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69 M aterial para uso exclusivo de aluno m atriculado em curso de Educação a Distância da Rede Senac EAD, da disciplina correspondente. Proibida a reprodução e o com partilham ento digital, sob as penas da Lei. © Editora Senac São Paulo. Capítulo 6 Remuneração estratégica Este capítulo aborda o conceito e os tipos de remuneração. A re- muneração é uma troca entre o colaborador e a organização. A orga- nização busca colaboradores proativos, empenhados e produtivos; em contrapartida, o colaborador busca uma organização que satisfaça suas necessidades e expectativas. É com base nesse preceito que as organizações buscam o desenvolvimento de planos de incentivos que consigam suprir, igualmente, as necessidades de ambos. 70 Gestão estratégica de pessoas M at er ia l p ar a us o ex cl us ivo d e al un o m at ric ul ad o em c ur so d e Ed uc aç ão a D is tâ nc ia d a Re de S en ac E AD , d a di sc ip lin a co rre sp on de nt e. P ro ib id a a re pr od uç ão e o c om pa rti lh am en to d ig ita l, s ob a s pe na s da L ei . © E di to ra S en ac S ão P au lo . 1 O conceito de remuneração de pessoal A remuneração é uma troca entre empregado e empregador. O em- pregado dispõe sua mão de obra, e o empregador retribui em forma de remuneração. A remuneração, no entanto, não é constituída apenas de salário – estão inclusas as recompensas financeiras e não financeiras, das quais fazem parte o reconhecimento, a segurança no emprego e os programas de recompensa que levem em consideração o bom desem- penho dos colaboradores e os benefícios, por exemplo. Os colaboradores precisam se sentir satisfeitos, e, por isso, as orga- nizações precisam ter bons planos de remuneração. O salário é uma obrigação da organização, e remunerar os funcionários de forma ade- quada é reconhecer, entre outros valores, os seus talentos individuais. Chiavenato (2015) afirma que a construção do plano de remuneração requer cuidados, pois remuneração ultrapassada provoca forte impacto na organização por trazer consequências, como a falta de motivação dos funcionários. O salário e os benefícios são fatores muito importan- tes para o colaborador, uma vez que são uma maneira de reconhecê-lo e recompensá-lo por seu esforço, desempenho e habilidades. Na maioria das organizações, o principal componente da remune- ração total é a remuneração básica, que é o pagamento fixo que o co- laborador recebe de maneira regular e na forma de salário mensal ou salário por hora. O segundo componente da remuneração total são os incentivos salariais, que são programas desenhados para recompensar os colaboradores que possuem bom desempenho. Esses incentivos podem ser concedidos de diversas maneiras, como participação nos resultados a título de recompensa por resultados alcançados e bônus salarial. O terceiro componente da remuneração total são os benefícios, quase sempre denominados de remuneração indireta (férias, seguro de vida, auxílio transporte, auxílio refeição, etc.) (CHIAVENATO, 1999). Todos os sistemas de remuneração têm um propósito para a organi- zação, como buscar as necessidades dos colaboradores, alcançar sua satisfação e estimular comportamentos produtivos. 71Remuneração estratégica M aterial para uso exclusivo de aluno m atriculado em curso de Educação a Distância da Rede Senac EAD, da disciplina correspondente. Proibida a reprodução e o com partilham ento digital, sob as penas da Lei. © Editora Senac São Paulo. 2 Desenho do sistema de remuneração O desenho do sistema de remuneração é feito sob medida para cada caso e serve para atender às necessidades específicas de cada empre- sa. Alguns desses sistemas focalizam o grupo, outros, o indivíduo. 