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SEGURANÇA DE DIGNITÁRIOS
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SEGURANÇA
DE DIGNITÁRIOS
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SEGURANÇA DE DIGNITÁRIOS:
TÉCNICAS, TÁTICAS E OPERACIONALIZAÇÃO:
OBJETO E MODUS OPERANDI
Dignitário: É aquele que exerce cargo elevado, de alta
graduação honorífica e que foi elevado a alguma dignidade.
É o VIP.
Desde os primórdios, atentados são ocorrências
indesejáveis que caminham lado à lado com o exercício do
Poder.
Uma autoridade, qualquer que seja ela, exerce uma
função de mando que normalmente angaria para si uma
razoável dose de antagonismo. O exercício das funções da
autoridade sempre desagradará aos interesses de pessoas,
grupos e até mesmo de governos estrangeiros, os quais
podem tramar e executar as ações adversas, contra as quais
a segurança de tais dignitários deverá estar capacitada a se
opor.
O cidadão comum que vez por outra toma conhecimento
pela mídia de problemas envolvendo a segurança desta ou
daquela autoridade sempre vai questionar a competência
dos profissionais envolvidos, se dispondo, ele próprio a
exemplificar, em seguida, uma grande quantidade de
fracassos das equipes encarregadas da segurança de
personalidades.
É fato que todo mundo se crê um pouco “técnico na
atividade de segurança” e nessas horas é comum pensar
que de nada serve a segurança ou que, ao exemplo de
outras ridicularizadas instituições da América Latina, a nossa
segurança também se destaque pelo primarismo ou pela
incompetência.
No julgamento que se faz da “performance“ dos
elementos da segurança, quase nunca se avalia que, em se
tratando da proteção de autoridades, a segurança - à
contragosto - quase sempre acaba fazendo aquilo que o
dignitário deseja que seja feito. Embora contrariando a boa
técnica, em boa parte das vezes é a vontade do protegido
que prepondera, e os seguranças acabam se vendo às
voltas com situações que bem se parecem com a
materialização de seus piores pesadelos.
Para que se faça uma boa segurança, é necessário
dispor de dados relativos às características pessoais,
personalidade e hábitos da autoridade a ser protegida; mas
sua vontade pessoal não deveria ser levada em
consideração, sempre que o seu atendimento implicasse em
risco para o esquema de segurança e consequentemente
para a sua própria proteção como dignitário.
Só para que se tenha uma idéia da extensão dos
problemas com os quais a segurança se defronta, em
outubro de 1999, um engarrafamento em Londres fez com
que o Primeiro-Ministro britânico, Tony Blair, saísse de seu
veículo blindado e tomasse o metrô, numa decisão que
surpreendeu tanto aos passageiros do trem quanto aos seus
próprios guarda-costas!
Se pode listar uma extensa relação de autoridades
assassinadas, feridas ou sequestradas, mas, na verdade, é
impossível apresentar estatísticas de ações desencorajadas
pela existência de bons "esquemas de segurança".
A própria atividade de segurança pessoal de
autoridades, por excelência, só vem a merecer comentários
quando se vê sobrepujada pela ação dos criminosos, loucos
ou terroristas.
Embora tais procedimentos costumem ser bastante
negligenciados na América Latina - cuja adjetivação de
pacífica e tranquila vem sendo à cada dia mais desmentida
pelas estatísticas - torna-se de grande importância que
Prefeitos, Secretários, Parlamentares, Promotores de
Justiça, Procuradores, Magistrados, Governadores e
Ministros possam, a exemplo dos Presidentes da República,
contar com um grupamento estruturado de agentes para
proporcionar-lhes a necessária proteção em face de todo um
conjunto de riscos cujo levantamento prévio é procedimento
pré-operacional de caráter obrigatório em toda boa
segurança de dignitários.
Os seguranças de verdade são profissionais pagos para
acreditar que a qualquer momento poderão ser exigidos a
ganhar o seu dinheiro da forma mais dura e arriscada
possível.
São sabedores de que em todo planejamento de
segurança existe uma possibilidade de falha impossível de
ser eliminada, e tal constatação apenas justifica todo um
redobrar de cuidados, o qual nem sempre é compreendido,
tanto pelos protegidos e pelo público em geral.
O Líder Palestino Yasser Arafat, durante seus dias de
clandestinidade como inimigo de Israel, dormia cada noite
em uma das 20 casas diferentes da OLP em Túnis. Só
esmero de procedimento da sua segurança, auxiliado, ao
que se disse à época, pelo uso de dublês, salvou-o de
morrer num ousado e bem planejado ataque aéreo
israelense.
Em se tratando de segurança pessoal não existem
"receitas de bolo" e todos os planejamentos devem ser
particularizados, especialmente dimensionados para fazer
frente aos perigos a que um referido dignitário possa estar
sujeito.
Assim sendo, uma determinada autoridade pode estar
convenientemente protegida em sua casa térrea e sem
muros, escoltada por dois agentes desarmados (ou "apenas"
portando pistolas ou revólveres), enquanto que, num outro
extremo, a autoridade, potencial "alvo", pode ser considerado
extremamente vulnerável, ainda que cercado por uma
verdadeira parede humana, armada com fuzis e
metralhadoras portáteis.
Numa abordagem de senso comum, quando se pensa
em "Segurança de Autoridades" normalmente vem à mente
dispendiosos "esquemas" de escoltas com agentes
corpulentos, policiamento ostensivo, numerosos veículos,
batedores, helicópteros, mas nem sempre estes são os
fatores chave numa segurança de pessoas importantes...
Por maior que seja o desejo de manter o protegido à
salvo, não se pode simplesmente "esconder" o político ou a
autoridade, ainda que sob a alegação de garantir sua vida.
Por outro lado, a ostentação dos numerosos recursos de
proteção, por si só, não garante a incolumidade de quem
quer que seja.
Da mesma forma que a simples "seleção" de militares,
policiais, ex-militares, lutadores ou de quaisquer outros
"elementos de confiança", ainda que "fortemente armados",
não se constitui num dissuasor eficaz em se tratando de
adversários inteligentes, capazes de planejar, treinados e
determinados.
A proteção permanente de personalidades sob ameaça é
uma missão delicada, que vem a exigir qualificação dos
efetivos empregados, meios e equipamentos adequados
para fazer frente a cada risco específico, de forma que se
possa garantir a integridade dos segurados com um mínimo
de contrariedades ou alterações no cumprimento de suas
agendas de trabalho.
A execução de uma boa segurança, seja ela em que
ambiente o for, deve ser precedida de um elaborado
planejamento, no curso do qual se avaliará todas as
informações disponíveis sobre riscos (possibilidades de
perigos, atentados, acidentes e contrariedades em geral),
inimigos e adversários da autoridade, identificação (se
possível com fotografias) de grupos oudo tipo pulsativo de alta voltagem
entre 8.000 e 12.000 volts, porém de baixíssima amperagem
cinco ampares com isso o choque causado pela cerca
elétrica não põe em risco a vida.
Bateria: A bateria entra em funcionamento no caso de
faltar à energia, as cercas elétricas continuam dando choque
e se for cortada a energia a cerca elétrica mantém os fios da
cerca eletrificada.
Sirene: A sirene dispara no caso do fio das cercas elétricas
ser rompido ou se tocar na cerca também dispara
dependendo do ajuste de sensibilidade feito na central de
choque para cerca elétrica na hora da instalação da cerca
elétrica.
Controle remoto: o controle remoto e utilizado para
desligar/ligar a cerca elétrica
Discadora para cerca elétrica - a discadora é um
componente importante para a cerca elétrica , quando o fio
da cerca elétrica for rompido e a ela automaticamente disca
para até cinco números de telefone previamente
programados inclusive celulares quando atender o telefone
ouve-se o som da sirene e você fica sabendo que a cerca
elétrica foi violada, imprescindível existência de telefone fixo
instalado na residência para o uso da discadora para cercas
elétricas.
Hastes para cerca elétrica: as hastes para cerca elétrica
perfazem o perímetro onde serão protegidas pela cerca
elétrica, as hastes para cercas elétricas podem se de vários
tamanhos.
Hastes para cercas elétricas com quatro isoladores são
as mais utilizadas nas instalações de cerca elétrica, está
haste para cerca mede 80 centímetros em alumínio maciço.
Hastes para cerca elétrica com seis isoladores mede
1,00 metros.
Hastes para cerca elétrica com oito isoladores mede 1,20
metros.
Dimensionamento da central de choque para cerca
elétrica: A central de choque para cercas elétricas energiza
entre 1200 e 1600 metros de fio de aço inox dependendo do
modelos isso significa que para cada 300 ou 400 metros
lineares de cerca elétrica com quatro isoladores é necessária
uma central de choque para cerca eletrificada.
Cabo de alta isolação para cerca elétrica o cabo de alta
isolação para cercas elétricas faz a ligação do local onde a
central de choque esta instalada até o um ponto onde está
passando a barreira de cerca elétrica e também é utilizado
para fazer interligações de cerca elétrica.
Placas de alerta para avisar da cerca elétrica: as
placas de alerta de cuidado cerca elétrica devem ser fixadas
em lugar visível, inclusive com símbolos que possibilitem o
entendimento por pessoas analfabetas, contendo
informações que alertem sobre o perigo.
Manutenção da cerca elétrica: recomenda-se que a
cada 12 meses fosse feita uma manutenção periódica nas
cercas elétricas a fim de verificar se existe algum fio da cerca
elétrica rompido, se a bateria que mantêm a cerca elétrica no
caso de falta de energia ainda possui carga, se existem
galhos ou vegetação encostando-se à cerca elétrica.
Cerca eletrônica: e cerca eletrônica tem as mesmas
características que a cerca elétrica, ao invés de ser usada
uma central de choque para cerca elétrica, é usada uma
central de alarme, e se o fio que constitui a cercas
eletrônicas for rompido dispara uma sirene
Proteção perimetral sobre portões: Sobre portões não
é possível instalar cercas elétricas então utiliza-se sensores
perimetrais, estes sensores perímetros complementa a cerca
elétrica ou a cerca eletrônica no perímetro de portão, são
sensores com feixe de infravermelho invisível, ele detecta o
movimento sobre o portão, complementando a segurança
eletrônica do local.
Com as cercas elétricas instaladas sobre os muros o
invasor logo visualiza ficando inibido de invadir, o efeito
psicológico que a cerca elétrica provoca é bem conhecido,
nas residências onde tem cerca elétrica instalada os casos
de invasões não chegam a ocorrer, nas vezes que o fio da
cerca elétrica é rompido dispara uma sirene que está ligada
a cerca elétrica e também a uma discadora que esta
discadora efetua automaticamente ligações para celulares e
centrais de monitoramento, a cerca elétrica pode ser
instaladas em muros acima de 2 metros, podem ser
instalados a central de cerca elétrica sensores magnéticos
de portas e janelas, e também sensores de presença.
Fio de aço inox para cerca elétrica consiste em uma
cerca com 4, 6 ou oito filamentos ligados a uma central de
choque, o fio inox para cerca elétrica possui alto brilho este
fio de cerca elétrica é sustentado por hastes de alumínio com
isoladores em poliéster de fácil visualização estes fios da
cerca elétrica estes fios quando rompidos podem também
acionar holofotes e discadoras telefônica.
Caixa de proteção para cerca elétrica: A caixa de
proteção para cercas elétricas e usada em casos onde não
existe proteção para a central de choque neste caso instala-
se esta caixa que e vedada e não permite que entre água ou
seja violada a central de choque para cerca elétrica ou cerca
eletrônica.
Setor de alarme para cerca: Em alguns modelos de
central de choque para cerca elétrica tem um setor para
alarme, para este setor podem ser instalados sensores de
presença e sensores magnéticos ligados a central de choque
para cerca elétrica.
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No sistema de segurança eletrônica com cercas elétricas
o invasor recebe o pulso de alta tensão (entre 8.000 e 11.000
Volts dependendo do modelo do aparelho), porém de
baixíssima corrente (ampares), o choque é do tipo pulsativo
aplicado a cada 1,2 segundos e dura apenas um milésimo de
segundo, isso faz com que a descarga elétrica dê um tranco
bem desagradável, porém um choque da cerca elétrica que
não gruda, não é fatal. Isso torna a cerca elétrica um sistema
de proteção perimetral e muito eficiente
Legislação sobre cerca elétrica
Embora não haja legislação sobre cerca elétrica em
algumas cidades e estados, seguem algumas
recomendações para evitar conflitos com terceiros ou de
outra natureza ao instalar cerca elétrica:
Usar o bom senso ao utilizar uma altura mínima para
instalação da cerca elétrica (acima de 2,00m)
Informar aos moradores de edifícios, prestadores de serviços
e a quem seja necessário, da existência da cerca elétrica.
Em caso de dúvida de sua eficácia, não toque a cerca,
solicite a nossa Assistência Técnica especializada em cercas
elétricas
Recomenda-se a sinalização com placas de advertência
"'Cuidado, Cerca Elétrica”.
Desligar a central de choque para cerca elétrica antes de
regar as plantas próximas à cerca (a água é excelente
condutora de tensão), assim como para serviços de
manutenção da cerca elétrica.
Maximizar informações às crianças sobre a cerca
elétrica, certificando-se de sua compreensão.
Em caso de defeito no equipamento ou instalação,
utilizar-se apenas de assistência técnica credenciada.
Permitir à empresa instaladora, sempre que esta julgue
necessário, o acesso ao equipamento para revisões técnicas
na cerca elétrica.
Impedir que a vegetação (se existente) venha a tocar a
cerca elétrica.
Manter os fios da cerca elétricos levemente esticados e
solicitar Assistência Técnica especializada em cerca elétrica
para isso.
A Utilização de cerca elétrica: o uso da cerca elétrica é
muito crescente, cerca elétrica residencial, cerca elétrica
para comércios, cerca elétrica em empresas, cerca elétrica
em comércios, cerca elétrica para proteger o perímetro.
Central eletrificada de 8000 volts. Transformador de
choque para cerca elétrica modelos 8.000 a 12.000 volts com
choque pulsante aplicadas a cada 10 milésimos de segundos
Controle Remoto -liga/desliga a cerca elétrica e a cerca
eletrônica
Repuxo Automático - Evita o afrouxamento da fiação da
cerca elétrica ou cerca eletrônica e mantem o fio sempre
esticado.Sirene - emite o som de longo alcance para informar o
disparo da cerca elétrica quando ocorre o rompimento do fio
da cerca elétrica ou da cerca eletrônica
Isoladores - compõe a cerca elétrica.
Haste Maciça - Composta por alumínio maciço ou perfil e
possui vários tamanhos que servem a utilização de, 4, 6 ou
10 isoladores.
Placa de Alerta - afixadas em lugar visível, inclusive com
símbolos que possibilitem o entendimento por pessoas
analfabetas, contendo informações que alertem sobre cercas
elétricas
Bateria Selada - Item que mantem a o funcionamento da
cerca elétrica em caso de falta de energia
Fio de Aço Inóx - A Barreira elétrica das cercas elétricas
é composta por Fios de Aço Inóx.
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Cabo de Alta Isolação - Este cabo é utilizado para fazer a
ligação das Cercas Elétricas até a Central de choque
Regulamentação sobre cerca elétrica
Não existe atualmente no Brasil legislação que trate do
assunto "Cerca Elétrica", quer seja proibindo ou autorizando
a instalação de Cerca Elétrica em perímetro urbano.
Normatização sobre cerca elétrica
Existem várias normas sobre Cerca Elétrica na ABNT,
porém como não existe nenhuma oficial, no Brasil as mais
utilizadas são as editadas pelo Canadá e pelo IEC.
A amperagem deve ser calculada a partir de estudos
técnicos, a fim de se verificar qual é a ideal para que não
seja mortal ou cause danos com o contato humano, bem
como para o tipo de choque a ser utilizado.
Seguir os padrões de orientação existente em outros
países.
CERCA ELÉTRICA
A instalação de Cerca Elétrica não é proibida por nossa
legislação federal, pois se trata de um exercício regular de
direito, O artigo 5º, inciso II, da Constituição Federal dispõe
que: “Art. 5º {...} II - Ninguém será obrigado a fazer ou deixar
de fazer alguma coisa senão em virtude da lei”.
A Cerca Elétrica é chamada de ofendículo, meio pelo
qual o proprietário de um bem coloca aparelhos para impedir
e prevenir a invasão de sua propriedade e não há
regulamentação legal no âmbito federal para altura mínima,
potência máxima, tipo de choque.
Importante ressaltar que os artigos 572 e 588 do código
civil preveem que “o proprietário pode levantar em seu
terreno as construções que lhe aprouver, salvo o direito dos
vizinhos e os regulamentos administrativos e ainda tem
direito de cercar, murar, valar, ou tapar de qualquer modo
seu prédio...”.
SISTEMAS DE ALARMES
0s sistemas de alarmes são compostos basicamente por:
- Central de alarme
- Sensores magnéticos de portas e janela para sistema
de alarme
- Sensores de presença para sistema de alarme
- Sensores de porta de vidro para sistema de alarme
- Sensores de fumaça para sistemas de alarmes de
incêndio
- Controle remoto para arme e desarme alarme
- Teclado para arme e desarme do alarme
- Botão de pânico para sistemas de alarme
- Receptor sem fio para sistema de alarme
- Receptor com fio para sistemas de alarme
- Discadora para sistema de alarme
- Alarmes para residências comércios e empresas.
Central de alarme - as centrais de alarme são divididas e
têm vários setores de alarmes também chamados de zonas
de alarmes, estes setores de alarme ou zona de alarme
servem para identificar no painel qual deles esta sendo
violado, por exemplo, em uma central de alarme de oito
zonas podemos dividir, porta um setor de alarme, janelas
outro setor de alarme, andar superior outro setor de alarme,
andar superior outro setor de alarme e assim
sucessivamente, as centrais de alarmes mais utilizados em
alarmes monitorados são:
Central de alarme napco - central de alarme muito
utilizada em sistemas de alarmes monitorados, estas centrais
de alarme estão disponíveis nos modelos:
Central de alarme XP 400 - tem quatro zonas de alarme
Central de alarme XP 600 – tem seis zonas
Controle Remoto - Item essencial para ativação e
desativação do sistema de alarme.
Botão de Pânico - Pode ser utilizado também um
controle remoto para acionar a função pânico do sistemas de
alarme.
Sirene 110 dB - Estas sirenes servirão para emitir o som
quando ocorrer a violação do sistema de alarme.
Sensores de Presença e Sensores Magnéticos - Todos
os modelos de sensores poderão ser acrescentados ao
sistema de alarme, conforme a necessidade do projeto.
Sensores de Presença Pet-IMUNI 20kg/40kg - São
Sensores de presença para Sistema de Alarme tem como
característica básica não detectar presença de pequenos
corpos (animais de pequeno porte), aplicação de uso interno.
Sensor de Presença SAFARI - Este sensor é de uso
externo, totalmente a prova às ações do tempo como, vento,
sol e chuva.
Sensor de Presença Sem Fio Longo Alcance - Sensor de
presença para uso interno, tendo como diferencial, a sua
transmissão de sinal é de longo alcance até 200m, o uso é
recomendado para instalação de grandes imóveis.
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Sensor de Presença com Câmera Falsa - Sensor de
presença para uso interno, dotado de um pedestal para
instalação na parede ou teto. Causa um grande efeito
inibidor por ter a aparência de uma câmera.
AUTOMATIZAÇÃO DE PORTÃO BASCULANTE
O portão automático basculante funciona levantando a
sua folha fixa por meio de guias laterais e contrapesos
movidos por um sistema de cabos de aço e polias. Ao se
levantar, a folha do portão automático fica um pouco para
dentro e um pouco para fora da garagem, não tomando
espaço do veículo lá dentro porque ela avança por cima do
carro e não por baixo. Sendo bem feito e balanceado o
portão automático basculante é um dispositivo muito
resistente, pois ele é erguido por dois contrapesos, um de
cada lado do portão, nas colunas laterais. Sendo erguido
pelos contrapesos, o portão sobe muito aprumado e sem
vibração, os portões basculantes são confeccionados com
barra de torção que é elemento estrutural, com rolamentos
nos extremos e em casos de portões muito largos, com
rolamento no centro, para apoio.
Quando o portão automático sobe, puxado pelos cabos
de aço, a barra de torção funciona como elemento
balanceador do movimento. Cada centímetro elevado de um
lado do portão corresponde à mesma elevação do lado
oposto, de tal modo que o portão sobe por igual. Nunca sobe
torcido e nem com esforços que venham comprometer sua
vida útil.
Automatização de Portão Deslizante
O portão automático deslizante funciona movido por um
grupo moto-redutor que por meio de uma engrenagem
empurra uma régua de cremalheira presa no portão de tal
maneira que o portão se move fechando ou abrindo,
dependendo do sentido de rotação do motor, que é
reversível.
O portão automatizado deslizante mais simples de se
instalar, embora tenha que ficar muito bem alinhado. Este
trabalho de alinhamento se faz com critério e não sendo feito
com rigor pode comprometer toda a vida útil da máquina e
por conseguinte do portão.
Normalmente os portões deslizantes existentes, que não
foram preparados para a automatização, são muito pesados,
pois não leva em conta o serviço efetuado pelo motor e sim
pela mão do homem. Muitas vezes, no início da vida do
portão, até que eles funcionam de forma leve, sem muito
atrito. Mas à medida que o tempo vai passando, estes
portões começam a ficar pesados, comprometendo a vida do
motor, da central eletrônica e de todas as peças internas do
redutor. Quando o portão é automatizado, o motor adiciona
um esforço mecânico, sobre o portão, superior ao esforço
exercidopela abertura manual. Se o portão não está
preparado para receber esta carga extra nos momentos de
abrir e fechar, e numa velocidade constante, ele não
resistirá. Começa por queimar a central de comando que é
super solicitada com carga extra de corrente elétrica.
