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Questões resolvidas

1) A falta de mobilidade urbana no Brasil, um problema recorrente nas grandes metrópoles do país, vem se tornando uma questão com soluções cada vez mais difíceis. Dentre suas principais causas, podemos destacar, EXCETO:
a) o crescimento desordenado das grandes cidades brasileiras.
b) a precarização dos sistemas públicos de transporte urbano.
c) as políticas urbanas e sociais que privilegiaram o uso do automóvel.
d) a falta de investimentos públicos em políticas de mobilidade.
e) o excesso de ciclovias e faixas exclusivas de ônibus nos grandes centros citadinos.
a) o crescimento desordenado das grandes cidades brasileiras.
b) a precarização dos sistemas públicos de transporte urbano.
c) as políticas urbanas e sociais que privilegiaram o uso do automóvel.
d) a falta de investimentos públicos em políticas de mobilidade.
e) o excesso de ciclovias e faixas exclusivas de ônibus nos grandes centros citadinos.

2) “O sistema de rodízio de veículos está esgotado em São Paulo. Entendo que chegou a hora do pedágio urbano”, decretou Candido Malta, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, anteontem durante o Fórum de Mobilidade Urbana. Para ele, o pedágio é uma medida de contenção de congestionamentos melhor do que o aumento do preço da gasolina, que criaria um aumento no custo dos transportes como um todo, fosse na cidade, no Estado ou no país. (Folha de São Paulo, 12/10/2013. Adaptado). Além do sistema de rodízio e do pedágio urbano, citados na reportagem acima, uma outra medida possível para promover a mobilidade urbana nas cidades é:
a) a melhoria nos padrões de qualidade dos veículos automotores.
b) a redução da passagem para estimular o deslocamento por meio de ônibus e metrôs.
c) o incentivo ao uso de meios de transportes alternativos e de massa.
d) a realização de ações públicas de conscientização no trânsito.
e) a delimitação de, no máximo, um carro para cada habitante.
a) a melhoria nos padrões de qualidade dos veículos automotores.
b) a redução da passagem para estimular o deslocamento por meio de ônibus e metrôs.
c) o incentivo ao uso de meios de transportes alternativos e de massa.
d) a realização de ações públicas de conscientização no trânsito.
e) a delimitação de, no máximo, um carro para cada habitante.

6) Quanto à mobilidade urbana, assinale a alternativa correta:
a) De acordo com a Lei Federal nº 12.587/2012, considera-se transporte urbano a condição em que se realizam os deslocamentos de pessoas e cargas no espaço urbano;
b) São atribuições dos Municípios, dentre outras, organizar e disponibilizar informações sobre o Sistema Nacional de Mobilidade Urbana e a qualidade e produtividade dos serviços de transporte público coletivo e prestar, diretamente ou por delegação ou gestão associada, os serviços de transporte público interestadual de caráter urbano;
c) São infraestruturas de mobilidade urbana: I - vias e demais logradouros públicos, inclusive metroferrovias, hidrovias e ciclovias; II - estacionamentos; III - terminais, estações e demais conexões; IV - pontos para embarque e desembarque de passageiros e cargas; V - sinalização viária e de trânsito; VI - equipamentos e instalações; e VII - instrumentos de controle, fiscalização, arrecadação de taxas e tarifas e difusão de informações;
d) Nos Municípios sem sistema de transporte público coletivo ou individual, o Plano de Mobilidade Urbana deverá ter o foco no transporte de maquinário rural não motorizado e no planejamento da infraestrutura urbana destinada aos deslocamentos a pé, vedado o uso de bicicleta;
e) Em Municípios acima de 20.000 (vinte mil) habitantes e em todos os demais obrigados, na forma da lei, o Plano de Mobilidade Urbana substituirá os respectivos planos diretores.
a) De acordo com a Lei Federal nº 12.587/2012, considera-se transporte urbano a condição em que se realizam os deslocamentos de pessoas e cargas no espaço urbano;
b) São atribuições dos Municípios, dentre outras, organizar e disponibilizar informações sobre o Sistema Nacional de Mobilidade Urbana e a qualidade e produtividade dos serviços de transporte público coletivo e prestar, diretamente ou por delegação ou gestão associada, os serviços de transporte público interestadual de caráter urbano;
c) São infraestruturas de mobilidade urbana: I - vias e demais logradouros públicos, inclusive metroferrovias, hidrovias e ciclovias; II - estacionamentos; III - terminais, estações e demais conexões; IV - pontos para embarque e desembarque de passageiros e cargas; V - sinalização viária e de trânsito; VI - equipamentos e instalações; e VII - instrumentos de controle, fiscalização, arrecadação de taxas e tarifas e difusão de informações;
d) Nos Municípios sem sistema de transporte público coletivo ou individual, o Plano de Mobilidade Urbana deverá ter o foco no transporte de maquinário rural não motorizado e no planejamento da infraestrutura urbana destinada aos deslocamentos a pé, vedado o uso de bicicleta;
e) Em Municípios acima de 20.000 (vinte mil) habitantes e em todos os demais obrigados, na forma da lei, o Plano de Mobilidade Urbana substituirá os respectivos planos diretores.

