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Revista Saúde em Foco – Edição nº 11 – Ano: 2019 
revistaonline@unifia.edu.br Página 1153 
 
 
TÉCNICA DE MICROAGULHAMENTO NO TRATAMENTO DE 
ESTRIAS 
THAYNÁRA SANTOS DE OLIVEIRA1; DÉBORA PARREIRAS DA SILVA2. 
 
1Discente em Estética e Cosmetologia do Centro Universitário de Itajubá-FEPI. 
Itajubá/MG. 
2Biomédica, Especialista, Docente em Estética e Cosmética Faculdade do Centro 
Universitário de Itajubá- FEPI. Itajubá/MG. 
 
RESUMO 
As estrias ou lesões atróficas se caracterizam pela rescisão das fibras elásticas e 
colágenas, que estão localizadas na derme. As estrias se apresentam de forma linear e 
variam de cor de acordo com sua fase evolutiva, acometendo homens, mulheres, 
gestantes e crianças. A técnica de microagulhamento consiste em um aparelho que se 
apresenta em forma de um rolinho composto de microagulhas finas inoxidáveis, o 
procedimento se faz por meio da perfuração da pele causando a lesão. Por meio dessas 
microlesões provocadas na pele, gera-se um processo inflamatório local, aumentando a 
proliferação celular (principalmente dos fibroblastos), cooperando para o aumento do 
colágeno, elastina e outras substâncias presentes no tecido, restituindo a integridade da 
pele. Objetivo: o presente estudo tem como objetivo analisar os resultados da técnica de 
microagulhamento no tratamento de estrias. Material e métodos: artigo de revisão 
bibliográfica, os métodos empregados baseiam-se em pesquisas bibliográficas. 
Resultado: foram selecionados nas bases de dados 18 artigos, sendo que foram 
excluídos 12 por não estarem abordando assunto coerente com o tema neste estudo. 
Desta forma, 6 artigos foram utilizados na estruturação do presente trabalho. 
Conclusão: neste trabalho verificou-se que a técnica de microagulhamento leva a 
resultados satisfatórios no tratamento de estrias, uma vez que estimula a produção de 
colágeno sem promover danos na pele, melhorando a espessura/largura e coloração, 
além da cicatrização em curto período com riscos mínimos de efeitos colaterais. 
Palavras-chave: Microagulhamento. Estrias. Tratamento Estético. 
 
 
 
 
Revista Saúde em Foco – Edição nº 11 – Ano: 2019 
revistaonline@unifia.edu.br Página 1154 
 