Termina por destruir os mecanismos do redutor do motor e
seu próprio enrolamento elétrico.
Automatização de Portão Pivotante
O portão pivotante funciona sobre pivots, que o
sustentam. Muitas vezes estes pivots não são
suficientemente fortes para manter o portão no prumo. Em
caso de automatização, os portões pivotantes recebem uma
carga extra de peso, por causa do peso próprio dos moto-
redutores e também pelos esforços mecânicos aplicados ao
portão pelo cilindro do grupo moto-redutor durante a abertura
ou fechamento. Muitas vezes estas forças adicionais fazem
com que o portão se enfraqueça, danificando-se. Por isto,
antes de se adaptar um sistema pivotante num portão já
existente, se faz uma revisão neste portão, trocando os
pivots e reforçando todas as partes móveis ou que vão sofrer
pressões. Muitas vezes, é necessário colocar o portão para
girar sobre rolamentos, trocando os pivots comuns por pivots
que giram em rolamentos. Nem todos os motores suportam
os pesados regimes exigidos pelos portões pivotantes.
DEFESA PESSOAL
A defesa pessoal é uma técnica de reação. Ela é
formada pelo conjunto de movimentos de defesa e ataque,
abstraídos de um ou mais estilos de Artes Marciais, que
objetivam promover a defesa pessoal própria ou de terceiros,
conjugando, ao máximo, as potencialidades físicas,
cognitivas e emocionais do agente.
Importância da Defesa Pessoal
1º) Defesa Pessoal Própria ou de terceiros – Ao
praticar uma Arte Marcial de Defesa Pessoal, se adquire, ao
longo do tempo, conhecimento e habilidades suficientes para
fazer frente contra agressões à mão livre ou armada,
ampliando a possibilidade de êxito na preservação de nossa
integridade física ou a de terceiros, em situações de risco
real contra violências de qualquer natureza.
2º) Desenvolvimento Físico – É um dos primeiros e
grandes benefícios desta arte, pois é uma atividade
eminentemente prática, que requer um trabalho físico
coordenado e adequado a cada praticante, voltado às
exigências motoras de cada técnica, resultando no
desenvolvimento de habilidades, voltado a otimizar todo o
potencial de cada praticante, nos mais diversos aspectos,
tais como; condicionamento aeróbio, alongamento,
flexibilidade, agilidade, força, coordenação motora, etc.
3º) Desenvolvimento Mental e Emocional – Através da
prática de defesa pessoal, o praticante, concomitante ao
desenvolvimento físico, irá definir e reforçar atributos de
personalidade, tais como capacidade de decisão, resistência
à frustração, perseverança, humildade, persistência, enfim
valores e princípios úteis e decisivos para o sucesso em
qualquer atividade profissional. Em outras palavras, a Defesa
Pessoal contribui para um amadurecimento sadio e sólido do
praticante em nível psicológico e emocional.
TÉCNICAS
KRAV MAGÁ
O Krav magá é uma técnica de defesa pessoal criada
por Imi Lichtenfeld, que era instrutor de luta livre greco-
romana. Este método foi elaborado para que qualquer
pessoa tenha condição de enfrentar qualquer agressor em
qualquer situação.
O Krav magá surgiu no início da década de 1940. Imi
Lichtenfeld nasceu em Budapeste em 1910 e cresceu em
Bratislava, capital da Eslováquia.
Nos anos 1930 com o crescimento do fascismo e
nazismo, tornou-se líder de grupos de resistência em
Bratislava, enfrentando os radicais quase que diariamente.
Em 1940, Imi conseguiu ingressar na última embarcação
que escapou dos nazistas em Bratislava.
Com a criação do Estado de Israel, Imi mudou para o
país e se tornou instrutor chefe de preparo físico e Krav
magá das Forças de Defesa de Israel. Até 1964, o Krav
magá não era aberto para o público em geral e por isso o
chamavam de "a arma secreta israelense". Porém, após
começar a ser ensinado em outros lugares, o Krav Magá
passou a ser utilizado em diversos exércitos do mundo.
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17MANUAL DE ESTUDOS CURSO OFICIAL MANUAL DE ESTUDOS CURSO OFICIAL
O Krav Maga é um sistema de combate essencialmente
desarmado e, por isso, é voltado para o ataque nas “partes
macias” do corpo. Isso significa as áreas que, diferente dos
músculos, não podem ser trabalhadas para ter uma maior
resistência, como olhos, nariz, orelhas, mandíbula, garganta,
virilha, joelhos e tendões de Aquiles.
JIU-JITSU
É uma arte marcial de raiz japonesa que se utiliza
essencialmente de golpes de alavancas, torções e pressões
para levar um oponente ao chão e dominá-lo.
Literalmente, jū em japonês significa “suavidade”, “brandura”,
e jutsu, “arte”, “técnica”. Daí seu sinônimo literal, “arte
suave”.
A finalidade de sua criação se deu pelo fato de que, no
campo de batalha ou durante qualquer enfrentamento, um
samurai poderia acabar sem suas espadas ou lanças,
necessitando, então, de um método de defesa sem armas.
Como os golpes traumáticos não se mostravam suficientes
nesse ambiente de luta, já que os samurais vestiam
armaduras, as quedas e torções começaram a ganhar
espaço pela sua eficiência.
A arte marcial ganhou novos rumos quando um célebre
instrutor da escola japonesa Kodokan decidiu ganhar o
mundo e provar a eficiência de seus estrangulamentos e
chaves de braço contra oponentes de todos os tamanhos e
estilos.
JUDÔ
O estilo Takenouchi-ryu fundado em 1532 é considerado
a origem do estilo Ju-Jutsu japonês. O judô é derivado do Ju-
Jutsu, uma arte que serve tanto para atacar quanto para
defender usando nada mais que o seu próprio corpo.
Durante anos, o jovem Jigoro Kano, professor de
educação física, se dedicou a fazer um estudo completo
sobre as antigas formas de autodefesa e, procurando
encontrar explicações científicas aos golpes, baseadas em
leis de dinâmica, ação e reação, selecionou e classificou as
melhores técnicas dos vários sistemas de Ju-jutsu em um
novo estilo chamado de Judô, ou "caminho suave" - Ju
(suave) e Do (caminho ou via).
Em 1882, o mestre Kano fundou o Instituto Kodokan. O
termo Kodokan se decompõe em ko (palestra, estudo,
método), do (caminho ou via) e kan (Instituto). Assim,
significa "um lugar para estudar o caminho", o que explica
muito bem a intenção do fundador da arte. Além de tornar o
ensino da arte marcial como um esporte, Jigoro Kano
desenvolveu uma linha filosófica baseada no conceito ippon-
shobu (luta pelo ponto perfeito) e um código moral. Assim,
ele pretendeu que a prática do Judô fortalecesse o físico, a
mente e o espírito de forma integrada.
Código Moral
Visando fortalecer o caráter filosófico da prática do judô e
fazer com que os praticantes do judô crescessem como
pessoas, o mestre Jigoro Kano idealizou um código moral
baseado em oito princípios básicos:
- Cortesia, para ser educado no trato com os outros;
- Coragem, para enfrentar as dificuldades com bravura;
- Honestidade, para ser verdadeiro em seus
pensamentos e ações;
- Honra, para fazer o que é certo e se manter de acordo
com seus princípios;
- Modéstia, para não agir e pensar de maneira egoísta;
- Respeito, para conviver harmoniosamente com os
outros;
- Autocontrole, para estar no comando das suas
emoções;
- Amizade, para ser um bom companheiro e amigo.
KARATÉ
Karatê é uma arte marcial e sistema de autodefesa que
originou-se centenas de anos atrás, em Okinawa, mas foi
fortemente influenciado por uma ainda mais antiga tradição
da China.
Literalmente, "Karatê-Do" significa "o caminho das mãos
vazias", referindo-se ao fato dos praticantes não usarem
armas para atacar ou defender, mas apenas as mãos, pés e
o corpo.
O caratê ou karaté surgiu em Okinawano Japão e as
suas origens remontam ao século XV, durante o império do
rei Sho Hashi. Começou por ser uma luta praticada em
segredo por causa da influência dos senhores feudais
japoneses que tinham conquistado a ilha e que haviam
proibido os seus habitantes de utilizar qualquer tipo de
armas. À conta desta proibição, nasceu uma nova técnica de
combate desarmado, conhecido como "Okinawa-té". Tratava-
se de uma arte de autodefesa pessoal que tinha como
característica principal a utilização das mãos e dos pés como
armas de combate. Consta que o mestre Matsu Higa tenha
sido, dentro do seu próprio estilo, o primeiro a estabelecer
um conjunto formal de técnicas de combate e os mestres
Peichin Takahara, Kanga Sakukawa e Sokon Matsumura
especializaram ainda mais este estilo de luta.
Segurança Pessoal nas ruas
• Não carregue grandes importâncias em dinheiro ou
outros valores. Se tiver necessidade de o fazer, procure
guardar de maneira segura e discreta e evite aglomerações
de pessoas, assim como lugares sem movimento.
• Evite levar na carteira cartões de banco, talão de
cheque completo (fique com folhas) e a senha eletrônica
anotada. Tenha sempre à mão o “dinheiro do ladrão”, ou
seja, um valor trocado que pode ser entregue em caso de
assalto.
• Quando estiver sozinho, ande rápido, mantenha-se
alerta ao cruzar com suspeitos e não pare para atender
pedidos que lhe despertem desconfiança ou para atender o
celular. Caminhe junto à guia da calçada e atravesse a rua a
qualquer sinal de perigo. O mais importante é sempre manter
uma distância segura entre o suspeito e você. Se pressentir
que estranhos em atitude suspeita estão se aproximando
demais, entre no primeiro local habitado que encontrar e
peça ajuda.
No trânsito
• Antes de entrar ou sair do veículo, verifique se há
pessoas ou veículos em atitudes suspeitas nas imediações.
• Varie, sempre que possível, os horários de saída e
chegada, evitando trajetos sistemáticos.
• Memorize, nos seus percursos mais frequentes, a
localização de postos policiais, telefones públicos, socorros
mecânicos, hospitais e rotas alternativas seguras.
• Habitue-se a dirigir com os vidros fechados e as portas
travadas, usando o sistema interno de ventilação.
• Procure dirigir, sempre que possível, pela faixa central.
• Mantenha sempre razoável distância do veículo que
estiver à sua frente, até mesmo ao parar nos sinais de
trânsito.
• Se for vítima de colisão que lhe pareça proposital,
principalmente em local escuro ou à noite, não pare e
procure anotar a placa do veículo.
Em caixas eletrônicos
• Habitue-se a fazer seus saques com cartão em caixas
eletrônicos instalados em locais de grande movimento de
pessoas. Procure fazê-los durante o dia, preferencialmente
no horário comercial. Quando precisar fazer em caixas na
rua e à noite, leve parentes com você e peça para eles
ficarem em frente ao caixa, como se estivessem na fila.
• Não aceite ajuda de pessoas desconhecidas que lhe
ofereçam isenção de tarifas e outras vantagens financeiras.
Quando necessitar de esclarecimentos, recorra aos
funcionários conhecidos ou identificados.
• Exija que as pessoas atrás de você, na fila, observem
os limites das faixas que garantem a privacidade no uso dos
caixas eletrônicos. Fique alerta à aproximação de estranhos.
Não admita a ação de intrusos ou curiosos quando estiver
operando o sistema.
SEGURANÇA DE DIGNITÁRIOS
18MANUAL DE ESTUDOS CURSO OFICIAL MANUAL DE ESTUDOS CURSO OFICIAL
• Não empreste nem ceda seu cartão magnético, em
hipótese alguma. Esteja alerta à presença de pessoas
suspeitas no interior da cabina ou nas proximidades.
• Tome especial cuidado com esbarrões aparentemente
acidentais, que o façam temporariamente perder de vista seu
cartão magnético. Não saia da agência antes de se certificar
que o cartão devolvido é realmente o seu.
No local de trabalho
• Colabore no sentido de melhorar as medidas de
segurança preventivas implantadas. Conheça os locais onde
se encontram os acionadores do sistema de alarme.
• Observe fielmente as normas no que se refere à guarda
de valores, não permitindo, em hipótese alguma, que o
mesmo empregado detenha a chave e tenha conhecimento
do segredo do cofre-forte.
• Mantenha somente o dinheiro mínimo necessário, pois
essa atitude desestimula ações criminosas.
• Mantenha-se atento ao movimento de pessoas que,
sem motivo justificável, permaneçam nas proximidades,
estabelecendo senhas para comunicação com a vigilância.
• Não deixe documentos importantes nem objetos de uso
pessoal visíveis nem acessíveis a terceiros.
• Não leve documentos importantes
desnecessariamente.
• Utilize o crachá de identificação
Na residência
• Acostume-se a trancar sempre as portas e os portões
de acesso a sua casa. Não os deixe abertos inutilmente,
ainda que por poucos momentos. Evite ficar de bate-papo
com parentes e amigos em frente de sua casa. Lembre-se
que os delinquentes se aproveitam de nossos descuidos
para realizar suas ações.
• Procure proteger as janelas e basculantes com grades
sólidas, preferentemente instaladas no lado interno. Utilize
também outras medidas de segurança, tais como trincos e
travas de segurança, correntes e cadeados, arames
farpados, cercas elétricas, alarmes e boa iluminação.
• Proteja a porta da cozinha. Isole aquela dependência
durante a noite trancando as portas intermediárias. Aja da
mesma maneira quando viajar. Os arrombamentos são mais
frequentes pelos acessos dos fundos da casa.
• Não guarde grandes valores em sua casa. Prefira
cofres particulares de agências bancárias. Se preferir usar
cofres em casa, guarde sigilo quanto a sua existência e
localização.
• Sistemas e dispositivos de segurança, tais como
alarmes, câmeras e cercas elétricas, são de grande valia. Se
possível, contrate uma empresa de segurança idônea para
realizar vistorias e a manutenção dos equipamentos.
DIREÇÃO DEFENSIVA E OFENSIVA
Dirigir defensivamente é planejar todas as ações
pessoais com antecedência, a fim de prevenir-se contra o
mau comportamento de outros motoristas e diminuir os
riscos de acidentes em pista com condições adversas , como
dirigir com chuva, neblina ou cerração, à noite ou com luz em
excesso. Todas essas situações podem prejudicar o real
desempenho do motorista.
O condutor defensivo é aquele que preserva a sua vida e
a de todos que estão à sua volta através do emprego
racional e sensato dos conhecimentos teóricos e de uma
postura na condução do veículo procurando evitar acidentes.
É importante lembrar que pesquisas realizadas apontam
que a maioria dos acidentes tem como causa problemas com
o condutor (64%)*, problemas mecânicos (30%)* e
problemas com a via (6%)*.
COMO DIRIGIR COM SEGURANÇA
O homem é o principal membro da engrenagem que
conhecemos por trânsito. Além dele, existem o veículo e a
via. Mas, para que tudo corra bem na viagem do motorista, é
necessário que ele aja com prudência, logo, deve agir e
pensar atentando para as normas de trânsito e para seu
estado físico e emocional. Isto evitará que cometa faltas por
imprudência, negligência ou imperícia.
IMPRUDÊNCIA: Ocorre quando o condutor deixa de
respeitar qualquer norma, procedimento ou técnica que lhe
ofereça segurança.
NEGLIGÊNCIA: Ocorre quando o condutor age com
desleixo, quer com seu carro, quer com seu próprio bem
estar.
IMPERÍCIA: Ocorre quando o condutor é imperito na
prática da direção e todos os conceitos e habilidades que ela
envolve.
ESTATÍSTICA
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 90%
dos acidentes de trânsito são causados por falhas humanas,
6% são causados pela via e 4% são causados por falhas
mecânicas.
COMO EVITAR ACIDENTES
Quando presenciamos um acidente, temos a tendência aprocurar saber a causa e o culpado, mas não nos
preocupamos se ele poderia ser evitado, e de que maneira isto
seria possível. Geralmente, estes acidentes ocorrem porque
deixamos de observar tudo o que razoavelmente poderíamos
fazer para EVITÁ-LO.
Algumas empresas têm o hábito de exigir o
preenchimento de relatórios de acidentes, que são
estudados por funcionários especializados na verificação dos
meios para evitá-los novamente.
CONDIÇÕES ADVERSAS
São SEIS as condições adversas, que devemos levar em
consideração com o objetivo de nos prevenirmos de qualquer
acidente de trânsito.
LUZ: Deficiente ou em excesso, afeta a nossa
capacidade de ver ou sermos vistos. O condutor deve tomar
cuidado com o uso indevido dos faróis. Durante a noite, o
motorista deve manter a luz baixa.
TEMPO: Chuva, granizo, vento forte, neblina, etc, afetam
a percepção e o controle do veículo.
- Neblina ou forte chuva: O motorista deve redobrar a
atenção tomando as seguintes precauções: reduzir a
velocidade, acender os faróis baixos, parar somente em
locais com acostamento e, ao parar, sinalizar a pista
mantendo o pisca alerta ligado.
- Ventos fortes: Se os ventos forem transversais, o
condutor deverá abrir os vidros e reduzir a velocidade. Se os
ventos forem frontais, deverá reduzir a velocidade,
segurando com firmeza o volante.
- Chuva: Nesta situação, os pneus ficam menos
aderentes e a visão do motorista diminui. Assim, deve-se
manter distância do veículo da frente e reduzir a velocidade.
Pode ocorrer o que chamamos de AQUAPLANAGEM ou
HIDROPLANAGEM, que consiste na diminuição do atrito
entre os pneus e o solo molhado com diminuição da
aderência dos pneus ao solo.
ESTRADA - Seu desenho geométrico, largura, tipo e
estado da pavimentação é que define as velocidades
máximas. As vias nem sempre estão em bom estado de
conservação ou sinalizadas adequadamente, por isso o
condutor deve estar sempre atento a fim de evitar acidentes.
TRÂNSITO - Envolvendo a presença de outros usuários
na via. O motorista precisa conhecer bem as leis de trânsito
contidas no Código de Trânsito Brasileiro.
VEÍCULO - Compreendendo a tecnologia de sua
construção e observando os cuidados recomendados na
manutenção. Manter o veículo em bom estado de
conservação é dever do motorista.
SEGURANÇA DE DIGNITÁRIOS
19MANUAL DE ESTUDOS CURSO OFICIAL MANUAL DE ESTUDOS CURSO OFICIAL
Este deve verificar, periodicamente, pneus e estepes
(mantendo os sulcos dos pneus) e calibrá-los; além de
revisar motores, pára-brisas e limpadores, combustível e
radiadores entre outros.
MOTORISTA - As condições físicas e mentais são muito
importantes, pois são elas que alteram o modo de dirigir do
condutor e sua “performance”. Existem fatores físicos como:
fadiga, capacidade de atenção, audição e visão. E fatores
mentais e emocionais, como a inexperiência, a familiaridade
com a via, a excitação ou a depressão, além das pressões
diárias que levam o motorista a dirigir com pressa ou sem
atenção, como: fome, raiva, ira, calor, frustação e
insegurança.
TIPOS DE ACIDENTES
COLISÃO - É o acidente envolvendo dois veículos em
movimento. Acontece em várias situações: com o veículo da
frente, com o de trás, em cruzamentos, entre outros.
Relativamente a outro carro, o seu veículo poderá estar
em 6 posições básicas em que se produz um acidente entre
ambos.
Em qualquer situação você pode colidir com: o carro da
frente, o carro de trás, o que vem em sentido contrário, o
veículo que cruza a nossa frente, o veículo que ultrapassa o
seu, o veículo que você está ultrapassando.
ABALROAMENTO - É o acidente em que o veículo é
atingido lateralmente. Mais comum em cruzamentos devido a
falta de observância das normas de circulação e conduta.
CHOQUE - É o acidente em que um veículo em
movimento bate em um objeto fixo, como um poste, um
muro, ou uma árvore.
ATROPELAMENTO - É o acidente em que o veículo em
movimento atinge uma pessoa ou a um animal.
CAPOTAGEM - É o acidente em que o veículo gira
sobre si mesmo em 360 graus.
TOMBAMENTO - É o acidente em que o veículo em
movimento tomba lateralmente, girando sobre si mesmo em
ângulo menor que 360 graus.
Colisão com o Veículo da Frente
Podemos evitar a colisão com o veículo da frente
mantendo uma distância de segurança correta entre ele e o
nosso.
Colisão com o Veículo de Trás
A colisão com o veículo de trás é evitada avisando, por
meio de dispositivos de sinalização disponíveis no nosso
carro, aquilo que pretendemos fazer no nosso trajeto,
diminuindo a marcha gradualmente e posicionando-nos
corretamente na pista, ao fazermos conversões e
ultrapassagens.
Cuidado com o veículo que segue colado atrás do seu e
use sempre os encostos de cabeça.
Colisão com o Veículo que vem em Sentido Contrário
A colisão com o veículo que vem em sentido contrário,
chamada colisão frontal, ocorre quando um dos veículos
envolvidos viola a regra básica de circulação, na qual, os
veículos devem trafegar à direita da pista de rolamento.
Quais os motivos que levam ao descontrole do veículo,
fazendo com que se cruze a linha central, marcada ou
imaginária que divide a pista de dois sentidos?
- Obras na pista, curvas mal executadas, buracos, etc,
levam os motoristas a desviar sua rota.
O motorista defensivo deve prevenir-se dos obstáculos
na faixa contrária, que possam trazer um veículo dela de
encontro ao seu.
