Prévia do material em texto
<p>Tipos de Gerente</p><p>Apresentação</p><p>Nos últimos anos, o ambiente organizacional sofreu inúmeras mudanças, refletindo nas</p><p>organizações. Com isso, torna-se significativamente importante o papel do gerente dentro das</p><p>organizações. Há muitas dúvidas e discussões quanto ao papel gerencial, pois é o perfil do gerente</p><p>que norteará a organização em prol da concretização dos objetivos. Mas qual é o perfil do gerente</p><p>que melhor se adapta à cultura da organização?</p><p>Henry Mintzberg apresenta um modelo de gestão que compõe os perfis de gerentes, bem como as</p><p>responsabilidades do trabalho do gestor. O perfil do gerente independe da hierarquia e do setor da</p><p>organização, e está atrelado às atividades que ele desenvolve, o que irá diferenciar o papel e o nível</p><p>de adequação na realização da tarefa.</p><p>Nesta Unidade de Aprendizagem, você verá os tipos de gerentes, sua relação com as atividades</p><p>gerenciais e com os níveis de autoridade e responsabilidade.</p><p>Bons estudos.</p><p>Ao final desta Unidade de Aprendizagem, você deve apresentar os seguintes aprendizados:</p><p>Identificar os mais variados tipos de gerentes que atuam dentro das empresas e suas</p><p>atividades diárias.</p><p>•</p><p>Relacionar as atividades gerenciais com os respectivos níveis de autoridade e de</p><p>responsabilidade.</p><p>•</p><p>Explicar o que significa sensemaking e por que ele é importante para os gerentes na atualidade.•</p><p>Desafio</p><p>A empresa Século, do setor educacional, liderava o mercado nacional na venda de cursos, contando</p><p>com cerca de dez mil alunos matriculados a cada semestre e uma equipe de vendas com 100</p><p>pessoas. Porém, nos últimos três anos evidenciou uma queda em 50% nas vendas de cursos e</p><p>retenção de alunos, o que estava refletindo na equipe, que já não realizava as atividades com o</p><p>mesmo entusiasmo e motivação.</p><p>Com isso, o gestor de vendas, juntamente com a administração e recursos humanos, decidiu</p><p>contratar a sua empresa de consultoria para identificar as dificuldades enfrentadas na situação que</p><p>pudessem sanar o problema e fazer com que a equipe voltasse a trabalhar com o entusiasmo de</p><p>sempre.</p><p>Conteúdo interativo disponível na plataforma de ensino!</p><p>Você, enquanto consultor, qual postura adotaria junto à empresa para sanar tais evidências? Liste</p><p>o passo a passo de suas ações.</p><p>Infográfico</p><p>Diante da competitividade que as empresas enfrentam nos dias atuais é preciso desenvolver</p><p>pessoas para a liderança. As organizações devem estar atentas ao perfil de seus líderes, que devem</p><p>ter uma relação de empatia com o grupo, ao mesmo tempo em que trabalham na concretização de</p><p>objetivos da organização. O líder também deve orientar e questionar o trajeto da realização das</p><p>atividades.</p><p>Veja, no Infográfico a seguir, as funções e a importância de um líder para a motivação da equipe e o</p><p>sucesso da organização.</p><p>Aponte a câmera para o</p><p>código e acesse o link do</p><p>conteúdo ou clique no</p><p>código para acessar.</p><p>https://statics-marketplace.plataforma.grupoa.education/sagah/c46df9e2-4ef4-4b78-8226-f12a727ecec5/93759911-24f9-4aec-8aac-18d90ec900c1.png</p><p>Conteúdo do livro</p><p>Na administração de empresas, existem inúmeros tipos de líderes, e os estilos de liderança</p><p>denominam o comportamento do líder, independente de suas características pessoais.</p><p>No capitulo Tipos de Gerente, da obra Teoria Geral da Administração I, você evidenciará a</p><p>importância do relacionamento de seus gestores com seus funcionários e com a organização para o</p><p>desenvolvimento de todos.</p><p>Boa leitura.</p><p>TEORIA GERAL DA</p><p>ADMINISTRAÇÃO I</p><p>Clarisse Dias</p><p>Tipos de gerente</p><p>Objetivos de aprendizagem</p><p>Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados:</p><p>� Identificar os mais variados tipos de gerentes que atuam dentro das</p><p>firmas e suas atividades diárias.</p><p>� Relacionar as atividades gerenciais com os níveis de autoridade e de</p><p>responsabilidade respectivos.</p><p>� Explicar o que significa sensemaking e por que ele é importante para</p><p>os gerentes na atualidade.</p><p>Introdução</p><p>Neste texto, iremos verificar que, nos últimos anos, o ambiente organiza-</p><p>cional sofreu inúmeras mudanças que refletiram nas organizações. Com</p><p>isso, tornam-se significativamente importantes os papéis dos gerentes</p><p>dentro das organizações. Há muitas dúvidas e discussões quanto à natu-</p><p>reza desta função, pois é o gerente que tem o papel norteador dentro da</p><p>organização em prol da concretização dos objetivos organizacionais. A</p><p>dúvida que nos remete é o real papel do gerente dentro da organização.