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DIREITO ADMINISTRATIVO 
CONTATOS: (88) 3521 – 7033 / Contato@ibconcursos.com.br 
 
 
 - - 
PROFESSOR DISCIPLINA 
DIREITO ADMINISTRATIVO 
 Travessa Jardim 133, São Miguel, CRATO|CE 
 Clóvis Feitosa 
1 - PRINCÍPIOS ADMINISTRATIVOS 
 
1. INTRODUÇÃO 
 
Segundo Gustavo Barchet, princípios administrativos são os valores, as diretrizes, os 
mandamentos mais gerais que orientam a elaboração das leis administrativas, direcionam a atuação 
da Administração Pública e condicionam a validade de todos os atos por ela praticados. 
 Podemos extrair, da definição acima, as funções dos princípios: 
1) Orientar na elaboração das Leis; 
2) Direcionar o agente no momento de aplicar a lei (interpretação); 
3) Condicionar a validade do ato praticado. Se o ato infringir algum princípio, estará inválido. 
E onde os princípios administrativos podem ser encontrados? E mais: de que modo eles 
se apresentam? Eles podem ser encontrados na Constituição ou nos atos normativos 
infraconstitucionais (como nas Leis citadas abaixo) de modo expresso ou implícito (tácito). 
Tendo a Constituição como parâmetro, observe como se apresentam os princípios: 
Expressos: Também chamados de princípios básicos administrativos. Estão previstos no art. 
37, caput, da CF/88. Exemplo: LEGALIDADE, IMPESSOALIDADE, MORALIDADE, PUBLICIDADE E 
EFICIÊNCIA. É o famoso “LIMPE”. 
Implícitos: Exemplo: Principio da Proporcionalidade/Razoabilidade e Principio da Finalidade. 
 
2. PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS EXPRESSOS ou PRINCÍPIOS BÁSICOS: 
2.1. Princípio da Legalidade 
 
LEGALIDADE 
Direito Privado 
Direito Público - Direito 
Administrativo 
 
- Aos particulares tudo é possível, desde que não 
contrarie a Lei; 
- Incidência da Autonomia das Vontades, 
garantindo ampla liberdade ao particular na 
gestão de seus interesses. 
 
 
- Administração Pública só 
pode fazer o que a Lei 
determina ou autoriza; 
- Administrar é uma atividade 
infralegal, consistente na 
expedição de comandos 
complementares à Lei. Assim, 
a vontade da Administração é 
a que decorre da Lei, havendo 
ausência ou redução de 
liberdade. Por isso, alguns 
autores chamam o principio 
da legalidade de 
restritividade. 
 
 
 
 
 
 
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DIREITO ADMINISTRATIVO 
 
Clóvis Feitosa 
2.2. Princípios da Impessoalidade: 
A atuação impessoal da Administração Pública é imperativo que funciona como uma via de mão 
dupla, pois se aplica em relação ao administrado e ao administrados. Assim, o princípio da 
impessoalidade pode ser visto sob dois prismas distintos: 
- em relação aos administrados: a função administrativa deve ser uma atividade destinada a 
satisfazer a todos e por isso a Administração Pública não poderá atuar discriminando pessoas 
determinadas de forma gratuita, a não ser que esteja presente o interesse público. Com efeito, a 
atividade administrativa deve ser destinada a todos os administrados, sem discriminação nem 
favoritismo, constituindo um desdobramento do princípio da isonomia (art.5º, caput). 
 - em relação aos Administradores: a responsabilidade dos atos administrativos praticados não 
deve ser imputada ao agente e sim à pessoa jurídica – Administração Pública direta ou indireta. Além 
disso, sob essa prima, se veda a promoção pessoal de autoridades e servidores públicos nas 
propagandas públicas, evitando nomes, símbolos ou imagens desses agentes (art. 37§1º CF). 
 
