Logo Passei Direto
Buscar

E-book sobre PCM - Planejamento e Controle de Manutenção

E-book sobre Planejamento, Programação e Controle de Manutenção. Contém introdução ao PCM, perfil do autor Luis Ribeiro (24 anos em manutenção industrial), definições e histórico, regimes de manutenção, lubrificação, engenharia de manutenção, gestão de ativos e divisão em quatro partes.

User badge image
Helena

em

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

<p>E-BOOK SOBRE PCM –</p><p>PLANEJAMENTO E CONTROLE</p><p>DE MANUTENÇÃO</p><p>SOBRE O AUTOR</p><p>LUIS RIBEIRO</p><p>São 24 anos trabalhando especificamente com</p><p>manutenção industrial, adquiri grande experiência</p><p>em gestão de manutenção e aplicação de</p><p>ferramentas voltadas para resultados.</p><p>Tive a oportunidade de trabalhar em empresas de</p><p>grande porte (Ambev – Brasil Kirin – EMS –</p><p>Vulcabrás e outras) e ao lado de pessoas incríveis.</p><p>Passei por várias áreas de manutenção, aprendiz, estagiário, técnico, PCM,</p><p>coordenação, projetos, produção e por fim gestão de manutenção.</p><p>Participei ativamente da certificação de TPM como líder de pilar Manutenção</p><p>Planejada.</p><p>Acredito poder ajudar de alguma forma, compartilhando essa experiência adquirida</p><p>nessa trajetória, tanto com o que eu estudei, como o que vivenciei na prática e</p><p>coisas que funcionaram e não funcionaram nessa jornada.</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>Atualmente, uma nova fase está surgindo e está ligada a busca de Ativos de Alta</p><p>Performance. Isto é fruto de uma economia mais globalizada, que induz a busca de</p><p>maior competitividade, além das exigências cada vez maiores da sociedade com</p><p>relação às questões de SMS – Saúde, Meio Ambiente e Segurança. Os gestores têm</p><p>procurado constantemente maneiras de aumentar a confiabilidade e disponibilidade dos</p><p>ativos e consequentemente aumentar a produção, porém são forçados a fazer tudo isso</p><p>com redução de custos de manutenção.</p><p>Porém empresas que sofrem de frequentes manutenções corretivas não tem um</p><p>controle econômico suficiente para poder garantir a manutenção do ativo.</p><p>Reforçada pela Gestão Estratégica dos Ativos, há que se ter a visão do todo e não só</p><p>da atividade de manutenção. Em um mercado em que vem demandando pessoas mais</p><p>qualificadas, o papel adicional dos profissionais de manutenção deve, se voltar para a</p><p>qualificação e capacitação de modo a garantir serviços de qualidade. Além dessa visão</p><p>do todo, é fundamental entender e praticar o trabalho em equipe como sendo um dos</p><p>mais importantes caminhos estratégicos para os resultados de manutenção.</p><p>Seja você um agente desta implementação, um agente de mudança, antes que</p><p>alguém tome o seu lugar e implemente estes caminhos tão necessários e urgentes.</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>ÍNDICE</p><p>PARTE 1</p><p>PARTE 2</p><p>PARTE 3</p><p>PARTE 4</p><p>MANUTENÇÃO</p><p>PLANEJAMENTO</p><p>PROGRAMAÇÃO</p><p>CONTROLE</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO</p><p>ESTE E-BOOK</p><p>ESTÁ DIVIDIDO</p><p>EM 4 PARTES</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO</p><p>1. Definição</p><p>2. Conceito</p><p>3. Histórico</p><p>4. Regimes de manutenção</p><p>5. Lubrificação</p><p>6. Engenharia de Manutenção</p><p>7. Gestão de Ativos</p><p>Manutenção</p><p>PRIMEIRA PARTE</p><p>Planejamento e</p><p>Controle de</p><p>Manutenção</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO PRIMEIRA PARTE</p><p>Definições Iniciais</p><p>Segundo Albert Einsten -"Os problemas significativos com os quais nos deparamos não</p><p>podem ser resolvidos no mesmo nível de pensamento em que estávamos quando eles</p><p>foram criados."</p><p>Concorda que equilibrar essa</p><p>balança:</p><p>Produtividade</p><p>Custo</p><p>Qualidade</p><p>É um problema</p><p>significativo?</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO PRIMEIRA PARTE</p><p>Na manutenção essas palavras de Einstein se aplica muito</p><p>bem, porque hoje estamos falando de problemas</p><p>significativos, que são os custos elevados de manutenção</p><p>e a contra balança, produtividade e qualidade.</p><p>Essa situação faz aumentar os</p><p>sistemas de planejamento e</p><p>controle de manutenção</p><p>que, hoje, são parte</p><p>integrante da manutenção</p><p>moderna. Surge então a</p><p>necessidade do profissional</p><p>de PCM, estar cada vez mais</p><p>preparado para utilizar as</p><p>técnicas corretas e nas</p><p>diversas situações do seu</p><p>trabalho.</p><p>Definições Iniciais</p><p>BORA APRENDER ?“</p><p>“</p><p>Como equilibrar isso?</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>CONCEITO DE MANUTENÇÃO</p><p>Conceito (Tavares 1987)</p><p>De acordo com Tavares</p><p>(1987, p37), manutenção</p><p>são todas as ações</p><p>necessárias para que um</p><p>item seja conservado ou</p><p>restaurado de modo a</p><p>poder permanecer de</p><p>acordo com uma</p><p>condição específica.</p><p>Manutenção é</p><p>combinação de todas as</p><p>ações técnicas</p><p>destinadas a manter ou</p><p>relocar um item em um</p><p>estado no qual possa</p><p>desempenhar uma função</p><p>requerida.</p><p>Partindo para considerações</p><p>mais atuais, nos deparamos</p><p>com os dizeres: manutenção</p><p>é um conjunto de ações</p><p>para detectar, prevenir, ou</p><p>corrigir falhas ou defeitos,</p><p>falhas funcionais ou</p><p>potenciais, com o objetivo</p><p>de manter as condições</p><p>operacionais e de segurança</p><p>dos itens, sistemas ou</p><p>ativos.</p><p>Conceito (NBR 5462) Conceito (Branco Filho)</p><p>Podemos considerar que, desde o momento em que instrumentos de produção</p><p>começaram a ser manuseados, a manutenção está presente na história da</p><p>humanidade, ou seja, há eras. Com isso temos algumas definições que foram</p><p>atribuídas para o termo manutenção no decorrer dessas eras, tais como:</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO PRIMEIRA PARTE</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>CONCEITO DE MANUTENÇÃO</p><p>Conceito (Kardec 2013)</p><p>Ainda segundo Kardec e</p><p>Nascif (2013),</p><p>manutenção tem como</p><p>missão, garantir a</p><p>disponibilidade da função</p><p>dos equipamentos e</p><p>instalações de modo a</p><p>atender a um processo</p><p>de produção ou serviço</p><p>com Confiabilidade,</p><p>segurança, preservação</p><p>do meio ambiente e</p><p>custo adequado.