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08/10/2024
1
Atendimento de urgência em aves
M.V. Zalmir Silvino Cubas, M.SC.
zscubas@gmail.com www.zalmircubas.com.br
@zalmircubas @vidaselvagemfoz
RESSALVAS/ AVISO LEGAL
Este material de aula é de propriedade intelectual do professor 
Zalmir Silvino Cubas para apresentação para alunos de pós-
graduação. O material de aula destina-se a este exclusivo propósito 
didático. O autor não autoriza a distribuição deste material de aula 
a terceiros nem a divulgação desta aula na internet, nem em redes 
sociais e aplicativos e também não autoriza a impressão deste 
material de acompanhamento de aula. O conteúdo representa a 
opinião acadêmica do autor, que está sujeita a constantes 
mudanças, conforme a evolução das ciências. As doses 
farmacológicas apresentadas podem ser resultantes da literatura, 
da experiência do autor ou, ainda, de extrapolações, portanto 
podem não ter comprovação clínica. Portanto, o professor não se 
responsabiliza pelo uso de doses ou procedimentos aqui 
mencionados. Cada médico veterinário é responsável pelos seus 
pacientes, por seus próprios procedimentos clínico-cirúrgicos e pela 
prescrição de medicamentos a seus pacientes.
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LITERATURA CONSULTADA E RECOMENDADA
• Cubas, Z.S.; Rabelo, R.C. Terapêutica de Emergência em Aves. In: Cubas, 
Z.S.; Silva, J.C.R.; Catão-Dias, J.L. Tratado de Animais Selvagens Medicina 
Veterinária, 2ª edição. São Paulo: Roca/Gen. 2014, cap 100. p 1898-1946.
• Grahan JE; Doss JA; Beaufrère H. Exotic Animal Emergency and Critical
Care Medicine. Hoboken, NJ: Wiley Blackwell, 2021. 
• Carpenter, J.W.; Harms, C.A. Carpenter’s Exotic Animal Formulary. 6th 
edition. St. Louis, MI: Elsevier, 2023.
•O’Malley. Clinical anatomy and physiology of exotic species. Edinburg: 
Elsevier Saunders, 2005.
•G.J. Harrison & T. L. Lightfoot. Clinical Avian Medicine, vol 1 & 2. Florida, 
USA: Spix Publishing, 2006
•Branson W. Ritchie, Greg J. Harrison, Linda R. Harrison, [editors]. Avian 
Medicine : Principles and Application. Lake Worth, Fla. :Wingers Pub., 
1994.
LITERATURA CONSULTADA E RECOMENDADA
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ASSOCIAÇÕES, REVISTAS E SITES
Imagem: dinosaurpictures.org/Archaeopteryx-pictures
150 - 125 milhões de anos
Jurássico
Archaeopteryx
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Imagens: Zalmir S. Cubas
ABORDAGEM DE URGÊNCIA
A, B, C, D, E 
A – AVALIAR (SE PEGA OU NÃO)/ AR (VIAS AÉREAS
DESOBSTRUÍDAS)
B – BOA RESPIRAÇÃO (VENTILAR) 
C – CONTROLE DE DANOS/ CALOR (AQUECER)/ CIRCULAÇÃO
D – DOR E LESÕES/ DISFUNÇÃO/ DEAMBULAÇÃO
E – EXAMES/ ENERGIA (GLICEMIA)
CASOS URGENTÍSSIMOS: HEMORRAGIA ARTERIAL E FIBRILAÇÃO/ PARADA CARDÍACA
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ABCDE DAS AVES - ABORDAGEM PRIMÁRIA
CASOS URGENTÍSSIMOS: HEMORRAGIA ARTERIAL E FIBRILAÇÃO/ PARADA CARDÍACA
