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<p>● Atendimento:</p><p>○ Anamnese: Em ODP deve ser realizada em um ambiente calmo, com voz baixa, a im</p><p>de já criar vínculo com a criança</p><p>■ Livre</p><p>■ Dirigida</p><p>○ Exame físico extra e intraoral</p><p>● Cronologia dentes decíduos:</p><p>● Anomalias na odontogênese: Desvios de normalidade causados por questões genéticas,</p><p>adquiridas ou ambos</p><p>○ Anomalias que ocorrem durante o estágio de iniciação e proliferação:</p><p>■ Anodontia = Ausência de um ou mais dentes</p><p>■ Supranumerários = Anomalia de número</p><p>■ Geminação = Anomalia de forma - tentativa de divisão do germe dental por</p><p>invaginação resultando na formação incompleta de 2 dentes</p><p>■ Fusão = Anomalia de forma - união embriológica de 2 germes dentários</p><p>○ Anomalias que ocorrem durante o estágio de histodiferenciação:</p><p>■ Amelogênese imperfeita = Anomalia de estrutura - caracterizada pela</p><p>insuficiência na formação da matriz orgânica do esmalte dental durante a</p><p>amelogênese</p><p>Downloaded by Stefany Eduarda (steefanyeduarda@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|17173774</p><p>■ Dentinogênese imperfeita = Formação deficiente de dentina</p><p>○ Anomalias que ocorrem durante o estágio de morfodiferenciação:</p><p>■ Microdontia = Anomalia de tamanho - desenvolvimento insuficiente do</p><p>germedentário</p><p>■ Macrodontia = Anomalia de tamanho - dente com dimensão acima do normal</p><p>■ Dens in dente = Anomalia de forma - invaginação profunda da superfície da</p><p>coroa ou raiz, revestida de esmalte com a presença de um forame cego para</p><p>comunicação entre a cavidade invaginada e a câmara pulpar</p><p>■ Raízes supranumerárias</p><p>■ Dilaceração da raiz</p><p>○ Anomalias que ocorrem durante o estágio de aposição:</p><p>■ Hipoplasia do esmalte</p><p>■ Pérola de esmalte</p><p>- Cronologia e sequência da irrupção:</p><p>● Edêntulo</p><p>● 6º mês de vida</p><p>● Cronologia:</p><p>○ Superiores</p><p>○ Inferiores</p><p>- Anatomia e nomenclatura:</p><p>● Superfícies ou faces: paredes das coroas ou raízes;</p><p>● Cristas: cercam a periferia dos dentes, faces oclusal e lingual;</p><p>● Lóbulos: segmentos das faces V e L dos dentes anteriores, separados por sulcos. Cúspides nos</p><p>molares;</p><p>● Cúspides: elevações na porção coronária;</p><p>● Tubérculo: porção elevada do esmalte localizada na coroa;</p><p>● Cíngulo: saliência na face L/P</p><p>● Fossas:</p><p>● Fossetas:</p><p>● Sulcos de desenvolvimento: depressões lineares entre cristas e cúspides;</p><p>● Sulcos suplementares</p><p>- Características:</p><p>● Dentes implantados verticalmente</p><p>● Não apresenta curva de spee e de wilson</p><p>Downloaded by Stefany Eduarda (steefanyeduarda@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|17173774</p><p>● ATM - altura do plano oclusal dos dentes e côndilo paralelo ao plano</p><p>● Arcos de Baume - Tipo I e II - podem ser mistas</p><p>○ Tipo I - diastemas entre os anteriores</p><p>○ Tipo II - sem diastemas</p><p>● Espaço primata:</p><p>○ lateral e canino: maxila</p><p>○ canino e 1º molar: mandíbula</p><p>● Relação distal dos molares (pontos distais dos 2º M):</p><p>○ Plano vertical: Classe I ou topo a topo ou Classe II menor</p><p>○ Degrau mesial: Classe I ou Classe III menor</p><p>○ Degrau distal: Classe I ou II</p><p>- Terminologia:</p><p>● 5, 6, 7 e 8 – quadrantes</p><p>● Dentes permanentes – 32: 1: IC 2: IL …</p><p>● Dentes decíduos – 20</p><p>○ 1: IC</p><p>○ 2: IL</p><p>○ 3: C</p><p>○ 4: 1º molar</p><p>○ 5: 2º molar</p><p>- Dentes:</p><p>● ICS:</p><p>○ Coroa: largura mesiodistal maior que cervicoincisal</p><p>○ Rebordo acentuado junto ao colo cervical</p><p>○ Face V: trapezio de base maio para incisal</p><p>○ Face P: cíngulos bem desenvolvido, cristas marginais M e D;</p><p>○ Faces proximais triangulares e ângulos…</p><p>○ Raíz única, 2x maior que a coroa, cônica, acotovelamento no terço apical para lado V</p><p>(sucessor), ligeiro achatamento V</p><p>● ILS:</p><p>○ Menor que o ICS, exceto pelo comprimento cervicoincisivo - maior que a largura</p><p>mesiodiostal</p><p>○ Coroa caniniforme</p><p>○ Face V convexa</p><p>○ Face L estreita e escavada</p><p>○ Paces proximais sao triangulares, superficie D menor e mais convexa que M,</p><p>divergentes no sentido cervicoincisal</p><p>Downloaded by Stefany Eduarda (steefanyeduarda@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|17173774</p><p>○ Raiz mais longa que coroa, desvio para V e D no terço apical, achatada na maioria das</p><p>vezes no sentido mésio-distal</p><p>○ Cavidade pulpar acompanha face externa do dente</p><p>● ICI:</p><p>○ Menor dente</p><p>○ Diâmetro