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Física – Estática e cinemática Demétrio Martins Soares OBJETIVO Identificar a massa de um objeto comparando com um outro objeto verificando desta forma a massa e torque dos mesmo segundo sua distancia de um para o outro em um pendulo. Prática 1 – Equilíbrio de corpos METODOLOGIA 1- Acesse o site: https://phet.colorado.edu/sims/html/balancing-act/latest/balancing-act_all.html?locale=pt_BR 2- função de cada item: 2.1- Evidencia-se o valor das massas conhecidas, a força de cada objeto e o nível. 2.2- Evidencia-se réguas ou a posição em números de cada objeto. Em nossa prática, deixe posicionado a opção “Réguas”. 2.3- Nesse quadro há as massas que serão usadas em nossa prática. Clique algumas vezes na flecha na direita até encontrar massas em formato de presente, chamadas de “Objetos Misteriosos”. 2.4- A simulação começa com a opção de dois pilares de cada lado. Aperte para mudar deixando no estilo gangorra. Prática 1 – Equilíbrio de corpos A fase inicial da prática é calcular a massa do Objeto Misterioso A, para isso, a sugestão é posicionar a massa de 10kg a 1 metro do eixo de rotação e o objeto misterioso a 0,5m do eixo. Note que o sistema está em equilíbrio. Portanto, usando a somatória dos torques igual a zero, é possível calcular a massa de A. Sendo assim encontramos a seguinte formula: T=F.d Onde: T= Torque F= Força d= Distância Temos: . =. Onde: M= Massa ou Força atribuída ao objeto d= Distância Prática 1 – Equilíbrio de corpos Usando a formula que encontramos temos: . =. Onde: = 0,5 Metros 1 Metro . 0,5=10. 1 = = 20 Kg Massa do Objeto A e igual a 20 Kg. Prática 1 – Equilíbrio de corpos Figura 1 Prática 1 – Equilíbrio de corpos Figura 1.1 Testando a prova Massa do Objeto A e igual a 20 Kg. Prática 1 – Equilíbrio de corpos Depois, calcule a massa do Objeto Misterioso B. A recomendação é posicionar o objeto A a 0,5m do eixo de rotação e o corpo B a 2 metros de distância. Prática 1 – Equilíbrio de corpos Figura 2 Aplicando-se a fórmula temos: . =. Onde: Kg = 0,5 Metros Metro Temos: 20 . 0,5=. 2 10=. 2 = = 5 Kg Prática 1 – Equilíbrio de corpos Testando a prova Massa do Objeto B é igual a 5 Kg. Figura 2.1 Prática 1 – Equilíbrio de corpos Com base nos resultados dos itens 8 e 9, responda: Qual é o total de 𝑀𝐴 + 𝑀𝐵? 20 + 5 = 25 Kg b) Considerando que 𝑀𝐶 = 3𝑀𝐵, qual seria o valor de 𝑀𝐶? c) Confirme o resultado da alternativa b) utilizando a gangorra como uma balança rotativa. Ou seja, encontre uma massa que possa equilibrar o valor de 𝑀𝐶. Prática 1 – Equilíbrio de corpos Figura 3 Analise o resultado da opção b) utilizando a gangorra como uma balança de rotação. Isso significa que você deve encontrar uma massa que equilibre o valor de 𝑀𝐶. Prática 1 – Equilíbrio de corpos Chega-se à conclusão de que, para preservar o equilíbrio de maneira adequada, é necessário avaliar todos os fatores que afetam o ambiente em questão, incluindo gravidade, massa e distância. OBJETIVO O propósito desta atividade é compreender como identificar e distinguir as forças de atrito entre dois objetos, levando em consideração suas massas, ângulos e coeficientes de atrito. Prática 2 – Força de Atrito METODOLOGIA Acesse o site: https://phet.colorado.edu/sims/html/forces-and-motion-basics/latest/forces-and-motion-basics_pt_BR.html A nossa atividade será dividida em várias etapas. Portanto, siga rigorosamente cada procedimento. a) Deixe as seguintes opções selecionadas e coloque a lixeira como objeto no meio: Aumente a potência do boneco até atingir o início do movimento. A força que faz com que a força de atrito cinético atue sobre o objeto é 251 N. Junto com esse resultado, há também uma força de atrito cinético indicando 188 N. Portanto, conhecendo esses dados, use a segunda lei de Newton para determinar a aceleração. Prática 2 – Força de Atrito METODOLOGIA b) Conhecendo o valor da força de atrito registrada pelo simulador, calcule o coeficiente de atrito cinético. c) Permitir que a força de separação seja um número que antecede a força que pode mover o objeto determina o coeficiente de atrito estático, pois nesta situação a força de atrito estático é igual à força de separação. d) Substitua a lixeira por um objeto desconhecido, neste caso o presente. Aumentando gradativamente a força do boneco até a presença, observamos que o valor da força que antecede o movimento do corpo é 126N. Portanto, após calcular o coeficiente de atrito estático do item anterior, determine a massa do objeto desconhecido. Prática 2 – Força de Atrito RESULTADOS E DISCUSSÃO Deixe as seguintes opções selecionadas e coloque a lixeira como objeto no meio: Aumente a potência do boneco até atingir o início do movimento. A força que faz com que a força de atrito cinético atue sobre o objeto é 251 N. Junto com esse resultado, há também uma força de atrito cinético indicando 188 N. Portanto, conhecendo esses dados, use a segunda lei de Newton para determinar a aceleração. Prática 