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PROVA ARE II
PROVA ARE II
Instruções
Direito
1. Não esqueça de assinar o nome completo na primeira página deste caderno;
2. Seu Caderno de prova contém 12 questões, sendo: 10 questões objetivas distribuídas e 2 questões dissertativas.
3. O valor de cada Questão se encontra no enunciado de cada uma.
4. O cartão resposta apresenta cinco alternativas - A, B, C, D e E - das quais apenas uma é correta. Duas marcações para uma questão farão com que a reposta seja considerada incorreta.
5. A duração da Prova será de 03 (três) horas, das: 8:30 às 11:40 horas – Matutino ou de 18:30 às 21:40 - Noturno. 
6. Ao terminar a Avaliação, você devolverá ao professor, esse caderno de resposta, e assinará o protocolo de presença.
 
2024
Curso: Direito
Disciplina: Redação e Linguagem Jurídica
Turma/Turno: 1op. ________________________ 
Aluno(a):
Nota
	
	
1
1. QUESTÃO – 0.7 pontos
"Como não há argumentos perfeitos, todo recurso argumentativo utilizado apresenta desafios porque pressupõe um arranjo de diversos elementos. Daí a impossibilidade de ser propor um passo a passo para o alcance do argumento perfeito, uma vez que este é inalcançável num contexto de ausência de verdades universais." 
Disponível em: ASENSI, Felipe. Curso Prático de Argumentação Jurídica. 
Em nossas aulas estudamos alguns preceitos básicos da argumentação jurídica. Dentro dessa temática, avalie abaixo as afirmativas e assinale em seguida a única alternativa que indica a(s) afirmativa(s) correta(s): 
I –A argumentação jurídica profissional deve se diferenciar da linguagem jurídica didática, sendo que nesta última a interdisciplinaridade tem um importante papel, porém resguardado ao campo 
acadêmico. 
II – O embasamento razoável dos argumentos é um dever dos polos ativo e passivo no processo 
judicial, mas também do magistrado que deve expressar a fundamentação jurídica de suas decisões. 
III – O exercício da linguagem jurídica através da argumentação envolve o domínio dos conceitos 
técnicos, da tradição jurídica e das leis, não havendo preocupações de natureza extrajurídica ou contextual.
Segundo os estudos da Argumentação Jurídica, É CORRETO o que se afirma em:
(A) I e II apenas.
(B) I, II e III.
(C) I apenas.
(D) II apenas.
(E) Todas as questões estão erradas.
2. QUESTÃO – 0,7
Leia com atenção: 
A felicidade se torna uma obrigação nas redes sociais
01- A humanidade busca constantemente a felicidade
e sempre queremos conquistar objetos que nos fazem
felizes, como ter dinheiro, sucesso, amigos,
uma relação amorosa estável. Com o incremento
05- das redes sociais, percebemos um bombardeio de
imagens de pessoas anônimas ou de celebridades
compartilhando com os seguidores a ideia de que
estão felizes a todo instante.
 Para o teórico Bruno Lopes, a felicidade nos dias
10- de hoje se torna uma obrigação. O mundo contemporâneo
“vende” para as pessoas o prazer, que,
sem dúvida, é a essência básica da felicidade. As
pessoas que experimentam o prazer através de algum
objeto no qual investiram nem sempre são
15- felizes. Podem até sentir um bem-estar momentâneo,
mas o fazem somente para estarem inscritos
socialmente.
 Para Freud, a felicidade é vendida no sentido de
cobrir uma falta, uma falta que é constante e que
20- não será, pois, alcançada em sua plenitude. As pessoas
buscam satisfazer o tempo todo um vazio, e o
próprio sistema capitalista contribui para isso: a felicidade
em comprar, em viajar, em ter um emprego
de sucesso, em ter um currículo invejável. Além de
25- ter tudo isso, muitas pessoas costumam postar nas
redes sociais fotos belíssimas, simulação de uma
vida esplendorosa, justamente para preencher a
falta de uma vida perfeita, uma exposição virtual.
