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PIOMETRA Considerações gerais e patofisiologia - É uma doença polissistêmica que potencialmente ameaça a vida; - Ocorre durante o diestro das cadelas e gatas; - Existe uma menor incidência em gatas devido às particularidades do ciclo estral; - Está associada a hiperplasia endometrial cística; - O útero é colonizado por bactérias (Escherichia coli em cerca de 65 a 85% dos casos); - O tratamento pode ser clínico ou cirúrgico (as condições de saúde do animal podem contra-indicar o tratamento clínico). Piometras abertas - Quadro mais brando - Mais tempo para fazer a abordagem desse paciente, não necessariamente vai tratar esse quadro como uma emergência; - Tem tempo, geralmente o tutor chegar com uma reclamação do tipo “15 dias que o animal apresenta secreção” Piometras fechadas - O paciente sempre tende a piorar o quadro clínico depois de chegar no hospital. - Na maioria das vezes, a piometra fechada é uma emergência cirúrgica. - Fazer um plano antes pois o paciente vai piorar, considerando que o tutor leva o animal com alterações graves. ✔ Normalmente ocorre no diestro; ✔ Mediada pela progesterona; ✔ Paciente sob o efeito de progesterona. ✔ Estrógeno abre a cervix, aumenta a irrigação (pois precisa de mais células de defesa ou seja preparando o útero para resistir a esse momento que é mais vulnerável); Útero com a cérvix aberta está mais sujeito a infecções; aumenta contrações uterinas; ✔ Progesterona fecha a cérvix, para manter o ambiente do útero adequado para crescimento; Faz com que o útero esteja parado para manter o óvulo fecundado (quiescência uterina); Diminui a resposta imune no útero, o zigoto é “corpo estranho e na presença de corpos estranhos a tendência é o sistema imune combater, por isso não tem atividade intensa do sistema imune no útero; Produção de secreções nutritivas para criar um ambiente favorável para que a célula tenha condição de crescer e evoluir. ✔ Secreções nutritivas saem das glândulas que estão no endométrio. Como a piometra acontece no diestro? - Normalmente, têm uma maior ação da progesterona. Observamos hiperplasia endometrial cística associada. - Piometra clássica acontece no diestro; - Uma piometra que ocorre depois de uma cesaria é causada por uma infecção bacteriana no útero que ocorreu na hora do procedimento (infecção do sítio placentário); - Piometra classicamente intrusiva é acompanhada de hiperplasia endometrial cística associada. ✔ Normalmente não se encontram casos de piometra no estro, devido o útero está mais ativo. ✔ Contudo, na maioria das vezes, a contaminação do endométrio vai acontecer no estro. ✔ Escherichia coli é a principal bactéria que vai estar envolvida na formação do endométrio. ✔ A Escherichia coli vai atingir o endométrio, pois ela tem alguns receptores para as células endometriais, ela vai conseguir se aderir a essas células endometriais e vai produzir infecção no endométrio. ✔ O tratamento vai ser baseado em cirurgia pessoal. ✔ Tem tratamento clínico? Tem. Quando nós utilizamos tratamento clínico? Quando o paciente tem condição de receber esse tratamento. Status de saúde que seja possível realizar esse tratamento clínico. ✔ Normalmente o tratamento clínico vai acontecer nos casos onde tem uma piometra aberta, porque na maioria das vezes os pacientes que têm piometra aberta apresentam um quadro menos agressivo. ✔ Casos de piometra fechada, a principal recomendação sempre é abordagem cirúrgica, pois esse paciente pode ter uma piora do quadro clínico muito rápido. Não é indicado fazer tratamento com antibiótico nesse caso ✔ Lembre-se: existe um tempo pra ação dos antibióticos. ✔ O tempo de ação de antibióticos é de até 48 horas. Sendo assim, para avaliar se