Logo Passei Direto
Buscar

Instruções Prova Residência Médica

User badge image
leandro

em

Ferramentas de estudo

Mês do Cliente Passei Direto

Quer receber 70% de desconto para assinar o PasseIA?

Questões resolvidas

QUESTÃO 01: Homem de 56 anos de idade, em observação em sala de emergência por dor torácica, evolui com parada cardiorespiratória em fibrilação ventricular. Realizada intubação orotraqueal e instalado capnógrafo. No início do terceiro ciclo de ressuscitação apresenta capnografia de 8 mmHg. Qual deve ser a conduta?

(A) Checagem imediata de ritmo e pulso.
(B) Suspensão dos esforços de ressuscitação.
(C) Melhorar qualidade da ressuscitação.
(D) Retirada e repassagem de via aérea invasiva.
(E) Administração de atropina endovenosa.

QUESTÃO 02: Homem de 78 anos realiza tomografia computadorizada torácica para investigação de dor torácica de sala de emergência. O diagnóstico mais provável pela imagem é?

(A) Dissecção de aorta.
(B) Tromboembolismo pulmonar.
(C) Corpo estranho esofágico.
(D) Acalásia esofágica.
(E) Fratura de arcos costais.

QUESTÃO 03: Mulher de 76 anos de idade procura atendimento por tosse produtiva e febre de 38°C há 2 dias. Antecedentes de hipertensão arterial sistemica em uso de enalapril. Ao exame clínico pressão arterial de 130x80 mmHg, frequência cardíaca de 92 bpm, oximetria de pulso de 94%, eupneica. Realizada a radiografia abaixo. Qual deve ser a prescrição da paciente?

(A) Oseltamivir e azitromicina.
(B) Azitromicina isolada.
(C) Ceftriaxone e azitromicina.
(D) Azitromicina e dexametasona.
(E) Dexametasona exclusiva.

QUESTÃO 04: Mulher de 54 anos, portadora de hipertensão arterial sistêmica, realiza eletrocardiograma ambulatorialmente. Qual a conclusão do eletrocardiograma?

(A) Fibrilação atrial.
(B) Flutter atrial.
(C) Taquicardia de reentrada nodal.
(D) Taquicardia sinusal.
(E) Taquicardia juncional.

QUESTÃO 05: Homem de 68 anos de idade é atendido em sala de emergência por hemiparesia direita há 1 hora. Avaliação inicial demonstra Pressão Arterial de 210x142 mmHg, frequência cardíaca de 102 bpm, escore de NIH de 8 pontos, glicemia capilar de 92 mg/dL. Tomografia de crânio sem sinais de sangramentos. Eletrocardiograma com ritmo sinusal. Qual é a próxima etapa na gestão de cuidado deste paciente?

(A) Administrar imediatamente alteplase.
(B) Administrar metoprolol endovenoso.
(C) Administrar analgésicos e reavaliar pressão arterial.
(D) Iniciar conjuntamente alteplase e metoprolol.
(E) Iniciar Nitroprussiato de sódio.

QUESTÃO 06: Mulher de 72 anos de idade é admitida em sala de emergência. Histórico de febre nos últimos 2 dias com dor lombar à esquerda; e, relata urina turva. Ao exame físico, sonolenta, porém, despertável ao toque. Pressão arterial 94x62 mmHg, frequência cardíaca 110 bpm, tempo de enchimento capilar de 3 segundos. Realizada a seguinte prescrição médica: 1. Ceftriaxone endovenoso 2. Soro fisiológico 500 mL endovenoso, aberto. 3. Coleta de lactato e hemoculturas. 4. Coleta de urina I e urocultura por sondagem vesical. Qual é a sequência mais adequada dos procedimentos listados?

(A) 2, 3, 4, 1.
(B) 1, 2, 3, 4.
(C) 2, 4, 3, 1.
(D) 3, 1, 2, 4.
(E) 1, 4, 3, 2.

QUESTÃO 07: Homem de 66 anos de idade encaminhado imediatamente à sala de emergência por dor torácica em aperto de início há cerca de 30 minutos. Realizado o eletrocardiograma abaixo: Qual deve ser a próxima conduta diagnóstica?

(A) Complementação eletrocardiográfica de V3R e V4R.
(B) Realização de ecocardiograma no leito.
(C) Complementação eletrocardiográfica de V7 e V8.
(D) Realização de radiografia de tórax no leito.
(E) Registro de D2 longo por pelo menos 5 minutos.

QUESTÃO 08: Mulher de 44 anos internada em Unidade de Terapia Intensiva em 12° dia de COVID-19 evolui com discrasia sanguínea. Qual dos parâmetros abaixo permite diferenciar quadros de coagulação associada à COVID-19 (CAC) da coagulação intravascular disseminada (CIVD)?

(A) Dímero.
(B) Fibrinogênio.
(C) Plaquetas.
(D) Tempo de protrombina.
(E) Anticorpo antifosfolípide.

QUESTÃO 09: Homem de 18 anos é trazido ao serviço de emergência após episódio de convulsão em festa. Colegas revelam que o paciente utilizou álcool, heroína, cocaína e ecstasy em grande quantidade. Na avaliação clínica, paciente encontra-se sonolento, porém localiza estímulo doloroso e responde com palavras ininteligíveis. Durante a avaliação, o paciente apresenta episódio de vômito em grande quantidade e aspiração de conteúdo gástrico. Sinais vitais: PA 150x90mmHg, FR 22ipm, Sat O2 91% em uso de cateter nasal 2L/min, estertores crepitantes em base direita. Realizado Raio X de tórax, a seguir: Em relação ao quadro pulmonar, qual é a melhor conduta?

(A) Ceftriaxona.
(B) Clindamicina.
(C) Ceftriaxona e Clindamicina.
(D) Prednisona.
(E) Nenhuma medicação específica é indicada.

putação traumática de membro inferior direito na cena do acidente. Durante atendimento, conforme protocolo do ATLS, paciente recebe ácido tranexâmico, 10 unidades de concentrados de hemácias, 10 unidades de concentrados de plaquetas e 10 unidades de plasma fresco congelado. Quais distúrbios hidroeletrolíticos podem ser encontrados nesse paciente em consequência da transfusão maciça de hemocomponentes?

(A) Acidose e hipercalemia.
(B) Alcalose e hiponatremia.
(C) Alcalose e hipocalcemia.
(D) Hipocalcemia e hipernatremia.
(E) Acidose e hipocalcemia.

Homem de 54 anos com antecedente pessoal de hipertensão arterial sistêmica, obesidade e gota e uso recente de Ramipril e Alopurinol procura dermatologista para avaliação de lesão dermatológica iniciada há 2 dias, associada a odinofagia e febre não aferida. Queixa-se de lesões em mucosa oral e sensação de queimação em tronco, porém sem lesões de pele associadas nessa topografia. No dorso apresenta lesão apresentada abaixo, com sinal de Nikolsky positivo. Restante do exame clínico sem alterações e exames laboratoriais revelam leucócitos de 17.500/mm3 (polimorfonucleares 82% e eosinófilos de 4%) e aumento discreto de transaminases. Qual provável diagnóstico desse paciente?

(A) Varicela zoster.
(B) Necrose epidérmica tóxica.
(C) Pustulose exantemática generalizada.
(D) Síndrome de Stevens-Johnson.
(E) Eritema polimorfo.

Paciente de 44 anos e com diagnóstico de HIV há 14 anos, CD4 525 e carga viral indetectável, queixa-se em consulta ambulatorial de dispneia progressiva há 5 meses. Relata dor torácica ventilatório dependente, porém nega chiado, febre, dispneia paroxística noturna ou ortopneia. Ao exame clínico apresenta ausculta pulmonar sem alterações, oxigenação de 91% e edema de membros inferiores simétricos. Radiografia de tórax sem alterações. Prova de função pulmonar com volumes pulmonares normais, porém redução da difusão de monóxido de carbono. Qual é a melhor estratégia para prosseguir a investigação da dispneia?

(A) Broncoscopia.
(B) Ecocardiograma.
(C) Pesquisa de BAAR após indução de escarro.
(D) Tomografia computadorizada de tórax.
(E) Cintilografia ventilação-perfusão.

Mulher de 33 anos com Artrite Reumatoide procura atendimento médico com queixa de úlceras orais há 10 dias. Relata uso de Metotrexato 20 mg/ semana, Prednisona 5 mg/dia e ácido fólico 5mg/dia, com bom controle da doença. Exame clínico com achado de úlceras orais em língua e mucosa bucal. Ausência de esplenomegalia ou úlceras genitais. Qual é a conduta mais adequada?

(A) Suspender Metotrexato.
(B) Biópsia da úlcera oral.
(C) Reiniciar Prednisona.
(D) introduzir Hidroxicloroquina.
(E) Confirmar aderência ao ácido fólico.

Mulher de 76 anos internada em Unidade de Terapia Intensiva por quadro de COVID-19 com necessidade de intubação orotraqueal e ventilação mecânica invasiva. No momento paciente encontra-se em uso de Noradrenalina 0,2 mcg/kg/min, pressão arterial média de 65 mmHg, saturação de oxigênio de 88%, afebril. Parâmetros de ventilação mecânica: FiO2 100%, volume corrente de 6ml/kg, frequência respiratória de 18 ipm, pressão de platô de 28 cmH20, PEEP 12 cmH20. Radiografia de tórax abaixo. Parâmetros da gasometria arterial: pH 7,25, pCO2 48 mmHg, pO2 66 mmHg, Bicarbonato 19mEq/L. Qual é a melhor estratégia para otimização respiratória?