</p><p>Entretanto, o mais comum é</p><p>definir a manutenção como</p><p>“o conjunto de atividades e</p><p>recursos aplicados aos</p><p>sistemas e equipamentos,</p><p>visando garantir a</p><p>continuidade de sua função</p><p>dentro de parâmetros de</p><p>disponibilidade, de</p><p>qualidade, de prazo, de</p><p>custos e de vida útil</p><p>adequados”</p><p>Conceito (Dicionário) O mais comum</p><p>A manutenção pode ser</p><p>definida, segundo o</p><p>dicionário Aurélio como:</p><p>“A medidas necessárias</p><p>para a conservação ou</p><p>permanência, de alguma</p><p>coisa ou situação” e</p><p>ainda “Os cuidados</p><p>técnicos indispensáveis</p><p>ao funcionamento</p><p>regular e permanente de</p><p>motores e máquinas”</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO PRIMEIRA PARTE</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>1ª GERAÇÃO</p><p>(corretiva)</p><p>2ª GERAÇÃO</p><p>(preventiva)</p><p>Conserto após</p><p>falha.</p><p>Gestão Reativa</p><p>Revisões</p><p>Programadas</p><p>Sistemas de PPCM</p><p>Técnicas</p><p>Preditivas</p><p>Gestão Proativa</p><p>Maior confiabilidade</p><p>e disponibilidade.</p><p>Melhor relação</p><p>custo benefício e</p><p>preservação ao</p><p>meio ambiente.</p><p>Trabalho em Equipe</p><p>FMEA Manutenção</p><p>Gestão de TPM /</p><p>Lean</p><p>Maior Confiabilidade</p><p>Maior Disponibilidade</p><p>Preservação do meio</p><p>ambiente</p><p>Segurança</p><p>FMEA Ciclo Produtivo</p><p>Gestão Digital</p><p>Integrada</p><p>Análise de Falhas</p><p>Contratação por</p><p>Resultados</p><p>Funções Múltiplas</p><p>Gerenciar os Ativos</p><p>Otimizar os Ciclos de</p><p>Vida dos Ativos</p><p>Influir nos Resultados do</p><p>Negócio</p><p>Planejamento do Ciclo</p><p>de Vida</p><p>Aprimoramento da</p><p>Manutenção Preditiva</p><p>Excelência em</p><p>Engenharia de</p><p>Manutenção</p><p>Melhorias para Reduzir</p><p>Falhas.</p><p>1940 1950</p><p>1960 1970</p><p>1980 1990</p><p>2000 2005</p><p>2010 2016</p><p>3ª GERAÇÃO</p><p>(produtiva)</p><p>4ª GERAÇÃO</p><p>(digital)</p><p>5ª GERAÇÃO</p><p>(digital)HISTÓRICO</p><p>DA</p><p>MANUTENÇÃO</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO PRIMEIRA PARTE</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>REGIMES DE</p><p>MANUTENÇÃO</p><p>Inspeção</p><p>Execução das</p><p>anomalias</p><p>MANUTENÇÃO</p><p>Manutenção Baseada</p><p>na Condição</p><p>Manutenção</p><p>Baseada no Tempo</p><p>Manutenção</p><p>Corretiva com</p><p>Melhoria</p><p>Breakdow</p><p>Inspeção</p><p>Autônoma</p><p>Inspeção</p><p>Técnica</p><p>Inspeção</p><p>Preditiva</p><p>Manutenção</p><p>Preventiva</p><p>Inspeção</p><p>Execução das</p><p>anomalias</p><p>Inspeção / coleta</p><p>Análise</p><p>Execução das</p><p>anomalias</p><p>ESPECIALISTA</p><p>OPERAÇÃO</p><p>MANUTENÇÃOR</p><p>E</p><p>S</p><p>P</p><p>O</p><p>N</p><p>S</p><p>Á</p><p>V</p><p>E</p><p>L</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO PRIMEIRA PARTE</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>Manutenção Baseada no Tempo (TBM)</p><p>A manutenção baseada no tempo consiste em</p><p>inspecionar, executar serviços, limpar</p><p>os</p><p>equipamentos e substituir periodicamente peças</p><p>para evitar avarias súbitas e problemas nos</p><p>processos.</p><p>É um conceito que deve formar</p><p>parte tanto da Manutenção</p><p>Autônoma como da Manutenção</p><p>Especializada</p><p>“ “</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO PRIMEIRA PARTE</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>Manutenção Baseada em Condições (CBM)</p><p>A manutenção baseada na condição utiliza Equipes de diagnósticos</p><p>para supervisionar e diagnosticar as Condições das Máquinas</p><p>móveis, de forma contínua ou intermitente durante a operação e</p><p>em inspeção durante a partida (verificando as condições dos</p><p>equipamentos estáticos e comprovando os sinais de mudança com</p><p>técnicas de inspeção não destrutivas)</p><p>Como indica seu nome, a</p><p>manutenção baseada em condições</p><p>se coloca para funcionar em</p><p>função das condições reais dos</p><p>equipamentos em vez de por</p><p>transcurso de um determinado</p><p>intervalo de tempo (PREDITIVA)</p><p>“</p><p>“AUTÔNOMA</p><p>SUBJETIVA</p><p>PREDITIVA</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO PRIMEIRA PARTE</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>Manutenção Pós-Quebra (BM)</p><p>Ao contrário dos sistemas anteriores, com este</p><p>sistema se espera que os equipamentos falhem para</p><p>repará-los. (O Breakdow)</p><p>Utiliza-se o conceito de</p><p>manutenção por avarias quando</p><p>uma falha não afeta</p><p>significativamente as operações,</p><p>ou a produção, ou gera outras</p><p>perdas além dos custos das</p><p>reparações</p><p>“</p><p>“</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO PRIMEIRA PARTE</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>Manutenção Corretiva (CM)</p><p>A manutenção corretiva melhora os equipamentos e</p><p>seus componentes de modo que se possa realizar de</p><p>forma confiável a manutenção preventiva.</p><p>Se o equipamento tem debilidades</p><p>de projeto, deve-se reprojeta-lo.“</p><p>“</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO PRIMEIRA PARTE</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>Lubrificação</p><p>As primeiras graxas lubrificantes foram produzidas em 1872, sendo</p><p>utilizadas sabões a base de cálcio e sódio. Em 1940 foram desenvolvidas</p><p>graxas a base de sabão de lítio e uma década depois, foram lançadas as</p><p>graxas sabão complexo de alumínio. Lubrificação pode ser definida como</p><p>o fenômeno de redução de atrito entre duas superfícies em movimento</p><p>relativo, por meio da introdução de uma substância entre as mesmas.</p><p>Com a invenção de engenhocas no</p><p>Séc. XVI surgiu a necessidade da</p><p>lubrificação vinda do petróleo, para</p><p>o seu perfeito funcionamento</p><p>“ “</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO PRIMEIRA PARTE</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>Insira seus</p><p>dados.