Colisão Frontal
IMPORTANTE - Como proceder para evitar a Colisão
Frontal?
Ver a estrada à frente, prevendo os problemas que
poderão se apresentar ao motorista que vem em nossa
direção e a possibilidade de fuga da situação de perigo.
Dirigir sempre à direita, mesmo havendo duas faixas no
mesmo sentido.
Reduzir a marcha a qualquer sinal de perigo. Procure
advertir o outro motorista de todas as maneiras possíveis.
Em último caso, sair da estrada pela direita. Quase tudo
é melhor do que a colisão frontal.
Colisão em Cruzamento
O assunto Colisão em Cruzamento está relacionado com
um conceito jurídico chamado Direito de Via, que se
apresenta em cinco graus, conforme a sinalização instalada
no local:
Cruzamento não sinalizado: o veículo da direita tem a
preferência.
Placa do Triângulo Invertido (R-2): indica a obrigação de
ceder passagem aos veículos do outro acesso, sem
obrigação de parada.
Placa octogonal de “PARE” (R-1): obriga o motorista a
parar o seu veículo antes da linha de retenção, e aguardar a
sua vez de passar.
Semáforo Luminoso: distribui o direito de passagem a
diversos acessos, concedendo-lhes tempos correspondentes
aos respectivos volumes de demanda.
É evidente que, se existir um policial orientando o
tráfego, suas ordens terão preferência sobre os demais
dispositivos. As conversões nos cruzamentos devem ser
realizadas com cuidado, sinalizando convenientemente e
posicionando-se na faixa correta a, pelo menos, 30 (trinta)
metros antes da esquina.
Quatro dicas para cruzamentos
Respeitar os dispositivos da lei.
Diminuir gradualmente a velocidade.
Indicar aos outros motoristas o que vai fazer.
Avançar sem hesitação ou excesso de precaução. Sua
indecisão em um cruzamento pode confundir os outros
motoristas e ser a causa de um acidente.
Acidente Misterioso
Às vezes, o motorista, por algum motivo que ele mesmo
não sabe explicar, perde o controle de seu veículo, sai da
pista e choca-se com algum objeto fixo, como um poste, um
muro, um carro parado, um portão, etc.
Geralmente é a inobservância das condições adversas
que nos leva a acidentes misteriosos bem graves.
Método Básico para Prevenção de Acidentes
Baseia-se o método em 3 simples etapas:
- reconhecer o perigo;
- preparar a defesa;
- agir a tempo.
ELEMENTOS DA DIREÇÃO DEFENSIVA
CONHECIMENTO das leis, dosriscos a que estamos
expostos, das condições do caminho, etc.
ATENÇÃO constante, pois a qualquer momento pode
acontecer uma situação difícil.
PREVISÃO do desenvolvimento das condições do
trânsito, com bastante antecedência, e dos riscos a que
estaremos sujeitos.
DECISÃO, que implica no reconhecimento das
alternativas e no saber decidir a tempo aquela que mais nos
convém.
HABILIDADE, ou seja, a capacidade de manejar os
controles do veículo e executar perfeitamente as manobras
necessárias.
SEGURANÇA DE DIGNITÁRIOS
20MANUAL DE ESTUDOS CURSO OFICIAL MANUAL DE ESTUDOS CURSO OFICIAL
Algumas medidas defensivas são:
- Use os pneus em perfeito estado com as pressões
corretas.
A calibragem deve ser feita uma vez por semana sempre
com os pneus frios. O estepe também deve ser calibrado,
seguindo as especificações do fabricante.
- Evite o uso de pneus recauchutados, carecas ou lisos.
Recomenda-se que seus desenhos ou sulcos não sejam de
profundidade inferior a 1,6mm.
- Pneus novos também pode ser perigosos em piso
molhado. Só depois de alguns quilômetros de uso eles
adquirem a aspereza necessária.
- Em pista molhada, observe pelos espelhos retrovisores
se as rodas estão deixando um rastro no asfalto.
Em caso positivo, é sinal que está tudo bem e os pneus
estão em contato direto com o piso. Caso não haja rastros é
porque está ocorrendo aquaplanagem. Nesta situação,
nunca use os freios. Retire o pé do acelerador e reduza a
marcha, movimentando a direção de um lado para o outro
até que o veículo seja controlado.
- Verifique o funcionamento do freio de serviço
imediatamente após iniciar o seu trajeto.
- Acione moderadamente o freio de serviço até obter
uma parada total, sempre que entrar em contato com a água
para secar as guarnições e restabelecer a eficiência dos
freios.
- Verifique sempre o nível do fluído do freio,
inspecionando visualmente as guarnições das sapatas
através das janelas de verificação.
- Evite as bebidas alcoólicas e durma bem.
- Não prossiga a viagem sem que tenha descansado
suficientemente.
DIREÇÃO OFENSIVA
A direção ofensiva é a utilização do veículo como
instrumento de ataque, ou seja, em uma situação de
emboscada ou perseguição, você irá "bater" em pontos
específicos no carro inimigo, para provocar um acidente e
imobilizar o veículo agressor.
Ocorre quando o veículo está sendo conduzido
desobedecendo algumas regras de trânsito, devido a uma
situação extraordinária ou de emergência, tais como:
perseguição, acompanhamento, fuga de situações de risco
como tentativa de assalto ou sequestro, ou ainda na
prestação de serviços de socorro de urgência.
Algumas táticas ofensivas são:
- Manobras para a direita ou a esquerda de modo a
forçar os atacantes a uma ação defensiva;
- Utilização de técnicas de frenagem;
- Realização de giros;
- Inversões do sentido de direção (180 e 90º); Manobras
em marcha de Ré (reverso)
- Realização do slalon;
- Realização de manobras mistas
- Desobediência a sinalização viária (Limite de
velocidade, parada obrigatória, etc).
Quando você deve adotá-la?
Como a gente nunca está esperando que uma situação
ruim aconteça no trânsito, o ideal é manter-se em atenção
constante e de prontidão para usar essa estratégia de
direção ofensiva a qualquer momento.
Porém, a aplicação dessa postura proativa do motorista
só deve ser posta em prática quando o piloto estiver em
situação de risco ou emergência (acidentes, condições
adversas no trânsito e até emboscada).
NOÇÕES DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO.
DISCRIÇÃO E SEGURANÇA DE INFORMAÇÕES.
GRAUS DE SIGILO. ATRIBUTOS BÁSICOS.
AMEAÇAS E VULNERABILIDADES.
COMPORTAMENTO DO AGENTE
O ambiente de tecnologia da informação, ou TI, tem por
característica ser muito mais operacional que
tático/estratégico dentro de uma organização. Essa
característica, que remonta ao aparecimento do computador,
é facilmente identificada nos dias de hoje (BAARS, 2009). A
TI sempre teve dificuldade para a formalização de atividades
e processos de trabalho, ou mesmo na documentação de
sistemas de informação. Este aspecto prático de fazer e não
registrar começou a ter impacto quando surgiram as normas
e boas práticas, que exigiam a elaboração de documentos e
evidências para os processos de auditoria.
A norma ISO/IEC 27001 (ABNT, 2006) é um destes
exemplos, pois ela é uma norma de certificação que, por sua
natureza, exige formalidade, documentação e organização.
Mas documentar dentro do ambiente de TI significa elaborar
documentos eletrônicos, planilhas, inserir informações em
sistemas e depois imprimir no formato que for necessário.
Este cenário fica mais acentuado quando a abordagem é
pela norma ISO/IEC 27002 (ABNT, 2005). Esta norma
apresenta cento e trinta e três controles de segurança da
informação, que na sua maioria é apoiado por um documento
(eletrônico ou não).
Políticas e Termos de Responsabilidade
É muito comum as organizações possuírem as políticas
de segurança da informação definidas e documentadas,
afinal a sessão 5 da norma ISO/IEC 27002 (ABNT, 2005)
estabelece isso como um controle de segurança. Na maioria
das vezes para formalizar estas políticas os colaboradores
são obrigados a assinar um termo de responsabilidade,
concordando com a política e suas punições. Este mesmo
termo de responsabilidade também é utilizado quando é
realizado o comodato de equipamentos, como celulares e
computadores. Com o passar do tempo, os colaboradores
possuem alguns documentos assinados, com base em
políticas desatualizadas e que não refletem mais o ambiente
tecnológico e a cultura organizacional.
Monitoramento e Controle de Acesso
Outro ponto importante sob a ótica da norma de
segurança é em relação a sessão 10 da ISO/IEC 27002
(ABNT, 2005), pois ela estabelece a proteção das
informações dos registros (logs) dos sistemas operacionais e
de informação. Estes registros precisam ser segregados pelo
tipo de usuário (administrador ou operador) do sistema, além
de registrar falhas. Muitas atividades de suporte a
manutenção utilizam estes registros como base de
informações, porém eles também são utilizados para a
geração de evidências técnicas de fraude computacionais e
na informática forense.
Várias das atividades de auditoria financeira estão
tomando como base os sistemas de informações financeiros
e seus registros, que tem a capacidade de rastrear um
incidente e alocar responsabilidade. Aqui acontece o
cruzamento dos conceitos já vistos, pois os registros são
ferramentas de rastreio que concluem que determinado
usuário (identificado pelo seu código de acesso) realizou tais
operações. Este usuário assinou um termo de
responsabilidade que dizia que seu código de acesso é
pessoal, intransferível e único. As políticas definiam o que
poderia ser realizado (termo de uso) e quais as penalidades
a serem impostas em caso de incidentes. Este cenário
parece ser a solução ideal para as organizações.
Conformidade
Por fim temos a sessão 15 da norma ISO/IEC 27002 (ABNT,
2005) específica sobre conformidade, principalmente sobre
requisitos legais.
SEGURANÇA DE DIGNITÁRIOS
21MANUAL DE ESTUDOS CURSO OFICIAL MANUAL DE ESTUDOS CURSO OFICIAL
Nesta sessão são encontrados controles que sugerem
ações para as organizações se adequarem as legislações
locais, sobre os direitos de propriedade intelectual, proteção
e privacidade das informações pessoais. Além destes, ainda
aborda questões de auditoria de sistemas de informação.
Mas uma característica da ISO/IEC 27002 é que em nenhum
momento ela aborda o como fazer (how-to), pois a norma
tem um caráter de boa prática,ela apenas sugere e diz que
convém ter os controles aplicáveis.
Resoluções e Instruções Normativas
Essa característica faz com que cada organização trate
os controles de maneira diferenciada e demonstra a
necessidade de uma normalização através de agências
reguladoras, como é o caso da Agência Nacional de Saúde
(ANS) e do Conselho Federal de Medicina (CFM) e suas
instruções e resoluções normativas relativas ao padrão TISS
(Troca de Informações em Saúde Complementar). O CFM
publicou em 2002 uma resolução (Resolução CFM nº 1639
de 10/07/2002) que “Aprova as Normas Técnicas para o Uso
de Sistemas Informatizados para a Guarda e Manuseio do
Prontuário Médico, dispõe sobre tempo de guarda dos
prontuários, estabelece critérios para certificação dos
sistemas de informação e dá outras providências” (CFM,
2002). Este é um exemplo da necessidade de se estabelecer
critérios na aplicação dos controles de segurança propostas
pelas normas e boas práticas.
NOÇÕES DE SERVIÇO DE INTELIGÊNCIA: FINALIDADE;
UTILIZAÇÃO; LEGISLAÇÃO BÁSICA; CONCEITOS
BÁSICOS NA LINGUAGEM DE INTELIGÊNCIA; FONTES
DE COLETA; METODOLOGIA DE
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTOS
A Inteligência não é apenas mais um suporte à
investigação de ações criminosas, sintomaticamente aquelas
atribuídas às entidades abstratas conhecidas como crime
organizado, como faz pensar as muitas matérias jornalísticas
recentes em nosso país.
O conhecimento estratégico que a Inteligência faculta,
permite ao planejador de segurança ou ao mediador de
conflitos antever situações apontadas muitas vezes por
pequenos sinais - as macrotendências -, permitindo a
formatação de cenários e o preparo de sua organização,
estruturalmente e em recursos humanos para as "surpresas
inevitáveis". O que se objetiva são processos de análise de
variáveis, com suporte em Tecnologia de Informação, e de
identificação de sinais que as redes sociais nos
disponibilizam permanentemente.
E isso È o que chamamos de Inteligência Competitiva,
que se materializa por meio do Serviço de Inteligência: uma
ferramenta que d· suporte ao planejamento e à decisão
empresarial.
O que é um DADO?
O DADO È a matéria-prima do trabalho da inteligência.
Trata-se de um elemento que, reunido a outro, atribui sentido
a um determinado fato.
O que é uma INFORMAÇÃO?
A INFORMAÇÃO È o conjunto de dados reunidos a partir
de um objetivo pré-determinado.
O que é o CONHECIMENTO?
CONHECIMENTO È, portanto, o produto acabado da
Atividade de Inteligência decorrente do estudo de um
assunto levado a efeito por um analista de Inteligência.
Fontes de Coleta
O Gestor de Segurança precisa cercar- se do máximo de
certeza possível em relação às informações que recebe
antes de decidir a respeito da situação que lhe é trazida a
conhecimento. Não convém acreditar em tudo logo no
primeiro momento.
É ai onde entram as fontes, ou seja, as origens dos
dados!
O Gestor de Segurança precisa conhecer a fonte
daquele dado, tendo condições de atribuir-lhe um grau de
credibilidade, após a confirmação de que é realmente fonte e
não meio de transmissão, e dispor de um método, por meio
do qual, possa também avaliar a fonte e a veracidade do
conteúdo daquele dado que lhe é transmitido.
Classificação das fontes
Quanto ao TIPO ou NATUREZA:
- Humanas: são aquelas que detém a autoria do dado,
por terem percebido, memorizado e descrito um fato, uma
situação ou emitido uma opinião.
- Organizacionais: são aquelas que detém a
responsabilidade pelo dado, por tê-lo veiculado, diante da
impossibilidade de se identificar a autoria do mesmo.
- Documentais: são aqueles que expressam o dado, mas
não contém indicações que permitam a identificação do autor
ou da organização responsável pelo mesmo.
- Tecnológicas: todas aquelas capazes de captar algum
tipo de sinal e/ou imagem.
Quanto à ORIGEM:
- Fontes Primárias: fonte humana.
- Fontes Secundárias: organizações, documentos,
tecnologias (imagens, sinais e dados eletrônicos)
Quanto ao SIGILO:
- Fontes abertas: são as pessoas, organizações,
documentos e equipamentos de onde se obtém dados por
livre acesso.
- Fontes protegidas ou sigilosas: são as pessoas,
organização, documentos e equipamentos de onde se obtém
"dados negados" ou mantidos sob restrições de sigilo ou,
ainda, cuja identificação não pode ser revelada.
Metodologia de Produção de Conhecimentos
Métodos são orientações práticas e racionais para que
se alcancem os objetivos desejados com o menor dispêndio
de recursos, inclusive de tempo, e com melhor resultado. O
mais conhecido dos métodos é o de Renée Descartes, o
chamado Método Cartesiano, base do método que aqui
estudaremos:
Os objetivos desse método são dois, basicamente:
- dar caráter científico ao trabalho de obtenção do
conhecimento necessário aos sistemas decisório, de
planejamento e opcional da organização, fazendo com que o
operador procure não deixar nenhum aspecto sem a devida
atenção;
- fazer com que o usuário da Inteligência tenha ciência
de que o conhecimento que lhe est· sendo disponibilizado È
produto de trabalho com respaldo em um método científico,
com base na lógica e no melhor que pode ser alcançado,
mediante a análise dos fatos e das situações presentes.
São consideradas as seguintes etapas (ou fases) do
Método de Produção do Conhecimento:
Etapa I - PLANEJAMENTO
Nessa primeira etapa, o analista de Inteligência faz seu
estudo preliminar do problema, determina o assunto e
estabelece a sequencia de ações necessárias para realizar o
trabalho e as condicionantes e servidões ditadas pelos
verbos do mesmo.
Etapa II – REUNIÃO
A Reunião È o momento criado pelo Método para se
obter os dados e conhecimentos que permitem responder a
todos os aspectos essenciais a conhecer ou que venham
complementar os aspectos essenciais conhecidos.
Etapa III - ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO
Na Análise está compreendida a avaliação (credibilidade)
e a integração de dados e conhecimentos, considerados com
valor pertinente para o caso em estudo, reunidos para
permitir uma interpretação lógica do resultado.
SEGURANÇA DE DIGNITÁRIOS
22MANUAL DE ESTUDOS CURSO OFICIAL MANUAL DE ESTUDOS CURSO OFICIAL
As frações de dados e de conhecimentos, que sejam
pertinentes ao produto a ser elaborado e tenham
credibilidade para integrar o trabalho, são chamados de
frações significativas. Estas frações significativas devem ser
basicamente os aspectos essenciais (conhecidos e a
conhecer) elencados no Planejamento, lembrando que este
pode ter sido alterado (ampliado ou suprimido, conforme o
caso), evidentemente.
Em outras palavras, a análise È a determinação, por
discernimento mental, da natureza, do significado e da
relação existente entre as várias partes, elementos, aspectos
ou qualidades daquilo que est· sendo examinado a
ponderação ou estudo dos vários aspectos, fatores ou
elementos sob estudo a fim de chegar uma conclusão,
resultado ou solução.
Na subetapa da Interpretação, as frações significativas
estão integradas em um todo, È a oportunidade em que o
analista, utilizando-se de operações de raciocínio logico,
procura determinar, de forma conclusiva (certeza/opinião), o
significado final do fato ou situação sob análise.
A Interpretação È o resultado do trabalho do analista.
Etapa IV – DISSEMINAÇÃO (ou DIFUSÃO)
Após a análise, o conhecimento deve ser materializado
em um documento e este, obedecendo a estrutura básica
preconizada pela organização, deve ser expedido com
oportunidade e segurança, na forma mais adequada para o
usuário (papel, vídeo, cd, intranet, internet, etc ).
É importante ressaltar o caráter de sigilo do documento
expedido, o que obriga é adoção de medidas pertinentes de
sigilo. Documentos oficiais devem seguir as disposições da
Lei de Acessoà Informação (Lei nº 12.527/12).
A adequada formalização do documento de Inteligência,
além de causar uma boa impressão, facilita a compreensão
de seu conteúdo por parte do usuário
A difusão não deve ser descuidada! Muitas vezes, um
excelente trabalho se perde por ter sido enviado ao
destinatário errado ou fora do momento oportuno para sua
utilização.
NOÇÕES DE GESTÃO DE CONFLITOS:
NEGOCIAÇÃO, POSTURA, CRITÉRIOS DE AÇÃO.
TÁTICAS DE NEGOCIAÇÃO
Todo conflito é entendido como um choque. Um impacto
divergente entre forças opostas.
No dia a dia, esse confronto pode evoluir para a
discussão que, por sua vez, pode ou não ser negativa. Afinal
de contas, os pontos de vista contrastantes podem ser a
base para uma resolução de problema propositiva.
O problema é quando o conflito não se desenvolve de
maneira frutífera, amistosa e respeitosa. E aí é que está a
importância da gestão de conflitos. Afinal de contas, os
debates são inevitáveis. Em uma empresa, por exemplo,
podemos chegar a centenas ou milhares de pessoas
dividindo o mesmo espaço. E é fundamental que existam
perspectivas e opiniões contrárias entre elas. Por outro lado,
o controle desses conflitos pode ser, sim, evitável.
Não à toa, para quem ainda não sabe o que é a gestão
de conflitos, trata-se de um planejamento focado em manter
as diferenças, margeando uma linha aceitável de respeito,
empatia e comprometimento dos envolvidos.
Isso sem falar no estabelecimento de soluções para
evitar que os conflitos se tornem desgastantes e prejudiciais
às pessoas e também à empresa — veremos, adiante, como
isso pode se desenrolar de maneira negativa.
Quais são os principais tipos de conflitos?
Existe um importante trabalho de gestão de conflitos nas
organizações, mas para isso é importante compreender todo
o fluxo que envolvem tais discussões.
Só que existe uma etapa preliminar a isso tudo, que é a
compreensão dos tipos de conflitos que podem ocorrer no
cotidiano.
E existem duas linhas de raciocínio para isso.
A primeira, promovida por Burbridge (2012), destaca o
surgimento de conflitos a partir de dois princípios:
- conflito interno, que é aquele motivado por pessoas
com opiniões divergentes;
- conflito externo, que envolve elementos que influenciam
o conflito, como um fator político ou econômico.
Para Berg (2012), contudo, são três tipos de conflitos
que devem ser analisados:
- conflito pessoal, que é a maneira com a qual cada
indivíduo age e reage em circunstâncias diversas, como tudo
aquilo que é dito ou feito por ele próprio, ou outra pessoa;
- conflito interpessoal, algo motivado por uma situação
na qual algumas pessoas com perspectivas contrastantes
entra em debate;
- conflito organizacional, que é o único que ocorre como
consequência de uma circunstância, e não pautado em
valores ou opiniões.
Observe, ainda, que é possível classificar a incidência de
conflitos por meio da gravidade deles.
Um debate saudável tem o seu valor, é claro, mas o
excesso de discussões toma o caminho oposto. Para isso,
Chiavenato (2004) destaca os três graus de gravidade que
devem ser observados na gestão de conflitos:
- conflito manifestado, que é uma divergência expressa
por, pelo menos, uma das partes envolvidas;
- conflito percebido, quando as opiniões contrastantes
geram interferência de maneira evidente;
- conflito experienciado, que é o fim da argumentação
lógica e racional e promove sentimentos negativos, como
angústia, raiva, frustração e hostilidade entre pelo menos
uma das partes envolvidas.