(A) Glicocorticoide inalatório.
(B) Antibioticoterapia de amplo espectro.
(C) Posição prona por 16 horas.
(D) Óxido nítrico inalatório.
(E) Furosemida.

Mulher de 26 anos internada na Unidade de Terapia Intensiva com quadro de disfunção de múltiplos órgãos e sistemas. Exames laboratoriais da rotina: Na 139mEq/L, K 3,8mEq/L, Cl 100mEq/L, Lactato 5mmol/L, pH 7,1, pO2 88mmHg, Bicarbonato 9mEq/L, pCO2 32mmHg, Albumina 3,6g/dL. Qual alternativa contempla todos os distúrbios gasométricos da paciente?

(A) Acidose lática, acidose hiperclorêmica, acidose respiratória.
(B) Acidose lática, acidose por ânions não mensuráveis, acidose respiratória.
(C) Acidose lática, alcalose metabólica, acidose hiperclorêmica.
(D) Acidose lática, acidose por ânions não mensuráveis, acidose respiratória, acidose hiperclorêmica.
(E) Acidose lática, acidose por ânions não mensuráveis, acidose respiratória, alcalose metabólica.

Homem de 68 anos, obeso, hipertenso e diabético tipo 2 em uso de Clortalidona, Enalapril, Metformina, Liraglutida e Empaglifozina procura unidade de emergência por fadiga, dor abdominal, náuseas e vômitos há 3 dias. Ao exame clínico apresenta-se desidratado, PA 80x60mmHg, taquicárdico e taquipneico. Exames laboratoriais com glicose de 154 mg/dL, Na 130 mEq/L, Bicarbonato 9 mEq/L, Cl 98 mEq/L e aumento de betahidróxibutirato sérico. Qual medicação está associada ao quadro clínico descrito?

(A) Liraglutida.
(B) Empaglifozina.
(C) Metformina.
(D) Enalapril.
(E) Clortalidona.

Paciente de 26 anos, jogador de basquete, é trazido à sala de emergência pelo serviço de pré-hospitalar após parada cardiorrespiratória durante prática esportiva. Paciente apresentou retorno de circulação espontânea após ser socorrido conforme protocolo do ACLS, sendo o primeiro ritmo chocável e o tempo total de parada cardiorrespiratória de 8 minutos. Ao exame clínico da chegada apresentava escala de Glasgow 3, pupilas midriáticas não fotorreagentes, temperatura de 37,2°C, pressão arterial 76x50 mmHg. Eletrocardiograma abaixo. Qual é a conduta mais adequada para otimizar o desfecho neurológico?

(A) Diálise contínua.
(B) Angioplastia percutânea.
(C) Craniectomia descompressiva.
(D) Controle direcionado de temperatura.
(E) Profilaxia com anticonvulsivantes.

Paciente de 56 anos, dialítico há 2 anos por nefropatia diabética, está internado em unidade de terapia intensiva para tratamento de endocardite de válvula mitral. Encontra-se estável hemodinamicamente, apresenta sopro holossistólico 3+/6+ em ápice cardíaco e tem manchas de Janeway em extremidades. Hemoculturas revelaram crescimento de Staphylococcus aureus resistente à Oxacilina e sensível a Vancomicina em múltiplas coletas, inclusive após 8 dias de terapia antimicrobiana com Vancomicina dentro dos alvos terapêuticos. Ecocardiograma revela vegetação de 1 cm em válvula mitral e regurgitação discreta. Qual é a melhor conduta terapêutica, considerando que outros focos emboligênicos foram descartados?

(A) Troca valvar cirúrgica.
(B) Introduzir Linezolida.
(C) Introduzir Gentamicina.
(D) Introduzir Rifampicina.
(E) Introduzir Ceftarolina-Avibactam.

Qual é a melhor hipótese diagnóstica?

(A) Mieloma múltiplo.
(B) Linfoma não Hodgkin de grandes células B.
(C) Anemia hemolítica autoimune.
(D) Mielofibrose.
(E) Leucemia mieloide aguda.

Qual é o antimicrobiano para tratamento, considerando a principal hipótese diagnóstica?

(A) Sulfametoxazol-Trimetoprim.
(B) Fluconazol.
(C) Doxiciclina.
(D) Ceftriaxone.
(E) Aciclovir.

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Questões resolvidas

QUESTÃO 01: Homem de 56 anos de idade, em observação em sala de emergência por dor torácica, evolui com parada cardiorespiratória em fibrilação ventricular. Realizada intubação orotraqueal e instalado capnógrafo. No início do terceiro ciclo de ressuscitação apresenta capnografia de 8 mmHg. Qual deve ser a conduta?

(A) Checagem imediata de ritmo e pulso.
(B) Suspensão dos esforços de ressuscitação.
(C) Melhorar qualidade da ressuscitação.
(D) Retirada e repassagem de via aérea invasiva.
(E) Administração de atropina endovenosa.

QUESTÃO 02: Homem de 78 anos realiza tomografia computadorizada torácica para investigação de dor torácica de sala de emergência. O diagnóstico mais provável pela imagem é?

(A) Dissecção de aorta.
(B) Tromboembolismo pulmonar.
(C) Corpo estranho esofágico.
(D) Acalásia esofágica.
(E) Fratura de arcos costais.

QUESTÃO 03: Mulher de 76 anos de idade procura atendimento por tosse produtiva e febre de 38°C há 2 dias. Antecedentes de hipertensão arterial sistemica em uso de enalapril. Ao exame clínico pressão arterial de 130x80 mmHg, frequência cardíaca de 92 bpm, oximetria de pulso de 94%, eupneica. Realizada a radiografia abaixo. Qual deve ser a prescrição da paciente?

(A) Oseltamivir e azitromicina.
(B) Azitromicina isolada.
(C) Ceftriaxone e azitromicina.
(D) Azitromicina e dexametasona.
(E) Dexametasona exclusiva.

QUESTÃO 04: Mulher de 54 anos, portadora de hipertensão arterial sistêmica, realiza eletrocardiograma ambulatorialmente. Qual a conclusão do eletrocardiograma?

(A) Fibrilação atrial.
(B) Flutter atrial.
(C) Taquicardia de reentrada nodal.
(D) Taquicardia sinusal.
(E) Taquicardia juncional.

QUESTÃO 05: Homem de 68 anos de idade é atendido em sala de emergência por hemiparesia direita há 1 hora. Avaliação inicial demonstra Pressão Arterial de 210x142 mmHg, frequência cardíaca de 102 bpm, escore de NIH de 8 pontos, glicemia capilar de 92 mg/dL. Tomografia de crânio sem sinais de sangramentos. Eletrocardiograma com ritmo sinusal. Qual é a próxima etapa na gestão de cuidado deste paciente?

(A) Administrar imediatamente alteplase.
(B) Administrar metoprolol endovenoso.
(C) Administrar analgésicos e reavaliar pressão arterial.
(D) Iniciar conjuntamente alteplase e metoprolol.
(E) Iniciar Nitroprussiato de sódio.

QUESTÃO 06: Mulher de 72 anos de idade é admitida em sala de emergência. Histórico de febre nos últimos 2 dias com dor lombar à esquerda; e, relata urina turva. Ao exame físico, sonolenta, porém, despertável ao toque. Pressão arterial 94x62 mmHg, frequência cardíaca 110 bpm, tempo de enchimento capilar de 3 segundos. Realizada a seguinte prescrição médica: 1. Ceftriaxone endovenoso 2. Soro fisiológico 500 mL endovenoso, aberto. 3. Coleta de lactato e hemoculturas. 4. Coleta de urina I e urocultura por sondagem vesical. Qual é a sequência mais adequada dos procedimentos listados?

(A) 2, 3, 4, 1.
(B) 1, 2, 3, 4.
(C) 2, 4, 3, 1.
(D) 3, 1, 2, 4.
(E) 1, 4, 3, 2.

QUESTÃO 07: Homem de 66 anos de idade encaminhado imediatamente à sala de emergência por dor torácica em aperto de início há cerca de 30 minutos. Realizado o eletrocardiograma abaixo: Qual deve ser a próxima conduta diagnóstica?

(A) Complementação eletrocardiográfica de V3R e V4R.
(B) Realização de ecocardiograma no leito.
(C) Complementação eletrocardiográfica de V7 e V8.
(D) Realização de radiografia de tórax no leito.
(E) Registro de D2 longo por pelo menos 5 minutos.

QUESTÃO 08: Mulher de 44 anos internada em Unidade de Terapia Intensiva em 12° dia de COVID-19 evolui com discrasia sanguínea. Qual dos parâmetros abaixo permite diferenciar quadros de coagulação associada à COVID-19 (CAC) da coagulação intravascular disseminada (CIVD)?

(A) Dímero.
(B) Fibrinogênio.
(C) Plaquetas.
(D) Tempo de protrombina.
(E) Anticorpo antifosfolípide.

QUESTÃO 09: Homem de 18 anos é trazido ao serviço de emergência após episódio de convulsão em festa. Colegas revelam que o paciente utilizou álcool, heroína, cocaína e ecstasy em grande quantidade. Na avaliação clínica, paciente encontra-se sonolento, porém localiza estímulo doloroso e responde com palavras ininteligíveis. Durante a avaliação, o paciente apresenta episódio de vômito em grande quantidade e aspiração de conteúdo gástrico. Sinais vitais: PA 150x90mmHg, FR 22ipm, Sat O2 91% em uso de cateter nasal 2L/min, estertores crepitantes em base direita. Realizado Raio X de tórax, a seguir: Em relação ao quadro pulmonar, qual é a melhor conduta?

