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<p>15</p><p>SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO</p><p>CURSO: BACHARELADO EM SERVIÇO SOCIAL</p><p>GISELA CAMILO DA SILVA</p><p>PLANO ADAPTADO COVID – ESTÁGIO II</p><p>PROJETO DE INTERVENÇÃO</p><p>Cachoeiro de Itapemirim - ES</p><p>2022</p><p>GISELA CAMILO DA SILVA</p><p>PLANO ADAPTADO COVID – ESTÁGIO II</p><p>PROJETO DE INTERVENÇÃO</p><p>Trabalho apresentado ao Curso de Serviço Social da Universidade Norte do Paraná para a disciplina de Estágio Curricular II.</p><p>Cachoeiro de Itapemirim - ES</p><p>2021</p><p>SUMÁRIO</p><p>1. APRESENTAÇÃO 4</p><p>2. JUSTIFICATIVA 5</p><p>3. OBJETIVOS 6</p><p>3.1 OBJETIVO GERAL 6</p><p>3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS 6</p><p>4. PÚBLICO ALVO 7</p><p>5. METAS A ATINGIR 8</p><p>6. METODOLOGIA 9</p><p>7. RECURSOS HUMANOS 11</p><p>8. PARCEIROS OU INSTITUIÇÕES APOIADORAS 12</p><p>9. AVALIAÇÃO 13</p><p>10. CRONOGRAMA DE EXECUÇÂO 14</p><p>REFERENCIA BIBLIOGRAFICA 15</p><p>APRESENTAÇÃO</p><p>A pobreza e a desigualdade social são fortes propulsores para que essas crianças e jovens tenham mais dificuldades. Eles estão sujeitos a altos índices de violência (inclusive doméstica), evasão escolar e até problemas de saúde, sobretudo àqueles que vivem em locais sem saneamento básico.</p><p>O projeto é realizado com crianças e adolescentes (6 à 10 anos) e (15 à 17 anos) de acordo com a tipificação. Buscando atender as famílias que estejam em situação de vulnerabilidade social, através de cursos de capacitação com o objetivo de geração de renda e serviços de convivência e fortalecimento de vínculos. Além de assistir em particular, a maternidade, a infância, a adolescência e aos idosos em suas diversas necessidades.</p><p>Logo, os projetos sociais visam, justamente, oferecer maneiras de tornar as crianças e jovens autossuficientes, além de melhorarem as condições das famílias e das comunidades em geral. Onde torna-se importante que essas crianças tenham uma base sólida, ou seja, um ambiente seguro e saudável para que possam se desenvolver plenamente, além de acesso à educação, saneamento básico e condições adequadas para vislumbrarem um futuro promissor, vencendo a pobreza.</p><p>Dessa forma o projeto buscará realizar uma parceria com a prefeitura, cuja gestão abraçou e apoiou este problema, onde achou que com a participação direta da sociedade, o projeto teria maior credibilidade e envolvimento da cidade como um todo. Através disso, os integrantes da comunidade seremos responsáveis pela pesquisa, levantamento de dados, recrutamento e entrevistas com as famílias das crianças e adolescentes. Já a prefeitura ficará responsável pelo pagamento de alguns funcionários, e o espaço a ser realizado o projeto, foi cedido por uma pessoa da comunidade, enquanto que o complemento financeiro será arrecadado por meio de doações, festas temáticas, rifas e a sua contribuição financeira de uma pequena parte em dinheiro pela prefeitura para o desenvolvimento do Projeto.</p><p>JUSTIFICATIVA</p><p>Fundado em 15 de abril de 2022, o Centro de Educação Popular Raio de Sol, mais conhecido como CEPRS, visa ao atendimento de crianças e adolescentes que apresentam dificuldades de aprendizagem e em situação de vulnerabilidade. Esse projeto é uma resposta ao clamor de quem busca e merece uma vida mais digna e mais plena, e tem por finalidade educar para o exercício da cidadania, com a consequente consciência dos direitos e deveres. Para isto, será proporcionado aos usuários uma grande variedade de projetos, atividades educativas, culturais e de lazer, dando prioridade a crianças e adolescentes em situação de risco, no contra turno escolar.