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CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIFECAF
TERAPIA OCUPACINAL
MARIANA DENISE KOLLN PALOSKI
TÍTULO: Título do Estudo de Caso 
Subtítulo: Estudo de caso de Dengue
Cunha Porã, 04 de Setembro de 2024
Trabalho apresentado como requisito parcial de avaliação da disciplina Saúde Pública e Epidemiológica do Curso de Graduação em Terapia Ocupacional do Centro Universitário UniFECAF.
Tutor(a): Denise De Almeida
Cunha Porã, 04 de Setembro de 2024
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INTRODUÇÃO 
Ciência que estuda o processo saúde-doença em coletividades humanas, analisando a distribuição e os fatores determinantes das enfermidades, danos à saúde e eventos associados à saúde coletiva, propondo medidas específicas de prevenção, controle, ou erradicação de doenças, e fornecendo indicadores que sirvam de suporte ao planejamento, administração e avaliação das ações de saúde.
ESTUDO DE CASO SOBRE A DENGUE
Homem, 50 anos, casado, caminhoneiro, brasileiro procura o pronto socorro, com dor de cabeça, dor atrás dos olhos, febre alta e dor no corpo há 5 dias. No último final de semana que antecedeu o início dos sintomas, fez uma viagem de caminhão para uma região onde a incidência de dengue está elevada.
Apresentação
No Brasil, a dengue é a arbovirose mais prevalente. O país abriga cinco sorotipos distintos do vírus (DENV-1 a DENV-5), concentrados principalmente nas regiões Sudeste e Centro-Oeste.
3.1 Definição
A dengue é uma doença febril aguda, sistêmica e dinâmica, com um amplo espectro clínico. Ela pode variar desde formas leves até casos graves, podendo, em alguns pacientes, resultar em complicações fatais. 
Diagnostico da Dengue
Para diagnosticar a dengue, é possível realizar exames laboratoriais que detectam o vírus ou os anticorpos produzidos pelo organismo em resposta à infecção. Até o quinto dia dos sintomas, é viável realizar testes, como a pesquisa de antígeno NS1 ou o RT-PCR, para identificar a presença do vírus. A partir do sexto dia, é mais apropriado solicitar um exame sorológico, que busca anticorpos IgM, indicando a resposta imunológica do corpo à infecção.
Como não há esses testes em todos os lugares, você deve entender os sinais e sintomas para iniciar a sua suspeita de dengue. Também é importante avaliar a possibilidade de ser zika ou chikungunya. 
Durante a anamnese, é essencial investigar a presença de febre, seu início e outros sintomas, bem como sinais de alarme, alterações gastrointestinais, e possíveis alterações no estado de consciência. A análise da diurese, histórico familiar de dengue e viagem recente para áreas endêmicas também são importantes, assim como considerar condições preexistentes como idade, gestação, obesidade e doenças crônicas.
No exame físico, os sinais vitais, o estado de consciência, a hidratação e o estado hemodinâmico são avaliados. Manifestações como efusão pleural, taquipneia, dor abdominal, exantema e sinais hemorrágicos são observados. O médico deve utilizar a prova do laço para avaliar hemorragias e determinar a fase da doença.
A partir dessas avaliações, os médicos buscam responder perguntas cruciais, como se o caso é de dengue, em qual fase o paciente se encontra, se há sinais de alarme, qual o estado hemodinâmico e de hidratação, se existem condições preexistentes aumentando o risco e em qual grupo de estadiamento o paciente se enquadra. Decisões sobre a necessidade de hospitalização, o tipo de leito e outros aspectos do manejo clínico são determinadas a partir dessa avaliação integrada.
Fase Febril: durante a fase febril da dengue, que se estende por aproximadamente 2 a 7 dias, o paciente experimenta uma resposta inflamatória sistêmica à presença do vírus na corrente sanguínea. Isso se manifesta com o início abrupto de febre elevada, intensa prostração, dor de cabeça retro-orbitária, dores musculares e articulares, juntamente com o sintoma comum de erupção cutânea.
Fase Crítica: após a conclusão da fase febril, o paciente pode seguir para a fase crítica. Nesta etapa, ocorre uma expressiva disfunção endotelial, levando ao aumento da permeabilidade vascular. Essa condição pode resultar em choque devido à hipovolemia, sendo o choque a principal causa de mortalidade na dengue, diretamente ligado ao extravasamento de plasma. Hemorragias também são possíveis devido à disfunção endotelial, associada à trombocitopenia e/ou coagulopatia de consumo.