Principais benefícios da gestão de conflitos?
Como vimos, esse tipo de trabalho contribui muito para a
harmonia da equipe, melhorando principalmente a
comunicações entre os colaboradores. A partir de agora,
veremos alguns dos principais benefícios da gestão de
conflitos.
Melhora o engajamento da equipe
Logicamente, que um ambiente harmonioso é mais
propício ao desenvolvimento. Então, essa estabilidade
emocional favorece o engajamento das pessoas, mesmo em
situações de metas e objetivos mais desafiantes.
Fortalece a cultura empresarial
Outro fator é que o gestor de conflitos deve priorizar
a cultura organizacional em busca de sincronia de
pensamento e fechamento de ideias. Quando todos
absorvem essa ideia, aumentam o espírito de colaboração
em torno do que a empresa acredita.
Aumenta a competitividade frente ao mercado
Não há dúvidas que as divergências geram perda de
tempo a partir de certo ponto. Ou seja, é até interessante que
se debata alguns pontos de mudança ou de evolução, mas
quando isso é feito de forma exacerbada, acaba
prejudicando a evolução empresarial e, com isso, a
competitividade da empresa.
Reduz o turnover e o absenteísmo
Mais um aspecto a favor é que a gestão de conflitos
tende a combater a saída de funcionários.
É claro que em um ambiente de discordância, e sem
soluções, fica difícil de trabalhar, então o colaborador acaba
optando por sair e gerando aumento em índices que
impactam muito no orçamento como o turnover e
o absenteísmo.
Como administrar a gestão de conflitos?
A partir de agora, listaremos nove passos fundamentais
que devem ser dados para se administrar corretamente a
gestão de conflitos na sua organização.
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Defina os valores da empresa
O primeiro passo para se administrar bem uma empresa
é definir sua missão, seus valores e sua visão de futuro.
Essas definições devem ser claras e transparentes para
todos os colaboradores, uma vez que nortearão toda
a conduta a ser seguida pelo quadro de funcionários. Além
disso, devem ser observadas e defendidas por todos.
A partir dessas definições, é importante ressaltar que a
postura individual deverá ser similar para todos. A ética e os
princípios morais devem caracterizar o comportamento geral,
independente do cargo e da posição hierárquica que a
pessoa ocupe.
Conheça a sua equipe
Sabemos que cada pessoa tem uma personalidade
própria. Para que você consiga administrar conflitos, é
necessário que conheça bem os seus colaboradores.
Procure se aproximar deles, tomando conhecimento sobre
suas expectativas, seus desejos e seus gostos pessoais.
Busque se aprofundar um pouco na vida do funcionário
fora do trabalho. Transmita segurança e preocupação com o
futuro de cada um e de seus familiares. Incentive, por
exemplo, o estudo e a prática de esportes.
Quanto mais sincero você for com eles, mais próximos
eles ficarão de você. Isso se transformará em confiança
mútua e auxiliará na administração de seus recursos
humanos.
Identifique os problemas
É normal que surjam problemas de relacionamento ou
conflitos entre os integrantes de uma equipe. Por mais
homogêneo que seu pessoal seja, as diferenças sempre
existem, e elas podem ocasionar dificuldades de
convivência. Um problema pequeno pode se transformar em
um sério desentendimento se não for diagnosticado a tempo
e se sua solução não for trabalhada.
Primeiro, identifique onde está o problema ou conflito.
Avalie a postura de cada um, a forma como está
trabalhando, o modo como trata as outras pessoas e a
ocorrência de erros funcionais no dia-a-dia. Tome cuidado: o
conflito pode ser bem localizado, mas pode também
extrapolar os limites de sua empresa quando o funcionário
tiver contato com clientes ou fornecedores externos.
Converse com os interlocutores daquela pessoa que
você identificou como parte do problema. Pegue o máximo
de informações e exemplos válidos para embasá-lo.
Ademais, tente se colocar no lugar de cada envolvido para
facilitar a interpretação dos fatos.
Ouça seus colaboradores
Após a identificação do problema e o reconhecimento
dos envolvidos no conflito, faça uma reunião comeles. Ouça
atentamente cada lado, procurando não interromper durante
a explanação. Se necessário, envolva outras pessoas que
estejam próximas dos implicados.
Incentive a participação de todos
Incentive a participação de todos na resolução de
conflitos. Explique que não se trata de uma “caça às
bruxas”: o objetivo é resolver a questão da melhor forma
possível, com o mínimo de consequência.
Deixe claro que passamos a maior parte de nosso dia
com nossos colegas de trabalho e que, para o bem tanto da
empresa quanto dos funcionários, é preciso um ambiente
tranquilo, harmonioso e sem perturbações.
Peça que cada um fale sobre a sua interpretação dos
fatos, mas fique atento a uma eventual intensificação e
potencialização do conflito.
Seja neutro
Seja sempre o mais neutro possível. Escute todos
os lados e não emita inicialmente nenhum juízo de valor.
Todos precisam entender que a empresa não pode ser
sacrificada e nem prejudicada por conflitos evitáveis.
Utilize algumas técnicas de condução de reunião: use
um quadro branco ou um flip-chart para anotar as
considerações que julgar importantes, deixando-as visíveis
para todos. Tente também manter uma relação amistosa
com os componentes da reunião, não tomando qualquer
partido.
Tome a decisão
Busque sempre o consenso. Apaziguar o ambiente,
tentando retornar ao status anterior ao conflito, é o melhor
para as pessoas, para a empresa e para o próprio
empreendedor.
Porém, sempre haverá uma ou outra situação em que
será necessária a intervenção do superior para a solução da
desavença. Nesse cenário, a tomada de decisão deve ser
feita o quanto antes. Não demore na solução e tenha sempre
em mente que o melhor para a empresa deve prevalecer em
todas as situações.
Faça um trabalho de engajamento
Sempre faça um trabalho de engajamento com todos os
colaboradores de sua empresa. Tente mantê-los unidos e
com o mesmo propósito: deixe claro que todos estão no
mesmo barco e que o sucesso da empresa será o sucesso
de todos.
Sempre que possível, chame a atenção aos valores da
empresa e a conduta que cada um deve ter. Tenha o
costume de dar feedback para seus liderados. Apresente os
êxitos conseguidos e também onde cada um pode melhorar.
Outra dica é procurar na internet livros, filmes e palestras
motivacionais que possam ser de utilidade e as divulgue para
seus colaboradores.
Motive seus liderados
Elogie as pessoas que mantêm um bom relacionamento
com os outros e que desempenham suas tarefas com bom
humor. Pessoas positivas normalmente não se envolvem em
conflitos e sabem manter um bom convívio com todos.
Para motivar ainda mais o seu time, procure fazer
confraternizações nas datas importantes e promova
sempre o trabalho em equipe, salientando que ninguém
consegue se destacar isoladamente e sem a participação
dos outros.
Por fim, lembre-se: conflitos podem ser mais íntimos, ou
seja, não devem se tornar públicos sob pena de causarem
problemas ainda maiores. Nesses casos, a prudência indica
que o sigilo deve ser máximo e as divulgações mínimas.
Quanto menos pessoas envolvidas, melhor.
Negociação
Em diversas áreas da nossa vida, seja pessoal,
econômica ou empresarial, enfrentamos situações de
negociação com outras pessoas. Apesar de ser uma
exigência constante em nossas vidas, não é fácil conduzir
bem esse processo. Pois saiba que existem estratégias de
negociação que podem ser aprendidas.
Por outro lado, como todo processo de interação
humana, a negociação não pode ser vista friamente como
uma técnica, porque requer atitudes e comportamentos que
passam pela aquisição de algumas características de
personalidade que, às vezes, a pessoa ainda não tem, como
a paciência por exemplo. Nada que não se possa conquistar
com uma postura disciplinar adequada para compreender
essa verdadeira filosofia da interação humana.
A negociação é uma maneira de resolver conflitos, com o
objetivo de que ambas as partes sejam beneficiadas com o
acordo final. Por isso, nos negócios esta etapa é um dos
aspectos fundamentais para o sucesso de uma empresa.
Conseguir o acordo esperado e cobrir as necessidades
de todas as partes envolvidas na negociação, com certeza é
o objetivo de todo negociador. No entanto, esta etapa traz
consigo uma série de técnicas fundamentais que, se não
forem bem utilizadas, podem gerar conflitos durante o
processo.
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A importância do poder de negociação
O mais importante no momento de negociar é considerar
o poder de negociação e as necessidades de ambas as
partes envolvidas. Normalmente, geram-se instâncias nas
quais são discutidos certos pontos de interesse em comum,
ou pontos de conflito. Portanto, se a parte com quem se
deseja chegar a um acordo possui um alto poder de
negociação, pode desencadear problemas e resultados
negativos para a outra parte. Ou seja, é chave chegar a
acordos favoráveis para todos. Conheça abaixo algumas
técnicas que vão te ajudar a melhorar na negociação e
conseguir mais benefícios para a sua empresa.
Características de Negociação
De forma simplificada, a negociação é um método pelo
qual as pessoas resolvem as diferenças. É um processo pelo
qual o compromisso ou acordo é alcançado, evitando
discussões e disputas. Em qualquer desacordo, os
indivíduos compreensivelmente visam atingir o melhor
resultado possível para sua posição (ou talvez uma
organização que representem).
Existem certas características do processo de
negociação:
(i) Há um mínimo de duas partes presentes em qualquer
negociação.
(ii) Ambas as partes têm objetivos predeterminados que
desejam alcançar.
(iii) Há um choque de metas pré-determinadas, ou seja,
algumas das metas pré-determinadas não são
compartilhadas por ambas as partes.
(iv) Existe uma expectativa de resultado por ambas as
partes em qualquer negociação.
(v) Ambas as partes acreditam que o resultado da
negociação é satisfatório.
(vi) Ambas as partes estão dispostas a comprometer, isto
é, modificar sua posição.
(vii) A incompatibilidade de objetivos pode dificultar a
modificação de posições.
(viii) As partes entendem o objetivo da negociação.
Etapas do processo de negociação
O processo de negociação pode essencialmente ser
entendido como um processo de quatro etapas. Os quatro
estágios do processo de negociação são preparação,
abertura, barganha e fechamento.
Etapa 1: preparação
A preparação é fundamental para o sucesso do processo
de negociação. Estar bem preparado gera confiança e dá
uma vantagem ao negociador. A preparação envolve as
seguintes atividades:
(i) Coleta de Informações: É preciso aprender o máximo
possível sobre o problema e verificar quais informações são
necessárias do outro lado. Compreender claramente as
questões envolvidas também é necessário.
(ii) Avaliação de alavancagem: A avaliação da
alavancagem de uma pessoa e a alavancagem da outra
parte no início é importante porque pode haver uma série de
coisas que uma pessoa pode fazer para melhorar sua
alavancagem ou diminuir a alavancagem da outra parte.
(iii) Entenda as pessoas envolvidas: É importante
conhecer as pessoas com quem a negociação deve ocorrer.
A compreensão de seus objetivos, papéis e questões
suscetíveis de serem levantadas por elas facilitará o melhor
tratamento da situação durante o processo de negociação.
(iv) Rapport: É útil estabelecer um relacionamento com o
oponente durante os estágios iniciais, isto é, antes do início
do processo de barganha. Em seguida, pode-se determinar
desde cedo como o oponente será cooperativo.
(v) Conheça os seus objetivos: A clareza dos objetivos é
absolutamente essencial. É preciso decidir antecipadamente
quanto você está disposto a conceder ao oponentee quais
são suas prioridades. Todos os argumentos e justificativas
devem estar prontos.
(vi) Tipo de negociação: Antecipar o tipo de negociação
esperado, isto é, averiguar se será altamente competitivo,
cooperativo ou algo incomum; se a negociação será cara a
cara, através de um mediador, ou de alguma outra forma.
(vii) Plano: Decidir sobre a abordagem de negociação e
planejar adequadamente o processo de negociação.
Estágio 2: Fase de abertura e troca de informações
Aqui os dois lados ficam cara a cara. Cada parte tenta
causar uma impressão no outro lado e influencia seu
pensamento na primeira oportunidade. Psicologicamente,
esta fase é importante porque define o tom da negociação
em grande medida.
Envolve as partes negociadoras apresentando seu caso
para o outro. Quando essa rodada de negociação iniciar,
extraia do seu cliente os principais problemas pelos quais ele
passa para que você possa argumentar de forma mais
assertiva sobre os benefícios que o seu produto pode lhe
trazer.
Etapa 3: Fase de Negociação
A fase de barganha envolve aproximar-se do objetivo
que você pretendia alcançar quando iniciou a negociação.
Nesta fase, a estratégia básica é convencer o outro lado da
adequação de suas demandas e persuadir a outra parte a
ceder a essas demandas. Para isso, é preciso ser lógico na
abordagem de uma pessoa e estruturar argumentos
claramente planejados. Crie uma estratégia para que ele
entenda que a solução que você tem é a mais apropriada.
Estágio 4: Fase de encerramento
Essa é a quarta e última das fases do processo de
negociação. Após usar todas as suas técnicas de
negociação e argumentação, o cliente topou fechar o
negócio e vai negociar por melhores preços, melhores
condições de pagamento e outras vantagens.
Entenda a sua relação com este cliente para aceitar
algumas imposições ou não. Esta venda em questão poderá
render vendas futuras? Vale, neste momento, sacrificar um
pouco a sua margem pensando em benefícios futuros? A
fase final de uma negociação representa a oportunidade de
capitalizar todo o trabalho realizado nas fases anteriores. A
pesquisa que foi feita na fase de preparação, combinada
com todas as informações obtidas, é útil na fase final.
Envolve também a vedação do acordo em que ambas as
partes formalizam o acordo em um contrato por escrito ou
carta de intenções. Revisar a negociação é tão importante
quanto o próprio processo de negociação e para o sucesso
de negociações futuras. Como disse Dale Carnegie: “Se
você foi bem-sucedido, pergunte a si mesmo por que, e tente
repetir a ação. Se você fracassou, pergunte a si mesmo por
que, e aprenda com a experiência.”
Bem, saber os estágios do processo de negociação é
importante porque se você sabe como lidar com essa etapa,
isso automaticamente lhe dará uma grande vantagem
competitiva frente seu “competidor”. Portanto, é vital que
você entenda em todos os momentos em que etapa está
neste processo de negociação.
Além disso, a negociação assume cada vez mais
importância no meio empresarial e diversos profissionais se
tornaram experts no assunto, reunindo conhecimentos
adquiridos em cursos e na prática. Vender para pessoas que
estão tão bem preparadas exige que você também
demonstre que tem a aptidão necessária para fazer a
negociação.
Técnicas de negociação
Negociação colaborativa
É aquela negociação na qual ambas as partes são
beneficiadas. Esta estratégia é ideal para manter
relacionamentos comerciais a longo prazo, pois representa o
“win-win”, ou seja, sua finalidade é que ambas as partes se
sintam beneficiadas com o negócio e possuam uma meta
comum para o acordo em questão.
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É ideal aplicar esta técnica dentro das próprias empresas
para chegar a bons acordos e evitar conflitos. Também é útil
quando surgem problemas com a outra parte, mas deseja-se
que a relação de negócio seja duradoura e entregue os
melhores resultados.
Negociação adaptativa
Neste tipo de negociação a paciência é primordial, pois a
ideia é projetar ganhos a longo prazo.
Nesta técnica, o negociador assume que “perdeu” a
discussão para chegar ao acordo, e aceita as condições da
outra parte. Porém, ao ceder a curto prazo, o plano é que
mais adiante a negociação seja retomada com uma posição
ganhadora.
A chave está em que a empresa seja consciente dos
seus recursos e que possa assumir o risco de conseguir
maiores ganhos no futuro, e não no primeiro momento em
que o acordo é assinado.
Negociação competitiva
Técnica de “ganha-perde” na qual uma das partes toma
uma posição mais agressiva para conseguir os melhores
benefícios individualmente, deixando a outra parte em
desvantagem ao entrar no jogo da “soma zero”.
O conceito de soma zero consiste em que os ganhos
acumulados de todos os participantes é igual à somatória
das perdas, ou seja, o que uma parte ganha, a outra parte
perde.
Neste tipo de negociação, a relação com a contraparte
perde importância, e é recomendável aplicá-la somente em
certas situações. Por exemplo, caso não seja fundamental
conservar a relação de negócio, ou quando o preço é a única
coisa que importa.
CLASSIFICAÇÃO DOS GRAUS DE RISCO: TIPOLOGIA
DOS CAUSADORES; FASES; PRÉ-CONFRONTO OU
PREPARO; RESPOSTA IMEDIATA; PLANO ESPECÍFICO.
PERÍMETROS TÁTICOS.
ORGANIZAÇÃO DO POSTO DE COMANDO.
Classificação dos Graus de Risco
Níveis de Risco:
Baixo Risco: Refere-se a situações em que a
probabilidade de ocorrência de um evento adverso é baixa e
o impacto potencial é mínimo. Esses eventos podem ser
gerenciados com medidas de segurança básicas e
raramente resultam em danos significativos.
Risco Moderado: Indica uma probabilidade moderada
de ocorrência de um evento adverso e um impacto potencial
moderado nas operações ou na segurança da organização.
Medidas de segurança adicionais podem ser necessárias
para mitigar esses riscos.
Alto Risco: Situações de alto risco têm uma
probabilidade significativa de ocorrência de eventos adversos
que podem causar danos substanciais às operações, aos
recursos ou à segurança da organização. Medidas de
segurança robustas e planos de contingência são
necessários para lidar com esses riscos.
Risco Crítico ou Extremo: Refere-se a situações de
emergência iminente ou ameaças graves que representam
um perigo imediato e significativo para a vida, a segurança
ou os interesses da organização. Esses riscos exigem uma
resposta imediata e abrangente para mitigar os danos e
proteger as pessoas e os ativos da organização.
TIPOLOGIA DOS CAUSADORES DE EVENTOS
CRÍTICOS
Buscando auxiliar as autoridades policiais na difícil
missão, da coleta de dados a respeito dos criminosos, os
estudiosos do tema tem buscado conceituar tipologias dos
perpetradores. Historicamente, o capitão Frank A. Bolz
Júnior, do Departamento de Polícia de Nova Iorque/EUA,
classifica-os em três tipos fundamentais:
O primeiro deles é o criminoso profissional. É o
delinquente que sobrevive pela prática de repetidos furtos e
roubos e tem uma vida dedicada ao crime. Essa espécie de
criminoso em geral provoca uma crise por acidente, devido o
seu plano maquiavélico não sair como o esperado e
confrontar em seguida com a polícia.
Com a chegada dos policiais, o elemento arrebata como
refém a primeira pessoa ao seu alcance e passa a utiliza-la
como garantia para a fuga, dificultando assim a ação dos
policiais. O maior risco desse tipo criminoso está nos
momentos iniciais da crise, os primeiros quarenta e cinco
minutos são os mais perigosos. Após esse tempo, em geral,
vendo-se senhores da situação, esses criminosos
profissionais são até fáceis de lidar.
O segundo tipo criminoso é o emocionalmente
perturbado. Pode ser um psicopatade pessoas,
avaliação de recursos à disposição dos adversários que
possam ser empregados em ações de atentado, histórico de
ações anteriores perpetradas pelos referidos grupos ou
indivíduos, seus "modus operandi", denúncias anônimas,
informações da procedência mais diversa, informações
sigilosas etc.
É objetivo da segurança antecipar-se às ações de
atentado, determinando os prováveis inimigos, seus meios
de ação, apontando as deficiências de procedimentos,
vulnerabilidades dos locais onde a autoridade habita e por
onde normalmente circula ou trabalha, de forma a poder
estabelecer os cursos de ação adequados à equipe de
segurança.
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Todos aqueles que tem alguma responsabilidade no
âmbito da segurança tem que estar cientes daquilo que deles
se espera: do simples porteiro ou vigilante, do motorista dos
carros do comboio aos agentes de segurança do círculo
aproximado.
Todo encarregado de segurança pessoal deverá
lembrar-se da velha máxima: "Onde quer que você tenha de
atuar, que a sua mente já tenha estado lá antes!...". Todos os
cenários de atuação previsíveis devem ser objeto de estudo
e os membros da segurança deverão estar conscientes de
seus papéis em face das contingências previstas. Como
chegar e sair com a autoridade na sua residência? Como
proceder para garanti-la e aos seus enquanto na residência?
Como chegar e sair com o mesmo de seu local de trabalho?
Como protegê-lo enquanto no local de trabalho? Quais
cuidados devem ser adotados nos deslocamentos? Quais as
melhores rotas de acesso e fuga? Quais os hospitais, postos
policiais ou aquartelamentos militares que possam
proporcionar auxílio numa emergência? Poder-se-á contar
com cobertura aérea? Como proceder no clube, restaurante
ou casa de praia ou ainda num evento público de grandes
proporções?...
A segurança será disposta em círculos, os quais tem
como centro a figura da autoridade protegida. Todas as
ações de uma equipe de segurança são prévias e as vezes
até exaustivamente ensaiadas, de forma que cada integrante
da equipe de segurança conheça o seu papel no dispositivo
de proteção e o cumpra de maneira rápida e eficaz. Não
devemos esquecer que, onde quer que o segurado possa ser
esperado, lá o perigo poderá estar à espreita; e os agentes
de segurança tem por obrigação - extremamente difícil por
sinal - não se deixarem apanhar de surpresa. Se planeja
para evitar a materialização do perigo, e se treina para
conseguir uma reação sempre mais rápida, no caso de
advirem situações críticas reais.
