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Pé Diabético: Caso Clínico

Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

Qual ou quais as condições provavelmente responsáveis pelo problema do pé desse paciente?
a) Infecção
b) Macroangiopatia aterosclerótica
c) Microangiopatia diabética
d) Neuropatia

Qual a técnica mais simples para detectar osteomielite na clínica cirúrgica ambulatorial?
a) Radiografia simples
b) Exame clínico com sonda nasal romba
c) Ressonância magnética
d) Tomografia computadorizada

Quais as técnicas simples disponíveis para avaliar angiopatia na clínica cirúrgica ambulatorial?
a) Palpação dos pulsos arteriais do pé
b) Avaliação dos sinais audíveis por Doppler de ondas contínuas portátil
c) Aferição da pressão do tornozelo
d) Eco Doppler das artérias do membro inferior

Quais os métodos simples disponíveis para avaliar neuropatia na clínica cirúrgica ambulatorial?
a) Teste da sensibilidade com monofilamentos
b) Reflexo do tendão calcâneo
c) Teste com diapasão
d) Eletroneuromiografia

Quais os problemas principais negligenciados nessa ocasião?
a) A existência de osteomielite.
b) A existência de isquemia.
c) A ferida foi deixada aberta sem cobertura por enxerto cutâneo de espessura parcial.
d) A área da ferida do pé que sustentava peso não foi protegida por um aparelho gessado.

Em que categoria do sistema SVS/ISCVS podemos classificar a isquemia no membro dessa paciente?
a. Categoria I
b. Categoria IIa
c. Categoria IIb
d. Categoria III

Após a trombólise, o prognóstico do resultado a longo prazo baseia-se:
a. No trombolítico usado.
b. No desmascaramento de uma lesão responsável a ser tratada, seja via abordagem endovascular, seja via cirurgia.
c. Na extensão da trombólise.
d. Na conf

Em que categoria do sistema SVS/ISCVS podemos classificar a isquemia no membro dessa paciente?
a. Categoria I
b. Categoria IIa
c. Categoria IIb
d. Categoria III

Após a trombólise, o prognóstico do resultado a longo prazo baseia-se:
a. No trombolítico usado.
b. No desmascaramento de uma lesão responsável a ser tratada, seja via abordagem endovascular, seja via cirurgia.
c. Na extensão da trombólise.
d. Na conf

Qual a etiologia da embolia arterial?
a) A etiologia da embolia arterial é indefinida na maioria dos casos.
b) A causa mais comum de embolia arterial é a destruição das valvas cardíacas por cardiopatia reumática ou endocardite.
c) A causa mais comum de embolia arterial é a fibrilação atrial associada à cardiopatia aterosclerótica.
d) A trombose venosa profunda pode ser uma causa rara de embolia arterial.
e) A embolia arterial é mais comumente encontrada quando há hiperviscosidade sanguínea.

Qual a utilidade da heparina no tratamento da embolia arterial?
a) A heparina pode dissolver o trombo arterial e evitar a necessidade de uma operação subsequente.
b) A heparina evita trombose arterial subsequente, que pode complicar o tratamento da embolia arterial.
c) A heparina evita trombose arterial subsequente, que pode complicar o tratamento da embolia arterial. Além disso, a heparina evita recidivas da embolia.
d) A administração de heparina está contra-indicada porque pode provocar a fragmentação do êmbolo arterial e causar microembolia das artérias periféricas.

O tratamento preferido para embolia arterial é:
a) Ressecção local do vaso e reconstrução com enxerto de interposição.
b) Manutenção da heparina e esperar para ver.
c) Embolectomia com cateter de Fogarty e controle angiográfico perioperatório.
d) Embolectomia com cateter de fogarty, mas a tromboembolectomia por aspiração cutânea poderia ser uma boa alternativa em casos selecionados.

Fasciotomia:
a) É obsoleta e o edema do membro deve ser tratado por elevação e repouso no leito.
b) É realizada rotineiramente em todos os pacientes tratados por causa de embolia arterial dos membros inferiores.
c) A indicação de fasciotomia deve basear-se em parâmetros objetivos, como a presença de síndrome de reperfusão e as aferições das pressões compartimentais pós-operatórias.

Com base nos estudos prospectivos randomizados, quais os fármacos/alterações do estilo de vida que deveriam ser incorporados ao esquema terapêutico do paciente para reduzir o risco cardiovascular global?

a. Ácido acetilsalicílico
b. Uma estatina
c. Inibidores da enzima conversora da angiotensina
d. Cessação do tabagismo
e. Um beta bloqueador

Qual a denominação comum para este quadro clínico?

a) Trombose venosa íleofemoral
b) Flebotrombose íleofemoral
c) Flegmasia alba dolens
d) Flegmasia cerúlea dolens
e) Gangrena venosa

3) Qual o principal, primeiro e mais importante exame para a confirmação diagnóstica além do exame físico?

a) Tomografia
b) Ecografia vascular com Doppler
c) Ressonância
d) Pletismografia
e) Angiografia/flebografia

4) Qual dos seguintes diagnósticos é o menos provável para essa paciente?

a) Refluxo valvular primário em veia profunda
b) Síndrome pós-trombótica
c) Aprisionamento da artéria poplítea
d) Recorrência do refluxo em safena devido à neovascularização
e) Incompetência de veias perfurantes

Qual seria a abordagem terapêutica preferível?
a) Nenhuma possibilidade de reconstrução. Escolher o melhor tratamento clínico e em seguida, esperar para ver.
b) Nenhuma possibilidade de reconstrução. Amputação no nível do pé, até o ponto em que aparecer sangramento detectável
c) Amputação abaixo do joelho.
d) Possível desbridamento cirúrgico, reconstrução até a artéria pediosa e excisão adicional subsequente da ferida.
e) Nenhuma excisão da ferida ou reconstrução até a artéria pediosa até que as feridas estejam limpas.

