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<p>Natália alencar soi ii</p><p>1</p><p>Hipófise e Hipotálamo</p><p>EMBRIOLOGIA DA HIPÓFISE</p><p>• Origem ectodérmica.</p><p>• Se desenvolve a partir de duas vias:</p><p>→ Crescimento para cima ocorre a partir do teto ectodérmico do estomodeu (boca), chamado</p><p>de Divertículo Hipofisário/Bolsa de Rathke.</p><p>→ Crescimento para baixo a partir do neuroectoderma do diencéfalo, chamado de divertículo</p><p>neuro-hipofisário.</p><p>• Essa dupla origem explica por que a hipófise é composta por dois tipos diferentes de tecido</p><p>→ Adeno-hipófise (tecido glandular e surge do ectoderma oral)</p><p>→ Neuro-hipófise (tecido nervoso e surge do neuroectoderma).</p><p>1. Na 3ª semana, o divertículo hipofisário se projeta do teto do estomodeu e fica na parede ventral do</p><p>diencéfalo.</p><p>2. Na 5ª semana, o divertículo hipofisário se alonga ao se ligar ao epitélio oral → entrando em contato</p><p>com o infundíbulo (derivado do divertículo neuro-hipofisário).</p><p>3. O pedúnculo do divertículo hipofisário passa entre os centros de condrificação do esfenoide e a base</p><p>do esfenoide.</p><p>4. Durante a 6ª semana, a conexão do divertículo hipofisário com a cavidade oral degenera.</p><p>5. As células da parede anterior do Divertículo Hipofisário se proliferam e originam o lobo anterior da</p><p>hipófise.</p><p>6. A parte tuberal cresce em volta o tronco infundibular.</p><p>7. Redução do lúmen do divertículo H. para uma fenda estreita.</p><p>8. A fenda residual normalmente não é reconhecível na hipófise adulta → Pode ser representada por</p><p>uma zona de cistos.</p><p>9. As fibras nervosas crescem na parte nervosa da área hipotalâmica, à qual o tronco infundibular está</p><p>ligado.</p><p>10. O divertículo neuro-hipofisário se desenvolve a partir do neuroectoderma.</p><p>11. O Infundíbulo origina a eminência mediana, o tronco infundibular e a parte nervosa.</p><p>12. Inicialmente, as paredes do infundíbulo são finas e sua extremidade vai se tornando sólida à medida</p><p>que as células neuroepiteliais se proliferam.</p><p>13. As células neuroepiteliais se diferenciam em PITUÍCITOS → Relacionadas com as células da neuroglia.</p><p>Natália alencar soi ii</p><p>2</p><p>EMBRIOOLOGIA DO HIPOTÁLAMO</p><p>• Se origina do prosencéfalo.</p><p>• O hipotálamo surge pela proliferação de neuroblastos na zona intermediária das paredes diencefálicas.</p><p>• Ocorre o desenvolvimento dos núcleos relacionados a atividades endócrinas e de homeostase. ·</p><p>• Formação dos corpos mamilares por meio do desenvolvimento de um par de núcleos.</p><p>ANATOMIA E HISTOLOGIA DA HIPÓFISE</p><p>• Órgão endócrino importante que secreta até 9 hormônios.</p><p>Natália alencar soi ii</p><p>3</p><p>• Infundíbulo: Se conecta superiormente a uma parte do hipotálamo chamado Túber cinéreo →</p><p>Localizado entre o quiasma óptico e os corpos mamilares.</p><p>• A Hipófise é uma Glândula endócrina em formato de pera, localizada na base do cérebro e</p><p>encerrada em uma depressão do osso esfenoide → chamada de Sela Turca.</p><p>• A hipófise tem duas divisões básicas:</p><p>→ Adeno-hipófise – lobo anterior – três subdivisões: parte distal (maior e anterior), parte intermédia</p><p>(posterior a parte distal) e parte tuberal (superior a intermédia e envolve o infundíbulo como um</p><p>tubo).</p><p>• Neuro-hipófise – lobo posterior – duas subdivisões: parte nervosa (inferior) e infundíbulo</p><p>(pedúnculo/pedículo que se conecta ao hipotálamo).</p><p>• Apresenta células arranjadas em cordões e agrupamentos de células com uma extensa rede capilar.</p><p>• Três tipos celulares podem ser identificados com base na reação do seu citoplasma a corantes ácidos</p><p>e básicos.</p><p>• ACIDÓFILAS → quando se coram com corantes ácidos.</p><p>• BASÓFILAS → quando coram com corantes básicos.</p><p>• CROMÓFOBAS, quando se coram levemente ou não se coram. São supostamente um grupo</p><p>heterogêneo de células; várias são consideradas como acidófilas ou basófilas com poucos grânulos.