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ESTÁCIO DE SÁ
Aluno: Nailton Ribeiro De Paula
Matrícula: 201903532515
NPJ
Essa atividade nos trouxe a princípio alguns fundamentos básicos do conhecimento dos
metros dos adquiridos de soluções de conflitos. Dessa Forma exposto pelo sr.
desembargador as noções básicas, Lembrando em 1º lugar que se baseia nos princípios
constitucionais que impedem toda e qualquer forma de obstrução as pessoas alcançarem a
justiça. Tem como base o artigo 5º inciso xxxv de CF/88. Dispositivo esse que dispões
“Nenhuma lesão ou ameaça de lesão será subtraída da apreciação do poder judiciário”.
Que nos é apresentado como o princípio do acesso à justiça ou da inafastabilidade, que
ninguém seja privado de ter acesso à justiça. Qualquer pessoa que se sinta lesada ou
ameaçada, não pode ser impedida de procurar os meios legais de obter algum direito e por
muito tempo o poder judiciário era o único meio possível para que as pessoas pudessem
reaver um direito em que viam ser lesadas. Com o passar do tempo as pessoas foram-se
evoluindo e surgiram novas ideias que acabam resultando no meio “ multi- porta”. Nascido
nos Estados Unidos em 1976. Que são meios alternativas hoje chamadas de meio
adequado ou seja não precisam somente recorrer ao meio judicial para resolver todo os
tipos de conflitos. Sendo assim as diversidade de conflitos, não mais são aplicadas as
mesmas ferramentas para todas. Os métodos genéricos vão abranger a grande maioria dos
casos, sendo assim foram introduzidos à negociação. Como mediação, conciliação e
arbitragem de métodos específicos. No processo penal, como transação penal, suspensão
condicional do processo etc…
Então o brasileiro possui várias possibilidades de resolução de conflitos de forma
consensual abrimos o leque, então falando da posse a negociação. Muito comum nos
direito civil empresarial etc.
Em cuja o método não há necessidade de um 3° para intermediação da solução do conflito,
mas caso as pessoas venham a perder a capacidade de gerir a própria solução por caso,
então teremos algum que possa reduzir a distância entre as partes. Tem a abrangência de
um mediador ou conciliador. Assim definido no art 165 2° e 3° do CPC, e caso não alcance
por meio consensual, em qualquer momento podem partir para ambas as partes. Na
conciliação o interesse é puramente material. E na mediação à um vínculo sentimental das
partes, já na arbitragem é diferente de ambos os métodos, pois o poder é delegado ao 3° ,
no caso uma pessoa qualificada com o direito de decidir o conflito.

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