cervicoincisal maior que mesiodistal</p><p>○ Faces proximais triangulares com lados e ângulos arredondados, M e D - paralelas</p><p>○ Raiz dobro da coroa, com ápice inclinado à distal e à vestibular</p><p>○ Raíz única e longa, dobro do tamanho da coroa</p><p>○ Cavidade pulpar tem o controno externo do dente e mais larga no cíngulo</p><p>● ILI:</p><p>○ Dimensões maiores que o ICI, menos simétrico</p><p>○ Faces proximais triangulares</p><p>○ Raiz mais longa, mais afilada e estreita que o IC, com desvio para V e D no terço apical</p><p>○ Cavidade pulpar: segue externo, canal radicular único e com formato oval</p><p>● CS:</p><p>○ Coroa: tem constrição na cervical em relação à altura mesiodistal; CI = MD</p><p>○ Terço C - túber</p><p>○ Face V - lanceolada, inscrita em pentágono</p><p>○ Face P: cistas marginal bem evidentes e cíngulo bem desenvolvido</p><p>○ Raiz robusta, terço cervical e médio levemente inclinada para vestibular no terço</p><p>apical, duas vezes mais longa que a coroa</p><p>○ Cavidade pulpar: canal único</p><p>● CI:</p><p>○ Coroa lanceolada, mais alta que larga</p><p>○ Raiz possui quase o dobro da coroa</p><p>○ Possui cígulo menos acentuado que o ICS</p><p>○ Borda M da cúspide menor que a D</p><p>○ Cavidade pulpar tem canal único</p><p>● PMS:</p><p>○ Coroa: cúbico irregular mais longa que alta e colo estrangulado</p><p>○ Vista O: lembra pré-molar superior</p><p>○ V: trapezio com base maior para oclusal</p><p>○ Duas cúspides: MV e DV separadas por um sulco V, ângulo triedro</p><p>Downloaded by Stefany Eduarda (steefanyeduarda@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|17173774</p><p>○ Faces proximais trapezoidal</p><p>○ Possui tubérculo de Zuckerkandl</p><p>○ Face O: MP, MV, DV (DP)</p><p>○ Crista marginal</p><p>○ Três fossas: possuem sulcos</p><p>○ Raízes: 3 - 2 V e 1 P (longa e curvada); DV é curta e reta</p><p>○ Câmara pulpar: ampla e formato externo, com 3 ou 4 cornos - corno V mais</p><p>proeminente</p><p>● PMI:</p><p>○ Não se assemelha a nenhum dente</p><p>○ União dos dois pré-molares inferiores</p><p>○ Face V - lado D mais curto que M</p><p>○ Borda cervical mais convexa</p><p>○ Face L - menos inclinada, menor e mais convexa para V, tem 2 cuspides com um sulco</p><p>entre elas</p><p>○ Crista marginal</p><p>○ Faces proximais</p><p>○ Face O: achatada no sentido VL e alongado MD, com 4 cuspides - ML, MV, DV e DL</p><p>○ Crista central da cúspide MV com a central do ML - crista transversa</p><p>○ Três fossas</p><p>○ Duas raízes e 4 cornos: M - 2 canais, D - 1</p><p>● SMS:</p><p>○ Lembra o PMS permanente</p><p>○ Face V: 2 cuspides, MVC - tuberculo de zucherkandi</p><p>○ Face O: cuspides MP é a maior</p><p>○ Crista oblíqua - crista central da cuspide DV com crista D da MP</p><p>○ Cada fossa uma fosseta</p><p>○ Cristas proximais bem desenvolvidas</p><p>○ Sulco de desenvolvimento V até a fossa central</p><p>○ 3 raízes: P e DM longas e DV curta</p><p>○ Cavidade pulpar: três canais, quatro cornos, MV mais proeminente</p><p>● SMI:</p><p>○ Semelhante ao PMI permanente</p><p>○ Constrição no colo</p><p>○ 2 sulcos dividem a face V em 3 cuspides - MV, DV e D</p><p>○ 5 cúspides: ML, DL, DV, MV e D</p><p>○ Superfície O: 3 fossas e fossetas;</p><p>Downloaded by Stefany Eduarda (steefanyeduarda@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|17173774</p><p>○ Tuberculo de Zuckerkandl</p><p>○ Porção mesial da coroa é mais alta que a distal</p><p>○ Faces proximais:</p><p>○ Crista marginal cervical…</p><p>○ 2 raízes - M e D</p><p>○ Camara pulpar: 5 cornos; raiz M 2 canais, D 1 canal.</p><p>- Dentadura mista:</p><p>● Diferenças entre decíduos e permanentes:</p><p>○ Coloração branca e opaca</p><p>○ Esmalte mais permeável</p><p>○ Menos em todas as dimensões</p><p>○ Esmalte maior e mais fino</p><p>○ Porção cervical dos prismas de esmalte inclinam-se para oclusal e não gengival</p><p>○ Há menos estrutura de proteção</p><p>○ Câmaras pulpares mais amplas que as coroas dos que nos permanentes</p><p>○ Superfícies V e L nos molares mais planas, convergem para superfície…</p><p>○ Curva de Spee:</p><p>○ Curva de wilson</p><p>○ Sobressaliência ou overjet</p><p>○ Sobremordida ou overbite</p><p>- Fase do patinho feio:</p><p>● Incisivos inclinados para D - diastemas</p><p>- Cronologia:</p><p>● Inferior - permanente:</p><p>○ IC: 6-7 anos</p><p>○ IL: 7-8 anos</p><p>○ C: 9-10 anos</p><p>○ PPM: 10-12 anos</p><p>○ SPM: 11-12 anos</p><p>○ PM: 6-7 anos</p><p>○ SM: 11-13 anos</p><p>○ ™: 17-21 anos</p><p>● Superior - permanente:</p><p>○ IC: 7-8</p><p>○ IL: 8-9</p><p>○ C: 11-12</p><p>Downloaded by Stefany Eduarda (steefanyeduarda@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|17173774</p><p>○ PPM: 10-11</p><p>○ SPM: 10-12</p><p>○ PM: 6-7</p><p>○ SM:</p><p>○ ™:</p><p>- Avaliação da higiene bucal:</p><p>● Índice de placa</p><p>● Índice de sangramento</p><p>- Exame superfícies dentárias:</p><p>● Profilaxia</p><p>● Isolamento relativo</p><p>● Boa iluminação</p><p>- Dentes:</p><p>● cor</p><p>● forma</p><p>● tamanho</p><p>● número</p><p>● irrupção</p><p>● manchas</p><p>● doença cárie</p><p>● …</p><p>● anatomia:</p><p>○ Diferenciar dentes decíduos de permanentes!