2.3. Princípio da Moralidade 
 Será que tudo que é legal é honesto? 
 Tendo esse questionamento em tela (e note que essa indagação remonta à Roma), várias escolas 
filosóficas e jurídicas tentaram justificar seus pontos de vista. Sob o enfoque jurídico, uma melhor 
sistematização passa a ser concebida na França (1927), merecendo destaque os ensinamentos de 
Maurice Hauriou. 
 Sintetizando seu tirocínio, podemos afirmar que a moral administrativa não é apenas observar o 
que é legal ou ilegal, o bem e o mal, o justo e o injusto, mas também o honesto e o desonesto. Em 
outros termos, é agir de acordo com a Lei e de modo honesto, respeitando os costumes e a boa-fé 
objetiva dos administrados. Moralidade Administrativa é o conjunto de regras de conduta retirada da 
disciplina interna da Administração. 
 Sem dúvidas é no âmbito de atuação do Poder Discricionário que se verifica com mais intensidade 
a necessidade de obediência a esse princípio. Com efeito, não basta o agente público afirmar que praticou 
o ato de acordo com a permissão da Lei. É preciso indagar se o ato praticado é também honesto e 
obedece aos demais preceitos éticos. 
 Como exemplo, imagine que determinado Estatuto permita, caso o servidor efetivo ocupe certo 
cargo comissionado por 5 anos consecutivos, o direito a um acréscimo. Imagine que durante 16 anos, 
esse servidor ocupou o cargo comissionado. Entretanto, toda vez que estava próximo de completar o 
qüinqüênio, era exonerado (ato discricionário) e logo após alguns meses, era novamente nomeado. Esse 
ato não é ilegal....mas é moral? 
 Á luz da jurisprudência pátria, infringem tal princípio: a) realização de gastos excessivos, a 
pretexto de outorga de títulos e honrarias, com bebidas, comestíveis, peças de vestuário etc ( TJSP- Ap. 
186.613-1/0); b) o custeio, pela municipalidade, das despesas de viagem ao exterior da esposa do 
prefeito, em companhia dele, o que não representa nenhum benefício para o município, ainda que ela 
dirigisse algum órgãos público; sendo idêntica a conclusão em relação às despesas com viagem do 
prefeito não autorizadas pela Câmara Municipal (STJ, Resp. 37.275-5); c) abertura de conta-corrente 
em nome de particular para movimentar recursos públicos, independentemente da demonstração de 
prejuízo material aos cofres públicos (STF, RE 170.768-2). 
 É interessante ainda destacar, consoante a doutrina moderna, que a moralidade administrativa 
abrange padrões objetivos de condutas exigíveis do administrador público, não importando a 
finalidade ou intenções dos agentes públicos. 
 Como forma de sancionar esses desvios de comportamentos, existe um remédio próprio e 
específico: É a ação popular (art. 5º, LXXIII)1. 
 
 
 
1 LXXIII - qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular que vise a anular ato lesivo ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado 
participe, à moralidade administrativa, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural, ficando o autor, salvo comprovada má-fé, isento de custas 
judiciais e do ônus da sucumbência; 
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DIREITO ADMINISTRATIVO 
 
