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FMEA Análise dos modos de falha e seus efeitos O que vamos ver no curso? O que é o FMEA Tipos de FMEA Por que usar o FMEA Quando usar o FMEA Passo a passo para se elaborar o FMEA Exercícios e cases de aplicação do FMEA utilizando a planilha Excel O que é o FMEA? O FMEA é uma metodologia (estruturada) que visa identificar, priorizar e limitar os modos de falha antes que elas possam acontecer, reduzindo custos e aumentando tanto a confiabilidade como a satisfação dos clientes finais. É considerada uma ferramenta de qualidade e de melhoria contínua, que agrega valor ao produto ou serviço, gerando satisfação de clientes. Sempre que você quiser extrair modos e efeitos de falhas, identificando possíveis causas raiz de problemas e solucioná-los de acordo com essa análise, você estará executando um FMEA. O que é o FMEA APQP/PPAP e FMEA Planejamento Desenho e desenvolvimento do produto Desenho e desenvolvimento do processo Validação do produto e do processo Produção Conceito inicial e aprovação Aprovação do programa Protótipo Piloto Lançamento Avaliação de retroalimentação e ação corretiva Production Component development RFP/RFQ Process ▪ Receber da OEM RFP/RFQ ▪ Definir a melhor proposta (solução/configuração) ▪ Definir melhor custo ▪ Alinhar proposta/cotação APQP Projeto (Advanced Product Quality Planning) ▪ Planejar e definir o cronograma ▪ Desenvolvimento do produto e verificação do cronograma ▪ Desenvolvimento do processo e verificação do cronograma ▪ Validação de produto e processo ▪ Carregamentos, Feedback, Avaliações e Ações Corretivas ▪ Responder RFQ/RFP ▪ Cotação/documentos ▪ Proposta 3D ▪ Registros de desenvolvimento ▪ Autorização mudança de engenharia ▪ Aprovação de Engenharia ▪ DFMEA ▪ Diagrama de fluxo de processo ▪ PFMEA ▪ Plano de controle ▪ Estudo sistema de análise de mediações (MSA) ▪ Resultado dimensional ▪ Registro de ensaios de material/performance ▪ Estudo do processo inicial ▪ Documentação de laboratório qualificado ▪ Relatório do lote de aparência ▪ Lote piloto ▪ Amostra mestra ▪ Verificações adicionais ▪ Exigência específica do cliente ▪ Certificado de submissão de peça (PSW) PPAP Entrega (Production Part Approval Proccess) PFMEA - Troca de um pneu furado Item Etapa do processo Entrada do processo Falhas possíveis Atual Modo Efeito(s) Causa(s) Controles atuais Índices S O D R 1 Baixar Carro Macaco Emperrado Não desce Falta de manutenção Nenhum 10 2 6 120 Método Incorreto Não desce Falta treinamento Nenhum 10 4 7 280 Ser humano Sem instrução Não desce Falta treinamento Nenhum 10 6 6 360 2 Apertar parafusos Parafuso Parafuso espanado Falta aperto Aperto excessivo 7 4 8 224 Parafuso enferrujado Quebra do parafuso Falha tratamento superficial 7 1 6 42 Operador ficava ocioso enquanto não havia geração de resíduos Desperdício de tempo Tarefa atribuída ao funcionário errado 9 1 1 9 Ferramentas Inadequada Não consegue apertar Má seleção 10 3 3 90 Espanada Não consegue apertar Desgaste 10 7 7 490 Seus objetivos principais são: ▪ reconhecer e analisar as falhas potenciais no processo e produto; ▪ elencar ações que possam eliminar ou minimizar a ocorrência da falha; ▪ realizar estudos documentados para que no futuro possam ser utilizados para contribuir em revisões de projetos ou processo. Objetivos FMEA Evolução do FMEA Exército americano, para avaliar confiabilidade e criticidade em seus equipamentos NASA (Projeto Apollo) Indústria automotiva/autopeças (QS 9000/ISO/TS 16949) 1949 Utilizado em diversos segmentos da indústria, como também em processos administrativos 1963 1980/1990s Atualmente Tipos de FMEA (FMECA, PFMEA, DFMEA, etc.) Uma grande confusão em relação ao FMEA são os seus tipos, que têm nomes diferentes. Na prática, são a mesma coisa e são preenchidos de maneira muito similar, entretanto, para cada aplicação ganharam um nome. A seguir vamos ver um pouco de cada um desses tipos e suas particularidades. São eles: ▪ FMECA; ▪ DFMEA; ▪ PFMEA; ▪ SeFMEA; ▪ SFMEA; ▪ HFMEA; ▪ FMEA Ambiental. Tipos de FMEA FMECA (Failure Mode, Effects And Criticality Analysis – Análise dos Efeitos e Criticidade dos Modos de Falha) consiste de uma metodologia