(A) Ceftriaxona.
(B) Clindamicina.
(C) Ceftriaxona e Clindamicina.
(D) Prednisona.
(E) Nenhuma medicação específica é indicada.

putação traumática de membro inferior direito na cena do acidente. Durante atendimento, conforme protocolo do ATLS, paciente recebe ácido tranexâmico, 10 unidades de concentrados de hemácias, 10 unidades de concentrados de plaquetas e 10 unidades de plasma fresco congelado. Quais distúrbios hidroeletrolíticos podem ser encontrados nesse paciente em consequência da transfusão maciça de hemocomponentes?

(A) Acidose e hipercalemia.
(B) Alcalose e hiponatremia.
(C) Alcalose e hipocalcemia.
(D) Hipocalcemia e hipernatremia.
(E) Acidose e hipocalcemia.

Homem de 54 anos com antecedente pessoal de hipertensão arterial sistêmica, obesidade e gota e uso recente de Ramipril e Alopurinol procura dermatologista para avaliação de lesão dermatológica iniciada há 2 dias, associada a odinofagia e febre não aferida. Queixa-se de lesões em mucosa oral e sensação de queimação em tronco, porém sem lesões de pele associadas nessa topografia. No dorso apresenta lesão apresentada abaixo, com sinal de Nikolsky positivo. Restante do exame clínico sem alterações e exames laboratoriais revelam leucócitos de 17.500/mm3 (polimorfonucleares 82% e eosinófilos de 4%) e aumento discreto de transaminases. Qual provável diagnóstico desse paciente?

(A) Varicela zoster.
(B) Necrose epidérmica tóxica.
(C) Pustulose exantemática generalizada.
(D) Síndrome de Stevens-Johnson.
(E) Eritema polimorfo.

Paciente de 44 anos e com diagnóstico de HIV há 14 anos, CD4 525 e carga viral indetectável, queixa-se em consulta ambulatorial de dispneia progressiva há 5 meses. Relata dor torácica ventilatório dependente, porém nega chiado, febre, dispneia paroxística noturna ou ortopneia. Ao exame clínico apresenta ausculta pulmonar sem alterações, oxigenação de 91% e edema de membros inferiores simétricos. Radiografia de tórax sem alterações. Prova de função pulmonar com volumes pulmonares normais, porém redução da difusão de monóxido de carbono. Qual é a melhor estratégia para prosseguir a investigação da dispneia?

(A) Broncoscopia.
(B) Ecocardiograma.
(C) Pesquisa de BAAR após indução de escarro.
(D) Tomografia computadorizada de tórax.
(E) Cintilografia ventilação-perfusão.

Mulher de 33 anos com Artrite Reumatoide procura atendimento médico com queixa de úlceras orais há 10 dias. Relata uso de Metotrexato 20 mg/ semana, Prednisona 5 mg/dia e ácido fólico 5mg/dia, com bom controle da doença. Exame clínico com achado de úlceras orais em língua e mucosa bucal. Ausência de esplenomegalia ou úlceras genitais. Qual é a conduta mais adequada?

(A) Suspender Metotrexato.
(B) Biópsia da úlcera oral.
(C) Reiniciar Prednisona.
(D) introduzir Hidroxicloroquina.
(E) Confirmar aderência ao ácido fólico.

Mulher de 76 anos internada em Unidade de Terapia Intensiva por quadro de COVID-19 com necessidade de intubação orotraqueal e ventilação mecânica invasiva. No momento paciente encontra-se em uso de Noradrenalina 0,2 mcg/kg/min, pressão arterial média de 65 mmHg, saturação de oxigênio de 88%, afebril. Parâmetros de ventilação mecânica: FiO2 100%, volume corrente de 6ml/kg, frequência respiratória de 18 ipm, pressão de platô de 28 cmH20, PEEP 12 cmH20. Radiografia de tórax abaixo. Parâmetros da gasometria arterial: pH 7,25, pCO2 48 mmHg, pO2 66 mmHg, Bicarbonato 19mEq/L. Qual é a melhor estratégia para otimização respiratória?

(A) Glicocorticoide inalatório.
(B) Antibioticoterapia de amplo espectro.
(C) Posição prona por 16 horas.
(D) Óxido nítrico inalatório.
(E) Furosemida.

Mulher de 26 anos internada na Unidade de Terapia Intensiva com quadro de disfunção de múltiplos órgãos e sistemas. Exames laboratoriais da rotina: Na 139mEq/L, K 3,8mEq/L, Cl 100mEq/L, Lactato 5mmol/L, pH 7,1, pO2 88mmHg, Bicarbonato 9mEq/L, pCO2 32mmHg, Albumina 3,6g/dL. Qual alternativa contempla todos os distúrbios gasométricos da paciente?

(A) Acidose lática, acidose hiperclorêmica, acidose respiratória.
(B) Acidose lática, acidose por ânions não mensuráveis, acidose respiratória.
(C) Acidose lática, alcalose metabólica, acidose hiperclorêmica.
(D) Acidose lática, acidose por ânions não mensuráveis, acidose respiratória, acidose hiperclorêmica.
(E) Acidose lática, acidose por ânions não mensuráveis, acidose respiratória, alcalose metabólica.

Homem de 68 anos, obeso, hipertenso e diabético tipo 2 em uso de Clortalidona, Enalapril, Metformina, Liraglutida e Empaglifozina procura unidade de emergência por fadiga, dor abdominal, náuseas e vômitos há 3 dias. Ao exame clínico apresenta-se desidratado, PA 80x60mmHg, taquicárdico e taquipneico. Exames laboratoriais com glicose de 154 mg/dL, Na 130 mEq/L, Bicarbonato 9 mEq/L, Cl 98 mEq/L e aumento de betahidróxibutirato sérico. Qual medicação está associada ao quadro clínico descrito?

(A) Liraglutida.
(B) Empaglifozina.
(C) Metformina.
(D) Enalapril.
(E) Clortalidona.

Paciente de 26 anos, jogador de basquete, é trazido à sala de emergência pelo serviço de pré-hospitalar após parada cardiorrespiratória durante prática esportiva. Paciente apresentou retorno de circulação espontânea após ser socorrido conforme protocolo do ACLS, sendo o primeiro ritmo chocável e o tempo total de parada cardiorrespiratória de 8 minutos. Ao exame clínico da chegada apresentava escala de Glasgow 3, pupilas midriáticas não fotorreagentes, temperatura de 37,2°C, pressão arterial 76x50 mmHg. Eletrocardiograma abaixo. Qual é a conduta mais adequada para otimizar o desfecho neurológico?

(A) Diálise contínua.
(B) Angioplastia percutânea.
(C) Craniectomia descompressiva.
(D) Controle direcionado de temperatura.
(E) Profilaxia com anticonvulsivantes.

Paciente de 56 anos, dialítico há 2 anos por nefropatia diabética, está internado em unidade de terapia intensiva para tratamento de endocardite de válvula mitral. Encontra-se estável hemodinamicamente, apresenta sopro holossistólico 3+/6+ em ápice cardíaco e tem manchas de Janeway em extremidades. Hemoculturas revelaram crescimento de Staphylococcus aureus resistente à Oxacilina e sensível a Vancomicina em múltiplas coletas, inclusive após 8 dias de terapia antimicrobiana com Vancomicina dentro dos alvos terapêuticos. Ecocardiograma revela vegetação de 1 cm em válvula mitral e regurgitação discreta. Qual é a melhor conduta terapêutica, considerando que outros focos emboligênicos foram descartados?

(A) Troca valvar cirúrgica.
(B) Introduzir Linezolida.
(C) Introduzir Gentamicina.
(D) Introduzir Rifampicina.
(E) Introduzir Ceftarolina-Avibactam.

Qual é a melhor hipótese diagnóstica?

(A) Mieloma múltiplo.
(B) Linfoma não Hodgkin de grandes células B.
(C) Anemia hemolítica autoimune.
(D) Mielofibrose.
(E) Leucemia mieloide aguda.

Qual é o antimicrobiano para tratamento, considerando a principal hipótese diagnóstica?

(A) Sulfametoxazol-Trimetoprim.
(B) Fluconazol.
(C) Doxiciclina.
(D) Ceftriaxone.
(E) Aciclovir.