</p><p>Porquê Lubrificar?</p><p>Porém, em algumas situações, com o</p><p>aumento da velocidade e da pressão, a</p><p>película lubrificante torna-se reduzida</p><p>e o consequente desgaste. Nesses</p><p>casos, poderá ocorrer contato direto</p><p>entre as imperfeições das superfícies</p><p>das partes metálicas, provocando atrito</p><p>e desgastes indesejados, conforme</p><p>apresentado na figura a seguir.</p><p>As peças móveis dos componentes</p><p>hidráulicos movimentam-se</p><p>separadas por um filme de óleo,</p><p>chamada de película de lubrificação.</p><p>Se esse óleo tiver uma viscosidade</p><p>adequada, as imperfeições das</p><p>superfícies peças não entram em</p><p>contato direto, evitando o atrito e o</p><p>consequente desgaste.</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO PRIMEIRA PARTE</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>Engenharia de manutenção</p><p>significa perseguir benchmarks,</p><p>aplicar técnicas modernas, estar</p><p>nivelado com a manutenção de</p><p>Primeiro Mundo</p><p>Engenharia de manutenção</p><p>significa perseguir benchmarks,</p><p>aplicar técnicas modernas, estar</p><p>nivelado com a manutenção de</p><p>Primeiro Mundo</p><p>Dentre as principais atribuições</p><p>da engenharia de manutenção</p><p>estão:</p><p>Engenharia de Manutenção</p><p>- Aumentar a confiabilidade.</p><p>- Aumenta a disponibilidade.</p><p>- Melhorar a manutenibilidade.</p><p>- Aumentar segurança.</p><p>- Eliminar problemas crônicos.</p><p>- Solucionar problemas tecnológicos.</p><p>- Melhorar capacidade pessoal.</p><p>- Gerir materiais e sobressalentes.</p><p>- Participar de novos projetos.</p><p>- Dar suporte à execução.</p><p>- Fazer análise de falhas e estudos.</p><p>- Elaborar planos de manutenção e de</p><p>inspeção e fazer sua análise crítica periódica.</p><p>- Acompanhar os indicadores.</p><p>- Zelar pela documentação técnica.</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO PRIMEIRA PARTE</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>Engenharia de Manutenção</p><p>Enfim, a engenharia de manutenção</p><p>desenvolve melhores práticas de</p><p>manutenção, para aumentar os</p><p>resultados e diminuir os custos.Segundo Kardec e Nascif, (2013,</p><p>p.276), para se otimizar uma</p><p>organização como um todo, várias</p><p>ferramentas estão disponíveis, mas</p><p>elas só darão resultados eficazes à</p><p>medida que o pessoal de manutenção</p><p>internalizar uma nova cultura, sua</p><p>missão estratégica, seus novos</p><p>paradigmas, os tipos mais eficazes de</p><p>manutenção, a prática do trabalho em</p><p>equipe, a multifuncionalidade ou</p><p>polivalência, enfim, o entendimento</p><p>de que a manutenção deve existir</p><p>para só intervir de forma planejada na</p><p>planta.</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO PRIMEIRA PARTE</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>Gestão de Ativos</p><p>Para Abraman, o</p><p>documento PAS 55</p><p>define a Gestão de</p><p>Ativos como a aplicação</p><p>de atividades</p><p>sistemáticas e</p><p>coordenadas, através da</p><p>qual uma organização</p><p>realiza a gestão, de</p><p>forma otimizada e</p><p>sustentável, de seus</p><p>ativos e sistemas de</p><p>ativos e sua</p><p>performance associada,</p><p>riscos e custos ao longo</p><p>do seu ciclo de vida com</p><p>o objetivo de alcançar o</p><p>seu planejamento</p><p>estratégico.</p><p>PAS 55 é um documento reconhecido internacionalmente</p><p>que define o que deve incluir um sistema de Gestão de</p><p>Ativos Físicos para garantir e manter a sustentabilidade e</p><p>o desempenho eficaz dos Ativos Físicos.</p><p>O documento define a Gestão de Ativos como aplicação</p><p>de atividades sistemáticas e coordenadas, através da</p><p>qual uma organização realiza a gestão, d e forma</p><p>otimizada e sustentável, de seus ativos e sistemas de</p><p>ativos e sua performance associada, riscos e custos ao</p><p>longo do seu ciclo de vida com o objetivo de alcançar o</p><p>seu planejamento estratégico. (IAM- BSI)</p><p>O PAS 55 foi elaborado de tal maneira que poderá ser</p><p>utilizada como elemento de seleção de potenciais</p><p>fornecedores e como elemento de controle de gestão</p><p>para os acionistas e todas as partes que estejam</p><p>vinculadas à Empresa (Stakeholders).</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO PRIMEIRA PARTE</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>1. Definição</p><p>2. Criticidade</p><p>3. Estratégia de Manutenção</p><p>4. Inspeção Técnica Subjetiva</p><p>5. Manutenção Preventiva</p><p>6. Manutenção Preditiva</p><p>7. Manutenção Autônoma</p><p>8. Fluxo de Priorização</p><p>Planejamento</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO</p><p>Planejamento e</p><p>Controle de</p><p>Manutenção</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>DEFINIÇÃO</p><p>PLANO DE MANUTENÇÃO: Conjunto de atividades e tarefas a serem executadas nos</p><p>equipamentos/sistemas, itens, instalações, descrevendo explicitamente os métodos,</p><p>freqüências, recursos humanos e materiais envolvidos em cada uma delas.</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO SEGUNDA PARTE</p><p>GRAU DE CRITICIDADE: Critério de avaliação que mede o impacto da falha ou defeito de</p><p>equipamento, sistema ou instalação na qualidade do produto, capacidade de produção e</p><p>produtividade do processo ou no meio ambiente ou segurança industrial.</p><p>CLASSE DE CRITICIDADE: Classificação do equipamento, segundo o grau de criticidade,</p><p>utilizado para estabelecer a estratégia de manutenção para equipamentos, sistemas ou</p><p>instalações.</p><p>ESTRATÉGIA DE MANUTENÇÃO: Escolha dos diversos conceitos de manutenção a serem</p><p>aplicados nos equipamentos, sistemas ou instalações de acordo com sua criticidade.</p><p>A responsabilidade por essas definições</p><p>é do gerente de manutenção.