ObservaçõesSequência de atendimentoAcrônimo
Reduzir o estresseAcalmarA
Avaliar se faz ou não a contenção físicaAvaliar
Vias aéreas desobstruídasAr
Farmacológica ou físicaAnalgesia
OxigenarBem respirarB
Lesões traumáticas, estresse etc.Controlar agravosC
Hipo ou hipertermiaControlar a temperatura
Restabelecer a volemia, a PACardiovascular
Avaliação neurológica etc.DeambularD
Exames laboratoriais e imagensExaminar maisE
Prioridades clínicasEntrar com medicamentos
Glicemia, nutrição enteralEnergia
Dica número 1
Memorize e utilize o ABCDE da urgência/ 
emergência em seus atendimentos
Porém, não é um 
protocolo rígido. Ele 
pode ser ajustado a 
cada situação clínica
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ABCDE DAS AVES - ABORDAGEM PRIMÁRIA
CASOS URGENTÍSSIMOS: HEMORRAGIA ARTERIAL E FIBRILAÇÃO/ PARADA CARDÍACA
ObservaçõesSequência de atendimentoAcrônimo
Reduzir o estresseAcalmarA
Avaliar se faz ou não a contenção físicaAvaliar
Vias aéreas desobstruídasAr
Farmacológica ou físicaAnalgesia
OxigenarBem respirarB
Lesões traumáticas, estresse etc.Controlar agravosC
Hipo ou hipertermiaControlar a temperatura
Restabelecer a volemia, a PACardiovascular
Avaliação neurológica etc.DeambularD
Exames laboratoriais e imagensExaminar maisE
Prioridades clínicasEntrar com medicamentos
Glicemia, nutrição enteralEnergia
Dica número 2... para a vida!
Priorize a estabilização do paciente, escolha 
procedimentos que causem menos ESTRESSE
Avalie bem se o benefício de um procedimento 
mais “refinado” pode ser substituído por outro 
também efetivo, mas que cause menos estresse
cortisol
SNA
Adrenal
adrenalina
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ACALME A AVE. ONDE? COMO?
Imagem: Zalmir S. Cubas
Imagens: Google
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A – AVALIAR SE FAZ A CONTENÇÃO FÍSICA IMEDIATA
Muito grave
Debilitada, 
dispneica
Calma e 
estável
AVALIAR SISTEMAS SEM CONTER A AVE?
Como avaliarÉ possível avaliar sem 
contenção física?
Sistema/ condição
Dispneia, angústia respiratória, 
sibilos, estertores
SimRespiratório
Sinais de desidratação em pele, 
olhos e excremento, cansaço
ParcialmenteCardiovascular
Letargia, torpor, coma, sinais 
neurológicos, paresia
SimNeurológico
Há indícios: penas arrepiadas, 
tremores, ofegante, letargia
NãoTemperatura 
corporal
Aspecto da excreta, regurgitação, 
exame de fezes
SimDigestório e fígado
Musculatura peitoral retraída, 
tarsos e metatarsos secos
Às vezesEscore corporal
Presença de sangue nas penas, 
fraturas, membros não funcionais
SimLesões por trauma
Fonte: Zalmir S. Cubas
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Dica número 3
Domine e pratique as técnicas de captura 
e contenção física. Treine sua equipe. 
Fatalidades podem acontecer neste 
procedimento
Planeje cada passo da contenção
Tenha em mãos todo o material que você 
precisará
Seja rápido na contenção!