Disponível em: A felicidade se torna uma obrigação nas redes sociais. In: A mente é maravilhosa. Publicado em: 12 dez. 2016. 
https://amenteemaravilhosa.com.br/felicidade-obrigacao-redes-sociais/ 
Acesso em: 01/06/2024. (Adaptado)
Considere os excertos (fragmentos) a seguir.
I - “[...] e sempre queremos conquistar objetos que nos fazem felizes [...]” (ℓs. 02-03).
II - “[...] compartilhando com os seguidores a ideia de que estão felizes a todo instante.” (ℓs. 07-08).
III - “[...] uma falta que é constante [...]” (ℓ. 19).
O termo “que” retoma um referente em
(A) Apenas a alternativa I.
(B) Apenas a alternativa II.
(C) Apenas a alternativa II .
(D) Apenas as alternativa I e II.
(E) Todas as afirmativas estão corretas. 
3. QUESTÃO – 0,7 ponto
Leia o texto a seguir para responder à questão. 
Qualidades da boa linguagem na redação forense
A boa linguagem é um dever pessoal do operador do Direito que se mantém preocupado em expressar as ideias com precisão, sem sacrificar o estilo solene que deve nortear a lin-guagem forense.
É claro que, para levar a cabo tal mister, não se pode utilizar a fala pedante, com dizeres mirabolantes, na qual sobeja a terminologia enrolativa, que vem de encontro à precisão ne
cessária à assimilação do argumento aduzido. A linguagem hermética e "centrípeta" só agrada ao remetente, não ao destinatário. Com efeito, o preciosismo é vício de linguagem
marcado pela afetação. Deve-se evitar sacrificar a ideia, fugindo do natural, a fim de causar "impressão", sem lograr transmitir o pensamento com clareza. [...] Ademais, é comum encontrar operadores do Direito que opinam sobre regência de verbos, concordância de nomes, uso de crase e ortografia, sem que se deem ao trabalho de se dedicar à intrincada tarefa de assimilar as bases da gramática do idioma doméstico. Encaixam-se, portanto, no perfil de ousados corretores que, no afã de corrigirem, extravasam, na verdade, um descaso com o idioma, ao contrário do que pensam exteriorizar: domínio do português. Não é por acaso que, segundo os árabes, "nascemos com dois olhos, dois ouvidos, duas narinas e ...uma boca". É para ter mais cuidado no falar... Com notável propriedade, Theotonio Negrão ("Revista de Processo", 49/83, p.5) assevera que "o operador do direito que não consegue ter linguagem correta não consegue expressar adequadamente seu pensamento”. 
Em entrevista ao Jornal do Advogado (OAB), em 8 de junho de 2001, Miguel Reale, ao ser inquirido sobre quais eram os pré-requisitos para o exercício da carreira do advogado, respondeu: "Em primeiro lugar, saber dizer o direito. Nos concursos feitos para a Magistratura, para o Ministério Público e assim por diante, a maior parte das reprovações são devidas à forma como se escreve. Há uma falha absoluta na capacidade de expressão. Então, o primeiro conselho que dou é aprender a Língua Portuguesa. Em segundo lugar, pensar o Direito como uma ciência que envolve a responsabilidade do advogado por aquilo que diz e defende. Em terceiro lugar, vem o preparo adequado, o conhecimento técnico da matéria”.
Como se nota, o desconhecimento do vernáculo torna o advogado um frágil defensor de interesses alheios, não sendo capaz de convencer sobre o que arrazoa, nem postular adequadamente o que intenciona. Pode até mesmo se ver privado de prosseguir na lide, caso elabore uma petição inicial ininteligível ou em dissonância com as normas cultas da língua portuguesa, uma vez que o Código de Processo Civil, no artigo 156, obriga o uso do vernáculo em todos os atos e termos do processo. 
Assim, aquele que peticiona deve utilizar uma linguagem castiça, procurando construir um texto balizado em parâmetros que sustentem a boa linguagem. A comunicação humana precisa ser eficiente, devendo o usuário da linguagem estar atento para as virtudes de estilo ou qualidades do léxico de rigor. [...] Na oração "Assim, requer o Autor à Vossa Excelência...", há vício gramatical quanto à crase, uma vez que se deve grafar.
