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PÉ DIABÉTICO – CASO CLÍNICO • Um fumante de 54 anos com diabetes do tipo 2 há 7 anos sofreu uma pequena abrasão na superfície lateral do seu 5º pododáctilo. O paciente tinha hipertensão, nefropatia, retinopatia e sobrepeso. O controle da glicemia foi conseguido com o acréscimo recente de insulina ao tratamento com fármacos orais. A úlcera superficial não incomodou o paciente e, inicialmente, ele foi acompanhado no centro de saúde da localidade. Dois meses depois, foi encaminhado a um hospital da comunidade porque apresentava infecção e suspeita de osteomielite. Na ocasião, tinha uma úlcera infectada com secreção na cabeça do 5º metatarso. As radiografias simples eram sugestivas de osteomielite. Os pulsos tibial posterior e dorsal do pé estavam palpáveis. PCR 31mg/dL; leuco 14800; glicemia elevada. 1) Qual ou quais as condições provavelmente responsáveis pelo problema do pé desse paciente? a) Infecção b) Macroangiopatia aterosclerótica c) Microangiopatia diabética d) Neuropatia 2) Qual a técnica mais simples para detectar osteomielite na clínica cirúrgica ambulatorial? a) Radiografia simples b) Exame clínico com sonda nasal romba c) Ressonância magnética d) Tomografia computadorizada X X X X 3) Quais as técnicas simples disponíveis para avaliar angiopatia na clínica cirúrgica ambulatorial? a) Palpação dos pulsos arteriais do pé b) Avaliação dos sinais audíveis por Doppler de ondas contínuas portátil c) Aferição da pressão do tornozelo d) Eco Doppler das artérias do membro inferior 4) Quais os métodos simples disponíveis para avaliar neuropatia na clínica cirúrgica ambulatorial? a) Teste da sensibilidade com monofilamentos b) Reflexo do tendão calcâneo c) Teste com diapasão d) Eletroneuromiografia O paciente foi internado para tratamento do pé infectado. Apesar do tratamento com antibióticos intravenosos, depois modificados com base nos resultados das culturas bacterianas, a infecção progrediu. Uma semana depois da internação, os compartimentos plantares lateral e superficial foram drenados cirurgicamente no lado esquerdo da cabeça do 5º metatarso e entre as cabeças do 4º e do 5º metatarsos. O procedimento drenou grande quantidade de pus e o cirurgião observou que a cabeça do 5º metatarso estava amolecida. A ferida cirúrgica foi deixada aberta. A infecção pareceu regredir e o paciente recebeu alta no 16º DIH com clindamicina oral e cuidados locais com a ferida. 5) Quais os problemas principais negligenciados nessa ocasião? a) A existência de osteomielite. b) A existência de isquemia. c) A ferida foi deixada aberta sem cobertura por enxerto cutâneo de espessura parcial. X X X X X X complexo X X L nãoedre comechada d) A área da ferida do pé que sustentava peso não foi protegida por um aparelho gessado. Apesar do tratamento antibiótico e dos cuidados locais contínuos com a lesão aberta na superfície lateral do pé, a situação piorou nos dois meses seguintes e o paciente foi reinternado no hospital. Ele tinha febre e a PCR 123mg/dL. A creatinina era 1,6mg/dL. Logo depois foi realizado desbridamento da ferida e amputação do 4º pododáctilo e o paciente foi transferido para enfermaria de cirurgia vascular. O pulso poplíteo estava fraco e não havia outros pulsos distais palpáveis. Os índices tornozelo-braço eram 1,35 e 1,21. O paciente não conseguia perceber o toque do monofilamento na superfície plantar do 1º pododáctilo ou nas cabeças do 1º e do 5º metatarsos. 