7) “[…] Pensar mobilidade urbana vai muito além de restringir a circulação de automóveis, ampliar o número de ciclovias ou de linhas de metrô, de priorizar o transporte coletivo em detrimento do particular. Significa também encontrar alternativas de inserção segura e confortável de todas as pessoas na dinâmica da cidade, oferecendo múltiplas possibilidades para que elas possam ocupar o espaço público e por ele circular, transformando esse processo numa experiência rica de interação e integração social. Esse talvez seja o sentido mais profundo que o conceito de mobilidade urbana deva ganhar, enriquecendo o próprio significado que se possa atribuir à ideia de urbanidade e cidadania”. SOUZA, J. C. Caminhos alternativos. Carta na Escola, nov. 2014. Disponível em: . Acesso em: jun. 2015. Um efeito sobre o modo de vivência no espaço geográfico ocasionado por políticas de promoção da mobilidade urbana é:
a) a concentração de pessoas e moradias nas áreas centrais da cidade
b) a diminuição de condomínios fechados autossegregados.
c) a descentralização dos serviços e menor necessidade de deslocamento
d) a distribuição de veículos automotores para todos os estratos sociais
e) o reordenamento das paisagens no processo de gentrificação
a) a concentração de pessoas e moradias nas áreas centrais da cidade
b) a diminuição de condomínios fechados autossegregados.
c) a descentralização dos serviços e menor necessidade de deslocamento
d) a distribuição de veículos automotores para todos os estratos sociais
e) o reordenamento das paisagens no processo de gentrificação

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Questões resolvidas

1) A falta de mobilidade urbana no Brasil, um problema recorrente nas grandes metrópoles do país, vem se tornando uma questão com soluções cada vez mais difíceis. Dentre suas principais causas, podemos destacar, EXCETO:
a) o crescimento desordenado das grandes cidades brasileiras.
b) a precarização dos sistemas públicos de transporte urbano.
c) as políticas urbanas e sociais que privilegiaram o uso do automóvel.
d) a falta de investimentos públicos em políticas de mobilidade.
e) o excesso de ciclovias e faixas exclusivas de ônibus nos grandes centros citadinos.
a) o crescimento desordenado das grandes cidades brasileiras.
b) a precarização dos sistemas públicos de transporte urbano.
c) as políticas urbanas e sociais que privilegiaram o uso do automóvel.
d) a falta de investimentos públicos em políticas de mobilidade.
e) o excesso de ciclovias e faixas exclusivas de ônibus nos grandes centros citadinos.

2) “O sistema de rodízio de veículos está esgotado em São Paulo. Entendo que chegou a hora do pedágio urbano”, decretou Candido Malta, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, anteontem durante o Fórum de Mobilidade Urbana. Para ele, o pedágio é uma medida de contenção de congestionamentos melhor do que o aumento do preço da gasolina, que criaria um aumento no custo dos transportes como um todo, fosse na cidade, no Estado ou no país. (Folha de São Paulo, 12/10/2013. Adaptado). Além do sistema de rodízio e do pedágio urbano, citados na reportagem acima, uma outra medida possível para promover a mobilidade urbana nas cidades é:
a) a melhoria nos padrões de qualidade dos veículos automotores.
b) a redução da passagem para estimular o deslocamento por meio de ônibus e metrôs.
c) o incentivo ao uso de meios de transportes alternativos e de massa.
d) a realização de ações públicas de conscientização no trânsito.
e) a delimitação de, no máximo, um carro para cada habitante.
a) a melhoria nos padrões de qualidade dos veículos automotores.
b) a redução da passagem para estimular o deslocamento por meio de ônibus e metrôs.
c) o incentivo ao uso de meios de transportes alternativos e de massa.
d) a realização de ações públicas de conscientização no trânsito.
e) a delimitação de, no máximo, um carro para cada habitante.