Fase de Recuperação: a fase de recuperação emerge aproximadamente 24 a 48 horas após a fase crítica, marcando a reabsorção gradual do plasma extravasado e a melhoria progressiva do estado clínico do paciente. Durante esse período, observa-se uma recuperação dos sintomas e uma tendência positiva no quadro geral de saúde.
Hipóteses diagnósticas
Zika: A infecção por Zika é caracterizada por febre moderada, dores articulares, conjuntivite, cefaleia e, eventualmente, erupção cutânea. Destaca-se pela associação preocupante com complicações neurológicas, principalmente a síndrome de Guillain-Barré. Esse risco é particularmente relevante em gestantes, pois o vírus pode ser transmitido ao feto, resultando em microcefalia e outras anomalias congênitas. A conjuntivite é uma característica distintiva, e embora muitos casos sejam assintomáticos, a vigilância é crucial devido às implicações para a saúde fetal.
Chikungunya: A infecção por Chikungunya se manifesta com febre elevada, dores articulares intensas, fadiga, cefaleia e, em alguns casos, erupção cutânea. A dor nas articulações é marcante, persistindo por semanas a meses após a infecção aguda, impactando significativamente a qualidade de vida dos afetados. Complicações raras, como encefalite, podem ocorrer. A febre é muitas vezes abrupta, e a doença, embora geralmente autolimitada, pode causar sintomas debilitantes, especialmente a longo prazo devido à persistência das dores articulares.
5 Considerações Finais
No contexto brasileiro, trata-se de uma realidade ainda hoje, bastante presente, não existindo contudo, perspetivas de cura ou erradicação do vírus e da doença, dado que a vacina tem de ser eficaz para os cinco vírus em simultâneo, para que haja imunidade, sendo que a vacina só pode ser dada a quem não tenha imunidade a nenhum sorotipo do dengue. Sabemos, como já referido, que uma segunda infeção por outro sorotipo do vírus da dengue no mesmo individuo agrava o seu quadro clinico, o qual pode evoluir rapidamente para a dengue hemorrágica que normalmente é fatal, sendo assim uma doença de alto risco para a saúde pública do país.
Neste contexto, percebemos que a doença de dengue se tem desenvolvido ao longo do tempo, sendo por isso, um agente viral que afeta fortemente o ser humano a nível mundial. É, portanto, necessário e emergente, criar estruturas e ações preventivas de intervenção local e permanente no combate à doença, a par com a investigação e estudo de métodos clínicos eficazes no tratamento da mesma.
Partindo do princípio que os indivíduos são considerados meros transmissores passivos no desenvolvimento e expansão do vírus de dengue, algumas populações parecem posicionar- se também dessa forma, no que respeita às ações preventivas da doença, o que no domínio antropológico e da saúde global provoca fortes impactos. O facto de essas ações não gerarem maioritariamente os efeitos desejáveis, devem-se às dificuldades de compreensão da necessidade de controlo de focos do A. Aegypti, que é vetor na transmissão da dengue, que por esta ser uma doença negligenciada, está associada à pobreza, a ambientes degradados, com fracas infraestruturas de saneamento, numa relação de causas e efeitos, onde se identifica a violência estrutural social.
Por outro lado, a existência de questões associadas à adaptação e consciencialização dos indivíduos, nomeadamente no que respeita ao entendimento na matéria do dengue, parecem conferir paradigmas técnicos e compreensões distorcidas ao conhecimento popular, pelo facto de não reconhecerem o vírus como um agente etiológico da doença de dengue, e desta maneira boicotarem as ações, o que consequentemente pode resultar na propagação rápida do vírus.
REFERÊNCIAS
Relação de fontesbibliográficas e eletrônicas citadas para o desenvolvimento do trabalho, conforme as normas solicitadas, no qual o aluno deverá consultar as Normas Técnicas da ABNT para aplicar de maneira correta as regras gerais de apresentação e os modelos de referências. As obras são citadas seguindo a mesma ordem em que aparecem no texto e são alinhadas a esquerda.
Os nomes dos autores podem estar abreviados ou por extenso, porém devem estar padronizados em toda a listagem.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2018. Disponível em: . Acesso em: 22 nov.2023.
_______. NBR 10520: Informação e documentação — Citações em documentos — Apresentação. Rio de Janeiro, 2023. Disponível em:
. Acesso em: 22 nov.2023.

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