6) Quais os métodos não invasivos ou invasivos que você poderia usar para examinar mais detalhadamente a circulação? a) Aferição da pressão dos pododáctilos b) Aferições da pressão e registro das ondas de pulsos do tornozelo c) Teste de esforço em esteira com aferições da pressão d) Eco Doppler das artérias distais · · S e) Angiorressonância magnética f) Angiografia de subtração digital 7) Quais os diagnósticos patológicos de base que compõem o diagnóstico de pé diabético? 8) Quais os principais patógenos envolvidos no quadro infeccioso e quais os ATB`s de escolha? 9) Qual a doença arterial de base? • As pressões dos pododáctilos eram de 73mmHg no lado direito e 29mmHg no lado esquerdo. No dia seguinte o paciente fez angiografia seletiva. 10) Quais as anormalidades angiográficas típicas do diabetes nesse caso? a) Segmentos aortoilíacos normais b) Doença obstrutiva hemodinamicamente não significativa dos vasos da perna c) Doença obstrutiva significativa dos vasos da perna d) Doença obstrutiva grave de todos os vasos do pé e) Vasos patentes nos pés 11) Qual seria a abordagem terapêutica preferível? a) Nenhuma possibilidade de reconstrução. Escolher o melhor tratamento clínico e em seguida, esperar para ver. b) Nenhuma possibilidade de reconstrução. Amputação no nível do pé, até o ponto em que aparecer sangramento detectável c) Amputação abaixo do joelho. d) Possível desbridamento cirúrgico, reconstrução até a artéria pediosa e excisão adicional subsequente da ferida. e) Nenhuma excisão da ferida ou reconstrução até a artéria pediosa até que as feridas estejam limpas. ufalosporting neuropatia -geração ↑ isquemia 3 · X ↓ infecção & gramt & arterosclerosegram- amoSicilina ↑ dança anterial periférica carvulo nato quindonas ou - ciprofloxacino achados anaeróbico X plclindamicina X X vandaran X TROMBOSE ARTERIAL AGUDA – CASO CLÍNICO Paciente mulher 60 anos apresentou quadro de frio e dor no pé direito há 3 horas. Refere história prévia de longa data de doença vascular periférica, incluindo a instalação bilateral de stent nas artérias ilíacas. Antes do início dos sintomas a paciente conseguia andar pelo menos 400m sem sentir dor. Sua história pregressa inclui um episódio de AVE, hiperlipidemia, coronariopatia e tabagismo. Não há história de hospitalização recente nem de procedimento invasivo ou cirúrgico. Ao exame: FC 90bpm; PA 115/65mmHg; Ausculta Cardíaca ritmo regular. Pulso fem esquerdo presente e MIE com temperatura e perfusão adequadas; MID ausência de pulsos palpáveis e pé direito frio e pálido ao toque. Mobilidade preservada mas os dedos estavam insensíveis. Observou-se sinal Doppler venoso no pé direito, mas sem sinal arterial. 1) A trombose de enxerto ou de artéria original pode ser diferenciada da obstrução embólica pelas seguintes características: a. Presença de pulsos palpáveis no membro contralateral b. História de arritmias cardíacas c. O grau de isquemia profunda no membro afetado. d. A localização da obstrução e. Todas as anteriores 2) Na embolia aguda, a sequência de eventos é: a. Paralisia, dor, parestesia, ausência de pulso, palidez b. Ausência de pulso, dor, palidez, parestesia, paralisia c. Ausência de pulso, dor, palidez, paralisia, parestesia 3) Em que categoria do sistema SVS/ISCVS podemos classificar a isquemia no membro dessa paciente? a. Categoria I b. Categoria IIa c. Categoria IIb d. Categoria III 4) Estão dentre as opções de tratamento para essa X X X paciente: a. Anticoagulação com heparina e cumadina b. Trombectomia cirúrgica c. Bypass extra-anatômico d. Bypass aorto-femoral e. Trombectomia mecânica, trombólise e intervenção endovascular f. Trombólise intravenosa 5) Após a trombólise, o prognóstico do resultado a longo prazo baseia-se: a. No trombolítico usado. b. No desmascaramento de uma lesão responsável a ser tratada, seja via abordagem endovascular, seja via cirurgia. c. Na extensão da trombólise. d. Na confirmação de que todos os trombos agudos foram lisados. e. No efluxo arterial. 