"Assim, requer o Autor a Vossa Excelência...", sem o sinal grave indicador da contração, uma vez que não há crase antes de pronome de tratamento. Nesse diapasão, observe a frase: "Arquive-se os autos". O equívoco é palmar, na medida em que o sujeito da oração é "autos", devendo o verbo concordar com o sujeito. 
Portanto, procedendo à correção: "Arquivem-se os autos". [...] A concisãoé qualidade inerente à objetividade e justeza de sentido no redigir. Como se sabe, falar muito, com prolixidade, é fácil; o difícil e invulgar é falar tudo, com concisão. A sobriedade no expor, traduzindo o sentido retilíneo do pensamento, sem digressões desnecessárias e manifestações supérfluas, representa o ideal na exposição do pensar. Não há como tolerar arrazoados e petições gigantes e repetitivas, vindo de encontro aos interesses perquiridos pelo próprio subscritor do petitório, embora, às vezes, não perceba o resultado. [...]Nas peças forenses, é comum encontrarmos expressões supérfluas, cuja simples supressão importaria em aperfeiçoamento da frase. 
Observe o exemplo abaixo:
"O acusado foi citado por edital, por não ter sido encontrado pessoalmente". 
Procedendo ao devido enxugamento frasal, ter-se-ia: "O acusado foi citado por edital, por não ter sido encontrado". Na mesma esteira, deve-se evitar o uso excessivo de advérbios de modo.
Evite, portanto, "precariamente", "tocantemente", "tangentemente", "editaliciamente". Observe os exemplos: "Eles foram editaliciamente citados" (Corrigindo: Eles foram citados por edital.); ou "Tangentemente a esse caso, ..." (Corrigindo: No que tange a esse caso...).
Posto isso, faz-se mister a preservação da boa linguagem, evitando-se distanciar dos postulados acima expendidos, a fim de que possa o causídico alcançar o que se busca: o êxito na arte do convencimento. 
SABBAG, Eduardo de Moraes. Qualidades da boa linguagem na redação
forense. 
Disponível em: http://www.cartaforense.com.br  Acesso: 30 maio 2024. [Adaptado].
No texto, defende-se a ideia principal de que o:
(A) conhecimento técnico da ciência jurídica tem primazia sobre o conhecimento da língua.
(B) domínio da gramática pelos profissionais do direito é obrigação prevista em lei. 
(C) uso da linguagem jurídica de forma clara e precisa contribuir para o sucesso na argumentação. 
(D) padrão da redação forense em estilo pomposo e eloquente impressiona o interlocutor. 
(E) Nenhuma das Alternativas.
Leia com atenção o texto abaixo para responder as questões 4, 5 e 6: 
Sobre os perigos da leitura
Nos tempos em que eu era professor da Unicamp, fui designado presidente da comissão encarregada da seleção dos candidatos ao doutoramento, o que é um sofrimento. Dizer esse entra, esse não entra é uma responsabilidade dolorida da qual não se sai sem sentimentos de culpa. Como, em 20 minutos de conversa, decidir sobre a vida de uma pessoa amedrontada? Mas não havia alternativas. Essa era a regra. Os candidatos amontoavam-se no corredor recordando o que haviam lido da imensa lista de livros cuja leitura era exigida. 
 Aí tive uma ideia que julguei brilhante. Combinei com os meus colegas que faríamos a todos os candidatos uma única pergunta, apenas ela. Assim, quando o candidato entrava trêmulo e se esforçando por parecer confiante, eu lhe fazia a pergunta, a mais deliciosa de todas: “Fale-nos sobre aquilo que você gostaria de falar!”. [...]
A reação dos candidatos, no entanto, não foi a esperada. Aconteceu o oposto: pânico. Foi como se esse campo, aquilo sobre o que eles gostariam de falar, lhes fosse totalmente desconhecido, um vazio imenso. Papaguear os pensamentos dos outros, tudo bem. Para isso, eles haviam sido treinados durante toda a sua carreira escolar, a partir da infância. Mas falar sobre os próprios pensamentos – ah, isso não lhes tinha sido ensinado!