Após a trombólise, o prognóstico do resultado a longo prazo baseia-se:
a. No trombolítico usado.
b. No desmascaramento de uma lesão responsável a ser tratada, seja via abordagem endovascular, seja via cirurgia.
c. Na extensão da trombólise.
d. Na confirmação de que todos os trombos agudos foram lisados.
e. No efluxo arterial.

1) Qual a etiologia da embolia arterial?
a) A etiologia da embolia arterial é indefinida na maioria dos casos.
b) A causa mais comum de embolia arterial é a destruição das valvas cardíacas por cardiopatia reumática ou endocardite.
c) A causa mais comum de embolia arterial é a fibrilação atrial associada à cardiopatia aterosclerótica.
d) A trombose venosa profunda pode ser uma causa rara de embolia arterial.
e) A embolia arterial é mais comumente encontrada quando há hiperviscosidade sanguínea.

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Questões resolvidas

Qual ou quais as condições provavelmente responsáveis pelo problema do pé desse paciente?
a) Infecção
b) Macroangiopatia aterosclerótica
c) Microangiopatia diabética
d) Neuropatia

Qual a técnica mais simples para detectar osteomielite na clínica cirúrgica ambulatorial?
a) Radiografia simples
b) Exame clínico com sonda nasal romba
c) Ressonância magnética
d) Tomografia computadorizada

Quais as técnicas simples disponíveis para avaliar angiopatia na clínica cirúrgica ambulatorial?
a) Palpação dos pulsos arteriais do pé
b) Avaliação dos sinais audíveis por Doppler de ondas contínuas portátil
c) Aferição da pressão do tornozelo
d) Eco Doppler das artérias do membro inferior

Quais os métodos simples disponíveis para avaliar neuropatia na clínica cirúrgica ambulatorial?
a) Teste da sensibilidade com monofilamentos
b) Reflexo do tendão calcâneo
c) Teste com diapasão
d) Eletroneuromiografia

Quais os problemas principais negligenciados nessa ocasião?
a) A existência de osteomielite.
b) A existência de isquemia.
c) A ferida foi deixada aberta sem cobertura por enxerto cutâneo de espessura parcial.
d) A área da ferida do pé que sustentava peso não foi protegida por um aparelho gessado.

Em que categoria do sistema SVS/ISCVS podemos classificar a isquemia no membro dessa paciente?
a. Categoria I
b. Categoria IIa
c. Categoria IIb
d. Categoria III

Após a trombólise, o prognóstico do resultado a longo prazo baseia-se:
a. No trombolítico usado.
b. No desmascaramento de uma lesão responsável a ser tratada, seja via abordagem endovascular, seja via cirurgia.
c. Na extensão da trombólise.
d. Na conf

Em que categoria do sistema SVS/ISCVS podemos classificar a isquemia no membro dessa paciente?
a. Categoria I
b. Categoria IIa
c. Categoria IIb
d. Categoria III

Após a trombólise, o prognóstico do resultado a longo prazo baseia-se:
a. No trombolítico usado.
b. No desmascaramento de uma lesão responsável a ser tratada, seja via abordagem endovascular, seja via cirurgia.
c. Na extensão da trombólise.
d. Na conf

Qual a etiologia da embolia arterial?
a) A etiologia da embolia arterial é indefinida na maioria dos casos.
b) A causa mais comum de embolia arterial é a destruição das valvas cardíacas por cardiopatia reumática ou endocardite.
c) A causa mais comum de embolia arterial é a fibrilação atrial associada à cardiopatia aterosclerótica.
d) A trombose venosa profunda pode ser uma causa rara de embolia arterial.
e) A embolia arterial é mais comumente encontrada quando há hiperviscosidade sanguínea.

Qual a utilidade da heparina no tratamento da embolia arterial?
a) A heparina pode dissolver o trombo arterial e evitar a necessidade de uma operação subsequente.
b) A heparina evita trombose arterial subsequente, que pode complicar o tratamento da embolia arterial.
c) A heparina evita trombose arterial subsequente, que pode complicar o tratamento da embolia arterial. Além disso, a heparina evita recidivas da embolia.
d) A administração de heparina está contra-indicada porque pode provocar a fragmentação do êmbolo arterial e causar microembolia das artérias periféricas.

O tratamento preferido para embolia arterial é:
a) Ressecção local do vaso e reconstrução com enxerto de interposição.
b) Manutenção da heparina e esperar para ver.
c) Embolectomia com cateter de Fogarty e controle angiográfico perioperatório.
d) Embolectomia com cateter de fogarty, mas a tromboembolectomia por aspiração cutânea poderia ser uma boa alternativa em casos selecionados.