Ao contrário de um cidadão comum, o bom profissional
de segurança não pode confundir a boa sorte com as boas
táticas. Em se tratando da proteção de dignitários, o fato de
nenhuma adversidade ter ocorrido deverá estar associado ao
bom planejamento da segurança, à sua execução
disciplinada e escrupulosa, ao emprego de armamento,
equipamentos e recursos adequados, à excelência do
treinamento dos agentes e não apenas ao fato de que
atentados não são coisas que acontecem todo o dia!
Embora todo profissional de verdade devesse saber de
antemão todas as implicações do seu trabalho, nunca é
demais lembrar que agentes de segurança devem estar
literalmente “preparados para tudo”. Fidel Castro teria
escapado à ingestão de sorvete envenenado e hoje até seus
charutos, talheres e guardanapos são inspecionados
cotidianamente pela segurança... Nos idos dos anos 60, a
Extrema-Direita francesa, após sucessivas e espetaculares
tentativas frustradas, pretendeu eliminar o Presidente De
Gaulle envenenando as hóstias da igreja onde o chefe de
estado costumava comungar... Não faz muito tempo, na ex-
União Soviética, um alto-executivo foi vitimado por uma
elevada dose de exposição à radiação, resultante da
colocação de uma pequena quantidade de material
contaminado no punho do telefone de seu escritório.
Para nós, brasileiros, tais ações podem beirar à ficção
“Jamesbondiana”, mas não esqueçamos que, embora a
proteção de dignitários procure melhorar com o passar dos
anos, o problema é que normalmente aprendemos com
nossos próprios erros: existe uma forte tendência natural
(inclusive de parte das próprias autoridades protegidas) de
se menosprezar aquilo que não se vê, que “só muito
raramente acontece” ou que “só ocorre em outros países”, e
são justamente estas falhas as maiores responsáveis pelos
êxitos dos criminosos quando do cometimento de atentados.
O lado preocupante da “Globalização” para a segurança
de uma forma geral é que, aquilo que hoje acontece com
alguém no exterior, poderá ser repetido amanhã, contra
quem quer que estejamos protegendo no continente. Isso
sem falar da integração entre os grupos terroristas ou
revolucionários, bastante bem representado pela prisão
recente, na Colômbia, de militantes procurados do Exército
Republicano Irlandês. Na segurança, prioritariamente,
procuramos aprender com os erros dos outros! A
conscientização de que se trava uma batalha constante
contra um inimigo que vai tentar surpreender sempre deve
ser uma tônica; não só para os encarregados da segurança,
como também para aqueles a quem se destinam os
dispendiosos esquemas de proteção.
Estarão realmente bem protegidas as nossas
autoridades?
Hoje, telefones são clandestinamente grampeados,
conversas são gravadas sem a concordância dos
interlocutores, gabinetes são arrombados e documentos
importantes subtraídos ou copiados, sem que, em boa parte
das vezes, os encarregados da segurança sequer
houvessem aventado a hipótese de tal fato acontecer... A
experiência pessoal do autor demonstra que ainda não são
poucos os “profissionais” que erradamente imaginam que o
seu trabalho de segurança envolve apenas a escolta e em
casos extremos, a “farta distribuição” de sopapos e de tiros.
Nos dias de hoje, assaltos se processam impunemente
no interior de prédios públicos, invasões, depredações,
alarmes de bomba, explosões... e quem nos garante que
incidentes razoavelmente recentes e de repercussão
internacional como o do atirador no shopping-center paulista
ou ainda de uma tomada de reféns como a do "Ônibus 174"
no Rio de Janeiro, não poderiam reproduzir-se no interior de
um edifício público, de forma a vitimar alguma autoridade
política?
É inegável que o crime político vem crescendo em toda a
América Latina. Nos últimos anos, o histórico de vereadores,
prefeitos, deputados e até magistrados assassinados parece
falar por si.
Na Colômbia deparamo-nos com o sistemático sequestro
de políticos dos mais diversos níveis. O fato de que uma boa
parte dessas ocorrências possam estar ligadas às disputas
de poder (entre facções políticas) ou mesmo ao tráfico de
drogas, indica a necessidade de reforçar a segurança dos
dignitários.
O "Crime Organizado" dispõe do dinheiro suficiente para
assassinar quem quer que a eles se oponha. Exemplares de
artefatos explosivos, granadas, fuzis com miras telescópicas
ou de raios infravermelhos e até lançadores de foguetes
antitanque hoje estão disponíveis para bandidos comuns e
bem podem ser usados para propósitos terroristas.
O know-how disponível para o planejamento dessas
ações (principalmente no que se refira à eliminação física)
não deve ser menosprezado, ainda mais quando é sabido
que a criminalidade pode contar com a consultoria
especializada de maus policiais e maus militares, os quais,
conhecendo intimamente as técnicas e táticas dos
grupamentos de segurança, podem constituir-se em
oponentes formidáveis.
Quem pode pretender atentar contra a autoridade?
Antigos desafetos agindo pessoalmente
Um ex-correligionário ou ex-amigo pode tentar
aproximar-se do segurado a fim de agredi-lo verbal ou
fisicamente, valendo das mãos nuas, de armas brancas,que esteja
completamente isolado da realidade. O exemplo clássico
desse tipo de perpetrador de crises no Brasil é o daquele
desempregado que se apropriou de um avião da VARIG, em
Goiânia/GO, em novembro de 1988, exigindo que o piloto
lançasse o avião sobre o Palácio do Planalto, “para matar o
Presidente José Sarney”.
O terceiro e último tipo é o terrorista por motivação
política ou religiosa. Essa espécie de perpetrador é, de
longe, a que causa maior alarde. Basta acompanhar as
notícias internacionais para constatar as repercussões
causadas por esse tipo criminoso. No Brasil, esses
criminosos foram muito ativos durante o início da década de
70, no auge do governo militar, mas no cenário atual não se
tem registrado ocorrências dessa natureza.
A FASE DA CONFRONTAÇÃO
Segundo a doutrina de Gerenciamento de Crises, a fase
da confrontação sugere um tratamento de fenomenologia de
crise, oferecendo às agências policiais uma praxe que
contempla desde a antecipação e prevenção, até a resolução
de um evento crítico. Segundo o FBI, esse fenômeno
criminológico pode ser classificado em quatro fases
cronologicamente distintas, as quais ele denomina de fases
de confrontação. Essas fases são as seguintes:
- A pré-confrontação (ou preparo);
- A resposta imediata;
- O plano específico;
- A resolução.
A PRÉ-CONFRONTAÇÃO OU PREPARO
É a fase que antecede à eclosão de um evento crítico.
Durante a pré-confrontação o Departamento de Policia se
qualifica para responder assertivamente qualquer crise que
venha a ocorrer no âmbito de sua competência. Por
dedução, quanto mais preparada estiver uma organização
policial para o enfrentamento de crises, maiores serão as
possibilidades assertivas das ações.
Trabalha-se nessa fase a mudança da cultura
organizacional, de meramente reativa para uma postura
organizacional proativa. No que se refere a sua postura
diante dos eventos críticos, os departamentos policiais
costumam responder mediante duas abordagens básicas de
gerenciamento: a abordagem casuística e a abordagem
permanente ou de comissão.
A pré-confrontação pelo método casuístico consiste em
reagir aos eventos críticos mediante uma mobilização de
caso a caso, já a abordagem permanente ou de comissão
adota o protocolo de manter um grupo de policiais
previamente designados, para tão logo se identifique uma
crise possam ser acionados.
A experiência internacional, principalmente a
estadunidense tem provado que a abordagem casuística
com frequência apresenta problemas de entrosamento e
eficiência. O protocolo permanente ou de comissão, além de
facilitar o entrosamento entre os envolvidos na solução,
mostra-se eficiente na definição de responsabilidade de cada
um dos componentes do grupo de gerenciamento. Nessa
linha, sob o aspecto doutrinário, recomenda-se a todas as
instituições policiais que:
SEGURANÇA DE DIGNITÁRIOS
26MANUAL DE ESTUDOS CURSO OFICIAL MANUAL DE ESTUDOS CURSO OFICIAL
- Disponibilize um grupo designado para resposta a
crises, o qual será prontamente empregado tão logo ocorra
um evento crítico;
- Disponibilize, em seus quadros de pessoal, operadores
especialmente treinados para responder a crises;
- Disponibilize regularmente o treinamento desses
agentes policiais, para assegurar uma resposta aceitável
quando da ocorrência de crises.
Essa preparação deve abranger todos os escalões do
departamento policial, através de uma difusão sistemática
dos ensinamentos e dos princípios doutrinários inerentes ao
gerenciamento de crises, sem prejuízo de treinamento,
ensaios e exercícios simulados, proporcionando aos
discentes o desenvolvimento da capacidade de decisão sob
pressão, e que possibilitem o desenvolvimento de
habilidades em três níveis distintos, a saber, o individual, o
de grupo e o de sistema.
A fase da pré-confrontação, no entanto, não se resume
apenas a preparação da organização policial para o
enfrentamento das crises. Ela engloba também um trabalho
preventivo, que consiste em ações de antecipação e
prevenção. Ações de antecipação consistem na identificação
de ameaças específicas que apresentem potencial de crise e
a subsequente adoção de contramedidas que visem a
neutralizar, conter ou abortar tais eventos.
Um exemplo nesse sentido é o diretor de uma
penitenciária que tem conhecimento de que está em curso
um plano de motim, e de posse dessa informação
providencia junto à autoridade policial recursos para
neutralizar os planos dos presidiários, evitando assim uma
crise através da antecipação. Já as ações de prevenção são
mais genéricas, realizadas com o objetivo de evitar ou
dificultar a ocorrência de um evento crítico ainda não
identificado. Realiza-se a prevenção, sobretudo perante a
população em geral, quando se esclarece a respeito do
comportamento que deve adotar para evitar que seja vítima
de algum evento crítico, e caso seja, que consiga mitigar os
riscos inerentes.
No mesmo sentido, age também por prevenção, o diretor
de um presídio que determina inspeções periódicas nas
celas para localizar armas e instrumentos potenciais a ser
utilizados numa rebelião ou motim. Ainda na fase da pré-
confrontação é que são elaborados os planos de
contingência ou plano de segurança. O plano de
contingência constitui-se no documento o qual um
determinado departamento policial estabelece normas e
rotinas de caráter interno com a perspectiva de disciplinar o
Gerenciamento de Crises. É por meio desse plano que a
organização policial estabelece os seus princípios
doutrinários que deverão ser aplicados antes, durante e após
a ocorrência de um evento crítico.
Nessas ocorrências, o plano de contingência deve
estabelecer regras de preparação, treinamentos, ensaios e
requalificação para a fase da pré-confrontação. Nessas
hipóteses, de eclosão de uma crise, o plano deve prever
rotinas, estabelecer tarefas e definir responsabilidades, para
que a resposta imediata da polícia ocorra dentro de um
padrão de desempenho que facilite o imediato processo de
gerenciamento do evento.
ESTRUTURA DA EQUIPE DE RESPOSTA ÀS CRISES
Departamentos policiais podem ter diferentes estruturas
de equipe, dependendo de suas necessidades individuais,
mas alguns componentes básicos e universais da estrutura
da equipe de crise incluem os seguintes:
- O Comandante do Teatro de Operações ou da Cena de
Ação. Ele é a autoridade máxima para todas as ações no
local da crise, decidindo também a estratégia a ser utilizada
para a solução do evento crítico. Este profissional revisa e dá
a última palavra sobre todos os planos que terão impacto
sobre a área da crise, sob o constante crivo dos critérios de
ação - necessidade, aceitabilidade e validade do risco.
Também assegura uma coordenação com o seu substituto,
na execução das tarefas deste, quando necessário.
- O negociador, que naturalmente é a essência de uma
equipe de resposta a um evento crítico. O modelo preferido é
ter um negociador primário e um secundário ou negociadores
de backup. Os backups assumem o controle se o negociador
principal não conseguir estabelecer comunicação suficiente
com o perpetrador, se houver barreiras culturais ou
linguísticas envolvidas ou se o negociador principal precisar
de uma pausa após muitas horas de conversação.
- O chefe de equipe de inteligência. Sua principal
responsabilidade é coletar informações sobre o perpetrador e
as vítimas - incluindo membros da família, antecedentes
criminais e/ou mentais, de tratamento de saúde, local de
residência, identidade dos reféns e sua relação com o
sequestrador, e qualquer outra informação útil no
planejamento e execução da negociação. Por vezes esta
informação estará disponível, outras vezes não.
- Chefe de comunicações. Sua missão é manter contato
com todos os indivíduos e agências que são importantesna
gestão da crise, como serviços médicos de emergência e
combate a incêndios, energia elétrica local e empresas de
telefonia, agências de transporte público, empresas locais e
a mídia. Muitos departamentos têm um oficial de informação
pública que é encarregado do dever específico da
informação oportuna, precisa, e livre de boatos à mídia e ao
público em geral, sem comprometer a operação.
- A equipe tática. Consiste de uma Unidade de Armas e
Táticas Especiais (SWAT), na escola estadunidense de
polícia. No Brasil são comumente conhecidos como grupos
táticos, a exemplo dos COE, BOE, GATE, e as neofitas
ROMUs com excelente projeção entre as Unidades
Especializadas. Os atiradores de precisão, mais conhecidos
como snipers, integram a equipe tática na maioria dos
departamentos policiais. Os grupos táticos especializados
têm como objetivo fazer uma entrada forçada, se e quando
for determinado pelo comandante da cena, como um recurso
empregado quando as negociações falharam, e os reféns
estão em perigo iminente.
Finalmente, nos países desenvolvidos, muitas equipes
de resposta a crises incluem um psicólogo de equipe que
geralmente tem dois papéis principais:
(1) participação no desenvolvimento da equipe,
treinamento e seleção de pessoal;
(2) assistência operacional durante a crise, incluindo
monitoramento do progresso das negociações, perfil
psicológico de reféns e perpetradores, avaliação do nível de
risco e perigo, monitoramento do estado mental dos
negociadores e de outros funcionários presentes,
participação tanto no nível estratégico quanto no operacional,
debriefing de estresse de incidentes críticos após o incidente.
A RESPOSTA IMEDIATA
Superada a fase da pré-confrontação, a fase da resposta
imediata é aquela em que a organização policial reage ao
evento crítico. Em termos práticos, essa resposta ativa
consiste em se dirigir até o local da ocorrência e providenciar
para que a ação dos perpetradores da crise seja controlada,
o local seja isolado e as negociações sejam iniciadas.
Nesse estágio é que o departamento policial dará
mostras da sua eficiência e da sua capacidade para
administrar eventos críticos. Uma resposta imediata eficiente
logra quase que 60% do êxito da missão policial no
gerenciamento desse evento crítico. A primeira intervenção
eficaz tem provado que a maioria dos sucessos no
gerenciamento de crises ocorre em razão de respostas
imediatas eficientes, em que, principalmente, se atentou para
um perfeito isolamento do ponto crítico. No sentido oposto,
quando a resposta imediata é deficitária o insucesso tem alta
probabilidade.
SEGURANÇA DE DIGNITÁRIOS
27MANUAL DE ESTUDOS CURSO OFICIAL MANUAL DE ESTUDOS CURSO OFICIAL
Sinteticamente, as medidas imediatas devem
compreender as seguintes ações:
Conter a crise - evitar que a crise se alastre, ou seja,
impedir que os perpetradores aumentem o número de reféns,
amplifique a área sob seu domínio, conquistem posições
mais guarnecidas, tenham acesso a mais armamento, entre
outras.
A ação de isolar o ponto crítico, que progride quase que
ao mesmo tempo da contenção da crise, consiste em
delimitar o local da ocorrência, interrompendo todo e
qualquer contato dos tomadores de reféns (se houver) com o
mundo exterior. Essa ação tem como objetivo principal obter
o controle total da situação por parte da polícia, que passa a
ser o único veículo de comunicação entre os protagonistas
do evento e o mundo externo.
O isolamento do local conflagrado não se materializa
unicamente pela interrupção ou bloqueio das comunicações
telefônicas do ponto crítico com o mundo externo, mas
também pela implantação dos perímetros táticos, que serão
dois: o interno e o externo. Os perímetros táticos é um
assunto de relativa simplicidade, mas devido à sua enorme
importância para a disciplina de gerenciamento de crises,
merece e precisa ser destacado neste trabalho. A
experiência demonstra que quanto melhor for o isolamento
do ponto crítico, mais fácil se torna o trabalho do
gerenciamento da crise.
Durante a crise ocorrida na Penitenciária Central do
Estado do Paraná, em 1989, uma das ações assertivas foi o
perfeito isolamento do ponto crítico realizado pela PM/PR. A
imprensa e os curiosos ficaram afastados no mínimo a uns
quinhentos metros do local, o que possibilitou uma cômoda
atuação dos responsáveis pelo gerenciamento, livres que
estavam de qualquer interferência alheia.
Permitir a intromissão da mídia, dos curiosos e outras
pessoas não autorizadas no teatro de operação seria o
mesmo que admitir, numa sala de cirurgia onde se realiza
uma arriscada intervenção cirúrgica, a presença de um
bando de jornalistas e repórteres de televisão sem qualquer
assepsia ou preparo prévio. Firmado convicção do valor do
perímetro tático, cabe conceituar perímetro interno e externo.
O interno é um cordão de isolamento que contorna o ponto
crítico, formando o que se denomina de zona estéril. No seu
interior, somente devem permanecer os perpetradores, os
reféns (se houver) e os policiais especialmente designados -
e ninguém mais.
Já o perímetro tático externo é aquele destinado a formar
uma zona tampão entre o perímetro interno e o público. Nele
são estabelecidos o posto de comando (PC) do comandante
da cena de ação e o posto de comando tático (PCT), do
comandante do grupo tático especial (“SWAT”).
Iniciar as negociações - mesmo que a autoridade policial
que primeiro teve contato com a crise não seja o negociador
oficial, deve iniciar o processo. O ambiente de profunda
tensão e incerteza vivido pelos perpetradores do evento
crítico nos minutos iniciais pode desencadear um
comportamento nervoso e agressivo, que poderá não se
repetir no decorrer da crise, quando já tiver obtido o controle
da situação.
A praxe policial mostra que dados importantes são
fornecidos pelos próprios criminosos nesses momentos
iniciais de negociação, facilitando um posterior diagnóstico
da crise. É bom lembrar que toda a doutrina de
gerenciamento de crises repousa praticamente na
negociação.
AS AÇÕES OPERACIONAIS ESSENCIAIS
Quando a instituição policial toma conhecimento da crise
e reage a ela deve depois da resposta imediata, sintetizada
pelos três verbos, CONTER, ISOLAR e NEGOCIAR adotar
as seguintes providências:
- Verificar se a organização policial possui um plano de
contingência para eventos críticos e, se for o caso, acioná-lo;
- Estabeleça de imediato um perímetro de segurança ―
um perímetro é essencial, pois a ação estará neste local!
- Estabelecer e manter o posto de comando (PC) em
local seguro e próximo ao local conflagrado;
- Providenciar os especialistas (negociadores, técnicos
em explosivos, médicos, bombeiros, pessoal de
comunicação social, etc.);
- Estabelecer os responsáveis pelo patrulhamento
ostensivo dos perímetros táticos;
- Providenciar o posicionamento do Grupo Tático;
- Entrevistar pessoas que eventualmente escaparam do
ponto crítico.
- Iniciar as negociações, anotando as exigências dos
elementos envolvidos;
- Cientificar os escalões superiores e fornecer-lhes
relatórios periódicos;
- Estabelecer uma rede de comunicação que cubra toda
a cena do incidente;
- Racionar o contato dos causadores da crise com o
mundo exterior;
- Providenciar se for o caso, fotografias, diagramas ou
plantas do ponto crítico, para uso do pessoal do “Tático”,
caso este seja empregado;
- Designar eventual substituto para o negociador;
- Organizar escalas de pessoal, no caso de
prolongamento da crise, não se esquecendo de preparar
uma pessoa para substituí-lo no comando do teatro de
operação.
O PLANO ESPECÍFICO
Vencida a fase da resposta imediata, com a contenção, o
isolamento da ameaça e o início das negociações, sucede a
fase do plano específico, que é aquela em queo
comandante do teatro de operação procura elaborar uma
solução para o evento crítico.
Nesta fase, o papel das informações (inteligência) é
prestigioso.
As informações levantadas e devidamente analisadas é
que vão indicar qual a solução a ser adotada para a crise. Os
elementos essenciais de informações para subsidiar a
tomada de decisão nesse momento serão os seguintes:
- Perpetradores: quantos são? Quem são? Qual a
motivação, passado de crimes, qual a habilidade no
manuseio de armas, etc.?
- Reféns: quantos são? Qual a identificação,
nacionalidade, posição política ou social, estado de saúde
etc.?
- Armas: qual a quantidade, tipos, munição, explosivos?
Quais equipamentos de proteção, meios de comunicação
etc.?
Considerada as informações acima, o comandante do
Teatro de Operações deve diagnosticar a situação e
considerar as seguintes alternativas para a solução da crise:
- Tentar uma solução negociada;
- Exigir a rendição dos criminosos;
- Fazer emprego de agentes químicos;
- Neutralizar o perpetrador através do atirador de
precisão, (Sniper);
- Empregar o Grupo Tático.
A solução negociada caso conseguida, é a menos
traumatizante para os reféns e para o departamento policial.
Não raro, a solução negociada poderá representar a fuga
dos criminosos, com consentimento da própria polícia,
crentes na promessa de que os reféns serão soltos sem
nenhum dano.
Outras vezes a solução negociada poderá representar a
transferência da crise para outro local.
