Prévia do material em texto
1 UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE - UERN PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEG CAMPUS AVANÇADO “PROFESSORA MARIA ELISA DE ALBUQUERQUE MAIA” – CAMEAM CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO: EDUCAÇÃO E LINGUAGENS PARA A MULTICULTURALIDADE” 8,0 TEREZINHA MARIA NETA GESTÃO ESCOLAR: MECANISMOS E DESAFIOS PARA GERIR A ESCOLA DE FORMA DEMOCRÁTICA NO CONTEXTO ATUAL DA SOCIEDADE MULTICULTURAL PAU DOS FERROS 2013 TEREZINHA MARIA NETA GESTÃO ESCOLAR: MECANISMOS E DESAFIOS PARA GERIR A ESCOLA DE FORMA DEMOCRÁTICA NO CONTEXTO ATUAL DA SOCIEDADE MULTICULTURAL Projeto de pesquiesa apresentado a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte – UERN, como parte dos requesitor para avaliação da disciplina Metodólogia da pesquisa para a multiculturalidade. ORIENTADOR: xxxxxxxx PAU DOS FERROS 2013 SUMÁRIO JUSTIFICATIVA..........................................................................................................4 OBJETIVOS................................................................................................................. 5 DELIMITAÇÃO DO PROBLEMA..............................................................................6 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA..................................................................................... 7 REFERENCIAL TEÓRICO-METODOLÓGICO..................................................... 11 CRONOGRAMA........................................................................................................13 REFERÊNCIAS......................................................................................................... 14 1. JUSTIFICATIVA O interesse em pesquisar a temática, acima exposta, surgiu desde a graduação através dos estudos e discussões referente à gestão escolar democrática, que ocorreram durante o cumprimento da disciplina “Gestão dos processos educativos” (ofertadas no curso de graduação em pedagogia – CAMEAM/ UERN), os quais despertaram um imenso interesse em aprofundar na temática. No trabalho de conclusão de curso da graduação dissertei sobre o tema “concepções e prática do gestor escolar numa perspectiva (não) democrática”, no qual fiz uma análise da prática dos gestores de duas escolas públicas de ensino fundamental no município de Doutor Severiano/RN. Agora na pós-graduação optei em continuar com as discursões referente à gestão escolar democrática só que agora voltando-se para as discursões do multiculturalismo para atender a identificação do curso: “Educação e Linguagens para a Multiculturalidade”. O intuito é continuar com uma análise mais aprofundada em uma das escolas pesquisada no trabalho monográfico, tendo em vista que ouve uma junção das duas escolas anteriormente pesquisada, analisando se na escola campo de pesquisa ouve mudanças na prática do gestor no sentido de administrar a escola de forma mais democrática, e como é trabalhada a questão do multiculturalismo nessa escola. Outro ponto que me leva a pesquisar essa temática é a necessidade enquanto educadora, de conhecer os princípios que regem a administração escolar para o desenvolvimento de uma gestão democrática e a construção de uma escola que desenvolva um trabalha que considere o contexto multicultural das instituições escolares, questões indispensáveis a uma educação de qualidade. Sobretudo, a importância de poder analisar a administração que acontece na realidade das escolas públicas, assim como verificar a compreensão dos gestores sobre democracia e multiculturalismo o os desafios que se apresenta ao gestor para implementação desses aspectos na instituição escolar. 