</p><p>○ Diagnóstico de quadros característicos (ECC, lesão de cárie aguda ou crônica)</p><p>- Metodização do tratamento</p><p>- Amplia a possibilidade de sucesso terapêutico</p><p>- Aumenta a comodidade da criança</p><p>- Mais rapidez, qualidade e segurança</p><p>Downloaded by Stefany Eduarda (steefanyeduarda@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|17173774</p><p>● Considerações:</p><p>○ Importância do dente no arco</p><p>○ Idade</p><p>○ Cooperação do paciente</p><p>○ Possibilidade restauradora</p><p>○ Condição econômica do indivíduo</p><p>● Fases:</p><p>○ 1. Sistêmica:</p><p>■ 1.1 Urgência e emergência</p><p>○ 2. Fase preparatória:</p><p>■ Etapa preventiva:</p><p>● Profilaxia</p><p>● Mapa de higiene - IP e ISg</p><p>● Orientação de higiene:</p><p>○ Decídua - Fones + fio dental</p><p>○ Mista - Stillman modificada + fio dental</p><p>○ Permanente - Bass + fio dental</p><p>● Análise do diário e orientação de dieta:</p><p>○ 3 refeições principais</p><p>○ 2 a 3 lanches</p><p>○ Sacarose: sobremesa nas refeições principais</p><p>● Aplicação tópica de flúor (preventivo?)</p><p>○ Sem atividade → Dentifrício</p><p>○ Com atividade → Dentifrício + ATF profissional e/ou bochechos</p><p>● Selantes oclusais:</p><p>○ Atividade de cárie</p><p>○ Sulcos profundos/ acumulo de biofilme</p><p>○ Sem contato oclusal</p><p>○ Isolamento absoluto possível</p><p>○ Terapêutico x Preventivo</p><p>● 1ºMP em erupção com manchas brancas:</p><p>○ Escovação direcionada</p><p>○ Profilaxia profissional</p><p>Downloaded by Stefany Eduarda (steefanyeduarda@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|17173774</p><p>○ Aplicação de verniz fluoretado</p><p>○ Selamento com CIV</p><p>● 1º MP em irrupção hígido:</p><p>○ Escovação direcionada</p><p>○ Profilaxia profissional</p><p>○ Aplicação de verniz fluoretado</p><p>■ Adequação do meio bucal:</p><p>● Diminuição de microrganismos:</p><p>○ Estreptococcos do grupo mutans</p><p>○ Lactobacilos</p><p>● Cárie:</p><p>○ Doença diferente de lesão</p><p>○ Transmissibilidade</p><p>○ Janelas de infecção</p><p>● Selamento provisório de cavidades:</p><p>○ Curetagem superficial + CIV ou IRM</p><p>○ Cavidades sem suspeita de envolvimento pulpar</p><p>● Cariostático:</p><p>○ Impossibilidade total de atendimento convencional</p><p>○ Pacientes especiais sem possibilidade de condicionamento e de</p><p>anestesia geral</p><p>● Adequação com CIV:</p><p>○ Melhora a resposta pulpar</p><p>○ Diminui MO</p><p>○ Remineraliza dentina afetada</p><p>○ Condição para mudança de hábito</p><p>○ Condicionamento ao tratamento</p><p>● Raspagem</p><p>● Exodontia</p><p>● Terapia pulpar</p><p>○ 3. Fase restauradora:</p><p>■ Restaurações (escolha do material restaurador):</p><p>● Necessidades funcionais da restauração proposta</p><p>● Avaliação do risco de cárie</p><p>● Resultado estético desejado</p><p>● Habilidade do profissional</p><p>○ RC x CIVMR</p><p>■ Próteses</p><p>Downloaded by Stefany Eduarda (steefanyeduarda@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|17173774</p><p>■ Ortodontia:</p><p>● Tratar, aguardar ou encaminhar</p><p>● Momento oportuno</p><p>■ Cirurgias progamadas - retenção prolongada/ indicação orto/ frenectomia/</p><p>supranumerários…:</p><p>○ 4. Fase de manutenção : Pós-tratamento; controle</p><p>■ Radiografias interproximais a cada 6 meses</p><p>■ Rx periapicais de controle de traumatismos e terapias pulpares: 1 (alto risco/</p><p>atividade), 3 (médio risco), 6 meses, 1 ano, anualmente</p><p>■ Motivação de higiene oral e dieta</p><p>■ Reavaliação do diário alimentar</p><p>■ Profilaxia</p><p>■ Flúor??? Novo episódio de doença</p><p>■ Colaboração dos pais</p><p>■ Necessidade individual do paciente</p><p>■ Risco: Alto, médio e baixo</p><p>■ História progressa</p><p>■ Cárie…</p><p>● Mínima intervenção:</p><p>○ Diagnóstico e prevenção da doença cárie</p><p>○ Técnicas de remoção de tecido cariado</p><p>○ Preservação estrutura dental</p><p>○ Preparos cavitários</p><p>○ …</p><p>○ Manchas sobre a pele, em acompanhamento pelo médico dermatologista</p><p>Downloaded by Stefany Eduarda (steefanyeduarda@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|17173774</p><p>○ Lesões inativas em sulcos dentais em acompanhamento pelo dentista</p><p>● Resumo:</p><p>○ Preventiva:</p><p>■ Profilaxia</p><p>■ Orientação de higiene e dieta</p><p>○ Adequação:</p><p>■ Selamento</p><p>■ Endo</p><p>■ Exo</p><p>○ Restauradora:</p><p>■ Resina ou CIV</p><p>■ Orto</p><p>○ Manutenção e controle</p><p>Downloaded by Stefany Eduarda (steefanyeduarda@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|17173774</p><p>● Prevenção primária (Paciente)</p><p>○ Avaliação do risco à cárie (paciente)</p><p>○ Avaliação da atividade de cárie</p><p>○ Exame radiográfico e outros métodos</p><p>○ ...