6) Qual a patologia de base que provocou a trombose? EMBOLIA ARTERIAL AGUDA – CASO CLÍNICO • Um homem de 65 anos apresentou-se com dor aguda e grave na perna direita. A história clínica mostrou que ele tinha diabetes tipo II há 3 anos e teve um infarto do miocárdio há 5 anos. A dor da perna direita começara repentinamente há 6 horas, sem qualquer traumatismo associado, e piorou com o transcorrer das horas. No momento da internação a perna direita parecia pálida nos segmentos distais localizados abaixo do joelho. Durante o exame do pé foi demonstradaperda de sensibilidade ao toque suave. * X X X X aterosclerose O paciente tinha dificuldade de abrir os dedos. A flexão plantar e a flexão dorsal dos dedos ainda eram possíveis. A palpação das panturrilhas evidenciou músculos moles, mas doloridos. O exame clínico do abdome não detectou anormalidades e não havia massas pulsáteis. Na artéria femoral direita, as pulsações eram irregulares, mas fortes. Os pulsos das artérias poplítea e tibial estavam impalpáveis. Os pulsos eram normais nas artérias poplítea e tibial posterior esquerdas. 1) Qual a etiologia da embolia arterial? a) A etiologia da embolia arterial é indefinida na maioria dos casos. b) A causa mais comum de embolia arterial é a destruição das valvas cardíacas por cardiopatia reumática ou endocardite. c) A causa mais comum de embolia arterial é a fibrilação atrial associada à cardiopatia aterosclerótica. d) A trombose venosa profunda pode ser uma causa rara de embolia arterial. e) A embolia arterial é mais comumente encontrada quando há hiperviscosidade sanguínea. • Com o diagnóstico de embolia arterial aguda em mente o médico administrou imediatamente uma dose plena de heparina intravenosa. 2) Qual a utilidade da heparina no tratamento da embolia arterial? a) A heparina pode dissolver o trombo arterial e evitar a necessidade de uma operação subsequente. b) A heparina evita trombose arterial subsequente, que pode complicar o tratamento da embolia arterial. c) A heparina evita trombose arterial subsequente, que pode complicar o tratamento da embolia arterial. Além disso, a heparina evita recidivas da embolia. d) A administração de heparina está contra-indicada porque pode provocar a fragmentação do êmbolo arterial e causar microembolia das artérias periféricas. • As radiografias do tórax não mostravam anormalidade. O ECG demonstrou fibrilação atrial e sinais de um IAM antigo. Os exames laboratoriais estavam normais. O eco-Doppler evidenciou obstrução trombótica na bifurcação femoral direita e na artéria femoral superficial. Havia um sinal débil na artéria poplítea. As artérias tibiais não foram X comunicação-&interatrial& embolia paradoxal aatrioventricular evitar trombose subsequente X evidenciadas. 3) O tratamento preferido para embolia arterial é: a) Ressecção local do vaso e reconstrução com enxerto de interposição. b) Manutenção da heparina e esperar para ver. c) Embolectomia com cateter de Fogarty e controle angiográfico perioperatório. d) Embolectomia com cateter de fogarty, mas a tromboembolectomia por aspiração cutânea poderia ser uma boa alternativa em casos selecionados. Depois da colocação de um cateter venoso central, o paciente foi levado ao centro cirúrgico e a bifurcação femoral direita foi exposta com anestesia local. A arteriotomia transversal confirmou que havia obstrução trombótica completa da bifurcação femoral. O fluxo proximal era satisfatório. Os trombos foram retirados da bifurcação femoral e o fluxo retrógrado pulsátil foi conseguido a partir da artéria femoral profunda. Vários trombos foram retirados da