</p><p>Esse projeto tentará oferecer o bem estar de crianças e adolescentes que se encontravam em extrema pobreza, unindo-se com a prefeitura a fim de realizar uma ação concreta, que não seja um ato isolado e que em longo prazo possa causar impacto nessa realidade. Logo esses indivíduos nos vê como responsáveis pelo mundo que nos cerca e pelas mudanças que gostaríamos que ocorressem nele em relação às desigualdades, à injustiça social e uma melhoria na qualidade de vida.</p><p>OBJETIVOS</p><p>1.1 OBJETIVO GERAL</p><p>· O objetivo principal da instituição é propiciar atendimento a esses usuários de forma igualitária, quando os mesmos tenham oportunidade de desenvolvimento sadio e positivo, conforme preconiza o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), sendo-lhes garantidos os direitos como saúde, educação, alimentação, convivência familiar e comunitária, liberdade, livres de qualquer forma de opressão, negligência ou violação de direitos.</p><p>1.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS</p><p>· Construir gradativamente um espaço de acolhimento dos usuários e melhorar as condições de vida das crianças e dos adolescentes, resgatando sua autoestima e valores pessoais e familiares;</p><p>· Desenvolver habilidades específicas peculiares a cada fase do desenvolvimento e potencialidades para a vida;</p><p>· Contribuir com a emancipação e efetivação dos direitos sociais de cada usuário;</p><p>· Contribuir para a inserção, reinserção e permanência da criança/adolescente no sistema educacional;</p><p>· Desenvolver atividades educativas e lúdicas que possibilitam as crianças e adolescentes reforçar o conhecimento adquirido no ensino formal e aumentar sua autoestima.</p><p>PÚBLICO ALVO</p><p>O projeto é realizado com crianças e adolescentes (6 à 10 anos) e (15 à 17 anos) de acordo com a tipificação. Buscando atender as famílias que estejam em situação de vulnerabilidade social, através de cursos de capacitação com o objetivo de geração de renda e serviços de convivência e fortalecimento de vínculos. Além de assistir em particular, a maternidade, a infância, a adolescência e aos idosos em suas diversas necessidades.</p><p>METAS A ATINGIR</p><p>· As ações visam o atendimento do usuário na totalidade e são propostas de acordo com a idade, com a finalidade de desenvolver habilidades específicas peculiares a cada fase do desenvolvimento e potencialidades para a vida, e assim contribuir com a emancipação e efetivação dos direitos sociais de cada usuário;</p><p>· Proporcionar educação e instrução de qualidade para crianças e jovens em risco social;</p><p>· Desenvolver semestralmente acompanhamento e avaliação das ações desenvolvidas;</p><p>· Atender 200 crianças e adolescentes;</p><p>· Realizar aproximadamente 06 eventos beneficentes para captação de recurso financeiro;</p><p>· Desenvolver semestralmente acompanhamento e avaliação das ações desenvolvidas.</p><p>METODOLOGIA</p><p>Para o ano de 2022 os grupos serão compostos por crianças e adolescentes de ambos os sexos e divididos por idade:06 a 08 – Grupo 1 (manhã/tarde);09 a 11 – Grupo 2 (manhã/tarde);12 a 14 – Grupo 3 (manhã/tarde).</p><p>Estes grupos farão rodízio para participarem das oficinas existentes na instituição, cada oficina tem um facilitador com atribuições específicas. Esta metodologia de trabalho promove a interação dos usuários do serviço entre si e com os facilitadores de oficinas, propiciando atividades adequadas à idade dos mesmos.</p><p>Logo, serão executadas atividades decorrentes de oficinas e outros serviços que trabalharão a criança/ adolescente na sua totalidade, baseando-se no desenvolvimento integral, fortalecimento de vínculos familiares e comunitários, melhora no convívio grupal, afetividade, solidariedade, respeito mútuo, ampliação do universo informacional, artístico, cultural e social, além do, desenvolvimento de potencialidades, habilidades e talentos, e fortalecimento do protagonismo e formação cidadã.