Prévia do material em texto

<p>PROCESSO SELETIVO PARA RESIDÊNCIA MÉDICA 2021</p><p>ENDOSCOPIA</p><p>INSTRUÇÕES</p><p>• Verifique se este caderno contém 50 (cinquenta) questões de múltipla</p><p>escolha;</p><p>• Caso não esteja completo, informe imediatamente o fiscal da sala. Não serão</p><p>aceitas reclamações posteriores;</p><p>• Confira seus dados impressos e assine no campo indicado;</p><p>• Leia cuidadosamente cada questão e escolha a resposta que você considera</p><p>correta;</p><p>• Cada questão possui apenas uma resposta correta, mais de uma letra</p><p>assinalada implicará anulação dessa questão;</p><p>• Responda todas as questões;</p><p>• Marque, de acordo com as instruções contidas na Folha de Respostas, com</p><p>caneta de tinta preta, a letra correspondente à alternativa que você escolheu;</p><p>• A duração da prova é de 3 (três) horas, já incluído o tempo para o</p><p>preenchimento da Folha de Respostas;</p><p>• Só será permitida a saída da sala após 1 (uma) hora do ínicio da prova,</p><p>podendo levar apenas o documento contendo suas respostas anotadas;</p><p>• Durante a realização da prova não será permitida qualquer consulta ou</p><p>comunicação entre os candidatos, nem a utilização de aparelhos eletrônicos</p><p>de qualquer natureza ou qualquer outro material vedado nos termos do edital.</p><p>É proibida a divulgação ou impressão parcial ou total sem autorização prévia.</p><p>Direitos autorais reservados.</p><p>Nome Inscrição</p><p>Assinatura Carteira Sala</p><p>Página 2/28 – Hospital Alemão Oswaldo Cruz - Residência Médica 2021</p><p>Hospital Alemão Oswaldo Cruz – Residência Médica 2021 - Página 3/28</p><p>QUESTÃO 01</p><p>Homem de 56 anos de idade, em observação em sala de emergência por dor torácica,</p><p>evolui com parada cardiorespiratória em fibrilação ventricular. Realizada intubação</p><p>orotraqueal e instalado capnógrafo. No início do terceiro ciclo de ressuscitação apresenta</p><p>capnografia de 8 mmHg. Qual deve ser a conduta?</p><p>(A) Checagem imediata de ritmo e pulso.</p><p>(B) Suspensão dos esforços de ressuscitação.</p><p>(C) Melhorar qualidade da ressuscitação.</p><p>(D) Retirada e repassagem de via aérea invasiva.</p><p>(E) Administração de atropina endovenosa.</p><p>QUESTÃO 02</p><p>Homem de 78 anos realiza tomografia computadorizada torácica para investigação de dor</p><p>torácica de sala de emergência. O diagnóstico mais provável pela imagem é?</p><p>Fonte:radioapedia.org</p><p>(A) Dissecção de aorta.</p><p>(B) Tromboembolismo pulmonar.</p><p>(C) Corpo estranho esofágico.</p><p>(D) Acalásia esofágica.</p><p>(E) Fratura de arcos costais.</p><p>Página 4/28 – Hospital Alemão Oswaldo Cruz - Residência Médica 2021</p><p>QUESTÃO 03</p><p>Mulher de 76 anos de idade procura atendimento por tosse produtiva e febre de 38°C há 2</p><p>dias. Antecedentes de hipertensão arterial sistemica em uso de enalapril. Ao exame</p><p>clínico pressão arterial de 130x80 mmHg, êfrequência cardíaca de 92 bpm, oximetria de</p><p>pulso de 94%, eupneica. Realizada a radiografia abaixo. Qual deve ser a prescrição da</p><p>paciente?</p><p>Fonte:radioapedia.org</p><p>(A) Oseltamivir e azitromicina.</p><p>(B) Azitromicina isolada.</p><p>(C) Ceftriaxone e azitromicina.</p><p>(D) Azitromicina e dexametasona.</p><p>(E) Dexametasona exclusiva.</p><p>Hospital Alemão Oswaldo Cruz – Residência Médica 2021 - Página 5/28</p><p>QUESTÃO 04</p><p>Mulher de 54 anos, portadora de hipertensão arterial sistêmica, realiza eletrocardiograma</p><p>ambulatorialmente. Qual a conclusão do eletrocardiograma?</p><p>Fonte: Friedmann, 2008</p><p>(A) Fibrilação atrial.</p><p>(B) Flutter atrial.</p><p>(C) Taquicardia de reentrada nodal.</p><p>(D) Taquicardia sinusal.</p><p>(E) Taquicardia juncional.</p><p>QUESTÃO 05</p><p>Homem de 68 anos de idade é atendido em sala de emergência por hemiparesia direita há</p><p>1 hora. Avaliação inicial demonstra Pressão Arterial de 210x142 mmHg, frequência</p><p>cardíaca de 102 bpm, escore de NIH de 8 pontos, glicemia capilar de 92 mg/dL.</p><p>Tomografia de crânio sem sinais de sangramentos. Eletrocardiograma com ritmo sinusal.</p><p>Qual é a próxima etapa na gestão de cuidado deste paciente?</p><p>(A) Administrar imediatamente alteplase.</p><p>(B) Administrar metoprolol endovenoso.</p><p>(C) Administrar analgésicos e reavaliar pressão arterial.</p><p>(D) Iniciar conjuntamente alteplase e metoprolol.</p><p>(E) Iniciar Nitroprussiato de sódio.</p><p>Página 6/28 – Hospital Alemão Oswaldo Cruz - Residência Médica 2021</p><p>QUESTÃO 06</p><p>Mulher de 72 anos de idade é admitida em sala de emergência. Histórico de febre nos</p><p>últimos 2 dias com dor lombar à esquerda; e, relata urina turva. Ao exame físico,</p><p>sonolenta, porém, despertável ao toque. Pressão arterial 94x62 mmHg, frequência</p><p>cardíaca 110 bpm, tempo de enchimento capilar de 3 segundos. Realizada a seguinte</p><p>prescrição médica:</p><p>1. Ceftriaxone endovenoso</p><p>2. Soro fisiológico 500 mL endovenoso, aberto.</p><p>3. Coleta de lactato e hemoculturas.</p><p>4. Coleta de urina I e urocultura por sondagem vesical.</p><p>Qual é a sequência mais adequada dos procedimentos listados?</p><p>(A) 2, 3, 4, 1.</p><p>(B) 1, 2, 3, 4.</p><p>(C) 2, 4, 3, 1.</p><p>(D) 3, 1, 2, 4.</p><p>(E) 1, 4, 3, 2.</p><p>QUESTÃO 07</p><p>Homem de 66 anos de idade encaminhado imediatamente à sala de emergência por dor</p><p>torácica em aperto de início há cerca de 30 minutos. Realizado o eletrocardiograma</p><p>abaixo:</p><p>Fonte: litfl.com</p><p>Qual deve ser a próxima conduta diagnóstica?</p><p>(A) Complementação eletrocardiográfica de V3R e V4R.</p><p>(B) Realização de ecocardiograma no leito.</p><p>(C) Complementação eletrocardiográfica de V7 e V8.</p><p>(D) Realização de radiografia de tórax no leito.</p><p>(E) Registro de D2 longo por pelo menos 5 minutos.</p><p>Hospital Alemão Oswaldo Cruz – Residência Médica 2021 - Página 7/28</p><p>QUESTÃO 08</p><p>Mulher de 44 anos internada em Unidade de Terapia Intensiva em 12° dia de COVID-19</p><p>evolui com discrasia sanguínea. Qual dos parâmetros abaixo permite diferenciar quadros</p><p>de coagulação associada à COVID-19 (CAC) da coagulação intravascular disseminada</p><p>(CIVD)?</p><p>(A) Dímero.</p><p>(B) Fibrinogênio.</p><p>(C) Plaquetas.</p><p>(D) Tempo de protrombina.</p><p>(E) Anticorpo antifosfolípide.</p><p>QUESTÃO 09</p><p>Homem de 18 anos é trazido ao serviço de emergência após episódio de convulsão em</p><p>festa. Colegas revelam que o paciente utilizou álcool, heroína, cocaína e ecstasy em</p><p>grande quantidade. Na avaliação clínica, paciente encontra-se sonolento, porém localiza</p><p>estímulo doloroso e responde com palavras ininteligíveis. Durante a avaliação,, o paciente</p><p>apresenta episódio de vômito em grande quantidade e aspiração de conteúdo gástrico.</p><p>Sinais vitais: PA 150x90mmHg, FR 22ipm, Sat O2 91% em uso de cateter nasal 2L/min,</p><p>estertores crepitantes em base direita. Realizado Raio X de tórax, a seguir:</p><p>Em relação ao quadro pulmonar, qual é a melhor conduta?</p><p>(A) Ceftriaxona.</p><p>(B) Clindamicina.</p><p>(C) Ceftriaxona e Clindamicina.</p><p>(D) Prednisona.</p><p>(E) Nenhuma medicação específica é indicada.</p><p>Página 8/28 – Hospital Alemão Oswaldo Cruz - Residência Médica 2021</p><p>QUESTÃO 10</p><p>Paciente de 22 anos, vítima de acidente automobilístico, dá entrada no serviço de</p><p>emergência trazido pela equipe de pré-hospitalar que relata amputação traumática de</p><p>membro inferior direito na cena do acidente. Durante atendimento, conforme protocolo do</p><p>ATLS, paciente recebe ácido tranexâmico, 10 unidades de concentrados de hemácias, 10</p><p>unidades de concentrados de plaquetas e 10 unidades de plasma fresco congelado. Quais</p><p>distúrbios hidroeletrolíticos podem ser encontrados nesse paciente em consequência da</p><p>transfusão maciça de hemocomponentes?