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Universidade Veiga de Almeida – Anotações pessoais referentes às matérias 
 
Fonoaudiologia e TEA 
 
x. Alguns indivíduos com TEA sofrem com hipersensibilidade luminosa, auditiva e/ou sensorial; 
Esteriotipias: 
x. Rocking 
x. Flapping; 
x. Ecolalia; 
x. Falta ou ausência de contato visual; 
x. Dificuldade de se adaptar a novas rotinas ou quaisquer tipos de mudanças. 
 
Exemplos de séries com personagens com TEA: 
x. Atypical; 
x. Uma advogada extraordinária; 
x. The Big Bang Theory; 
x. Young Sheldon. 
18 de Outubro de 2023 
Fonoaudiologia e TEA 
 
Manual ESAT - (Early Screening for Acoustic) 
 
x. 14 Perguntas sobre o comportamento do indivíduo; 
x. A partir de 3 perguntas com a resposta “Não”, torna-se necessário fazer um 
encaminhamento; 
(BUSCAR AS PERGUNTAS DESSE MANUAL NOS SLIDES) 
 
Avaliação de criança sem oralidade – Fabrícia Lois 
Protocolos: 
PROC – 1 a 4 anos; 
ADL – 1 a 6 anos; → Receptiva 
 → Expressiva 
(TEA não verbal é praticamente impossível aplicar o ADL 
 
ABFW – 2 a 12 anos; 
➔ Fonologia 
➔ Vocabulário 
➔ Fluência 
➔ Pragmática (Sempre que houver suspeita de TEA); 
 
PROC – PROTOCOLO DE OBSERVAÇÃO COMPORTAMENTAL – Não Validado 
 
x. Boa opção para criança com pouca ou sem verbalização; 
 
A avaliação de criança sem oralidade é realizada por meio da observação do comportamento 
da criança em ambientes semiestruturados. Onde deve-se observar a linguagem, o social, o 
motor, e o cognitivo. 
 
No DSM-5 o diagnóstico pode levar até 6 meses para ser fechado. 
Reavaliação a cada (4 a 6 meses) para definir se a conduta escolhida é efetiva; 
x. Importante a gravação em vídeo para revisão posterior do protocolo. (Sempre pegar 
autorização dos pais). 
x. Observar nos mínimos detalhes todos os aspectos das revisões; 
25 de Outubro de 2023 
Fonoaudiologia e TEA 
 
x. Metodologias utilizadas para o espectro autistico. 
1- ABA (Análise do comportamento aplicada) – Existe o ABA Naturalistico; 
2- TEACCH (Pouco no Brasil); 
3- Son Rise (Pouco no Brasil); 
4- DIR – Floortime; 
5- PECS – Comunicação Alternativa; 
 
Identificação Precoce 
O que avaliar em bebês? 
x. Reconhecimento de rostos; 
x. Fixação do olhar; 
x. Atenção conjunta ou compartilhada; 
x. Percepção da emoção; 
x. Compreender a ação do outro; 
x. Imitação motora; 
x. Simbolismo; 
 
Sinais de alerta 
6 meses – Poucas expressões faciais, baixo contato ocular, ausência de sorriso social e pouco 
engajamento sociocomunicativo. 
9 meses – Não faz troca de turno comunicativa; Não balbucia “Mama/Papa“. Não olha quando 
chamado. Não olha para onde o adulto aponta; Imitação pouca ou ausente. 
12 meses – Ausência de balbucios; Não apresenta gestos convencionais (abanar para dar tchau, 
por exemplo); Não fala “Mamãe” e “Papai”; Ausência de atenção compartilhada; 
Em qualquer idade: Perdeu habilidades 
 
Intervenção precoce 
x. Importancia: Plasticidade Cerebral; 
x. Custos menores; 
x. Sofrimento dos pais diminui quando os sintomas reduzem de intensidade e frequência; 
x. Melhora a qualidade de vida da criança e das suas famílias; 
x. Impacto maior no curso do autismo quando as intervenções são realizadas antes dos 3 anos 
e 6 meses. 
x. A participação dos pais é fundamental diante da ampliação dos números de horas de 
estimulação diária dentro dos programas de intervenção; 
 
 
ABA – Applied Behavior Analysis 
(Análise do comportamento aplicada) 
Behaviorismo Skinner 
 
x. Baseia-se nos princípios de reforço positivo e deve ser repetido inúmeras vezes para o 
aprendizado da criança; 
x. São realizadas solicitações graduais, repetição e a divisão de tarefas em pequenas partes, 
ensinadas inicialmente em separado; 
x. As instruções e dicas (“prompts”), reforçadores (“recompensas”) e materiais que são usados 
para desenvolver cada habilidade são determinados individualmente; 
26 de Outubro de 2023 
Comunicação Efetiva 
 
TAG – Transtorno de ansiedade generalizada 
x. Empatia; 
“É a capacidade de entender, de forma acurada, bem como compartilhar ou considerar 
sentimentos, necessidades e perspectivas de alguém, expressando esse sentimento de tal 
maneira que a outra pessoa se sinta compreendida e validada”. – Falcone et. al, 2008. 
x. Saber manter um certo distanciamento/ como uma frieza em determinadas situações; 
 
Pesquisar: Congresso ACHA – Comunicação; 
 
Componentes cerebrais mais envolvidos: 
x. Córtex pré-frontal: Especializado em regular nossas emoções e desempenhar funções 
executivas (planejamento, metas e objetivos). Está envolvido com os sentimentos de 
solidariedade e compaixão; 
x. Neurônios – Espelho: Gruo de neurônios que moldam nossos comportamentos e reações e 
permite o aprendizado por imitação. Localizados no córtex motor do lobo parietal. São 
importantes para as emoções e socialização. 
01 de Novembro de 2023 
Fonoaudiologia e TEA 
 
ABA – Análise do comportamento aplicada 
Instrução ABA: 
x. Planejar para que o aprender seja mantido por consequências que reforçam esse 
comportamento positivamente; 
x. Reforçamento arbitrário ---------- Reforçamento Natural; 
x. Feedback imediato; 
x. Comparar cada um consigo mesmo. 
 