artéria femoral superficial e da artéria poplítea depois de varias passagens dos cateteres de embolectomia de Fogarty n°s 3 e 4. • A angiografia intraoperatória demonstrou perviedade satisfatória nas artérias femoral superficial, poplítea e fibular. A artéria tibial anterior estava totalmente obstruída. A tibial posterior estava patente em sua primeira porção, mas estava obstruída no segmento distal. • Um cateter foi introduzido na artéria poplítea e foram administradas 350.000 de urocinase por infusão lenta durante 30 minutos. • A repetição da angiografia demonstrou desobstrução adicional da artéria tibial posterior até o nível da E articulação do tornozelo. A artéria tibial anterior ainda estava obstruída. • Os cirurgiões decidiram aceitar a situação. As artérias foram irrigadas com solução fisiológica heparinizada diluída e a arteriotomia transversal foi fechada com ajuda de um remedo de dacron. Antes da reperfusão, foi administrado bicarbonato de sódio por via intravenosa. 4) A síndrome da reperfusão depois da embolectomia arterial a) Nunca ocorre depois da embolia periférica, mas apenas depois da embolia aórtica. b) Não pode ser evitada por medidas clínicas. c) É evitada pela deambulação precoce. d) É causada por acidose metabólica e mioglobinúria. • Depois da operação o pé estava bem vascularizado e o paciente conseguia abrir quase normalmente os dedos do pé. O pulsos estava palpável na artéria tibial posterior. A heparina intravenosa foi mantida. A diurese volumosa foi mantida com manitol e alcalinização da urina. Os exames laboratoriais subsequentes não mostraram evidências de acidose ou hipercalemia. 5) Fasciotomia: a) É obsoleta e o edema do membro deve ser tratado por elevação e repouso no leito. b) É realizada rotineiramente em todos os pacientes tratados por causa de embolia arterial dos membros inferiores. c) A indicação de fasciotomia deve basear-se em parâmetros objetivos, como a presença de síndrome de reperfusão e as aferições das pressões compartimentais pós-operatórias. X -Pós revascularização d) Na prática atual, a indicação da fasciotomia baseia-se mais comumente na prefrência individual e na impressão clínica. 6 horas depois da operação, o paciente desenvolveu edema significativo do membro, com acentuação da dor, hipertensão venosa e déficit sensorial do pé. A fasciotomia perifibular para descomprimir todos os 4 compartimentos foi realizada sob anestesia geral. Depois do procedimento, o edema regrediu e a ferida da fasciotomia foi fechada por terceira intenção depois de 1 semana. • A ultrassonografia abdominal realizada depois da operação demonstrou ateromatose da aorta abdominal, mas nenhuma dilatação aneurismática. As ecocardiografias transtorácica e transesofágica não evidenciaram aneurisma ventricular ou trombos intracardíacos. A monitoração Holter por 24 hs confirmou a fibrilação atrial. O exame patológico dos êmbolos retirados foi compatível com material trombótico comum e as culturas foram negativas. O problema da fibrilação atrial foi tratado clinicamente. Os anticoagulantes orais foram iniciados e o paciente recebeu alta depois de 10 dias. Seis meses depois, não tinham ocorrido outros episódios de isquemia aguda. ISQUEMIA CRÍTICA CRÔNICA DO MEMBRO INFERIOR – CASO & - Pode ser profilática X X CLÍNICO • Um homem de 85 anos com história de diabetes, hipertensão, hipercolesterolemia, by-pass arterial coronariano e tabagismo em atividade apresentou-se com gangrena do 2º pododáctilo direito. O paciente relatou que não sofrera qualquer trauma na região e queixava-se de dor em repouso no pé. Apesar de tudo, estava em boas condições de saúde, desde que fizera o by-pass coronariano há 12 anos. Ao exame físico, não mostrava sinais de sofrimento físico e apresentava uma cicatriz de esternotomia mediana bem consolidada. A ausculta cardíaca detectou ritmo regular sem sopros. O paciente era obeso. O exame do abdome não encontrou massas palpáveis. O paciente tinha pulsos femorais e poplíteos palpáveis bilateralmente, mas não apresentava pulsos pediosos. Além disso apresentava cicatrizes bilaterais bem consolidadas onde foram retiradas as veias safenas magnas. O pododáctilo direito gangrenado estava seco, sem qualquer evidência de infecção. 