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<p>Prova Impressa</p><p>GABARITO | Avaliação II - Individual</p><p>(Cod.:986798)</p><p>Peso da Avaliação 2,00</p><p>Prova 88053744</p><p>Qtd. de Questões 10</p><p>Acertos/Erros 10/0</p><p>Nota 10,00</p><p>Bialer (2015) fez um estudo sobre uma modalidade de tratamento do autismo que</p><p>ainda é pouco conhecida. Vinculada à psicanálise, trata-se da escrita, mais</p><p>especificamente, da autobiografia. "O presente texto analisa as duas autobiografias de</p><p>Birger Sellin, autista-escritor, que são retratos da sua luta para se liberar do isolamento</p><p>autístico glacial, através das suas diversas estratégias inventadas. A invenção da</p><p>literatura birgeriana retrata os efeitos terapêuticos da escrita, evidenciando a sua</p><p>importância enquanto valiosa ferramenta de (auto)tratamento no autismo. Birger</p><p>realizou um importante percurso que retrata um trabalho (auto)terapêutico do qual sua</p><p>escrita é um aspecto de importância essencial. Birger se tornou capaz de se expressar</p><p>com fluência, concretizando uma literatura autoral na qual podemos notar vários dos</p><p>mecanismos psíquicos que ele operacionalizou e que lhe permitiram estender seus</p><p>pseudópodes e se comunicar através da sua escrita. Pelos insights obtidos sobre o</p><p>próprio funcionamento psíquico e da possibilidade de compartilhar suas ideias e</p><p>sentimentos, estabelecendo sólidas e importantes pontes com outros humanos - amigos,</p><p>leitores, conhecidos e familiares -, a publicação dos livros permitiu a Birger tecer junto</p><p>a outros autistas e seus leitores, um novo lugar: o lugar de escritor, porta-voz do</p><p>sofrimento dos excluídos, e da sua esperança de ter sua solidão e sofrimento escutados"</p><p>(BIALER, 2015, p. 230). No que se refere ao tratamento que tem sido prestado aos</p><p>sujeitos com transtorno do espectro autista nos dias atuais, que é considerado o mais</p><p>adequado, classifique V para as sentenças verdadeiras e F para as falsas:</p><p>( ) O médico é responsável por realizar o diagnóstico e pode solicitar determinados</p><p>exames a fim de investigar fatores causais e comorbidades. Ele também prescreve</p><p>tratamento medicamentoso.</p><p>( ) Além do tratamento farmacológico, a criança com transtorno do espectro autista</p><p>deve ser encaminhada para terapias não medicamentosas, tais como: fonoaudiologia,</p><p>psicologia e terapia ocupacional.</p><p>( ) Como já é comprovado que o autismo é causado pela frieza das mães, não é a</p><p>criança que requer tratamento. Apenas as mães são atendidas por psicanalistas com o</p><p>intuito de aprenderem a serem mais amorosas com a criança.</p><p>( ) Os tratamentos mais eficientes para pacientes com autismo na atualidade são:</p><p>dietas sem glúten, ozônio em supositório, medicação antifúngica, tratamento para</p><p>intoxicação por chumbo e intervenção cirúrgica.</p><p>Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:</p><p>VOLTAR</p><p>A+</p><p>Alterar modo de visualização</p><p>1</p><p>FONTE: BIALER, Marina. A escrita terapêutica no autismo. Rev. latinoam. psicopatol.</p><p>fundam., São Paulo, v. 18, n. 2, p. 221-233, jun. 2015. Disponível em:</p><p>http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-</p><p>47142015000200221&lng=pt&nrm=iso. Acesso em: 9 jul. 2018.</p><p>A V - V - F - F.</p><p>B F - F - V - V.</p><p>C F - V - V - F.</p><p>D V - F - F - V.