para examinar todos os modos de falha de um sistema (produto, processo e serviço), o efeito potencial da falha sobre o desempenho, a segurança do sistema e a severidade desse efeito. A diferença entre FMEA e FMECA é que a primeira é uma técnica qualitativa utilizada na avaliação de um projeto, enquanto a segunda é composta do FMEA e da Análise Crítica (CA). FMECA = FMEA + C onde, C = Criticalidade = (Ocorrência) x (Severidade) FMEA X FMECA FMEA de Projeto (DFMEA) – É usado para analisar produtos antes que eles sejam liberados para a manufatura, enfocando os modos potenciais de falha causados pelas deficiências do projeto (abrange: componentes, subconjuntos, conjuntos ou sistemas. Clientes: outros projetistas, Engª Processo, Produção e usuário final); FMEA de Processo (PFMEA) – É usado para analisar os processos de manufatura e montagem, enfocando os modos de falhas causados pelas deficiências do processo ou montagem (abrange: máquinas, dispositivos, equipamentos e pessoas. Clientes: próximas operações, Assistência Técnica e usuário final). Tipos de FMEA Elaborado quando o projeto do produto é realizado antes do projeto do processo. Explora a possibilidade de mau funcionamento do produto, vida útil reduzida e preocupações regulatórias e de segurança derivadas de: Design FMEA ou FMEA Projeto ou DFMEA ▪ Propriedades do material; ▪ Geometria / Tolerâncias; ▪ Interfaces com outros componentes e / ou sistemas; ▪ Ruído de engenharia: ambientes, perfil do usuário, degradação, interações de sistemas. Aplicação do FMEA antes e/ou durante o processo de produção Descobre falhas que afetam a qualidade do produto, confiabilidade reduzida do processo, insatisfação do cliente e riscos ambientais ou de segurança derivados de: Process FMEA ou FMEA Processo ou PFMEA ▪ Fatores humanos; ▪ Métodos seguidos durante o processamento; ▪ Materiais utilizados; ▪ Impacto dos sistemas de medição na aceitação; ▪ Fatores ambientais no desempenho do processo. FMEA de Serviços (SeFMEA) – É uma derivação do PFMEA, usado para identificar como um processo pode fracassar em atender os requisitos críticos dos clientes, recuperando-os com ações imediatas caso ocorram problemas na entrega do serviço e implantando as ações que devem ser tomadas para tornar o processo à prova de erros; FMEA de Sistema (SFMEA) – É uma derivação do DFMEA, usada para identificar possíveis falhas associadas a sistemas e subsistemas do projeto ainda na fase de sua concepção. Tipos de FMEA FMEA de Assistência Médica (HFMEA) - É uma adaptação do PFME, usada para identificar possíveis falhas e suas causas antes que os serviços futuros sejam fornecidos, proporcionando oportunidades para melhorar os serviços atuais e mitigar riscos que poderiam resultar em riscos graves para o paciente. FMEA Ambiental – É uma adaptação do PFMEA, usado para identificar os aspectos e impactos ambientais gerados pelo processo, analisando as causas mais críticas e mitigando riscos ao ambiente. Tipos de FMEA Por que e quando usar o FMEA? Consiste também em possibilidade de reduzir custos caso modificações sejam necessárias no futuro. Para antever e minimizar falhas sistêmicas em produtos ou processos, assim como seu efeito sobre o conjunto, aumentando sua confiabilidade. Por que usar o FMEA? Sistema Projeto Processo Serviço Ajuda a selecionar a melhor alternativa de projeto. Estabelece uma prioridade de ações de melhoria de projeto Identifica as deficiências no processo e oferece um plano de ações corretivas Auxilia nas análises dos fluxos de trabalho. Ajudaa determinar redundância. Fornece informações para ajudar através da verificação do projeto do produto e testes Identifica as características críticas e/ou significativas e ajuda o desenvolvimento dos planos de controle. Auxilia nas análises dos sistemas e/ou processos e identifica as deficiências das tarefas. Ajuda na definição da base para os procedimentos de diagnóstico em nível de sistema. Ajuda a identificar as características críticas ou significativas. Estabelece uma prioridade de ações corretivas. Identifica as tarefas críticas ou significativas e ajuda no desenvolvimento dos planos de controle. Aumenta a probabilidade de que os