Na verdade, nunca lhes havia passado pela cabeça que alguém pudesse se interessar por aquilo que estavam pensando. Nunca lhes havia passado pela cabeça que os seus pensamentos pudessem ser importantes.
In: Rubem Alves Disponível em: http://www.cuidardoser.com.br Adaptado – acesso em: 01/06/2024) 
4. QUESTÃO (TJ/SP – 2010 – VUNESP - adaptada) – 0,7 pontos
A palavra “ela”, em –... faríamos a todos os candidatos uma única pergunta, apenas ela. (2.º parágrafo), refere-se a:
(A) candidatos.
(B) pergunta.
(C) reação.
(D) falar.
(E) gostaria.
5. QUESTÃO – 0,7
E no caso da palavra “a”, em –...no entanto, não foi a esperada. (3.º parágrafo), refere-se a 
(A) candidatos.
(B) pergunta.
(C) reação.
(D) falar.
(E) gostaria.
6. QUESTÃO – 0,7
No terceiro parágrafo do texto de Rubem Alves, alguns elementos retomam, por meio da referenciação anafórica, o termo “os candidatos”. São eles:
(A) nunca, alguém, pensando.
(B) eles, lhes, sua.
(C) aquilo, eles, seus.
(D) eles, isso, próprios.
(E) eles, outros, próprios.
7. QUESTÃO (Enem-2019)– 0,7 
Qual a diferença entre publicidade e propaganda?
Esses dois termos não são sinônimos, embora sejam usados indistintamente no Brasil. Propaganda é a atividade associada à divulgação de ideias (políticas, religiosas, partidárias etc.) para influenciar um comportamento. Alguns exemplos podem ilustrar, como o famoso Tio Sam, criado para incentivar jovens a se alistar no exército dos EUA; ou imagens criadas para “demonizar” os judeus, espalhadas na Alemanha pelo regime nazista; ou um pôster promovendo o poderio militar da China comunista. 
No Brasil, um exemplo regular de propaganda são as campanhas políticas em período pré-eleitoral.
Já a publicidade, em sua essência, quer dizer tornar algo público. Com a Revolução Industrial, a publicidade ganhou um sentido mais comercial e passou a ser uma ferramenta de comunicação para convencer o público a consumir um produto, serviço ou marca. Anúncios para venda de carros, bebidas ou roupas são exemplos de publicidade.
VASCONCELOS, Y. Disponível em: https://mundoestranho.abril.com.br Acesso em: 01/06/2024 (adaptado).
A função sociocomunicativa desse texto é
(A) ilustrar como uma famosa figura dos EUA foi criada para incentivar jovens a se alistar no exército.
(B) explicar como é feita a publicidade na forma de anúncios para venda de carros, bebidas ou roupas.
(C) convencer o público sobre a importância do consumo.
(D) esclarecer dois conceitos usados no senso comum.
(E) divulgar atividades associadas à disseminação de ideias.
8. QUESTÃO – 0,7
De acordo com Martins e Zilberknop (2010), “a fala, ao contrário, é um ato intencional, em nível individual, de vontade e de inteligência”. Mas, etmologicamente a palavra FALA:
I. A fala “vem do Latim fabulare, que vem de fabula, que quer dizer "rumor, diz-que-diz, conversa familiar, lenda, mito, conto".
II. A fala “vem do grego fabular, que vem de fabula, que quer dizer "rumor, diz-que-diz, conversa familiar, lenda, mito, conto".
III. A fala “vem do germânico fabuler, que vem de fabula, que quer dizer "rumor, diz-que-diz, conversa familiar, lenda, mito, conto".
Segundo os estudos descritos na apostila de Língua Portuguesa FBN, É CORRETO o que se afirma em:
(A) Nas alternativas I e II.
(B) Na alternativa III.
(C) Na alternativa I.
(D) Nas alternativas II e III.