</p><p>Conforme Mintzberg et al. (2007) apresentam em seus estudos, essa</p><p>é apenas uma das muitas dúvidas a respeito do papel do gerente. O</p><p>autor nos apresenta um modelo de gestão que compõe os papéis de</p><p>gerente, bem como as responsabilidades do trabalho de gestor. Ser</p><p>gerente independe da hierarquia e do setor da organização, o que vai</p><p>diferenciar o seu papel é o nível de adequação na realização da tarefa.</p><p>Modelos de liderança e suas atividades</p><p>Por meio de seus autores, a Administração nos apresenta diferentes tipos de</p><p>líderes. São os estilos de liderança que denominam o comportamento do líder,</p><p>independentemente de suas características pessoais. Ramos (2014) nos diz</p><p>que o tipo de líder está ligado à personalidade, enquanto o estilo de liderança</p><p>está associado ao que o líder faz. O Quadro 1 mostra os três principais tipos</p><p>de líderes.</p><p>Autocrático Democrático Liberal</p><p>� Decide tudo sozinho</p><p>sem a participação do</p><p>grupo.</p><p>� Define rigidamente os</p><p>processos (das tarefas</p><p>aos resultados).</p><p>� Visualiza os colabora-</p><p>dores como unidades</p><p>de trabalho.</p><p>� Decide em conjunto</p><p>com o grupo todas as</p><p>decisões.</p><p>� O grupo define au-</p><p>tonomamente todas</p><p>as tarefas a serem</p><p>realizadas e seus</p><p>processos.</p><p>� É o líder que alinha a li-</p><p>berdade nas decisões</p><p>individuais e grupais.</p><p>Age como um orien-</p><p>tador nas sugestões e</p><p>ideias para o grupo.</p><p>Quadro 1. Tipos de líderes.</p><p>Considerando que a liderança é atrelada às competências de inteligência</p><p>e ao clima de trabalho, podemos categorizar a liderança em ressonante e</p><p>dissonante, conforme apresenta o Quadro 2.</p><p>Ressonantes Dissonantes</p><p>� Visionário: compartilha visões e so-</p><p>nhos. É extremamente positivo em</p><p>situações que exijam uma orientação</p><p>clara.</p><p>� Conselheiro: age como relacionador</p><p>dos desejos do grupo em conjunto</p><p>com os objetivos da empresa.</p><p>� Democrático: valoriza que cada um</p><p>do grupo tem algo a contribuir na</p><p>ação conjunta de atingir os objetivos</p><p>da empresa.</p><p>� Dirigista: busca sempre fazer o seu</p><p>melhor, mas é pouco comunicativo</p><p>e apresenta baixa empatia.</p><p>� Pressionador: é ágil no atingimento</p><p>das metas com rapidez e qualidade.</p><p>Porém tem um efeito muito negativo</p><p>dentro do grupo.</p><p>Quadro 2. Liderança ressonante e dissonante.</p><p>Tipos de gerente2</p><p>Liderança diretiva: quando a tomada de decisão parte de um único líder. Normal-</p><p>mente, esse modelo de liderança não prepara seu sucessor.</p><p>Liderança participativa: é um líder provisório, um líder itinerário ou itinerante. Po-</p><p>demos dizer que é diretivo, mas não definitivo.</p><p>Liderança delegativa: é um líder que delega a função de liderança a outro</p><p>representante.</p><p>Liderança estilo coaching: é um líder treinador, que estimula o grupo a tomar decisões</p><p>estratégicas em busca dos objetivos da organização.</p><p>Os líderes devem ter uma posição impessoal e passiva quanto às metas da</p><p>organização, pois apesar de estarem liderando pessoas em prol dos objetivos da</p><p>empresa, também estão sendo avaliados pelo desempenho de suas funções. A</p><p>partir das necessidades e dos sonhos da organização, nascem as metas ligadas</p><p>à sua história e à sua cultura.</p><p>O trabalho é considerado, pelos líderes, um processo rotineiro que permite</p><p>a interação de pessoas e a tomada de decisões. Neste momento é que se pode</p><p>negociar, barganhar, usar recompensas e demais formas de interação, de acordo</p><p>com o papel que cada pessoa desempenha no processo. Os líderes também</p><p>devem ter cuidado na relação estabelecida com o grupo, para que o emocional</p><p>não afete significativamente o desempenho das tarefas. Não se considera</p><p>negativo esse tipo de liderança,</p><p>mas necessário. Atualmente, acompanhamos</p><p>inúmeros modelos de liderança no mercado, com sucesso ou não. O papel</p><p>do líder é conservar o principal valor da empresa em menor tempo e custo.</p><p>Para Ramos (2014), a liderança é uma grande conquista para as organiza-</p><p>ções. O administrador deve ser um líder nato para nortear os funcionários</p><p>que o acompanham, como forma de influenciar pessoas em busca do objetivo</p><p>esperado, auxiliando na modificação de seu comportamento e o meio no qual</p><p>atuam na busca de atingir os objetivos de ambos. O gerente também deve ter</p><p>em mente que as pessoas devem ser vistas como colaboradoras do processo,</p><p>e não subordinadas, pois os funcionários atuam junto aos seus líderes na</p><p>conquista de metas.</p><p>Na liderança visionária, a preocupação central é o futuro e o fato de poder</p><p>correr riscos. Os líderes que partem dos princípios visionários não dependem</p><p>3Tipos de gerente</p><p>do recebimento dos processos detalhados que devem ser realizados. A liderança</p><p>visionária garante viabilidade a longo prazo. Contudo, as empresas geridas</p><p>por visionários correm mais riscos de fracassar no curto prazo, pois os líderes</p><p>estão mais dispostos a correr riscos, considerando mais seus objetivos do que</p><p>os reais valores da empresa.