Fasciotomia:
a) É obsoleta e o edema do membro deve ser tratado por elevação e repouso no leito.
b) É realizada rotineiramente em todos os pacientes tratados por causa de embolia arterial dos membros inferiores.
c) A indicação de fasciotomia deve basear-se em parâmetros objetivos, como a presença de síndrome de reperfusão e as aferições das pressões compartimentais pós-operatórias.

Com base nos estudos prospectivos randomizados, quais os fármacos/alterações do estilo de vida que deveriam ser incorporados ao esquema terapêutico do paciente para reduzir o risco cardiovascular global?

a. Ácido acetilsalicílico
b. Uma estatina
c. Inibidores da enzima conversora da angiotensina
d. Cessação do tabagismo
e. Um beta bloqueador

Qual a denominação comum para este quadro clínico?

a) Trombose venosa íleofemoral
b) Flebotrombose íleofemoral
c) Flegmasia alba dolens
d) Flegmasia cerúlea dolens
e) Gangrena venosa

3) Qual o principal, primeiro e mais importante exame para a confirmação diagnóstica além do exame físico?

a) Tomografia
b) Ecografia vascular com Doppler
c) Ressonância
d) Pletismografia
e) Angiografia/flebografia

4) Qual dos seguintes diagnósticos é o menos provável para essa paciente?

a) Refluxo valvular primário em veia profunda
b) Síndrome pós-trombótica
c) Aprisionamento da artéria poplítea
d) Recorrência do refluxo em safena devido à neovascularização
e) Incompetência de veias perfurantes

Qual seria a abordagem terapêutica preferível?
a) Nenhuma possibilidade de reconstrução. Escolher o melhor tratamento clínico e em seguida, esperar para ver.
b) Nenhuma possibilidade de reconstrução. Amputação no nível do pé, até o ponto em que aparecer sangramento detectável
c) Amputação abaixo do joelho.
d) Possível desbridamento cirúrgico, reconstrução até a artéria pediosa e excisão adicional subsequente da ferida.
e) Nenhuma excisão da ferida ou reconstrução até a artéria pediosa até que as feridas estejam limpas.

Após a trombólise, o prognóstico do resultado a longo prazo baseia-se:
a. No trombolítico usado.
b. No desmascaramento de uma lesão responsável a ser tratada, seja via abordagem endovascular, seja via cirurgia.
c. Na extensão da trombólise.
d. Na confirmação de que todos os trombos agudos foram lisados.
e. No efluxo arterial.

1) Qual a etiologia da embolia arterial?
a) A etiologia da embolia arterial é indefinida na maioria dos casos.
b) A causa mais comum de embolia arterial é a destruição das valvas cardíacas por cardiopatia reumática ou endocardite.
c) A causa mais comum de embolia arterial é a fibrilação atrial associada à cardiopatia aterosclerótica.
d) A trombose venosa profunda pode ser uma causa rara de embolia arterial.
e) A embolia arterial é mais comumente encontrada quando há hiperviscosidade sanguínea.