2.1 Planos individuais Os planos individuais têm por objetivo remunerar cada colaborador em função do cargo ocupado e do desempenho individual. São mais in- dicados para tarefas que sejam independentes e autônomas. Os planos individuais são: • Incentivo por tempo de casa: complementa a remuneração e é automaticamente agregado ao salário após certo tempo dentro da organização. Pode ser chamado de abono anual, bienal, etc. O incentivo por tempo de casa é um reforço positivo para a perma- nência a longo prazo na organização. • Salário por tempo trabalhado: é o plano individual mais comum. Neste caso, é a jornada de trabalho que define a remuneração, e não o desempenho ou o resultado da produção. • Incentivo por mérito: é um incentivo baseado no mérito do co- laborador e quase sempre é um valor adicional ao salário. Esse plano incentiva a excelência no desempenho dos colaboradores. • Prêmio de produção: esse plano é relacionado diretamente ao volume de produção realizado pelo colaborador. É sempre um va- lor adicional ao salário, pois depende da produção excedente em relação aos objetivos fixados. É aplicado também na prestação de serviços. 72 Gestão estratégica de pessoas M at er ia l p ar a us o ex cl us ivo d e al un o m at ric ul ad o em c ur so d e Ed uc aç ão a D is tâ nc ia d a Re de S en ac E AD , d a di sc ip lin a co rre sp on de nt e. P ro ib id a a re pr od uç ão e o c om pa rti lh am en to d ig ita l, s ob a s pe na s da L ei . © E di to ra S en ac S ão P au lo . • Por peça produzida: o colaborador é pago apenas pela quan- tidade de peças (produtos) produzidas, independentemente do esforço gasto na produção ou do desempenho. Esse plano é limitado, pois o trabalhador normalmente depende de máquinas e não unicamente de seu esforço pessoal, sendo, muitas vezes, prejudicado por falta de energia, por exemplo. • Comissões: plano geralmente utilizado para o pessoal de vendas. O valor da comissão varia de acordo com o volume de vendas efetuada durante o mês, e o vendedor pode trabalhar apenas com o plano de comissão ou com um salário fixo e comissão. 2.2 Planos coletivos Para que os planos sejam coletivos, é necessário que as pessoas que trabalham juntas possuam uma interdependência, como no caso de equipes. São planos que oferecem um incentivo baseado no desem- penho do grupo, relacionado com o alcance de objetivos organizacio- nais ou programas de aumento de produtividade. As recompensas são distribuídas igualmente, para todos os membros do grupo. Os planos coletivos são: • Planos de participação nos ganhos de produtividade: plano especialmente desenhado para incentivar os colaboradores de acordo com a produtividade da equipe. Os aumentos da produ- tividade são mensurados e distribuídos em proporções variadas entre o grupo envolvido na organização. • Planos de incentivo: planos voltados para o curto prazo e relacio- nados com objetivos de produtividade. A equipe pode receber um prêmio caso o nível de produção exceda o volume normal esperado. 73Remuneração estratégica M aterial para uso exclusivo de aluno m atriculado em curso de Educação a Distância da Rede Senac EAD, da disciplina correspondente. Proibida a reprodução e o com partilham ento digital, sob as penas da Lei. © Editora Senac São Paulo. • Planos de participação nos lucros: esses planos são desenha- dos para proporcionar uma distribuição de certa porcentagem de lucros da organização com a equipe que colaborou. O ponto posi- tivo é que esse sistema introduz aos colaboradores um sentido de participação organizacional. É uma administração participativa. 3 Política salarial É o conjunto de princípios e diretrizes que refletem a filosofia da or- ganização com relação à remuneração dos colaboradores. A política salarial não é estática, ela evolui diante das mudanças externas e deve apresentar o seguinte conteúdo: • Salário de admissão para as diversas classes salariais: quando o recrutado não preencher totalmente os requisitos exigidos pelo cargo, o salário poderá ser até 10% ou 20% inferior ao limite míni- mo da classe salarial. Se o ocupante responder às expectativas,o salário deverá ser ajustados após o período experimental. • Estrutura de cargos e salários: classificação dos respectivos sa- lários para cada classe de cargo. • Previsão de ajustes salariais (pela legislação ou a critério da organização): os reajustes salariais podem ser coletivos, visan- do restabelecer o valor real dos salários diante das alterações na conjuntura econômica do país e reajustes individuais que devem ser baseados no valor do cargo de acordo com a avaliação e clas- sificação de cargos. Acompanhe a figura 1 e saiba os itens que fazem parte da política empresarial. 