o antibiótico está funcionando adequadamente, a espera mínima é de 48 horas. Antes desse período não dá para afirmar se o antibiótico está funcionando ou não. Organismos mais comumente cultivados de cães com piometra: ✔ Escherichia coli (possui afinidade pelo endométrio e miométrio)✔ Staphylococus aureus ✔ Streptococus spp✔ Pseudomonas spp✔ Proteus spp✔ Pasteurella spp ✔ Klebsiella spp✔ Haemophilus spp✔ Serratia spp ✔ Moraxella spp ✔ A piometra então vai estar associada à progesterona. Pode ser tanto endógena quanto exógena. ✔ Gatas quando se faz uso dos antiprogestágenos, na maioria das vezes produz um quadro de piometra nesse paciente. Por isso não se recomenda não fazer o uso de antiprogestágenos na gata. ✔ A progesterona no útero vai provocar aumento de secreções das glândulas uterinas, que é a hiperplasia endometrial cística, inibição da contratilidade do miométrio (quiescência uterina) oclusão da cérvix e baixa de leucócitos diminuição da resposta imune) Isso tudo associado com a hiperplasia endometrial cística, vai fazer com que haja a piometra. ✔ Existem algumas situações em que se tem isso tudo, e não tem contaminação.Mucometra. Significa que o paciente passou por todo o ciclo de formação de uma piometra mas não teve infecção bacteriana. ✔ Pacientes com mucometra podem desenvolver uma piometra. (Não deixar o quadro avançar) ✔ Toda flora bacteriana vaginal pode potencialmente provocar a piometra. No entanto, a Escherichia coli é a que está mais responsável por esse quadro em cerca de 65% a 85% das vezes. Piometra fechada:Mais grave. Pus retido no útero pode gerar complicações. Pode matar o animal; presença de endotoxemia, peritonite provocado por ruptura peniana ou até mesmo por simples atravessamento daquele conteúdo do interior para dentro da cavidade abdominal. Então, não teve a ruptura uterina ainda, mas já tem conteúdo extravasado para cav. abdominal. Endotoxinas ✔ A Escherichia coli tem uma endotoxina que fica presa na parede celular da bactéria. ✔ Essa endotoxina presa na parede celular, é liberada em momentos específicos; ✔ Momentos de liberação da endotoxina: quando a bactéria morre ou quando a bactéria se replica = se reproduz. ✔ Exemplo: paciente que está com piometra a 15 dias, está normal, a única coisa que está acontecendo é aquela secreção, veterinário já pensa em piometra e entrar com antibiótico (na maioria das vezes um antibiótico bactericida), a medida que essa bactérias morrem ocorre essa liberação de endotoxinas e ocorre a piora do animal; Solução:Marcar a cirurgia e internar o animal, evitar entrar com antibiótico. Entrar com o antibiótico na hora que for realizar o procedimento; Choque endotoxêmico ✔ Uso de antibióticos pode piorar o quadro ✔ Melhor entrar com uma fluidoterapia ✔ Uso de antibiótico no momento da cirurgia é o mais indicado. Considerações gerais e patofisiologia ✔ A cérvix fechada está associada a um quadro clínico mais grave; ✔ É comum a presença de endotoxemia, sepse e peritonite (ruptura uterina ou derramamento de secreção na cavidade); ✔ Hipoglicemia (depleção dos estoques de glicogênio – sepse e síndrome da resposta inflamatória sistêmica); ✔ Hiperglicemia transitória (liberação de catecolaminas e glucagon) ✔ Hiperglicemia persistente (progesterona liberação de hormônio do crescimento); bradicardia - hipotensão - hipotermia = triade da morte ✔ Associados aos quadros clínicos de piometra, hipoglicemia e hiperglicemia. ✔A hiperglicemia está relacionada com o momento inicial de estresse e, até mesmo, de liberação de catecolaminas e a progesterona está associada a essa liberação de catecolaminas. ✔ A hipoglicemia vai acontecer quando o paciente já está manifestando quadro de sepse. As bactérias fazem com que haja a