2. OBJETIVOS · Geral Possibilitar um estudo teórico-prático, com aprofundamento dos conhecimentos teórico sobre gestão escolar e sua relação com a democracia e o multiculturalismo mediante análise da prática do gestor de escola pública. Comment by Maria Edgleuma de Andrade: Delimitar melhor o que de específico você vai pesquisar. Está muito amplo · Específicos Comment by Maria Edgleuma de Andrade: Reveja melhor. Está tudo muito amplo, delimitar · Compreender as concepções dos teóricos da área sobre gestão escolar, democracia e multiculturalismo, bem como discutir sobre os mecanismos e desafios da gestão democrática e da presença do multiculturalismo na instituição escolar; · Conversar com gestor de escola pública para analisar sua compreensão de democracia e multiculturalismo, e como são ou deveria ser a existência de práticas democráticas e multiculturais nas decisões e ações desenvolvidas na escola. · Comparar o discurso do gestor escolar sobre a presença de práticas democráticas e multiculturais na escola com as concepções dos teóricos da área. 3. DELIMITAÇÃO DO PROBLEMA A prática desenvolvida pelo gestor de escolas pública do município de Doutor Severiano aponta para uma gestão democrática e multicultural? Comment by Maria Edgleuma de Andrade: Ok se esta é a questão principal tente reelaborar os objetivos a partir dela Com base nesse problema são definidas como questões de pesquisa: · O que é democrática e multiculturalismo para o gestor da escola investigada? · Quais as características que um processo administrativo em uma perspectiva democrática e multicultural deve possuir? · Quais os instrumentos necessários e os desafios para sua implantação? 4. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Comment by Maria Edgleuma de Andrade: Ok, você traz elementos bem pertinentes. O orientador/a é quem dará o tom desse item/ referencial teórico tb.. Mais a ideia é responder as questões: Quais são os principais conceitos teóricos que serão usados na pesquisa? A que teorias os conceitos se referem? Quais suas escolhas diante dos teóricos trabalhados. Que estudos já discutem seu objeto de estudo? O que dizem e a relação com o que vc vai estudar. Por muito tempo desenvolveu-se na escola um trabalho administrativo baseado no modelo de organização empresarial, e ainda hoje, em algumas escolas podemos perceber na administração e organização do trabalho escolar algumas características da empresa capitalista. Tomando a escola como um espaço de busca e apropriação do saber historicamente produzido que a partir das reformas na legislação para educação buscou-se para escola uma democratização de suas ações, em que as relações entre os sujeitos escolares devem ocorrer de forma participativa, onde o gestor em sua forma de administrar a escola, não realize um trabalho de forma burocrática e mecânica. Conforme Paro (2002), a administração em seu sentido mais geral e abstrato é a utilização racional de recursos para a realização de fins determinados. Que seria a participação do gestor nas questões pedagógicas da escola. Porém, com as várias atividades que se insere no interior da escola, o gestor acaba direcionando seu trabalho apenas para as atividades burocráticas. Dessa forma, a questão administrativa e burocrática acaba se sobrepondo aos aspectos pedagógicos. No entanto, “as atividades - meio (administrativo - burocráticas) devem criar condições para que as atividades-fim (docentes - pedagógicas) aconteçam com mais eficácia” (SANTOS, 2008, p.46). Esse modelo de escola clássica, conforme aborda Hora (2006, p.36), “foi representado por meio de três movimentos: a administração científica de Taylor, a administração geral de Fayol e administração burocrática originada de uma disfunção da racionalidade de Weber”. Nesse sentido a administração das escolas pautava-se numa concepção mecânica, em que as formas de organização se estruturavam de maneira hierárquica e muito rígida. Assim, a escola operava como uma máquina previsível e eficiente, executando um trabalho padronizado e essencialmente burocrático. Contudo, ao longo dos anos, vem se discutindo muito a busca de um novo modelo de administração para a escola, que tenha a natureza do seu trabalho pautada no pedagógico, objetivando melhorar as relações entre os sujeitos que fazem parte da escola como também, uma melhoria no ensino tanto nos seus aspectosqualitativos quanto quantitativos. Acreditamos que estas mudanças serão possíveis através do processo de democratização da instituição escolar. Sabe-se que a gestão democrática da educação, em particular da escola, toma maior folego pós-constituição de 1988 e pós LDB 9.394/96, sendo estas os mecanismos jurídicos legais com os quais as secretarias municipais de educação podem efetivamente respaldar seus discursos e proposições na perspectiva de fortalecer a