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EDUCAÇÃO 
NUTRICIONAL 
Introdução à Educação Alimentar 
e Nutricional. 
Docente: Thays Cantão 
APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA 
Curso: Nutrição Período/Turma: 1/2/3/4º período 
matutino 
Disciplina: Educação Nutricional 
 
Carga Horária Semanal: 2 horas 
Período: 05/08 à 23/09 Horário/Dia: 
8h00min às 10h00min (quinta-feira) 
Período Letivo: 1º 
bimestre 
Ano 
Letivo: 
2021/2 
 
Classificação: Obrigatória 
Docente: Thays Cantão 
* O cronograma da disciplina poderá sofrer alteração devido a fatores 
externos diversos que a Instituição poderá ter ao longo do semestre. 
EMENTA 
Histórico da Educação Nutricional. A pedagogia e 
suas aplicações na educação alimentar e 
nutricional. Diferenciação entre programa de 
educação e orientação nutricional. Recursos 
didáticos na educação nutricional. 
Responsabilidades e limites da educação 
nutricional frente ao código de ética. 
 
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
• GALISA, Mônica et al. Educação Alimentar e Nutricional: da Teoria à Prática. São Paulo: Roca, 
2014. Livro digital/recurso online (Minha biblioteca). 
 
• MAHAN, L. Katlheen; RAYMOND, Janice L. . Krause alimentos, nutrição e dietoterapia. 14 ed. 
São Paulo: Roca, 2018. Livro digital/recurso online (E-volution). 
 
• GARCIA, R. W. D; MANCUSO, A.M.C. Mudanças Alimentares e Educação nutricional. Série 
Nutrição e Metabolismo. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. Livro digital/recurso online 
(Minha biblioteca). 
 
• GOMES, C. Planejamento Alimentar: Educação Nutricional nas diversas fases da vida. São 
Paulo: Metha: 2014. Livro digital/recurso online (Minha Biblioteca). 
 
• PHILIPPI, S.T. Pirâmide dos Alimentos: fundamentos básicos da nutrição. São Paulo: Manole, 
2014. Livro digital/recurso online (Minha Biblioteca). 
 
• BRASIL. Ministério da Saúde. Guia alimentar para crianças menores de 2 anos. Brasília: 
Ministério da Saúde, 2002. 152 p. (Série A. Normas e Manuais Técnicos). 
 
• WEFFORT VRS, Lamounier JA. Nutrição em Pediatria: da neonatologia à adolescência. Barueri, 
SP: Manole, 2009. Livro digital/recurso online (Minha Biblioteca). 
 
• SILVA, S. M. C. S; BERNARDES, S. M. Cardápio: Guia Prático para a elaboração. 4 ed. São Paulo: 
Roca, 2019. Livro digital/recurso online (Minha Biblioteca). 
 
 
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 
Serão utilizados os instrumentos: 
 
• Avaliação Processual/Trabalho - expressa em notas de 0 (zero) a 10,0 
(dez), as atividades devem ser desenvolvidas em grupo de até 5 (cinco) 
estudantes. O período de realização e a entrega desta atividade no AVA 
seguirá a estabelecida pelo professor da disciplina, respeitando a data 
limite prevista no Calendário Acadêmico. 
 
• O aluno que não atingir média semestral igual ou superior a 6,0 (1º e/ou 
2º período) ou 7,0 (a partir do 3º período) deverá realizar o exame final. 
 
• Data de entrega de trabalho prevista (11/09/2021) - Último dia de 
entrega de Trabalho Avaliativo referentes ao primeiro bimestre letivo 
2021/2 no Portal Acadêmico/AVA pelo aluno. 
 
 
* O cronograma da disciplina poderá sofrer alteração devido a fatores externos diversos 
que a Instituição poderá ter ao longo do semestre. 
 