Clóvis Feitosa 
2.4. Princípio da Publicidade 
Com a Constituição de 1988, temos uma ruptura na forma do Estado brasileiro lidar com a 
divulgação de dados e informações quando comparado com a sistemática constitucional anterior 
(Constituição de 1967-69). Antes, a regra era o segredo, a invisibilidade dos atos estatais. Agora, a 
concepção segredista de Estado deve ser tratada como exceção, pois, como bem sintetiza Noberto 
Bobbio, a democracia é governo do poder público em público. 
Assim, o princípio da publicidade tem como viga-mestra a idéia de dar transparência ou 
visibilidade a toda atuação administrativa, permitindo o controle dos atos praticados. 
A doutrina costuma diferenciar a publicidade geral da restrita. Acompanhe: 
- PUBLICIDADE GERAL:busca assegurar o conhecimento, por toda a sociedade, dos 
comportamentos públicos e envolve a publicação no órgão oficial dos atos de efeitos gerais ou 
externos, ressalvadas as exceções legais. Defende Raquel Melo Urbano de Carvalho que em relação à 
publicidade geral, vige, em regra, o principio da simetria ou do paralelismo das formas, no sentido que 
se certo ato administrativo para surgir submeteu-se a divulgação no órgão oficial, para ser alterado ou 
extinto devem observar a mesma publicidade (divulgação no órgão oficial). 
- PUBLICIDADE RESTRITA: busca assegurar que as pessoas diretamente interessadas em 
determinado ato, tenham dele conhecimento, como, por exemplo, através de notificação, citação ou 
intimação, a obtenção de certidão para defesa de direitos e esclarecimento de situações, presença do 
interessado no local onde o ato será praticado, vista dos autos e etc. Em regra, é a publicidade utilizada 
quando a publicidade geral não é exigida, ou seja, para atos de efeitos internos ou de caráter 
individual. Assim, os atos internos da Administração Pública não necessitam de publicação no diário 
oficial. 
É também, com a publicidade, que os atos e contratos administrativos passam ter a condição de 
eficácia, ou seja, só com a devida divulgação é que haverá a produção dos efeitos esperados. 
São instrumentos constitucionais, utilizados para assegurar o recebimento de informações, o 
próprio Direito de Petição (art.5°, inc. XXXIV, letra a; habeas data (art. 5.º, inc. LXXII, da CF) e o 
Mandado de Segurança, individual ou coletivo (art. 5.º, incs.LXIX e LXX, da CF) e etc. 
 
- Exceções ao princípio da publicidade: 
O aludido princípio comporta algumas exceções elencadas pela própria Constituição (art. 37, § 3.º, inc. 
II). Assim, ao decidir pelo oferecimento ou não de informação, deverá a Administração respeitar o art. 
5°, X, que assegura o direito à intimidade das pessoas, e também o inciso XXXIII ligados a atos e 
atividades relacionadas com a segurança da sociedade ou do Estado. É nesse contexto que surgiu a 
Lei 12.527/11 em que classifica a informação em ULTRA-SECRETA (prazo máximo de sigilo 25 anos); 
SECRETA ( 15 ANOS); RESERVADA( 5 anos). 
- Procedimento policial investigativo x direito do defensor em obter informações: SÚMULA 
VÍNCULANTE N° 14: É direito do defensor, no interesse do representado, ter acesso amplo aos 
elementos de prova que, já documentados em procedimento investigatório realizado por órgão com 
competência de polícia judiciária, digam respeito ao exercício do direito de defesa 
- Propagandas estatais: 
Por fim, outro ponto relativo a publicidade é o atinente à propaganda das obras e serviços administrativos 
realizados pelas Entidades Administrativas. Conforme já sabemos, de acordo com o principio da 
impessoalidade, esse anúncio só será admitido se tiver objetivo educativo, informativo ou de 
orientação social, proibindo-se a promoção pessoal de autoridades ou de servidores públicos por meio 
de divulgação de nomes, símbolos e imagens (art. 37 §1º da CF). 
 
 
 
 
 
 
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2.5. Princípio da Eficiência 
Inserido pela Emenda Constitucional nº 19/98, o princípio da eficiência visa aperfeiçoar os 
serviços e as atividades prestadas, buscando otimizar os resultados e atender o interesse público com 
maiores índices de rapidez (ausência de burocracia e presença de celeridade e dinâmica), perfeição 
(serviço satisfatório e completo) e rendimento (mais economicidade e produtividade). 
Segundo Dirley da Cunha Jr., é possível visualizar o princípio da eficiência sob dois aspectos, a 
saber: 
- VOLTADO AO MODO DE ORGANIZAR E ESTRUTURAR A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Ao 
estudar um pouco de nossa história administrativa, iremos perceber, conforme Bresser Pereira, que 
passamos por 5 (CINCO) momentos ou estágios no modo como se organizou a Administração Pública 
brasileira. 
- VOLTADO AO MODO DE ATUAÇÃO DO AGENTE PÚBLICO: A eficiência aparece como 
requisito indispensável para a aquisição e perda da estabilidade do servidor, conforme as regras do art. 
41 da CF. Assim, mesmo após a estabilidade (3 anos), o servidor deverá ser avaliado periodicamente 
para analisar a sua eficiência, na forma de lei complementar, possibilitando até a sua exoneração, caso 
seja ineficiente. 
 