Prévia do material em texto

PÉ DIABÉTICO – CASO CLÍNICO
• Um fumante de 54 anos com diabetes do tipo 2 há 7
anos sofreu uma pequena abrasão na superfície lateral
do seu 5º pododáctilo. O paciente tinha hipertensão,
nefropatia, retinopatia e sobrepeso. O controle da
glicemia foi conseguido com o acréscimo recente de
insulina ao tratamento com fármacos orais. A úlcera
superficial não incomodou o paciente e, inicialmente,
ele foi acompanhado no centro de saúde da
localidade. Dois meses depois, foi encaminhado a um
hospital da comunidade porque apresentava infecção
e suspeita de osteomielite. Na ocasião, tinha uma
úlcera infectada com secreção na cabeça do 5º
metatarso. As radiografias simples eram sugestivas
de osteomielite. Os pulsos tibial posterior e dorsal do
pé estavam palpáveis. PCR 31mg/dL; leuco 14800;
glicemia elevada.
1) Qual ou quais as condições provavelmente responsáveis
pelo problema do pé desse paciente?
a) Infecção
b) Macroangiopatia aterosclerótica
c) Microangiopatia diabética
d) Neuropatia
2) Qual a técnica mais simples para detectar osteomielite
na clínica cirúrgica ambulatorial?
a) Radiografia simples
b) Exame clínico com sonda nasal romba
c) Ressonância magnética
d) Tomografia computadorizada
X
X
X
X
3) Quais as técnicas simples disponíveis para avaliar
angiopatia na clínica cirúrgica ambulatorial?
a) Palpação dos pulsos arteriais do pé
b) Avaliação dos sinais audíveis por Doppler de ondas
contínuas portátil
c) Aferição da pressão do tornozelo
d) Eco Doppler das artérias do membro inferior
4) Quais os métodos simples disponíveis para avaliar
neuropatia na clínica cirúrgica ambulatorial?
a) Teste da sensibilidade com monofilamentos
b) Reflexo do tendão calcâneo
c) Teste com diapasão
d) Eletroneuromiografia
O paciente foi internado para tratamento do pé
infectado. Apesar do tratamento com antibióticos
intravenosos, depois modificados com base nos
resultados das culturas bacterianas, a infecção
progrediu. Uma semana depois da internação, os
compartimentos plantares lateral e superficial foram
drenados cirurgicamente no lado esquerdo da cabeça
do 5º metatarso e entre as cabeças do 4º e do 5º
metatarsos. O procedimento drenou grande
quantidade de pus e o cirurgião observou que a
cabeça do 5º metatarso estava amolecida. A ferida
cirúrgica foi deixada aberta. A infecção pareceu
regredir e o paciente recebeu alta no 16º DIH com
clindamicina oral e cuidados locais com a ferida.
5) Quais os problemas principais negligenciados
nessa ocasião?
a) A existência de osteomielite.
b) A existência de isquemia.
c) A ferida foi deixada aberta sem cobertura por enxerto
cutâneo de espessura parcial.
X
X
X
X
X
X
complexo
X
X
L nãoedre comechada
d) A área da ferida do pé que sustentava peso não foi
protegida por um aparelho gessado.
Apesar do tratamento antibiótico e dos cuidados
locais contínuos com a lesão aberta na superfície
lateral do pé, a situação piorou nos dois meses
seguintes e o paciente foi reinternado no hospital. Ele
tinha febre e a PCR 123mg/dL. A creatinina era
1,6mg/dL. Logo depois foi realizado desbridamento
da ferida e amputação do 4º pododáctilo e o paciente
foi transferido para enfermaria de cirurgia vascular. O
pulso poplíteo estava fraco e não havia outros pulsos
distais palpáveis. Os índices tornozelo-braço eram
1,35 e 1,21. O paciente não conseguia perceber o
toque do monofilamento na superfície plantar do 1º
pododáctilo ou nas cabeças do 1º e do 5º metatarsos.
6) Quais os métodos não invasivos ou invasivos que
você poderia usar para examinar mais
detalhadamente a circulação?
a) Aferição da pressão dos pododáctilos
b) Aferições da pressão e registro das ondas de pulsos
do tornozelo
c) Teste de esforço em esteira com aferições da pressão
d) Eco Doppler das artérias distais
·
·
S
e) Angiorressonância magnética
f) Angiografia de subtração digital
7) Quais os diagnósticos patológicos de base que
compõem o diagnóstico de pé diabético?
8) Quais os principais patógenos envolvidos no
quadro infeccioso e quais os ATB`s de escolha?
9) Qual a doença arterial de base?
• As pressões dos pododáctilos eram de 73mmHg no
lado direito e 29mmHg no lado esquerdo. No dia
seguinte o paciente fez angiografia seletiva.
10) Quais as anormalidades angiográficas típicas do
diabetes nesse caso?
a) Segmentos aortoilíacos normais
b) Doença obstrutiva hemodinamicamente não
significativa dos vasos da perna
c) Doença obstrutiva significativa dos vasos da perna
d) Doença obstrutiva grave de todos os vasos do pé
e) Vasos patentes nos pés
11) Qual seria a abordagem terapêutica preferível?
a) Nenhuma possibilidade de reconstrução. Escolher o
melhor tratamento clínico e em seguida, esperar para
ver.
b) Nenhuma possibilidade de reconstrução. Amputação
no nível do pé, até o ponto em que aparecer
sangramento detectável
c) Amputação abaixo do joelho.
d) Possível desbridamento cirúrgico, reconstrução até a
artéria pediosa e excisão adicional subsequente da
ferida.
e) Nenhuma excisão da ferida ou reconstrução até a
artéria pediosa até que as feridas estejam limpas.
ufalosporting neuropatia
-geração ↑ isquemia
3
·
X ↓ infecção
&
gramt
& arterosclerosegram-
amoSicilina
↑
dança anterial periférica
carvulo nato
quindonas
ou -
ciprofloxacino achados
anaeróbico X
plclindamicina
X
X
vandaran
X
 
 
TROMBOSE ARTERIAL AGUDA – CASO
CLÍNICO
Paciente mulher 60 anos apresentou quadro de frio e dor
no pé direito há 3 horas. Refere história prévia de longa
data de doença vascular periférica, incluindo a instalação
bilateral de stent nas artérias ilíacas.
Antes do início dos sintomas a paciente conseguia andar
pelo menos 400m sem sentir dor. Sua história pregressa
inclui um episódio de AVE, hiperlipidemia, coronariopatia
e tabagismo. Não há história de hospitalização recente
nem de procedimento invasivo ou cirúrgico.
Ao exame: FC 90bpm; PA 115/65mmHg; Ausculta
Cardíaca ritmo regular. Pulso fem esquerdo presente e
MIE com temperatura e perfusão adequadas; MID
ausência de pulsos palpáveis e pé direito frio e pálido ao
toque. Mobilidade preservada mas os dedos estavam
insensíveis. Observou-se sinal Doppler venoso no pé
direito, mas sem sinal arterial.
 