democracia social e, consequentemente, a democracia da gestão escolar. (MEDEIROS, 2012, p. 121). A gestão escolar democrática é um processo de administração, que engloba os seguimentos escolares de forma coletiva, compartilhando com os integrantes da instituição as decisões e ações que devem ser desenvolvida para o oferecimento de uma educação de qualidade. A gestão democrática visa à participação efetiva de todos que compõem a instituição escolar. A democracia depende de uma sociedade civil educada e bem informada, cujo acesso à informação lhe permite participar tão plenamente quanto possível na vida pública da sua sociedade e criticar funcionários do governo ou políticas insensatas e tirânicas. Nesse sentido, os cidadãos e os seus representantes eleitos devem reconhecer que a democracia depende de acesso mais amplo possível a ideias, dados e opiniões não sujeitos a censura. Dessa maneira, a escola assume a responsabilidade de desenvolver um trabalho pautado na transformação e na busca do desenvolvimento social, visto que todos os sujeitos devem empenhar-se na elaboração de uma proposta para a realização desse objetivo. Seguindo esse pressuposto, torna-se indispensável que nas instâncias educativas o trabalho desenvolvido ocorra dentro dos princípios da democracia, onde os sujeitos envolvidos tenham o direito de conhecer as ações a serem desenvolvidas e poder opinar nas decisões a serem tomadas. Para isso, o gestor de escola torna-se peça fundamental para efetivação de uma administração democrática, em que toda a comunidade escolar tenha o direito e a liberdade de participar, pois ele é o representante dos interesses da escola e, como tal, deve agir como um líder coordenando as ações a serem desenvolvidas. Mediante as discursões apresentadas podemos perceber que os desafios que se apresenta ao gestor escolar para desenvolver uma gestão baseada nos aspectos democráticos são grandes. Por isso, o gestor escolar tem a responsabilidade de executar com autonomia e liderança democrática, as políticas educacionais do sistema de ensino e o desenvolvimento dos objetivos educacionais de formar cidadãos que possam fazer, agir, ser e conviver num mundo em constante transformação. Para isso, o gestor deve se responsabilizar e partilhar as decisões, de maneira a organizar e coordenar de forma dinâmica os esforços e os recursos necessários para a construção de uma escola de qualidade, pois o gestor é um sujeito fundamental para garantia da qualidade no que se refere ao ambiente escolar, bem como o desempenho dos profissionais, ocasionando um ensino-aprendizagem satisfatório. Tendo em vista que a escola deve assumir um caráter transformador mediante um mundo cada vez mais heterogêneo, marcada pela luta dos movimentos sociais que buscam o reconhecimento, atualmente, a função da escola tem se (re) configurado dentro de um cenário global em que a qualidade total em seus aspectos quantitativos faz relação com os aspectos capitalistas, sendo que a escola passa a funcionar baseando-se em princípios da administração empresarial em que prima mais pela quantidade na educação do que pela qualidade. A escola não é apenas a agencia que reproduz as relações sociais, mais um espaço em que a sociedade produz os elementos da sua própria contradição. É um colus em que as forças contraditória, próprias do capitalismo, se defrontam. Na medida em que a educação é dialética ou assume formas de regulação ou libertação, a escola é arena onde os grupos sociais lutam por legitimidade e poder. (HORA, 2006, p. 34) Nesse contexto, entendendo o caráter transformador da escola, faz-se necessário que ela esteja alicerçada na democracia e cidadania. Uma democracia que esteja pautada na prática emancipadora dos sujeitos escolares que, consequentemente, irá influenciar no desenvolvimento das potencialidades dos indivíduos, para que eles possam lidar com a diversidade e o conflito de ideias, com as influências da cultura e com os sentimentos e emoções presentes nas relações do sujeito consigo mesmo e com a sociedade. Sendo a escola considerada o ambiente de socialização e onde se encontra presente nela uma variedade de culturas, o gestor deve desenvolver um trabalho de forma democrática, em que busque o reconhecimento de cada