</p><p>• Com o uso de reações imuno-histoquímicas, as células acidófilas e basófilas são funcionalmente</p><p>classificadas em cinco tipos celulares, de acordo com seu produto secretor:</p><p>→ SOMATOTRÓFICA: uma célula acidófila que produz somatotrofina, o hormônio de crescimento.</p><p>→ LACTOTRÓFICA: célula acidófila que produz prolactina, promove o desenvolvimento da glândula</p><p>mamária e inicia a produção do leite.</p><p>→ CORTICOTRÓFICA: célula basófila que produz o hormônio adrenocorticotrófico (ACTH), que</p><p>estimula a secreção de glicocorticoides e gonadocorticoides pela glândula adrenal.</p><p>→ GONADOTRÓFICA: célula basófila que produz o hormônio folículoestimulante (FSH), que estimula</p><p>o desenvolvimento folicular no ovário e a espermatogênese nos testículos, além do hormônio</p><p>Natália alencar soi ii</p><p>4</p><p>luteinizante (LH), que regula a maturação final dos folículos ovarianos, a ovulação* e a formação do</p><p>corpo lúteo na mulher, e é essencial para a manutenção da secreção androgênica pelas células de</p><p>Leydig nos testículos do homem.</p><p>→ TIREOTRÓFICA: célula basófila que produz hormônio tireotrófico (TSH), que estimula a produção</p><p>e a liberação de tireoglobulina e de hormônios da tireoide.</p><p>• O Sangue arterial chega à hipófise por meio de dois vamos da artéria Carótida interna</p><p>→ Artéria hipofisária Superior: irriga a adeno-hipófise e o infundíbulo.</p><p>→ Artéria hipofisária Inferior: irriga a parte nervosa da neuro-hipófise.</p><p>• As veias dos amplos leitos capilares da hipófise drenam o sangue para o seio cavernoso.</p><p>Natália alencar soi ii</p><p>5</p><p>ANATOMIA DO HIPOTÁLAMO</p><p>• Pequena parte do diencéfalo localizada inferiormente ao tálamo;</p><p>• Constituído por aproximadamente doze núcleos em quatro regiões principais:</p><p>→ A área hipotalâmica posterior, é a parte mais posterior do hipotálamo e inclui os corpos mamilares</p><p>(atuam como estações de retransmissão para os reflexos relacionados com o sentido do olfato) e o</p><p>núcleo posterior do hipotálamo.</p><p>→ A área hipotalâmica intermédia (tuberal), a parte mais larga do hipotálamo, inclui o núcleo</p><p>dorsomedial, o núcleo ventromedial e o núcleo arqueado, bem como o infundíbulo, que conecta a</p><p>hipófise ao hipotálamo.</p><p>→ A área hipotalâmica rostral (supraóptica), superiormente ao quiasma óptico e contém o núcleo</p><p>paraventricular, o núcleo supraóptico, o núcleo periventricular ventral e o núcleo supraquiasmático. Os</p><p>axônios provenientes dos núcleos paraventricular e supraóptico formam o trato hipotálamo-hipofisial,</p><p>que se estende através do infundíbulo para a neuro-hipófise.</p><p>→ A área pré-óptica anterior à região supraóptica, que contém os núcleos pré-ópticos medial e</p><p>lateral.</p><p>• O hipotálamo controla muitas atividades corporais e é um dos principais reguladores da homeostasia.</p><p>• Funções importantes do hipotálamo incluem as seguintes:</p><p>→ Controle do sistema nervoso autônomo.</p><p>→ Produção de hormônios e tem dois tipos de conexões importantes com a hipófise, uma glândula</p><p>endócrina localizada inferiormente ao hipotálamo e axônios que se estendem dos núcleos</p><p>paraventricular e supraóptico através do infundíbulo para a neuro-hipófise (lobo posterior da hipófise).</p><p>→ Regulação de padrões emocionais e comportamentais.</p><p>→ Regulação da ingestão de alimentos sólidos e líquidos.</p><p>→ Controle da temperatura corporal.</p><p>→ Regulação dos ritmos circadianos.</p><p>Natália alencar soi ii</p><p>6</p><p>• Exerce sua ação direta sobre a hipófise e indireta sobre outras glândulas tais como adrenal, gônadas,</p><p>tireóide, mamária e ainda sobre vários tecidos orgânicos (muscular, ósseo, vísceras).</p><p>• O hipotálamo apresenta células sensíveis aos níveis circulantes de esteróides, de glicocorticóides, de</p><p>T3, T4, e assim capaz de regular a secreção desses hormônios através do feedback negativo.