1) A trombose de enxerto ou de artéria original pode ser
diferenciada da obstrução embólica pelas seguintes
características:
a. Presença de pulsos palpáveis no membro contralateral
b. História de arritmias cardíacas
c. O grau de isquemia profunda no membro afetado.
d. A localização da obstrução
e. Todas as anteriores
2) Na embolia aguda, a sequência de eventos é:
a. Paralisia, dor, parestesia, ausência de pulso, palidez
b. Ausência de pulso, dor, palidez, parestesia, paralisia
c. Ausência de pulso, dor, palidez, paralisia, parestesia
3) Em que categoria do sistema SVS/ISCVS podemos
classificar a isquemia no membro dessa paciente?
a. Categoria I
b. Categoria IIa
c. Categoria IIb
d. Categoria III
4) Estão dentre as opções de tratamento para essa
X
X
X
paciente:
a. Anticoagulação com heparina e cumadina
b. Trombectomia cirúrgica
c. Bypass extra-anatômico
d. Bypass aorto-femoral
e. Trombectomia mecânica, trombólise e intervenção
endovascular
f. Trombólise intravenosa
5) Após a trombólise, o prognóstico do resultado a longo
prazo baseia-se:
a. No trombolítico usado.
b. No desmascaramento de uma lesão responsável a ser
tratada, seja via abordagem endovascular, seja via
cirurgia.
c. Na extensão da trombólise.
d. Na confirmação de que todos os trombos agudos
foram lisados.
e. No efluxo arterial.
6) Qual a patologia de base que provocou a trombose?
 
EMBOLIA ARTERIAL AGUDA – CASO
CLÍNICO
• Um homem de 65 anos apresentou-se com dor aguda e
grave na perna direita. A história clínica mostrou que
ele tinha diabetes tipo II há 3 anos e teve um infarto
do miocárdio há 5 anos. A dor da perna direita
começara repentinamente há 6 horas, sem qualquer
traumatismo associado, e piorou com o transcorrer
das horas. No momento da internação a perna direita
parecia pálida nos segmentos distais localizados
abaixo do joelho. Durante o exame do pé foi
demonstradaperda de sensibilidade ao toque suave.
*
X
X
X
X
aterosclerose
O paciente tinha dificuldade de abrir os dedos. A
flexão plantar e a flexão dorsal dos dedos ainda eram
possíveis. A palpação das panturrilhas evidenciou
músculos moles, mas doloridos. O exame clínico do
abdome não detectou anormalidades e não havia
massas pulsáteis. Na artéria femoral direita, as
pulsações eram irregulares, mas fortes. Os pulsos das
artérias poplítea e tibial estavam impalpáveis. Os
pulsos eram normais nas artérias poplítea e tibial
posterior esquerdas.
1) Qual a etiologia da embolia arterial?
a) A etiologia da embolia arterial é indefinida na
maioria dos casos.
b) A causa mais comum de embolia arterial é a
destruição das valvas cardíacas por cardiopatia
reumática ou endocardite.
c) A causa mais comum de embolia arterial é a
fibrilação atrial associada à cardiopatia
aterosclerótica.
d) A trombose venosa profunda pode ser uma causa rara
de embolia arterial.
e) A embolia arterial é mais comumente encontrada
quando há hiperviscosidade sanguínea.
• Com o diagnóstico de embolia arterial aguda em
mente o médico administrou imediatamente uma dose
plena de heparina intravenosa.
2) Qual a utilidade da heparina no tratamento da embolia
arterial?
a) A heparina pode dissolver o trombo arterial e evitar a
necessidade de uma operação subsequente.
b) A heparina evita trombose arterial subsequente, que
pode complicar o tratamento da embolia arterial.
c) A heparina evita trombose arterial subsequente, que
pode complicar o tratamento da embolia arterial.
Além disso, a heparina evita recidivas da embolia.
d) A administração de heparina está contra-indicada
porque pode provocar a fragmentação do êmbolo
arterial e causar microembolia das artérias
periféricas.
• As radiografias do tórax não mostravam
anormalidade. O ECG demonstrou fibrilação atrial e
sinais de um IAM antigo. Os exames laboratoriais
estavam normais. O eco-Doppler evidenciou
obstrução trombótica na bifurcação femoral direita e
na artéria femoral superficial. Havia um sinal débil na
artéria poplítea. As artérias tibiais não foram
X
comunicação-&interatrial& embolia paradoxal
aatrioventricular
evitar trombose subsequente
X
evidenciadas.
3) O tratamento preferido para embolia arterial é:
a) Ressecção local do vaso e reconstrução com enxerto
de interposição.
b) Manutenção da heparina e esperar para ver.
c) Embolectomia com cateter de Fogarty e controle
angiográfico perioperatório.
d) Embolectomia com cateter de fogarty, mas a
tromboembolectomia por aspiração cutânea poderia
ser uma boa alternativa em casos selecionados.
Depois da colocação de um cateter venoso central, o
paciente foi levado ao centro cirúrgico e a bifurcação
femoral direita foi exposta com anestesia local. A
arteriotomia transversal confirmou que havia
obstrução trombótica completa da bifurcação
femoral. O fluxo proximal era satisfatório. Os
trombos foram retirados da bifurcação femoral e o
fluxo retrógrado pulsátil foi conseguido a partir da
artéria femoral profunda. Vários trombos foram
retirados da artéria femoral superficial e da artéria
poplítea depois de varias passagens dos cateteres de
embolectomia de Fogarty n°s 3 e 4.
• A angiografia intraoperatória demonstrou perviedade
satisfatória nas artérias femoral superficial, poplítea e
fibular. A artéria tibial anterior estava totalmente
obstruída. A tibial posterior estava patente em sua
primeira porção, mas estava obstruída no segmento
distal.
• Um cateter foi introduzido na artéria poplítea e foram
administradas 350.000 de urocinase por infusão lenta
durante 30 minutos.
• A repetição da angiografia demonstrou desobstrução
adicional da artéria tibial posterior até o nível da
E
articulação do tornozelo. A artéria tibial anterior
ainda estava obstruída.
• Os cirurgiões decidiram aceitar a situação. As artérias
foram irrigadas com solução fisiológica heparinizada
diluída e a arteriotomia transversal foi fechada com
ajuda de um remedo de dacron. Antes da reperfusão,
foi administrado bicarbonato de sódio por via
intravenosa.
4) A síndrome da reperfusão depois da embolectomia
arterial
a) Nunca ocorre depois da embolia periférica, mas
apenas depois da embolia aórtica.
b) Não pode ser evitada por medidas clínicas.
c) É evitada pela deambulação precoce.
d) É causada por acidose metabólica e mioglobinúria.
• Depois da operação o pé estava bem vascularizado e o
paciente conseguia abrir quase normalmente os dedos
do pé. O pulsos estava palpável na artéria tibial
posterior. A heparina intravenosa foi mantida. A
diurese volumosa foi mantida com manitol e
alcalinização da urina. Os exames laboratoriais
subsequentes não mostraram evidências de acidose
ou hipercalemia.
5) Fasciotomia:
a) É obsoleta e o edema do membro deve ser tratado por
elevação e repouso no leito.
b) É realizada rotineiramente em todos os pacientes
tratados por causa de embolia arterial dos membros
inferiores.
c) A indicação de fasciotomia deve basear-se em
parâmetros objetivos, como a presença de síndrome
de reperfusão e as aferições das pressões
compartimentais pós-operatórias.
X
-Pós revascularização
d) Na prática atual, a indicação da fasciotomia baseia-se
mais comumente na prefrência individual e na
impressão clínica.
6 horas depois da operação, o paciente desenvolveu
edema significativo do membro, com acentuação da
dor, hipertensão venosa e déficit sensorial do pé. A
fasciotomia perifibular para descomprimir todos os 4
compartimentos foi realizada sob anestesia geral.
Depois do procedimento, o edema regrediu e a ferida
da fasciotomia foi fechada por terceira intenção
depois de 1 semana.
 