(E) Nenhuma das alternativas.
9. QUESTÃO – 0,7
Leia a Charge e observe qual é o Tema tratado no texto não-verbal opinativo:
As charges podem fazer uma crítica social, cultural ou política. Disponível em: http://tv-video-edc.blogspot.com
A charge revela uma crítica aos meios de comunicação, em especial à internet, porque
(A) Questiona a integração das pessoas nas redes virtuais de relacionamento.
(B) Considera as relações sociais como menos importantes que as virtuais.
(C) Enaltece a pretensão do homem de estar em todos os lugares ao mesmo tempo.
(E) Descreve com precisão as sociedades humanas no mundo globalizado.
(E) Concebe a rede de computadores como espaço mais eficaz para a construção de relações sociais.
10. QUESTÃO – 0,7
Carnaval não é o ópio do povo, é a alegria de um povo que sofre as decepções de um país combalido por corrupções e injustiças. Carnaval é vestir a máscara de uma ilusão passageira, que tem como ponto negativo a efemeridade e como positivo repetir-se a cada ano (...).
       Em suma, o bom é aproveitar estes poucos dias de folia, sem excessos e degustando nestes quatro dias, que ampliamos para uma semana ou mais, a magia do carnaval. Perder a festa e a plenitude de sua beleza é perder o trem da alegria, é descarregar a agressividade nos trilhos, é dar vazãoà tristeza, ao sentimento de incapacidade e de fracasso pelo não compartilhamento de algo que ainda não se desenvolveu: o sonho com uma realidade possível a estender-se por todo o ano.
       Seria bom se tivéssemos dentro de nós um carnaval no dia a dia, que nos permitisse fantasiar, sonhar e, ao mesmo tempo, viver a realidade nua e crua, sempre com olhos que fantasiem, mas que se mantenham dentro do mundo real.
IN: MOURA, M. E. dos S. Disponível em  https://primeirapagina.com.br/ Acesso em: 12/02/2024.)
A coesão textual é responsável pela relação de sentido entre as partes de um texto, contribuindo para que o leitor compreenda-o adequadamente. Sobre a coesão e elementos coesivos no texto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) No trecho Carnaval é vestir a máscara de uma ilusão passageira, que tem como ponto negativo a efemeridade e como positivo repetir-se a cada ano., há coesão por elipse, ou seja, omissão de palavras sem que ocorra prejuízo do sentido.
( ) No trecho pelo não compartilhamento de algo que ainda não se desenvolveu: o sonho com uma realidade possível a estender-se por todo o ano – o termo a estender-se é uma anáfora de uma realidade.
( ) No último parágrafo, as ocorrências do pronome relativo que referem-se ao mesmo sentido dado anteriormente no texto, exemplificando a coesão sequencial.
( ) A expressão Em suma pertence ao grupo de elementos coesivos também chamados de operadores argumentativos, que indicam conclusão de uma ideia.
Assinale a sequência correta.
(A) F, V, F, F
(B) V,V,F,V
(C) V,F,V,F
(D) F,F,V,V
(E) Nenhuma das alternativas.
QUESTÃO DISSERTATIVA 1 – 1.5 pontos
Leia com atenção:
No contexto atual brasileiro, a problemática da exploração sexual infantil engloba diversos fatores, especialmente o social, o cultural e o financeiro. Você já refletiu sobre isso? O silêncio, a falta de discussões e a desinformação a respeito do assunto colocam em risco crianças e adolescentes espalhadas por todo o Brasil. Assim, necessitamos com urgência romper o silêncio e dar voz para essas vítimas. Devemos lembrar que as formas de configuração da exploração sexual vão desde coerção e rapto a tráfico humano.