</p><p>● Cárie = doença:</p><p>○ Lesão de cárie = Sinal</p><p>● Ciclo - Fejerskov & Manji, 1990:</p><p>● Disbiose :</p><p>○ Desequilíbrio da flora bacteriana benéfica e patogênica - Açúcar dependente</p><p>○ Jaime Cury ORCA, 2015: Ora, cárie é uma doença do acúmulo de bactérias nas</p><p>superfícies dentais (fator necessário, mas não suficiente) e do consumo frequente de</p><p>açúcares da dieta (fator determinante negativo), principalmente sacarose, o</p><p>verdadeiro e intocável vilão! Culpando as bactérias… até quando vamos nos deixar</p><p>enganar por esse doce amargo? a partir de AGORA? …</p><p>● Biofilme:</p><p>○ Grande espessura = 7 dias ou até mais</p><p>○ Curva do arco dental - maior acúmulo de placa</p><p>● ICDAS:</p><p>○ Escore:</p><p>■ 0 - Dente hígido, úmido ou seco sem alterações</p><p>■ 1 - Úmido não há alteração ou pode ter selamento biológico, seco há presença</p><p>de mancha branca</p><p>■ 2 - Mancha branca ou sulco pigmentado visível com o dente úmido e seco</p><p>■ 3 - Descontinuidade do esmalte, sonda OMS trava</p><p>■ 4 - Sombreamento com o dente úmido e seco:</p><p>● Normalmente ativo</p><p>■ 5 - Cavitação em menos da metade da superfície, dentina exposta</p><p>Downloaded by Stefany Eduarda (steefanyeduarda@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|17173774</p><p>■ 6 - Cavitação em mais da metade da superfície</p><p>○ 1,2 - Leve</p><p>○ 3, 4 - Moderada</p><p>○ 5, 6 - Extensa</p><p>● ICCMS 4D - Detectar e acessar/ Decidir/ Fazer “Do”/ Determinar :</p><p>○ Nível de risco à cárie do paciente:</p><p>■ Exp. à radiação</p><p>■ Falta de salivação</p><p>■ Deficiência de exposição ao flúor</p><p>■ Má higiene</p><p>■ Alta frequência do consumo de açúcar</p><p>■ Nível socioeconômico</p><p>■ Mães com doença cárie</p><p>○ Detectar - Estágio da cárie:</p><p>■ ICDAS</p><p>○ Verificar fatores de risco intraorais</p><p>○ Decidir com base nas características anteriores o plano de tratamento</p><p>○ Realizar prevenção e intervenção</p><p>● Extensão ou profundidade:</p><p>○ Esmalte:</p><p>■ Controle menos intenso</p><p>○ Dentina:</p><p>■ …</p><p>● Cavitação:</p><p>○ Cavitada:</p><p>■ Medida para controle local do biofilme</p><p>○ Não cavitada:</p><p>■ Controle do biofilme com medidas não invasivas</p><p>● Métodos visual + radiográfico:</p><p>○ Rx interproximal:</p><p>■ Identificar profundidade da lesão e localização</p><p>● Decisão de tratamento da lesão de cárie individualizada:</p><p>○ Lesões ativas:</p><p>■ Lesões severas:</p><p>● Restauração</p><p>● Endo</p><p>● Exo</p><p>■ Lesões moderadas:</p><p>● Fluorterapia</p><p>● Selante</p><p>● Restauração</p><p>■ Lesões iniciais:</p><p>Downloaded by Stefany Eduarda (steefanyeduarda@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|17173774</p><p>● Orientação de higiene</p><p>● Fluorterapia</p><p>○ Lesões inativas:</p><p>■ Qualquer severidade:</p><p>● Nenhum tratamento</p><p>○ Sadio:</p><p>■ Escore 0:</p><p>● Nenhum tratamento</p><p>● MATERIAIS:</p><p>○ Flúor verniz:</p><p>■ Profilaxia</p><p>■ Paciente sentado</p><p>■ Isolamento relativo</p><p>■ Secagem</p><p>■ Aplicação com microbrush</p><p>■ Uma gota de água</p><p>■ Remoção dos roletes</p><p>■ Recomendações:</p><p>● Não ingerir alimentos por</p><p>4 h</p><p>● Esperar para escovar, diminuir a possibilidade de remover o verniz</p><p>○ Flúor gel:</p><p>■ Profilaxia</p><p>■ Criança sentada</p><p>■ Dentes secos e livres de saliva</p><p>■ Isolamento relativo</p><p>■ Tirar excesso com cotonete - não molhar</p><p>■ Pedir para a criança cuspir</p><p>■ Em moldeiras: Colocar quantidade suficiente para preencher ⅓ da moldeira</p><p>(2-2,5 ml: evitar excesso); Colocar moldeira sobre o arco e comprimir as</p><p>superfícies vestibular e lingual; Remover as moldeiras e sugar excesso; Pedir</p><p>para a criança cuspir</p><p>○ Flúor Mousse:</p><p>■ Semelhante à FFA gel</p><p>■ Custo elevado</p><p>■ Moldeiras</p><p>■ Menor toxicidade</p><p>● Aplicação tópica de flúor:</p><p>○ Fluoreto de sódio neutro (NaF) 2%: Gel</p><p>■ 2%/ 9040 ppm F (menos concentrado)</p><p>■ Crianças menores, dificuldade de controle de ingestão</p><p>■ Alternativa ao FFA</p><p>● Selante resinoso:</p><p>○ Isolamento absoluto</p><p>○ Ácido fosfórico 