</p><p>Sempre preocupados em utilizar a criatividade, a inovação e a tecnologia,</p><p>não aceitam desculpas quanto a colocar a empresa em um novo formato,</p><p>quando julgam ser considerável ao sucesso desta.</p><p>Ao iniciar um trabalho neste modelo de liderança, a identidade empresarial</p><p>parte do que se está sendo construído, pois o futuro não é garantido. A insta-</p><p>bilidade é parceria certa neste modelo, pois não há como prever os percalços</p><p>do caminho. Este modelo desagrada muitas pessoas por ser desconhecido e</p><p>aventureiro. Porém, quando atinge os objetivos esperados, é líder no quesito</p><p>sucesso.</p><p>Nos dias atuais, o que vemos no comportamento das empresas são estas</p><p>fazendo um link com este modelo de liderança visionário, em contrapartida</p><p>com o modelo democrático, atendendo seus diferentes públicos. Entre-</p><p>tanto, com um único objetivo: cativar, fidelizar e concretizar os objetivos</p><p>organizacionais</p><p>Comparando as lideranças</p><p>Diferentemente dos gerenciais e dos visionários, os líderes estratégicos são</p><p>sonhadores e lutam para concretizar seus objetivos. Um líder estratégico</p><p>procura agregar mais valor no decorrer dos processos realizados. Quando</p><p>a junção desses dois modelos de liderança acontece, é agregado valor tanto</p><p>para o profissional quanto para a organização, ou seja, todos ganham nesse</p><p>momento. O indivíduo que possua sinergia e qualidades visionárias e gerenciais</p><p>potencializará um grau considerável de realização para a empresa.</p><p>Conforme Salles e Villard (2017), o que destaca os líderes estratégicos</p><p>dos demais é o comportamento ético, um modelo de gestão muito raro de ser</p><p>encontrado dentro das organizações. Ainda para os autores (2017), é necessário</p><p>que haja um bom relacionamento e envolvimento entre estes diferentes mode-</p><p>los de liderança, pois é neste envolvimento que podem ocorrer a partilha de</p><p>conhecimento e a troca de experiências em busca da realização dos objetivos</p><p>em comum.</p><p>O Quadro 3 nos mostra alguns tipos de liderança, conforme Ramos (2014).</p><p>Tipos de gerente4</p><p>Liderança estratégica Liderança visionária Liderança gerencial</p><p>� Decisões baseadas</p><p>em valores.</p><p>� Estratégias a longo</p><p>prazo.</p><p>� Apresentam</p><p>características</p><p>otimistas.</p><p>� Consideram a</p><p>estratégia o ponto</p><p>principal.</p><p>� Pensamento linear e</p><p>não linear.</p><p>� Apresentam</p><p>proatividade.</p><p>� Ocupam cargos de</p><p>alto risco.</p><p>� Têm um</p><p>relacionamento</p><p>empático com o</p><p>grupo.</p><p>� Influenciam as</p><p>pessoas.</p><p>� São multifuncionais e</p><p>integradores.</p><p>� Baseiam-se em</p><p>valores.</p><p>� Atentam-se ao</p><p>conhecimento.</p><p>� Pensamento não</p><p>linear.</p><p>� São conservadores.</p><p>� São facilitadores.</p><p>� Acreditam na</p><p>importância</p><p>dos processos</p><p>conservadores.</p><p>� Influenciam as</p><p>pessoas.</p><p>� Atuam em áreas</p><p>funcionais.</p><p>� Nem sempre tomam</p><p>decisões baseadas</p><p>em valores.</p><p>� Têm pensamento</p><p>linear.</p><p>� Fazem escolhas</p><p>baseadas nos</p><p>ambientes interno e</p><p>externo.</p><p>Quadro 3. Tipos de liderança: estratégica, visionária e gerencial.</p><p>Aprofunde seus conhecimentos lendo o texto “Competências do gestor/gerente/</p><p>administrador: seus diferentes tipos e seus papéis” (VIEIRA, 2013).</p><p>Liderança nos tempos atuais</p><p>As empresas precisam de líderes competentes para atuar e motivar o desenvol-</p><p>vimento de pessoas. Como já vimos anteriormente, a liderança é um requisito</p><p>básico para o sucesso de uma organização em qualquer momento. Quando</p><p>há turbulência, a liderança é o diferencial para o fracasso ou o sucesso de</p><p>uma empresa. Podemos definir liderança como a influência de alguém sobre</p><p>5Tipos de gerente</p><p>o comportamento de um indivíduo ou grupo com qualquer finalidade, sendo</p><p>exercida para objetivos de terceiros ou objetivos organizacionais.</p><p>Com o atual momento organizacional, as empresas estão se desmembrando</p><p>e reconstruindo a maneira como são dirigidas, formando novos grupos, con-</p><p>duzidos por profissionais focados em determinados processos, propondo-se a</p><p>atingir o que a empresa busca com inovação, tecnologia e formas diferenciadas</p><p>de gerenciamento.</p><p>A liderança deve aprimorar o trabalho de homens e de máquinas, melho-</p><p>rando a produção; deve fazer com que as pessoas sintam orgulho na realização</p><p>de seu trabalho; deve procurar sanar as dificuldades e realizar o melhor trabalho</p><p>em menor tempo. Neste contexto, o papel do gerente entra como norteador do</p><p>grupo na realização dos processos. As responsabilidades do líder vão além,</p><p>atuando através de ferramentas, conhecimentos, visualizando o desempenho</p><p>de seu grupo e identificando se estes estão correspondendo ao sistema de</p><p>gestão da empresa, pois o líder deve ser o que visualiza a melhoria do grupo</p><p>na atuação das tarefas. Assim, há redução de problemas para as pessoas e a</p><p>empresa.