“</p><p>“</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>Definição de Criticidade</p><p>A Unidade deverá listar todos os equipamentos que fazem parte de suas</p><p>diversas áreas em</p><p>uma "Planilha para Definição de Criticidade",</p><p>transferindo a pontuação e classificação obtida na "Matriz de Criticidade“. A</p><p>soma dos pontos obtidos na coluna pontos resultará no Grau de Criticidade</p><p>(GC).</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO SEGUNDA PARTE</p><p>A Classe de Criticidade será definida por:</p><p>Classe A: GC acima ou igual a 100</p><p>Classe B: GC entre 70 a 99</p><p>Classe C: GC igual ou abaixo de 69</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>Planilha para definição de Criticidade</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO SEGUNDA PARTE</p><p>Atenção: Os itens destacados em vermelho, se</p><p>derem pontuação 10, automaticamente viram críticos</p><p>“A” independente da pontuação que tenha dado</p><p>somando com os demais itens. Pois os itens em</p><p>vermelho são requisitos legais.</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>Planilha para definição de Criticidade</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO SEGUNDA PARTE</p><p>Os itens em vermelho</p><p>caracterizam o</p><p>equipamento como</p><p>crítico “A” diretamente,</p><p>independente da</p><p>pontuação.</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>Estratégia de Manutenção</p><p>Uma vez definido a criticidade dos equipamentos, agora é listar na</p><p>Planilha de Estratégia de Manutenção, todos os equipamentos que fazem</p><p>parte de seus diversos sistemas operacionais - com seus respectivos</p><p>TAG´s- e definir a estratégia de manutenção para equipamento.</p><p>Conforme planilha modelo a seguir:</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO SEGUNDA PARTE</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO SEGUNDA PARTE</p><p>Estratégia de Manutenção</p><p>A estratégia depende da criticidade do equipamento,</p><p>conforme considerações a seguir:</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>Manutenção Periódica - planejamento obrigatório nos casos onde não são</p><p>aplicáveis inspeções preditivas e nos equipamentos de controle de</p><p>poluição e prevenção de acidentes.</p><p>Inspeções Preditivas - planejamento conforme Padrão Técnico que trata</p><p>de inspeções preditivas</p><p>Inspeção de Rotas - planejamento obrigatório;</p><p>Lubrificação - planejamento obrigatório;</p><p>Manutenção Autônoma - planejar as atividades de lubrificação, reaperto e</p><p>limpeza sob responsabilidade do operador.</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO SEGUNDA PARTE</p><p>Estratégia de Manutenção</p><p>Equipamento Crítico “A”</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>Manutenção Periódica - planejamento através de análise de custo</p><p>benefício e nos equipamentos de controle de poluição e prevenção de</p><p>acidentes. (não obrigatório)</p><p>Inspeções Preditivas - planejamento através de análise de custo</p><p>benefício. (não obrigatório)</p><p>Inspeção de Rotas - planejamento obrigatório;</p><p>Lubrificação - planejamento obrigatório;</p><p>Manutenção Autônoma - planejar as atividades de lubrificação, reaperto e</p><p>limpeza sob responsabilidade do operador.</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO SEGUNDA PARTE</p><p>Estratégia de Manutenção</p><p>Equipamento Crítico “B” e “C”</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>Notamos que a manutenção evoluiu muito o grau de importância para a</p><p>empresa, mas infelizmente muitos gestores ainda pensam que não se</p><p>devem investir em manutenção e com o pensamento que a empresa existe</p><p>para produzir determinado produto e não para fazer manutenção. Com isso</p><p>surge a necessidade do profissional de manutenção usar de técnicas e</p><p>recursos simples e objetivos para atender essas demandas ao menor custo</p><p>possível.</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO SEGUNDA PARTE</p><p>Muitos profissionais de manutenção, tem dúvidas de como promover na</p><p>prática, a padronização da manutenção em suas empresas. Geralmente a</p><p>maior dúvida é como iniciar esse processo de padronização e usualmente</p><p>deve ser iniciada pelas atividades mais repetitivas e mais sujeitas a erros.</p><p>Fazendo uma análise disso observamos que é recomendado iniciar pelas</p><p>atividades de inspeção.</p><p>Inspeção Técnica Subjetiva na Prática</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>Foram feitos vários experimentos e comprovado na prática a elaboração</p><p>e execução de inspeções técnicas subjetivas em empresas diferentes, com</p><p>pessoas diferentes, com hábitos, conhecimentos e costumes diferentes</p><p>umas das outras. Com isso foi observado que não tem uma fórmula mágica</p><p>e padrão de executar essas inspeções de maneira efetiva.</p><p>Com os dados levantados, observou-se que a Inspeção Técnica em que o</p><p>técnico tem mais afinidade em fazer é um modelo em que não o deixe</p><p>preso a um check-list padrão em que eles somente coloquem Ok, ou NOK</p><p>e sim que eles possam escrever a opinião deles. Eles se mostraram mais</p><p>propensos a executarem inspeções em que eles tem a liberdade de checar</p><p>o equipamento de acordo com suas experiências e que eles possam</p><p>escrever suas opiniões caso encontrem algo de anormal.</p><p>Tendo como base essas informações, sugiro um processo de elaboração</p><p>da inspeção da seguinte forma:</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO SEGUNDA PARTE</p><p>Inspeção Técnica Subjetiva na Prática</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>- Subdividi-se o equipamento em subconjuntos;</p><p>- Faz-se um levantamento das quebras nos últimos meses e definir nessas</p><p>quebras quais poderiam ser identificadas com inspeção técnica subjetiva;</p><p>- Para cada subconjunto, junto com o técnico, é questionado em campo</p><p>na máquina, o que ele conseguiria inspecionar naquele subconjunto, de</p><p>acordo com o que o manual diz e de acordo com a sua experiência e em</p><p>cima das quebras levantadas, com a máquina em funcionamento;</p><p>- Feito o mesmo questionamento do mesmo subconjunto, porém com a</p><p>máquina parada;</p><p>- Tabulado todos os itens a ser verificado para cada subconjunto, tanto</p><p>com máquina rodando, como máquina parada;</p><p>- Confeccionar uma Lição de Um Ponto, com a foto do subconjunto</p><p>detalhando as peças de desgaste;</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO SEGUNDA PARTE</p><p>Inspeção Técnica Subjetiva na Prática</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>Uma vez definido os itens a serem verificados, partimos para uma outra</p><p>etapa, que é algo muito importante na padronização dessa atividade de</p><p>Inspeção Técnica Subjetiva, que é o como se realizar essa verificação dos</p><p>itens mapeados de acordo com a qualificação e hábitos da equipe local e</p><p>não somente pelo conhecimento teórico.