problemas potenciais sejam considerados. Auxilia na avaliação dos requerimentos de projeto e alternativas. Auxilia na análise dos processos de manufatura e montagem. Estabelece uma prioridade para as ações de melhoria. Identifica as falhas potenciais do sistema e sua interação com outros sistemas ou subsistemas. Ajuda a identificar e eliminar os problemas potenciais de segurança. Ajuda a identificar antecipadamente as falhas nas fases de desenvolvimento do produto. Documenta as razões para as mudanças. Benefícios do FMEA Quando usar o FMEA? Ao se projetar um novo produto ou processo Ao se executar um processo existente de forma diferente Quando se tem uma meta de melhoria de qualidade para um processo específico Quando se precisa entender e melhorar falhas de um processo Periodicamente, durante a vida de um produto ou processo Define: compreender os riscos do projeto; Analyse: compreender como as etapas do processo se relacionam com o risco e priorizar variáveis de entrada; Improve: compreender os riscos de implementação da melhoria; Control: estabelecer a eficácia de um plano de controle. Pode ser usado em várias fases do roteiro DMAIC em projetos de melhoria contínua (Lean Seis Sigma): Quando usar o FMEA? Alguns exemplos de FMEA Buscar ferramentas no porta malas Soltar parafuso Levantar carro Retirar pneu furado Colocar estepe Abaixar carro Apertar parafusos Guardar ferramentas PFMEA Troca de um pneu furado PFMEA - Troca de um pneu furado Item Etapa do processo Entrada do processo Falhas possíveis Atual Modo Efeito(s) Causa(s) Controles atuais Índices S O D R 1 Baixar Carro Macaco Emperrado Não desce Falta de manutenção Nenhum 10 2 6 120 Método Incorreto Não desce Falta treinamento Nenhum 10 4 7 280 Ser humano Sem instrução Não desce Falta treinamento Nenhum 10 6 6 360 2 Apertar parafusos Parafuso Parafuso espanado Falta aperto Aperto excessivo 7 4 8 224 Parafuso enferrujado Quebra do parafuso Falha tratamento superficial 7 1 6 42 Operador ficava ocioso enquanto não havia geração de resíduos Desperdício de tempo Tarefa atribuída ao funcionário errado 9 1 1 9 Ferramentas Inadequada Não consegue apertar Má seleção 10 3 3 90 Espanada Não consegue apertar Desgaste 10 7 7 490 Inspecionar e higienizar laranjas Cortar laranjas Extrair suco Envasar o suco Descartar resíduos PFMEA Extração de suco de laranja PFMEA - Extração de suco de laranja Item Etapa do processo Entrada do processo Falhas possíveis Atual Modo Efeito(s) Causa(s) Controles atuais Índices S O D R 1 Extração do suco Extrair o suco utilizando o espremedor Extração não eficiente Formação de estoque em processo Falta de treinamento do operador 10 4 3 120 Parte do suco derrama sobre a mesa Desperdício de suco Falta de treinamento do operador 10 4 2 80 Espremedor não possui capacidade suficiente para processar eficientemente Formação de estoque em processo Espremedor subdimensionado 10 4 1 40 Fadiga dos funcionários Diminuição do ritmo de trabalho Ergonomia (bancada baixa) 10 9 6 540 Trabalho repetitivo 10 9 5 450 2 Envase do suco Envasar o suco em copos Mosquitos e moscas na embalagem Descarte do suco Inexistência de medidas sanitárias para evitar mosquitos e moscas no ambiente de produção 8 7 1 56 PFMEA - Extração de suco de laranja Item Etapa do processo Entrada do processo Falhas possíveis Atual Modo Efeito(s) Causa(s) Controles atuais Índices S O D R 3 Descarte dos resíduos Descartar o bagaço da laranja no lixo Mão do funcionário encosta no interior do lixo Contaminação Contato do funcionário com parte do lixo 7 7 6 294 Operador ficava ocioso enquanto não havia geração de resíduos Desperdício de tempo Tarefa atribuída ao funcionário errado 9 1 1 9 4 Corte das laranjas Cortar a laranja em duas metades aproximadamente iguais Espremedor não possui capacidade suficiente para processar eficientemente Ociosidade do funcionário responsável pelo corte Processo de extração do suco formou um gargalo 8 1 3 24 Local de corte inadequado Desperdício de suco Falta de recipiente para drenar líquido no momento do corte 10 1 4 40 5 Inspeção e higienização das laranjas Inspecionar e higienizar laranjas e passá-las ao funcionário responsável pelo corte Espremedor