociais, internos, individuais, externos que influenciam o tempo 
todo o aluno. 
Assim, para que o autista possa ser favorecido pelas práticas pedagógicas é 
preciso que o profissional esteja preparado para lidar com essa nova clientela, tendo 
consciência de sua deficiência, mas também de suas habilidades, para que assim 
possa através de um bom planejamento e de uma boa elaboração de um Projeto 
Político Pedagógico. 
As práticas pedagógicas utilizadas em sala de aula são desenvolvidas pelos 
professores e por uma equipe pedagógica que organizem suas práticas 
relacionando-as com as concepções sobre criança, 
infância e educação. Essas práticas, entretanto, são 
reguladas pela escola e por toda a sua estrutura 
pedagógica. 
A educação inclusiva exige a adoção de 
práticas diferenciadas, não sendo concebidas práticas 
 
 
 
 
 
Faculdade de Minas 
17 
que se pautem pela homogeneidade e que considerem uma única forma de 
aprender. Deve-se ainda no processo educacional que as práticas pedagógicas não 
se limitem apenas a concepção da patologia, mas se volte para o indivíduo, deve se 
apoiar nas necessidades desses alunos. 
Ainda Cunha (2015), uma criança considerada normal aprende por 
brincadeiras, cria vínculos, adquire habilidades motoras e cognitivas, entretanto para 
uma criança autista, não é tão simples assim, pois há uma relação diferente entre o 
cérebro, os sentidos e as informações, o que acaba por nem sempre gerar 
conhecimento. 
A criança autista não deve simplesmente ser inserida em sala de aula e 
esperar que seu desenvolvimento aconteça. É importante que ela tenha a 
oportunidade de manusear os objetos, de conhecer para que servem. Dessa forma, 
as práticas pedagógicas devem estar voltadas para atividades que causem fascínio 
no autista, para que assim ele consiga desenvolver suas habilidades de maneira 
real. 
O atendimento psicopedagógico segundo Bastos (2005) deve considerar os 
seguintes aspectos: 
 
 
 
 
 
 
Faculdade de Minas 
18 
Assim, as práticas pedagógicas com crianças autistas devem estar voltadas 
para maneiras diferenciadas, é preciso que sejam selecionadas atividades e 
métodos visuais concretos, pois o visual para o autista é essencial, sendo facilitador 
no processo de aprendizagem. 
O trabalho psicopedagógico deve ser visto como uma ferramenta para ajudar 
na organização e estrutura cognitiva e comportamental dos indivíduos, sendo 
necessário intervenções específicas para melhor atender as crianças autistas. 
Dentre essas intervenções destacam-se dois métodos o ABA e o TEACH. 
 
A importância do profissional de psicopedagogia na inclusão 
de crianças autistas na sala de aula 
 
O autismo pode ser considerado leve, moderado e severo, e é um transtorno 
ímpar onde os sintomas podem aparecer de maneira diferente nos indivíduos, 
apresentando comprometimento diferente e em diversos graus. Pode ou não estar 
associado a atrasos no desenvolvimento cognitivo ou a outros transtornos. Apesar 
de não ser classificado pela medicina como deficiência, a legislação vigente garante 
as pessoas com TEA as mesmas proteções legais referente às pessoas com 
deficiência. 
A Educação Especial recebeu um maior destaque na Lei de Diretrizes e 
Bases (LDB) nº 9.394/96. Em seu artigo 58 há intenção de contemplar a educação 
inclusiva, manifestando o propósito de incluir o aluno, sempre que possível, nas 
classes comuns do ensino regular. O caput do artigo cita: 
 
A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência da Organização 
das Nações Unidas realizada em 2007 foi incorporada a legislação brasileira em 
2008 e possui força normativa equivalente a emenda constitucional. 
 