Conforme o descrito acima, a situação ocorre quando a criança é explorada para fins sexuais, nas circunstâncias de escravidão, turismo sexual ou outras formas de abuso, como a exposição a materiais pornográficos e violações dentro do contexto familiar. Logo, o ato criminoso é praticado por indivíduos que se aproveitam da ingenuidade e vulnerabilidade para ter algum tipo de ganho. Desse modo, em respeito aos direitos resguardados pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, é urgente discutir e combater esse preocupante cenário.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, dos 204 milhões de crianças com menos de 18 anos, 9,6% sofrem exploração sexual, 22,9% são vítimas de abuso físico e 29,1% têm danos emocionais. Os dados mostram que, a cada 24 horas, 320 crianças e adolescentes são explorados sexualmente no Brasil – no entanto, esse número pode ser ainda maior, já que apenas 7 em cada 100 casos são denunciados. O estudo ainda esclarece que 75% das vítimas são meninas e, em sua maioria, negras.
Lamentavelmente, essa temática ainda é considerada um tabu, o que prejudica o aprofundamento dos debates e a investigação dos motivos que ocasionam a persistência desses crimes, que, infelizmente, por vezes, não são notificados às autoridades.
Disponível em:
SILVA, K. V.; SILVA, M. H. Dicionário de conceitos históricos. São Paulo: Contexto, 2005 (adaptado).
Com base no texto acima e as discussões nas aulas, elabore um texto dissertativo com até 15 linhas expondo Quais as formas de combater a exploração sexual infantil?
Lembre-se da organização em Parágrafos e de dar um nome para seu texto.
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QUESTÃO DISSERTATIVA 2 – 1.5 pontos
Leia o texto: Formas de prevenir maus-tratos e violência contra crianças: dicas e orientações importantes.
O abuso infantil é uma problemática séria e alarmante que afeta milhões de crianças em todo o mundo. Para prevenir esse tipo de violência, é fundamental adotar medidas e estratégias eficazes. Neste artigo, discutiremos 10 soluções e estratégias que podem ser implementadas para prevenir o abuso infantil, garantindo assim a proteção e o bem-estar das crianças. É importante conscientizar a sociedade sobre a importância de prevenir o abuso infantil e tomar medidas concretas para garantir um ambiente seguro e saudável para todas as crianças.
Prevenir maus-tratos e violência contra crianças é uma responsabilidade de toda a sociedade. É fundamental estar atento aos sinais de abuso e agir de forma preventiva para proteger os pequenos. Confira 10 soluções e estratégias para prevenir o abuso infantil:
1. Educação e conscientização: Promover a conscientização sobre os direitos das crianças e os sinais de abuso é essencial para prevenir a violência.
2. Diálogo aberto: Incentivar a comunicação entre pais e filhos para que as crianças se sintam seguras para relatar qualquer situação de violência.
3. Fortalecimento familiar: Oferecer apoio e orientação às famílias em situação de vulnerabilidade pode prevenir o abuso infantil.
4. Rede de proteção: Estabelecer uma rede de proteção com profissionais capacitados para intervir em casos de suspeita de abuso.
5. Capacitação de profissionais: Capacitar profissionais da saúde, educação e assistência social para identificar e atuar em casos de abuso.
6. Denúncia: Estimular a denúncia de casos de abuso infantil, garantindo o anonimato e a proteção do denunciante.
7. Acompanhamento psicológico: Oferecer acompanhamento psicológico às crianças vítimas de violência para ajudá-las a superar o trauma.
8. Políticas públicas: Implementar políticas públicas voltadas para a prevenção do abuso infantil e o fortalecimento dos direitos das crianças.
9. Campanhas de conscientização: Realizar campanhas educativas para sensibilizar a sociedade sobre a importância de proteger as crianças.
10. Empoderamento infantil: Promover o empoderamento das crianças para que possam reconhecer situações de violência e buscar ajuda.
Com a adoção dessas soluções e estratégias, é possível prevenir o abuso infantil e garantir um ambiente seguro e saudável para todas as crianças.
Disponível em: 
Como prevenir o abuso infantil: 10 soluções e estratégias - Maestrovirtuale.com acesso em: 03/06/2024.
Com base no texto acima e as palestras do Simpósio de Direito, produza um texto dissertativo argumentativo, sobre AS MANEIRAS DE PREVENIR O ABUSO INFANTIL. Lembre-se da organização em Parágrafos e dê um nome para seu texto.
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