</p><p>Em algumas organizações, a liderança é até mesmo mais importante que o</p><p>processo estratégico, pois é o líder quem irá conduzir as pessoas na realização</p><p>dos demais processos. É neste momento que a empresa deve estar atenta ao</p><p>perfil dos líderes de suas operações, pois partirá deste o sucesso ou o fracasso</p><p>na realização das tarefas.</p><p>No cenário atual, as empresas enfrentam uma luta árdua na busca de seus</p><p>profissionais, e estes, muitas vezes, enfrentam a mesma luta em busca de</p><p>aperfeiçoamento para responder às exigências determinadas pelos cargos.</p><p>As pessoas e as organizações estão constantemente sujeitas a um grande</p><p>número de situações, com o intuito de sanar suas dificuldades e manter o</p><p>andamento natural, a necessidade de pertencer a um grupo social reflete nas</p><p>pessoas o desejo de autorrealização. O principal motivo que faz com que as</p><p>pessoas ajam de determinada maneira se dá pela origem de comportamentos</p><p>sociais e físicos, pois as pessoas buscam o poder do status, julgando afetar o</p><p>processo de sua autoestima.</p><p>A Qualidade de Vida no Trabalho (QVT), apresentada por Gomes, Gomes e</p><p>Magalhães (2016), distingue-se pelo respeito às pessoas. Assim, as organizações</p><p>precisam de pessoas motivadas e felizes para alcançar os níveis desejados de</p><p>qualidade e de produtividade, e a QVT garante o pleno sucesso da organização.</p><p>As pessoas evoluem pelos costumes, necessidades e regras da sociedade</p><p>ou de determinado cunho organizacional. Estas mudanças são substanciais,</p><p>Tipos de gerente6</p><p>influenciando a sociedade na obtenção ou na manutenção de novos compor-</p><p>tamentos. Quando estas mudanças são radicais, produzem comportamentos</p><p>através de gerações. Os conceitos socioeconômicos, junto à tecnologia, são</p><p>predominantes neste processo de mutação. A sociedade é composta de orga-</p><p>nizações de pessoas que produzem serviços e produtos, e de pessoas que os</p><p>consomem, compondo a constante mudança e adequação ao mercado. Assim,</p><p>as diversas necessidades compõem as realizações pessoais, morais ou coletivas.</p><p>Estas necessidades físicas, intelectuais ou morais desenham a evolução social</p><p>e a aquisição de demais conhecimentos</p><p>em prol das atualizações constantes.</p><p>Ressaltamos ainda que, para dirigirem, liderarem ou administrarem as or-</p><p>ganizações, as pessoas precisam ter e respeitar regras sociais, econômicas e</p><p>jurídicas, para que possam resolver as diferentes situações que devem aparecer</p><p>no decorrer do caminho, e cumprirem seus objetivos. Determinadas regras</p><p>e teorias são aplicadas e desenvolvidas para mostrarem a realidade prática e</p><p>objetivar, às organizações, na metodologia da conquista dos objetivos.</p><p>Para Gomes, Gomes e Magalhães (2016), a forma que apresenta as mudan-</p><p>ças positivas sociais que contribuem para a organização e envolvidos, exige</p><p>atitude de ambas as partes. As mudanças só serão possíveis com postura e</p><p>atitude no conceito organizacional disciplinar. Para alcançar os objetivos, as</p><p>funções dos produtos são desenvolvidas, assim como as da sociedade e as</p><p>dos fatores econômicos. É preciso estar preparado para as mudanças, pois a</p><p>imprevisibilidade age em constante mutação. Identificar as ações que auxiliam</p><p>o futuro é estar liderando a competitividade.</p><p>Sabemos que, como qualquer organização, uma empresa tem uma missão,</p><p>visão, uma razão para existir. O objetivo funciona como norteador compor-</p><p>tamental canalizando todos os esforços, desde financeiros, tecnológicos,</p><p>mercadológicos, chegando aos esforços humanos, que estão alinhados a um</p><p>objetivo maior, porém possui como primeira tarefa controlar o foco de todas</p><p>as áreas neste processo. Tal processo inicia-se no momento de contratar estes</p><p>profissionais, onde procuram-se os mais preparados para corresponderem à</p><p>missão da empresa, pois a organização visa buscar profissionais que completem</p><p>seus objetivos e que ajudem a buscar novos.</p><p>O trabalho da Administração, junto aos líderes organizacionais, é a gerência</p><p>de todos os processos, cumprindo com desempenho e responsabilidade os</p><p>processos organizacionais, para que todos trabalhem com satisfação. Man-</p><p>tendo o equilíbrio entre todas as partes envolvidas, estes pontos podem ser</p><p>abordados com o apoio dos Recursos Humanos, com projetos que satisfaçam</p><p>os interesses de todos.</p><p>7Tipos de gerente</p><p>Os Recursos Humanos auxiliam os processos de gerência, pois estão sempre visando</p><p>ao desenvolvimento do capital humano da organização, evidenciando o maior nível</p><p>de eficiência e eficácia, com isso lucrando e objetivando na realização das atividades,</p><p>resumindo-se em auxiliar para que a organização atinja seu propósito, seja ele qualquer</p><p>que possa ser.