6) Quanto à mobilidade urbana, assinale a alternativa correta:
a) De acordo com a Lei Federal nº 12.587/2012, considera-se transporte urbano a condição em que se realizam os deslocamentos de pessoas e cargas no espaço urbano;
b) São atribuições dos Municípios, dentre outras, organizar e disponibilizar informações sobre o Sistema Nacional de Mobilidade Urbana e a qualidade e produtividade dos serviços de transporte público coletivo e prestar, diretamente ou por delegação ou gestão associada, os serviços de transporte público interestadual de caráter urbano;
c) São infraestruturas de mobilidade urbana: I - vias e demais logradouros públicos, inclusive metroferrovias, hidrovias e ciclovias; II - estacionamentos; III - terminais, estações e demais conexões; IV - pontos para embarque e desembarque de passageiros e cargas; V - sinalização viária e de trânsito; VI - equipamentos e instalações; e VII - instrumentos de controle, fiscalização, arrecadação de taxas e tarifas e difusão de informações;
d) Nos Municípios sem sistema de transporte público coletivo ou individual, o Plano de Mobilidade Urbana deverá ter o foco no transporte de maquinário rural não motorizado e no planejamento da infraestrutura urbana destinada aos deslocamentos a pé, vedado o uso de bicicleta;
e) Em Municípios acima de 20.000 (vinte mil) habitantes e em todos os demais obrigados, na forma da lei, o Plano de Mobilidade Urbana substituirá os respectivos planos diretores.
a) De acordo com a Lei Federal nº 12.587/2012, considera-se transporte urbano a condição em que se realizam os deslocamentos de pessoas e cargas no espaço urbano;
b) São atribuições dos Municípios, dentre outras, organizar e disponibilizar informações sobre o Sistema Nacional de Mobilidade Urbana e a qualidade e produtividade dos serviços de transporte público coletivo e prestar, diretamente ou por delegação ou gestão associada, os serviços de transporte público interestadual de caráter urbano;
c) São infraestruturas de mobilidade urbana: I - vias e demais logradouros públicos, inclusive metroferrovias, hidrovias e ciclovias; II - estacionamentos; III - terminais, estações e demais conexões; IV - pontos para embarque e desembarque de passageiros e cargas; V - sinalização viária e de trânsito; VI - equipamentos e instalações; e VII - instrumentos de controle, fiscalização, arrecadação de taxas e tarifas e difusão de informações;
d) Nos Municípios sem sistema de transporte público coletivo ou individual, o Plano de Mobilidade Urbana deverá ter o foco no transporte de maquinário rural não motorizado e no planejamento da infraestrutura urbana destinada aos deslocamentos a pé, vedado o uso de bicicleta;
e) Em Municípios acima de 20.000 (vinte mil) habitantes e em todos os demais obrigados, na forma da lei, o Plano de Mobilidade Urbana substituirá os respectivos planos diretores.

7) “[…] Pensar mobilidade urbana vai muito além de restringir a circulação de automóveis, ampliar o número de ciclovias ou de linhas de metrô, de priorizar o transporte coletivo em detrimento do particular. Significa também encontrar alternativas de inserção segura e confortável de todas as pessoas na dinâmica da cidade, oferecendo múltiplas possibilidades para que elas possam ocupar o espaço público e por ele circular, transformando esse processo numa experiência rica de interação e integração social. Esse talvez seja o sentido mais profundo que o conceito de mobilidade urbana deva ganhar, enriquecendo o próprio significado que se possa atribuir à ideia de urbanidade e cidadania”. SOUZA, J. C. Caminhos alternativos. Carta na Escola, nov. 2014. Disponível em: . Acesso em: jun. 2015. Um efeito sobre o modo de vivência no espaço geográfico ocasionado por políticas de promoção da mobilidade urbana é:
a) a concentração de pessoas e moradias nas áreas centrais da cidade
b) a diminuição de condomínios fechados autossegregados.
c) a descentralização dos serviços e menor necessidade de deslocamento
d) a distribuição de veículos automotores para todos os estratos sociais
e) o reordenamento das paisagens no processo de gentrificação
a) a concentração de pessoas e moradias nas áreas centrais da cidade
b) a diminuição de condomínios fechados autossegregados.
c) a descentralização dos serviços e menor necessidade de deslocamento
d) a distribuição de veículos automotores para todos os estratos sociais
e) o reordenamento das paisagens no processo de gentrificação

