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<p>Nome: Maria Vitória Maia Henrique de Oliveira RA: 83010005387</p><p>Fichamento do capítulo 4 ‘ Consultas Terapêuticas com pais e filhos: Resgatando o espaço potencial na experiência compartilhada do brincar’’. Por Moreira.</p><p>O capítulo retrata a importância do brincar na relação entre pais e filhos, e uma discussão sobre a teoria psicanalítica de Winnicott e sua relação com o brincar. O autor também aborda a importância da transformação da relação consigo mesmo, com o outro e com o mundo, no mais descreve o processo de consulta terapêutica com pais e filhos, incluindo a entrevista inicial e a intervenção terapêutica.</p><p>Outro ponto que ele destaca é a relação entre o terapeuta e a família, bem como a necessidade de manejar a ansiedade para que a relação de trabalho com o profissional não se altere.</p><p>Além disso, o texto possui uma discussão sobre a relevância da supervisão clínica, do trabalho em equipe na prática clínica, a importância de considerar a cultura da família e a necessidade de adaptar a intervenção terapêutica às necessidades específicas deles. Com isso, são descritos alguns exemplos de casos clínicos e sugestões de atividades lúdicas para serem realizadas com pais e filhos durante as consultas terapêuticas.</p><p>A supervisão clínica na prática da terapia familiar e infantil é extremamente necessária, para que ela possa ajudar a aprimorar nossas habilidades clínicas.</p><p>O autor apresenta dois casos clínicos. O primeiro caso é de uma menina de 6 anos que apresentava dificuldades em se relacionar com a mãe e com outras crianças. Durante as consultas terapêuticas, a terapeuta observou que a menina tinha dificuldades em expressar seus sentimentos e que muitas vezes se isolava em seu mundo interno. A terapeuta trabalhou com a mãe e a filha para criar um espaço para a expressão dos sentimentos da menina e para melhorar a comunicação entre elas. A terapeuta também usou o brincar como uma ferramenta terapêutica para ajudar a menina a se expressar e a se conectar com a mãe. Ao longo do tratamento, a menina mostrou uma melhora significativa em sua capacidade de se relacionar com a mãe e com outras crianças. O segundo caso é de um menino de 8 anos que apresentava dificuldades em se concentrar na escola e em se relacionar com os colegas. Durante as consultas terapêuticas, a terapeuta observou que o menino tinha dificuldades em lidar com a pressão da escola e com as expectativas dos pais. A terapeuta trabalhou com os pais e o menino para criar um espaço onde ele possa expressar seus sentimentos e para ajudá-lo a lidar com a pressão da escola. A terapeuta também utilizou o brincar como uma ferramenta terapêutica para ajudar o menino a se expressar e a se conectar com os pais. Assim ao longo do tratamento, o menino mostrou uma melhora significativa em sua capacidade de se concentrar na escola e em se relacionar com os colegas.</p><p>O texto também nos deixa explícito que a ética profissional na prática clínica é essencial, pois inclui a necessidade de manter a confidencialidade e o respeito pelos direitos dos pacientes.</p><p>Por fim, podemos observar que com a teoria de Winnicott a qual é centrada na ideia de que o desenvolvimento emocional da criança depende da qualidade do ambiente em que ela está inserida, pode ser bastante eficaz na consulta terapêutica com pais e filhos, ajudando os profissionais a entender a relevância do brincar na relação entre eles, bem como a importância de oferecer um ambiente seguro e acolhedor para que a criança possa se desenvolver emocionalmente. Além disso, Winnicott discute que a relação terapêutica entre o psicólogo e os pacientes, é bastante significativa e necessita ser uma relação de confiança e empatia com os pais e as crianças. Ao aplicar a teoria de Winnicott na prática clínica, os profissionais podem ajudar as famílias a desenvolver relações mais saudáveis e a promover o desenvolvimento emocional das crianças.</p>