Exigir a rendição é uma possibilidade quando o
criminoso apresenta falta de coragem ou arrependimento por
seus atos, ou ainda, quando não tem nenhum refém. Nesse
último caso, não será necessário a entrada da polícia,
bastando aguardar-lhe a saída. Já o uso de agentes
químicos será uma opção quando se acredita que na
realidade o criminoso não executará os reféns, mas reagirá a
uma entrada da polícia.
SEGURANÇA DE DIGNITÁRIOS
28MANUAL DE ESTUDOS CURSO OFICIAL MANUAL DE ESTUDOS CURSO OFICIAL
O emprego do sniper só é viável quando esgotadas
todas as negociações possíveis, quando não houver acordo
com o perpetrador e houver iminente risco ou a indubitável
intenção de execução dos reféns.
No entanto, há que se considerar a possibilidade do
criminoso trocar de roupa com algum refém. Empregar o
grupo tático em regra é a opção que oferece alto risco para
os reféns, para os policiais e para os perpetradores.
A RESOLUÇÃO COM A EXECUÇÃO DO PLANO
ESPECÍFICO
A Resolução é a última fase do gerenciamento de uma
crise. É a fase em que se executa o plano específico. Trata-
se da fase mais preocupante da crise, sobretudo quando se
decide pela opção tática, com uso de força letal. Se fosse
possível estabelecer um gráfico do nível de risco de cada
evento crítico que ocorre, certamente se constataria que, se
analisado caso a caso, todos eles, sem exceção,
apresentariam em comum, dois momentos onde o nível de
perigo atinge a gradação mais elevada, qual seja: o início da
crise (os primeiros 15 e 45 minutos, onde se estabelece a
Síndrome de Estocolmo) e o seu final, a resolução.
Mesmo após a resolução da crise, ainda restará tarefas
para o gerenciador, quais sejam: recolher e devolver o
material emprestado, elaborar os relatórios, providenciar a
perícia no local conflagrado, avaliar de forma crítica os
resultados obtidos, e informar os resultados finais na
imprensa.
Plano de Resposta ao Risco
O plano de resposta ao risco é o processo de
desenvolvimento de opções e determinação das ações para
melhorar oportunidades e reduzir ameaças para os objetivos
do projeto.
Ele inclui a identificação e designação de indivíduos ou
partes, com a responsabilidade para cada acordo de
resposta ao risco. Este processo assegura que riscos
identificados são devidamente endereçados. A eficácia do
planejamento de resposta determinará diretamente se risco
do projeto cresce ou diminui. O plano de resposta ao risco
deve ser apropriado para a severidade do risco, estimando
um custo real, o tempo necessário para ser bem sucedido,
dentro de um contexto realístico, acordado por todas as
partes envolvidas e designado um responsável.
Frequentemente é requerida a seleção da melhor resposta
dentro das várias opções.
Técnicas e Ferramentas para o Plano de Resposta ao
Risco
Várias respostas estratégicas a risco são disponíveis. A
melhor estratégia deve ser selecionada para cada risco.
Então ações específicas devem ser desenvolvidas para
implementar esta estratégia. Podem ser selecionadas uma
estratégia principal e uma alternativa.
Evitar. Evitar o risco é mudar o plano de projeto para
eliminar o risco ou a condição ou para proteger os objetivos
do projeto destes impactos. Embora a equipe não possa
eliminar todos os eventos de risco, alguns riscos específicos
podem ser evitados.
Alguns eventos de risco que surgem cedo no projeto
podem ser evitados com requerimentos esclarecedores,
obtendo-se informações, melhorando a comunicação ou
consultando especialista. Reduzindo escopo para evitar
atividades de alto risco, acrescentando recursos ou tempo,
adotando uma abordagem familiar em vez de uma inovação,
ou evitando um fornecedor desconhecido podem ser
exemplos de evitar o risco.
Transferir. Transferir o risco é procurar mudar a
consequência de um risco para uma terceira parte junto com
a responsabilidade da resposta. Transferindo o risco
simplesmente daremos a outra parte a responsabilidade para
gerenciar isto; isto não o elimina.
Transferir a responsabilidade do risco é a mais eficaz
nas transações com risco de exposição financeira. Transferir
risco quase sempre envolve pagamentos de um valor para
que a terceira parte assuma este risco. Ele inclui o uso de
seguro, bônus de desempenho, garantias e comprovação.
Podem ser usados contratos para transferir responsabilidade
para riscos específicos para outra parte. O uso de contrato
de preço fixo pode transferir o risco para o fornecedor se o
design do projeto não sofrer modificação. Embora um
contrato de reembolso de custo deixe o risco mais com o
cliente ou patrocinador, ele pode auxiliar a redução do custo
se existir mudanças no meio do projeto.
Mitigar. A mitigação procura reduzir a probabilidade e/ou
consequências de um evento de risco de adverso para um
aceitável. Tomar ações cedo para reduzir a probabilidade de
uma ocorrência ou impacto no projeto é mais eficaz que
tentar reparar as consequências depois de ocorrido. A
mitigação de custos devem ser apropriadas, dando a
provável probabilidade do risco e suas consequências.
A mitigação de risco pode tomar a forma de
implementação de um novo curso de ação que reduzirá o
problema—ex.: adotando processos menos complexos,
conduzindo mais testes sísmico ou de engenharia, ou
escolhendo fornecedor mais estável.
Ele pode envolver condições de mudanças em que a
probabilidade de ocorrência de risco seja reduzida—ex.
adicionando recursos ou tempo no cronograma. Ele pode
requer o desenvolvimento de protótipo com escala menor
para reduzir o risco.
Aonde não é possível reduzir a probabilidade, a
mitigação da resposta pode endereçar o impacto do risco
para determinar a severidade. Por exemplo, desenhando
redundâncias no subsistema pode reduzir o impacto que
resultem de falhas de um componente original.
Aceitar. Esta técnica indica que a equipe do projeto
decidiu não trocar o plano do projeto para negociar com um
risco ou não é possível fazer algo para identificar alguma
outra estratégia de resposta apropriada. A aceitação ativa
pode incluir desenvolver um plano de contingência para
executar quando ocorrer um risco. A aceitação passiva não
requer ação, deixando a equipe de projeto fazer um arranjo
quando o risco ocorrer.
Um plano de contingência é aplicado parariscos
identificados que surjam duarante o projeto. Desenvolvendo
um plano de contingência antecipadamente pode-se reduzir
enormemente o custo de uma ação quando ocorrer o risco.
Detonadores de risco, assim como ausência de milestones
intermediários, devem ser definidos e acompanhados. Um
plano de retrocedimento é desenvolvido se o risco tem um
alto impacto, ou se a estratégia selecionada não for
totalmente eficaz. Este pode incluir alocação de uma quantia
de contingência, opções de desenvolvimento alternativos, ou
mudanças no escopo do projeto. A mais comum resposta de
aceite do risco é estabelecer uma ajuda de custo de
contingência ou reserva, incluindo quantidades de tempo,
dinheiro, ou recursos para cobrir o risco. A ajuda de custo
deve ser determinada pelo impacto computado em um nível
de exposição de risco aceitável, para o risco que tem de ser
aceito.
Comunicação de Risco
Toda comunicação tem como finalidades básicas
entender o mundo, relacionar-se com os outros e transformar
a si mesmo e a realidade (SILVA, 2006).
A comunicação de riscos não é um conjunto de técnicas
voltadas a informar sobre a possibilidade de danos
decorrentes da interação com determinados perigos, mas é
parte integrante e estratégica do processo de gestão de
riscos, responsável por integrar e informar aos colaboradores
e partes interessadas, maneiras e procedimentos de como
agir perante ameaças, para que essas partes não somente
compreendam as iniciativas e os processos de decisão
tomados pelas organizações para gerenciar seus riscos, mas
também para promover e desenvolver a percepção a
respeito dos perigos e riscos decorrentes da natureza da
atividade desenvolvida (RINALDI e BARREIROS, 2007).
SEGURANÇA DE DIGNITÁRIOS
29MANUAL DE ESTUDOS CURSO OFICIAL MANUAL DE ESTUDOS CURSO OFICIAL
Ao tratar a comunicação entre o profissional e o
paciente, o profissional da área de saúde tem a saúde como
base de seu trabalho nas relações humanas e, portanto, tem
como função decifrar, decodificar e perceber a mensagem
que o “paciente” envia, de modo a ajudá-lo a conceituar seus
problemas, enfrentá-los e visualizar a sua participação na
resolução dos mesmos. Assim, partindo dessas afirmativas,
se a vigilância sanitária é área da saúde, se o risco sanitário
é o problema a ser enfrentado e se o “paciente” da vigilância
sanitária é o cidadão, para uma comunicação de risco
efetiva, o profissional de vigilância sanitária tem a função de
perceber as mensagens que o cidadão usuário é capaz de
compreender sobre o risco e, assim, poder influir nas
mudanças de comportamento que levarão à mitigação
desses riscos, prevenção de danos e proteção à saúde
(SILVA, 2006). Identificação de risco, comunicação de risco e
percepção de risco.
A percepção de riscos é a habilidade de interpretar uma
situação de potencial dano à saúde ou à vida da pessoa ou
de terceiros, baseada em experiências anteriores e sua
extrapolação para o momento futuro, habilidade esta que
varia de uma vaga opinião a uma firme convicção”
(WIDEMANN, 1993). A avaliação e comunicação de riscos
passa, portanto, pela percepção.
O Funcionamento do Posto de Comando
Os PC [postos de comando] são instalações que incluem
pessoal, equipamentos, sistemas de informação e redes,
guiados por processos e procedimentos que auxiliam os
comandantes no exercício do Comando de Missão. Os
comandantes empregam PC para ajudar a controlar as
operações por meio da continuidade, planejamento,
coordenação e sincronização das funções de combate.
Em meio a situações de crise e emergência, a
capacidade de coordenação, comunicação e tomada de
decisões rápidas e eficazes é crucial para garantir uma
resposta eficiente e organizada. Nesse contexto, o posto de
comando emerge como o epicentro operacional, o centro
nervoso a partir do qual são coordenadas todas as atividades
de resposta e gerenciamento de crises.
O posto de comando é mais do que um simples local
físico; é um sistema complexo e integrado de pessoas,
tecnologia e processos, projetado para facilitar a
coordenação e o controle de uma resposta a emergências.
Em sua essência, o posto de comando é onde os líderes e
especialistas se reúnem para analisar a situação, tomar
decisões estratégicas e coordenar ações para lidar com a
crise em questão.
A localização física do posto de comando é
estrategicamente escolhida para oferecer acesso rápido e
fácil a todas as partes envolvidas na resposta a
emergências. Pode ser estabelecido em instalações
permanentes, como quartéis de bombeiros, delegacias de
polícia ou centros de operações de emergência, ou pode ser
configurado temporariamente em locais móveis, como
veículos de comando ou trailers especialmente equipados.
No entanto, mais importante do que o local físico é a
infraestrutura e os recursos disponíveis dentro do posto de
comando. Isso inclui sistemas de comunicação avançados,
como telefones, rádios, sistemas de vídeo e computadores,
que permitem uma troca rápida e eficaz de informações entre
todos os envolvidos na resposta a emergências.
Além disso, o posto de comando é equipado com
ferramentas de análise de situação e visualização de dados,
que permitem aos líderes e especialistas acompanhar o
desenvolvimento da crise em tempo real e tomar decisões
informadas com base em informações atualizadas.
No nível humano, o posto de comando é ocupado por uma
equipe multidisciplinar de líderes e especialistas, cada um com
papéis e responsabilidades específicos. Isso pode incluir
representantes de agências governamentais, serviços de
emergência, organizações não governamentais, empresas
privadas e voluntários, todos trabalhando juntos em prol de um
objetivo comum: proteger vidas e minimizar danos.
ESPAÇO RESERVADO PARA ANOTAÇÕES
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SEGURANÇA DE DIGNITÁRIOS
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ESPAÇO RESERVADO PARA ANOTAÇÕES
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ESPAÇO RESERVADO PARA ANOTAÇÕES
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________________________________________armas de fogo ou qualquer recurso que a sua qualificação
pessoal ou profissional permita empenhar contra nosso
protegido.
Em tal situação, que uma equipe de segurança bem
estruturada poderá enfrentar com sucesso, a segurança
deverá ter conhecimento prévio da existência do referido
desafeto, identificar-lhe as feições, e salvo em casos
especialíssimos (como se por exemplo o antagonista for um
exímio atirador ou um especialista em explosivos), apenas
lhe caberá impedir que o referido cidadão possa te acesso
ao dignitário.
SEGURANÇA DE DIGNITÁRIOS
5MANUAL DE ESTUDOS CURSO OFICIAL MANUAL DE ESTUDOS CURSO OFICIAL
Durante o desfile em carro aberto na posse do
Presidente Lula em Brasília (Janeiro de 2003), a segurança
presidencial vivenciou momentos difíceis quando um
professor lançou-se sobre o carro do dignitário abraçando-o
de forma acalorada. A imagem marcante foi mostrada por
todos os órgãos de mídia e dá arrepios imaginar o que teria
ocorrido se, aquele homem anônimo e decidido, que tão
rápida e inesperadamente saiu do meio da multidão e pulou
no pescoço do presidente, acreditasse que tinha um
encontro com o destino e pretendesse matar Luiz Inácio Lula
da Silva.
Criminosos comuns
Embora se possa estranhar a inclusão desse grupo
adverso, vale lembrar que diversas autoridades,
notadamente em horários de folga ou em seus
deslocamentos, já foram alvo de roubos ou furtos e que tais
ocorrências - que bem poderiam ser dissuadidas pela efetiva
presença ostensiva dos agentes de segurança - acabam por
desmoralizar, tanto a autoridade, quanto aqueles que se
dedicavam a protegê-la. Também são notórias algumas
ocorrências no Brasil, nas quais, motoristas e agentes de
segurança relaxados em face dos riscos cotidianos,
esperando por seus protegidos no interior de seus veículos,
foram surpreendidos por criminosos comuns que sequer
sabiam quem estavam abordando, chegando mesmo a
perder suas armas de forma extremamente humilhante.
Matadores profissionais, “pistoleiros” ou
“assassinos de aluguel”
Profissionais do extermínio, normalmente agem de forma
seletiva, focando apenas seus alvos especificamente.
Estudam pormenorizadamente seus alvos, anotam seus
hábitos e rotinas, a segurança que os cerca, planejam suas
ações de forma poderem efetuar o atentado com êxito sem
se exporem à possibilidade de captura. Variando em direta
relação com a importância de seus alvos (e também da
segurança que os protege) podem empregar meios
tecnologicamente caros e sofisticados como armas longas
com lunetas, miras infravermelhas, lançadores de foguetes,
venenos, substâncias radioativas, artefatos explosivos
disfarçados etc.
Crime Organizado
Trata-se de organizações criminosas e como tal dispõe
de recursos financeiros de grande monta, permitindo custear
atentados que podem ser elaborados e dispendiosos. Os
“modus-operandi” variam desde as ações perpetradas por
numerosos grupos armados (no estilo “Bonde”, como são
chamados os comboios do tráfico carioca), às ações com
atiradores de longo alcance da Máfia e as bombas dos
cartéis colombianos.
Loucos ou psicopatas
Embora as ações desses grupos variem desde a simples
agressão física de mãos nuas às facadas e tiros à queima
roupa, o principal risco repousa na absoluta imprevisibilidade
de suas ações.
Não se pode estimar quem poderá atentar, onde agirá,
quando e por quais meios, gerando uma indefinição
extremamente perigosa para a segurança. Embora alguns
desequilibrados mentais possam ser facilmente identificáveis
(e por conseguinte previsíveis, como o inofensivo
“Beijoqueiro”, que se notabilizou por oscular personalidades
como o cantor Frank Sinatra, o Papa João Paulo II e
inúmeras outras celebridades) outros, dos quais ninguém
desconfiaria, “a priori”, já provaram ser capazes de disparar
contra presidentes ou celebridades.
Partidos, agremiações ou grupos políticos de
oposição
Na América Latina vem sendo extremamente comum o
recurso do assassinato político de juízes, prefeitos,
vereadores, deputados e até senadores. Para prevenir tais
ações é extremamente importante avaliar as implicações da
vida política do segurado, buscando a identificação e
conhecimento da personalidade de seus adversários, bem
como de seu histórico de conduta e amizades. Por mais que
tal prática venha a encontrar opositores no âmbito da nossa
romântica sociedade civil, se deve investigar a ação de
pessoas ou grupos de tendência política contrária, que
possam intentar contra a autoridade protegida. As
informações oriundas dos levantamentos de inteligência são
o alicerce do planejamento de uma segurança de dignitários.
É extremamente difícil proteger contra complôs, os quais
normalmente contam com a colaboração de pessoas
próximas ao protegido.
Organizações Terroristas
No âmbito dos grupos realizadores de atentados, as
organizações terroristas são adversários prioritários das
equipes encarregadas da proteção de altas autoridades.
Normalmente tais organizações são objeto da vigilância
constante dos órgãos de inteligência nacionais, os quais
procuram munir os setores de segurança dos respectivos
dignitários, de todos os indícios e informações disponíveis
sobre possíveis ações adversas. Dispondo de recursos
técnicos e de integrantes treinados e extremamente
motivados as organizações terroristas são uma ameaça que
vem requerer da segurança planejamentos elaborados e
esquemas dispendiosíssimos para proporcionar mínimas
garantias aos segurados.
Organizações não-Governamentais
Tratam-se de entidades legalmente estabelecidas, que
contam com uma grande disponibilidade de recursos
financeiros, bem como uma grande militância transnacional.
O fato de que, normalmente, não se envolveriam em
ocorrências ilegais ou violentas, não as exime de intentar
ações de desmoralização contra dignitários que contrariem
seus princípios.
Serviços Secretos ou agências de inteligência agindo
a mando de um governo ou não (CIA, MI-6, KGB, SNI,
etc.):
Certamente todo mundo já deve ter ouvido histórias
sobre complôs de órgãos de inteligência para desmoralizar,
destituir ou eliminar este ou aquele dignitário.
Não faltam histórias nesse sentido e muitas delas tem
realmente um fundo de verdade, embora as ações de órgãos
de inteligência costumem ser cercadas de uma aura de
sigilo. O falecido rei Hussein da Jordânia quando, em suas
memórias, citou nada menos que treze atentados contra sua
vida, a maioria deles tramada pelo serviço secreto egípcio do
então presidente Nasser.
A tarefa dos seguranças pessoais não se constitui em
algo fácil: estar permanentemente a postos para um combate
que não tem dia e nem hora para acontecer vem a exigir
profissionais técnicos, atentos e disciplinados, que jamais
subestimem a capacidade de seus adversários.
Os agressores sempre tem a vantagem da escolha do
local do atentado e o perfeito reconhecimento desse local;
tem todo tempo para o planejamento da ação, cabendo a
eles a iniciativa de onde e quando atacar o dignitário.
O treinamento dos agentes de segurança deve merecer
muita atenção e ainda que sabidamente dispendioso, deverá
ser constante na medida que se espera dos homens uma
atuação de fato! Planos e procedimentos para fazer frente à
cada situação de perigo devem ser estabelecidos, instruídos
aos seguranças e seguidos à risca, sobretudo no que tange
à segurança física de instalações como os tribunais, as
casas legislativas, gabinetes e residências dos protegidos.
Os esquemas de segurança devem ser cercados de
sigilo. Os verdadeiros profissionais da segurança não devem
demonstrar propensão por dar entrevistas ou ver sua foto
exibida nos jornais e revistas. Da mesma forma, a autoridade
deve escusar-se de falar sobre o seu próprio esquema de
proteção.SEGURANÇA DE DIGNITÁRIOS
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O trabalho de criminosos ou terroristas, quando do
planejamento de um atentado, não deve ser facilitado pela
exposição, na mídia, de detalhes sobre a segurança que
cerca a personalidade pública.
A verdadeira segurança não se improvisa! Prevenção é a
chave do trabalho a ser desenvolvido e a segurança deve
antecipar-se aos problemas. A segurança de dignitários
existe para evitar problemas, contrariedades e atentados; e
só travará combate se tal contingência for inevitável. Na
medida do possível tudo deve ser previsto... Num trabalho de
segurança verdadeiramente profissional, a improvisação é
exceção, nunca a regra.
As autoridades devem se conscientizar da necessidade
de cooperarem com os responsáveis pela sua proteção,
confiar e valorizar seu trabalho, modificando seus hábitos e
rotinas em função do aconselhamento de sua segurança.
O OBJETO E O MODUS OPERANDI
A segurança das pessoas pode ser geral ou institucional.
Geral ou institucional, a operação da segurança das pessoas
pode ser desencadeada:
De forma CARACTERIZADA, quando os agentes atuam,
ostensiva ou veladamente, com envolvimento direto nas
ações ou reações desencadeadas.
Atuando veladamente, seus agentes operam não
uniformizados e com bastante discrição, embora sem ocultar
completamente sua condição de profissionais de segurança.
De forma DESCARACTERIZADA, quando os agentes
atuam secretamente e, em princípio, não se envolvem
diretamente nas ações.
Operando de forma descaracterizada, os agentes
ocultam completamente essa sua condição e atuam
secretamente direcionados para a prevenção, evitando, salvo
em situações extremas, o envolvimento direto em ações ou
reações, tendo em vista manterem-se incólumes.
Agem como elementos de apoio, exatamente onde,
como e quando os agentes ostensivos ou velados estão
impedidos de agir.
Esta exposição sobre a Segurança das Pessoas tornou
evidente a existência de dois universos distintos, mas
expressivamente interrelacionados
- O ambiente privado dos indivíduos ou grupos
(segurança VIP) e
- O ambiente corporativo das empresas (Segurança da
gestão das Pessoas).