37% - 20 segundos</p><p>○ Lavagem e secagem - remoção total do ácido e secagem suave → Aspecto</p><p>esbranquiçado</p><p>Downloaded by Stefany Eduarda (steefanyeduarda@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|17173774</p><p>○ Aplicar selante com sonda exploradora limpa ou com aplicador de hidróxido de cálcio</p><p>○ Fotoativar por 20 segundos</p><p>○ Avaliação da superfície:</p><p>■ Sonda exploradora: Adaptação de selante, presença de fendas, áreas</p><p>retentivas, falta de material</p><p>■ Ajuste oclusal</p><p>● Selante ionomérico:</p><p>○ Indicações:</p><p>■ Dentes semi-erupcionados</p><p>■ Presença de mancha branca ativa</p><p>■ Dificuldade em controlar umidade</p><p>○ Vantagens:</p><p>■ Liberação de flúor</p><p>■ Efeito cariostático</p><p>○ Desvantagens:</p><p>■ É temporário</p><p>■ 3 anos - 90% perdidos</p><p>○ Técnica:</p><p>■ Isolamento relativo</p><p>■ Profilaxia</p><p>■ Condicionar com ác. poliacrílico</p><p>■ Limpar com bolinha de algodão</p><p>■ Lavar e secar</p><p>■ CIV restaurador 1:1</p><p>■ Vaselina no dedo</p><p>■ Aplicar CIV</p><p>■ Quando o CIV perder o brilho, apertar com o dedo vaselinado</p><p>■ Ajuste oclusal</p><p>● ICDAS e tratamentos:</p><p>○ Dentes hígidos - 0: Acompanhamento</p><p>○ Mancha branca - 1: Fluorterapia; selante ionomérico</p><p>○ Sulcos escurecidos - 2: Inativo → Orientar escovação; Ativo → Selante ionomérico ou</p><p>resinoso</p><p>○ Descontinuidade de esmalte - 3: Tratamento depende da face, se for optado selante,</p><p>sempre que há descontinuidade de esmalte é o resinoso que deve ser aplicado</p><p>○ Sombra, com dentina não aparente - 4:</p><p>■ Profundidades:</p><p>● ⅓ externo em dentina:</p><p>○ Selante resinoso</p><p>● ⅓ médio em dentina:</p><p>○ Selante resinoso OU abrir e restaurar</p><p>● ⅓ interno em dentina:</p><p>○ Abre e faz capeamento pulpar indireto e restaura</p><p>→ Dentina infectada/ contaminada:</p><p>- Desmineralizada</p><p>- Colágeno degradado</p><p>- Presença de muitas bactérias</p><p>- Amolecida</p><p>Downloaded by Stefany Eduarda (steefanyeduarda@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|17173774</p><p>→ Dentina afetada:</p><p>- Mais mineralizada</p><p>- Colágeno alterado</p><p>- Menor contaminação bacteriana</p><p>→ Dentina esclerosada:</p><p>- Muito mineralizada</p><p>- Túbulos obliterados</p><p>- Ausência de bactérias</p><p>● Sistema adesivo:</p><p>○ 3 passos</p><p>○ 2 passos</p><p>○ Autocondicionante:</p><p>■ bom pra dentina e ruim pra esmalte</p><p>■ ph em torno de 2</p><p>■ degradação → colagenase → usar clorexidina 2% ou 0,12%</p><p>● Diferenças entre decíduos e permanentes:</p><p>○ Dentina:</p><p>■ Maior densidade dos túbulos dentinários</p><p>■ Condicionar de 5 a 7 segundos</p><p>○ Esmalte:</p><p>■ Condicionar 30 segundos</p><p>Downloaded by Stefany Eduarda (steefanyeduarda@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|17173774</p><p>- Estudo de aspectos anatômicos da dentição decídua</p><p>- Fase de crescimento crânio-facial</p><p>● Infantil:</p><p>○ Tamanho da cavidade bucal</p><p>○ Posicionamento do filme</p><p>○ Grau de cooperação</p><p>● Condicionamento psicológico:</p><p>○ Falar, mostrar, fazer</p><p>○ Familiarização com o aparelho</p><p>○ Comunicação adequada</p><p>○ Ensaio prévio se necessário</p><p>○ Deixar a criança manipular o filme</p><p>○ Auxílio do acompanhante - criança no colo da mãe</p><p>○ Posicionar a cadeira</p><p>○ Posicionar a criança e aparelho</p><p>○ Posicionar o aparelho antes do filme</p><p>○ Colocação do filme</p><p>○ Radiografias mais fáceis primeiro: Oclusal modificada/ superior</p><p>○ Proteção contra radiação: coletes</p><p>○ Diminuir tempo de exposição</p><p>○ Cones longos e abertos</p><p>○ Uso de suportes (diminuir repetição)</p><p>● Filmes:</p><p>- Infantil</p><p>- Padrão</p><p>- Oclusal</p><p>● Execução de uma boa técnica:</p><p>○ Revelação, fixação, lavagem e secagem</p><p>○ Filme x cavidade bucal</p><p>○ Tomadas mais fáceis</p><p>○ Região bem centrada</p><p>Downloaded by Stefany Eduarda (steefanyeduarda@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|17173774</p><p>○ Picote da película voltada para coroa</p><p>● Processamento:</p><p>○ Temperatura x tempo</p><p>● Protocolo de exame:</p><p>○ Exame complementar</p><p>○ Máximo de qualidade e mínimo de exposição</p><p>○ Características individuais: idade, condição bucal, necessidade</p><p>● Aspectos legais da documentação Rx:</p><p>○ Arquivo obrigatório</p><p>○ 10 anos</p><p>● Técnicas:</p><p>○ Panorâmica:</p><p>■ Indicações:</p><p>● Elucidação de número, localização, relação de tamanho dos dentes</p><p>● Análise do desenvolvimento das dentições</p><p>● Estudo das alterações ósseas e dentárias</p><p>● Detecção de