</p><p>Novamente com a participação dos técnicos no equipamento, é feito o</p><p>questionamento de como ele realiza a verificação dos itens relacionados na</p><p>prática e como ele define se o item está bom, ou ruim. Vale salientar que,</p><p>para equipamento rodando a verificação é de uma maneira e para</p><p>equipamento parado é de outra maneira e isso tem que estar bem definido</p><p>e registrado para que todos possam realizar a inspeção da mesma maneira.</p><p>O próximo passo é definir com qual frequência será realizada essas</p><p>inspeções, levando em consideração o nível de quebra desse equipamento,</p><p>criticidade, horas de produção e velocidade do equipamento.</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO SEGUNDA PARTE</p><p>Inspeção Técnica Subjetiva na Prática</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>Kardec e Nascif (2001) menciona, que para tornar os padrões de</p><p>inspeção completos, as seguintes informações são essenciais:</p><p>(1) partes do equipamento a ser inspecionadas,</p><p>(2) frequência das inspeções,</p><p>(3) métodos de inspeção,</p><p>(4) instrumentos e aparelhos de inspeção,</p><p>(5) características a ser inspecionadas,</p><p>(6) critérios de julgamento,</p><p>(7) contramedidas em caso de anomalias.</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO SEGUNDA PARTE</p><p>Inspeção Técnica Subjetiva na Prática</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>A figura a seguir mostra um exemplo de inspeção técnica subjetiva mecânica de uma</p><p>encaixotadora de garrafas, levando em consideração todos os aspectos mencionados.</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO SEGUNDA PARTE</p><p>Inspeção Técnica Subjetiva na Prática</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO</p><p>E CONTROLE DE MANUTENÇÃO SEGUNDA PARTE</p><p>Inspeção Técnica Subjetiva na Prática</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>A figura a seguir mostra um exemplo de uma inspeção técnica subjetiva elétrica de</p><p>um Misturador de bebidas, levando em consideração todos os aspectos mencionados.</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO SEGUNDA PARTE</p><p>Inspeção Técnica Subjetiva na Prática</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>Descrição da Tarefa: Nesse campo está os subconjuntos da máquina e a</p><p>descrição detalhada do que ele tem que verificar em cada subconjunto e como</p><p>ele deve verificar, para que ele não esqueça de verificar nenhum dos pontos na</p><p>hora de executar a inspeção.</p><p>Status: Nesse campo será inserido a anotação se aquele subconjunto está Ok,</p><p>ou Não Ok na hora da inspeção (Se não for encontrado nenhuma anomalia, será</p><p>colocado Ok, se for encontrado alguma anomalia será colocado Não Ok). Nas</p><p>letras A, B e C, deve-se assinalar o grau da criticidade da anomalia se for</p><p>encontrado algo de errado.</p><p>Anomalia Encontrada: Nesse campo será anotado o que foi encontrado de</p><p>anomalia e uma possível solução, para ser programado posteriormente para</p><p>correção.</p><p>Ordem Manut.: Nesse campo será anotada a Ordem do SAP para a correção</p><p>dessa anomalia e rastreabilidade posteriormente.</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO SEGUNDA PARTE</p><p>Inspeção Técnica Subjetiva na Prática</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO SEGUNDA PARTE</p><p>Lição de Um Ponto</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO SEGUNDA PARTE</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>Manutenção Preventiva é aquela feita em intervalos de tempo pré-definidos.</p><p>Por isso, ela também é chamada de manutenção baseada em tempo!</p><p>Seu objetivo é Prevenir qualquer desgaste ou quebra, mantendo as</p><p>condições básicas dos equipamentos.</p><p>- A manutenção periódica deve ser considerada umas das atividades</p><p>principais da manutenção em uma empresa.</p><p>- Envolve algumas tarefas sistemáticas, tais como as inspeções, reformas e</p><p>principalmente a troca de peças.</p><p>- E por se tratar de preventiva a sua execução deve ter caráter obrigatório.</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO SEGUNDA PARTE</p><p>Manutenção Preventiva</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO SEGUNDA PARTE</p><p>E qual a sequência de</p><p>atividades a serem feitas na</p><p>elaboração de um plano de</p><p>manutenção periódica?</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO SEGUNDA PARTE</p><p>1º</p><p>2º</p><p>3º</p><p>4º</p><p>5º</p><p>6º</p><p>Quais manutenções serão feitas?</p><p>Em quais equipamentos?</p><p>Com que frequência?</p><p>Por quem serão feitas?</p><p>Como serão feitas?</p><p>E com qual</p><p>duração?</p><p>As 6 Etapas do</p><p>Plano de Manutenção</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO SEGUNDA PARTE</p><p>Você pode até mesmo chegar a seguinte conclusão:</p><p>Esse item eu prefiro esperar ele quebrar para</p><p>trocar, porque é um item não muito importante e</p><p>eu tenho as peças necessárias reserva e para trocar</p><p>é rápido, então eu prefiro esperar quebrar para</p><p>trocar. E não tem nada de errado nisso.</p><p>Um ponto importante a se observar é:</p><p>Que para a manutenção ser eficaz, é necessário adequar</p><p>o estoque de peças de reposição, substituindo os itens</p><p>desnecessários do estoque, por itens que serão</p><p>necessários. Para garantir que quando chegar a data de</p><p>uma determinada manutenção, o material necessário</p><p>esteja disponível!