 
 
 
 
Faculdade de Minas 
19 
O Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/2015) é um importante 
instrumento de proteção e inclusão das pessoas com deficiência. Em seu artigo 27 
destaca: 
 
Nesse sentido, a escola deve adequar o currículo, se necessário modificar 
estratégias, métodos e avaliação contemplando as diferenças no meio escolar. Os 
profissionais devem estar capacitados para tal e atentos aos objetivos que se deseja 
alcançar diante dessas crianças, levando em consideração que as finalidades da 
educação são as mesmas para todos os alunos. 
Diante dessa situação, as crianças com TEA enfrentam diversas dificuldades 
em sua vida escolar. O psicopedagogo que estuda os processos de aprendizagem 
de crianças, adolescentes e adultos, identifica as dificuldades e os transtornos que 
interferem na assimilação do conteúdo, fazendo uso de conhecimentos da 
psicologia e da antropologia para analisar o 
comportamento do aluno. 
O psicopedagogo deve auxiliar o educador para 
saber trabalhar com o relacionamento com seu aluno 
em um conhecimento o mais abrangente do 
Transtorno do Espectro Autista, das características da 
criança e de técnicas atualizadas de ensino. 
Cada pessoa tem uma relação diferente com o 
saber. As circunstâncias internas variam de acordo 
com a maturação e o grau do desenvolvimento da 
 
 
 
 
 
Faculdade de Minas 
20 
criança, enquanto que os fatores externos dizem respeito ao meio que a criança 
está inserida, como família, amigos, escola, entre outras relações. 
Precisa além do seu conhecimento teórico e prático, o psicopedagogo deve 
ter responsabilidade, sensibilidade em compreender que uma criança autista 
aprende, mas também ensina, pois, toda a bagagem que carrega consigo deve ser 
considerada. É responsabilidade do psicopedagogo intermediar o relacionamento 
entre quem ensina e quem aprende na construção de um vínculo. 
Beauclair (2013, p 01) em seu artigo sobre Psicopedagogia, afirma que: 
 
No processo de evolução dos seres humanos, gradativamente, adquirem 
novas habilidades, elas são assimiladas conforme o indivíduo interage com o 
ambiente e quando as informações estão estabilizadas a nível cognitivo, será 
possível a aquisição de outras competências (CHEVRIE-MULLER.; NARBONA 
2005). 
Incluir é aprender junto e para isso há necessidade de que nas escolas esse 
ambiente de aprendizagem seja favorável. Independente do grau de severidade da 
criança com TEA, a educação inclusiva deve ser vivenciada individualmente 
favorecendo também a sociabilidade. Para que haja uma inclusão escolar visando a 
aprendizagem de crianças com autismo, o psicopedagogo precisa orientar os 
professores e toda a equipe escolar a trabalhar com essas crianças. 
É de suma importância que se use instruções claras, diretas e simples para 
cada tarefa orientada; ensinar comportamentos e obediência e regras; usar 
estímulos visuais facilitando o aprendizado; estimular a autonomia e a 
independência; utilizar de reforço positivo elogiando e parabenizando a cada 
 
 
 
 
 
Faculdade de Minas 
21 
comportamento correto ou acerto em atividades. Todavia, os reforços podem ser 
sociais, com uso de atividades e ou brinquedos. 
Pensando especificamente em formas avaliativas inclusivas, devemos 
mencionar alguns caminhos: observação e registro, portfólio, diário do professor e 
autoavaliação. Estes podem ser bons instrumentos para a contribuição de uma 
avaliação responsável esadia (AIMI e TAMBORIL, 2011). 
De tal modo, se faz necessário que o psicopedagogo depois de uma 
avaliação sistemática e coletando informações dos demais profissionais envolvidos, 
faça uma adaptação do conteúdo proposto pela escola levando em conta a 
aprendizagem da criança autista. Assim, é planificado um currículo individual, onde 
serão explanados objetivos, conteúdos, metodologia e avaliação, com a finalidade 
de conduzir a construção do saber. 
As adaptações curriculares devem ser 
individualizadas e respeitar o repertório de 
habilidades acadêmicas, sociais e linguagem da 
criança, evoluindo, gradativamente, dentro de uma 
perspectiva de aprendizagem sem erro. De acordo 
com o MEC, as adaptações de acesso o currículo 
são modificações ou provisões de recursos 
espaciais, materiais ou de comunicação que vão 
facilitar que os alunos e alunas com necessidades educativas especiais possam se 
desenvolver com currículo ordinário ou, se for o caso, o currículo adaptado. 
Em todo intervenção, é preciso que o psicopedagogo esteja consciente das 
possibilidades educacionais do seu educando, mesmo diante de qualquer 
inadaptabilidade inicial. Para isso, é preciso que se escolham os meios eficazes que 
tornarão o currículo escolar coerente com as suas necessidades (CUNHA, 2015). 
Bossa (1994, p 23) também menciona a cerca da função do psicopedagogo 
 