não possui capacidade suficiente para processar eficientemente Ociosidade do funcionário responsável pela inspeção Processo de extração do suco formou um gargalo 8 1 3 24 Como elaborar um FMEA Inicializar FMEA Selecionar item/componente de análise Identificar modos potenciais de falha do item Selecionar um modo de falha para analisar Identificar efeito do modo de falha analisado Determinar a severidade do efeito Identificar as causas potenciais do modo de falha Estimar a probabilidade de ocorrência do modo de falha A severidade e/ou Probabilidade de ocorrer necessita de ação Propor as ações corretivas de diminuição ou eliminação Notas, recomendações e ações Existem mais modos de falha para analisar Existem outros itens para analisar Conclusão do FMEA Definir data da próxima revisão A A Fluxograma FMEA S S S N NN Roadmap FMEA Atividades Formalize o projeto. Defina âmbito, limites, objetivos, equipe e cronograma. Colete informações (desenhos, esquemas, fluxograma, diagramas) e histórico de não conformidades (retrabalhos, capabilidade, ppm, etc). Faça um "brainstorming" para identificar modos de falhas; Identifique efeitos (funções e impactos no cliente) e determine causas potenciais. Identifique os controles atuais (preventivos e detectivos). Defina os riscos atuais: severidade (S), ocorrência(O) e capacidade de detecção (D). Calcule o RPN (SxOxD). Priorize os modos de falha que justifiquem planos de ação preventiva. Procurar ações para os RPN's priorizados. Aplicá- las. Nomeie responsáveis e defina prazo para as ações. Reclassifique os riscos e calcule o novo RPN. Registrar em histograma a evolução dos RPN's. Avalie as melhorias implementadas, documente e apresente resultados. Resuma e comunique os riscos do projeto. Ferramentas Fluxograma (PFMEA); Diagrama de Blocos (DFMEA); SIPOC. Brainstorming; Diagrama Ishikawa; 5 Porquês; Matriz de Criticidade (GUT). Histograma Saídas Base para análise; Equipe preparada e convocada. Análise concluída Riscos priorizados Riscos reclassificados Eficácia das ações implementadas 5. Verificar e documentar 4. Melhorar 3. Avaliar e priorizar 2. Analisar 1 . Planejar e preparar FMEA ▪ Brainstorming ▪ Mapa de processo ▪ Histórico processo ▪ Procedimentos ▪ Conhecimento ▪ Experiência ▪ Ações preventivas ▪ Ações de detecção ▪ Histórico das ações tomadas OUTPUTSINPUTS Definição do objetivo, escopo do produto ou processo; Definição do cliente; Identificação de funções, requisitos e especificações; Identificação de modos de falha potenciais; Identificação dos efeitos potenciais de cada falha; Identificação das causas potenciais. Identificação dos controles; Cálculo do risco: nº de prioridadede risco (RPN); Gestão dos maiores RPN’s e ações recomendadas; Responsabilidade da Direção. Estrutura FMEA Abordagens FMEA Bottom up Top down Mas, antes, vamos começar esclarecendo os componentes, com algumas definições! A seguir, vamos ver como se elabora este FMEA! Definições Função: Determinação das necessidades e expectativas. Ex: Funcionamento do motor Falha: perda da função de nosso objeto de estudo, quando ele é solicitado. Ex: Desligamento repentino do motor Modo de falha: é a maneira pela qual um sistema, processo ou produto pode falhar em atender a determinados requisitos. Ex: O motor apresenta falha e/ou desligamento sem aviso prévio Efeito do modo de falha: diz respeito à(s) consequência(s) que essa falha traz para os processos e clientes. Ex: Risco de acidentes graves para os ocupantes Definições Causa: indicação de deficiência no projeto ou processo, que resulta no modo de falha, podendo: ▪ Ser fatores ambientais; ▪ Ser erros humanos; ▪ Estar no próprio componente ou em componentes próximos. Cliente: no FMEA, são considerados clientes: ▪ Cliente final utilizador; ▪ Próxima operação do fabrico interno; ▪ Próximas operações na cadeia de fornecimento; ▪ Linha de montagem do fabricante (OEM); ▪ Regulamentações. Definições Planejar e preparar 1.1 Escolha do assunto a tratar 1.2 Organizar estudo 1.3 Reunir informações (difundir)1 Escolha do assunto a tratar Sistematizar o FMEA conduziria a validar o que já está dominado, ou seja, “inventar a roda”: e conduz a custos acrescidos “desperdícios”. Sempre que houver riscos pressentidos ou medidos, inovações ou áreas mal dominadas ou mesmo desconhecidas, ou simplesmente apostas importantes para a empresa, deve-se aplicar o FMEA ou enriquecê-lo, caso já existir. Problema recorrente Componente reconduzido Componente inovador Risco localizado FMEA Segurança de funcionamento + FMEA FMEA centrado nos riscos Atualizar FMEA Organizar o estudo ▪ Tipo de FMEA ▪ Produto/Processo/Cliente (Para produtos ou processos longos ou complexos, dividir em “partes”) ▪ Objetivos (escopo) do estudo ▪ Limites (restrições/fronteiras) do estudo ▪ Composição da equipe e cronograma de reuniões ▪ Diretrizes legais ▪ Regras e premissas ▪ Treinamento da equipe ▪ Logística de reunião ▪ Organização da documentação ▪ Relatórios, folhas de análise, histogramas(Facilitador + máximo 6 pessoas) Reunir informações (difundir) PFMEA: ▪ Definir as etapas do processo; ▪ Fluxograma Além de planos, desenhos, amostras, histórico da qualidade (não conformidades externas e internas) (Marcar 1ª reunião com a equipe para esclarecimentos de dúvidas) DFMEA: ▪ Definir a hierarquia do sistema; ▪ Diagrama de bloco; ▪ P-Diagrama ▪ Matriz de interface FMEA e outras ferramentas Histograma É um gráfico de frequência que tem como objetivo ilustrar como uma determinada amostra ou população de dados está distribuída. Ele mede quantas vezes temos determinado valor dentro dessa nossa distribuição de dados. É uma das sete ferramentas da qualidade, que nos ajudam a controlar processos tanto na indústria como no setor de serviços. É uma das melhores ferramentas para se mapear e medir um processo, fornecendo uma imagem visual de um processo que está sendo estudado. Esta imagem é feita por meio de uma representação gráfica de uma série de atividades que definem o processo e a sequência entre elas. Fluxograma FMEA e outras ferramentas Diagrama de blocos Um DFMEA deve começar com um diagrama de blocos para o sistema, subsistema e/ou componente analisado. Ele indica o fluxo de informações, energia, força, fluido, etc. O objetivo é indicar claramente as entradas (inputs), o processo desenvolvido (função) e as saídas (outputs) dos blocos, ilustrando as relações primárias entre os itens cobertos na análise e estabelecendo uma ordem lógica para a análise. O P-Diagrama faz parte do trabalho de preparação para o preenchimento do formulário DFMEA. Os sinais de entrada do sistema / cliente e as funções ou saídas produzidas pelo item sob investigação são enumeradas no P-Diagrama. Além das funções "ideais" produzidas pelo item, o P-Diagrama captura as saídas ou efeitos colaterais indesejados ou indesejáveis. P- Diagrama Preparação Informação DIAGRAMA DE BLOCOS P-DIAGRAMA Identificação Função Priorização dos riscos Efeito potencial Causa Modo de falha Determinação de ações FMEA e outras ferramentas FMEA e outras ferramentas Matriz de interface A Matriz de interface é um gráfico com os subsistemas e / ou componentes (dependendo do escopo do FMEA) nos eixos vertical e horizontal. O gráfico mostra quais interfaces devem ser consideradas na análise e o tipo de interface. Ela pode identificar as interfaces que foram perdidas no diagrama de blocos do FMEA; nesse caso, o diagrama de blocos pode ser atualizado. Analisar 2.1 Nivelar informações (Itens/Funções) 2.2 Identificar os modos de falha potencias 2.3 Determinar os efeitos potenciais 2.4 Determinar as causas 2.5 Determinar a capacidade de detecção (controles atuais) 2 Modelo - Planilha FMEA Item/Etapa Função Modo de Falha Efeito de Falha S e v e ri d a d e ( S ) Causa de falha O c o rr ê n c ia ( O ) Controles atuais D e te c ç ã o ( D ) R is c o ( N P R ) Ações recomendadas Responsável/ Prazo Ação tomada Resultado S e v e ri d a d e O c o rr ê n c ia D e te c ç ã o R is c o ( N P R ) D E S E N V O L V IM E N T O C A B E Ç A L H O Análise do modo e efeito das falhas - FMEA de Projeto ( ) de Processo ( ) FMEA Nº: Página de Projeto/Processo: Nome/Código produto: Máquina/Operação: Data Início: Data Limite: Revisão/Data: Preparado por: Responsável. Projeto/Processo: Aprovação da Gerência: Equipe: Etapas para preenchimento Planilha FMEA Mapeamento fluxograma Identificação dos efeitos