</p><p>O capital humano nas organizações tem função primária, conforme apresen-</p><p>tada por Gomes, Gomes e Magalhães (2016). Após isso, os gestores devem focar</p><p>sua atenção nos demais processos. Com esta tendência no mundo corporativista,</p><p>o objetivo é o de obter a valorização das pessoas como fator predominante</p><p>dentro da empresa. Tal realidade chocaria na época da revolução industrial,</p><p>já que o principal fator considerado era o tecnológico, e não o humano.</p><p>Compreende-se, hoje, que a globalização é predominante na mudança da</p><p>sociedade, o que impulsiona diretamente na capacidade de informações adquirida</p><p>pelas pessoas. Com isso, definimos este ponto de partida da informação, com</p><p>os Recursos Humanos realizando suas atividades, recrutando, estruturando e</p><p>qualificando as pessoas. Os Recursos Humanos, junto aos demais setores, é</p><p>primordial quando possui projetos planejados e estruturados, pois denomina</p><p>toda a importância da organização para os colaboradores, gerando conhecimento</p><p>formal e informal, além de os motivarem para o desenvolvimento de todos.</p><p>Saiba mais quanto aos estilos de lideranças no meio organizacional lendo o texto</p><p>“Liderança: o dia a dia e a evolução nas habilidades de liderança” (SERVIÇO BRASILEIRO</p><p>DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, 2017)</p><p>Tipos de gerente8</p><p>Sensemaking: um auxílio para</p><p>as lideranças atuais</p><p>As ferramentas de gestão organizacional objetivam satisfazer e sanar dúvidas</p><p>e conhecimentos dos colaboradores dentro da organização. Também fomentam</p><p>e potencializam a ação do ambiente interno e externo sem surpresas desagra-</p><p>dáveis ao longo do caminho. As ferramentas organizacionais nada mais são</p><p>do que precursores no desenvolvimento e informação ágil para a organização.</p><p>Conforme nos apresenta Ramos (2014), o sensemaking é um termo que</p><p>vem sendo estudado há cerca de trinta anos. Trata-se de “fazer sentido”, o</p><p>que pode gerar significado para as pessoas e para a organização. É utilizado</p><p>dentro das empresas como mais um método de aceleramento e habilidade na</p><p>comunicação. O sensemaking ganhou espaço nas organizações por ser uma</p><p>fonte de aprendizado, onde as pessoas compartilham conhecimento e ideias</p><p>através de ferramentas interativas. Utilizado anteriormente como ferramenta</p><p>de medicação, já percorre hoje os caminhos empresariais</p><p>Apresentamos sete características para melhor definir o sensemaking:</p><p>� construção de identidade;</p><p>� retrospecção e experiência;</p><p>� ambiente sensível;</p><p>� sociedade;</p><p>� continuidade;</p><p>� pistas extraídas;</p><p>� plausibilidade.</p><p>Tais características defendem o pensamento de que não há uma sessão par-</p><p>ticular onde ideias e conhecimento fiquem limitados à estrutura da empresa, e</p><p>sim um nível elevado de compartilhamento que está cada vez mais dominando</p><p>o mercado. O sensemaking também define que o indivíduo não faz somente</p><p>parte da organização, da sociedade, e sim de mais grupos compartilhadores</p><p>na resolução de qualquer situação. Com isso, a interação consolida a base</p><p>social, justificando a importância da identidade do indivíduo.</p><p>O mundo está em constante evolução, remodelando e modificando signi-</p><p>ficados nas organizações, este impacto é gigantesco, o sensemaking, então,</p><p>auxilia, sendo um processo contínuo. Nesta continuidade é que as pessoas</p><p>aproveitam para verificar os sinais para a obtenção dos objetivos organizacio-</p><p>nais. Ainda conforme Ramos (2014), dentro das organizações, o sensemaking é</p><p>9Tipos de gerente</p><p>caracterizado como uma vantagem competitiva perante as demais, entendendo</p><p>processos, compartilhando conhecimentos e informações.</p><p>Enquanto a organização estabelece uma relação de generalização e ins-</p><p>titucionalização com a sociedade, o sensemaking estabelece a relação de</p><p>informação e transporte de informação. Nas empresas atuais, visualizamos o</p><p>sensemaking atingindo o que seria inatingível através de meios tradicionais.</p><p>Pois com o nível acelerado de transformações que o mundo vem sofrendo, as</p><p>organizações devem utilizar de todos os meios possíveis para as atualizações.</p><p>O que oportuniza o sensemaking dentro das organizações são as rupturas</p><p>evidenciadas pelo ambiente interno e externo, caracterizadas também como</p><p>experiências no cotidiano empresarial. Existe uma linha tênue que predispõe</p><p>as insatisfações ou satisfações com as condições atuais.</p><p>Sensemaking dentro das organizações:</p><p>� Carga de informações: quantidade de informações.</p><p>� Complexidade: nível de interpretação.</p><p>� Turbulência: situações do ambiente.</p><p>Conforme o nível de adequação aumenta, as pessoas procuram meios de</p><p>gerenciar e sobreviver às situações através da segmentação de informações.