 
 
 
 
 
INSTRUMENTOS AVALIATIVOS 
 
 
INSTRUMENTOS UTILIZADOS Peso 
1. Avaliação Processual – Trabalho em grupo. 
 
Atividade lúdica de educação nutricional para 
hipertensos, diabéticos, crianças, adolescentes, adultos e 
idosos. (Ex: teor de sódio e açúcar nos alimentos, 
dramatização, jogos educativos, entre outros). Confecção 
e apresentação. 
 
6,0 
2. Avaliação Processual – Trabalho em grupo. 
 
Folder informativo - Material educativo visando alcançar 
mudanças de comportamento alimentar dos indivíduos 
como: gestantes, hipertensos, diabéticos, mulheres, 
obesos, trabalhadores, entre outros. 
4,0 
INSTRUMENTOS AVALIATIVOS 
Formação de grupos de trabalhos - Sorteio dos temas 
 
Atividade 1: 
 
• Grupo 1 - Hipertensos (Ex: Teor de sódio nos alimentos); 
 
• Grupo 2 - Diabéticos (Ex: Teor de açúcar nos alimentos); 
 
• Grupo 3 - Crianças (Ex: Dramatização com marionetes/Jogos educativos); 
 
• Grupo 4 - Adolescentes (Ex: Rotulagem nos alimentos/ Monte seu prato/ 
Vivência afetiva dos alimentos/ Pirâmide Alimentar); 
 
• Grupo 5- Adultos (Ex: Rotulagem nos alimentos/ Monte seu prato/ Vivência 
afetiva dos alimentos/ Pirâmide Alimentar); 
 
• Grupo 6- Idosos (Ex: Dramatização com marionetes/ Jogos educativos). 
 
 
INSTRUMENTOS AVALIATIVOS 
Formação de grupos de trabalhos - Sorteio dos temas 
 
Atividade 2: 
 
• Grupo 1 - Gestantes, puérperas e nutrizes (incentivo ao aleitamento 
materno); 
 
• Grupo 2 - Hipertensos (alerta do consumo de alimentos ricos em sódio); 
 
• Grupo 3 - Diabéticos (alerta do consumo de alimentos ricos em açúcares); 
 
• Grupo 4 - Mulheres (alimentos no combate ao câncer de mama); 
 
• Grupo 5- Obesos (incentivo à adoção de alimentação saudável); 
 
• Grupo 6- Trabalhadores (Alimentação saudável para trabalhadores – PAT). 
 
CRONOGRAMA DA DISCIPLINA 
Previsão de aulas: 
 
• 05/08 – Apresentação da disciplina. Conceitos, definição, histórico e 
objetivos da disciplina de Educação Nutricional. Áreas de atuação do 
nutricionista na Educação Nutricional. 
 
• 12/08 – Teorias pedagógicas. Tipos de educação. Ensino x Aprendizagem. 
Processo de Aprendizagem. Diferença entre Educação nutricional e 
Orientação nutricional. Elaboração de programa de comunicação e 
reeducação alimentar. 
 
• 19/08 – Métodos e recursos para educação nutricional de Crianças e 
adolescentes. 
 
• 26/08 – Métodos e recursos para educação nutricional de Adultos e 
Idosos. 
 
CRONOGRAMA DA DISCIPLINA 
Previsão de aulas: 
 
• 02/09 – Métodos e recursos para educação nutricional de Hipertensos e 
Diabéticos. 
 
• 09/09 – Apresentação de trabalhos (atividade lúdica crianças e 
adolescentes). 
 
• 16/09 – Apresentação de trabalhos (atividade lúdica adultos e idosos). 
 
• 23/09 – Apresentação de trabalhos (atividade lúdica hipertensos e 
diabéticos). 
 
 
* O cronograma da disciplina poderá sofrer alteração devido a fatores 
externos diversos que a Instituição poderá ter ao longo do semestre. 
 