• A ultrassonografia abdominal realizada depois da
operação demonstrou ateromatose da aorta
abdominal, mas nenhuma dilatação aneurismática. As
ecocardiografias transtorácica e transesofágica não
evidenciaram aneurisma ventricular ou trombos
intracardíacos. A monitoração Holter por 24 hs
confirmou a fibrilação atrial. O exame patológico dos
êmbolos retirados foi compatível com material
trombótico comum e as culturas foram negativas. O
problema da fibrilação atrial foi tratado clinicamente.
Os anticoagulantes orais foram iniciados e o paciente
recebeu alta depois de 10 dias. Seis meses depois,
não tinham ocorrido outros episódios de isquemia
aguda.
ISQUEMIA CRÍTICA CRÔNICA DO MEMBRO INFERIOR – CASO
&
- Pode ser profilática
X
X
CLÍNICO
• Um homem de 85 anos com história de diabetes,
hipertensão, hipercolesterolemia, by-pass arterial
coronariano e tabagismo em atividade apresentou-se
com gangrena do 2º pododáctilo direito. O paciente
relatou que não sofrera qualquer trauma na região e
queixava-se de dor em repouso no pé. Apesar de
tudo, estava em boas condições de saúde, desde que
fizera o by-pass coronariano há 12 anos. Ao exame
físico, não mostrava sinais de sofrimento físico e
apresentava uma cicatriz de esternotomia mediana
bem consolidada. A ausculta cardíaca detectou ritmo
regular sem sopros. O paciente era obeso. O exame
do abdome não encontrou massas palpáveis. O
paciente tinha pulsos femorais e poplíteos palpáveis
bilateralmente, mas não apresentava pulsos pediosos.
Além disso apresentava cicatrizes bilaterais bem
consolidadas onde foram retiradas as veias safenas
magnas. O pododáctilo direito gangrenado estava
seco, sem qualquer evidência de infecção.
1) Quais das seguintes afirmações sobre isquemia
crônica do membro inferior são falsas?
a. Se o paciente recusar todas as intervenções, então o
tratamento anticoagulante pode ser útil, mesmo que
isoladamente.
b. O membro inferior assintomático contralateral
também deve ser estudado por angiografia, porque
também pode ter doença aterosclerótica grave.
c. As opções terapêuticas são as mesmas,
independentemente se o paciente tem apenas dor em
repouso, úlcera isquêmica ou claudicação.
d. O paciente não pode ser submetido à
revascularização sem arteriografia contrastada,
o
X
-X RISCOX
BENEFICIO
X
X
porque não existem alternativas.
• O Doppler arterial do paciente mostrou doença
moderadano segmento distal da artéria femoral
superficial. Os índices tornozelo-braço (ITB) e os
registros dos volumes dos pulsos mostravam
alterações compatíveis com redução moderada da
perfusão da panturrilha e diminuição grave da
perfusão do tornozelo e do segmento
transmetatársico. A revisão dos sistemas era
inexpressiva. O ECG, o Rx tórax e os exames
sanguíneos pré-operatórios de rotina estavam
normais. O mapeamento com Doppler venoso
mostrou veias inadequadas (esclerosadas e muito
finas) nos membros superiores e inferiores
bilateralmente.
2) Com base nos estudos prospectivos randomizados,
quais os fármacos/alterações do estilo de vida que
deveriam ser incorporados ao esquema terapêutico do
paciente para reduzir o risco cardiovascular global?
a. Ácido acetilsalicílico
b. Uma estatina
c. Inibidores da enzima conversora da angiotensina
d. Cessação do tabagismo
e. Um beta bloqueador
• A angiografia percutânea do membro inferior direito
mostrou estenose moderada do segmento distal da
artéria femoral superficial direita com obstrução
distal. A artéria poplítea apresenta sinais de doença
grave, com obstrução da artéria tíbio-fibular e do
segmento proximal da artéria tibial anterior. O
segmento intermediário da artéria tibial anterior
estava patente e descia até a artéria dorsal do pé.
Nenhum outro vaso parecia ser apropriado.
EXISTEM
-/
X + VASODILATADOR
X
X RIVAROXABANA
X
3) Quais as opções que você consideraria para o membro
inferior desse paciente?
a. Amputação abaixo do joelho.
b. Amputação do pododáctilo.
c. Bypass tibial com enxerto de politetrafluoroetileno
expandido (PTFE), com interposição venosa ou
fístula.
d. Bypass tibial com veia de cadáver.
e. Simpatectomia.
f. Tratamento quelante.
g. Angioplastia subintimal.
 