diminuição da quantidade de glicose. Por isso que o paciente, na maioria das vezes, fica mais afetado. ✔ Paciente que chega com choque endotoxêmico já está em uma situação grave. Considerações gerais e patofisiologia ✔ Disfunção renal (azotemia pré-renal, doença glomerular primária, redução na capacidade de concentração urinária, doença tubular intersticial, redução da filtração glomerular e doença renal concorrente); ✔ Injúria hepatocelular (devido a colestase, toxicidade da sepse e endotoxemia e baixa perfusão); ✔ Anemia (supressão da eritropoiese pela inflamação crônica e perda de hemácia paraa luz do útero); ✔ Déficits de coagulação (pouco frequente), arritmias cardíacas, choque, desequilíbrio hidro-eletrolítico e acidose também podem ser observados ✔ Doença polissistêmica; ✔ Alteração renal: Na maioria das vezes, glomerulopatia. (Os glomérulos são os responsáveis pela filtração do sangue e a produção de urina) - A taxa de filtração glomerular é uma das formas de avaliar a funcionalidade do rim. - Se o glomérulo está afetado, tem uma dificuldade de manter as funções (produzir urina e conservar água); - Os túbulos contorcidos, eles vão ser os responsáveis para fazer a reabsorção do excesso de água. - O paciente com piometra na maioria das vezes, tem uma glomerulopatia normalmente provocada por deposição de imunocomplexos. - Chamamos de glomerulopatia imunomediada. - Mecanismo: O paciente tem o piometra > ocorre liberação de endotoxinas > corpo começa a produzir anticorpos contra essas bactérias e contra as endotoxinas que ficam na parede da bactéria > devido a quantidade muito grande de endotoxinas em e de bactérias circulantes, os anticorpos seguram esse antígeno bacteriano > formando um complexo antígeno-anticorpo > este complexo fica circulando no sangue > quando esse sangue passa pelo rim esse complexo ficar retido no glomérulo > retido no glomérulo, ele causa uma reação inflamatória nesse glomérulo > Cursando uma glomerulite (Glomerulopatia imunomediada) > Dificuldade de fazer filtração do sangue. - Desenvolvimento de um quadro de isostenúria: excreção de urina cuja gravidade específica (concentração) não é nem maior (mais concentrada) nem menor (mais diluída) do que a do plasma livre de proteínas. - O paciente começa a perder muito líquido na urina, fica com mais sede e desidratado, começa a beber mais água. Polidipsia secundária a poliúria. ✔ Injúrias nos hepatócitos: Pode provocar alterações nas enzimas hepáticas.Tenta retirar as endotoxinas circulantes = figado é agredido = aumento de TGO E TGP e fosfatase alcalina ✔ Anemia: Há um aumento da permeabilidade vascular no útero por causa do quadro de infecção. Acaba ocorrendo extravasamento dos eritrócitos para dentro da luz uterina. - A cor achocolatada da piometra se deve pela queda de células vermelhas nesse líquido. - E na maioria das vezes, se tiver uma quantidade muito grande de perda de hemácias, pode ser necessária uma transfusão no pós-operatório. ✔ Alterações de coagulação: não são muito frequentes de acontecer, mas podem acontecer por causa da piometra. Além das alterações no nível hidroeletrolítico e ácido básico que nós podemos encontrar nessa doença. Histórico e apresentação clínica: ✔ Cadelas e gatas velhas (média de 9 anos); é o mais comum. ✔ Cadelas nulíparas parecem apresentar risco moderadamente maior que as primíparas e multíparas; ✔ Ocorre geralmente de 4 a 8 semanas após o estro (ocorre no diestro) (cães), em gatas (1 a 4 semanas) (não necessariamente ligado ao deserto pois nas gatas o dietro só vai acontecer se ocorrer estímulo vaginal); ✔ Pode estar relacionada ao uso de estrógeno (cães) e progestágenos (gatas) exógenos; ✔ Gatas que receberam antiprogestágenos; Histórico e apresentação