 
ABSTRACT 
Stretch marks or atrophic lesions are characterized by the termination of elastic and 
collagen fibers, which are located in the dermis. Stretch marks are linear and vary in 
color according to their evolutionary phase, affecting men, women, pregnant women 
and children. The micro-needling technique consists of a device that is in the form of a 
roll composed of thin stainless microneedles ranging from 0.25mm to 3.0mm in 
diameter, the procedure is done by puncturing the skin causing the injury. Through 
these microlesions caused in the skin, a local inflammatory process is generated, 
increasing cell proliferation (mainly of fibroblasts), increasing the cellular metabolism 
of this tissue (dermis and epidermis), cooperating to increase collagen, elastin and other 
substances present in the tissue, restoring the integrity of the skin. Objective: The 
present study is a literature review and aims to analyze the results of the micro-needling 
technique in the treatment of stretch marks. Method: The methods apllied in this work 
are based on bibliographic research. Result: Eighteen articles were selected from the 
databases, and 12 were excluded because they were not addressing a subject consistent 
with the theme in this study. Thus, 6 articles were used in the structuring of the present 
work. Conclusion: In this work it was verified that the microneedling technique leads 
to satisfactory results in the treatment of stretch marks, as it stimulates collagen 
production without promoting skin damage, improving thickness / width and coloration, 
and short-term healing with minimal risk of Side effects. 
Keywords: Microagulching. Stretch marks. Aesthetic treatment. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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INTRODUÇÃO 
Atualmente indivíduos com alterações estéticas procuram profissionais para 
melhorar suas disfunções, como por exemplo as estrias. Neste último século, o padrão 
de beleza exigido pela sociedade, tem tornado o campo da estética, uma das áreas de 
conhecimento mais explorada pelos profissionais da saúde (MEYER et al., 2009). 
 Segundo Borges (2016), a pele é de extrema importância, não só como estética, 
mas também como órgão funcional. Recobre totalmente o corpo, e seus limites são os 
orifícios externos dos tratos auditivo, respiratório, digestório e urogenital. Por revestir 
externamente nosso organismo e ser o órgão mais acessível à observação, a pele não 
representa apenas um invólucro corporal quanto ao aspecto de autoimagem; é também 
um órgão funcional vital ligado à saúde do indivíduo. 
A pele é considerada o maior órgão do corpo humano, tem poder de resistência e 
é flexível, ela se divide em duas camadas principais: a epiderme e a derme 
(SCHENEIDER, 2009). 
A epiderme é formada por um tecido epitelial do tipo estratificado pavimentoso 
queratinizado, não possui suprimento sanguíneo próprio; depende da vascularização 
situada na derme. A estrutura epidérmica é dividida em cinco camadas celulares 
distintas denominadas: basal, espinhosa, granulosa, lúcida ou de transição e córnea 
(BORGES, 2016). 
A derme trata-se da camada intermediária de sustentação da pele, composta de 
tecido conjuntivo denso irregular. Na derme situa-se vasos sanguíneos e linfáticos, 
algumas fibras elásticas e reticulares, bem como muitas fibras colágenas. Classicamente 
é dividida em duas camadas: a camada superficial ou papilar, constituída por tecido 
conjuntivo frouxo; e a camada reticular ou profunda, composta de tecido conjuntivo 
denso (BORGES, 2016). 
 A derme repousa sobre a tela subcutânea (hipoderme) ou panículo adiposo, que é 
formada por tecido conjuntivo que varia do tipo frouxo ou adiposo ao denso 
(DANGELO e FATTINI, 2004). 
Além da função de reservatório energético, o tecido adiposo apresenta outras 
funções, tais como: isolamento térmico do organismo, por ser um mau condutor de 
calor; modela a superfície corporal; os coxins adiposos servem para a absorção de 
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choques; tecido de preenchimento e auxiliar na fixação de órgãos (GUIRRO e 
GUIRRO, 2004). 
Existem lesões dérmicas importantes que apresentam diferentes alterações nas 
fibras elásticas e colágenas na substância fundamental amorfa e nos fibroblastos, como 
as estrias. A primeira descrição de estria é frequentemente atribuída a Troiser & 
Menetrier, entretanto, Lacharriére aponta Roereder como precursor, pelo fato de ter 
descrito a presença de estrias em mulheres grávidas em 1773. A estria é uma atrofia 
tegumentar adquirida, de aspecto linear, algo sinuosa. No primeiro momento de sua 
aparição se encontra avermelhada, depois esbranquiçada e abrilhantada (nacarada) ao 
decorrer do tempo. As estrias atróficas contêm fibra colágena fina, com diâmetro e 
volume diminuído, fibra elástica esparsa, substância fundamental amorfa abundante e 
fibroblasto globular (GUIRRO e GUIRRO, 2004). 
A estria se caracteriza pela rescisão das fibras elásticas e colágenas, que estão 