• O paciente foi submetido a um by-pass bem sucedido
com enxerto de PTFE até a artéria tibial anterior e
parou de fumar depois da operação. O pododáctilo
sofreu autoamputação e a dor em repouso
desapareceu. O paciente foi acompanhado por 2 anos
depois do procedimento e o by-pass continuava
patente.
4) Qual o prognóstico de longo prazo do paciente em
termos de motilidade, patência do enxerto e preservação
do membro depois do bypass bem sucedido?
a. Os índices de mortalidade, patência e preservação do
membro a longo prazo ficam em torno de 20% e, por
essa razão, são tão ruins que nenhuma intervenção
adicional deve ser realizada.
b. Os índices de mortalidade e patência são de 50% em
4-5 anos. O índice de preservação do membro é de
70% em 4 anos. Se o paciente tiver expectativa de
vida e estado funcional razoáveis, eke deverá ser
submetido à revascularização.
c. Os indices de mortalidade, patência e preservação do
membro são irrelevantes nessa faixa etária.
X
X
5) Quais os pacientes devem ser considerados
inoperáveis?
6) Quais as opções terapêuticas podem ser oferecidas
a esse subgrupo de pacientes?
7) Qual o diagnóstico patológico gerou essa síndrome
isquêmica crônica?
8) Quais são os principais fatores de risco da doença
de base?
9) O que define uma isquemia crônica como crítica?
TROMBOSE VENOSA PROFUNDA – Caso
Clínico
• Mulher 44 anos refere dor e edema em panturrilha
direita há 3 dias. Refere ter voltado de viagem à
Europa 6 dias atrás para acompanhar o início do
semestre letivo da filha na faculdade. História prévia
refere mastectomia há 10 meses para neoplasia de
mama e um episódio de aborto quando mais jovem.
Relata uso de medicamento para manutenção da
terapia da neoplasia mamária. História familiar refere
uma irmã com passado problema numa veia cerebral.
• Ao exame: EGB consciente orientada eupneica
normocorada hidratada FC 98 bpm FR 16 ipm
ACP Fisiologica
Extr: pulsos distais presentes. Membros aquecidos e
corados. Edema e empastamento em panturrilha
direita com sinal da Bandeira negativo.
1) Qual a principal hipótese diagnóstica?
2) Quais os principais diagnósticos diferenciais para
o caso?
3) Quais os fatores de risco presentes no caso acima para
sua principal hipótese diagnóstica? E quais fatores de risco
não estão relatados que devem ser investigados?
4) Quais exames laboratoriais e/ou de imagem você
com doença grave do coração, risco de infarto
tratamento Gclínico analgesia e amputação
aterosclerose
diabetes (distal) ; tabagimo (proximal) , obesidade
daß
em
repouso
e.aquema
trófica
↓
~ Sinais
de TYP
grangrena
bruade
de
-
virchou
-maqu
eibidade-
aborio
-resão - lialendale
Trombose
venda
TVP profunda
sindromepedrada
.
otroflebite superficial,linfedema,espasmoda muscular
↓
- Marol
de Libra
muscular
Doppler ! pode pedir D-dimero
solicitaria para elucidar o diagnóstico? Justifique.
5) Havendo a confirmação da sua principal hipótese
diagnóstica, quais seriam as opções terapêuticas
disponíveis e qual delas você escolheria para o caso?
Justifique sua escolha.
Em razão do elevado número de atendimentos na
urgência do hospital naquele dia, a paciente
permaneceu 6 horas na urgência aguardando o
exame confirmatório e a conduta definitiva. Nesse
período o quadro clínico agravou-se.
 