clínica: ✔ O animal é apresentado com secreção vaginal purulenta (algumas vezes sanguinolenta); (piometra aberta) ✔ Distensão abdominal; (piometra fechada) ✔ Febre (pouco frequente); Paciente com quadros mais agudos apresentam febre, mas a medida que esse quadro evolui e o animal apresenta quadro de choque séptico ou endotoxêmico o animal pode apresentar hipotermia. (temperatura baixa em paciente com quadro de piometra e sinal de piora do quadro) ✔ Anorexia ou hiporexia; ✔ Letargia; ✔ Poliúria, polidipsia e desidratação; ✔ Vômitos e diarréia (principalmente com cérvix fechada). ✔ NÃO EXISTE nenhum quadro ou sinal patognomônico ✔ Paciente com sepse tem vasodilatação periférica. Exames laboratoriais: Hemograma: ✔ Neutrofilia com desvio à esquerda, monocitose e evidência de neutrófilos tóxicos; ✔ Leucocitose excedendo os 30.000 em piometras fechadas; (Alteração mais característica) e na maioria das vezes um desvio à esquerda. ✔ Leucopenia (secundário ao sequestro de leucócitos pelo útero ou em casos de infecções graves e sepse); (Quadro mais grave. Diminuição da quantidade de leucócitos e aumento de bastonetes) ✔ Anemia pode ocorrer (normocítica, normocrômica não- regenerativa); ✔ Anormalidades de coagulação e CID (casos graves). Anormalidades na bioquímica sérica: ✔ Azotemia; (aumento de uréia e de creatinina. Isso está diretamente relacionado à função renal) ✔ Hiperproteinemia (hipergamaglobulinemia); (está relacionado à resposta imune do paciente. E essa resposta imune acaba fazendo com que haja a deposição de complexo antígeno de um pouco nos glomérulos) ✔ Desequilíbrio hidro-eletrolítico (aumento de K+ e diminuição de Na+); ✔ Aumento ou diminuição da TGP/ALT, aumento da FA; (Fosfatase alcalina, particularmente, a que vai estar aumentada é a uterina. Então, não necessariamente está ligado só ao fígado. Fosfatase alcalina, que é uma isoenzima da fosfatase alcalina hepática, uma que é produzida no útero) ✔ Hiper/hipoglicemia; ✔ Urinálise (isostenúria, proteinúria e bacteriúria); (Principalmente, porque essa urinálise, na maioria das vezes, é coletada no local, ou com sonda) NÃO É INDICADO FAZER CISTOCENTESE EM PACIENTES COM PIOMETRA pois pode perfurar o útero, ele vai esta aumentado e anatomicamente está próximo à bexiga. Exames de imagem: ✔ Raio- x: - Usado para descartar a possibilidade de gestação (calcificação do esqueleto fetal após 42 dias); (Só é útil se for feito após 42 dias, após esses dias os filhotes apresentam calcificação) ✔ Ultrassom: Exame padrão ouro - Estruturas fetais identificadas a partir de 23 dias após o pico do HL; - Avalia viabilidade fetal após 24 a 30 dias de gestação; - Batimento cardíaco detectável 23 a 25 dias de gestação; - Verificar ausência ou presença de vesícula embrionária; - No caso de piometra visualiza-se presença de sedimento nesse útero(imagem de céu estrelado); (piometra) - Na parede do útero pode observar a presença de cistos; (piometra) Tratamento: Clínico: Reservado para paciente com condição clínica boa, principalmente piometra aberta ou em situações de animal com alto valor zootécnico (Importante conversar com o tutor e mostrar que, apesar de ser possível fazer o tratamento clínico, na maioria das vezes pode gerar problemas para o paciente. Inclusive com a piora do quadro. Até mesmo a morte.) - Acompanhar de perto para afirmar se antibiótico é adequado durante 48 horas ✔ Terapia com prostaglandina (PGF 2α) - 0,1 a 0,25mg/kg SC sid ou bid por 3 a 5 dias - objetivo de romper o corpo lúteo. Se ocorre piometra no diestro é porque tem progesterona, o CL produz essa progesterona, rompimento do CL cessa a progesterona e com isso se tem o relaxamento da cérvix. - Facilita a saída dessa secreção. - Pode ocorrer reações adversas: ruptura