</p><p>Manutenção Preventiva</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO SEGUNDA PARTE</p><p>Manutenção Preditiva</p><p>MANUTENÇÃO BASEADA NA CONDIÇÃO</p><p>Essas atividades de manutenção</p><p>existem para Eliminar a</p><p>anomalia encontrada, de forma</p><p>programada!</p><p>É possível prever o desempenho do</p><p>equipamento e o momento exato para fazer a</p><p>manutenção, reduzindo custos e aumentando</p><p>a vida útil dos equipamentos!</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO SEGUNDA PARTE</p><p>Manutenção Preditiva</p><p>7 Etapas para Implantação</p><p>1. Pesquisa das necessidades ;</p><p>2. Seleção de equipamentos prioritários, áreas de implantação e responsáveis;</p><p>3. Coleta de informações externas à empresa para obtenção de tecnologias;</p><p>4. Estrutura para execução e fluxo do sistema de manutenção preditiva;</p><p>5. Treinamento dos responsáveis;</p><p>6. Testes na aplicação das tecnologias;</p><p>7. Desenvolvimento gradual do sistema na empresa;</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO SEGUNDA PARTE</p><p>Ganhos da Manutenção Preditiva</p><p>Na:</p><p>Produtividade</p><p>Na:</p><p>Confiabilidade</p><p>• Conhecer as tendências de</p><p>deterioração.</p><p>• Prever as anormalidades do</p><p>equipamento.</p><p>• Consolidar uma estrutura de</p><p>diagnósticos de alto nível dos</p><p>equipamentos.</p><p>• Operação até os limites próximos do</p><p>ponto ideal.</p><p>• Evitar a manutenção excessiva.</p><p>• Conhecer as condições de deterioração.</p><p>• Prever o aumento dos custos de</p><p>manutenção.</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO SEGUNDA PARTE</p><p>Manutenção Preditiva</p><p>“ Não é necessário usar todas as técnicas de</p><p>preditiva no mesmo equipamento. Essa decisão</p><p>tem muito a ver com a criticidade do</p><p>equipamento, o custo benefício e quais as técnicas</p><p>que realmente se aplica a ele ”</p><p>É preciso usar toda as técnicas de preditiva no mesmo equipamento?</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO PRIMEIRA PARTE</p><p>Análise de</p><p>Vibração</p><p>Análise</p><p>Termográfica</p><p>Análise de</p><p>Óleo Isolante</p><p>Análise de Óleo</p><p>Lubrificante</p><p>Teste de</p><p>Ultrasom</p><p>Principais técnicas</p><p>utilizadas no</p><p>mercado industrial</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO SEGUNDA PARTE</p><p>Manutenção Autônoma</p><p>Com o aprendizado que vai se adquirindo com essas</p><p>etiquetas colocadas e retiradas a manutenção começa</p><p>transferir conhecimento para a operação, capacitando eles</p><p>a resolverem pequenos problemas. E isso é feito por meio</p><p>das etiquetas azul.</p><p>Essas etiquetas vermelhas são anomalias encontradas pela</p><p>própria operação em seu equipamento e solicitado para</p><p>manutenção a resolução da mesma, através de um fluxo</p><p>pré-definido. Essas etiquetas são gerenciadas tanto na</p><p>gestão a vista da máquina, ou na célula de operação e</p><p>também na manutenção</p><p>OPERAÇÃO</p><p>MANUTENÇÃO</p><p>Vamos falar de etiqueta vermelha e etiqueta azul</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO SEGUNDA PARTE</p><p>Manutenção Autônoma</p><p>Com isso, espera-se que</p><p>manutenção e operação</p><p>restaurem os</p><p>equipamentos, resolvendo e</p><p>retirando as etiquetas dos</p><p>equipamentos.</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO SEGUNDA PARTE</p><p>Fluxo de Priorização</p><p>Objetivo</p><p>Facilitar a priorização das atividades de manutenção,</p><p>considerando os recursos disponíveis e as tarefas</p><p>necessárias para garantir a confiabilidade dos</p><p>sistemas.</p><p>Também busca agilizar as reuniões de programação</p><p>de manutenção de forma a focar as atividades a ser</p><p>priorizadas.</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO SEGUNDA PARTE</p><p>(3</p><p>º)</p><p>L</p><p>u</p><p>b</p><p>ri</p><p>fi</p><p>c</p><p>a</p><p>ç</p><p>ã</p><p>o</p><p>(2</p><p>º)</p><p>I</p><p>te</p><p>n</p><p>s</p><p>d</p><p>e</p><p>Q</p><p>u</p><p>a</p><p>li</p><p>d</p><p>a</p><p>d</p><p>e</p><p>(4</p><p>º)</p><p>P</p><p>e</p><p>ri</p><p>ó</p><p>d</p><p>ic</p><p>a</p><p>S</p><p>e</p><p>m</p><p>a</p><p>n</p><p>a</p><p>l</p><p>In</p><p>sp</p><p>e</p><p>ç</p><p>õ</p><p>e</p><p>s</p><p>P</p><p>re</p><p>d</p><p>it</p><p>iv</p><p>a</p><p>s</p><p>In</p><p>sp</p><p>e</p><p>ç</p><p>õ</p><p>e</p><p>s</p><p>d</p><p>e</p><p>R</p><p>o</p><p>ta</p><p>s</p><p>P</p><p>e</p><p>ri</p><p>ó</p><p>d</p><p>ic</p><p>a</p><p>o</p><p>u</p><p>tr</p><p>a</p><p>s</p><p>fr</p><p>e</p><p>q</p><p>(6</p><p>º)</p><p>M</p><p>o</p><p>n</p><p>it</p><p>.</p><p>R</p><p>o</p><p>ta</p><p>C</p><p>o</p><p>rr</p><p>e</p><p>ti</p><p>v</p><p>a</p><p>P</p><p>ro</p><p>g</p><p>ra</p><p>m</p><p>a</p><p>d</p><p>a</p><p>M</p><p>a</p><p>n</p><p>u</p><p>t.</p><p>E</p><p>m</p><p>e</p><p>rg</p><p>e</p><p>n</p><p>c</p><p>ia</p><p>l</p><p>(5</p><p>º)</p><p>M</p><p>o</p><p>n</p><p>it</p><p>.</p><p>P</p><p>re</p><p>d</p><p>it</p><p>iv</p><p>o</p><p>In</p><p>sp</p><p>.</p><p>d</p><p>e</p><p>S</p><p>e</p><p>g</p><p>u</p><p>ra</p><p>n</p><p>ç</p><p>a</p><p>(1</p><p>º)</p><p>I</p><p>te</p><p>n</p><p>s</p><p>d</p><p>e</p><p>S</p><p>e</p><p>g</p><p>u</p><p>ra</p><p>n</p><p>ç</p><p>a</p><p>Sistemática de Priorizações</p><p>(Reuniões de PCM das Áreas)</p><p>EXECUÇÃO DA MANUTENÇÃO</p><p>Controle de</p><p>Despesa (R$)</p><p>Funil de</p><p>Priorização</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>1.</p><p>Conceitos</p><p>2. Prioridades</p><p>3. Responsabilidade</p><p>4. Reunião de Programação</p><p>5. Pontos de Atenção</p><p>Programação</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO</p><p>Planejamento e</p><p>Controle de</p><p>Manutenção</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO TERCEIRA PARTE</p><p>Conceitos de Programação</p><p>Conforme funil de priorização, as atividades de maior</p><p>prioridade são programadas primeiro, seguidos pelos</p><p>de prioridade imediatamente inferior, até os recursos</p><p>disponíveis naquela data, se esgotarem.</p><p>Importantíssimo também levar em consideração o</p><p>controle de despesa para realizar a programação,</p><p>pois tem impacto direto nos resultados (custo das</p><p>atividades com mão-de-obra e peças).