</p><p>(A) Acidose e hipercalemia.</p><p>(B) Alcalose e hiponatremia.</p><p>(C) Alcalose e hipocalcemia.</p><p>(D) Hipocalcemia e hipernatremia.</p><p>(E) Acidose e hipocalcemia.</p><p>QUESTÃO 11</p><p>Homem de 54 anos com antecedente pessoal de hipertensão arterial sistêmica,</p><p>obesidade</p><p>e gota e uso recente de Ramipril e Alopurinol procura dermatologista para avaliação de</p><p>lesão dermatológica iniciada há 2 dias, associada a odinofagia e febre não aferida.</p><p>Queixa-se de lesões em mucosa oral e sensação de queimação em tronco, porém sem</p><p>lesões de pele associadas nessa topografia. No dorso apresenta lesão apresentada</p><p>abaixo, com sinal de Nikolsky positivo. Restante do exame clínico sem alterações e</p><p>exames laboratoriais revelam leucócitos de 17.500/mm3 (polimorfonucleares 82% e</p><p>eosinófilos de 4%) e aumento discreto de transaminases.</p><p>Fonte: New England Journal of Medicine</p><p>Qual provável diagnóstico desse paciente?</p><p>(A) Varicela zoster.</p><p>(B) Necrose epidérmica tóxica.</p><p>(C) Pustulose exantemática generalizada.</p><p>(D) Síndrome de Stevens-Johnson.</p><p>(E) Eritema polimorfo.</p><p>Hospital Alemão Oswaldo Cruz – Residência Médica 2021 - Página 9/28</p><p>QUESTÃO 12</p><p>Paciente de 44 anos e com diagnóstico de HIV há 14 anos, CD4 525 e carga viral</p><p>indetectável, queixa-se em consulta ambulatorial de dispneia progressiva há 5 meses.</p><p>Relata dor torácica ventilatório dependente, porém nega chiado, febre, dispneia</p><p>paroxística noturna ou ortopneia. Ao exame clínico apresenta ausculta pulmonar sem</p><p>alterações, oxigenação de 91% e edema de membros inferiores simétricos. Radiografia de</p><p>tórax sem alterações. Prova de função pulmonar com volumes pulmonares normais,</p><p>porém redução da difusão de monóxido de carbono. Qual é a melhor estratégia para</p><p>prosseguir a investigação da dispneia?</p><p>(A) Broncoscopia.</p><p>(B) Ecocardiograma.</p><p>(C) Pesquisa de BAAR após indução de escarro.</p><p>(D) Tomografia computadorizada de tórax.</p><p>(E) Cintilografia ventilação-perfusão.</p><p>QUESTÃO 13</p><p>Mulher de 33 anos com Artrite Reumatoide procura atendimento médico com queixa de</p><p>úlceras orais há 10 dias. Relata uso de Metotrexato 20 mg/ semana, Prednisona 5 mg/dia</p><p>e ácido fólico 5mg/dia, com bom controle da doença. Exame clínico com achado de</p><p>úlceras orais em língua e mucosa bucal. Ausência de esplenomegalia ou úlceras genitais.</p><p>Qual é a conduta mais adequada?</p><p>(A) Suspender Metotrexato.</p><p>(B) Biópsia da úlcera oral.</p><p>(C) Reiniciar Prednisona.</p><p>(D) introduzir Hidroxicloroquina.</p><p>(E) Confirmar aderência ao ácido fólico.</p><p>Página 10/28 – Hospital Alemão Oswaldo Cruz - Residência Médica 2021</p><p>QUESTÃO 14</p><p>Mulher de 76 anos internada em Unidade de Terapia Intensiva por quadro de COVID-19</p><p>com necessidade de intubação orotraqueal e ventilação mecânica invasiva. No momento</p><p>paciente encontra-se em uso de Noradrenalina 0,2 mcg/kg/min, pressão arterial média</p><p>de 65 mmHg, saturação de oxigênio de 88%, afebril. Parâmetros de ventilação mecânica:</p><p>FiO2 100%, volume corrente de 6ml/kg, frequência respiratória de 18 ipm, pressão de platô</p><p>de 28 cmH20, PEEP 12 cmH20. Radiografia de tórax abaixo. Parâmetros da gasometria</p><p>arterial: pH 7,25, pCO2 48 mmHg, pO2 66 mmHg, Bicarbonato 19mEq/L.</p><p>Fonte: radiapedia</p><p>Qual é a melhor estratégia para otimização respiratória?</p><p>(A) Glicocorticoide inalatório.</p><p>(B) Antibioticoterapia de amplo espectro.</p><p>(C) Posição prona por 16 horas.</p><p>(D) Óxido nítrico inalatório.</p><p>(E) Furosemida.</p><p>QUESTÃO 15</p><p>Mulher de 26 anos internada na Unidade de Terapia Intensiva com quadro de disfunção</p><p>de múltiplos órgãos e sistemas. Exames laboratoriais da rotina: Na 139mEq/L, K</p><p>3,8mEq/L, Cl 100mEq/L, Lactato 5mmol/L, pH 7,1, pO2 88mmHg, Bicarbonato 9mEq/L,</p><p>pCO2 32mmHg, Albumina 3,6g/dL. Qual alternativa contempla todos os distúrbios</p><p>gasométricos da paciente?</p><p>(A) Acidose lática, acidose hiperclorêmica, acidose respiratória.</p><p>(B) Acidose lática, acidose por ânions não mensuráveis, acidose respiratória.</p><p>(C) Acidose lática, alcalose metabólica, acidose hiperclorêmica.</p><p>(D) Acidose lática, acidose por ânions não mensuráveis, acidose respiratória, acidose</p><p>hiperclorêmica.</p><p>(E) Acidose lática, acidose por ânions não mensuráveis, acidose respiratória, alcalose</p><p>metabólica.</p><p>Hospital Alemão Oswaldo Cruz – Residência Médica 2021 - Página 11/28</p><p>QUESTÃO 16</p><p>Homem de 68 anos, obeso, hipertenso e diabético tipo 2 em uso de Clortalidona,</p><p>Enalapril, Metformina, Liraglutida e Empaglifozina procura unidade de emergência por</p><p>fadiga, dor abdominal, náuseas e vômitos há 3 dias. Ao exame clínico apresenta-se</p><p>desidratado, PA 80x60mmHg, taquicárdico e taquipneico. Exames laboratoriais com</p><p>glicose de 154 mg/dL, Na 130 mEq/L, Bicarbonato 9 mEq/L, Cl 98 mEq/L e aumento de</p><p>betahidróxibutirato sérico. Qual medicação está associada ao quadro clínico descrito?</p><p>(A) Liraglutida.</p><p>(B) Empaglifozina.</p><p>(C) Metformina.</p><p>(D) Enalapril.</p><p>(E) Clortalidona.</p><p>QUESTÃO 17</p><p>Paciente de 26 anos, jogador de basquete, é trazido à sala de emergência pelo serviço de</p><p>pré-hospitalar após parada cardiorrespiratória durante prática esportiva. Paciente</p><p>apresentou retorno de circulação espontânea após ser socorrido conforme protocolo do</p><p>ACLS, sendo o primeiro ritmo chocável e o tempo total de parada cardiorrespiratória de</p><p>8 minutos. Ao exame clínico da chegada apresentava escala de Glasgow 3, pupilas</p><p>midriáticas não fotorreagentes, temperatura de 37,2°C, pressão arterial 76x50 mmHg.</p><p>Eletrocardiograma abaixo.</p><p>Qual é a conduta mais adequada para otimizar o desfecho neurológico?</p><p>(A) Diálise contínua.</p><p>(B) Angioplastia percutânea.</p><p>(C) Craniectomia descompressiva.</p><p>(D) Controle direcionado de temperatura.</p><p>(E) Profilaxia com anticonvulsivantes.</p><p>Página 12/28 – Hospital Alemão Oswaldo Cruz - Residência Médica 2021</p><p>QUESTÃO 18</p><p>Paciente de 56 anos, dialítico há 2 anos por nefropatia diabética, está internado em</p><p>unidade de terapia intensiva para tratamento de endocardite de válvula mitral. Encontra-se</p><p>estável hemodinamicamente, apresenta sopro holossistólico 3+/6+ em ápice cardíaco e</p><p>tem manchas de Janeway em extremidades. Hemoculturas revelaram crescimento de</p><p>Staphylococcus aureus resistente à Oxacilina e sensível a Vancomicina em múltiplas</p><p>coletas, inclusive após 8 dias de terapia antimicrobiana com Vancomicina dentro dos alvos</p><p>terapêuticos. Ecocardiograma revela vegetação de 1 cm em válvula mitral e regurgitação</p><p>discreta. Qual é a melhor conduta terapêutica, considerando que outros focos</p><p>emboligênicos foram descartados?</p><p>(A) Troca valvar cirúrgica.</p><p>(B) Introduzir Linezolida.</p><p>(C) Introduzir Gentamicina.</p><p>(D) Introduzir Rifampicina.</p><p>(E) Introduzir Ceftarolina-Avibactam.</p><p>QUESTÃO 19</p><p>Homem de 74 anos apresenta fadiga, dor abdominal e saciedade precoce há 6 meses.