 
 
 
 
Faculdade de Minas 
22 
no preços de aprendizagem: 
 
Neste entendimento, cabe ao psicopedagogo saber como o indivíduo se 
organiza, como se transforma em suas diversas etapas de vida, quais os recursos 
de conhecimento de que ele dispõe e a forma pela qual produz conhecimento e 
aprende. É preciso, também, que o psicopedagogo saiba o que é ensinar e o que é 
aprender; como interferem os sistemas e métodos educativos; os problemas 
estruturais que intervêm no surgimento dos transtornos de aprendizagem e no 
processo escolar. 
Ensinar e aprender são processos interligados. Não podemos pensar em um, 
sem estar em relação ao outro. Segundo Fernandez (2001, p.29), entre o ensinante 
e o aprendente, abre-se um campo de diferenças onde se situa o prazer de 
aprender. Ensinantes são os pais, os irmãos, os tios, os avós e demais integrantes 
da família, como também, os professores e companheiros da escola. 
As escolas enfrentam um grande desafio: lidar com as dificuldades de 
aprendizagem e ao mesmo tempo traçar uma proposta de intervenção capaz de 
contribuir para a superação dos problemas de aprendizagem dos alunos. Dessa 
forma, defende-se a importância do Psicopedagogo Institucional, como um 
profissional qualificado, que se baseia principalmente na observação e análise 
profunda de uma situação concreta, no sentido de não apenas identificar possíveis 
perturbações no processo de aprendizagem, mas para 
promover orientações didático metodológicas no espaço 
escolar de acordo com as características dos indivíduos 
e grupos. 
A presença de psicopedagogo no contexto escolar 
se faz essencial, pois sua intervenção vai além do aluno 
em sala de aula, mas na orientação dos pais, auxiliando 
os educadores, elaborando projetos, além de participar 
na implementação de propostas pedagógicas. 
 
 
 
 
 
 
Faculdade de Minas 
23 
REFERÊNCIAS 
 
BASTOS, A M B P. A PSICOPEDAGOGIA APLICADA AOS PORTADORES 
DE T.I.D. In: CAMARGOS. Jr., Walter (coord.) Transtornos Invasivos do 
Desenvolvimento: 3o Milênio / Walter Camargos Jr e colaboradores. -Brasília: 
Presidência da República, secretaria Especial dos Direitos Humanos, 
Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, 2005. 
p.127-131. 
BOSSA, N. A. A psicopedagogia no Brasil: contribuições a partir da prática. 3 
ed. Porto Alegre: Artmed, 1994, p. 61- 76. 
RUBINSTEIN, Edith. A Especificidade do Diagnóstico Psicopedagógico. In: 
SISTO, Fermino Fernandes et al. Atuação psicopedagógica e aprendizagem 
escolar. 12 edição. Editora Vozes, 2009, p.127-139. 
SANTOS, Denise Morais. Como a psicopedagogia pode contribuir no 
tratamento das crianças autistas. Rio de Janeiro: Universidade Cândido Mendes, 
2009. 
American Psychiatric Association (APA). “Diagnostic and Statistical Manual of 
Mental Disorders” (DSM-IV, 4th ed., Washington, DC, 1994. 
AMY, Marie Dominique. Enfrentando o autismo: a criança, seus pais e a 
relação terapêutica. Rio de Janeiro: J. Zahar, 2001. 
BASTOS, A.M.B.P. A psicopedagogia aplicada aos portadores de T.I.D. IN: 
CAMARGO JR, Walter. (coord.). Transtornos invasivos do desenvolvimento. 
Brasília: Secretaria Especial dos Direitos Humanos, 2005, p. 127-131. 
BATISTA, Marcus Welby e ENUMO, Sônia Regina Fiorim Enumo. Inclusão 
escolar e deficiência mental: análise da interação social entre companheiros. 2004. 
BRASIL. Código de ética da psicopedagogia. 2011. 
CLASSIFICAÇÃO de Transtornos mentais e de Comportamento da CID-10: 
Descrições Clínicas e Diretrizes Diagnósticas. Porto Alegre: Artmed, 1993. 
 