localizadas na derme. Elas se dispõem paralelamente umas às outras e 
perpendicularmente às linhas de fenda da pele, tendo como tendência distribuir-se 
simetricamente em ambos os lados (MENDONÇA; RODRIGUES, 2011). 
O surgimento dos sintomas iniciais é variável, sendo que nos primeiros sinais 
clínicos podem ser caracterizados por: prurido, dor (em alguns casos), erupção papular 
plana e levemente eritematosa (rosada). As estrias são denominadas nessa fase inicial de 
rubras (striaerubrae). Na fase seguinte, onde o processo de formação já está 
praticamente estabelecido, as lesões tornam-se esbranquiçadas,quase nacaradas, sendo 
denominada nessa fase de estrias alba (striealbae) (GUIRRO e GUIRRO, 2004). 
A prevalência das estrias ocorre no sexo feminino, principalmente entre os 12 e 
14 anos. Nas mulheres a incidência é de 4 a 6 vezes mais frequentes que nos homens 
(GUIRRO e GUIRRO, 2004). 
Existem três teorias sobre a etiologia das estrias, sendo elas a teoria mecânica, 
onde houve um período rápido de crescimento ou deposição de gordura no tecido, a 
teoria endocrinológica, acredita-se que o aparecimento das estrias tem relação com os 
esteroides tópicos ou sistêmicos e por último a teoria infecciosa, que está relacionada 
após febre tifoide, tifo, febre reumática, hanseníase e outras infecções (GUIRRO e 
GUIRRO, 2004). 
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Por muito tempo a literatura julgou as estrias como lesões irreversíveis. Porém, 
com a chegada de modernas técnicas de tratamento, existem aquelas que estão 
disponíveis que objetivam melhorar os aspectos estéticos, estimulando assim a 
formação de colágeno nas lesões. Para isso vários tratamentos podem ser usados, dentre 
as diversas técnicas destacam-se o microagulhamento (VIDAL, 2018). 
O microagulhamento ou terapia de indução percutânea de colágeno, consiste em 
uma técnica aplicada através de um equipamento chamado roller, composto por um 
cabo de policarbonato e ABS (Acrilonitrila Butadieno Estireno), que utiliza o 
mecanismo com agulhas feitas de aço inoxidável ou titânio de diferentes milímetros de 
comprimento (0,5 a 3,0mm) estimulando a produção de colágeno, a vasodilatação e a 
angiogênese. A técnica age basicamente de duas maneiras: estimulando a produção 
natural de colágeno ou indução percutânea de colágeno através da resposta ao processo 
inflamatório, o que facilita o sistema de acesso transdermal de ingrediente conhecido 
como “Drug Delivery” (aumento da permeação de ativos) (NEGRÃO, 2017). 
O sistema de microagulhas aplicado à pele tem o objetivo de gerar múltiplos 
microcanais, longos o suficiente para atingir a derme e desencadear um estímulo 
inflamatório que resultaria na produção de colágeno. Após a inflamação causada pelo 
roller, existem três fases do processo de cicatrização: a primeira fase é a injúria, ocorre 
liberação de plaquetas e de neutrófilos responsáveis pela liberação de fatores de 
crescimento com ação sobre os queratinócitos e os fibroblastos, após 24 horas da lesão; 
a segunda fase a de cicatrização tem início aproximadamente 4 dias após a lesão e 
permanece ativa por até 2 semanas, nesta fase ocorre a angiogênese, epitelização e 
proliferação de fibroblastos, seguida da produção de colágeno tipo III, elastina, 
glicosaminoglicanos e proteoglicanos; e a terceira fase é de maturação, é a última fase 
onde ocorre depósito de colágeno e durante meses após a lesão, o colágeno tipo III é 
substituído pelo colágeno tipo I (VIDAL, 2018). 
Segundo Negrão (2017), no processo de regeneração tecidual vários tipos de 
fatores de crescimento são liberados, como EGF (fator de crescimento epidérmico) 
mitogênicos aos queratinócitos e formação de tecido de granulação, VEGF (fator de 
crescimento celular endotelial vascular), aumenta a permeabilidade vascular, 
mitogênico para as células endoteliais, IGF-1 (fator de crescimento semelhante à 
insulina-1), estimula a síntese dos proteoglicanos sulfatados, colágeno, migração do 
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queratinócito e proliferação de fibroblastos, efeitos endócrinos similares aos hormônios 
de crescimento, FGF (fator de crescimento fibroblástico-1 ácido, -2 básico e família), 
quimiotáticos aos fibroblastos, mitogênicos aos fibroblastos e queratinócitos, estimula a 
migração do queratinócito, angiogênese, contração da ferida e deposição da matriz. 
 A técnica de microagulhamento é indicada tanto para estrias atróficas albas, 
quanto para estrias rubras, de qualquer natureza etiológica. Os benefícios desta técnica 
são: estímulo da formação de um processo de regeneração saudável, aumento da 
liberação de fatores de crescimento, estímulo à formação de colágenos pelos 
fibroblastos, aumento da espessura da epiderme e da derme levando ao reparo tecidual, 
melhorando o aspecto estético (NEGRÃO, 2017). 
 O presente trabalho tem como objetivo analisar os efeitos da técnica de 
microagulhamento no tratamento de estrias. 
 