</p><p>Sem comorbidades prévias. Ao exame clínico o paciente apresenta-se descorado, sem</p><p>linfonodomegalias palpáveis, porém com baço palpável a 9 cm do rebordo costal esquerdo</p><p>e fígado palpável a 6 cm do rebordo costal direito. Exames laboratoriais a seguir:</p><p>Hemoglobina (g/dL) - anisocitose, dacriócitos e presença de hemácias nucleadas 8,3</p><p>Leucócitos (/mm3) - 20% neutrófilos, 21% metamielócitos, 17% mielócitos,</p><p>4% primielócitos e 2% blastos</p><p>21.100</p><p>Plaquetas (/mm3) 68.000</p><p>Bilirrubina indireta (mg/dL) 0,5</p><p>DHL (UI/L) 547</p><p>Creatinina (mg/dL) 0,9</p><p>Bicarbonato (mEq/L) 26</p><p>Qual é a melhor hipótese diagnóstica?</p><p>(A) Mieloma múltiplo.</p><p>(B) Linfoma não Hodgkin de grandes células B.</p><p>(C) Anemia hemolítica autoimune.</p><p>(D) Mielofibrose.</p><p>(E) Leucemia mieloide aguda.</p><p>Hospital Alemão Oswaldo Cruz – Residência Médica 2021 - Página 13/28</p><p>QUESTÃO 20</p><p>Paciente masculino, 32 anos de idade, procedente de Piracicaba - São Paulo, procurou</p><p>Pronto-Socorro de sua cidade por febre elevada há 3 dias associada a intensa mialgia,</p><p>prostração e cefaleia. À admissão, paciente apresenta-se estável hemodinamicamente e</p><p>com exantema demonstrado a seguir.</p><p>Qual é o antimicrobiano para tratamento, considerando a principal hipótese diagnóstica?</p><p>(A) Sulfametoxazol-Trimetoprim.</p><p>(B) Fluconazol.</p><p>(C) Doxiciclina.</p><p>(D) Ceftriaxone.</p><p>(E) Aciclovir.</p><p>QUESTÃO 21</p><p>Qual das medicações está contemplada no protocolo de Profilaxia Pré-Exposição ao HIV</p><p>do Ministério da Saúde?</p><p>(A) Lamivudina.</p><p>(B) Entricitabina.</p><p>(C) Lopinavir/Ritonavir.</p><p>(D) Dolutegravir.</p><p>(E) Efavirenz.</p><p>Página 14/28 – Hospital Alemão Oswaldo Cruz - Residência Médica 2021</p><p>QUESTÃO 22</p><p>Paciente de 68 anos internado em enfermaria de Clínica Médica recebe o diagnóstico de</p><p>Linfoma do tipo MALT gástrico com Helicobacter pylori positivo. Qual é a conduta inicial</p><p>para o tratamento desse paciente?</p><p>(A) Rituximabe, Ciclofosfamida, Doxorrubicina, Vincristina e Prednisona.</p><p>(B) Amoxicilina, Clatritomicina, Lansoprazol.</p><p>(C) Gastrectomia e linfadenectomia a D2.</p><p>(D) Gastrectomia, apenas.</p><p>(E) Radioterapia.</p><p>QUESTÃO 23</p><p>Paciente de 50 anos, morador de área livre, internado em enfermaria de Clínica Médica</p><p>para investigação de quadro de febre, astenia e emagrecimento intenso (perda de</p><p>aproximadamente 25 kg no último ano). Realizado diagnóstico de tuberculose ganglionar e</p><p>iniciado tratamento específico, além de suporte nutricional. No quinto dia de internação</p><p>paciente evoluiu com rebaixamento do nível de consciência associado a fraqueza</p><p>generalizada. Coletados exames laboratoriais que revelaram:</p><p>Hemoglobina 9,8 g/dL</p><p>Leucócitos 4.200/mm3</p><p>Plaquetas 142.000/mm3</p><p>Sódio 126 mEq/L</p><p>Potássio 3,4 mEq/L</p><p>Cálcio 7,2</p><p>Bicarbonato 12 mEq/L</p><p>Fósforo 1,8 mg/dL</p><p>(A) Tuberculose meníngea.</p><p>(B) Síndrome de abstinência alcoólica.</p><p>(C) Síndrome de realimentação.</p><p>(D) Intoxicação por rifampicina.</p><p>(E) Coma mixedematoso.</p><p>Hospital Alemão Oswaldo Cruz – Residência Médica 2021 - Página 15/28</p><p>QUESTÃO 24</p><p>Paciente de 82 anos, sexo feminino, portadora de câncer de mama metastático para</p><p>ossos, linfonodos e sistema nervoso central, atualmente em tratamento com Paclitaxel(R)</p><p>e ácido zoledrônico procura serviço de emergência por lombalgia de forte intensidade</p><p>iniciada há 2 dias. Nega alterações urinárias ou intestinais. Apresenta hipertensão arterial</p><p>crônica, diabetes mellitus não insulino dependente e doença renal crônica estágio IIIb. Ao</p><p>exame físico apresenta dor à palpação de corpo vertebral de L4, sem déficits neurológicos</p><p>associados. Solicitada ressonância magnética que revelou lesão lítica no corpo vertebral</p><p>de L4. Além do uso de opioides, qual tratamento adjuvante pode ser iniciado para controle</p><p>álgico agudo?</p><p>(A) Dexametasona.</p><p>(B) Calcitonina.</p><p>(C) Denosumabe.</p><p>(D) Cetorolaco.</p><p>(E) Radioterapia.</p><p>QUESTÃO 25</p><p>Paciente feminina de 67 anos de idade e antecedente pessoal de Linfoma de Hodgkin</p><p>comparece em consulta ambulatorial com hematologista queixando-se de tosse e dispneia</p><p>progressiva há 3 meses. Ao exame físico, paciente apresenta saturação de oxigênio de</p><p>87% em ar ambiente. Solicitada radiografia de tórax representada abaixo.</p><p>Qual quimioterápico com maior associação com estes achados?</p><p>(A) Vincristina.</p><p>(B) Prednisona.</p><p>(C) Ciclofosfamida.</p><p>(D) Bleomicina.</p><p>(E) Doxorrubicina.</p><p>Página 16/28 – Hospital Alemão Oswaldo Cruz - Residência Médica 2021</p><p>QUESTÃO 26</p><p>Mulher de 64 anos com antecedente pessoal de doença pulmonar obstrutiva crônica em</p><p>uso de anticolinérgico de longa duração e tabagismo atual queixa-se de fadiga há 6 meses</p><p>associada a perda ponderal não quantificada no mesmo período. Ao exame clínico</p><p>encontra-se afebril, índice de massa corporal de 19 kg/m2, hidratada, pressão arterial</p><p>de 120 x 70mmHg, exame cardiopulmonar sem alterações e extremidades sem edemas.</p><p>Solicitados os seguintes exames laboratoriais:</p><p>Hemoglobina (g/dL) 12,8 Osmolaridade sérica</p><p>(mOsm/kg H2O)</p><p>268</p><p>Leucócitos (/mm3) 6.900 Creatinina (mg/dL) 1,2</p><p>Plaquetas (/mm3) 376.000 Osmolalidade urinária</p><p>(mOsm/kg H2O)</p><p>528</p><p>Sódio (mEq/L) 126 Sódio urinário (mEq/L) 62</p><p>Potássio (mEq/L) 3,9 Colesterol (mg/dL) 155</p><p>Cloreto (mEq/L) 96 TSH (mU/L) 7,7</p><p>Bicarbonato (mEq/L) 25 Glicose (mg/dL) 122</p><p>Qual das seguintes condições justifica a hiponatremia dessa paciente?</p><p>(A) Polidipsia psicogênica.</p><p>(B) Síndrome cerebral perdedora de sal.</p><p>(C) Desidratação.</p><p>(D) Hipotireoidismo.</p><p>(E) Síndrome da secreção inapropriada de ADH.</p><p>Hospital Alemão Oswaldo Cruz – Residência Médica 2021 - Página 17/28</p><p>QUESTÃO 27</p><p>Mulher de 32 anos, hipertensa em uso de Clortalidona, procura pronto atendimento por</p><p>quadro de dispneia progressiva há 2 anos associada a tosse, com expectoração</p><p>sanguinolenta há 1 dia. Exame físico: PA 152X94 mmHg, FC 104 bpm, Saturação de</p><p>oxigênio 97% em ar ambiente, ausculta pulmonar normal e ausculta cardíaca com</p><p>hiperfonese de segunda bulha em foco pulmonar, sem sopros. Eletrocardiograma</p><p>evidencia ritmo de fibrilação atrial. Radiografia de tórax abaixo.</p><p>Fonte: Radiopaedia</p><p>Qual é a principal hipótese diagnóstica?</p><p>(A) Estenose mitral.</p><p>(B) Tromboembolismo agudo.</p><p>(C) Bronquiectasia.</p><p>(D) Tromboembolismo crônico.</p><p>(E) Hipertensão arterial pulmonar.</p><p>Página 18/28 – Hospital Alemão Oswaldo Cruz - Residência Médica 2021</p><p>QUESTÃO 28</p><p>Homem de 32 anos procura atendimento médico para avaliação de insônia e tremores há</p><p>9 meses. Ao exame físico paciente apresenta índice de massa corpórea de 28 kg/m2,</p><p>frequência cardíaca de 118 bpm, pressão arterial de 140x90 mmHg e tremor fino de</p><p>extremidades. Tireoide não dolorosa e de difícil palpação. Exames laboratoriais revelam</p><p>TSH</p><p>com</p><p>fraca birrefringência positiva. Gram do líquido articular sem micro-organismo e cultura em</p><p>andamento. Qual é a opção terapêutica mais adequada?</p><p>(A) Colchicina.</p><p>(B) Hidroxicloroquina.</p><p>(C) Ceftriaxone.</p><p>(D) Ibuprofeno.</p><p>(E) Alopurinol.