OUTROS PRINCÍPIOS ADMINISTRATIVOS: 
Principio da Continuidade do 
Serviço Público 
Os serviços públicos não 
devem sofrer 
paralisações. Por 
envolver 
essencialidade, o 
serviço público é uma 
atividade que uma vez 
interrompida pode 
gerar danos 
irreparáveis. Deste 
princípio decorrem, 
dentre outros:- 
Necessidade de 
suplência, delegação, 
substituição, etc;- 
Limitação dos 
contratados alegarem 
a exceptio non 
adimpleti contractus;- 
Restrição ao exercício 
do direito de greve. 
Princípio da Autotutela: 
É o controle que a 
própria administração 
realiza em seus próprios 
atos. Assim, pode a 
Administração rever os 
seus próprios atos, seja 
para revogá-los 
(quando 
inconvenientes), seja 
para anulá-los (quando 
ilegais). É o controle 
interno exercido dentro 
de cada esfera 
administrativa. 
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Princípio daTutela ou Controle 
finalístico 
É o controle exercido 
pela Administração 
Direta sobre a 
Administração Indireta 
apenas sobre os fins 
para o qual foi criada a 
entidade . É o controle 
externo finalístico. 
Princípio da Especialidade 
s entidades 
administrativas não 
podem abandonar, 
alterar ou modificar os 
objetivos para os quais 
foram constituídas. 
Sempre atuarão 
vinculadas e adstritas 
aos seus fins ou objeto 
social. Ex: não se admite 
que uma Autarquia 
criada para serviços de 
educação possa vir a 
atuar, na prática, na 
área da saúde, ou em 
qualquer outra diversa 
daquela legal e 
legalmente fixada. 
Principio da Motivação 
Por esse principio deve 
a Administração 
apresentar as 
justificativas pelas 
quais levou a praticar o 
ato. O detalhamento, 
fundamentação ou 
justificativa, será maior 
ou menor conforme o 
ato seja vinculado ou 
discricionário. 
Principio da 
Razoabilidade/Proporcionalidade 
Embora parte da 
doutrina faça distinção 
entre esses dois 
princpios, outros 
preferem sinonimizá-
los. Assim, esses 
princípios obrigam a 
permanente adequação 
entre os meios e os fins, 
banindo-se medidas 
abusivas ou de 
qualquer modo com 
intensidade superior ao 
estritamente 
necessário. O 
administrador público 
está obrigado a 
sacrificar o mínimo para 
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preservar o máximo de 
direitos. 
Princípio da ampla defesa e do 
contraditório 
Trata-se de exigência 
constitucional, prevista 
no art. 5º, inciso LV: 
"aos litigantes, em 
processo judicial ou 
administrativo, e aos 
acusados em geral são 
assegurados o 
contraditório e ampla 
defesa, com os meios e 
recursos a ela 
inerentes". O 
Contraditório é a 
garantia que cada parte 
tem de se manifestar 
sobre todas as provas e 
alegações produzidas 
pela parte contrária. Já 
a Ampla defesa é a 
garantia que a parte 
tem de usar todos os 
meios legais para 
provar a sua inocência 
ou para defender as 
suas alegações.Princípio da segurança jurídica 
O princípio também 
pode ser nominado 
como o da estabilidade 
das relações jurídicas, e 
tem em mira garantir 
certa perpetuidade nas 
relações jurídicas 
estabelecidas com ou 
pela Administração. Ao 
administrador não é 
dado, sem causa legal 
que justifique, invalidar 
atos administrativos, 
desfazendo relações ou 
situações jurídicas. Este 
princípio veda a 
aplicação retroativa de 
nova interpretação de 
lei no âmbito da 
Administração Púbica. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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2 – QUESTÕES CONSULPAM 
 
01-QUESTÃO) O regime jurídico-administrativo caracteriza-se 
 
a) pela relação de horizontalidade entre o Estado e os administrados. 
b) pela prevalência da autonomia da vontade do indivíduo. 
c) pela aplicação preponderante de normas do direito privado. 
d) pelas prerrogativas e sujeições a que se submete a administração pública. 
 