Tornou evidente, ainda, que tanto em um quanto no
outro o modus operandi É O MESMO, ou seja:
Opera-se a segurança atuando de forma caracterizada,
agindo velada ou ostensivamente, ou de forma
descaracterizada, agindo secretamente, sempre observando
os mesmos fundamentos técnicos e operacionais.
ANÁLISE DE RISCOS: RISCOS, AMEAÇAS, DANOS E
PERDAS; DIAGNÓSTICO; APLICAÇÃO DE MÉTODOS
Risco é um evento hipotético, cuja ocorrência pode afetar
de forma positiva ou negativa uma organização. Ele possui
chance de ocorrência futura que não é nula e apresenta
impacto ou oportunidade significante.
Em segurança, consideramos risco todo evento capaz de
produzir perdas ou danos, seja de ordem humana
(vidas/integridade física) ou patrimonial (bens tangíveis e
intangíveis).
A análise de risco visa detectar todos os riscos aos quais
o dignitário, sua família e empresa estão sujeitos. Após a
detecção, os riscos precisam ser classificados de acordo
com a probabilidade de acontecimento. Nesta classificação é
necessário que conste o grau de risco/gravidade e seus
efeitos/consequências/danos humanos, materiais ou
financeiros (valor do prejuízo, transtornos e possibilidade de
recuperação do patrimônio ou de contornar a situação).
Com estes dados em mãos, adotam-se as medidas
preventivas necessárias (elaboração de normas, projetos e
sistemas de segurança, plano de contingência para cada
risco, adoção de barreiras físicas e eletrônicas de segurança,
equipe de vigilância, monitoramento, etc.)
Os riscos podem ser: provenientes de atos humanos
(criminosos ou não); procedentes de acidentes; oriundos de
catástrofes naturais; causados por mudança política ou ainda
gerados por imprevistos, falhas técnicas ou mecânicas.
Risco é definido como sendo as condições ou fatos
significativos que podem criar uma situação de
impossibilidade para se conseguir os objetivos estabelecidos.
Já ao que se refere à analise de riscos em relação à
segurança, pode-se afirmar que riscos e ameaças são
variáveis com probabilidade de ocorrência e com
potencialidade para causar dano.
O Dano e Perda não devem ser confundidos, pois não
são sinônimos, dano é gênero do qual são espécies o dano
potencial e o dano real, enquanto que perda é a
consequência. É de grande complexidade a análise de risco,
pois envolve fatores subjetivos, como o julgamento de quem
o avalia, a influência do momento e a incerteza do que pode
nos trazer o futuro. Mas mesmo assim, a estimativa de quem
se analisa o risco é de grande valia e acaba subsidiando o
planejamento e direcionamento das ações no trabalho de
segurança. De certa forma, a percepção sobre perigos, é em
grande parte, pouco tem relação com as referências e os
dados coletados sobre o problema.
A possibilidade sem e ter o dano é normalmente menor
do que a imaginação das pessoas ao tomarem as decisões.
Mesmo tendo chance real de existirem situações de perigo, o
risco é antes de tudo uma percepção individual e uma
construção mental. Quanto maior a percepção de risco,
maior a predisposição para a ação cautelosa. Gerenciar o
risco é reconhecer que existe alguma previsibilidade e
defesa contra imprevistos. Se alguns eventos são
previsíveis, eles podem ser submetidos a cálculo de risco.
Desta forma, o risco se calcula, e não pode ser ignorado.
A doutrina especializada conceitua o que é um risco,
desta forma pode-se afirmar que é um contexto que inclui as
ameaças, vulnerabilidades e o valor a proteger. Já a análise
de risco é o processo de avaliar em que medida é que um
certo contexto é ou não aceitável para uma organização.
O diagnóstico da análise de riscos é um levantamento
com o objetivo de se identificar e definir os riscos a que uma
instituição está sujeita e no qual se estabelecem graus de
criticidade, sendo classificados como:
- graves apenas as ameaças que causam paralisação
das atividades institucionais;
- leves os que causam redução temporária (de uma a
duas horas) das atividades institucionais;
Os riscos podem ser classificados como:
- Risco de serviço: São todos os fatos que contrariam as
normas de segurança da empresa (ocorrências).
- Risco de estrutura: São todas as falhas e defeitos
encontrados pelos vigilantes, durante as rondas, na estrutura
de segurança estática da empresa.
É o resultado de combinações referentes à localização,
estabelecimento, características dos empregados, qualidade
do treinamento e da supervisão, que podem causar algum
dano.
Este é o fator aleatório que não pode ser totalmente
previsto, portanto é a parcela de perigo ou dano que pode
decorrer de um empreendimento, capaz de anular as
vantagens obtidas com suas realizações.
A análise de risco é o alicerce básico para o
planejamento da segurança e implica inicialmente na
identificação dos perigos, nos motivos destes existirem e em
quais condições podem ser concretizados.
É com base nesta análise que as decisões de caráter
preventivo ou contingencial são tomadas, uma vez que esta
avaliação, que inclui o ambiente interno e o cenário externo,
fornece dados bastante completos e estima as
probabilidades de os eventos ocorrerem. Já a ameaça é a
identificação da matriz do risco.
SEGURANÇA DE DIGNITÁRIOS
7MANUAL DE ESTUDOS CURSO OFICIAL MANUAL DE ESTUDOS CURSO OFICIAL
O diagnóstico da análise de riscos é um levantamento
com objetivo de se identificar e com base nisto definir os
riscos a que uma instituição está sujeita. Classifica-seos
riscos como:
- graves apenas as ameaças que causam paralisação
das atividades institucionais;
- leves os que causam redução temporária (de uma a
duas horas) das atividades institucionais;
O grau de risco é o resultado da análise de risco, com
prioridade para a quantificação de fórmula matemática, todas
as ameaças em vigor e potenciais.
Já o grau de sensibilidade é o fator usado para priorizar
recursos corporativos em caso de comparação do grau de
risco entre varias instalações, é a probabilidade do
patrimônio sujeitar-se a fatores que venham colocar em
perigo, gerar perda ou dano aos ativos, comprometendo a
continuidade das atividades da corporação,
consequentemente do lucro.
Risco de Segurança
Um risco de segurança é um evento possível e
potencialmente danoso a uma organização, isto é, um evento
hipotético, que possui chance de ocorrência futura que não é
nula e que apresenta impacto negativo significante. Sem
chance de ocorrência futura, um evento hipotético não se
configura como risco. Sem impacto negativo significante, um
evento hipotético não se configura como risco.
É também importante destacar que, mesmo que um
evento futuro negativo tenha 50% de chance de ocorrer e
impacto negativo valorado, haverá sempre uma incerteza
associada a tal estimativa. Isto é, podemos ter baixa, média
ou alta confiança de que o evento tem 50% de chance de
ocorrer, bem como podemos ter baixa, média ou alta
confiança de que o impacto negativo real será do valor que
estimamos. Dessa forma, um risco poderia, de modo
abstrato, ser obtido pela fórmula abaixo: Risco de Segurança
= Chance de ocorrência * Impacto negativo estimado *
Incerteza relacionada com as medidas.
Cenário de Incidentes de Segurança
A descrição fictícia e textualmente enriquecida de um
conjunto de incidentes que podem potencialmente ocorrer
com uma organização é chamada de “cenário de incidentes”.
O conjunto de cenários de incidentes é uma forma
empregada para facilitar a compreensão do perfil de riscos
de uma organização. A partir do cenário de incidentes podem
ser construídos vários riscos.
Redução do Risco
A redução gerenciada de um risco é obtida por meio da
introdução de controles, produzindo um novo tipo de risco,
chamado de “risco residual”. De forma abstrata, poderíamos
expressar a redução do risco, ou risco residual, por meio de
uma fórmula como a seguir: Risco residual = Risco original /
Controles de Segurança
Análise de Ameaças
Uma fonte de ameaças é um agente ou condição que
exercita ameaças. Ameaças podem ter como fonte seres
humanos e o ambiente, sendo que seres humanos podem
agir deliberadamente ou acidentalmente. Desta forma,
quanto à origem, as ameaças podem ser classificada em:
a. humanas deliberadas (D);
b. humanas acidentais (A); e
c. ambientais (E - Environmental)
As ameaças também podem ser organizadas quanto ao
tipo:
a. [Dano físico] Incidente com equipamento, instalação,
mídia ou substância que foi comprometido;
b. [Eventos naturais] Incidentes com fontes de água, do
solo e subsolo ou do ar;
c. [Paralisação de serviços essenciais] Incidentes em
serviço de energia elétrica, água encanada, esgoto,
condicionamento de ar etc;
d. [Distúrbio causado por radiação] Incidentes causados
por radiação térmica ou eletromagnética;
e. [Comprometimento da informação] Interceptação,
destruição, furto, cópia indevida, adulteração de hardware ou
software;
f. [Falhas técnicas] Falha, defeito, saturação ou violação
das condições de uso de equipamento de informática;
g. [Ações não autorizadas] Uso, cópia ou processamento
ilegal de dados;
h. [Comprometimento de funções] Erro em uso, abuso de
direitos, forjamento de direitos, repúdio de ações,
indisponibilidade de pessoas.
Diagnóstico:
Identificação de Ativos Críticos: Identificação dos
ativos, recursos e processos críticos para as operações e
objetivos da organização que estão em risco.
Análise de Vulnerabilidades: Avaliação das
vulnerabilidades existentes nos ativos e processos
identificados, incluindo falhas de segurança, deficiências
operacionais e fragilidades estruturais.
Avaliação de Impacto: Estimativa do potencial impacto
negativo de um evento de risco na organização,
considerando aspectos financeiros, operacionais,
reputacionais e de segurança.
Identificação de Ameaças e Riscos: Identificação das
ameaças potenciais que podem afetar os ativos críticos e a
probabilidade de sua ocorrência.
Aplicação de Métodos:
Análise Qualitativa de Riscos: Utilização de técnicas
qualitativas, como matrizes de risco e avaliação de cenários,
para classificar os riscos com base em sua probabilidade e
impacto, identificando os mais críticos.
Análise Quantitativa de Riscos: Utilização de métodos
quantitativos, como modelagem estatística e simulações,
para quantificar o impacto financeiro dos riscos e calcular a
probabilidade de perdas.
Mapeamento de Riscos: Representação visual dos
riscos identificados em um mapa de riscos, que destaca as
relações entre ameaças, vulnerabilidades, impactos e
medidas de mitigação.
Desenvolvimento de Planos de Mitigação:
Desenvolvimento de estratégias e planos para mitigar os
riscos identificados, incluindo medidas preventivas, planos de
contingência e planos de recuperação de desastres.
Monitoramento e Revisão Contínuos: Estabelecimento
de um processo contínuo de monitoramento e revisão dos
riscos, garantindo que novas ameaças sejam identificadas e
que as medidas de mitigação sejam atualizadas conforme
necessário.
PLANEJAMENTO DE CONTINGÊNCIAS: NECESSIDADE;
PLANEJAMENTO; COMPONENTES DO
PLANEJAMENTO; MANEJO DE EMERGÊNCIA;
GERENCIAMENTO DE CRISES;
PROCEDIMENTOS EMERGENCIAIS
Um Plano de Contingência é um conjunto de
procedimentos e estratégias elaborados com antecedência
para lidar com situações adversas, emergências ou crises
que possam surgir e afetar as operações normais de uma
organização. Ele é projetado para garantir respostas de
forma rápida, eficaz e organizada a eventos imprevistos,
minimizando os impactos negativos e ajudando a restaurar a
anormalidade o mais rápido possível.
O Plano de Contingência é um planejamento preventivo
para atuar durante um evento que afete as rotina e
atividades normais de uma organização. Visa prover a
empresa de procedimentos e responsabilidades, com
objetivos de orientar as ações durante um evento indesejado,
de forma que o mesmo afete o menos possível o
funcionamento normal da organização.
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8MANUAL DE ESTUDOS CURSO OFICIAL MANUAL DE ESTUDOS CURSO OFICIAL
É uma ferramenta fundamental para o tratamento de
riscos de uma organização, assegurando sua resiliência e
capacidade de resposta diante de eventos imprevistos que
possam surgir no ambiente empresarial.
Objetivos do Plano de um Plano de Contingência
A seguir os principais objetivos de um Plano de
Contingência:
Garantir a Continuidade dos Negócios: Um dos
principais objetivos é assegurar que a organização possa
manter suas operações críticas mesmo diante de eventos
imprevistos.
Proteger Ativos e Recursos: O plano visa proteger os
ativos físicos, financeiros e de informação da organização,
bem como seus recursos humanos.
Cumprir Requisitos Regulatórios: Muitas organizações
são obrigadas por lei ou regulamentos a terem planos de
contingência em vigor, especialmente em setores críticos
como saúde, segurança pública, energia e serviços
financeiros.
Facilitar uma Resposta Coordenada: O plano busca
estabelecer uma estrutura organizacional clara e
procedimentos definidos para coordenar e gerenciar a
resposta da organização a uma crise.
Preservar a Reputação e a Confiança: Um objetivo
crucial é proteger a reputação e a imagem da organização
perante seus stakeholders, incluindoclientes, fornecedores,
investidores e o público em geral.
Importância do Plano de Contingência
O planejamento de contingência é de suma importância
para qualquer organização, independentemente do seu
tamanho ou setor de atuação. Ele desempenha um papel
crucial na proteção dos ativos, na segurança dos
funcionários e na continuidade das operações,
especialmente diante de eventos imprevistos ou crises.
A seguir algumas das principais razões pelas quais o
planejamento de contingência é importante:
Continuidade dos Negócios: Garante que a
organização possa continuar suas operações mesmo diante
de eventos adversos.
Redução de Danos: Minimiza os impactos negativos em
pessoas, propriedades, ativos e reputação da empresa.
Segurança dos Funcionários: Protege os
colaboradores da empresa, oferecendo diretrizes claras
sobre como agir em situações de emergência.
Cumprimento de Regulamentações: Em muitos casos,
as organizações são obrigadas por lei ou regulamentos a
terem planos de contingência, especialmente em setores
críticos como saúde, segurança, energia, entre outros.
Confiabilidade e Reputação: Mostra aos clientes,
fornecedores e partes interessadas que a empresa está
preparada para lidar com situações desafiadoras,
aumentando a confiança e a reputação no mercado.
Em resumo, um Plano de Contingência é uma
ferramenta fundamental para a gestão de riscos de uma
organização, assegurando sua resiliência e capacidade de
resposta diante de eventos imprevistos que possam surgir no
ambiente empresarial.
O que deve conter um Plano de Contingência?
Um plano de contingência abrangente deve conter uma
série de elementos essenciais para garantir que uma
organização esteja preparada para lidar com uma variedade
de situações adversas. A seguir alguns dos principais
componentes de plano de contingência:
Introdução e Objetivos: Uma visão geral do plano,
explicando seu propósito, escopo e os objetivos a serem
alcançados. Isso estabelece o contexto para o restante do
documento.
Equipe de Gerenciamento de Crises: Lista das
pessoas chave que serão responsáveis por liderar e
coordenar as atividades durante uma situação de
emergência. Isso inclui líderes de equipe, contatos de
emergência e suas responsabilidades específicas.
Avaliação de Riscos: Uma análise detalhada dos riscos
potenciais que a organização enfrenta, categorizando-os por
tipo e avaliando sua probabilidade e impacto.
Estratégias de Mitigação e Prevenção: Descrição das
medidas preventivas e proativas que a organização irá
implementar para reduzir a probabilidade de ocorrência de
eventos adversos.
Plano de Resposta: O cerne do plano, detalhando
passo a passo as ações a serem tomadas em resposta a
cada tipo de situação de emergência identificada.
Recursos Necessários: Lista de recursos necessários
para implementar o plano de contingência.
Protocolos de Comunicação de
Emergência: Protocolos e procedimentos detalhados para
garantir uma comunicação clara e eficaz durante uma crise.
Necessidade:
Antecipação de Riscos: O planejamento de
contingências permite que uma organização identifique
antecipadamente os riscos potenciais que podem afetar suas
operações e desenvolva planos para lidar com esses
cenários.
Resposta Rápida: Ter planos de contingência pré-
determinados permite uma resposta rápida e eficaz a
situações de emergência, minimizando o impacto negativo e
facilitando a recuperação.
Redução de Danos: Os planos de contingência ajudam
a reduzir os danos causados por eventos adversos,
protegendo os funcionários, clientes, ativos e reputação da
organização.
Garantia da Continuidade dos Negócios: Ao planejar
para diferentes cenários de emergência, uma organização
pode garantir a continuidade de suas operações críticas,
mesmo em tempos de crise.
Planejamento:
Identificação de Riscos: Identificação e avaliação dos
riscos potenciais que podem afetar a organização, incluindo
riscos operacionais, financeiros, de segurança e
reputacionais.
Desenvolvimento de Planos de Ação:
Desenvolvimento de planos de ação detalhados para lidar
com diferentes cenários de emergência, incluindo
procedimentos operacionais, responsabilidades, recursos
necessários e cronogramas.
Treinamento e Capacitação: Treinamento regular dos
funcionários para garantir que estejam familiarizados com os
planos de contingência e saibam como agir em caso de
emergência.
Testes e Exercícios: Realização de testes e exercícios
regulares para validar os planos de contingência, identificar
lacunas e melhorar a eficácia da resposta a emergências.
Componentes do Planejamento:
Comando e Controle: Estabelecimento de uma
estrutura de comando e controle clara para coordenar a
resposta a emergências e tomar decisões eficazes.
Comunicação: Desenvolvimento de protocolos de
comunicação eficazes para garantir a disseminação rápida e
precisa de informações durante uma emergência.
Recursos Humanos e Materiais: Identificação e
alocação de recursos humanos, materiais e equipamentos
necessários para apoiar a resposta a emergências.
Logística e Infraestrutura: Preparação da logística e
infraestrutura necessárias para garantir a mobilização eficaz
de recursos e pessoal durante uma emergência.
Manejo de Emergência:
Alerta e Ativação: Iniciação dos planos de contingência
assim que uma situação de emergência é identificada,
incluindo a ativação da equipe de resposta a emergências e
a comunicação com as partes interessadas relevantes.
SEGURANÇA DE DIGNITÁRIOS
9MANUAL DE ESTUDOS CURSO OFICIAL MANUAL DE ESTUDOS CURSO OFICIAL
Avaliação da Situação: Avaliação rápida da situação de
emergência para determinar a gravidade, extensão e impacto
potencial, orientando as ações subsequentes.
Resposta Operacional: Implementação dos planos de
ação específicos para lidar com a emergência, incluindo
medidas de segurança, evacuação, salvamento, contenção
de danos e mitigação de riscos.
Gerenciamento de Crises:
Estratégia de Comunicação: Desenvolvimento de uma
estratégia de comunicação eficaz para lidar com a crise,
incluindo mensagens-chave, porta-vozes designados e
canais de comunicação.
Tomada de Decisões: Tomada de decisões rápidas e
eficazes para gerenciar a crise, com base em informações
atualizadas e considerações de segurança, operacionais e
reputacionais.
Coordenação de Recursos: Coordenação eficaz de
recursos internos e externos para garantir uma resposta
integrada e abrangente à crise.
Procedimentos Emergenciais:
Evacuação: Procedimentos para evacuar instalações
com segurança em caso de incêndio, vazamentos químicos,
ameaças de bomba ou outras emergências.
Primeiros Socorros: Treinamento e procedimentos para
fornecer assistência médica inicial a indivíduos feridos ou
doentes durante uma emergência.
Abandono de Área de Trabalho: Procedimentos para
sair de uma área de trabalho de maneira segura em caso de
ameaças como incêndios, vazamentos químicos ou ataques.
Comunicação de Emergência: Protocolos para acionar
serviços de emergência, notificar autoridades e comunicar
informações críticas durante uma situação de emergência.
Os planos de contingência são fundamentais para
garantir a resiliência e a capacidade de resposta de uma
organização diante de eventos adversos. Ao desenvolver e
implementar planos de contingência abrangentes e eficazes,
as organizações podem minimizar os riscos, proteger seus
ativos e garantir a continuidade de suas operações em
situações de emergência.
NOÇÕES DE PLANEJAMENTO DE SEGURANÇA:
CONCEITO, PRINCÍPIOS, NÍVEIS, METODOLOGIA,
MODULARIDADE E FASEAMENTO, FASES DO
PLANEJAMENTO. SEGURANÇA CORPORATIVA
ESTRATÉGICA: SEGURANÇA DA GESTÃO DAS ÁREAS
E INSTALAÇÕES
Nos dias atuais constata-se que os órgãos públicos
tiveram imensamente aumentadasas suas necessidades de
proteção, posto que, a exemplo de toda a sociedade, vê-se
cada vez mais cercado pelo crescimento assustador da
violência, sob todas as suas formas e em todos os seus
aspectos, seja na gratuidade trágica do cotidiano que
derrama o sangue de tantos inocentes, passando pela
frustração de qualquer direito individual ou coletivo, indo até
a presença desmedida do poder das ações do crime
organizado, em uma conjuntura recheada por toda a
complexidade inerente a cada cenário edificado e solidificado
dentro dessa sociedade globalizada e problemática de
nossos tempos.
O Órgão Público, inserido nesse contexto, possui
incalculável patrimônio público, social, político e democrático,
provavelmente o mais caro e mais frágil, vê-se sob constante
e latente ameaça. Esse importante patrimônio, configurado
essencialmente pelo seu valioso e importante contingente de
recursos humanos, que faz funcionar sua extraordinária
máquina, exige a implementação de vários mecanismos de
salvaguardas.