1) Quais das seguintes afirmações sobre isquemia crônica do membro inferior são falsas? a. Se o paciente recusar todas as intervenções, então o tratamento anticoagulante pode ser útil, mesmo que isoladamente. b. O membro inferior assintomático contralateral também deve ser estudado por angiografia, porque também pode ter doença aterosclerótica grave. c. As opções terapêuticas são as mesmas, independentemente se o paciente tem apenas dor em repouso, úlcera isquêmica ou claudicação. d. O paciente não pode ser submetido à revascularização sem arteriografia contrastada, o X -X RISCOX BENEFICIO X X porque não existem alternativas. • O Doppler arterial do paciente mostrou doença moderadano segmento distal da artéria femoral superficial. Os índices tornozelo-braço (ITB) e os registros dos volumes dos pulsos mostravam alterações compatíveis com redução moderada da perfusão da panturrilha e diminuição grave da perfusão do tornozelo e do segmento transmetatársico. A revisão dos sistemas era inexpressiva. O ECG, o Rx tórax e os exames sanguíneos pré-operatórios de rotina estavam normais. O mapeamento com Doppler venoso mostrou veias inadequadas (esclerosadas e muito finas) nos membros superiores e inferiores bilateralmente. 2) Com base nos estudos prospectivos randomizados, quais os fármacos/alterações do estilo de vida que deveriam ser incorporados ao esquema terapêutico do paciente para reduzir o risco cardiovascular global? a. Ácido acetilsalicílico b. Uma estatina c. Inibidores da enzima conversora da angiotensina d. Cessação do tabagismo e. Um beta bloqueador • A angiografia percutânea do membro inferior direito mostrou estenose moderada do segmento distal da artéria femoral superficial direita com obstrução distal. A artéria poplítea apresenta sinais de doença grave, com obstrução da artéria tíbio-fibular e do segmento proximal da artéria tibial anterior. O segmento intermediário da artéria tibial anterior estava patente e descia até a artéria dorsal do pé. Nenhum outro vaso parecia ser apropriado. EXISTEM -/ X + VASODILATADOR X X RIVAROXABANA X 3) Quais as opções que você consideraria para o membro inferior desse paciente? a. Amputação abaixo do joelho. b. Amputação do pododáctilo. c. Bypass tibial com enxerto de politetrafluoroetileno expandido (PTFE), com interposição venosa ou fístula. d. Bypass tibial com veia de cadáver. e. Simpatectomia. f. Tratamento quelante. g. Angioplastia subintimal. • O paciente foi submetido a um by-pass bem sucedido com enxerto de PTFE até a artéria tibial anterior e parou de fumar depois da operação. O pododáctilo sofreu autoamputação e a dor em repouso desapareceu. O paciente foi acompanhado por 2 anos depois do procedimento e o by-pass continuava patente. 4) Qual o prognóstico de longo prazo do paciente em termos de motilidade, patência do enxerto e preservação do membro depois do bypass bem sucedido? a. Os índices de mortalidade, patência e preservação do membro a longo prazo ficam em torno de 20% e, por essa razão, são tão ruins que nenhuma intervenção adicional deve ser realizada. b. Os índices de mortalidade e patência são de 50% em 4-5 anos. O índice de preservação do membro é de 70% em 4 anos. Se o paciente tiver expectativa de vida e estado funcional razoáveis, eke deverá ser submetido à revascularização. c. Os indices de mortalidade, patência e preservação do membro são irrelevantes nessa faixa etária. X X 5) Quais os pacientes devem ser considerados inoperáveis? 