02-CONSULPAM - 2019 - Prefeitura de Viana - ES - Auditor de Controle Interno – Direito) 
 No que se refere aos princípios do Direito Administrativo, julgue os itens que seguem: 
 
I- A supremacia do interesse público sobre o privado, cria uma desigualdade jurídica entre a 
Administração e os administrados. 
II- Entre os princípios que regem o Direito Administrativo pode-se destacar o de que o interesse público 
e o interesse privado devem ser equivalentes. 
III- O princípio da indisponibilidade do interesse público é um princípio explicito e está previsto no art. 
37 da Constituição Federal 
 
Está CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas 
A I. 
B I e II. 
C I e III. 
D I, II e III. 
 
03-QUESTÃO) As afirmações abaixo estão relacionadas à obrigatoriedade de obediência dos princípios 
constitucionais pela administração pública. 
 
I. Os princípios devem ser obedecidos pela administração de quaisquer Poderes. 
II. A obrigatoriedade de obediência destina-se à administração direta, não alcançando as empresas 
públicas. 
III. Todas as entidades estatais (União, Estados, Distrito Federal e Municípios) devem obediência àqueles 
princípios. 
Está correto APENAS o que se afirma em 
a) II e III. 
b) I e III . 
c) I e II . 
d) II . 
 
04. (CONSULPAM - 2015 - Prefeitura de Nova Olinda - CE ) O servidor que praticar algum tipo de 
ato inconcesso pode vir a ser demitido, tendo em vista que todos as ações da Administração têm que 
estar em conformidade com os princípios da: 
A Legalidade. 
B Moralidade. 
C Publicidade. 
D Finalidade. 
 
05-QUESTÃO) O Prefeito Municipal passou a exibir nas placas de todas as obras públicas a indicação 
"GOVERNO TOTONHO FILHO". Assim agindo, o governante ofendeu o princípio da administração pública 
conhecido como: 
 
a) moralidade. 
b) impessoalidade. 
c) autotutela. 
d) publicidade. 
 
 
 
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Clóvis Feitosa 
06 -CONSULPAM - 2015 - Prefeitura de Nova Olinda - CE - Agente Administrativo 
"Constitui pressuposto de validade de todo ato da Administração Pública, que deve obedecer não 
somente à lei jurídica, mas também a padrões éticos que podem ser estabelecidos em cada instituição". 
A qual princípio administrativo essa afirmação se refere? 
A Princípio da legalidade. 
B Princípio da impessoalidade. 
C Princípio da moralidade. 
D Princípio da finalidade. 
 
07-CONSULPAM - 2019 - Prefeitura de Quadra - SP - Professor de Ciências 
"Todo cidadão tem o direito de conhecer as informações que a Administração possua a seu respeito, e 
as que dizem respeito ao bem-estar da coletividade". Sobre qual princípio administrativo trata essa 
informação? 
A Princípio da Moralidade. 
B Princípio da Publicidade. 
C Princípio da Legalidade. 
D Princípio da Finalidade. 
 
08-QUESTÃO) O princípio constitucional da eficiência vincula-se à noção da administração: 
 
a) patrimonialista 
b) descentralizada 
c) gerencial 
d) burocrática 
 
10-QUESTÃO) A proibição da contratação de parentes próximos para ocupar cargo em confiança, 
conhecida como nepotismo, ofende direta e intrinsecamente os seguintes princípios do Direito 
Administrativo: 
 
a) publicidade e autotutela. 
b) motivação e publicidade. 
c) hierarquia e responsabilidade. 
d) moralidade e impessoalidade. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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