</p><p>Essas características atuam no ambiente organizacional como precursores</p><p>no funcionamento contínuo que determina as ocasiões para utilização do</p><p>sensemaking.</p><p>Conheça mais sobre o universo do sensemaking no site:</p><p>https://goo.gl/Y9e5o8</p><p>Tipos de gerente10</p><p>Sensemaking dentro das organizações</p><p>As organizações são vistas como mediadoras para a construção de sentido, que</p><p>nivela o fluxo de informações nas rotinas organizacionais. Ressaltamos também</p><p>que, na rotina diária, as organizações estão em constante mudança, com o</p><p>auxílio das pessoas, fazendo sentido as informações recebidas, ordenando-as,</p><p>gerando significado ao fluxo compartilhado de informações.</p><p>O sensemaking age dando espaço às histórias na construção de uma intera-</p><p>ção cotidiana, gerando, compartilhando e agregando conhecimentos e valores</p><p>às pessoas e às organizações. Para identificar, conhecer e vivenciar o contexto</p><p>organizacional, faz-se necessário conhecer</p><p>os sentidos compartilhados quanto</p><p>ao contexto. Desta forma, o sensemaking auxilia o processo de gestão e de</p><p>geração de conhecimento para as organizações.</p><p>As organizações nos dias atuais têm a necessidade de estabelecer proces-</p><p>sos de comunicação, tanto em seu ambiente externo quanto interno, autores</p><p>defendem esta necessidade empresarial. O sensemaking, neste contexto, age</p><p>como ferramenta transmitindo valor e contextualizando a interpretação das</p><p>pessoas no modo de gerar o conhecimento necessário, definindo como uma</p><p>atividade, ou uma definição de objetivo.</p><p>O sensemaking se constrói diariamente dentro das organizações, resigni-</p><p>ficando a rede estruturada, pois a mudança depende das pessoas envolvidas</p><p>e dos valores compartilhados.</p><p>Mudança organizacional e sensemaking</p><p>A mudança dentro das organizações acontece tanto no curto quanto no logo</p><p>prazo, e impacta os processos organizacionais da mesma forma, com transfor-</p><p>mações que envolvem todos os agentes e aspectos estruturais, tecnológicos e</p><p>comportamentais. Estas mudanças de qualquer natureza interferem de forma</p><p>positiva ou negativa na sustentabilidade organizacional.</p><p>Conforme Ramos (2014), o sensemaking e o sensegiving agem em parceria,</p><p>evidenciando os níveis organizacionais em uma dinâmica relação no envol-</p><p>vimento de todos os membros da organização. Esta relação destaca o caráter</p><p>social dos membros da organização, ao mesmo tempo que sua integração nas</p><p>dinâmicas de arranjos de decisões de ideias.</p><p>Podemos dizer que a criação gera informação e os processos se adaptam,</p><p>evidenciando critérios que se constroem com experiências atuais e passadas,</p><p>11Tipos de gerente</p><p>assim como uma retenção de armazenamento, integrando informações aos</p><p>processos relacionados através de alguns agentes que se caracterizam:</p><p>� agentes que tomam decisões de mudança;</p><p>� os que têm a visão de organização;</p><p>� os que interpretam das mudanças.</p><p>Há outros agentes que auxiliam nas mudanças organizacionais, também</p><p>estes de cunho político e público.</p><p>Considerando o processo de mudanças organizacionais, podemos dizer que</p><p>a flexibilidade contribui como agente das mudanças, possibilitando que as</p><p>mudanças ocorram para potencializar o sucesso da organização, deixando-a</p><p>atualizada com o que ocorre no mercado externo e interno.</p><p>Em relação às mudanças, ainda comentamos que a crise é um agente que</p><p>responsabiliza determinada cobrança ao sensemaking, pois pode desafiá-lo</p><p>a alterações que ameacem os objetivos da organização. Neste contexto é que</p><p>ressaltamos que o sensemaking deve estar adequado às situações externas</p><p>que venham a ocorrer.</p><p>Por fim, as mudanças ocorrem para evidenciar o preparo das organizações</p><p>e possibilitar seu desenvolvimento na rotina dos processos diários.</p><p>GOMES, J. S.; GOMES, J. A. S.; MAGALHÃES, M. N. Estudo das características básicas</p><p>dos sistemas de controle gerencial em empresas internacionalizadas no setor de</p><p>serviços em T.I. Latin American Journal of Business Management, São Paulo, v. 7, n. 2,</p><p>p. 50-72, jul./dez. 2016. Disponível em: <http://lajbm.net/index.php/journal/article/</p><p>view/352/175>. Acesso em: 28 nov. 2017.</p><p>MINTZBERG, H. et al. O processo da estratégia. Porto Alegre: Bookman, 2007.</p><p>RAMOS, P. W. A influência do sensemaking organizacional na prática da comunica-</p><p>ção interna. 2014. 77 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Relações</p><p>Públicas) – Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 2014. Disponível em: <http://</p><p>www.acervodigital.ufpr.br/bitstream/handle/1884/39501/A%20influencia%20do%20</p><p>sensemaking%20organizacional%20-%20Pamela%20Woinarovicz.pdf?sequence=1>.</p><p>Acesso em: 28 nov. 2017.