</p><p>As atividades serão basicamente: Aulas de reforço escolar em Português e Matemática; Aulas de Línguas estrangeira (Espanhol e Inglês); Aula de teatro; Aula de música; Aula de conduta; Aula de Artes, Educação Física, e Computação, ficando dividida em três aulas por dia de segunda a sexta feira; Estudo Bíblico.</p><p>Todo este trabalho será fundamentado na metodologia de Paulo Freire, Edgar Morin, Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais – aprovada por meio da Resolução nº 109, de 11 de novembro de 2009, Orientações Técnicas para o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), os quais norteão diretrizes e embasam de forma totalitária todos os valores e princípios das ações desenvolvidas pelo</p><p>Projeto.</p><p>Onde para Freire (1963) A concepção freireana consiste em conhecer a realidade do educando para a partir dela, lançar base para a alfabetização. Neste contexto, fica claro que o mais importante para essa concepção é que ele não surja de pessoas ou alfabetizadores que pensem pelos futuros alfabetizando, pois não seria uma educação dialógica, mas, uma educação arbitrária.</p><p>A inserção de usuários na instituição ocorrerá mediante lista de espera interna, encaminhamentos da rede Inter e socioassistencial - autoridade judicial, escolas municipais, estaduais, entre outros. Estes serão submetidos à triagem, com entrevista social, a fim de ser confirmada a elegibilidade, considerará como critério básico de atendimento, a frequência regular na escola.</p><p>RECURSOS HUMANOS</p><p>A equipe é composta por alguns profissionais assalariados e outros voluntários, sendo eles: Professores, Auxiliares de Limpeza; Psicólogos; Assistentes Sociais; Psiquiatra, dentre outros.</p><p>PARCEIROS OU INSTITUIÇÕES APOIADORAS</p><p>· Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim –ES;</p><p>· Empresários Locais;</p><p>· Comunidade Locais;</p><p>· Faculdade UNOPAR.</p><p>AVALIAÇÃO</p><p>A avaliação de projetos sociais contribui para melhorar sua qualidade, possibilitando sua correção e aprimoramento. Trata-se de um processo complexo que envolve ações vinculadas às fases de planejamento e implementação e, mais recentemente, tem sido considerada um “processo de construção permanente” (Carvalho, 2003, p.185). Outro aspecto importante refere-se à captação de recursos para a realização de projetos. Nesse sentido, a avaliação de projetos pode favorecer a obtenção de subvenções, na medida em que aumenta a racionalidade da gestão por meio da mensuração da eficiência, eficácia e equidade (Cohen & Franco, 2012).</p><p>Antes de definir as atividades que serão trabalhadas no Projeto, será feito um diagnóstico das dificuldades de aprendizagem dos alunos através de questionários a serem respondidos pelos integrante e colaboradores do projeto.</p><p>CRONOGRAMA DE EXECUÇÂO</p><p>Atividade</p><p>Mês de Execução</p><p>Ano</p><p>Escolha do tema</p><p>Março</p><p>2022</p><p>Elaboração do Projeto</p><p>Abril</p><p>Maio</p><p>2022</p><p>Execução da Intervenção</p><p>Maio</p><p>Junho</p><p>2022</p><p>REFERÊNCIA BIBLIOGRAFICA</p><p>CARVALHO, M. C. B. de (2001). Avaliação de projetos sociais. In: Ávila, C. M. de. (coord). Gestão de projetos sociais (3ª ed.). (pp. 59-89). São Paulo: AAPCS – Associação de Apoio ao Programa Capacitação Solidária – (Coleção gestores sociais)</p><p>COHEN, E. & Franco, R. (2012). Avaliação de projetos sociais. (10ª ed.). Petrópolis: Vozes.</p><p>FREIRE, P. Conscientização e Alfabetização: uma Nova Visão do Processo. Estudos Universitários, Recife, p. 5-22, junho 1963.</p><p>image2.png</p>