</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO TERCEIRA PARTE</p><p>Conceitos de Programação</p><p>Programação Sistemática</p><p>Nessa situação</p><p>consideramos as</p><p>manutenções periódicas,</p><p>que são executadas</p><p>sistematicamente com</p><p>periodicidade pré-</p><p>determinada. Podendo</p><p>ser semanais, quinzenais,</p><p>mensais, bimestrais,</p><p>anuais, etc.</p><p>Essa situação é</p><p>diferenciada, pois a</p><p>realização dessas atividades</p><p>requer parada da produção</p><p>e muitas vezes oneram alto</p><p>custo, ou perdas. Necessário</p><p>uma atenção especial para</p><p>esse tipo de programação,</p><p>para minimizar o impacto.</p><p>Planejada não Periódica Programação de Paradas</p><p>Nessa situação estão as</p><p>manutenções corretivas</p><p>planejadas, que são as</p><p>atividades oriundas das</p><p>inspeções e etiquetagem</p><p>da operação</p><p>(manutenção autônoma).</p><p>Podemos considerar 3 tipos de programação:</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO TERCEIRA PARTE</p><p>Prioridades</p><p>URGENTE: O serviço deverá ser realizado imediatamente, pois as consequências da falha já</p><p>estão sendo sentidas, seja no processo produtivo, na segurança das pessoas, ou em impacto</p><p>ao meio ambiente.</p><p>IMPORTANTE: Serviços que devem ser realizados em um curto espaço de tempo, pois</p><p>podem interferir no processo produtivo, na segurança das pessoas, ou em impacto ao meio</p><p>ambiente.</p><p>PRIORITÁRIO: Serviços cuja execução pode esperar um tempo mais longo, pois a função</p><p>dos equipamento não está perdida, ou ainda pode ser realizada por outros equipamentos.</p><p>NÃO PRIORITÁRIO: Serviços que não interferem na capacidade produtiva da unidade e por</p><p>isso podem aguardar um melhor momento para execução.</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO TERCEIRA PARTE</p><p>Responsabilidade</p><p>A responsabilidade do programador, é uma distribuição</p><p>das atividades o mais uniforme possível , da carga de</p><p>trabalho da equipe, seja diária, semanal, quinzenal,</p><p>mensal, etc.</p><p>Também otimizar ao máximo, as paradas ou</p><p>desligamentos dos equipamentos para manutenção.</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO TERCEIRA PARTE</p><p>Principais Responsabilidades do Programador</p><p> Atualização da planilhas / tabelas / software de programação.</p><p> Atualização das instruções de trabalho.</p><p> Atualização da programação mestre de manutenção.</p><p> Reprogramação dos trabalho pendentes.</p><p> Reprogramação das tarefas pendentes dos trabalhos.</p><p> Emissão de listagem de programação ou programação semanal.</p><p> Emissão de listagem de materiais necessários.</p><p> Acompanhamento do custo.</p><p> Indicadores e execução da programação.</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO TERCEIRA PARTE</p><p>Reunião de Programação</p><p>A frequência da reunião de programação deve ser</p><p>realizada de acordo com a realidade e necessidade de</p><p>cada empresa.</p><p>A reunião deve envolver no mínimo as áreas de</p><p>produção, manutenção e PCM. Demais áreas devem</p><p>participar de acordo com a necessidade e</p><p>disponibilidade (Ex: Almoxarifado, Compras,</p><p>Engenharia).</p><p>“ O Programador deve levar a programação</p><p>praticamente pronta para a reunião, que</p><p>tem apenas o objetivo de alinhamentos</p><p>finais ”</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO TERCEIRA PARTE</p><p>Pontos de Atenção</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO TERCEIRA PARTE</p><p>Pontos de Atenção</p><p>“ Todos tem que estar envolvidos na programação ”</p><p>É importante que a programação de uma semana</p><p>seja conhecida na semana anterior, ou até antes.</p><p>Nunca deixe programar atividades críticas.</p><p>Divulgar a programação a todos e acompanhar a</p><p>sua execução na área.</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO TERCEIRA PARTE</p><p>2º</p><p>Alinhamento</p><p>entre as áreas</p><p>Para a programação</p><p>ter sucesso são</p><p>imprescindíveis</p><p>dois itens:</p><p>1º</p><p>Planejamento</p><p>bem Feito</p><p>Para isso o papel do</p><p>planejador e programador</p><p>de manutenção tem que</p><p>ser desempenhado com</p><p>eficiência.</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>1. Conceitos</p><p>2. Arquivo Técnico</p><p>3. Indicadores de Manutenção</p><p>Controle</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO</p><p>Planejamento e</p><p>Controle de</p><p>Manutenção</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO QUARTA PARTE</p><p>Controle de Manutenção</p><p>Controle é o acompanhamento dos indicadores de</p><p>manutenção. A função é estratégica e muito</p><p>importante para o Corpo Gerencial, porque esses</p><p>controles, norteiam as tomadas de decisões, pois se</p><p>tem uma visão de todos os indicadores de</p><p>manutenção e uma análise preliminar de tendências</p><p>e dados.</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO QUARTA PARTE</p><p>Controle de Manutenção</p><p>Tem a ver com o controle e armazenamento das ordens de</p><p>manutenção, arquivos técnicos e desenhos, controles</p><p>relacionados a funcionários, ferramentas e atividades ligadas</p><p>a manutenção.</p><p>“ Gestão administrativa da manutenção ”</p><p>“ O PCM é o responsável em gerar todas as informações e</p><p>dados pertinentes a manutenção, fornecendo aos</p><p>responsáveis pelo gerenciamento da manutenção dados e</p><p>estatísticas confiáveis para a tomada de decisão ”</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO QUARTA PARTE</p><p>Arquivo Técnico</p><p>Podemos considerar duas modalidades de arquivo:</p><p>Arquivos com</p><p>catálogos de</p><p>fornecedores em</p><p>geral</p><p>Arquivos de desenhos</p><p>e manuais dos</p><p>equipamentos e</p><p>instalações</p><p>Podendo ser físico ou eletrônico Podendo ser arquivo de oficina físico,</p><p>ou digital na rede da empresa.</p><p>O importante é garantir agilidade e</p><p>qualidade na reposição de peças</p><p>sobressalentes.