Prévia do material em texto

Prof.: Wesley Cândido 
wesleycandidounip@gmail.com 
 
1ͣ Lista de Exercícios – INFRA E SUPERESTRUTURA VIÁRIA I 
1) A falta de mobilidade urbana no Brasil, um problema recorrente nas grandes metrópoles do país, vem se 
tornando uma questão com soluções cada vez mais difíceis. Dentre suas principais causas, podemos destacar, 
EXCETO: 
a) o crescimento desordenado das grandes cidades brasileiras. 
b) a precarização dos sistemas públicos de transporte urbano. 
c) as políticas urbanas e sociais que privilegiaram o uso do automóvel. 
d) a falta de investimentos públicos em políticas de mobilidade. 
e) o excesso de ciclovias e faixas exclusivas de ônibus nos grandes centros citadinos. 
 
2) “O sistema de rodízio de veículos está esgotado em São Paulo. Entendo que chegou a hora do pedágio 
urbano”, decretou Candido Malta, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, anteontem 
durante o Fórum de Mobilidade Urbana. Para ele, o pedágio é uma medida de contenção de congestionamentos 
melhor do que o aumento do preço da gasolina, que criaria um aumento no custo dos transportes como um todo, 
fosse na cidade, no Estado ou no país. (Folha de São Paulo, 12/10/2013. Adaptado). 
Além do sistema de rodízio e do pedágio urbano, citados na reportagem acima, uma outra medida possível para 
promover a mobilidade urbana nas cidades é: 
a) a melhoria nos padrões de qualidade dos veículos automotores. 
b) a redução da passagem para estimular o deslocamento por meio de ônibus e metrôs. 
c) o incentivo ao uso de meios de transportes alternativos e de massa. 
d) a realização de ações públicas de conscientização no trânsito. 
e) a delimitação de, no máximo, um carro para cada habitante. 
 
3) Muitos movimentos sociais urbanos, além de lutarem pela mobilidade urbana, reivindicam que as cidades 
se construam em torno da mobilidade urbana sustentável, cujo conceito envolve: 
a) a prioridade na preservação da natureza em detrimento da disseminação de veículos. 
b) a combinação de desenvolvimento urbano, qualidade ambiental e justiça social. 
c) a redução da emissão de poluentes no ambiente urbano pelos meios de transporte. 
d) o reordenamento das cidades a fim de garantir a preservação das áreas naturais. 
e) o equilíbrio entre o deslocamento das pessoas e a conservação das florestas urbanas. 
 
4) Considere o segmento abaixo, a respeito do Plano Diretor de uma cidade. 
Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), o Plano Diretor de uma cidade é 
instrumento básico de um processo de planejamento municipal para a implantação da política de 
desenvolvimento urbano. Em uma sociedade desigual como a brasileira, o resultado do planejamento 
urbano e a sua execução geraram uma série de insatisfações na população. 
 
Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as afirmações abaixo, sobre os resultados da aplicação do Plano Diretor 
como causa das demandas de mobilidade urbana. 
( ) A criação de bairros funcionais, a exemplo dos comerciais, residenciais, mistos e industriais, 
aumenta a necessidade de deslocamentos e o uso de transporte público. 
( ) O desequilíbrio do uso dos equipamentos urbanos, a valorização e o uso do solo urbano evitam a 
criação de centros e periferias. 
( ) O estímulo ao transporte público em vias principais promove um maior deslocamento das pessoas. 
( ) O estímulo ao transporte coletivo, através de malha abrangente e rápida, evita o transporte 
individual. 
 
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é 
a) V – V – F – F 
b) F – V – F – V 
c) V – F – V – F 
d) F – F – V – F 
e) V – V – F – V 
 
 
 
Prof.: Wesley Cândido 
wesleycandidounip@gmail.com 
5) Sobre os problemas de mobilidade urbana das grandes metrópoles brasileiras e suas consequências 
socioambientais, assinale a alternativa correta. 
a) A opção preferencial pelo transporte coletivo é um dos responsáveis pelo aumento da poluição 
atmosférica nas metrópoles, pois o combustível dos ônibus é de qualidade mais baixa que o dos 
automóveis. 
b) A distância percorrida entre os locais de moradia e de trabalho, pela população mais pobre, vem sendo 
reduzida na última década, o que indica uma tendência de melhoria da mobilidade urbana. 
c) Historicamente, o poder público brasileiro investiu pouco em transporte público, privilegiando o 
transporte individual. 
d) O transporte marítimo de passageiros, nas metrópoles litorâneas, é suficiente para atender a demanda, 
a exemplo, do Rio de Janeiro e Florianópolis. 
e) A setorização urbana, com bairros específicos para moradia, estudo e trabalho, tenderia a minimizar o 
uso do transporte, tanto público quanto privado. 
 
