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Av - Subst. 2 - Educação Inclusiva
4)
MENDES et al (2018) efetuaram uma entrevista, junto à duas professoras, sendo a Educadora 1 responsável pela sala de aula regular e a Educadora 2 responsável pelo AEE,  do ensino fundamental, de uma escola municipal de Guarabira – PB, que foram objetivo de um artigo publicado na Revista Brasileira de Educação Básica, on line, intitulado “Avaliação escolar para alunos com deficiência intelectual no município de Guarabira – PR”.
 
Seguem trechos da entrevista, que foram extraídos do artigo:
 
“O instrumento avaliativo contribui para orientar o educador a transformar dados qualitativos em quantitativos, não fugindo do sistema classificatório e somativo, no que para alguns educadores se torna complexo, mediante os conteúdos obrigatórios a serem ensinados e posteriormente tendo que quantificá-los. A educadora 1, ao ser questionada se trabalha com algum instrumento avaliativo que auxilia na percepção ao transformar dados qualitativos em quantitativos, ela respondeu: “Não vem nada para nos orientar como transformar dados qualitativos em quantitativos, estamos avaliando esse aluno igual a todos. Os alunos não têm compreensão dos conteúdos obrigatórios” (MENDES et al, 2018).
 
“Os instrumentos de avaliação contribuem para que seja percebida a evolução dos alunos que apresentam deficiência intelectual na sala de aula regular, no que a educadora 2 expõe como acompanha esses discentes durante o ano letivo na sala da AEE: “No final do ano é feito um relatório sobre cada aluno vendo o que ele desenvolveu ou não, e fazemos uma avaliação sobre o aluno, para que o próximo professor já saiba como é aquele aluno e tenha um conhecimento prévio sobre ele. É colocado no relatório o que ele progrediu, o que ele necessita em cima de suas dificuldades. Tem uma ficha individual na sala do AEE e essa ficha é complemento do relatório. Esse relatório é um instrumento junto com a ficha que orienta o que será trabalhado nas salas multifuncionais” (MENDES et al, 2018).
MENDES, Márcia Cristiane Ferreira et al. Avaliação escolar para alunos com deficiência intelectual no município de Guarabira – PB. 2018. Disponível em:< https://rbeducacaobasica.com.br/avaliacao-escolar-para-alunos-deficiencia-intelectual/>. Acesso em: 24 mar.2019. Adaptado por VALÉRIO, Tânia Mara (2019).
 
Nesse contexto, com relação às respostas que foram coletadas na entrevista que foi realizada com as educadoras 1 e 2, mencionadas no texto, pode-se concluir que:
I. a educadora 1 está mais preparada que a educadora 2, no que tange aos instrumentos de avaliação “dos alunos que apresentam deficiência intelectual”.
II. as escolas e professores ainda não estão preparados para receber alunos com deficiência intelectual, no que tange aos instrumentos avaliativos.
III. a insegurança proveniente da falta de formação específica em relação como avaliar os alunos com deficiência, compromete o ensino e a inclusão, tornando a educação segregadora. 
IV. os professores se sentem despreparados para avaliar um aluno com DI, como também transformar os dados qualitativos em quantitativos, como são exigidos pelo sistema educacional brasileiro.
V. o sentimento de impotência ao avaliar um aluno com deficiência pode ser um dos reflexos da formação recebida pelos educadores e pela falta de busca de conhecimento por eles, mediante as subjetividades apresentadas pelas crianças.
Considerando o contexto apresentado, é correto o que se afirma em:
Alternativas:
· a)
I, II, III, IV e V.
· b)
I, II e III, apenas.
· c)
II, IV e V, apenas.
· d)
I, II, III e V, apenas.
· e)
II, III, IV e V, apenas.

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