Forneça oxigênio depois da contenção
A – VIAS AÉREAS PATENTES
Imagem: Zalmir S. Cubas
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A – VIAS AÉREAS PATENTES
Imagem: autor desconhecido
Fique esperto
RESPOSTA SISTÊMICA À DOR
Imagem: dreamstime.com
Pressão arterial↑
Taquicardia
Disritmia
Hipo ou
hiperglicemia
Imunidade↓
Cicatrização↓
Estômago 
acidez↑ muco↓
Adrenalina Cortisol
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RECONHECIMENTO E ESTADIAMENTO DA DOR
Aspecto 
geral
Postura
Locomoção
Alimento 
Água
Comportamento
Estado 
emocional
Sinais clínicos
Lesão
Perda do autocuidado
Curvada
Rígida
Empoleirada
Deambulação
Claudicação
Guarda do membro
Redução de consumo
Emagrecimento
Desidratação
Inatividade
Isolamento
Reação à aproximação
Estereotipia
Medo
Apatia
Agitação
Desinteresse
Fonte: Zalmir S. Cubas
A – ANALGESIA (DOR)
I.P. Posso; R.M. Romaneck; B.E.O. Gatto. Dor Aguda e Inflamação. Disponível em 
http://www.anestesiologiaunb.com.br/files/doraguda.pdf
Transdução
Transmissão
Modulação
Percepção
AINES
Anestésicos locais
Anestésicos locais
AINES
Anestésicos locais
Opioides
Cetamina
AINES
Opioides
Cetamina
Antidepressivos
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Analgesia multimodal
AINE
• Meloxicam
• Cetoprofeno
• Carprofeno
• Coxib
Opioide
• Butorfanol
• Buprenorfina
• Tramadol
Adjuvante
• Dipirona
• Cetamina
• Gabapentina
• Arnica
• Fitoterápicos
CONCEITOS
• Farmacocinética: estuda o caminho que o fármaco faz 
no organismo: absorção, distribuição, 
biotransformação e excreção
• Farmacodinâmica: estuda os efeitos fisiológicos do 
fármaco no organismo, seus mecanismos de ação e a 
relação entre concentração e efeito
• Extrapolação alométrica não é adequada para os 
AINES e talvez outros grupos de fármacos
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
• Hawkings, M.; Paul-Murphy, J. Analgesia em aves. In: Cubas, 
Z.S.; Silva, J.C.R.; Catão-Dias, J.L. Tratado de Animais Selvagens 
Medicina Veterinária, 2ª edição. São Paulo: Roca/Gen. 2014, 
cap 95. p. 1806-1818.
• Carpenter, J.W.; Harms, C.A. Carpenter’s Exotic Animal 
Formulary. 6th edition. St. Louis, MI: Elsevier, 2023.
• Hawking, M. Avian Analgesia. Course. www.aav.org
Pré-operatório pode
causar
vasoconstrição renal
AINES
Cox-2 seletivos (coxib) 
tem mostrado
mesmos efeitos
adversos GI
Contraindicados
em disfunções
renal, cardíaca e 
GI
Usar por curto
período 3-5 dias
Cuidado com o uso em
vulturídeos
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AINES
• Meloxicam: (inibidor específico COX2) 0,5-1 mg/kg q 12-24h 
IM, VO; seguro (estudado em mais de 700 aves de 60 
espécies); não usar em vulturídeos
• Carprofeno: (inibidor específico COX2) 1-2 mg/kg q12-24h 
IM, VO; papagaio-Hispaniola 3 mg/kg q12h IM
• Cetoprofeno: (inibidor não específico COX2) 1 mg/kg q 12-24h 
IM, VO; periquito-australiano 2,5 mg/kg q 24h IM
AINES
• Dipirona: (inibidor não específico COX) 20-25mg/kg q8-12h 
VO, IM, SC; 50 mg/kg IM q12h x 4 dias (galinhas)
• Mavacoxib (Trocoxil) (inibidor específico COX2): calopsitas
(n=90) 4 mg/kg PO (1/2 vida: 135h)
• Flunixina meglumina (Banamine): não usar em aves
Dhondt L, Devreese M, Croubels S, De Baere S, Haesendonck R, Goessens T, Gehring R, De Backer P, Antonissen G. Comparative
population pharmacokinetics and absolute oral bioavailability of COX-2 selective inhibitors celecoxib, mavacoxib and meloxicam in 
cockatiels (Nymphicus hollandicus). Sci Rep. 2017 Sep 25;7(1):12043. doi: 10.1038/s41598-017-12159-z. PMID: 28947805; PMCID: 
PMC5612971.
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Receptores kappa, 
mu e delta ( e 
nas aves)
OPIOIDES
Efeitos e doses variam
muito de espécie para 
espécie
Náusea, 
emese, 
redução da 
motilidade GI
Depressão
cardiorrespiratória, 
reação alérgica
OPIOIDES
• Butorfanol (Torbugesic® 10mg/mL): 5 mg/kg q2-3h IM, IV 
(Amazona ventralis)
• Papagaio-africano: 1-2 mg/kg
Kappa-agonista e Mu-antagonista. Indicado em dor moderada a 
intense. Não causa depressão respiratoria. Provoca sedação em
algumas espécies. Meia vida curta (1h).