</p><p>Segundo Merlleti (2018), as narrativas recorrentes dos pais que se deparam com o</p><p>diagnóstico médico "autismo", demonstram influências na relação que estabelecem</p><p>com seus filhos. É fundametal que psicólogos sustentem uma posição crítica diante dos</p><p>rumos de uma diagnóstica totalitária e atemporal recaindo na compreensão do</p><p>sofrimento humano e das psicopatologias na atualidade. "O mal-estar gerado diante de</p><p>indivíduos à margem do laço social produzem, como efeito, a busca de sua reabilitação</p><p>funcional e de sua adequação comportamental. A Política Nacional de Proteção dos</p><p>Direitos da Pessoa com Autismo, reivindicada a partir do mal-estar e da luta de seus</p><p>familiares, sofre a incidência do discurso cientificista contemporâneo na direção de sua</p><p>pretensa universalidade. Tal política garante não somente conquistas legítimas na</p><p>condição da cidadania da pessoa com autismo, mas fomenta, por outro lado, sua tutela</p><p>jurídica e anônima, objetalizando-a" (MERLLETI, 2018, p. 146). Sobre as técnicas a</p><p>serem realizadas a partir da vertente metodológica da psicanálise, classifique V para as</p><p>sentenças verdadeiras e F para as falsas:</p><p>( ) O manejo lúdico, possibilitando que o filho construa sua individualidade.</p><p>( ) Através do brincar, desenvolver a psique para o equilíbrio entre o "estar no seu</p><p>mundo" com o "mundo exterior".</p><p>( ) Realizar intervenção com a mãe: dar apoio aos seus medos, desejos, sentimentos</p><p>para ela sair do lugar psíquico inferiorizado e tornar-se uma mãe "suficientemente</p><p>boa", conforme preceitos das produções psicanalíticas de Donald Woods Winnicott.</p><p>Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:</p><p>FONTE: MERLLETI, Cristina. Autismo em causa: historicidade diagnóstica, prática</p><p>clínica e narrativas dos pais. Psicol. USP, São Paulo, v. 29, n. 1, p. 146-151, jan. 2018.</p><p>Disponível em: . Acesso em: 7 maio 2018.</p><p>A F - V - V.</p><p>B V - F - F.</p><p>C F - F - V.</p><p>2</p><p>D V - V - V.</p><p>Segundo Asbahr (2004, p. 30), “[...] as manifestações somáticas de ansiedade podem</p><p>ser dor abdominal, dor de cabeça, náusea e vômitos. Crianças maiores podem</p><p>manifestar sintomas cardiovasculares, como palpitações, tontura e sensação de</p><p>desmaio. Esses sintomas prejudicam a autonomia da criança e podem restringir suas</p><p>atividades acadêmicas, sociais e familiares, gerando um grande estresse pessoal e</p><p>familiar. Sentem-se humilhadas e medrosas, o que resulta em baixa autoestima”. No</p><p>que se refere à ansiedade, analise as sentenças a seguir:</p><p>I- A prática de reservar um período de tempo para esvaziar a mente das cobranças e dos</p><p>pensamentos, denominada ócio da tranquilidade, contribui para a redução da</p><p>ansiedade.</p><p>II- Já na infância pode-se começar a desenvolver a prática regular de exercício físico.</p><p>Afinal, sobretudo os exercícios físicos aeróbios agem como auxiliares das terapêuticas</p><p>consolidadas no tratamento dos transtornos de ansiedade.</p><p>III- Para lidar adequadamente com a ansiedade, a pessoa pode desenvolver o hábito de</p><p>vigiar os próprios pensamentos, preservando os positivos e otimistas. Também pode</p><p>estar atenta sobre o seu corpo.</p><p>IV- Para amenizar a sensação de ansiedade, é ideal prestar atenção na respiração.</p><p>Apesar de ser quase imperceptível, quando a pessoa está “nervosa”, o ritmo da</p><p>respiração tende a ficar alterado, e então o oxigênio adequado deixa de ser distribuído</p><p>apropriadamente para todo o corpo.</p><p>Assinale a alternativa CORRETA:</p><p>Fonte: ASBAHR, F. R. Transtornos ansiosos na infância e adolescência: aspectos</p><p>clínicos e neurobiológicos. Jornal da Pediatria, n. 80, v. 2, p. 28-34, 2004. Disponível</p><p>em: https://doi.org/10.1590/S0021-75572004000300005. Acesso em: 4 out. 2023.</p><p>A Somente a sentença III está correta.</p><p>B Somente a sentença IV está correta.</p><p>C As sentenças I, II, III e IV estão corretas.</p><p>D Somente a sentença II está correta.