</p><p>Tipos de gerente12</p><p>SALLES, M. A. S. D.; VILLARDI, B. Q. O desenvolvimento de competências gerenciais</p><p>na prática dos gestores no contexto de uma Ifes centenária. Revista do Serviço Público,</p><p>Brasília, v. 68, n. 2, p. 467-492, abr./jun. 2017. Disponível em: <https://revista.enap.gov.</p><p>br/index.php/RSP/article/view/795/1067>. Acesso em: 28 nov. 2017.</p><p>SERVIÇO BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS. Liderança: o dia</p><p>a dia e a evolução nas habilidades de liderança. [S.l.]: SEBRAE, 2017. Disponível em:</p><p><http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/o-dia-a-dia-e-a-evolucao-</p><p>-nas-habilidades-de-lideranca,cbeea5d3902e2410VgnVCM100000b272010aRCRD>.</p><p>Acesso em: 28 nov. 2017.</p><p>VIEIRA, C. A. B. Competências do gestor/gerente/administrador: seus diferentes tipos e</p><p>seus papéis. [S.l.: s.n.], 2013. Disponível em: <https://pt.slideshare.net/antoniobbezerra/</p><p>os-papeis-do-gerente-administrador-tipos-e-papeis-adm-fap-faculdade-paraiso-do-</p><p>-cear>. Acesso em: 28 nov. 2017.</p><p>Leituras recomendadas</p><p>ALVES, W. R. et al. Controle gerencial em empresa multissetorial: discussões em uma</p><p>unidade de negócios. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CUSTOS, 23., 2016, Porto de</p><p>Galinhas. Anais... Porto de Galinhas: [s.n.], 2016. Disponível em: <https://anaiscbc.</p><p>emnuvens.com.br/anais/article/view/4171/4172>. Acesso em: 28 nov. 2017.</p><p>CHIAVENATO, I. Administração de recursos humanos: fundamentos básicos. São Paulo:</p><p>Atlas, 1999.</p><p>DIÓRIO, H. C. P. O papel e a importância dos líderes nas organizações. 2008. 67 f. Trabalho</p><p>de Conclusão de Curso (Especialização em Gestão Estratégica de Recursos Huma-</p><p>nos) – Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais, Belo Horizonte,</p><p>2008. Disponível em: <http://www.der.mg.gov.br/images/TrabalhosAcademicos/</p><p>heloisa%20costa%20pacheco%20diorio%20monografia.pdf>. Acesso em: 28 nov. 2017.</p><p>ESPÍNDOLA, R. Tipos de liderança: quais os tipos e como funcionam? [S.l.]: Edools,</p><p>2017. Disponível em: <https://www.edools.com/tipos-de-lideranca/>. Acesso em:</p><p>28 nov. 2017.</p><p>PAPEL dos gerentes. In: DA ESCOLA clássica ao modelo japonês. [S.l.: s.n., 1990?]. cap.</p><p>7, p. 133-154. Disponível em: <http://200.17.137.109:8081/novobsi/Members/angela/</p><p>Capitulo%207%20-%20papel%20dos%20gerentes.pdf>. Acesso em: 28 nov. 2017.</p><p>SERVIÇO BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS. Liderança: quatro</p><p>pontos sobre liderança que todo empreendedor deveria saber. [S.l.]: SEBRAE, 2017.</p><p>Disponível em: <https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/quatro-</p><p>-pontos-sobre-lideranca-que-todo-empreendedor-deveria-saber,ad3407e83acb65</p><p>10VgnVCM1000004c00210aRCRD>. Acesso em: 28 nov. 2017.</p><p>13Tipos de gerente</p><p>Dica do professor</p><p>Você sabe quais são as características de um bom líder? A função do líder é fundamental para</p><p>cativar, motivar, desenvolver e liderar pessoas dentro da organização. No vídeo a seguir, você verá</p><p>quais são os tipos de gerentes e as características de uma má liderança em uma empresa.</p><p>Acompanhe.</p><p>Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.</p><p>https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/cee29914fad5b594d8f5918df1e801fd/d8901787717d1759230f5fbf4b3fd1bf</p><p>Exercícios</p><p>1) Com o intuito de reforçar a liderança como uma maneira de incrementar tarefas, tais como</p><p>aperfeiçoar a produção por meio do trabalho de homem e máquina; fazer com que as</p><p>pessoas sintam orgulho na realização de suas tarefas; resolver suas dificuldades e realizar o</p><p>melhor trabalho em menor tempo.</p><p>Este contexto define que o papel do gerente é:</p><p>A) Centralizador do grupo na realização dos processos.</p><p>B) Orientador do grupo na realização dos processos.</p><p>C) Moderador dos conflitos hierárquicos que ocorrem nos diferentes níveis organizacionais.</p><p>D) Realizador das tarefas pertencentes aos processos.</p><p>E) Demagogo em resolver conflitos de convivência.</p><p>2) O líder atual necessita compreender que as mudanças positivas sociais contribuem tanto</p><p>para as organizações assim como para os indivíduos, entretanto esta compreensão exige</p><p>atitude de ambas as partes.</p><p>Dentro deste ambiente qual deve ser o papel do líder em ambientes mutáveis?</p><p>A) Identificar ações passadas ocorridas em outras empresas.</p><p>B) Enfrentar as mudanças de forma reativa;</p><p>C) Estar preparado para as mudanças;</p><p>D) Transferir a tomada de decisão para o grupo;</p><p>E) Se preocupar com o "status quo" do seu cargo de liderança;</p><p>3) Dentro das organizações,</p><p>os líderes são vistos como mediadores para a construção de</p><p>processos, que nivela o fluxo de informações nas rotinas organizacionais. Ressaltamos</p><p>também que na rotina diária, as organizações estão em constante mudança, com o auxilio</p><p>das pessoas, fazendo sentido às informações recebidas, ordenando-as e gerando significado</p><p>ao fluxo compartilhado de informações. Com isso, o sensemaking chega com o objetivo de:</p><p>A) O sensemaking ganhou espaço dentro das organizações por atuar como uma ferramenta que</p><p>auxilia o processo de compartilhamento de informações, conhecimentos e ideias das pessoas</p><p>e da organização.