</p><p>ATENÇÃO: O caso seguinte se refere às questões 32 e 33:</p><p>Homem, 21 anos de idade, foi vítima de ferimento penetrante abdominal por projétil de</p><p>arma de fogo. Indicada laparotomia exploradora que evidenciou laceração de mais de</p><p>75% cólon transverso e presença de fezes em pequena quantidade na cavidade</p><p>abdominal. Na admissão e durante o procedimento se manteve estável</p><p>hemodinamicamente.</p><p>QUESTÃO 32</p><p>Qual é a melhor conduta para tratar a lesão intestinal?</p><p>(A) Ressecção intestinal com colostomia.</p><p>(B) Sutura primária.</p><p>(C) Exteriorização da perfuração intestinal em alça de colostomia.</p><p>(D) Sutura primária e ileostomia de proteção.</p><p>(E) Ressecção intestinal com anastomose primária.</p><p>QUESTÃO 33</p><p>Qual é o tempo de uso de antibiótico mais adequado neste cenário?</p><p>(A) 24 horas.</p><p>(B) 3 dias.</p><p>(C) 5 dias.</p><p>(D) 7 dias.</p><p>(E) 10 dias.</p><p>Hospital Alemão Oswaldo Cruz – Residência Médica 2021 - Página 21/28</p><p>QUESTÃO 34</p><p>Qual a afirmação mais adequada com relação a diverticulite aguda?</p><p>(A) Na presença de coleção pélvica, o tratamento preconizado é a retossigmoidectomia</p><p>com anastomose primária.</p><p>(B) Na presença de peritonite fecal, o tratamento preconizado é a retossigmoidectomia</p><p>com anastomose primária e colostomia de proteção.</p><p>(C) Na presença de peritonite purulenta, deve-se realizar peritoniostomia com curativo a</p><p>vácuo (pressão negativa).</p><p>(D) Não há indicação do uso de antibiótico terapêutico na forma não complicada da</p><p>doença.</p><p>(E) No doente jovem, com menos de 40 anos, a retossigmoidectomia eletiva deve ser</p><p>indicada de rotina após o primeiro episódio.</p><p>QUESTÃO 35</p><p>Qual a afirmação mais adequada relacionada aos nódulos hepáticos?</p><p>(A) Hiperplasia nodular focal apresenta alto risco de degeneração maligna.</p><p>(B) Adenoma tem risco aumentado de sangramento com o uso de contraceptivos orais.</p><p>(C) Hemangiomas apresentam risco elevado de rotura.</p><p>(D) Adenoma é o mais prevalente dos nódulos.</p><p>(E) Hemangiomas, geralmente são lesões múltiplas.</p><p>QUESTÃO 36</p><p>Mulher, 43 anos de idade, procurou o Serviço de Emergência devido a dor na região</p><p>superior do abdome e vômitos há 1 dia. Negava febre.</p><p>Ao exame clínico:</p><p>Bom estado geral, desidratada, IMC: 36kg/m2</p><p>Tórax sem alterações.</p><p>Abdome: flácido, doloroso à palpação profunda, sem irritação peritoneal.</p><p>Exames laboratoriais: Hb: 13,4 g/dL; Ht: 40%; Leucócitos: 13.456/mm3; PCR: 12 mg/L;</p><p>amilase 1300 U/L; lipase: 2100 U/L; enzimas hepáticas sem alterações.</p><p>Ultrassonografia de abdome: litíase biliar, sem distensão e sem espessamento da</p><p>vesícula. Via biliar sem dilatação. Pâncreas de difícil caracterização devido a interposição</p><p>gasosa.</p><p>Hoje, está com 2 dias de internação e com controle da dor abdominal e boa aceitação de</p><p>dieta via oral.</p><p>Qual é o próximo passo na condução do caso?</p><p>(A) Tomografia de abdome de controle.</p><p>(B) Colangiorressonância.</p><p>(C) Ultrassonografia endoscópica.</p><p>(D) Colangiografia endoscópica.</p><p>(E) Colecistectomia.</p><p>Página 22/28 – Hospital Alemão Oswaldo Cruz - Residência Médica 2021</p><p>QUESTÃO 37</p><p>Mulher, 21 anos de idade, foi trazida ao Serviço de emergência após queda da motocicleta</p><p>em alta velocidade. Na admissão:</p><p>A: Conversando. Saturação de oxigênio 94%</p><p>B: Ausculta torácica sem alterações. Sem deformidades no tórax</p><p>C: PA: 80x50mmHg; FC: 105bpm; FAST (focused assessment with sonography for</p><p>trauma) positivo no espaço esplenorrenal e pelve. Diurese clara.</p><p>D: Glasgow de 14. Confusa. Pupilas isofotorreagentes</p><p>E: Deformidade importante de perna esquerda com ferimento cortocontuso de 5 cm no</p><p>terço distal.</p><p>Qual é o esquema de antibiótico mais apropriado?</p><p>(A) Ceftriaxone associado a metronidazol.</p><p>(B) Gentamicina associada a clindamicina.</p><p>(C) Ceftriaxone associado a clindamicina.</p><p>(D) Gentamicina associada a metronidazol.</p><p>(E) Cefuroxima.</p><p>QUESTÃO 38</p><p>Homem, 79 anos de idade, é admitido no Serviço de Emergência devido a confusão e</p><p>sonolência há 2 dias. Acompanhante refere queda da própria altura há 10 dias. Faz uso de</p><p>marevan 5mg dia (controle regular de INR).</p><p>Ao exame clínico:</p><p>Sonolento, hematoma na região frontal.</p><p>Glasgow: 12. Pupilas isofotorreagentes.</p><p>Submetido a tomografia de crânio.</p><p>Qual é a imagem compatível com o quadro clínico?</p><p>(A) (B) (C)</p><p>(D) (E)</p><p>Hospital Alemão Oswaldo Cruz – Residência Médica 2021 - Página 23/28</p><p>QUESTÃO 39</p><p>Homem, 28 anos de idade, refere ter notado aumento do testículo esquerdo após jogo de</p><p>futebol. Nega febre e sem alterações para urinar. Apresenta vida sexual ativa com</p><p>parceira fixa. Tem desejo de ter filhos ainda.</p><p>Ao exame clínico:</p><p>Bom estado geral.</p><p>Tórax sem alterações.</p><p>Abdome: indolor, sem massas. Ausência de hérnia inguinal e sem linfonodomegalia.</p><p>Escroto: Testículo esquerdo com nódulo de 2,5cm. Testículo direito sem alterações.</p><p>Submetido a ultrassonografia do escroto que evidenciou: nódulo hipoecoico de 2,5cm no</p><p>testículo esquerdo, não homogêneo, com áreas císticas, mal definidas e calcificações.</p><p>Exames laboratoriais: bHCG: aumentado; alfa feto proteína: aumentado; DHL normal.</p><p>Realizada tomografia de abdome, pelve e tórax, sem alterações.</p><p>Qual é a conduta mais adequada?</p><p>(A) Orquiectomia via escrotal.</p><p>(B) Biópsia com agulha grossa.</p><p>(C) Punção com agulha fina.</p><p>(D) Orquiectomia por inguinotomia.</p><p>(E) Biópsia excisional via escrotal.</p><p>QUESTÃO 40</p><p>Mulher, 39 anos de idade, foi submetida a biópsia excisional de lesão pigmentada na coxa</p><p>esquerda. O anatomopatológico evidenciou tratar-se de melanoma in situ. Qual é a melhor</p><p>conduta?</p><p>(A) Observação clínica.</p><p>(B) Ampliação de margem de 0,5 cm.</p><p>(C) Ampliação de margem de 1,5 cm.</p><p>(D) Ampliação de margem de 0,5 cm e pesquisa de linfonodo sentinela.</p><p>(E) Ampliação de margem de 1,5 cm e pesquisa de linfonodo sentinela.</p><p>Página 24/28 – Hospital Alemão Oswaldo Cruz - Residência Médica 2021</p><p>QUESTÃO 41</p><p>Mulher, 56 anos de idade, refere dor na região distal da perna direita, logo acima do</p><p>maléolo medial, acompanhada de hiperemia e nódulo. Refere dislipidemia e diabete</p><p>melito.</p><p>Ao exame clínico:</p><p>Bom estado.</p><p>Tórax e abdome sem alterações.</p><p>Membros inferiores com perfusão preservada. Pulsos amplos. Ausência de edema e sem</p><p>dor à palpação da panturrilha. Dor à palpação perna direita logo acima do maléolo medial,</p><p>local de hiperemia de cerca de 3 cm com área endurada.</p><p>Realizado exame de ultrassonografia doppler venosa do membro inferior direito: presença</p><p>de trombo de 2 cm na safena magna, logo acima do tornozelo; ausência de trombose de</p><p>veias femoral e poplítea.</p><p>Qual é o tratamento mais adequado?</p><p>(A) Uso de anti-inflamatório não esteroidal.</p><p>(B) Enoxaparina em dose profilática.</p><p>(C) Enoxaparina em dose terapêutica.</p><p>(D) Inibidor do fator Xa.</p><p>(E) Clopidogrel.</p><p>QUESTÃO 42</p><p>Homem, 64 anos de idade, apresentou icterícia, colúria e acolia há 2 semanas. Apresenta</p><p>hipertensão arterial controlada com medicamentos. Ao exame físico:</p><p>Bom estado geral, ictérico.</p><p>Tórax sem alterações.</p><p>Abdome: flácido, indolor à palpação, vesícula biliar palpável e indolor a 4cm do rebordo</p><p>costal.</p><p>Exames laboratoriais: Hb: 12,3g/dL; Bilirrubina direta: 19,2mg/dL; Fosfatase alcalina: 467</p><p>U/L; GGT: 654U/L; CA19.9: 234U/L.