</p><p>Um transtorno que costuma ser acompanhado terapeuticamente por psicólogos,</p><p>profissionais da educação física e da nutrição é o do movimento estereotipado. Ele é</p><p>marcado por movimentos rítmicos, repetitivos, sem intencionalidade objetiva. Sobre a</p><p>principal orientação quanto ao transtorno do movimento estereotipado em termos de</p><p>intervenção educativa, assinale a alternativa CORRETA:</p><p>A</p><p>É a intervenção educativa quanto ao bullying dos outros alunos. É papel do</p><p>educador especial a elaboração de atividades informativas e de formação para a</p><p>3</p><p>4</p><p>ampliação do comportamento de respeito entre os alunos.</p><p>B</p><p>É exigir que os pais mediquem a criança com calmantes, mediante prescrição</p><p>médica, para que ela abandone tais movimentos repetitivos e possa, enfim,</p><p>aprender.</p><p>C É o comando de que a criança pare imediatamente de fazer os movimentos,</p><p>sempre que os executar.</p><p>D É a penalização da criança por fazer movimentos repetitivos sem finalidade, como</p><p>proibida de brincar.</p><p>"Comportamento agressivo é a principal causa de atendimento psiquiátrico</p><p>emergencial na infância/adolescência,</p><p>no entanto, trata-se de um sinal pouco</p><p>específico. Comportamentos auto/heteroagressivos e quadros de agitação podem ser</p><p>manifestações de praticamente todos os diagnósticos psiquiátricos: transtornos de</p><p>conduta e opositivo-desafiador, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade,</p><p>autismo, retardo mental, psicoses, transtornos de humor (TH), abuso ou intoxicação</p><p>por drogas e transtornos conversivos/dissociativos. O que determinará o diagnóstico</p><p>serão os sintomas associados e a história prévia da criança/adolescente, que deverão ser</p><p>avaliados após o controle das alterações de comportamento" (SCIVOLETTO;</p><p>BOARATI; TURKIE, 2010, p. 113). Tendo em vista o transtorno de conduta, analise as</p><p>sentenças a seguir:</p><p>I- Quando a criança não é devidamente tratada, incentivada e orientada a modificar</p><p>seus comportamentos, há chances de tornar-se um adulto com problemas com a lei</p><p>(cometer crimes, por exemplo) ou desenvolver transtornos de personalidade.</p><p>II- O transtorno de conduta está relacionado ao padrão recorrente de comportamento</p><p>que desconsidera os direitos básicos de outras pessoas. Crianças com esse transtorno</p><p>costumam ser egoístas e podem roubar, mentir, intimidar outras crianças e estragar</p><p>patrimônios sem sentir arrependimento.</p><p>III- O transtorno de conduta está relacionado à violação de regras. Geralmente, se</p><p>manifesta no final da infância ou no início da adolescência e são mais comuns em</p><p>meninos do que em meninas. As crianças que possuem o transtorno são insensíveis aos</p><p>sentimentos de outrem.</p><p>IV- O transtorno de conduta só se manifesta em crianças cujos pais são agressivos, ou</p><p>usuários de substâncias que modificam as funções normais de um organismo. É um</p><p>transtorno que sempre reflete os comportamentos que a criança observa em casa.</p><p>Assinale a alternativa CORRETA:</p><p>FONTE: SCIVOLETTO, Sandra; BOARATI, Miguel Angelo; TURKIEWICZ, Gizela.</p><p>Emergências psiquiátricas na infância e adolescência. Rev. Bras. Psiquiatr., São Paulo,</p><p>v. 32, supl. 2, p. 112-120, 2010. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?</p><p>script=sci_arttext&pid=S1516-44462010000600008&lng=pt&nrm=iso. Acesso em: 11</p><p>jul. 2018.</p><p>A As sentenças I, II e III estão corretas.</p><p>5</p><p>B Somente a sentença IV está correta.</p><p>C Somente a sentença I está correta.</p><p>D Somente a sentença III está correta.