</p><p>B) Um instrumento utilizado para agregar valor às organizações. Uma empresa que não o utiliza,</p><p>não tem sucesso.</p><p>C) Uma ferramenta utilizada apenas por gerentes que tem cargos de liderança dentro da</p><p>organização.</p><p>D) Um mecanismo adotado em casos extremos, onde há possibilidade de crescimento.</p><p>E) Utilizado em empresas de TI com o objetivo de reorganizar os processos de linguagens</p><p>organizacionais.</p><p>4) Maria lidera uma equipe formada por 45 colaboradores na empresa “gerenciando futuros”.</p><p>Ao ser questionada acerca do tipo de liderança que exerce na cotidianidade organizacional,</p><p>Maria ficou em dúvida para responder corretamente. A partir disso, com vistas a ajudá-la</p><p>nesta tarefa, o CEO desta empresa mostrou-lhe as seguintes possibilidades de resposta:</p><p>liderança autocrática, liderança democrática, liderança liberal. Maria, no entanto,</p><p>desconhece a descrição destes tipos de liderança. Ajude Maria nesta tarefa, escolhendo,</p><p>abaixo, a alternativa que contempla a relação CORRETA entre o tipo de liderança e a</p><p>descrição pertinente:</p><p>A) Liderança democrática: oportuniza participação, as tomadas de decisão são realizadas em</p><p>conjunto, com a participação do grupo.</p><p>B) Liderança democrática: percebe os colaboradores como unidades de trabalho.</p><p>C) Liderança liberal: define com rigidez os processos de trabalho, desde a delegação de tarefas</p><p>até o atingimento dos resultados.</p><p>D) Liderança liberal: toma as decisões sozinho, sem a participação do grupo, centralizador.</p><p>E) Liderança autocrática: neste tipo de liderança, o líder atua como orientador, oportunizando</p><p>certa liberdade para as decisões individuais e grupais.</p><p>5) Uma má liderança pode ser identificada por falta de credibilidade dos liderados perante seu</p><p>líder, além de não existir uma relação de empatia entre ambos. Podemos citar como</p><p>características de uma má liderança:</p><p>A) não modificar a maneira de administrar, buscar a perfeição, focar em preço baixo e</p><p>comprometer todo o dinheiro no início do negócio.</p><p>B) escolher pessoas com determinado perfil e fazer um processo seletivo rápido.</p><p>C) designar pessoas específicas para realizar determinados processos e solicitar sempre prazos</p><p>extras antes de iniciar as tarefas.</p><p>D) não observar os prazos antes de iniciar as tarefas.</p><p>E) tratar a equipe como receptores de informações e apresentar os resultados das atividades</p><p>individualmente.</p><p>Na prática</p><p>A empresa brasileira de cosméticos O Boticário iniciou suas atividades como uma pequena farmácia</p><p>de manipulação no centro da cidade de Curitiba. Se não fosse a visão do presidente e fundador, a</p><p>empresa passaria despercebida. Hoje, são mais de 2.400 lojas no Brasil, com um faturamento</p><p>estimado em 700 milhões. Na década de 70, as farmácias vendiam apenas medicamentos. No</p><p>entanto, seu fundador, observando as necessidades potenciais de cada pessoa, já identificava outro</p><p>nicho de mercado, a partir de produtos dermatológicos com fórmulas prescritas por médicos.</p><p>Aponte a câmera para o</p><p>código e acesse o link do</p><p>conteúdo ou clique no</p><p>código para acessar.</p><p>https://statics-marketplace.plataforma.grupoa.education/sagah/6f4e078d-2a2c-40e2-a608-6298c2c872f5/ff1f091a-3c31-481d-9637-8577ef4e595b.png</p><p>Saiba +</p><p>Para ampliar o seu conhecimento a respeito desse assunto, veja abaixo as sugestões do professor:</p><p>O que é ser gerente? Qual a função? Quais os papeis? O que um</p><p>gerente faz?</p><p>O que é ser gerente? Quais são os seus papéis? No vídeo a seguir você verá as funções do gerente</p><p>e a sua importância para as organizações.</p><p>Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.</p><p>LÍDER E ÉTICA: influências da liderança no desempenho do</p><p>colaborador</p><p>Na pesquisa seguinte, você verá uma análise do clima organizacional por meio da relação entre líder</p><p>e liderado e as consequências dessa relação, observando a importância da ética no processo de</p><p>liderança.</p><p>Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.</p><p>Henry Mintzberg e os papeis gerenciais</p><p>O estudioso Henry Mintzberg acredita que o papel do líder consiste em desenvolver habilidades.</p><p>Saiba mais sobre o pensamento do autor, na dica de leitura a seguir.</p><p>https://www.youtube.com/embed/jCov4weYZAs</p><p>http://www.fatecguaratingueta.edu.br/revista/index.php/RCO-TGH/article/view/175</p><p>Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.</p><p>http://www.portal-administracao.com/2014/05/henry-mintzberg-e-os-papeis-gerenciais.html</p>