 
 
EDUCAÇÃO NUTRICIONAL 
E ALIMENTAR (EAN) 
A Educação Alimentar e Nutricional (EAN) é o campo do 
conhecimento e de prática contínua e permanente, transdisciplinar, 
intersetorial e multiprofissional que visa promover a prática 
autônoma e voluntária de hábitos alimentares saudáveis, 
contribuindo para assegurar o Direito Humano à Alimentação 
Adequada (DHAA). 
 
Insere-se em uma das diretrizes da Política Nacional de Segurança 
Alimentar e Nutricional (PNSAN) e, assim, configura-se como 
estratégia fundamental para o enfrentamento das problemáticas 
brasileiras referentes à má nutrição, como o excesso de peso e a 
obesidade, permitindo refletir sobre toda a cadeia produtiva – 
produção, abastecimento e acesso a alimentos adequados e 
saudáveis. 
 
EDUCAÇÃO NUTRICIONAL 
E ALIMENTAR (EAN) 
A Educação Alimentar e Nutricional (EAN) no Brasil é reconhecida como uma 
ação estratégica para o alcance da Segurança Alimentar e Nutricional e da 
garantia do Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA). Conforme o 
Decreto Nº 7.272, de 25 de agosto de 20101 , a EAN é uma diretriz da Política 
Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (PNSAN), e desde então, vem 
sendo trabalhada em uma perspectiva mais ampliada em diferentes campos de 
ação, no escopo do sistema alimentar, e articulada a outras políticas públicas. 
 
A PNSAN faz parte do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional 
(SISAN), legalmente instituído pela Lei nº 11.346/2006 - Lei Orgânica de 
Segurança Alimentar e Nutricional (LOSAN), que consiste em um sistema 
público que reúne diversos setores de governo e da sociedade civil com o 
propósito de promover o DHAA, em todo o território nacional. O SISAN 
promove a formulação e articulação de políticas de segurança alimentar e 
nutricional em âmbito nacional, estaduale municipal, bem como o 
monitoramento e a avaliação das mudanças relacionadas à situação de 
Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) da população brasileira. 
EDUCAÇÃO NUTRICIONAL 
E ALIMENTAR (EAN) 
A Educação Alimentar e Nutricional ocupa posição estratégica para a 
prevenção e controle dos problemas alimentares e nutricionais atuais e 
para promoção da alimentação adequada e saudável. 
 
A adoção de um conceito de EAN deve considerar aspectos que 
contemplem desde a evolução histórica e política da EAN no Brasil às 
múltiplas dimensões da alimentação e do alimento e os diferentes 
campos de saberes e práticas conformando uma ação que integre o 
conhecimento. 
 
Adota-se o termo Educação Alimentar e Nutricional e não o termo 
Educação Nutricional ou o termo Educação Alimentar para que o escopo 
de ações abranja desde os aspectos relacionados ao alimento e 
alimentação, os processos de produção, abastecimento e transformação 
aos aspectos nutricionais. 
EDUCAÇÃO NUTRICIONAL 
E ALIMENTAR (EAN) 
A Educação Nutricional é definida como atividades de comunicação destinadas a 
melhorar as práticas alimentares indesejáveis, mediante uma mudança 
voluntária das condutas relacionadas com a alimentação, tendo como finalidade 
a melhoria do estado nutricional (FAO, 1999). 
 
É considerada atividade privativa do Nutricionista: Lei Federal 8234/91 que 
regulamenta a profissão. Fazendo parte das atividades do Nutricionista em todos 
os campos de atuação. 
 
Dentre os elementos da educação em saúde, pode-se destacar a prática da 
Educação Alimentar e Nutricional (EAN), processo no qual o nutricionista é o 
mediador, ao desenvolver as atividades educativas que busca a troca e a 
construção de conhecimentos, tornando o usuário um sujeito ativo no processo. 
Modo de proceder que contribui, de forma mais efetiva, para as mudanças de 
comportamento alimentar dos indivíduos. 
 