pelo cliente Definição dos valores da severidade (S) e identificação da classificação Desmembrar da função de cada etapa do processo Identificação dos modos de falha Identificação das causas e respectivos valores de ocorrência Definição dos valores de ocorrência (O) Definição dos controles preventivos Definição dos controles detectivos Definição dos valores de detecção (D) Atribuições de valores RPN Recomendação de ações de melhoria Nova atribuição de RPN Tomada das ações DFMEA PFMEA Quais são os principais objetivos Qual o objetivo primário da operação O que o item deve ou não fazer Qual a operação que se pretende ou não fazer Quais funções se relacionam A função está escrita na forma: “faça esta (operação) com esta (peça ou conjunto) com esta (ferramenta)” Quais funções relacionadas à segurança são importantes para esse item Qual é o padrão de desempenho Qual é a performance padrão dessa operação Item/função Item/Função Modo de falha potencial Efeito potencial da falha S Causa potencial da falha Sistema bicicleta Deve fornecer transporte seguro e confiável, incluindo distâncias seguras de parada e operação segura sob todas as condições de uso do cliente, conforme definido na especificação técnica. Subsistema Cj. Freio de mão Providenciar o correto nível de atrito entre pastilha de freio e aro da roda para parar a bicicleta com segurança na distância requerida, sob todas as condições de operação. Cabo de freio Fornecer movimento ajustável e calibrado entre alavanca de freio e pinça de freio, sob condições específicas de uso e ambiente operacional. Item/função (DFMEA) Item/Função Modo de falha potencial Efeito potencial da falha S Causa potencial da falha Obter fornecedor – Área Manutenção Obter fornecedores Definir fornecedores para garantir as peças necessárias para a manutenção dos equipamentos Item/função (PFMEA) DFMEA PFMEADe que maneira o item pode falhar ao executar as funções pretendidas De que maneira a operação pode falhar ao executar a função pretendida De que maneira o item pode executar uma função não intencional De que maneira a operação pode executar uma função não intencional O que poderia dar errado com esse item O que poderia dar errado nessa operação O que poderia dar errado nas interfaces Por que uma peça seria rejeitada nessa operação Como o item pode ser mal utilizado Quais características significativas do produto podem ser modos de falha em potencial Modos potenciais de falha Item/Função Modo de falha potencial Efeito potencial da falha S Causa potencial da falha Sistema bicicleta Deve fornecer transporte seguro e confiável, incluindo distâncias seguras de parada e operação segura sob todas as condições de uso do cliente, conforme definido na especificação técnica Não para na distância requerida. Subsistema Cj. Freio de mão Providenciar o correto nível de atrito entre pastilha de freio e aro da roda para parar a bicicleta com segurança na distância requerida, sob todas as condições de operação Insuficiente atrito entre pastilha de freio e rodas durante condições de chuva pesada. Cabo de freio Fornecer movimento ajustável e calibrado entre alavanca de freio e pinça de freio, sob condições específicas de uso e ambiente operacional Quebra do cabo. Modos potenciais de falha (DFMEA) Item/Função Modo de falha potencial Efeito potencial da falha S Causa potencial da falha Obter fornecedor – Área Manutenção Obter fornecedores Definir fornecedores para garantir as peças necessárias para a manutenção dos equipamentos Falta fornecedor Ter o fornecedor, mas sem as peças e pessoas necessárias Fornecedor não recebeu serviços antigos Modos potenciais de falha (PFMEA) DFMEA PFMEA Qual é a consequência dessa falha Se o item falhar, quais serão as consequências no nível local? E no próximo nível superior? No nível do sistema? No usuário final Se a operação falhar, quais serão as consequências na operação local? E no próximo estágio das operações? E ao nível da planta? E ao nível do sistema? E no usuário final Se o item falhar, como o cliente o vê ou se sente A falha causará danos potenciais aos usuários finais A falha causará danos potenciais a equipamentos ou operadores A falha causará uma