 
 
METODOLOGIA 
O presente artigo de revisão bibliográfica foi realizado por meio de leitura e 
análise de artigos científicos disponíveis nas bases eletrônicas: SciELO (Scientific 
Eletronic Lribrary Online), BIREME e Google Acadêmico. 
Para a pesquisa dos artigos foram utilizadas as palavras-chave: 
Microagulhamento, Estrias e Tratamento Estético. Os artigos foram pesquisados na 
língua inglesa e portuguesa, compreendidos entre o período de 2003 a 2018. Além 
disso, foram utilizados alguns livros de outros anos. Foram descartados os artigos que 
não correspondiam aos objetivos do trabalho e incluídos aqueles relacionados ao tecido 
epitelial, a reparação tecidual, as estrias atróficas, vermelhas (rubras) e alba. 
 
 
 
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RESULTADOS E DISCUSSÃO 
Os resultados apresentaram-se parcialmente eficácia na utilização da técnica de 
microagulhamento no tratamento de estrias. Dentre os 16 artigos pesquisados, 6 deles 
tiveram resultados satisfatórios no que diz respeito a utilização da técnica de 
microagulhamento em estrias rubras e albas. 
 Em um dos estudos, Lima; Lima e Takano (2003), verificaram-se que o 
procedimento de microagulhamento possui vantagens, tais como a estimulação de 
colágeno sem promover um efeito ablativo na pele. A cicatrização acontece em pouco 
tempo e a chance de efeitos colaterais é mínima se comparada a outras técnicas, uma 
vez que deixa a pele mais densa e resistente. 
Outros autores também relatam bons resultados na utilização do 
microagulhamento isolado para tratamento da pele estriada, Aust, Knobloch e Vogt 
(2010), realizaram um estudo com 22 pessoas do sexo feminino, que foram submetidas 
à técnica e tiveram como resultado, melhora na aparência geral da pele. 
No trabalho de Gasparino e cols. (2017), uma mulher de 20 anos, que não 
possuía filhos, não fumante, com pele fototipo III (pele morena clara) com queixas de 
presença de estrias albas na região glútea foi voluntária para estudo de 4 sessões de 
microagulhamento com intervalos baseados na melhora da inflamação, em média 15 
dias. O aparelho continha 540 agulhas com 0,5 milímetros de comprimento. O processo 
inflamatório foi intenso e após as sessões pôde-se ver uma melhora discreta no quadro 
da paciente. Os autores utilizaram ativos após a técnica e a paciente recebeu indicação 
de mais 2 sessões após o estudo para melhor resultado. 
 Luz e Oliveira (2017) evidenciaram-se duas mulheres com idades entre 18 e 23 
anos, com fototipos II e III (pele clara) respectivamente, com estrias albas em toda 
região do glúteo realizaram 10 sessões de microagulhamento. O aparelho usado na 
técnica continha 540 agulhas de 1 milímetro. Houve melhora no aspecto da pele após 
todas as sessões e amenização da cor das estrias, porém foi constatado que a paciente 1 
precisaria de mais sessões para um resultado satisfatório devido à espessura de suas 
estrias. 
 Em outro estudo, dez mulheres com fototipos III e IV (pele morena moderada) 
receberam tratamento para estrias, sendo 2 com presença de estrias rubras e 8 com 
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estrias albas, todas decorrentes da gravidez e aumento de peso. Os locais acometidos 
eram coxas (6) e pernas (4). Foram realizadas 3 sessões de microagulhamento com 
intervalo de 30 dias e usado aparelho contendo agulhas de 1,5 milímetros rolando-o4 
vezes nas quatro direções. Usou-se anestésico tópico para diminuição do incômodo uma 
hora antes de cada sessão e antes da realização da técnica foi retirada da pele com gaze 
molhada. Após o término das sessões de indução percutânea de colágeno 90% dos 
voluntários apresentaram melhora principalmente na suavização da coloração das estrias 
(Khater e cols., 2015). 
Silva e cols. (2016), realizaram um trabalho onde mulher de 23 anos com estrias 
albas no glúteo esquerdo foi tratada com 4 sessões de microagulhamento que duraram 
cerca de uma hora, com intervalo de 7 dias entre elas. Foi aplicado anestésico tópico 30 
minutos antes do início do procedimento. Foram utilizadas agulhas de 1 milímetro nas 
quatro direções indicadas até o aparecimento de hiperemia. No término das 4 sessões 
percebeu-se leve diminuição do comprimento da estriação. 
Para Gasparino e seus colaboradores (2017), a técnica de microagulhamento 
possibilita ao profissional provocar um processo inflamatório mais intenso com a 
possibilidade de melhorar o tecido epidérmico de uma forma mais homogênea, atuando 
também no fator de hidratação e firmeza da pele, através das microlesões provocadas 
durante a aplicação. 
 Quanto à utilização do microagulhamento Luz e Oliveira (2017), descrevem que 
essa técnica se demonstra inovadora e passível de ser utilizado para um amplo aspecto 
de indicações quando o objetivo é o estímulo da produção de colágeno, tendo assim, 
grande resultado sobre a pele estriada. 
 Em seu estudo Cavalari (2017) relata que a técnica de microagulhamento traz 
muitos benefícios, como estimular a produção de colágeno, melhorar a qualidade da 
epiderme e derme, aumenta a nutrição e oxigenação dos tecidos. 
 Silva (2017) verificou-se que apesar de os tratamentos para estrias rubras e albas 
serem desafiadores, devido à resposta lenta a eles, o microagulhamento é um método 
promissor e mostra-se eficaz no tratamento de estrias atróficas possuindo muitas 
vantagens. 
 
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CONSIDERAÇÕES FINAIS 
Neste trabalho verificou-se que a técnica de microagulhamento é eficaz no 
tratamento de estrias atróficas rubras e albas, apresentando melhora na espessura, 
coloração e comprimento. Diante dessas lesões, o microagulhamento estimula a 
produção de colágeno e elastina regenerando a pele traumatizada, ajudando na 
circulação do local, restituindo a integração do tegumento. 
 
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