6) Quanto à mobilidade urbana, assinale a alternativa correta: 
a) De acordo com a Lei Federal nº 12.587/2012, considera-se transporte urbano a condição em que se 
realizam os deslocamentos de pessoas e cargas no espaço urbano; 
b) São atribuições dos Municípios, dentre outras, organizar e disponibilizar informações sobre o Sistema 
Nacional de Mobilidade Urbana e a qualidade e produtividade dos serviços de transporte público coletivo 
e prestar, diretamente ou por delegação ou gestão associada, os serviços de transporte público 
interestadual de caráter urbano; 
c) São infraestruturas de mobilidade urbana: I - vias e demais logradouros públicos, inclusive 
metroferrovias, hidrovias e ciclovias; II - estacionamentos; III - terminais, estações e demais conexões; 
IV - pontos para embarque e desembarque de passageiros e cargas; V - sinalização viária e de trânsito; VI 
- equipamentos e instalações; e VII - instrumentos de controle, fiscalização, arrecadação de taxas e tarifas 
e difusão de informações; 
d) Nos Municípios sem sistema de transporte público coletivo ou individual, o Plano de Mobilidade 
Urbana deverá ter o foco no transporte de maquinário rural não motorizado e no planejamento da 
infraestrutura urbana destinada aos deslocamentos a pé, vedado o uso de bicicleta; 
e) Em Municípios acima de 20.000 (vinte mil) habitantes e em todos os demais obrigados, na forma da 
lei, o Plano de Mobilidade Urbana substituirá os respectivos planos diretores. 
 
7) “[…] Pensar mobilidade urbana vai muito além de restringir a circulação de automóveis, ampliar o número 
de ciclovias ou de linhas de metrô, de priorizar o transporte coletivo em detrimento do particular. Significa 
também encontrar alternativas de inserção segura e confortável de todas as pessoas na dinâmica da cidade, 
oferecendo múltiplas possibilidades para que elas possam ocupar o espaço público e por ele circular, 
transformando esse processo numa experiência rica de interação e integração social. Esse talvez seja o sentido 
mais profundo que o conceito de mobilidade urbana deva ganhar, enriquecendo o próprio significado que se 
possa atribuir à ideia de urbanidade e cidadania”. SOUZA, J. C. Caminhos alternativos. Carta na Escola, nov. 2014. Disponível 
em: <http://www.cartanaescola.com.br> . Acesso em: jun. 2015. 
 
Um efeito sobre o modo de vivência no espaço geográfico ocasionado por políticas de promoção da mobilidade 
urbana é: 
a) a concentração de pessoas e moradias nas áreas centrais da cidade 
b) a diminuição de condomínios fechados autossegregados. 
c) a descentralização dos serviços e menor necessidade de deslocamento 
d) a distribuição de veículos automotores para todos os estratos sociais 
e) o reordenamento das paisagens no processo de gentrificação 
 
 
 
 
 
 
Prof.: Wesley Cândido 
wesleycandidounip@gmail.com 
8) “A urbanização brasileira teve um caráter concentrador e excluiu boa parte da sociedade de seus benefícios. 
A velocidade com que se processou a urbanização no país criou algumas dificuldades para o poder público 
suprir o espaço das cidades, especialmente das grandes, com a infraestrutura urbana e os serviços sociais 
necessários ao bem-estar da população. Isso, evidentemente, é agravado em razão de as políticas de 
planejamentourbano estarem voltadas, prioritariamente, para as classes média e alta”. LUCCI, E. A. et. al. Território 
e sociedade no mundo globalizado: Geografia Geral e do Brasil. Ensino Médio. 2ª ed. Editora Saraiva, 2014. p.513. 
 
As contradições presentes no processo de produção do espaço urbano brasileiro são muitas. Dentre os seus efeitos 
mais visíveis, podemos citar: 
 
I. A falta de moradia e favelização; 
II. A ausência de mobilidade urbana; 
III. Os elevados índices de violência; 
IV. A baixa especulação imobiliária; 
V. A pequena procura por transportes de massa; 
Estão corretas as afirmativas: 
a) I, II e IV 
b) II, III e V 
c) I, II e III 
d) III e IV e V 
e) I, IV e V 
 
 
GABARITO 
1) E 
2) C 
3) B 
4) C 
5) C 
6) C 
7) C 
8) C

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