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<p>Fraturas do Fêmur</p><p>Amanda</p><p>Adriana</p><p>Priscila</p><p>Tamara</p><p>Índice</p><p>O que é fêmur</p><p>Qual a função do fêmur?</p><p>Estruturas anatômicas</p><p>Conceito</p><p>Principais tipos fraturas</p><p>Como fraturamos o fêmur?</p><p>Fatores de risco</p><p>Sintomas</p><p>Diagnóstico</p><p>Tratamento</p><p>Complicações</p><p>Pós cirúrgico</p><p>Assista a cirurgia de fratura de fêmur</p><p>Referências</p><p>Qual a função do Fêmur?</p><p>O fêmur é o osso mais importante dos membros inferiores na sustentação do peso. Esse osso é tão forte, que, em atividades normais, do dia a dia, ele suporta forças de 3 a 4 vezes a do peso do corpo. O fêmur ainda faz parte de duas articulações: o joelho e o quadril. Ou seja, além de ajudar no suporte do peso, o fêmur é fundamental para a realização de muitos movimentos, desde uma simples caminhada até um salto complexo.</p><p>Estruturas anatômicas</p><p>Conceito</p><p>A fratura do colo do fêmur acontece entre a cabeça e a linha intertrocanterica.</p><p>As fraturas do colo do fêmur são chamadas de fraturas intracapsulares</p><p>Essa fratura acontece principalmente entre os idosos por causa de quedas e osteoporose, nos jovens ocorre por acidentes automobilísticos .</p><p>principais tipos de fratura no osso da coxa:</p><p>Transversal: uma ruptura comum no tecido ósseo, normalmente no sentido horizontal;</p><p>Exposta: quando um ou mais ossos chegam a romper a pele e esse tipo de fratura de fêmur é classificado em vários graus;</p><p>Oblíqua: é uma ruptura inclinada no osso, mas com as partes ainda alinhadas ou sem desvio;</p><p>Deslocamento oblíquo: é a fratura em que os pedaços dos ossos se desalinham, com o impacto;</p><p>principais tipos de fratura no osso da coxa:</p><p>Cominutiva: quando o osso se quebra em vários pedaços menores, como o que pode acontecer com um tiro na coxa;</p><p>Segmentado: quando o osso quebra em dois locais;</p><p>Avulsão: quando um pequeno fragmento do osso se rompe, nas extremidades;</p><p>Espiral: quando o osso quebra devido a um movimento forçado de rotação;</p><p>Em galho verde: quando o osso “estica” e volta ao lugar após o trauma, acontece em crianças, que geralmente têm o tecido ósseo mais elástico.</p><p>Além dessa classificação, existem outras, referentes à severidade das lesões e aos locais acometidos — que pode ser mais próximo ao quadril, no meio do fêmur ou mais perto do joelho.</p><p>Como fraturamos o fêmur</p><p>No adulto, quase sempre são decorrentes de traumas de grande energia, geralmente resultantes de acidentes automobilísticos, lesão por arma de fogo ou queda de grandes alturas. Nas crianças, sempre se deve suspeitar de agressão. Já nos idosos, também merecem destaque as fraturas patológicas, que são aquelas que ocorrem devido a traumas banais, mas com o osso doente, como ocorre na osteoporose e nos tumores.</p><p>Quem tem maior risco de fraturar o Fêmur? Maior incidência em homens jovens entre 15 e 24 anos e nos idosos, principalmente em mulheres com mais de 75 anos.</p><p>Fatores de Riscos</p><p>Micloma múltiplo (doença que ataca os ossos)</p><p>Uso de drogas</p><p>Uso crônico de medicamentos</p><p>Sedentarismo</p><p>Tabagismo</p><p>Alcoolismo</p><p>Menopausa</p><p>Deficiência em vitamina D</p><p>Sintomas</p><p>Incapacidade de andar</p><p>Incapacidade de sustentar o próprio peso</p><p>Dores</p><p>Encurtamento do membro fraturado</p><p>Rotação externa do membro inferior fraturado</p><p>A exposição óssea (fratura exposta) também pode estar presente e inspira maiores cuidados. A perda de sangue pode ser tão grande que pode levar o paciente à morte.