Ela ficou agitada reclamando de dor cada vez mais
intensa na perna direita. Surgiram bolhas
hemorrágicas no pé direito bem como petéquias na
perna e tornozelo. O edema era crescente e a perna
tornou-se francamente cianótica, mesmo quando
elevada. A ponta de todos os artelhos estava roxa
bem escura. Palpava-se um pulsos fraco na artéria
femoral na virilha, mas os pulsos distais estavam
ausentes.
 
A consistência da musculatura da coxa e do
segmento inferior da perna estava claramente
aumentada e a paciente reclamava de dor forte à
palpação dessa musculatura na coxa. O paciente
não reagia à dor induzida pelo pinçamento da pele
da parte distal da perna.
 
Nesse momento a perna contralateral já
apresentava um edema discreto e começava a
apresentar cianose. Os pulsos femorais e poplíteos
à esquerda estavam presentes porém os distais
estavam agora reduzidos.
Vartarina impede coagulantes naturais proteina e proteina e
quadromoderado
-
ambulatórioanticoagulante
ara.
Anticoagulante ! Reparina,sivaroxabano
 
6) Qual a denominação comum para este quadro
clínico?
a) Trombose venosa íleofemoral
b) Flebotrombose íleofemoral
c) Flegmasia alba dolens
d) Flegmasia cerúlea dolens
e) Gangrena venosa
7) Qual seria a opção terapêutica nesse momento?
• A paciente evoluiu com quadro de dispnéia súbita.
• Chegaram os exames laboratoriais da admissão:
anemia com hemoconcentração, trombocitopenia e
desequilíbrio eletrolítico; creatinina 4,2 e leucocitose
13 vezes cima do valor normal.
8) Qual a principal hipótese diagnóstica para esse
agravamento do quadro?
9) Qual(is) exame(s) de imagem pode ser feito para
confirmação do diagnóstico?
10) Qual a conduta específica para essa complicação?
Úlcera em Membro Inferior – Caso
Clínico
• Professora de 46 anos, não tabagista, refere ferida na
perna esquerda que “abre e fecha” há 10 anos, no
entanto não cicatriza há 1 ano apesar de cuidados
locais e curativos. A ferida é bastante dolorosa. A
paciente relata que fica várias horas do dia em pé e
que tenta descansar em alguns momentos do dia com
as pernas elevadas, bem como dormir à noite com as
pernas sobre um travesseiro. Ela usava AINES
cronicamente, mas ultimamente não estavam mais
fazendo efeito no controle da dor obrigando-a a
utilizar analgésico opioide. Esteve internada há 2
TVP
* ↓
evocui progredin
↳ porque consumi
* heparima !
trombetania
-
TEP
TEP X
TVD
--mesmo & angiotomografia
waguantetratamento anti
quando
instabilidaderemotamente
meses com quadro de celulite em MIE havendo
necessidade de uso de antibióticos. Refere cirurgia
em “veias” das pernas no passado. Exame físico
dirigido: pulsos distais presentes; úlcera em face
medial da perna esquerda com diâmetro 9x10cm com
leito preenchido por tecido de granulação; área de
hiperpigmentação ao redor de toda a extensão da
úlcera e também no membro contralateral. Presença
de varicosidades dilatadas nas pernas.
1) Qual a provável etiologia dessa úlcera?
a) Arterial
b) Hipertensiva
c) Venosa
d) Neuropática
2) Qual onome dessa alteração de hiperpigmentação na
pele ao redor da úlcera e o que ela representa com relação
ao estágio evolutivo da doença baseado na classificação
mais utilizada para esta patologia?
3) Qual o principal, primeiro e mais importante exame
para a confirmação diagnóstica além do exame físico?
a) Tomografia
genética, oritostatismo.prolongado/
satura ~ rormônio, gestação, sedentarismo
- ↓
weier
- FATORES DE RISCO
macra
&
dacemedical
da
perne
dermatite ocre
b) Ecografia vascular com Doppler
c) Ressonância
d) Pletismografia
e) Angiografia/flebografia
4) Qual dos seguintes diagnósticos é o menos provável
para essa paciente?
a) Refluxo valvular primário em veia profunda
b) Síndrome pós-trombótica
c) Aprisionamento da artéria poplítea
d) Recorrência do refluxo em safena devido à
neovascularização
e) Incompetência de veias perfurantes
5) Qual a fisiopatologia da formação da úlcera?
6) Qual seria o tratamento apropriado para a perna
esquerda dessa paciente? (Quais as opções de tratamento
disponíveis no caso de insuficiência troncular das veias
safenas?)
a) Tratamento conservador com bandagens
compressivas abaixo do joelho, repouso e elevação
dos membros
b) Ligadura alta e fleboextração da VSM até abaixo do
joelho, com extirpação local das veias varicosas
c) Ligadura alta da VSM com extirpação das veias
varicosas
d) Obstrução da VSM com termoablação a laser ou
radiofrequencia e extirpação local das veias varicosas
e) Escleroterapia com ou sem espuma
7) Descreva as principais características das úlceras
dos principais diagnósticos diferenciais (úlcera
hipertensiva, úlcera neuropática, úlcera arterial
isquêmica).
8) Cite e comente outras medidas terapêuticas na
abordagem dessa paciente.
X
X
opção = compreste
X
X
X
X
X ↑
comp inclstica, cirurgia , permas pleima
controle da dor , tirar homônio ,
dista
,
atividade fisica

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