Aves em geral: 1-4 mg/kg q1-4h IM, IV
Guzman DS, Flammer K, Paul-Murphy JR, Barker SA, Tully TN Jr. 
Pharmacokinetics of butorphanol after intravenous, intramuscular, and
oral administration in Hispaniolan Amazon parrots (Amazona ventralis). J 
Avian Med Surg. 2011 Sep;25(3):185-91. doi: 10.1647/2009-054.1. PMID: 
22216718.
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OPIOIDES
• Buprenorfina (Beniv® 0,4 mg/mL): 0,1-0,6 mg/kg 
IM (Falco sparverius), antinocicepção por 6h
• 0,25-0,5 mg/kg q5h IM (pombos), 
antinocicepção por 2-5h
Kappa-agonista-antagonista e Mu-agonista parcial. 
Opioide de escolha para rapinantes. 
Ceulemans SM, Guzman DS, Olsen GH, Beaufrère H, Paul-Murphy JR. 
Evaluation of thermal antinociceptive effects after intramuscular 
administration of buprenorphine hydrochloride to American kestrels
(Falco sparverius). Am J Vet Res. 2014 Aug;75(8):705-10. doi: 
10.2460/ajvr.75.8.705. PMID: 25061700.
OPIOIDES
• Tramadol: Indicado em dor moderada;
• O-desmetil-tramadol é um potente μ-agonista; 
↑ serotonina e norepinefrina
30 mg/kg q6h VO; 5 mg/kg q4h IV (Amazona ventralis)
5 mg/kg q 2-9h VO (Falco sparverius)
8-11 mg/kg q12h VO (Buteo jamaicensis)
5 mg/kg q12h VO, IV – (Haliaetus leucocephalus)
Aves em geral: 5 a 10 mg/kg q 6h VO, IM
Imagem: internet
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OUTROS ANALGÉSICOS
• Cetamina isômero S+: 0,25-0,5 mg/kg bolus inicial
IV, IM; 0,125-0,25 mg/kg bolus intermitentes; 
infusão continua: 0,125-0,25 mg/kg/h
• Antagonista não competitive de receptores NMDA (N-metil-D-aspartato) 
com bloqueio da transmissão nervosa e mecanismos de sensibilização 
central
• Gabapentina (análogo ao GABA): 15 mg/kg q8h VO 
(Amazona ventralis); 10 mg/kg q 12h VO (Cacatua 
sanguinea); 11 mg/kg q8h VO (Bubo virginianus); 11 
mg/kg q12 (Falco mexicanus)
OUTROS ANALGÉSICOS
• Lidocaína: 2 mg/kg perineural em bloqueio
regionalde plexo braquial (Amazona ventralis); 
1 mg/kg perineural em cada nervo em bloqueio de 
nervos braquial e isquiático (rapinantes)
• Bupivacaína: 2 mg/kg infundido SC; 2-8 mg/kg 
perineural para bloqueio de plexo braquial (marreco)
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ANALGESIA - OUTRAS ABORDAGENS
• Restrição de movimento
• Fisioterapia
• Laserterapia de baixa 
intensidade (1-2 J/cm2 e 
2W) ou fotobiomodulação 
– reduz citocinas 
inflamatórias
• Neuroestimulação elétrica 
transcutâea (TENS)
• Acupuntura
Imagem: Zalmir S. Cubas
ABCDE DAS AVES - ABORDAGEM PRIMÁRIA
CASOS URGENTÍSSIMOS: HEMORRAGIA ARTERIAL E FIBRILAÇÃO/ PARADA CARDÍACA
ObservaçõesSequência de atendimentoAcrônimo
Reduzir o estresseAcalmarA
Avaliar se faz ou não a contenção físicaAvaliar
Vias aéreas desobstruídasAr
Farmacológica ou físicaAnalgesia
OxigenarBem respirarB
Lesões traumáticas, estresse etc.Controlar agravosC
Hipo ou hipertermiaControlar a temperatura
Restabelecer a volemia, a PACardiovascular
Avaliação neurológica etc.DeambularD
Exames laboratoriais e imagensExaminar maisE
Prioridades clínicasEntrar com medicamentos
Glicemia, nutrição enteralEnergia
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Dica número 4
Receba o paciente crítico com 