 
EDUCAÇÃO NUTRICIONAL 
E ALIMENTAR (EAN) 
A Educação Nutricional é uma tentativa multiprofissional para estimular a 
autonomia na escolha dos hábitos alimentares saudáveis, desde que, na 
sua aplicação, o nutricionista utilize recursos orientados por 
metodologias ativas, como a problematização, que possibilita a 
interação da comunidade e aborda as nuances do comportamento 
alimentar em seus aspectos gerais, ou seja, social, biológico e 
psicológico. 
 
Diante desta lógica, cabe ao nutricionista, que atua como educador, 
investigar os hábitos da população com a qual irá trabalhar a fim de 
conhecer suas peculiaridades. O nutricionista precisa compreender 
como o indivíduo elabora a ideia do comportamento alimentar e 
incentivá-lo a confrontar com as representações sociais e emocionais dos 
alimentos com as quais lida. A partir disso, construir novos sentidos 
coerentes, concomitantemente, com a saúde, o prazer, o bem-estar, as 
questões sanitárias e ambientais. 
 
EDUCAÇÃO NUTRICIONAL 
E ALIMENTAR (EAN) 
Portanto, Educação Alimentar e Nutricional, no contexto da realização 
do Direito Humano à Alimentação Adequada e da garantia da Segurança 
Alimentar e Nutricional, é um campo de conhecimento e de prática 
contínua e permanente, transdisciplinar, intersetorial e 
multiprofissional que visa promover a prática autônoma e voluntária 
de hábitos alimentares saudáveis. 
 
A prática da EAN deve fazer uso de abordagens e recursos educacionais 
problematizadores e ativos que favoreçam o diálogo junto a indivíduos 
e grupos populacionais, considerando todas as fases do curso da vida, 
etapas do sistema alimentar e as interações e significados que 
compõem o comportamento alimentar. 
 
Um avanço fundamental e balizador das ações de EAN no Brasil, no 
âmbito das Políticas Públicas, foi a elaboração, em 2012, do Marco de 
Referência de Educação Alimentar e Nutricional. 
 
MARCO DE REFERÊNCIA DA EAN 
Lançado em 2012, o Marco de Referência de Educação Alimentar e 
Nutricional para as Políticas Públicas tem o objetivo de criar um campo 
comum de reflexão e orientação da prática, dentro do conjunto de 
iniciativas de Educação Alimentar e Nutricional (EAN). 
 
Assim, o Marco de Referência pretende apoiar os diferentes setores de 
governo em suas ações de EAN para que, dentro de seus contextos, 
mandatos e abrangência, possam alcançar o máximo de resultados 
possíveis. Nesse sentido, a EAN, em conjunto com estratégias mais amplas 
para o desenvolvimento, poderá contribuir para melhorar a qualidade de 
vida da população. 
 
O Marco de Referência de Educação Alimentar e Nutricional para as Políticas 
Públicas é um documento que define o conceito de Educação Alimentar e 
Nutricional e estabelece diretrizes para as iniciativas públicas ligadas ao 
tema. Seu conteúdo foi elaborado de forma colaborativa, contando com a 
participação da comunidade das áreas de educação, saúde e nutrição nas 
esferas profissional, acadêmica e de gestão pública, sob a coordenação do 
Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) com apoio 
do Observatório de Políticas de Segurança Alimentar e Nutrição da 
Universidade de Brasília (OPSAN|UnB). 
 
PRINCÍPIOS PARA PRÁTICA DE EDUCAÇÃO 
ALIMENTAR E NUTRICIONAL (EAN) 
Fonte: Marco de Referência 
HISTÓRIA DA EAN 
A Educação Alimentar e Nutricional (EAN) alcançou um ponto 
importante de seu processo de construção. Após ter percorrido 
um longo caminho, permeado por “altos e baixos” e depois de 
ter superado obstáculos no sentido de alcançar mudanças 
conceituais e práticas significativas, atualmente a EAN se insere 
no âmbito das políticas públicas no contexto da promoção da 
saúde e da Segurança Alimentar e Nutricional (SAN). 
 