</p><p>Souza e Batista (2016) realizaram um estudo sobre indicadores de</p><p>desenvolvimento em crianças e adolescentes com dificuldades para aprender, com QI</p><p>igual ou inferior a 70 no teste WISC-IV (compatível com o valor delimitado para o</p><p>diagnóstico de deficiência intelectual). Existem dois momentos, de grande relevância</p><p>ao prestar atendimento para crianças nestas condições: o diagnóstico e o tratamento.</p><p>Sobre o exposto, associe os itens, utilizando o código a seguir:</p><p>I- Diagnóstico.</p><p>II- Tratamento.</p><p>( ) É o ato de investigar os sintomas e sinais do paciente para definir a patologia</p><p>acometida.</p><p>( ) Depois da investigação dos sintomas e sinais, inicia-se a próxima etapa, também</p><p>chamada de abordagem terapêutica ou terapêutica. Recebe essas nomenclaturas</p><p>independentemente da área da saúde (Medicina, Psicologia, Fisioterapia,</p><p>Fonoaudiologia, Nutrição, Terapia Ocupacional, Enfermagem, entre outras).</p><p>( ) Também é denominado de avaliação.</p><p>( ) Também é denominado de acompanhamento terapêutico.</p><p>Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:</p><p>FONTE: SOUZA, Fernanda Santos; BATISTA, Cecília Guarnieri. Indicadores de</p><p>Desenvolvimento em Crianças e Adolescentes com QI Igual ou Inferior a 70. Rev. bras.</p><p>educ. espec., Marília, v. 22, n. 4, p. 493-510, dez. 2016. Disponível em: . Acesso em: 7</p><p>maio 2018.</p><p>A I - II - I - I.</p><p>B I - II - I - II.</p><p>C II - II - II - I.</p><p>D II - I - II - I.</p><p>Conforme Roman,Rohde e Hutz (2002), o transtorno de déficit de atenção e</p><p>hiperatividade (TDAH) é um dos que mais acomete crianças e adolescentes, atingindo</p><p>entre 3% a 6% dos sujeitos em idade escolar. Os mesmos autores afirmam que o</p><p>6</p><p>7</p><p>TDAH consiste em um transtorno heterogêneo clinicamente, cujas causas ainda não</p><p>são claramente esclarecidas. Em contrapartida, é essencial que mais pesquisas sejam</p><p>feitas para que seja possível ampliar a compreensão sobre a vulnerabilidade ao TDAH,</p><p>assim, pode-se desenvolver estratégias de prevenção. Tendo em mente os fatores de</p><p>risco para o TDAH, analise as afirmativas a seguir:</p><p>I- É preciso verificar o histórico familiar, visto que o transtorno apresenta um caráter</p><p>genético importante.</p><p>II- Níveis de estresse familiar e socioeconômicos cultural, não necessitam ser</p><p>averiguados, pois tratam-se de uma desordem gerada exclusivamente por motivos</p><p>orgânicos.</p><p>III- Crianças advindas de lares conturbados (conflitos parentais, violência doméstica ou</p><p>necessidades financeiras) possuem maior probabilidade de transtornos</p><p>neuropsiquiátricos.</p><p>IV- Prematuridade, baixo peso ao nascer e intercorrências perinatais também</p><p>constituem fatores de risco para TDAH.</p><p>Assinale a alternativa CORRETA:</p><p>FONTE: ROMAN, Tatiana; ROHDE, Luis Augusto; HUTZ, Mara Helena. Genes de</p><p>suscetibilidade no transtorno de déficit de atenção e hiperatividade. Rev. Bras.</p><p>Psiquiatr., São Paulo, v. 24, n. 4, p. 196-201, out. 2002. Disponível em: . Acesso em: 9</p><p>maio 2018.</p><p>A Somente a afirmativa II está correta.</p><p>B As afirmativas I, III e IV estão corretas.</p><p>C Somente a afirmativa I está correta.</p><p>D As afirmativas II e III estão corretas.</p><p>Goncalves e Crenitte (2014) realizaram uma pesquisa sobre as concepções de</p><p>professoras de ensino fundamental sobre os transtornos de aprendizagem. 