oxigenioterapia e em um ambiente 
tranquilo, pois isto evita agravar o quadro, 
reduz o estresse e melhora a condição do 
paciente
OXIGENOTERAPIA - INDICAÇÕES
• Dispneia
• Hipoxemia/ hipercapnia
• Instabilidade 
hemodinâmica (choque) 
• Insuficiência cardíaca 
• Organomegalia/ fluído em 
celoma
• Sinais neurológico
Imagem: Zalmir S. Cubas
Indicada em quase todos
os casos graves e ajuda na 
conteção física
Oximetria: valores instáveis em aves
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OXIGENOTERAPIA
Imagens: internet
Cilindro de 
oxigênio Concentrador de 
oxigênio
Sistema central 
de oxigênio
• Máximo 3h de oxigênio 60-100
UNIDADE DE TRATAMENTO ANIMAL (UTA)
Imagem: Zalmir S. Cubas
Concentra o oxigênio
Conforto térmico
Umidificação SR
Conforto psicológico
UTA
Dá para nebulizar
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Imagens: internet
Em média 30 a 60% de oxigênio nas câmaras, conforme fluxo e vedação
Imagem: Zalmir S. Cubas
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08/10/2024
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Imagem: Zalmir S. Cubas
PODE?
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PODE?
Imagem: Patrícia H. Cubas
USO DE MÁSCARAS
Imagens: Zalmir S. Cubas
Fluxo de O2 adequado para 
evitar concentração de CO2
O2 30-60% nas máscaras
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INTUBAÇÃO TRAQUEAL
Imagem: Zalmir S. Cubas
 Cuidado com trauma
 Risco de estenose
 Não aprofundar demais o tubo
 Evite mover a cabeça da ave
 Tubo fino, eleva a pressão
 Pode acumular muco
 Não requer lidocaína
Em procedimentos anestésicos
INTUBAÇÃO TRAQUEAL
Imagens: internet
Sonda endotraqueal pediátrica Cole
Sonda endotraqueal sem balonete
Sondas uretrais no 4 (1,7mm), 6 (2mm) 8 
(2,7mm) modificadas
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Imagem: Zalmir S. Cubas
TUBO EM SACO AÉREO
Em insuficiência respiratória de risco iminente de morte
ABCDE DAS AVES - ABORDAGEM PRIMÁRIA
CASOS URGENTÍSSIMOS: HEMORRAGIA ARTERIAL E FIBRILAÇÃO/ PARADA CARDÍACA
ObservaçõesSequência de atendimentoAcrônimo
Reduzir o estresseAcalmarA
Avaliar se faz ou não a contenção físicaAvaliar
Vias aéreas desobstruídasAr
Farmacológica ou físicaAnalgesia
OxigenarBem respirarB
Lesões traumáticas, estresse etc.Controlar agravosC
Hipo ou hipertermiaControlar a temperatura
Restabelecer a volemia, a PACardiovascular
Avaliação neurológica etc.DeambularD
Exames laboratoriais e imagensExaminar maisE
Prioridades clínicasEntrar com medicamentos
Glicemia, nutrição enteralEnergia
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Talas e bandagens
• Bandagem em “8”
• Bandagem de corpo
Imagens: Zalmir S. Cubas
Prevenir novas 
lesões/ agravos
C – CONTROLAR AGRAVOS
Membro pélvico:
• Tala de quadril
• Penso esparadrapo 
(passeriformes)
Imagens: Zalmir S. Cubas
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• Hipotermia: disfunção do SN autônomo; 1º C/30-60min
• UTA, sala aquecida, colchão térmico, bolsas aquecidas
C – CONTROLAR A TEMPERATURA
Imagens : Zalmir S. Cubas
• Avaliação subjetiva da condição cardiovascular 
(turgor da pele, olhos, diurese, consciência; saliva, 
mucosas, TPV)