6) Quais as opções terapêuticas podem ser oferecidas a esse subgrupo de pacientes? 7) Qual o diagnóstico patológico gerou essa síndrome isquêmica crônica? 8) Quais são os principais fatores de risco da doença de base? 9) O que define uma isquemia crônica como crítica? TROMBOSE VENOSA PROFUNDA – Caso Clínico • Mulher 44 anos refere dor e edema em panturrilha direita há 3 dias. Refere ter voltado de viagem à Europa 6 dias atrás para acompanhar o início do semestre letivo da filha na faculdade. História prévia refere mastectomia há 10 meses para neoplasia de mama e um episódio de aborto quando mais jovem. Relata uso de medicamento para manutenção da terapia da neoplasia mamária. História familiar refere uma irmã com passado problema numa veia cerebral. • Ao exame: EGB consciente orientada eupneica normocorada hidratada FC 98 bpm FR 16 ipm ACP Fisiologica Extr: pulsos distais presentes. Membros aquecidos e corados. Edema e empastamento em panturrilha direita com sinal da Bandeira negativo. 1) Qual a principal hipótese diagnóstica? 2) Quais os principais diagnósticos diferenciais para o caso? 3) Quais os fatores de risco presentes no caso acima para sua principal hipótese diagnóstica? E quais fatores de risco não estão relatados que devem ser investigados? 4) Quais exames laboratoriais e/ou de imagem você com doença grave do coração, risco de infarto tratamento Gclínico analgesia e amputação aterosclerose diabetes (distal) ; tabagimo (proximal) , obesidade daß em repouso e.aquema trófica ↓ ~ Sinais de TYP grangrena bruade de - virchou -maqu eibidade- aborio -resão - lialendale Trombose venda TVP profunda sindromepedrada . otroflebite superficial,linfedema,espasmoda muscular ↓ - Marol de Libra muscular Doppler ! pode pedir D-dimero solicitaria para elucidar o diagnóstico? Justifique. 5) Havendo a confirmação da sua principal hipótese diagnóstica, quais seriam as opções terapêuticas disponíveis e qual delas você escolheria para o caso? Justifique sua escolha. Em razão do elevado número de atendimentos na urgência do hospital naquele dia, a paciente permaneceu 6 horas na urgência aguardando o exame confirmatório e a conduta definitiva. Nesse período o quadro clínico agravou-se. Ela ficou agitada reclamando de dor cada vez mais intensa na perna direita. Surgiram bolhas hemorrágicas no pé direito bem como petéquias na perna e tornozelo. O edema era crescente e a perna tornou-se francamente cianótica, mesmo quando elevada. A ponta de todos os artelhos estava roxa bem escura. Palpava-se um pulsos fraco na artéria femoral na virilha, mas os pulsos distais estavam ausentes. A consistência da musculatura da coxa e do segmento inferior da perna estava claramente aumentada e a paciente reclamava de dor forte à palpação dessa musculatura na coxa. O paciente não reagia à dor induzida pelo pinçamento da pele da parte distal da perna. Nesse momento a perna contralateral já apresentava um edema discreto e começava a apresentar cianose. Os pulsos femorais e poplíteos à esquerda estavam presentes porém os distais estavam agora reduzidos. Vartarina impede coagulantes naturais proteina e proteina e quadromoderado - ambulatórioanticoagulante ara. Anticoagulante ! Reparina,sivaroxabano 6) Qual a denominação comum para este quadro clínico? a) Trombose venosa íleofemoral b) Flebotrombose íleofemoral c) Flegmasia alba dolens d) Flegmasia cerúlea dolens e) Gangrena venosa 7) Qual seria a opção terapêutica nesse momento? • A paciente evoluiu com quadro de dispnéia súbita. • Chegaram os exames laboratoriais da admissão: anemia com hemoconcentração, trombocitopenia e desequilíbrio eletrolítico; creatinina 4,2 e leucocitose 13 vezes cima do valor normal. 