 
 
 
 
Faculdade de Minas 
24 
CUNHA, Eugênio. Autismo na escola: um jeito diferente de aprender, um jeito 
diferente de ensinar – ideias e práticas pedagógicas. 3 ed. Rio de Janeiro: Wak 
Editora, 2015. 
LÜDKE, Jacqueline Prates Rocha. Autismo e Inclusão na educação infantil: 
um estudo sobre as crenças dos educadores. Monografia apresentada para 
obtenção do grau de especialista em Psicologia Escolar Educacional. Universidade 
Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2011. 
 MENEZES, Adriana Rodrigues Saldanha de. Inclusão Escolar de alunos com 
autismo: quem ensina e quem aprende. Dissertação de mestrado apresentado à 
Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, 2012. 
MITTLER, Peter. Da exclusão à inclusão. In: ______. Educação inclusiva: 
contextos sociais. Tradução de Windyz Brazão Ferreira. Porto Alegre: Artmed, 2003. 
RUBINSTEIN, Edith. A Especificidade do Diagnóstico Psicopedagógico. In: 
SISTO, Fermino Fernandes et al. Atuação psicopedagógica e aprendizagem 
escolar. 12 edição. Editora Vozes, 2009, p.127-139. 
SANTOS, Denise Morais. Como a psicopedagogia pode contribuir no 
tratamento das crianças autistas. Rio de Janeiro: Universidade Cândido Mendes, 
2009. 
TRAMUJAS, Joseli Quintana. A psicopedagogia e a aprendizagem nos 
transtornos de espectro autista. Universidade Tuiuti do Paraná. Curitiba, 2010. 
VISCA, Jorge. Clínica psicopedagógica: epistemologia convergente. Porto 
Alegre: Artes Médicas, 1987. 
AIMI, Deusodete Rita da S. e TAMBORIL, Maria Ivonete B. A Avaliação na 
Educação Especial: instrumento para a promoção de aprendizagem. Disponível em: 
Acesso em: 18 jul. 2018. 
BEAUCLAIR, João. O que é Psicopedagogia. 2013. Disponível em: < 
https://pedagogiafadba.files.wordpress.com/2013/03/o-que-_-psicopedagogia.pdf> 
BOSSA, Nádia. A Psicopedagogia no Brasil: contribuições a partir da prática. 
Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1994. 
 
 
 
 
 
Faculdade de Minas 
25 
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil (1988). Promulgada 
em 05 de outubro de 1988. 
BRASIL. Planalto. Lei 13.146/2015. Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com 
Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Disponível em: < 
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm> 
BRASIL. Planalto. Lei 9.394/1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da 
Educação Nacional. Disponível em: < 
http://www.planalto.gov.br/Ccivil_03/leis/L9394.htm> 
BRASIL. Planalto. Lei 12.764/2012. Institui a Política Nacional de Proteção 
dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista; e altera o § 3o do art. 
98 da Lei no 8.112, de 11 de dezembro de 1990. 
CUNHA, Eugênio. Autismo e Inclusão: psicopedagogia e práticas educativas 
na escola e na família. 6 ed. Rio de Janeiro: Wak Ed., 2015. 
DINIZ, Debora. O que é deficiência. São Paulo: Brasiliense, 2012. 
DONVAN, Jonh; ZUCKER, Caren. Outra sintonia: a história do autismo. 1 ed. 
São Paulo: Companhia das letras, 2017. DSM-V / [American PsychiatncAssociation, 
traduç . Maria Inês Corrêa Nascimento ... et al.]; revisão técnica: Aristides Volpato 
Cordioli... [et al.]. - . e . Porto Alegre: Artmed, 2014. 
FERNÁNDEZ, Alicia. Os Idiomas do Aprendente: Análise de modalidades 
ensinantes em famílias, escolas e meios de comunicação. Porto Alegre: Artmed, 
2001. 
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia 
Científica. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 1991. 
MELO, S. C. Inclusão em Educação: um estudo sobre as percepções de 
professores da rede Estadual de Ensino Fundamental do Rio de Janeiro, sobre 
práticas pedagógicas de inclusão. Tese (Doutorado em Educação) – Programa de 
Pós-Graduação em Educação, Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2010. 
RODRIGUES, J. M. C. A criança autista: um estudo psicopedagogico/ Janine 
Marta Coelho Rodrigues, Eric Spencer – Rio de Janeiro: Wak Editora 2010.

Mais conteúdos dessa disciplina