uterina, salivação, emese, defecação, urinar, midríase, animal fica ofegante, aninhado, tenesmo, lordose, vocalização e auto-limpeza, altas doses conduzem a ataxia, colapso, choque hipovolêmico, dificuldade respiratória e morte; ✔ Terapia com antibióticos - Cefazolina, cefoxetina, amoxicilina+clavulanato, ampicilina, trimetropim+sulfadiazina e enrofloxacina; - Cloranfenicol. O cloranfenicol pode ser utilizado porque ele não é um bactericida, é um bacteriostático. Só que ele costuma ser mais tóxico para o paciente. Então não é tão indicado por causa dessas complicações que nós podemos ter. Tratamento: Cirúrgico: ✔ É o tratamento de escolha; ✔ Avaliar cuidadosamente o animal antes da cirurgia; ✔ Primeira coisa a se fazer: Estabilizar o paciente no pré-cirúrgico (utilização de fluido, antibióticos, corticóides ou flunexina meglumina (endotoxemia); monitorar débito urinário, etc. ✔ Usar o antibiótico próximo a cirurgia para diminuir a chances de piorar o choque endotoxêmico. ✔ Flunexina meglumina: Efeito antitoxemico. ✔ Utilizar protocolo anestésico que seja melhor indicado para o paciente. ✔ Basicamente uma castração:Abordagem sempre pela linha média, nunca pelo flanco, quando tem o útero aumentado de tamanho. - Faz a abertura. - Essa abertura pode ser um pouco maior, porque o útero vai estar aumentado de tamanho. - É importante a gente tomar cuidado na hora da manipulação desse corno interino. Cornos uterinos que se encontram extremamente distendidos, podem estar com a parede muito fina. Correndo o risco de se romper e causar mais problemas. - O resto do procedimento é o procedimento de uma castração normal. LIVRO TERESA BLÁ BLÁ BLÁ ✔ Faz a ligadura, a hemostasia, antes da cérvix. ✔ Faz a retirada do útero, deixando, mais ou menos, um centímetro de distância da ligadura com a borda ferida, para não correr o risco da perda desta sutura. ✔ É interessante tratar esse pedaço de útero com iodo para cauterizar. Cuidados pós-operatórios: ✔ Uso de analgésicos; ✔ Monitoramento para sepse, choque, desidratação e desequilíbrios eletrolíticos (24 a 48 h); ✔ Transfusão sanguínea ou plasma (anemia grave e hipoproteinemia); ✔ Fluidoterapia até o animal estar alimentando e bebendo espontaneamente; ✔ Uso de antibióticos (10 a 14 dias); ✔ O maior erro é liberar o animal, muita das vezes esse animal está com alteração renal. Liberar após 24 a 48 horas. Depois que o animal comer, beber água, urinar e defecar por conta própria. Complicações pós-cirúrgicas e prognóstico: ✔ As mesmas relacionadas a OVH (hemorragia, estro recorrente, piometra de coto uterino, trajetos fistulosos, ligadura acidental do ureter, incontinência urinária e obesidade); ✔ Septicemia; ✔ Endotoxemia; ✔ Peritonite; ✔ Outras (anorexia, letargia, anemia, pirexia, vômitos, icterícia, doença hepática, doença renal e doenças tromboembólicas) ✔ As complicações resolvem-se dentro de 2 semanas pós-cirurgia; Taxa de mortalidade de 5 a 8%, nos casos de peritonite (57%). ✔ Sangramento, infecções, alterações disfunção do esfíncter, simplesmente por causa do desequilíbrio hormonal provocado, incontinência urinária provocada por isso. ✔ Sepse é a mais comum, peritonite. ✔ Se cai a secreção desse útero, dentro da carcaça abdominal, o que vocês fazem? Lavam.✔ lavar abundantemente. Literatura fala 50ml/kg o querido usa 200 a 100 ml/kg. ✔ Lavar para diluir a quantidade de bactéria, sair da quantidade crítica, que é de 10 a 30 unidades formadoras de colônia por grama de tecido. Abaixando essa quantidade, para o corpo do paciente pode ser capaz de combater essa contaminação sem maiores problemas. ✔ Taxas de complicações são relativamente baixas, são de 5% a 8%. Contudo, quando você tem quadro de peritonite, você pode ter 57% de morte. -