fraturas</p><p>● Assimetrias, dores e edemas nos maxilares</p><p>■ Vantagens:</p><p>● Permite visão do conjunto</p><p>● Identificação de dentes e estruturas de suporte</p><p>● Pequena dose de radiação</p><p>● Facilidade de tomada</p><p>■ Desvantagens:</p><p>● Distorção de imagem e deficiente em detalhes</p><p>● Insuficiente para diagnóstico de cárie</p><p>● Difícil indicação para crianças - tempo e posicionamento no aparelho</p><p>● Necessidade de serviço especializado</p><p>● Custo</p><p>● Detecção radiográfica de lesão de cárie:</p><p>○ Avaliar sinais clínicos</p><p>■ Biofilme</p><p>■ Gengivite</p><p>Downloaded by Stefany Eduarda (steefanyeduarda@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|17173774</p><p>■ Sombreamento</p><p>● Interproximal:</p><p>○ Cabeçote no meio do filme</p><p>● Periapical:</p><p>○ Lesão cariosa… (indicações)</p><p>● Técnica de Clark</p><p>● Preparo:</p><p>○ Preparo psicológico da criança</p><p>○ Conhecimento da Anatomia, Fisiologia e Farmacologia</p><p>○ Habilidade do Cirurgião Dentista</p><p>● Recomendações:</p><p>○ Não usar agulhas longas</p><p>○ Nunca passar a seringa na frente do paciente</p><p>○ Não mentir</p><p>● Anestésicos locais:</p><p>○ Indicações:</p><p>■ Todo procedimento que possa provocar dor, como:</p><p>● Restauração, Extração, Tratamento endodôntico, Colocação de</p><p>grampo, Raspagem.</p><p>○ Contra-indicaçoes:</p><p>Downloaded by Stefany Eduarda (steefanyeduarda@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|17173774</p><p>■ Paciente Alérgico aos diferentes tipos de anestésicos</p><p>■ Deficientes mentais, sem condições de colaborar</p><p>■ Presença de Anomalias que dificultem a anestesia</p><p>○ Conceito:</p><p>■ São fármacos utilizados em odontologia para bloquear temporariamente a</p><p>condução dosimpulsos nervosos, levando á perda ou diminuição da</p><p>sensibilidade dolorosa</p><p>○ Requisitos:</p><p>■ Especificidade de ação,</p><p>■ Reversibilidade, sua ação deve permitir a volta às condições normais,</p><p>■ Solubilidade em água e lipídeos para poder se difundir e penetrar no axônio,</p><p>■ Potência e baixa toxicidade,</p><p>■ Rápido efeito e duração suficiente,</p><p>■ Não deve produzir reações alérgicas,</p><p>■ Estabilidade,</p><p>■ Estéril ou fácil esterilização,</p><p>■ Custo baixo</p><p>○ Anestésicos à base de Amida - Biotransformados no fígado:</p><p>■ Articaína → período intermediário de anestesia, contraindicado em pacientes</p><p>com problemas sistêmicos.</p><p>■ Bupivacaína → Não utilizada em Odontopediatria</p><p>■ Etilocaína → Elevada potência , Não utilizada em Odontopediatria ;</p><p>■ Lidocaína → Mais utilizado em Odontologia.</p><p>■ Mepivacaína → Utilizado em Odontopediatria, prevê anestesia praticamente</p><p>indolor.</p><p>■ Prilocaína → Praticamente não produz anestesia pulpar e produz de 15 a</p><p>30min de anestesia de tecidos moles</p><p>○ Mecanismo de ação:</p><p>■ Agem por bloqueio temporário de impulso nervoso, estabilizando a</p><p>membrana da fibra nervosa, evitando a despolarização .</p><p>○ Administração e dosagem:</p><p>■ As dimensões anatômicas apresentam- se reduzidas na criança, faz-se</p><p>necessário reduzir o nível de anestésico local</p><p>■ A injeção anestésica ela precisa ser lenta,</p><p>■ Condição emocional do paciente,</p><p>Downloaded by Stefany Eduarda (steefanyeduarda@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|17173774</p><p>■ Quantidade da droga,</p><p>■ Via de Administração(Injeção Intravascular acidental)</p><p>○ Vasoconstritores:</p><p>■ Reduzem o fluxo sanguíneo para o local da injeção, retardam absorção dos</p><p>anestésicos, o que resulta em níveis mais baixos de anestésico no</p><p>sangue,diminuindo o risco de toxicidade e aumentam a duração da ação dos</p><p>anestésicos locais</p><p>■ Reduz toxicidade do anestésico,</p><p>■ Aumenta duração e Eficácia do anestésico,</p><p>■ Possibilita o emprego de doses menores de anestésicos</p><p>○ Aplicação:</p><p>■ Anestésico tópico,</p><p>■ Escolher sempre o anestésico local com menor concentração e associado a um</p><p>vasoconstritor;</p><p>■ Se optar por um anestésico sem vasoconstritor, reduzir a dose em 30%;</p><p>■ Selecionar a menor dose para cada procedimento e para cada criança;</p><p>■ Dar preferência, se possível, à técnica infiltrativa;</p><p>■ Realizar sempre aspiração prévia à injeção da solução;</p><p>○ Técnicas anestésicas:</p><p>■ Anestesia tópica: Quando bem utilizados contribuem para minimizar, ou até</p><p>suprimir a dor, decorrente da puntura da agulha.</p><p>● Secar a mucosa</p><p>● Depositar o anestésico sobre a mucosa (com ajuda de algodão);</p><p>● Tempo de aplicação :de 2 a 3 minutos</p><p>■ Anestesia infiltrativa: Consiste no depósito da solução anestésica em local</p><p>definido,objetivando alcançar um ramo nervoso,provendo o bloqueio da</p><p>condução nervosa no local desejado.