cultura. O multiculturalismo implica em ter uma educação que respeite e saiba lidar com a diferença, uma educação que veja as especificidades de cada um e entenda que cada indivíduo pertence a um meio cultural diferente. O multiculturalismo é o reconhecimento das diferenças, da individualidade de cada um. Daí então surge a confusão: se o discurso é pela igualdade de direitos, falar em diferenças parece uma contradição. Mas não é bem assim. A igualdade de que se fala é igualdade perante a lei, é igualdade relativa aos direitos e deveres. As diferenças às quais o multiculturalismo se refere são diferenças de valores, de costumes etc., posto que se trata de indivíduos de raças diferentes entre si (ARAÚJO, 2007). Nesse sentido, torna-se fundamental que o gestor enquanto líder da escola mantenha um diálogo constante com todos os segmentos escolares, para que sejam respeitados e valorizados os diferentes grupos culturais, tendo em vista que a escola é um espaço totalmente heterogêneo, e que não se pode homogeneizar em virtude do quantitativo. De acordo com Torres (2003), quando diz que os administradores e os professores da escola devem, sobretudo se analisar, e ver em quais paradigmas suas práticas pedagógicas e administrativas estão baseadas para poder enxergar dentro da instituição escolar um espaço heterogêneo em que não vai obter resultados se desenvolver um trabalho de forma homogênea. Visto que o igual só pode existir do ponto de vista da lei, o que se pretende mesmo é o diferente. Para isso, o gestor tem a função de conhecer os processos da organização escolar nos seus aspectos sociais e pedagógicos, das formas de gestão e de tomada de decisões, bem como das competências e procedimentos necessários para a participação eficaz nas atividades da escola. Seguindo esse pressuposto, o gestor escolar é elemento essencial para a consecução destes objetivos na escola, na qual seja uma escola democrática e que trabalhe o multiculturalismo, portanto, de qualidade. Sabe-se que os desafios do gestor escolar frente ao contexto multicultural são muitos e cabe ao ele através de ações de caráter político-pedagógico, desenvolvendo sua função como um líder democrático que ouve e da oportunidade a todos os sujeitos de dar sua opinião, e decidirem as soluções adequadas aos desafios que se apresentam a escola. Visto que o gestor ao assumir o cargo deve ter a consciência das dificuldades que vai encontrar, tendo que ter determinação e querer provocar mudanças que venham beneficiar o coletivo, sem homogeneização, portanto, deve ter o compromisso de construir na escola uma nova, uma cultura essencialmente democrática. 5. REFERENCIAL TEÓRICO METODOLÓGICO Para atender o objetivo da pesquisa, utilizaremos como procedimentos metodológicos, a pesquisa de campo. Aonde iremos à instituição para analisar todo o contexto em que esta inserida. Para tanto, nos pautamos no método qualitativo “que implica uma partilha densa com as pessoas, fatos e locais que constituem objeto de pesquisa, para extrair desse convívio os significados visíveis e latentes que somente são perceptíveis a uma atenção sensível”. (CHIZZOTTI, 2008, p.28) De acordo com Chizzotti (2008), o método qualitativo está intimamente ligado à análise da realidade, contextualizando-a historicamente, para possibilitarnão só um processo de análise e reflexão, mais uma interpretação dos dados sobre o significado dos fatos investigados. Os resultados da pesquisa não são encarados de forma exata, deve haver uma interpretação e aprofundamento das questões para se obter os resultados desejados. Para compor a pesquisa apresentamos como estratégia o Estudo de Caso, um tipo de pesquisa qualitativa que, “é uma categoria de pesquisa cujo objeto é uma unidade que se analisa aprofundadamente.”