</p><p>Diagnósticos</p><p>Raio x</p><p>Tomografia computadorizada</p><p>Ressonância magnética</p><p>Tratamento</p><p>Cirúrgico (na maioria</p><p>Dos casos).</p><p>Pinos</p><p>Osteossintese</p><p>Artoplastia</p><p>Placas</p><p>Parcial</p><p>Total</p><p>Conservador</p><p>Tratamento</p><p>O tipo de cirurgia será determinado pelo local da fratura, pela presença ou não de desvio do osso e pelo nível de atividade do paciente.</p><p>A cirurgia ortopédica deve ser feita preferencialmente nas primeiras 48 horas após a fratura.</p><p>Pinos no fêmur</p><p>Um pino no fêmur é um dispositivo de metal utilizado em cirurgias para fixar um osso e permitir a sua recuperação, após uma fratura. Os pinos podem ser inseridos diretamente no osso ou fixados numa placa metálica aplicada ao longo do fêmur.</p><p>A cirurgia é o tratamento mais comum para fraturas no fêmur, e pode variar entre a colocação de pinos e parafusos ou a substituição da articulação com uma prótese. O sucesso do procedimento depende da correta seleção, posicionamento e fixação dos implantes, bem como do cumprimento dos cuidados pós-operatórios.</p><p>Osteossíntese</p><p>A osteossíntese do fêmur é um procedimento cirúrgico que consiste na fixação de uma fratura do fêmur com parafusos ou placas e parafusos. O objetivo é permitir a consolidação do osso e a restauração da mobilidade do membro. A osteossíntese do fêmur é indicada para fraturas sem desvio ou com desvio em indivíduos jovens. A cirurgia é considerada de grande porte e exige uma avaliação pré-operatória e pré-anestésica rigorosa.</p><p>Tratamento</p><p>Pode ser feito com fixação percutânea com fios e parafusos, pinos ou placas,hastes intramedulares, dependendo do tipo de fratura.(osteossintese)</p><p>Tratamento</p><p>Ou ate mesmo o uso de uma prótese artificial(artroplastia) mais comum em idosos.</p><p>Complicações</p><p>A ausência de suprimento sanguíneo na cabeça do fêmur</p><p>Não calcificação da fratura</p><p>Osteonecrose</p><p>Escara</p><p>Problemas respiratórios</p><p>Atrofia muscular</p><p>Entre outros</p><p>Pós-cirúrgico</p><p>Com o auxilio de um fisioterapeuta o paciente é encorajado a sair da cama no dia seguinte a cirurgia</p><p>Os paciente devem deixar o hospital entre 3 ou 4 dias com uso de muletas, andadores ou cadeiras de rodas.</p><p>Alguns exercícios podem ser feitos ainda no hospital.</p><p>Reabilitação</p><p>Meias elásticas especiais</p><p>Medicamentos</p><p>Fisioterapia</p><p>Fisioterapia</p><p>Fisioterapia após 4 semanas</p><p>referências</p><p>www.fisioweb.com.br - Prof. Blair José Rosa Filho</p><p>MOREIRA, Caio; PINHEIRO, Geraldo da Rocha C.; NETO, João Francisco M.. Reumatologia Essencial. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, 2009.</p><p>MURTHY, Vasantha L.; HOPPENFELD, Stanley (Coord.). Tratamento e reabilitação de fraturas. São Paulo: Manole, 2001</p><p>http://adiantetela.blogspot.com.br/2012/08/fratura-do-cranio-sintomas.html</p><p>http://www.tuasaude.com/fratura-do-cranio/</p><p>http://www.medicinanet.com.br/conteudos/revisoes/1175/trauma_de_cranio.htm</p><p>http://terapiadomovimento.blogspot.com.br/2010/10/reabilitacao-do-paciente-com-trauma.html</p><p>image2.jpeg</p><p>image3.png</p><p>image4.png</p><p>image5.png</p><p>image6.jpeg</p><p>image7.jpeg</p><p>image8.jpeg</p><p>image9.jpeg</p><p>image10.jpeg</p><p>image11.gif</p><p>image12.jpeg</p><p>image13.png</p><p>image14.png</p><p>image15.png</p><p>image16.jpeg</p><p>image17.jpeg</p><p>image18.jpeg</p><p>image19.jpeg</p><p>image20.jpeg</p><p>image21.jpeg</p><p>image22.jpeg</p><p>image23.jpeg</p><p>image24.jpeg</p><p>image25.jpeg</p><p>image26.jpeg</p><p>media1.mp4</p><p>image27.png</p><p>audio1.wav</p>