possível violação dos regulamentos A falha causará violação dos regulamentos Efeitos potenciais de falha Item/Função Modo de falha potencial Efeito potencial da falha S Causa potencial da falha Sistema bicicleta Deve fornecer transporte seguro e confiável, incluindo distâncias seguras de parada e operação segura sob todas as condições de uso do cliente, conforme definido na especificação técnica Não para na distância requerida Possível acidente ou lesão ao operador sem aviso Subsistema Cj. Freio de mão Providenciar o correto nível de atrito entre pastilha de freio e aro da roda para parar a bicicleta com segurança na distância requerida, sob todas as condições de operação Insuficiente atrito entre pastilha de freio e rodas durante condições de chuva pesada Roda da bicicleta não desacelera quando a alavanca de freio é acionada, resultando em acidente Cabo de freio Fornecer movimento ajustável e calibrado entre alavanca de freio e pinça de freio, sob condições específicas de uso e ambiente operacional Quebra do cabo O operador é incapaz de fechar as pinças do freio, rodas não desaceleram, possível acidente Efeitos potenciais de falha (DFMEA) Item/Função Modo de falha potencial Efeito potencial da falha S Causa potencial da falha Obter fornecedor – Área Manutenção Obter fornecedores Definir fornecedores para garantir as peças necessárias para a manutenção dos equipamentos Falta fornecedor Não ter o equipamento revisado para trabalhar sem falhas Ter o fornecedor sem as peças e pessoas necessárias Manutenção preventiva inadequada e demorada Fornecedor não recebeu serviços antigos Não ter o equipamento revisado para trabalhar sem falhas Efeitos potenciais de falha (PFMEA) DFMEA PFMEA Como pode ocorrer a falha O que poderia causar a falha do item dessa maneira O que poderia causar a falha da operação dessa maneira Que circunstâncias podem levar o item a não desempenhar a função pretendida Que circunstâncias podem levar a operação a não desempenhar a função pretendida Por que poderia ocorrer a falha Qual é o mecanismo da falha Causas Item/Função Modo de falha potencial Efeito potencial da falha S Causa potencial da falha Sistema bicicleta Deve fornecer transporte seguro e confiável, incluindo distâncias seguras de parada e operação segura sob todas as condições de uso do cliente, conforme definido na especificação técnica Não para na distância requerida Possível acidente ou lesão ao operador sem aviso Insuficiente atrito entre alavanca de freio e rodas durante condições de chuva pesada Sistema de freio mal ajustado pelo usuário Baixa eficiência sistema de freio(alavanca, cabos, pinças) Peso excessivo do usuário Cabo de freio Fornecer movimento ajustável e calibrado entre alavanca de freio e pinça de freio, sob condições específicas de uso e ambiente operacional Quebra do cabo O operador é incapaz de fechar as pinças do freio, rodas não desaceleram, possível acidente Corrosão da fiação do cabo devido à seleção errada do material Rachaduras por fadiga na fiação do cabo devido à espessura inadequada do cabo Causas potenciais de falha (DFMEA) Causas potenciais de falha (DFMEA) Item/Função Modo potencial de falha Causa potencial da falha Sistema bicicleta Insuficiente atrito entre pastilha de freio e rodas durante condições de chuva pesada Subsistema Cj. Freio de mão Insuficiente atrito entre pastilha de freio e rodas durante condições de chuva pesada Quebra do cabo Cabo de freio Quebra do cabo Em alguns casos, a causa em um FMEA do sistema será o modo de falha no FMEA de subsistema ou componente. ATENÇÃO FMEA e outras ferramentas 5 Porquês Os Cinco Porquês é uma técnica desenvolvida por Taiichi Ohno, criador do Sistema Toyota de Produção. Perguntando "por quê" cinco vezes, a equipe poderá descobrir a progressão das relações de causa e efeito por trás de um problema e a causa raiz que está abaixo da superfície. Identificar a "causa" correta em um FMEA é um dos conceitos mais importantes em FMEAs eficazes. Uma causa semianalisada tem pouco valor, pois a causa é o coração e a alma do FMEA. Para problemas de alto risco, é essencial que a causa raiz seja identificada. Os Cinco Porquês é uma técnica útil para ajudar a garantir