. (TRIVIÑOS, 2008, p.133). O Estudo de Caso é muito comum nas atividades educacionais, onde primeiro reuni os dados relevantes sobre o objeto de estudo, para alcançar um conhecimento mais amplo sobre esse objeto dissipando as dúvidas, esclarecendo questões e principalmente instruindo ações posteriores, e em seguida tendo suporte teórico que de acordo com Triviños (2008), é um aspecto que determina o Estudo de Caso, pois serve como orientação no trabalho do investigador. A pesquisa qualitativa considera a participação do sujeito em sua investigação, e para isso, utiliza esse método para reunir características sobre o informante e as anotações de campo. Nesse sentido, será utilizado para coleta de dados o questionário aberto com o gestor e outros seguimentos da escola, também será analisado o Projeto político Pedagógico da escola, tendo em vistas que é o documento norteador das praticas pedagógicas da escola, para verificar ações que apontam para o respeito e valorização das diversas culturas existente no interior da escola e da sociedade. Comment by Maria Edgleuma de Andrade: Explicar em detalhes por que escolheu esse procedimento e porque vai contribuir para essa pesquisa de forma específica. Como sertão analisados os dados? O que será analisado? Precisa está claro no texto. Depois da coleta de dados desenvolveremos uma análise e interpretação dos dados para atender ao problema de pesquisa. “Por ser a Coleta de Dados e Análise dos Dados uma etapa no processo da pesquisa qualitativa, ou duas fases que se retroalimentam constantemente, só didaticamente podem falar, em forma separada, deste tríplice enfoque no estudo de um fenômeno social”. (TRIVIÑOS, 2008, p.139). Dessa maneira, quando se formula uma ideia do sujeito ou documento investigado, logo se faz uma análise desses dados, descrevendo, explicando e compreendendo, o objeto investigado. O tipo de estudo a ser desenvolvido, na presente pesquisa, será o exploratório-descritivo. “Os estudos exploratórios permitem ao investigador aumentar sua experiência em torno de determinado problema”. (TRIVIÑOS, 2008, p.109), assim, ao adquirir experiência fazem-se um planejamento para encontra os elementos necessários que permite obter o resultado que se deseja. Em seguida, será feito um estudo exploratório na escola, campo de pesquisa, no sentido de conhecer a realidade administrativa que se desenvolve na instituição para em seguida planejar uma pesquisa descritiva, a qual exige do investigador uma precisão ao delimitar as técnicas, métodos, modelos e teorias que oriente a coleta e interpretação dos dados. Pois ao fazer uma pesquisa é necessário que se descreva com exatidão os fatos e problemas de determinada realidade, para poder dar veracidade a pesquisa. Exigindo que o pesquisador faça uma análise de forma crítica dos dados e dos resultados, para não haver qualquer equívoco na interpretação das informações colhidas, buscando orientar-se em teorias que dê suporte para estabelecer os resultados finais da pesquisa. 6. CRONOGRAMA Atividades Ano 2013 Out. Nov. Dez. Jan. Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Escolha do tema x Levantamento da bibliografia x x Elaboração do projeto x Escolha dos informantes x Elaboração dos instrumentos de pesquisa x Coleta dos dados x x Análise e tratamento dos dados x x Elaboração da monografia x x x x Defesa x 7. REFERÊNCIAS Comment by Maria Edgleuma de Andrade: Não conferi em detalhes as normas da ABNT, pois o mais importante no momento é o conteúdo do projeto. Mas você pode rever as normas e fazer as correções. Ex: referências com recuo à esquerda. ARAÚJO, Francisca Socorro. Multiculturalidade. 2007. Disponível em Acesso em 02 de Mar. de 2013. CHIZZOTTI, Antonio. Pesquisa qualitativa em ciências humanas e sociais. 2. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008. HORA, Dinair Leal da. Gestão Democrática da Escola. 13. Ed. Campinas, SP: Papirus, 2006. (A administração escolar numa perspectiva democrática; 33-58). MEDEIROS, Arilene Maria Soares de; OLIVEIRA, Francisco de Fátima Araújo; DIEB, Messias Holanda (Orgs.). Educação na Contemporaneidade: políticas e gestão dos sistemas e da escola pública. Curitiba, PR: CRV, 2012. (Democratização da gestão à luz dos discursos dirigentes municipais: uma análise do âmbito da região do alto oeste potiguar; p. 121-137). PARO, Victor Henrique. Gestão democrática da escola publica. 3. ed. São Paulo: Ártica, 2002. SANTOS, Clóvis Roberto dos. A Gestão educacional e escolar para a modernidade. São Paulo: Cengage learning, 2008. TORRES, C. A. Teoria crítica e sociologia política da educação. São Paulo: Cortez, 2003. (Multiculturalismo). TRIVIÑOS, Augusto Nibaldo Silva. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2007.