74 Gestão estratégica de pessoas M at er ia l p ar a us o ex cl us ivo d e al un o m at ric ul ad o em c ur so d e Ed uc aç ão a D is tâ nc ia d a Re de S en ac E AD , d a di sc ip lin a co rre sp on de nt e. P ro ib id a a re pr od uç ão e o c om pa rti lh am en to d ig ita l, s ob a s pe na s da L ei . © E di to ra S en ac S ão P au lo .Figura 1 – Política salarial Exercício contínuo e definitivo de cargo diverso do atual em nível funcional Promoção Recompensa por desempenho acima do normal Mérito Pagamento de salários compatíveis com os salários pagos no mercado de trabalho Enquadramento A política salarial é muito importante, pois estabelece um sistema co- erente e lógico de normas e princípios sobre a remuneração. Seu sistema tem de ser flexível para acompanhar as mudanças, e os colaboradores devem estar cientes de todos os seus componentes por meio de treina- mentos. A política salarial proporciona maior remuneração para recom- pensas por mérito pessoal, desempenho ou tempo de serviço. 4 Remuneração variável A remuneração fixa não motiva os colaboradores a terem um de- sempenho melhor, principalmente quando os salários são iguais e os desempenhos, desiguais. A remuneração variável, no entanto, é bené- fica tanto para o colaborador, que é reconhecido por seu esforço e re- sultados, quanto para a organização, que obtém maior produtividade e colaboradores mais eficientes e satisfeitos. A remuneração variável depende dos resultados alcançados pela organização em determinado período por meio do trabalho em equipe ou individual. A remuneração variável requer três aspectos básicos: 1. A empresa deve estar orientada em seu planejamento estratégico para uma administração por objetivos. Esse planejamento preci- sa ser democrático e envolver os colaboradores, de modo que eles possam participar na decisão dos objetivos. 75Remuneração estratégica M aterial para uso exclusivo de aluno m atriculado em curso de Educação a Distância da Rede Senac EAD, da disciplina correspondente. Proibida a reprodução e o com partilham ento digital, sob as penas da Lei. © Editora Senac São Paulo. 2. O processo deve ser de fácil compreensão, e o acompanhamento tem de permitir uma qualificação do desempenho da organização de suas unidades e colaboradores. 3. Transparência nos critérios de premiação, de modo que todos os colaboradores estejam envolvidos e cientes. Uma das grandes vantagens da remuneração variável é a flexibilida- de. Se a organização está com dificuldades, pode tornar a remuneração variável como objetivo principal de lucro. 5 Remuneração baseada em habilidades As organizações estão investindo cada vez mais em um tema até pouco tempo não discutido: o conhecimento. O foco da remuneração passou a ser o indivíduo, e não mais o seu cargo; por isso, remuneração baseada em habilidades pode ser chamada de remuneração baseada em conhecimento. Esse tipo de remuneração traz muitas vantagens: os colaboradores se tornam habilitados para executar múltiplas funções, aptos a solucionar os mais diversos problemas e muito mais compro- metidos com a organização. É preciso ter cuidado, no entanto, com os custos da organização, pois geralmente se paga acima da média de mercado, fato que gera um grande número de treinamentos extensos e maiores custos. Como foi estudado, a remuneração baseada em habilidades visa pa- gar os salários com base naquilo que os colaboradores demonstram saber, e não com base nos cargos ocupados. Dessa