</p><p>● Estirar o lábio do paciente de forma que a mucosa fique bem</p><p>distendida</p><p>● Coloca-se a agulha o mais próximo possível da região apical do dente,</p><p>na altura do fundo do vestibulo e tracciona-se o lábio contra o bisel da</p><p>agulha</p><p>● Aprofunda-se delicadamente até a região apical, depositando nesta</p><p>área a solução anestésica</p><p>■ Anestesia interpapilar: É uma variação da técnica infiltrativa, é indicada</p><p>quando há Necessidade de colocar o grampo de isolamento absoluto, matriz</p><p>de aço ou mesmo em exodontias.</p><p>Downloaded by Stefany Eduarda (steefanyeduarda@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|17173774</p><p>■ Bloqueio do nervo alveolar inferior: Intervenções em todos os dentes inferior</p><p>e decíduos e permanentes; Intervenções no tecido ósseo e mucoso da</p><p>mandíbula e do lábio inferior. É um procedimento eficaz e duradouro desde</p><p>que operador saiba exatamente a posição e a relação das varia formações</p><p>anatômicas através das quais a agulha deve passar para depositar o</p><p>anestésico no local apropriado</p><p>● Com o dedo indicador, palpa-se a linha obliqua e localiza sua</p><p>depressão que constitui a fossa retromolar</p><p>● Os pontos de reparo a ser observados para execução desta técnica são</p><p>os seguintes: Prega molar ou ligamento pterigomandibular, Linha</p><p>obliqua externa ou borda anterior do ramo ascendente, superfície</p><p>oclusal dos molares inferior</p><p>■ Reações adversas da anestesia local em ODP:</p><p>● Úlcera traumática: decorrente da mordida voluntária ou não do lábio</p><p>inferior ou bochecha anestesiada</p><p>● Dor:</p><p>○ Infecção</p><p>○ Punção muscular</p><p>○ Traumatismo</p><p>● Fases - desenvolvimento psicossexual:</p><p>○ Fase oral: vai desde o nascimento até os 18 meses de idade, em que a boca da criança</p><p>é o foco de gratificação libidinal derivado do prazer de se alimentar no seio da mãe, e</p><p>da exploração oral do seu ambiente, ou seja, a tendência em colocar objetos na boca.</p><p>○ Fase anal: Entre a idade de 1 e 3 anos, a atenção da criança passa a se voltar para os</p><p>processos de eliminação. Quando os pais começam o treinamento de usar o vaso</p><p>sanitário, a criança pode ganhar aprovação ou expressar rebeldia ou agressão</p><p>"segurando" ou "liberando".</p><p>○ Fase fálica: Freud teorizou que o estágio fálico se desenvolvia entre a idade de 3 e 6</p><p>anos. Neste período, haveria um interesse sexual maior que faria com que a criança</p><p>se sentisse fisicamente atraída ao seu genitor de sexo oposto. Em homens, a atração</p><p>leva ao Complexo de Édipo , quando meninos sentem uma rivalidade com seu pai pelo</p><p>amor da mãe.</p><p>○ Fase latente: De acordo com Freud, existe um período de latência dos 6 anos até a</p><p>puberdade . Neste período, o desenvolvimento psicossexual está suspenso. Portanto, é</p><p>Downloaded by Stefany Eduarda (steefanyeduarda@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|17173774</p><p>um momento sereno comparado com os seis primeiros anos de vida. [7] O estágio de</p><p>latência é resultado em parte das tentativas dos pais de punir ou desencorajar a</p><p>atividade sexual em seus filhos. Caso a supressão parental tenha sucesso, as crianças</p><p>reprimirão seu impulso sexual, dirigindo sua energia psíquica para a escola, as</p><p>amizades e outras atividades não sexuais</p><p>○ Fase genital: O estágio genital começa na puberdade , quando um aumento das</p><p>energias sexuais ativa todos os conflitos não resolvidos dos anos anteriores. Este</p><p>ressurgimento é a razão pela qual a adolescência pode ser povoada de emoção e</p><p>conflitos.</p><p>● Sentimentos:</p><p>○ Medo</p><p>○ Ansiedade</p><p>○ Choro:</p><p>■ Obstinado: Sem lágrimas - Quanto mais agitada, mais alto e maior grau de</p><p>choro; ansiedade (birra e teimosia); tratamento ⇒ sem a presença dos pais</p><p>■ Por medo: Abundância de lágrimas; falta de desconfiança e não disciplina;</p><p>tratamento ⇒ diálogo para adquirir confiança</p><p>■ Por dor: Lágrimas é o único sinal</p><p>■ Compensatório</p><p>○ Birra:</p><p>■ Manha</p><p>■ Tentativa de conseguir seu objetivo</p><p>● Comportamento infantil:</p><p>○ Cooperativo:</p><p>■ Maioria das crianças</p><p>■ Conversam, curiosas, compreensivas</p><p>■ Dependerá da atitude do CD</p><p>○ Falta de capacidade cooperativa:</p><p>■ Dificuldade de comunicação com CD</p><p>■ Crianças com menos de 3 anos</p><p>■ Com deficiências físicas ou mentais</p><p>○ Potencialmente