• Avaliação objetiva da condição cardiovascular ECG, 
Doppler vascular, auscultação, ecocardiografia, 
mensuração PA e laboratório clínico
• Laboratorial (desidratação): Ht↑, PP↑, ácido úrico↑, 
ureia↑, concentração de eletrólitos↑, 
osmolalidade↑, lactato↑, gasometria, eletrólitos
C - CARDIOVASCULAR
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EQUILÍBRIO HÍDRICO E OSMÓTICO
capilar 
intersticial
Imagem: disponível em https://www.surgery4vets.com.br/equilibrio-hidrico-osmose-forcas-starling/2/3
1/3
Na+ 
Cl-
K+
Mg ++ HPO42-
300-340 mOsm/kg
• Uricotélicas (ácido úrico) 30% dos néfrons são do tipo mamíferos
FLUIDOTERAPIA: O QUE ADMINISTRAR
Solução Ringer lactato 
(tem K+ 4 mEq/L) 
Solução fisiológica 0,9%
SF glicosada 2,5%
Solução hipersaturada 7,5% (3 mL/kg
Imagens: internet
Cristaloides - equilíbrio hidrodinâmico
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1. Sangue total
2. Plasma ou soro
3. Coloides sintéticos (10 mL/kg 
IV, IO hidroxietilamido)
Indicações
Hipotensão/ hipovolemia
Hipoproteinemia (DEVE SER INICIADA EM PACIENTES
ESTABILIZADOS APENAS
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ALIMENTAÇÃO MICROENTERAL
Indicação? Aves anoréticas, magras, que não 
se alimentam há mais de 24h
Por quanto tempo? no 1º dia ou nas 1ªs horas
O que usa? um suplemento vitamínico + aminoácidos 
(com glutamina) + açúcar. Dilui (±1:50)
Como fornecer? Consumo espontâneo 
em água de bebida ou dar no bico
Para que serve? Preparar os enterócitos para a digestão
ALIMENTO PARA A NUTRIÇÃO ENTERAL
• Alimento completo, tipo critical care, de fácil 
digestão
• Em pó, farinhada, que passe fácil por sonda
• Durabilidade após aberto o pote
• Pode ser de uso veterinário geral, mas de 
preferência próprio para aves (A NE deve durar 
pouco tempo)
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CALCULAR A QUANTIDADE DO ALIMENTO
• QUANTIDADE DIÁRIA DE ALIMENTO É DEFINIDA PELA
TMB (TAXA METABÓLICA BASAL)
TMB = K . (MKG)0,75 (KCAL/DIA)
K = AVES: 78, PASSERIFORMES: 129
NECESSIDADE ENERGÉTICA DIÁRIA:
NED = TMB X 1,5 - 2,5*
* Fator subjetivo, definido pelo médico-veterinário com base em sua avaliação 
da condição do paciente
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EXEMPLO DE CÁLCULO
Papagaio 300g (0,3 kg) estabilizado e 
internado:
TMB = K x (M)0,75
TMB = 78 x (0,3) 0,75 = 32 kcal/dia
Necessidade energética diária:
NED = TMB x 2,5 (escolhi 2,5 ↑gasto energético)
NED = 80 Kcal/dia
EXEMPLO DE CÁLCULO
NED = 80 Kcal/dia
Um alimento fornece 6,6 Kcal/g
Quantidade = 80 ÷ 6,6 = 12g/dia
Outro alimento fornece 3,8 
Kcal/g
Quantidade = 80 ÷ 3,8 = 21 g/dia
Imagens: Zalmir S. Cubas
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QUAL VOLUME DAR POR VEZ?
Volume de alimento dado 
por vez: 2 a 5% do peso da 
ave (20 a 50 mL/kg)
Papagaio do exemplo pesa 
300g, então máximo (5%) = 
15mL por vez 
Pode iniciar com 2 - 3% do 
peso
Imagem: Zalmir S. Cubas
Dica número 8
Tenha empatia pelo seu paciente aviário, 
pense que as aves são seres sensíveis e 
inteligentes, e o tempo necessário para os 
processos orgânicos é diferente do tempo 
dos mamíferos 
www.zalmircubas.com.br
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