</p><p>Realizada tomografia de abdome que evidenciou dilatação da via biliar devido à massa na</p><p>cabeça do pâncreas de 3,4cm. Tronco celíaco e artéria mesentérica superior sem contato</p><p>com a lesão. Veia mesentérica superior com envolvimento de cerca de 90 graus, e</p><p>ausência de trombose. Veia porta sem</p><p>sinais de invasão. Fígado sem sinais de lesões</p><p>secundárias e ausência de carcinomatose peritoneal.</p><p>Qual é a melhor conduta?</p><p>(A) Duodenopancreatectomia.</p><p>(B) Drenagem da via biliar seguida da duodenopancreatectomia.</p><p>(C) Derivação bilio digestiva e biópsia operatória.</p><p>(D) Drenagem da via biliar e biópsia por ecoendoscopia.</p><p>(E) Drenagem da via biliar transparieto-hepática e biópsia percutânea.</p><p>Hospital Alemão Oswaldo Cruz – Residência Médica 2021 - Página 25/28</p><p>QUESTÃO 43</p><p>Mulher, 47 anos de idade, apresenta disfagia para sólidos, evoluindo com piora</p><p>progressiva nos últimos anos. Atualmente tem dificuldade de comer alimentos pastosos,</p><p>inclusive com ingestão de água. Perdeu peso em 2 meses. Na investigação da disfagia,</p><p>feito diagnóstico de doença de Chagas. Realizada endoscopia digestiva que evidenciou</p><p>esôfago dilatado; ausência de lesão na cromoscopia com lugol. Submetida a manometria</p><p>que evidenciou alterações compatíveis com acalasia. Na sequência, indicado exame de</p><p>radiografia contrastada (imagem a seguir). Não apresenta doença cardíaca e sem outras</p><p>comorbidades.</p><p>Qual é a melhor conduta?</p><p>(A) Cardiomotomia com funduplicatura parcial.</p><p>(B) Esofagectomia trans-hiatal.</p><p>(C) Dilatação esofágica endoscópica.</p><p>(D) Cardiomiotomia sem funduplicatura.</p><p>(E) Aplicação endoscópica de toxina botulínica.</p><p>QUESTÃO 44</p><p>Mulher, 63 anos de idade, foi submetida a colonoscopia de screening de câncer colorretal.</p><p>No exame, foi observado pólipo de 3,0 cm no sigmoide, sem ulceração e com base séssil.</p><p>Indicada ressecção endoscópica. Realizada ressecção completa da lesão em bloco (peça</p><p>única). O exame anatomopatológico evidenciou adenocarcinoma com invasão da camada</p><p>profunda da submucosa, com todas as margens livres. Qual deve ser a conduta?</p><p>(A) Retossigmoidectomia sem linfadenectomia.</p><p>(B) Retossigmoidectomia com linfadenectomia.</p><p>(C) Observação clínica com pesquisa seriada de sangue oculto nas fezes.</p><p>(D) Repetir colonoscopia em 3 meses.</p><p>(E) Repetir a colonoscopia em 6 meses.</p><p>Página 26/28 – Hospital Alemão Oswaldo Cruz - Residência Médica 2021</p><p>QUESTÃO 45</p><p>Os genes de reparo do DNA MLH1 e MSH2 estão alterados em qual situação?</p><p>(A) Polipose adenomatose familiar (PAF).</p><p>(B) Câncer hereditário de pâncreas.</p><p>(C) Câncer gástrico difuso hereditário.</p><p>(D) Câncer coloretal hereditário não polipose (HNPCC).</p><p>(E) Síndrome de Gardner.</p><p>QUESTÃO 46</p><p>Mulher, 45 anos de idade, refere empachamento pós-prandial há 3 meses, com perda de</p><p>5 kg neste período. Sem febre. Nega dor abdominal.</p><p>Ao exame encontra-se em bom estado geral e corada.</p><p>Tórax sem alterações.</p><p>Abdome: massa palpável na região do hipocôndrio esquerdo e epigástrio, sem dor à</p><p>palpação.</p><p>Exames bioquímicos sem alterações.</p><p>Realizada tomografia que evidenciou lesão cística no corpo e cauda do pâncreas, sem</p><p>componentes sólidos com dimensão de 10x15x10 cm e volume estimado de 600ml.</p><p>Fígado sem alterações. Ausência de dilatação de via biliar. Presença de colelitíase.</p><p>Indicada ecoendoscopia que não evidenciou componente sólido na lesão. Na punção,</p><p>coletado CEA (antígeno carcinoembrionário) de 472ng/mL e amilase de 1700U/L.</p><p>Qual é a melhor conduta?</p><p>(A) Pancreatectomia corpo caudal.</p><p>(B) Derivação cistogastroanastomose.</p><p>(C) Derivação cistoduodenoanastomose.</p><p>(D) Drenagem endoscópica.</p><p>(E) Drenagem percutânea.</p><p>Hospital Alemão Oswaldo Cruz – Residência Médica 2021 - Página 27/28</p><p>QUESTÃO 47</p><p>Homem, 40 anos de idade, caiu da motocicleta em alta velocidade. No atendimento pré-</p><p>hospitalar estava com PA de 90x60mmHg, FC de 110bpm e Glasgow de 8. Realizada</p><p>intubação orotraqueal, e infusão volêmica de 500mL de soro fisiológico. Na admissão no</p><p>Serviço de Emergência:</p><p>A: intubado com saturação de 96%</p><p>B: Ausculta pulmonar sem alterações</p><p>C: PA: 80x50mmHg. FC: 110bpm. FAST (focused assessment with sonography for</p><p>trauma) negativo. Alargamento da sínfise púbica.</p><p>D: Glasgow de 3. Sedação. Pupilas mioticas</p><p>E: Sem deformidades em membros</p><p>Realizada radiografia de tórax e bacia (imagem a seguir) na sala de trauma.</p><p>Iniciada reanimação volêmica, e após 10 minutos PA de 90x60mmHg e FC 110bpm.</p><p>Após o fechamento do anel pélvico na sala de trauma com lençol, qual deve ser a melhor</p><p>sequência de condutas?</p><p>(A) 1. Fixação externa da bacia 2. Arteriografia.</p><p>(B) 1. Tamponamento pélvico pré-peritoneal 2. Fixação externa da bacia.</p><p>(C) 1. Arteriografia 2. Tamponamento pré-peritoneal.</p><p>(D) 1. Fixação externa da bacia 2. Tamponamento pélvico pré-peritoneal.</p><p>(E) 1. Tamponamento pélvico pré-peritoneal 2. Arteriografia.</p><p>Página 28/28 – Hospital Alemão Oswaldo Cruz - Residência Médica 2021</p><p>QUESTÃO 48</p><p>Homem, de 33 anos de idade, foi vítima de ferimento por arma branca na região do sétimo</p><p>espaço intercostal na linha axilar média a esquerda. Na admissão no Serviço de</p><p>Emergência:</p><p>A: conversando. Saturação de oxigênio de 93%.</p><p>B: ausculta diminuída a esquerda. Realizada drenagem torácica com saída de 100ml de</p><p>sangue e ar. Dreno oscilante e borbulhando. Melhora da saturação para 96%.</p><p>C: PA: 13x80mmHg; FC 90bpm. FAST negativo.</p><p>D: Escala de Glasgow de 15.</p><p>E: Ferimento de entrada no sétimo espaço intercostal na linha axilar média a esquerda.</p><p>Realizada tomografia de tórax que evidenciou dreno anterior e inferior e pequena</p><p>quantidade de líquido no seio costofrênico a esquerda. Sem outras alterações.</p><p>Qual é a melhor conduta?</p><p>(A) Laparoscopia.</p><p>(B) Observação.</p><p>(C) Radiografia de controle em 12 horas.</p><p>(D) Toracoscopia.</p><p>(E) Troca do dreno torácico.</p><p>QUESTÃO 49</p><p>Com relação ao tratamento da hérnia femoral encarcerada, suspeita de necrose intestinal,</p><p>qual é a melhor técnica operatória para a sua correção?</p><p>(A) Lichtenstein.</p><p>(B) McVay.</p><p>(C) Laparoscópica extraperitoneal.</p><p>(D) Stoppa.</p><p>(E) Rives.</p><p>QUESTÃO 50</p><p>Mulher, 61 anos de idade, está internada na unidade de terapia intensiva há 6 dias devido</p><p>a pancreatite aguda biliar grave, com 8 dias de evolução. Mantém quadro de disfunção</p><p>orgânica desde o segundo dia de internação, com necessidade de ventilação mecânica,</p><p>noradrenalina e hemodiálise. Últimos exames laboratoriais: Hb: 10,3g/dL; Leucócitos:</p><p>15345/mm3; PCR: 235mg/L. Hoje com 8 dias do início da pancreatite, realizada tomografia</p><p>de abdome que revelou: necrose pancreática de cerca de 60%, principalmente corpo e</p><p>cauda, com coleção em organização retrogástrica de cerca de 300ml e trombose de veia</p><p>esplênica.</p><p>Além do suporte clínico, qual deve ser a conduta neste momento?</p><p>(A) Iniciar antibiótico profilático.</p><p>(B) Introduzir dieta enteral.</p><p>(C) Iniciar antibiótico terapêutico.</p><p>(D) Drenagem percutânea da coleção.</p><p>(E) Drenagem endoscópica da coleção.</p>

Mais conteúdos dessa disciplina