não cooperativo:</p><p>■ Crianças com mais de 3 anos até fim da adolescência - problemas em realizar</p><p>e concluir tratamento;</p><p>■ Comportamentos isoladamente ou em conjunto</p><p>○ Cooperação tensa:</p><p>■ Quer cooperar, mas está assustada - situação nova, dentista novo</p><p>■ Criança atenta, olhos atentos</p><p>Downloaded by Stefany Eduarda (steefanyeduarda@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|17173774</p><p>○ Incontrolado:</p><p>■ Choro intenso, birra, chute ou raiva</p><p>■ Medo excessivo - experiências traumáticas ou informações assustadoras</p><p>recebidas</p><p>○ Rebelde ou teimoso:</p><p>■ Adolescência;</p><p>■ Sinais de inconformismo e indepedência</p><p>■ Não quero tratar os dentes, não vou abrir a boca</p><p>■ Higiene pessoal e escovação negligenciadas</p><p>○ Choro contínuo:</p><p>■ Permite tratamento, mas choraminga todo tempo</p><p>■ Extravasar ansiedade</p><p>■ Chora até dormir ou chora durante todo tratamento e sorri no final</p><p>■ O CD deve ser compreensivo</p><p>○ Estoico:</p><p>■ Considerado cooperativo</p><p>■ Extrema passividade, sem reações</p><p>■ Triste, olhar parado</p><p>● Escala de Franki:</p><p>○ Tipo 1 - Definitivamente negativi</p><p>○ Tipo 2 - Negativo</p><p>○ Tipo 3 - Positivo</p><p>○ Tipo 4 - Definitivamente positivo</p><p>● Comportamentos paternos:</p><p>○ Superproteção com superindulgência:</p><p>■ Criança faz o que quer, quando e como quer</p><p>○ Superproteção com dominação:</p><p>■ Pais fazem tudo pela criança</p><p>■ Pais sofreram rejeição ou abandono - filho único ou caçula</p><p>■ Crianças são tímidas, dependentes e inseguras</p><p>■ Contrariadas e com medo - chora baixo entre soluços</p><p>■ São comportadas - solicitam atenção dos pais</p><p>■ Resistem ao tratamento; não é agressivo, choram muito</p><p>○ Ansiedade:</p><p>■ Caracterizada por preocupação e bem-estar físico da criança</p><p>■ Pais atribuem gravidade só mais leve sinal de mal-estar do filho</p><p>■ Sempre acompanhada de atitudes de superproteção com dominação</p><p>Downloaded by Stefany Eduarda (steefanyeduarda@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|17173774</p><p>● Abordagem à criança:</p><p>○ Iniciada na sala de espera;</p><p>○ Sentar e estabelecer diálogo de acordo com a idade;</p><p>○ Levar até a sala de espera</p><p>● Técnica de abordagem:</p><p>○ Ampliação do campo perceptivo</p><p>○ Dizer-mostrar-fazer</p><p>○ Controle de voz:</p><p>■ Bebê: suave, transmitindo tranquilidade</p><p>■ 3 anos de idade: com alteração do tom de voz, pode-se colocar limites</p><p>■ Sempre associar a contato visual</p><p>○ Distração:</p><p>■ Diminuir a percepção dos estímulos desagradáveis</p><p>○ Modelagem</p><p>○ Reforço positivo</p><p>● Presença/ ausência materna:</p><p>○ Objetivos:</p><p>■ Ganhar atenção do paciente a melhorar a colaboração</p><p>■ Evitar comportamento negativo ou recusa</p><p>■ Realçar comunicação eficaz entre dentista, criança e pais</p><p>■ Minimizar ansiedade</p><p>■ Experiência positiva</p><p>○ Contras:</p><p>■ Pode desviar a atenção da criança</p><p>■ Atrapalhar procedimentos</p><p>■ Transmissão da ansiedade materna</p><p>■ Interfere no entrosamento dentista-criança</p><p>■ Dentista se sente pouco à vontade</p><p>● Estabilização protetora/ contenção física: Sempre com TCLE</p><p>○ Indicado:</p><p>■ Não cooperadores</p><p>○ Contra-indicado:</p><p>■ Condições sistêmicas</p><p>■ Experiências negativas anteriores</p><p>● Odonto-bebê:</p><p>○ Macri</p><p>Downloaded by Stefany Eduarda (steefanyeduarda@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|17173774</p><p>○ Knee to Knee</p><p>● Dicas de condicionamento:</p><p>○ Cadeira: Nave espacial - avião</p><p>○ Luz: Acende com palmas</p><p>○ Cuspideira: Pia</p><p>○ EPI: Armadura protetora</p><p>○ Sugador: Canudinho - cócegas</p><p>○ Corante: Tinta - colorir os bichinhos</p><p>○ Profilaxia: Escovinha que vai apagar sujeiras do dente</p><p>○ Rx: Foto - guardar no porta retrato</p><p>○ Isolamento relativo: almofadinha</p><p>○ Flúor: vitamina</p><p>○ Anestésico tópico: chiclete - pomada cheirosa pra fazer o dente dormir</p><p>○ Anestésico local:</p><p>○ Grampo: anel no dente</p><p>○ Isolamento absoluto: capa de chuva</p><p>○ Arco: Máscara de super-héroi</p><p>○ Cunha de madeira: banquinho</p><p>○ Matriz: forminha de bolo</p><p>○ Ácido fosfórico: Xampu</p><p>○ RC: massinha pra fechar o buraco</p><p>○ Foto: Luz mágica que endurece a massinha</p><p>○ Canal: Remédio para matar o bichinho dentro do dente</p><p>○ Exo: tirar o dentinho</p><p>○ Sutura: lacinho</p><p>○ Moldagem: massa que copia a boca</p><p>Downloaded by Stefany Eduarda (steefanyeduarda@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|17173774</p>