forma, ela pode ser agrupada em dois tipos: 1. plano baseado em multi-habilidades: vincula a remuneração com o número de diferentes cargos e funções. As responsabilidades podem mudar drasticamente em um curto período de tempo. Os colaboradores desempenham uma variedade de funções e reali- zam treinamentos; 76 Gestão estratégica de pessoas M at er ia l p ar a us o ex cl us ivo d e al un o m at ric ul ad o em c ur so d e Ed uc aç ão a D is tâ nc ia d a Re de S en ac E AD , d a di sc ip lin a co rre sp on de nt e. P ro ib id a a re pr od uç ão e o c om pa rti lh am en to d ig ita l, s ob a s pe na s da L ei . © E di to ra S en ac S ão P au lo . 2. plano baseado no conhecimento: vincula a remuneração à pro- fundidade do conhecimento relacionado a um cargo ou a uma função, por exemplo, os professores. Para que os professores cresçam na carreira e recebam salários mais elevados, é preciso um adicional de educação (cursos de formação continuada, espe- cializações para determinadas áreas, etc.). Ao realizar esses cur- sos, os colaboradores não passam a exercer outra função dentro da empresa, pelo contrário, aprofundam seus conhecimentos em uma única função básica. Os blocos de habilidades devem ser derivados do trabalho a ser rea - lizado, compreendidos e aceitos pelos colaboradores e focados no desenvolvimento pessoal. Esse tipo de remuneração favorece o traba- lho em equipe e faz com que a organização se torne competitiva diante do mercado. 6 Remuneração baseada em competências As competências se referem às características dos colaboradores que são necessárias para que eles obtenham uma vantagem competitiva. Elas dizem respeito principalmente ao trabalho gerencial e profissional, enquanto as habilidades são utilizadas para avaliar as funções técnicas e operacionais. As competências agregam valor à organização, aumentam a pro- dutividade no trabalho e a satisfação dos colaboradores. Foi por volta da década de 1990 que as organizações começaram a implementar o sistema de remuneração por competências e habilidades no Brasil. Nesse processo, predominam a criatividade, a iniciativa e o geren- ciamento de ideias, diferenciando as pessoas que ocupam o mesmo cargo na empresa por suas competências e pelos resultados positivos que trazem para a organização. Para se identificar as competências, são necessários quatro passos. O primeiro passo é levantar as informações relacionadas à intenção es- tratégica da empresa, sua visão de futuro, sua missão e redirecionamento 77Remuneração estratégica M aterial para uso exclusivo de aluno m atriculado em curso de Educação a Distância da Rede Senac EAD, da disciplina correspondente. Proibida a reprodução e o com partilham ento digital, sob as penas da Lei. © Editora Senac São Paulo. estratégico. O segundo passo é identificar as competências que são essenciais dentro da organização. O terceiro passo é transformar essas competências essenciais coletivas em desenvolvimento de novos ser- viços e produtos. E o quarto passo é transformar essas competências coletivas em competências individuais. As vantagens desse processo são o foco no indivíduo dentro da orga- nização como um todo, não apenas pelo cargo que ele ocupa, e o estímulo à competitividade de uma forma positiva, além de fomentar o desenvol- vimento pessoal e contínuo do profissional e melhorar sua produtividade. Esse processo precisa ser bem implementado e executado, pois é muito comum que o colaborador seja submetido a um treinamento para adquirir um conhecimento que não será aplicado dentro da organização por falta de oportunidade. Este é um erro muito comum das organiza- ções que desejam implementar uma remuneração baseada em compe- tências, mas que não seguemtodos os passos necessários para isso. Quadro 1 – As várias formas de remuneração CRITÉRIO AVALIAÇÃO DE CARGOS REMUNERAÇÃO POR HABILIDADES REMUNERAÇÃO POR COMPETÊNCIAS • Case de comparação • Fatores de avaliação • Blocos de habilidade • Competências • Quantificação • Graduação e pesos para cada fator • Níveis de habilidades • Níveis de competência • Conversão em pagamento • Atribuição de pontos que refletem os critérios da estrutura de remuneração • Certificação e valoração no mercado • Certificação e valoração no mercado • Vantagens • Pagamento baseado no valor do trabalho realizado • Flexibilidade • Redução do pessoal • Recompensa ao aprendizado contínuo • Flexibilidade • Recompensa ao desenvolvimento • Desvantagens • Burocratização potencial • Pode se tornar onerosa e/ou burocrática • Pode se tornar obsoleta • Indefinação • Difícil de medir • Pode tornar-se obsoleta Fonte: Chiavenato (2015, p. 102). 78 Gestão estratégica de pessoas M at er ia l p ar a us o ex cl us ivo d e al un o m at ric ul ad o em c ur so d e Ed uc aç ão a D is tâ nc ia d a Re de S en ac E AD , d a di sc ip lin a co rre sp on de nt e. P ro ib id a a re pr od uç ão e o c om pa rti lh am en to d ig ita l, s ob a s pe na s da L ei . © E di to ra S en ac S ão P au lo . Considerações finais Neste capítulo, identificamos que a remuneração é uma troca en- tre empregado e empregador, ou seja, o empregado oferece sua mão de obra e o empregador retribui em forma de salário. Com o tempo e com todas as mudanças que o mercado externo enfrenta, tornou-se necessário colaboradores mais proativos, dedicados e capacitados. As organizações precisam de estratégias e planos que incentivem esses colaboradores. A contribuição em forma de salário ou remuneração fixa é um atrativo, mas não faz os colaboradores se empenharem para ele- var sua produtividade. Por isso, além do salário, as organizações ofere- cem um desenho do sistema de remuneração que inclui a remuneração variável. Essa remuneração pode ser definida como um plano coletivo, que incentiva um desempenho elevado coletivo baseado em um único objetivo ou em um plano individual que inclui diversos tipos de incenti- vos individuais, como o incentivo por tempo na casa. Além do desenho de remuneração, as organizações precisam estar atentas à política sa- larial, que é o conjunto de princípios e diretrizes que refletem a filosofia da organização com relação à remuneração dos colaboradores. É por meio desses princípios que as organizações e os colaboradores esta- belecem planos de remuneração, valores de salários, etc. Motivar cola- boradores é um passo essencial para o sucesso de uma organização. Referências ACADEMIA PEARSON. Administração de recursos humanos. São Paulo: Pearson Education Brasil, 2010. CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações. Rio de Janeiro: Campus, 1999. ______________. Remuneração, benefícios e relações de trabalho. 7. ed. São Paulo: Manole, 2015. 79Remuneração estratégica M aterial para uso exclusivo de aluno m atriculado em curso de Educação a Distância da Rede Senac EAD, da disciplina correspondente. Proibida a reprodução e o com partilham ento digital, sob as penas da Lei. © Editora Senac São Paulo. LOPES, Manuel Carlos Domingues. Remuneração por habilidades e com- petências. Disponível em: <http://www.rh.com.br/Portal/Salario_Beneficio/ Artigo/3629/remuneracao-por-habilidades-e-competencias.html>. Acesso em: 14 abr. 2017. WOOD JR, Thomaz; PICARELLI FILHO, Vicente. Remuneração por habilidade e por competência. São Paulo: Atlas, 1999. 80 Gestão estratégica de pessoas M at er ia l p ar a us o ex cl us ivo d e al un o m at ric ul ad o em c ur so d e Ed uc aç ão a D is tâ nc ia d a Re de S en ac E AD , d a di sc ip lin a co rre sp on de nt e. P ro ib id a a re pr od uç ão e o c om pa rti lh am en to d ig ita l, s ob a s pe na s da L ei . © E di to ra S en ac S ão P au lo . M at er ia l p ar a us o ex cl us ivo d e al un o m at ric ul ad o em c ur so d e Ed uc aç ão a D is tâ nc ia d a Re de S en ac E AD , d a di sc ip lin a co rre sp on de nt e. P ro ib id a a re pr od uç ão e o c om pa rti lh am en to d ig ita l, s ob a s pe na s da L ei . © E di to ra S en ac S ão P au lo .