2 – Força de Atrito RESULTADOS E DISCUSSÃO Aplicando-se a 2° LEI DE NEWTON temos: =m.a Prática 2 – Força de Atrito Onde: = Força resultante m= Massa a= Aceleração Sendo assim: = 63 N m= 100 Kg a= ? =m.a 63=100.a a= a=0,63 m/ Figura 4 RESULTADOS E DISCUSSÃO Conhecendo o valor da força de atrito registrada pelo simulador, calcule o coeficiente de atrito cinético: 𝑁 Onde: Força de Atrito Cinético Coeficiente de Atrito Cinético 𝑁 = Força Normal Como é horizontal, a força normal é igual ao peso, então: N=P=m.g (m.g) 188(100.10) = =0,188 Prática 2 – Força de Atrito RESULTADOS E DISCUSSÃO Permitir que a força de separação seja um número que antecede a força que pode mover o objeto determina o coeficiente de atrito estático, pois nesta situação a força de atrito estático é igual à força de separação. 𝑁⃗ Onde: Força de Atrito Estatico Coeficiente de Atrito Estático 𝑁 = Força Normal Então teremos: N=P=m.g (m.g) 2(100.10) = =0,25 Prática 2 – Força de Atrito RESULTADOS E DISCUSSÃO Substitua a lata de lixo por um objeto desconhecido, neste caso o presente. Aumentando gradativamente a força do boneco até a presença, observamos que o valor da força que antecede o movimento do corpo é 126N. Portanto, após calcular o coeficiente de atrito estático do item anterior, determine a massa do objeto desconhecido 𝑁⃗ Onde: Força de Atrito Estatico Coeficiente de Atrito Estático 𝑁 = Força Normal m=Massa g=Gravidade Então teremos: (m.g) 1 𝑁⃗ 𝑁⃗= 𝑁⃗=500 N=P=m.g 500= m.10m= M=50 kg Prática 2 – Força de Atrito RESULTADOS E DISCUSSÃO Testando a prova Prática 2 – Força de Atrito Figura 5 Figura 6 CONCLUSÕES É possível, portanto, calcular de forma correta as condições corretas de deslocamento de qualquer objeto, uma vez que se tem em mãos suas características físicas, como o peso, a massa e os coeficientes de atrito. Prática 2 – Força de Atrito OBJETIVO O objetivo deste material é identificar, avaliar e medir a velocidade em diversos pontos de um trajeto, bem como o peso e o tempo do mesmo objeto. Prática 3 – Energia cinética e potencial gravitacional METODOLOGIA Prática 3 – Energia cinética e potencial gravitacional Acesse o site : https://phet.colorado.edu/sims/html/energy-skate-park-basics/latest/energy-skate-park-basics_pt_BR.html Em nossa atividade, vamos utilizar apenas a opção de grade. Não utilize a opção de velocidade, pois os dados não são os mesmos registrados pelo velocímetro. 1- Com a opçãoMostrar Grade selecionada, o skatista poderá subir até 5m de altura. Determine a velocidade a que ele alcança no ponto mais baixo da trajetória. Para tal, utilize técnicas de conservação de energia mecânica. Em outras palavras, EMi = EMf. Tenha em mente que energia mecânica é a soma das energias cinéticas com o potencial gravitacional. De acordo com a posição, uma ou outra pode valer zero. 2- A velocidade do skatista deve ser calculada a uma altura de 2 metros. Para tal, compare a energia mecânica do ponto mais baixo da trajetória com a da altura h = 2m. 3- Dado que a massa do skatista é de 60 kg, qual a energia cinética do mesmo quando atinge o ponto mais baixo da trajetória, a partir de uma altura de 5 metros? RESULTADOS E DISCUSSÃO 1- Determine a velocidade máxima atingida no ponto mais baixo da trajetória. Para tal, utilize técnicas de conservação de energia mecânica. Em outras palavras, EMi = EMf. Lembre-se de que a energia mecânica é a soma das energias cinéticas e do potencial gravitacional. De acordo com a posição, uma ou outra pode valer zero. = Sendo assim: m.g.h = m.g.h' + Em que: 10.5=10.0’+ 50= 2,50 v= 10 m/ Prática 3 – Energia cinética e potencial gravitacional RESULTADOS E DISCUSSÃO Prática 3 – Energia cinética e potencial gravitacional Figura 7 RESULTADOS E DISCUSSÃO A velocidade do skatista é calculada a uma altura de 2 metros de altura. Para tal, compare a energia mecânica do ponto mais baixo da trajetória com a da altura h = 2m. = Sendo assim: m.g.h = m.g.h'+ No endereço: 10.5=10.2’+ 50=20+ 50-20 = 230 = 2 m/ Prática 3 – Energia cinética e potencial gravitacional RESULTADOS E DISCUSSÃO Prática 3 – Energia cinética e potencial gravitacional A velocidade do skatista é calculada a uma altura de 2 metros de altura. Para tal, compare a energia mecânica do ponto mais baixo da trajetória com a da altura h = 2m. Figura 8 RESULTADOS E DISCUSSÃO Dado que a massa do skatista é de 60 kg, qual a energia cinética do mesmo quando atinge o ponto mais baixo da trajetória, a partir de uma altura de 5 metros? Sendo assim, temos: Prática 3 – Energia cinética e potencial gravitacional CONCLUSÕES É possível concluir que, tendo em vista a altura, o peso, a gravidade e a velocidade, é possível identificar com precisão onde e quando objetos devem ser colocados em qualquer espaço conhecido. Prática 3 – Energia cinética e potencial gravitacional image1.png image2.png image3.png image4.png image5.jpeg image6.png image7.jpeg image8.png image9.png image10.jpeg image11.png image12.png image13.png image14.png