8) Qual a principal hipótese diagnóstica para esse agravamento do quadro? 9) Qual(is) exame(s) de imagem pode ser feito para confirmação do diagnóstico? 10) Qual a conduta específica para essa complicação? Úlcera em Membro Inferior – Caso Clínico • Professora de 46 anos, não tabagista, refere ferida na perna esquerda que “abre e fecha” há 10 anos, no entanto não cicatriza há 1 ano apesar de cuidados locais e curativos. A ferida é bastante dolorosa. A paciente relata que fica várias horas do dia em pé e que tenta descansar em alguns momentos do dia com as pernas elevadas, bem como dormir à noite com as pernas sobre um travesseiro. Ela usava AINES cronicamente, mas ultimamente não estavam mais fazendo efeito no controle da dor obrigando-a a utilizar analgésico opioide. Esteve internada há 2 TVP * ↓ evocui progredin ↳ porque consumi * heparima ! trombetania - TEP TEP X TVD --mesmo & angiotomografia waguantetratamento anti quando instabilidaderemotamente meses com quadro de celulite em MIE havendo necessidade de uso de antibióticos. Refere cirurgia em “veias” das pernas no passado. Exame físico dirigido: pulsos distais presentes; úlcera em face medial da perna esquerda com diâmetro 9x10cm com leito preenchido por tecido de granulação; área de hiperpigmentação ao redor de toda a extensão da úlcera e também no membro contralateral. Presença de varicosidades dilatadas nas pernas. 1) Qual a provável etiologia dessa úlcera? a) Arterial b) Hipertensiva c) Venosa d) Neuropática 2) Qual onome dessa alteração de hiperpigmentação na pele ao redor da úlcera e o que ela representa com relação ao estágio evolutivo da doença baseado na classificação mais utilizada para esta patologia? 3) Qual o principal, primeiro e mais importante exame para a confirmação diagnóstica além do exame físico? a) Tomografia genética, oritostatismo.prolongado/ satura ~ rormônio, gestação, sedentarismo - ↓ weier - FATORES DE RISCO macra & dacemedical da perne dermatite ocre b) Ecografia vascular com Doppler c) Ressonância d) Pletismografia e) Angiografia/flebografia 4) Qual dos seguintes diagnósticos é o menos provável para essa paciente? a) Refluxo valvular primário em veia profunda b) Síndrome pós-trombótica c) Aprisionamento da artéria poplítea d) Recorrência do refluxo em safena devido à neovascularização e) Incompetência de veias perfurantes 5) Qual a fisiopatologia da formação da úlcera? 6) Qual seria o tratamento apropriado para a perna esquerda dessa paciente? (Quais as opções de tratamento disponíveis no caso de insuficiência troncular das veias safenas?) a) Tratamento conservador com bandagens compressivas abaixo do joelho, repouso e elevação dos membros b) Ligadura alta e fleboextração da VSM até abaixo do joelho, com extirpação local das veias varicosas c) Ligadura alta da VSM com extirpação das veias varicosas d) Obstrução da VSM com termoablação a laser ou radiofrequencia e extirpação local das veias varicosas e) Escleroterapia com ou sem espuma 7) Descreva as principais características das úlceras dos principais diagnósticos diferenciais (úlcera hipertensiva, úlcera neuropática, úlcera arterial isquêmica). 8) Cite e comente outras medidas terapêuticas na abordagem dessa paciente. X X opção = compreste X X X X X ↑ comp inclstica, cirurgia , permas pleima controle da dor , tirar homônio , dista , atividade fisica