31</p><p>professoras foram sujeitos dessa pesquisa. Os resultados obtidos foram: "de maneira</p><p>geral, as professoras demonstraram dificuldades para definir os transtornos, atribuir</p><p>suas causas e pontuar as suas manifestações. Separando-se as professoras pelo tipo de</p><p>escolas (pública e particular) e pelo conhecimento prévio sobre o assunto, não foi</p><p>observada diferença estatisticamente significante na maioria das respostas"</p><p>(GONÇALVES; CRENITTE, 2014, p. 817). Desse modo, conclui-se que é necessário</p><p>que os professores ampliem os seus conhecimentos sobre as dificuldades escolares, os</p><p>transtornos de aprendizagem e a dislexia, para que consigam realizar um trabalho</p><p>pedagógico mais efetivo com os alunos. Sobre as orientações que podem auxiliar na</p><p>condução do trabalho pedagógico com alunos que estejam apresentando transtornos de</p><p>aprendizagem, classifique V para as sentenças verdadeiras e F para as falsas:</p><p>( ) Quanto à aplicação das provas, recomenda-se que seja feita em sala separada,</p><p>8</p><p>silenciosa e adequada. O professor pode, ainda, fazer a leitura da avaliação para o</p><p>estudante.</p><p>( ) Esses alunos podem ter um tempo adicional para realização de provas e</p><p>atividades. Erros cometidos por conta dos transtornos não precisam ser descontados em</p><p>provas.</p><p>( ) Metodologias de ensino que priorizem o exemplo, a atividade prática e a aplicação</p><p>do conteúdo são as mais indicadas para turmas que contenham crianças com transtonos</p><p>de aprendizagem.</p><p>( ) Provas orais podem ser realizadas, quando o aluno não conseguir escrever as</p><p>respostas. É recomendável cuidar com o manejo dessa orientação para que o estudante</p><p>não se sinta "inferior".</p><p>Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:</p><p>FONTE: GONCALVES, Thaís dos Santos; CRENITTE, Patrícia Abreu Pinheiro.</p><p>Concepções de professoras de ensino fundamental sobre os transtornos de</p><p>aprendizagem. Rev. CEFAC, São Paulo, v. 16, n. 3, p. 817-829, jun. 2014. Disponível</p><p>em: . Acesso em: 9 maio 2018.</p><p>A V - V - V - V.</p><p>B F - F - F - V.</p><p>C V - F - F - F.</p><p>D V - F - F - F.</p><p>Segundo Gomes (2016), as intervenções multiprofissionais proporcionam</p><p>benefícios em diferentes âmbitos, contudo, necessitam ser mantidas para que se</p><p>conservem os resultados obtidos. A atuação multidisciplinar potencializa as ações em</p><p>saúde, já que a postura cooperativa reforça os propósitos de prevenção, controle e</p><p>tratamento de agravos. Sobre o porquê da multidisciplinaridade ser importante na</p><p>avaliação e acompanhamento de pacientes</p><p>com transtornos do neurodesenvolvimento,</p><p>assinale a alternativa CORRETA:</p><p>FONTE: GOMES, Cármen Marilei et al . Estresse e risco cardiovascular: intervenção</p><p>multiprofissional de educação em saúde. Rev. Bras. Enferm., Brasília, v. 69, n. 2, p.</p><p>351-359, abr. 2016. Disponível em: . Acesso em: 7 maio 2018.</p><p>A Tem como foco promover a cura física dos transtornos.</p><p>B Garante a cura neurológica das disfunções cerebrais, ou do sistema nervoso</p><p>periférico.</p><p>C Possibilita o desenvolvimento emocional, cognitivo e social da pessoa acometida.</p><p>D Seu único objetivo é sanar os problemas psicológicos dos pacientes.</p><p>9</p><p>Bosa (2006) fez uma investigação sobre o transtorno autístico. A pesquisa</p><p>envolveu o tratamento do autismo, no que concerne a intervenção precoce, terapia, e</p><p>manejo clínico. A identificação e psicoterapia também foram abordadas no estudo.</p><p>Sendo assim, quais são as principais vertentes da psicologia?</p><p>FONTE: BOSA, Cleonice Alves. Autismo: intervenções psicoeducacionais. Rev. Bras.</p><p>Psiquiatr., São Paulo, v. 28, supl. 1, p. s47-s53, 2006. Disponível em:</p><p>http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-</p><p>44462006000500007&lng=pt&nrm=iso. Acesso em: 11 mar. 2019.</p><p>A Regressão, behaviorismo radical, transpessoal, logoterapia e quiropraxia.</p><p>B Shiatsu, Gestalt, existencialismo, acupuntura e psicodrama.</p><p>C Parapsicologia clínica, psicoterapia corporal, reiki e Florais de Bach.</p><p>D Psicanálise, cognitivo-comportamental e fenomenologia/humanista.</p><p>10</p><p>Imprimir</p>