No Brasil, nas décadas de 40 a 70, o tema oscilou entre o status 
de ação pública até um importante descrédito, por seu caráter 
muitas vezes discriminatório e de redução da alimentação à sua 
dimensão biológica. O tema foi retomado no início dos anos 
1990, a partir de pesquisas realizadas no campo da saúde, que 
apontaram os hábitos alimentares como um dos fatores 
determinantes para o aumento das doenças crônicas. 
 
HISTÓRIA DA EAN 
Década de 30: 
• São intituladas as leis trabalhistas; 
• Definida a cesta básica de referência; 
• E os estudos de Josué de Castro descortinam a situação de 
desigualdade e fome no país; 
• Surgiu a profissional intitulada “Visitadora de Alimentação”, 
que visitava os domicílios com o objetivo de realizar a 
educação alimentar de forma tradicional, de acordo com a 
Educação para a Saúde preconizada na época, ditando as 
recomendações alimentares. Essa atividade teve pouca 
duração por ter sido considerada invasiva pela população. 
 
 
 
HISTÓRIA DA EAN 
Décadas de 1970 e 1980: 
• Impulsionado pela expansão do cultivo da soja, foi deflagrado 
um conjunto de iniciativas que visaram promover o consumo 
deste produto e seus derivados. Com resultados mínimos e 
até opostos aos pretendidos, estas ações foram exemplares 
enquanto práticas que apenas valorizavam a dimensão 
nutricional dos alimentos e desconsideravam os aspectos 
culturais e sensoriais. Este exemplo também é lembrado por 
evidenciar a interferência de interesses econômicos nas ações 
de EAN, tendo em vista a necessidade, à época, de escoar 
excedente de produção. 
 
HISTÓRIA DA EAN 
Década de 1990: 
• Até o momento a EAN foi pouco valorizada como 
disciplina e como estratégia de política pública; 
• Aumento da prevalência de obesidade, principalmente 
entre mulheres de baixa renda; 
• Aumento no consumo de alimentos calóricos e redução 
dos nutritivos; 
• Arroz e feijão perdem seu prestígio; 
• Biscoitos doces, refrigerantes, embutidos ganham 
espaço. 
 
 
HISTÓRIA DA EAN 
HISTÓRIA DA EAN 
HISTÓRIA DA EAN 
ÁREAS DE ATUAÇÃO DO 
NUTRICIONISTA NA EAN 
• Hospital e consultório: orientação na internação, na alta ou no 
ambulatório. Atividades educativas em grupos específicos (gestantes, 
doenças específicas). 
 
• Produção de refeições: educar funcionários quando admitidos, quando 
mudam de função,na supervisão diária. Motiva pessoal e orienta ações 
direcionadas aos funcionários e comensais. 
 
• Indústria: informar o consumidor a respeito dos processos tecnológicos de 
fabricação, valor nutricional e modo de preparo dos produtos. 
 
• Saúde Pública: coordenação de programas de suplementação alimentar e 
merenda escolar, PSF, orientações individuais e em grupos em Unidades 
de Saúde, trabalhos com ONG’S. 
 
• Escola: desenvolvimento e execução de programas de EAN. Melhor 
momento para a execução de tais projetos, pois os hábitos alimentares 
ainda não estão formados. 
 
EXERCÍCIOS 
• 1- Defina Educação Nutricional: 
 
• 2- O que é o Marco de Referência de Educação 
Alimentar e Nutricional ? 
 
• 3- Qual a importância do Nutricionista nos programas 
de educação alimentar e nutricional? 
 
• 4- Quais as áreas de atuação do nutricionista dentro da 
Educação Nutricional? 
 
OBRIGADA!