DTT – Treino de tentativas discretas Ou Naturalisticas 
 
Método Son-Rise 
x. As sessões do Programa Son-Rise acontecem sempre em espaços preparados, geralmente na 
própria casa da criança, denominado quarto de brincar, que é especificamente projetado para 
diminuir a estimulação sensorial que poderia interferir fora desse ambiente. 
x. A ideia é que os pais aprendam a interagir de forma prazerosa, divertida e entusiasmada com 
a criança, encorajando então altos níveis de desenvolvimento social, emocional e cognitivo. 
x. O programa não é um conjunto de técnicas e estratégias a serem utilizadas com uma criança, 
mas um estilo de se interagir, uma maneira de se relacionar com uma criança que inspira a 
participação espontânea em relacionamentos sociais; 
x. Muito realizado nos Estados Unidos; 
x. 10 minutos de estímulos diários são suficiente para estimular a fala (desde que os indivíduos 
não tenham nenhum transtorno). 
 
Método FloorTime (O modelo DIR) 
 
x. Foi desenvolvido no início dos anos 1990, por Stanley Greenspan e Serena Wieder, nos 
Estados Unidos. Surgiu a partir da observação de que cada criança é um ser único com 
necessidades individuais, e que a família tem papel muito importante no desenvolvimento do 
filho. 
x. Baseia-se em três elementos chave (D.I.R); 
DESENVOLVIMENTO Funcional; 
Diferenças INDIVIDUAIS; 
RELACIONAMENTOS; 
 
O modelo DIR / Floortime 
D → Desenvolvimento Funcional Emocional – O “D” remete à evolução da criança por etapas 
graduais que ajudam a gerar capacidades para envolver-se e relacionar-se com outros 
espontaneamente: 1) Se manter calma e regulada, 2) Interagir com os outros de forma 
espontânea, 3) Iniciar uma comunicação empática, 4) Resolver conflitos sociais, 5) Brincar 
criativamente e pensar simbolicamente, e por fim, 6) “Construir pontes” entre ideias de forma 
lógica. 
 
I → Diferenças Individuais – O “I”, parte do modelo que descreve de forma biológica como a 
criança assimila, regula, responde e compreende sensações como o som, toque, planejamento 
e sequenciamento de ações e ideias; 
 
R → Relacionamentos – O”R” vem dos relacionamentos, que num primeiro momento são com 
a família, e serve como fonte principal de aprendizado das crianças. 
 
Procurar vídeos de aplicação do Son-Rise 
 
Nenhuma terapia de linguagem dura menos de 1 ano 
 
 
Linguagem e autismo 
x. A diversidade de comprometimentos comunicativos é ampla, observando desde indivíduos 
que não falam nada até os que possuem linguagem verbal preservada, mas dificuldades na 
prosódia, por exemplo. 
x. 20% a 30% não desenvolvem linguagem verbal; 
 
Comunicação Alternativa e Ampliada 
x. Ampliada: Ampliação ou favorecimento da comunicação natural que se encontra 
comprometida, não sendo necessáriaqualquer aprendizagem ou processamento cognitivo 
adicional; 
x. Indivíduo possui alguma comunicação, mas essa não é suficiente para suas trocas sociais; 
x. Sistema linguístico – Empregam símbolos arbitrários e abstratos como, por exemplo, escrita 
língua de sinais, ideogramas chineses, etc... São utilizadas combinações de símbolos 
sequenciados seguindo regra de sintaxe; 
 
PECS – Pictures Exchanged Communication System) 
 
 
16 de Novembro de 2023 
Comunicação Efetiva 
In Brief – The Science of resilience (Vídeo do Youtube) 
 
Resiliência e Assertividade 
“As Vezes as pessoas se superam, e outras vezes as pessoas se adaptam.” 
x. Teóricos defendem que a resiliência é um traço de personalidade, mais ou menos forte, 
presentes nos indivíduos. 
x. Sou resiliente APESAR das adversidades – ME ADAPTO; 
x. Sou resiliente POR CAUSA das adversidades – ME SUPERO; 
Uma pessoa capaz de enfrentar as adversidades com resiliência tem a possibilidade de se 
tornar ainda melhor. 
 
“Teste de resiliência aplicado em sala” 
 
Tipos de resiliência: 
x. Resilientes Reativos – Dificuldade para aceitar as adversidades, costumam culpar ou 
responsabilizar o outro por algo ruim que acontece e se revoltam; com isso não evoluem no 
seu desenvolvimento; 
x. Resilientes Proativos – Aprendem e incorporam a melhor lição que podem tirar da 
adversidade; se fortalecem após o enfrentamento; 
x. Resilientes Submissos – Altamente tolerantes às adversidades, fazem coisas que violentam a 
sua própria natureza; por vezes se lamentam e se vitimizam; no trabalho, assumem encargos a 
além da sua função e competência e conseguem tolerar chefias insensíveis e autoritárias; 
 
Assistir: O discurso do Rei 
 
22 de Novembro de 2023 
Fonoaudiologia e TEA – REVISÃO PARA AVALIAÇÃO 
 
1- Critérios de diagnósticos do autismo

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