</p><p>EIXO HIPOTALÂMICO-HIPOFISÁRIO</p><p>• A secreção de hormônios pela hipófise é controlada pelo hipotálamo.</p><p>• A conexão é nervosa e endócrina.</p><p>• Secreta seis hormônios peptídicos:</p><p>→ hormônio tireoestimulante (TSH), FSH, LH, hormônio do crescimento (GH), prolactina e hormônio</p><p>adrenocorticotrófico (ACTH).</p><p>• Hormônios peptídicos/hormônios de liberação e os hormônios de inibição.</p><p>• O hipotálamo e a hipófise estão ligados diretamente</p><p>pelos vasos sanguíneos porta hipotalâmico-</p><p>hipofisários.</p><p>1. Os neurônios hipotalâmicos sintetizam os hormônios de liberação e inibição, que são secretados no</p><p>plexo capilar primário.</p><p>2. Os hormônios hipotalâmicos seguem pelas veias porta-hipofisárias até a adeno-hipófise, onde</p><p>estimulam ou inibem a liberação dos hormônios produzidos por ela.</p><p>3. Em resposta aos hormônios de liberação e inibição do hipotálamo, a adeno-hipófise secreta hormônios</p><p>no plexo capilar secundário, levando-os para a circulação sistêmica.</p><p>Natália alencar soi ii</p><p>7</p><p>• A conexão é somente nervosa.</p><p>• Secreta dois hormônios peptídicos/neuropeptídeos (são peptídeos liberados por neurônios):</p><p>→ Hormônios antidiurético ADH (rins e arteríolas) e ocitocina (mama e útero/hormônio do parto).</p><p>• Coleção de axônios cujos corpos celulares estão localizados no hipotálamo.</p><p>• Os corpos celulares estão localizados nos núcleos supraópticos (ADH) e paraventriculares (ocitocina)</p><p>do hipotálamo.</p><p>• Os axônios da neuro-hipófise formam o trato hipotálamo-hipofisário.</p><p>• Os axônios contêm células da neuroglia chamadas de PITUÍCITOS.</p><p>1. Os hormônios da neuro-hipófise são produzidos nos corpos celulares dos neurônios, transportados ao</p><p>longo de axônios e armazenados em terminais axônicos dilatados, chamados corpos neurossecretórios.</p><p>2. Quando os neurônios disparam, eles liberam os hormônios armazenados em um leito capilar na parte</p><p>nervosa para serem distribuídos por todo o corpo.</p><p>3. Portanto, a neuro-hipófise não produz hormônios, apenas armazena e libera os hormônios produzidos</p><p>no hipotálamo.</p><p>Natália alencar soi ii</p><p>8</p><p>REGULAÇÃO DO FEEDBACK HORMONAL</p><p>• Para que a homeostase seja mantida requer que a secreção dos hormônios seja feita conforme o</p><p>necessário.</p><p>FEEDBACK NEGATIVO</p><p>• Base da regulação homeostática de praticamente todos os sistemas orgânicos.</p><p>• Significa que alguma característica da ação hormonal, direta ou indireta, inibe a maior secreção do</p><p>hormônio.</p><p>1. Hipotálamo secreta um hormônio liberador que estimula a secreção de um hormônio pela adeno-</p><p>hipófise.</p><p>2. O hormônio da adeno-hipófise age em uma glândula endócrima periférica estimulando a liberar outro</p><p>hormônio (EX: Testosterona), que vai atuar no tecido alvo.</p><p>3. Além disso, os hormônios podem retroalimentar a adeno-hipófise para inibir suas secreções hormonais.</p><p>4. FEEDBACK DE ALÇA LONGA → o hormônio retroalimenta toda a via até o eixo hipotalâmico-</p><p>hipofisário.</p><p>5. FEEDBACK DE ALÇA CURTA → O hormônio da adeno-hipófise retroalimenta o hipotálamo e inibe</p><p>a secreção do hormônio liberador.</p><p>6. FEEDBACK DE ALÇA ULTRACURTA → O hormônio hipotalâmico inibe a própria secreção hormonal.</p><p>FEEDBACK POSITIVO</p><p>• É o mais incomum.</p><p>• Alguma característica do hormônio aumenta a sua secreção.</p><p>• EX: efeito do estrógeno na secreção do hormônio foliculoestimulante (FSH) e o hormônio luteinizante</p><p>(LH) pela adeno-hipófise.</p><p>1. O hipotálamo estimula a hipófise a secretar o FSH e LH na fase folicular do ciclo mesnstrual.</p><p>Natália alencar soi ii</p><p>9</p><p>2. O FSH e LH atuam no ovário, estimulando a liberação de estrógeno/estradiol, que vão atuar</p><p>estimulando a adeno-hipófise a liberar mais FSH e LH.</p>

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