Atualmente em alguns Órgãos Públicos existem algum
tipo de segurança orgânica ou polícia interna e todas as
ações que por elas são executadas são tipicamente de
polícia, contudo, não estão em grande parte amparadas
explicitamente por dispositivos legais adequados e muitas
carecem de vínculo direto com quem detém de fato o poder
de policia, os seus titulares, posto que a execução de uma
efetiva e autônoma proteção exige uma perfeita sintonia das
necessidades da instituição e dessa autoridade maior com
quem de fato operacionaliza esse poder.
Estrutura Organizacional, Atribuições e
Competências, Nível de Profissionalização, Seleção e
Treinamento
A adequação das unidades do Órgão Público que
operacionalizam a segurança em suas instituições exige
adaptações e transformações, que passam por
reestruturação da carreira daqueles que a executam, os
“Funcionários da Segurança”, servidores concursados,
vinculados aos órgãos e qualificados para atenderem às
necessidades crescentes de proteção desses órgãos, qual
seja, essa tem que ser amoldada aos mecanismos comuns
de força policial , mas no atendimento de necessidades
específicas do Órgão Público.
Tais formatações não são dispendiosas ou
estapafúrdias, apenas corrige uma inquestionável
necessidade do Órgão Público e de suas instituições à uma
realidade grave de violência, posto que esse se ressente de
mecanismos próprios e efetivamente mais adaptados a sua
realidade.
Raros são os Órgãos Públicos que possuem uma
estruturação mínima desejável para o correto desempenho
das atividades de segurança, razão pela qual a segurança é
enquadrada sob a forma de “Serviços de Atividades Gerais”.
Igual comportamento encontra ressonância nos
Programas de Seleção e Treinamento atuais. Basta uma
breve análise em alguns editais para verificar que o foco a
ser selecionado está na atividade administrativa, mas nunca
na busca do Perfil Ideal para a atividade de segurança. Daí a
ocorrência das distorções hoje existentes.
Mesmo que o Órgão Público desenvolva um bom
programa de treinamento após o término do processo
seletivo, como em alguns casos, corre-se grande risco. A
uma, de investir em servidor, já empossado, que não possua
o perfil necessário para desenvolver atividades da área de
segurança. A duas, que a administração estará diante de um
problema com solução média de 35 anos.
Faz-se necessário, portanto, um repensar sobre o que
seria uma condição mínima necessária dentro da estrutura
organizacional, atribuições e competências, perfil profissional e
treinamento, mas, o mais importante é a correção imediata dos
Processos Seletivos.
Valorização do “Funcionário da Segurança” -
Reformulação do Processo de Seleção e Treinamento –
“Formação de Equipe Especializada”
É fundamental para o perfeito funcionamento de
qualquer serviço de segurança a definição de critérios para a
seleção dos agentes.
O “Segurança do Judiciário” não pode ser improvisado,
deve estar devidamente treinado e afeito a este tipo de
atividade. Infelizmente, isto nem sempre é observado e têm-
se constatado falhas primárias, quando o despreparo e o
desconhecimento do serviço se tornam evidentes, com grave
prejuízo para o êxito da missão.
Em assim sendo, a seleção de pessoal constitui fator
decisório, devendo o selecionador atentar para alguns
atributos mínimos indispensáveis ao “Funcionário da
Segurança”.
1) Lealdade;
2) Honestidade;
3) Discrição;
4) Resistência à Fadiga;
5) Coragem;
SEGURANÇA DE DIGNITÁRIOS
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6) Nível Intelectual e Cultural, entre outros;
Esses atributos e outros julgados necessários ao
desempenho da atividade de segurança, específica para
cada setor, deverão fazer parte quando da definição de uma
Ficha Profissiográfica a ser elaborada em conjunto com a
área de Recursos Humanos da Instituição. Com isso,
visamos selecionar o “ Funcionário da Segurança”, o mais
próximo do ideal, possível, evitando obtenções de
resultados, futuros, indesejáveis.
Não podemos nos esquecer, também, que durante o
processo de seleção, deverão ser feitas alguns
levantamentos pessoais do candidato que denominamos
aqui de Investigação Social. Nela deveremos atentar para os
aspectos da existência ou não de fatos desabonadores do
candidato que poderiam comprometer o desempenho de
suas atividades. Como exemplo poderia citar levantamento
das Certidões Negativas (Criminal, Civil, Eleitoral, Militar,
etc.). Poderá ainda complementar esta “investigação” com
informações pessoais, complementares, obtidas nos diversos
meios sociais disponíveis.
Outro fator de extrema relevância em um processo
seletivo dessa natureza, diz respeito ao quesito Avaliação
Psicológica. Alguns poderão afirmar que é questionável tal
exigência. Mas, se uma das possibilidades do “Funcionário
da Segurança”, é a de portar uma arma de fogo, como
resguardar a Instituição, da responsabilidade objetiva sob
seus servidores? A resposta é elementar, mas necessária:
Seguindo todas as exigências legais que o assunto exige e
uma delas é a “avaliação psicológica” para a obtenção de um
porte de arma e o cumprimento da legislação em vigor:
O processo seletivo deve se aproximar ao máximo da
realidade vivida na instituição, razão pela qual é
recomendável, a inclusão de um Curso de Formação, com
caráter eliminatório . Ele deve ser concebido com base nas
corretas doutrinas de segurança sem contudo olvidar-se das
peculiaridades existentes no âmbito do Judiciário. Se essa
medida não tem o condão de garantir na totalidade o pleno
êxito do processo, certamente trará maior credibilidade a ele.
Nessa fase é que serão introduzidos os módulos necessários
à aquisição do conhecimento especializado para o
desempenho das funções de segurança (Treinamento
Especializado, Tecnológico e Físico).
Percorridas as etapas acima descritas, a Instituição terá
selecionado um corpo técnico na área de segurança capaz
de desenvolver um serviço de qualidade como também de
adquirir novos e necessários conhecimentos na área.
Entretanto o processo seletivo com sua característica
dinâmica não terminará. A necessidade de se criar critérios
similares para as avaliações durante o período probatório do
servidor.
A utilização de um instrumento adequado para tais
avaliações, pode ajudar detecção de distorções não
percebidas durante as etapas anteriores.
Por último, mas não menos importante, dentro dessa
visão sistêmica de segurança. Haverá a necessidade de
estruturação de um processo constante de treinamento
composto de fases teóricas e práticas, esse processo
conhecido como reciclagem, e deve ter ênfase na
capacitação contínua do servidor da área de segurança.
Alteração da Estrutura Organizacional
O Sistema de SegurançaIntegrado é aquele eficaz,
flexível, econômico e conjugado com a realidade dos
procedimentos e tecnologia.
Assim pelas próprias características acima elencadas,
cada “Serviço de Segurança” a ser criado dentro de uma
estrutura orgânica, deverá obedecer às características locais.
Queremos com isso reafirmar o aspecto da flexibilidade
possível e desejável das atividades de segurança.
Estrutura e Atribuições de uma Segurança Orgânica
Toda Segurança orgânica deve estar voltada para adotar
medidas de prevenção e obstrução das ações adversas de
qualquer natureza.
Apesar de se caracterizar por medidas interdependentes,
ela deverá ser particularizada em seus segmentos,
possibilitando uma maior eficiência e consequentemente
uma maior eficácia na obtenção de seus resultados. Essa
dita, divisão das diversas áreas de atuação no seio de um
Sistema Integrado de Segurança, permite, uma maior
visibilidades das atribuições inerentes a cada setor, o que
favorece o acompanhamento por parte dos “Gerentes”, trás
também a condição necessária de um programa de
especialização direcionada para cada uma delas.
É importante salientar que o conjunto de medidas de
segurança a ser proposto, deve ser implementado de forma
harmônica no âmbito de cada organização, mediante um
criterioso Planejamento, que se materializará quando da
elaboração do Plano de Segurança Orgânica.
Assim, passaremos a apresentar, sem a pretensão de
exaurir todas as possibilidades, um Modelo de Estrutura e
Atribuições, procurando demonstrar a importância da teoria
aplicada à prática, para uma melhor compreensão conceitual
da matéria estudada.
Em primeiro lugar, o a Segurança Orgânica deve ter uma
MISSÃO, que necessariamente estará em consonância com
a Missão de sua Instituição. Por exemplo: “Garantir a
segurança e prestar apoio estratégico às altas autoridades
da instituição, zelando pelo seu patrimônio e pela integridade
física dos servidores, colaboradores, usuários e visitantes,
proporcionando a todos um ambiente seguro.”
Para o cumprimento de sua Missão, necessário se faz a
estruturação orgânica de um “Serviço de Segurança”, com
dimensões mínima, capaz de subsidiar as atividades que
advirão de suas atribuições.
Outras Ações Necessárias.
Seguindo uma tendência crescente no cenário mundial,
os Órgãos Públicos não podem prescindir da visão
estratégica, enquanto Poder. Diversas são as ações que
deve empreender a fim de obter êxito em suas metas.
Certamente, em todas elas, necessário se faz possuir equipe
profissional na área de segurança, sob pena de ficar a mercê
de toda a sorte de intempéries. Deve por isso empreender
algumas ações de fortalecimento das mencionadas
atividades:
Investigação
Dentre as competências da segurança, a de investigação
é de extrema importância, pois os delitos ou crimes ocorridos
em dependência sobre a responsabilidade do Órgão Público
poderão ter seus levantamentos preliminares efetuados pela
própria segurança, sendo que quando houver crime no fato
apurado, deverá ser instaurado o inquérito policial pela
polícia competente.
Inteligência
As atividades de inteligência são imprescindíveis ao
serviço de segurança. Alguns autores chegam a afirma que
não existe segurança sem inteligência.
Segundo a conceituação oficial vigente em nosso país,
"inteligência é a atividade que objetiva a obtenção, análise e
disseminação de conhecimentos dentro e fora do território
nacional sobre fatos e situação de imediata ou potencial
influência sobre o processo decisório e a ação
governamental e sobre a salvaguarda e a segurança da
sociedade e do Estado art. 1º, §2º da lei 9883/99.
A Segurança terá que ter em sua estrutura um serviço de
inteligência, que busque principalmente resguardar e
proteger o Órgão Público. Partindo dessa premissa, o
Serviço de Inteligência da Segurança deverá estar em
constante contato com outros órgãos de inteligência do país,
obtendo informações que possam ter influência direta ou
indireta com o Órgão Público, com os processos que lá
tramitam ou com seus membros ou servidores da casa.
SEGURANÇA DE DIGNITÁRIOS
11MANUAL DE ESTUDOS CURSO OFICIAL MANUAL DE ESTUDOS CURSO OFICIAL
Esse serviço é responsável, dentre outras coisas, pelo
levantamento de dados e acompanhamento do pessoal e
empregados envolvidos direta ou indiretamente com a
autoridade e familiares; pelas investigações especiais, pelo
registro audiovisual das missões e pelas ações de contra-
inteligência.
A contra-inteligência é um segmento da inteligência que
busca identificar e neutralizar ações que possam
comprometer a imagem da organização, sua integridade, os
conhecimentos e dados sigilosos pertencentes à mesma.
O Órgão Público é alvo em potencial de diversos grupos,
com os mais diversos interesses ou mesmo de outros países
que podem adotar ações para comprometer, sabotar, ou se
antecipar a medidas e decisões tomadas. Desta forma as
ações de contra-inteligência devem prevenir, obstruir,
detectar e neutralizar qualquer tentativa de coleta,
sabotagem, fraude, desinformação e propaganda contra a
instituição.
A atividade de contra-inteligência está assim definida na
lei que Institui o Sistema Brasileiro de Inteligência (Lei
9.883/99): "Entende-se como contra-inteligência a atividade
que objetiva neutralizar a inteligência adversa.
Há no mercado uma série de opções e uma gama ainda
maior de equipamentos que podem ser instalados em casas
ou apartamentos.
Os itens mais comuns são câmeras e microcâmeras,
alarmes, sensores de presença, fumaça e impacto, cercas
elétricas, botões de pânico, blindagem nas guaritas de
segurança, e os chamados controles de acesso, como cartão
de entrada e leitores biométricos.
O interesse em aumentar a quantidade de mão-de-obra
de vigilância nos condomínios - porteiros e seguranças - tem
sido menor que o de aprimorar a aparelhagem eletrônica. A
proteção é maior. Além disso, a contratação de um novo
empregado acaba custando mais caro do que a instalação
dos sistemas de segurança. A Siemens, uma das empresas
do setor, confirma o aumento da procura no período das
férias.
Sistemas de segurança com Circuito fechado de TV
Circuito fechado de TV.
Para ter um bom sistema de segurança eletrônica é
necessário analise de riscos, e verificação das áreas onde
serão instaladas as câmeras de Circuito fechado de TV, é
necessário um bom dimensionamento do locais a serem
protegidos e monitorados pelas câmeras de Circuito fechado
de TV, a visualização das imagens captadas pelas câmeras
de Circuito fechado de TV podem ser local ou remota, nos
sistemas de segurança integrados tem opções para
acendimento de lâmpadas , acionamento de alarmes, tudo
pode ser feito remotamente, é necessário uma boa analise
da iluminação onde o sistema de segurança com câmeras de
Circuito fechado de TV será implantado.
O circuito fechado de Circuito fechado de TV consiste em
câmeras de Circuito fechado de TV para instalação em
pontos estratégicos podendo ser instalado câmeras de
Circuito fechado de TV em halls de entrada, câmeras de
Circuito fechado de TV para garagens, câmeras de Circuito
fechado de TV para entrada de portões câmeras de Circuito
fechado de TV para entradas de portas sociais, câmeras de
Circuito fechado de TV para salas, câmeras de Circuito
fechado de TV para áreas de serviço, existem diversos tipos
de câmeras para Circuito fechado de TV .
Imagine você monitorando sua empresa, loja e
funcionários, sua casa 24horas por dia de qualquer lugar do
mundo pela internet.
Os sistemas de segurança com CIRCUITO FECHADO
DE TV DIGITAL permitem de forma personalizada e flexível
a melhoria da segurança do ambiente e a redução dos
custos em segurança. Monitorando grandes áreas com
redução de investimentos.
O sistema permite que qualquerpessoa consiga
monitorar um grande número de câmeras ao mesmo tempo
utilizando um sistema de segurança de Circuito fechado de
TV.
Alertas irão lhe informar sobre eventos anormais que
necessitam mais de sua atenção através do sistema de
segurança com Circuito fechado de TV, não dependendo de
uma pessoa para identificar a anomalia.
Com equipamentos de última tecnologia é possível
oferecer soluções seguras e completas sempre de acordo
com a necessidade de cada projeto.
O Sistema de circuito fechado de TV digital, com as
câmeras de Circuito fechado de TV visíveis inibe intenções
de invasores por isso com sistemas de Circuito fechado de
TV é possível monitorar remotamente, ou no local . Em
ambos os Sistemas temos a opção de monitoramento remoto
(via Internet).
Um sistema completo de segurança com câmeras de
Circuito fechado de TV avançado que grava, arquiva e
reproduz imagens do sistema de Circuito fechado de TV é o
digital, pois ele tem muitos recursos
O sistema de software e rede visualização de imagens
das câmeras de Circuito fechado de TV, iniciam com no
mínimo 4 câmeras e podem ser ampliados para 8,16,32,e
quanto forem necessários para cada projeto de Circuito
fechado de TV.
Os sistemas de Circuito fechado de TV digital dispõem
de avançadas tecnologias de compressão de vídeo
possibilitando o armazenamento de semanas ou até meses
de imagens das câmeras do sistema de segurança com
Circuito fechado de TV no disco rígido dependendo da
capacidade do sistema de Circuito fechado de TV
implantado.
Isso facilita a busca de ocorrências das imagens de
Circuito fechado de TV, na data, hora, minuto de qualquer
imagem gravada no sistema de segurança de Circuito
fechado de TV e ambiente que você desejar lhe
proporcionado à facilidade de criar Backups em pastas,
gravar imagens do sistema de Circuito fechado de TV em
CDs, ou enviaras imagens do Circuito fechado de TV por e-
mail.
Acesso Remoto ao sistema de Circuito fechado de
TV
Nos sistema de Circuito fechado de TV digital podemos
visualizar via TCP/IP até 32 câmeras ao vivo através da
internet ou via rede por outro computador. Isso facilita um
monitoramento das câmeras sem precisar estar no local para
visualizar o que o sistema de Circuito fechado de TV esta
gravando.
Economia de espaço na HD do sistema de segurança
com Circuito fechado de TV. As imagens das câmeras do
sistema de Circuito fechado de TV digital serão gravadas por
detecção de movimento (Motion Detect) ou gravação normal.
Isso permite que o seu HD não tenha todo seu espaço
ocupado por movimentos não necessários.
Características do Circuito fechado de TV digital.
- Salva, imprime e edita imagens estáticas de qualquer
câmera do Circuito fechado de TV.
- Gravação no formato MPEG4 no sistema de Circuito
fechado de TV.
- Zoom digital de ate 40x da imagem do Circuito fechado
de TV.
- Diversos layouts de visualização do Circuito fechado de
TV.
- Agendamento de gravação por intervalo de tempo ou
detecção de movimento do Circuito fechado de TV.
- Controle de acesso ao sistema de Circuito fechado de
TV através de usuário e senha.
- Detecção de movimento do Circuito fechado de TV com
máscara (elimina áreas indesejáveis).
- Ajustes individuais por câmera de imagem do Circuito
fechado de TV , nome, detecção de movimento e sinal de
vídeo do Circuito fechado de TV, cor da legenda etc.
- Visualização via WEB e Rede Local.
- Detecção de perda do sinal de vídeo do Circuito
fechado de TV.
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- Alertas via e-mail do Circuito fechado de TV.
- Apaga automaticamente gravações antigas do Circuito
fechado de TV, gerenciando o espaço em disco.
Equipamentos ultilizados em sistemas de segurança
com Circuito fechado de TV.
Câmeras e Mini-Câmeras
Câmeras para sistemas de segurança com Circuito
fechado de TV
Projetadas especificamente para aplicações de vigilância
e monitoramento que necessitem de alto desempenho, as
câmeras profissionais Tecvoz possuem fácil utilização e alta
confiabilidade.
Usada principalmente em ambientes externos de longo
alcance, para mais qualidade e nitidez.
Mini-Câmera para sistemas de segurança com
Circuito fechado de TV
Com estilo e corpo compacto, Color ou Preto e Branco
as mini-câmeras proporcionam ótima qualidade de imagem
por um custo reduzido. Muito usada em ambientes internos
de curto alcance com boa luminosidade.
Speed Dome para sistema de segurança com
Circuito fechado de TV
Câmera espetacular com altíssima qualidade e poder de
alcance. Trabalha com um motor articulado que pode
direcioná-la para qualquer direção controlada através de um
teclado com Joystick.
Lentes para sistemas de segurança com Circuito
fechado de TV
A qualidade de uma imagem depende muito de uma
lente de boa qualidade. Para cada situação, usa-se um tipo
de lente, como, Fixa, Varifocal, Mini-lentes, Angular, etc.
Mini-Dome para sistemas de segurança com Circuito
fechado de TV
É a solução ideal para mini-câmeras em ambientes
internos, proporcionando maior discrição e proteção ao seu
sistema, com a exclusiva tecnologia MPT (cúpula com
pigmentos de metal), que esconde a câmera não
escurecendo a imagem.
Mini-Caixas de Proteção para câmeras de Circuito
fechado de TV
Mini-câmeras para Circuito fechado de TV são muito
delicadas e precisam de proteção, a caixinha para mini
câmera de Circuito fechado de TV evitará umidade e
possíveis impactos, aumentando a durabilidade da Mini-
câmera do sistema de segurança e facilitando o
direcionamento.
Caixas de Proteção
Câmeras são tão sensíveis quanto Mini-câmeras e
também são muito delicadas e precisam de proteção, a caixa
também evitará umidade e possíveis impactos, aumentando
a durabilidade da câmera e facilitando o direcionamento.
Câmaras por IP
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Estas câmeras são a grande novidade do mercado no
CIRCUITO FECHADO DE TV e muitas empresas que
possuem redes de computadores ou até mesmo residências
que também já possui uma rede se impressionaram com o a
novidade.
Este tipo de câmera funciona através de uma rede local
utilizando um ponto de Rede!
Isso mesmo ela não precisa do cabeamento padrão (Cabo
Coaxial), ela será conectada ao ponto de Rede mais próximo
utilizando apenas o cabeamento (Cabo de Rede) necessário.
Além disso, juntamente com a rede, ela também pode
ser conectada a internet
A câmera é controlada por um software e um
computador onde a imagem será visualizada.
Hoje com a tecnologia Wireless (Sem Fio), as câmeras
por IP não ficaram de fora e também podem ser usada na
mesma rede com a grande vantagem de não utilizar nenhum
cabeamento para conexão.
Os dois modelos de câmeras são configurados por IP
sendo reconhecido pelo computador onde está o software
que gerencia as imagem disponibilizando também o acesso
remoto.
Sem dúvidas essa é uma das grandes novidades em
monitoramento de imagens.
CERCAS ELÉTRICAS - CERCA ELETRÔNICA
As Cercas Elétricas são ideais para instalação sobre
muros e gradis acima de 2 metros, a Cerca Elétrica inibe
tentativas de invasores. A Cerca Elétrica Consiste em uma
cerca com 4, 6 ou oito filamentos ligados a uma central de
choque
.As Cercas elétricas é um sistema de segurança
eletrônica muito eficiente, composta por:
Central de choque: A central de para cercas elétricas,
esta central transforma a energia 110/220 que é um choque
continuo em um choque