</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO QUARTA PARTE</p><p>Indicadores de Manutenção</p><p>Os indicadores devem ser utilizados como uma</p><p>forma de verificação, controle e Análise Crítica,</p><p>para identificar a tendência, positiva ou negativa,</p><p>proporcionando correção dos desvios, melhorias</p><p>contínuas e ações preventivas buscando</p><p>melhores práticas de Classe Mundial.</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO QUARTA PARTE</p><p>Indicadores de Manutenção</p><p>Já existem inúmeros indicadores pré-</p><p>estabelecidos para um acompanhamento</p><p>eficaz das atividades da manutenção.</p><p>Mas lembre-se: é melhor ter poucos</p><p>indicadores e acompanha-los bem!</p><p>Quais os indicadores considerados</p><p>como os mais importantes?</p><p>Os gestores estão sempre focados em manter a competitividade</p><p>da empresa, os desafios são constantes no setor de manutenção,</p><p>levando assim a controlar melhor os custos da manutenção e</p><p>realizando investimentos de maneira correta, de forma a se</p><p>manter o nível de competitividade no mercado. Então os</p><p>indicadores mais importantes são os</p><p>voltado para Custo!</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO QUARTA PARTE</p><p>Indicadores de Manutenção</p><p> O que será medido.</p><p> Como será medido.</p><p> Para que será medido.</p><p> Onde será medido.</p><p> Quando</p><p>será medido.</p><p> Quem medirá.</p><p>É importante ter uma idéia bastante clara do</p><p>indicador que se pretende adotar e determinar</p><p>com precisão:</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO QUARTA PARTE</p><p>Classificação dos Indicadores</p><p>Os indicadores de manutenção podem ser</p><p>classificados em:</p><p>Indicadores</p><p>Estratégicos</p><p>Indicadores</p><p>Táticos</p><p>Indicadores</p><p>Operacionais</p><p>Evidenciam os resultados</p><p>globais da organização ou</p><p>departamento e são de</p><p>interesse direto da alta</p><p>administração. Devem</p><p>ser desdobrados nos</p><p>indicadores táticos.</p><p>Mostram os resultados</p><p>dos processos internos,</p><p>sendo utilizados como</p><p>itens de controle pela</p><p>média administração,</p><p>engenheiros e</p><p>coordenadores.</p><p>São aqueles que medem</p><p>a influência dos eventos</p><p>sobre os resultados da</p><p>execução dos serviços. Os</p><p>resultados desses</p><p>indicadores são utilizados</p><p>e controlados por</p><p>supervisores e operários.</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO QUARTA PARTE</p><p>Indicadores de Gestão de Custo da Manutenção</p><p>ICMUP – Indicador de Custo de Manutenção por Unidade Produzida</p><p>ICM – Indicador de Custo de Manutenção</p><p>CMPR + CSR</p><p>Custo =</p><p>COM</p><p>CMPR = Custo de materiais e peças realizado</p><p>CSR = Custo com serviços realizado</p><p>COM = Custo orçado de manutenção</p><p>CMPR + CSR + CSER</p><p>ICMUP =</p><p>PTU</p><p>CMPR = Custo de materiais e peças realizado</p><p>CSR = Custo com serviços realizado</p><p>CSER = Custo com salários e encargos realizado</p><p>PTU = Produção total da unidade</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO QUARTA PARTE</p><p>Indicadores de Gestão de Performance da Manutenção</p><p>MTTR – Mean Time to Repair (Tempo Médio de Reparo)</p><p>∑ TR</p><p>MTTR =</p><p>n</p><p>TR = Tempo de reparo</p><p>n = Número de intervenções observadas</p><p>MTBF – Mean Time Between Failures (Tempo Médio Entre Falhas)</p><p>TEF = Tempo entre falhas</p><p>n = Número de intervalos observados</p><p>∑ TEF</p><p>MTBF =</p><p>n</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO QUARTA PARTE</p><p>Indicadores de Gestão de Performance da Manutenção</p><p>Disponibilidade da Manutenção</p><p>HCAL - HPM</p><p>Disponibilidade =</p><p>HCAL</p><p>HCAL = Hora calendário</p><p>HPM = Horas parada de manutenção</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO QUARTA PARTE</p><p>Indicadores de Planejamento e Programação de</p><p>Manutenção</p><p>ICPMD – Indicador do Cumprimento do Plano de Manutenção Preditiva</p><p>NRPDR</p><p>ICPMD = X 100</p><p>NRPDP</p><p>NRPDR = Número de rota do plano de</p><p>manutenção preditiva realizado</p><p>NRPDP = Número de rota do plano de</p><p>manutenção preditiva planejado</p><p>Backlog – Carga Futura de Trabalho</p><p>HHPT = Horas programadas</p><p>HHDD = Horas disponíveis</p><p>HHPT</p><p>BACK =</p><p>HHDD</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO QUARTA PARTE</p><p>Indicadores de Planejamento e Programação de</p><p>Manutenção</p><p>ICPMP – Indicador do Cumprimento do Plano de Manutenção Preventiva</p><p>OMPVR</p><p>ICPMP = X 100</p><p>OMPVP</p><p>OMPVR = Número de OM do plano de manutenção</p><p>preventiva realizado</p><p>OMPVP = Número de OM do plano de manutenção</p><p>preventiva planejado</p><p>ICHH – Indicador do Cumprimento do Homem Hora</p><p>HhREAL = Homem hora efetivamente realizado</p><p>HhPLAN = Homem hora planejado</p><p>HhREAL</p><p>ICHH = X 100</p><p>HhPLAN</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO QUARTA PARTE</p><p>Indicadores de Planejamento e Programação de</p><p>Manutenção</p><p>ICOM – Indicador do Cumprimento da Ordem de Manutenção</p><p>NOMPR</p><p>ICOM = X 100</p><p>NOMP</p><p>NOMPR = Número de Ordem de Manutenção</p><p>programada realizada</p><p>NOMP = Número de Ordem de Manutenção</p><p>programada</p><p>IEP – Indicador de Eficiência no Planejamento</p><p>OBS: Pode gerar esse indicador por especialidade</p><p>é só separar as notas por especialidades</p><p>∑ Notas maior que 7 dias</p><p>IEP =</p><p>∑ Ordens abertas</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO QUARTA PARTE</p><p>Indicadores de Manutenção</p><p>Além de providenciar indicadores para medir os</p><p>fatores críticos de sucesso, verificar se esses</p><p>indicadores fornecerão os resultados que</p><p>possibilitem a visualização das</p><p>interdependências – as relações de causa e</p><p>efeito entre os acontecimentos das diferentes</p><p>áreas e funções.</p><p>http://academiademanutencao.com</p><p>E-BOOK – DE PLANEJAMENTO PROGRAMÇÃO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO</p><p>Fim</p><p>Espero ter contribuído para o</p><p>aumento do seu conhecimento!</p><p>http://academiademanutencao.com</p>

Mais conteúdos dessa disciplina