que a equipe do FMEA alcance a causa raiz. FMEA e outras ferramentas Diagrama Ishikawa (“Espinha de peixe”) Uma das sete ferramentas da qualidade, esta técnica foi proposta por Kaoru Ishikawa, para descobrir, organizar e resumir conhecimento de um grupo a respeito das possíveis “causas” que contribuem para um determinado “efeito”. Uma das grandes vantagens do diagrama está no fato de ele fornecer uma conexão visual entre o efeito observado (disposto no lado direito do diagrama) e todos os possíveis fatores que contribuem para que ele ocorra (dispostos à esquerda). As espinhas principais representam as causas primárias (macrocausas) do problema e as ramificações dessas espinhas representam as causas secundárias ou oriundas de processos anteriores. DFMEA PFMEA O que já está em vigor que poderia evitar a causa O que ainda não está em vigor mas está atualmente planejado, que poderia prevenir a causa Quais diretrizes de projeto, padrões de projeto, uso das lições de campo aprendidas, ou outras tarefas do tipo prevenção estão planejadas ou já implementadas quepoderiam prevenir a causa Quais provas de erros de projeto ou processo, instruções de trabalho, controle de equipamentos, manutenção preventiva, ou outras tarefas do tipo prevenção estão planejadas ou já em uso que poderiam prevenir a causa Controle de prevenção DFMEA PFMEA O que já está em vigor que poderia detectar a causa O que ainda não está em vigor mas está atualmente planejado, que poderia detectar a causa Que testes, análises ou outras tarefas analíticas ou físicas já estão em uso ou planejadas que poderiam detectar a causa antes do lançamento Quais inspeções do operador, detecção de erros na estação, no teste final, medições, ou outras tarefas do tipo detecção estão realmente em uso ou atualmente planejadas, que poderiam detectar a causa antes de o produto deixar a planta Controle de detecção Avaliar e priorizar 3.1 Atribuir índice de severidade (S) 3.2 Atribuir índice de ocorrência (O) 3.3 Atribuir índice de detecção (D) 3.4 Calcular RPN (nº prioridade de risco) 3.5 Priorizar RPN 3 Efeito Severidade do Efeito no Produto – Efeito no cliente Severidade do Efeito no Processo – Efeito na Manufatura/Montagem Índice de severidade Perigoso sem aviso prévio Quando o modo de falha potencial afeta a segurança na operação do veículo e/ou envolve a não conformidade com a legislação governamental sem aviso prévio. Pode pôr em perigo o operador (máquina ou montagem) sem aviso prévio. 10 Perigoso com aviso prévio Quando o modo de falha potencial afeta a segurança na operação do veículo e/ou envolve a não conformidade com a legislação governamental com aviso prévio. Pode pôr em perigo o operador (máquina ou montagem) com aviso prévio. 9 Muito alto Veículo/item inoperável (perda das funções primárias). Ou 100% dos produtos podem ter que ser sucateados, ou o veículo/item é reparado no departamento de reparo com um tempo de reparo maior que uma hora. 8 Alto Veículo/item operável, mas com níveis de desempenho reduzido. Cliente muito insatisfeito. Os produtos podem ter que ser selecionados e uma parte (menor que 100%) sucateada, ou o veículo/item é reparado no departamento de reparo com um tempo de reparo entre 0,5 e 1 hora. 7 Moderado Veículo/item operável, mas com níveis de conforto/conveniência inoperável(is). Cliente insatisfeito. Ou uma parte (menor que 100%) dos produtos pode ter que ser sucateada sem seleção, ou o veículo/item é reparado no departamento de reparo com um tempo de reparo menor que 0,5 hora. 6 Baixo Veículo/item operável, mas com níveis de conforto/conveniência operável(is) com níveis de desempenho reduzidos. Ou 100% dos produtos podem ter que ser retrabalhados, ou veículo/item é reparado fora da linha mas não vai para o departamento de reparo. 5 Muito baixo Itens de ajuste, acabamento/chiado e barulho não- conformes. Defeito notado pela maioria dos clientes (mais que 75%). Os produtos podem ter que ser selecionados, sem sucateamento, e uma parte (menor que 100%) ser retrabalhada. 4 Menor Itens de ajuste, acabamento/chiado e barulho não- conformes. Defeito evidenciado por 50% dos clientes. Ou uma parte (menor que 100%) dos produtos pode ter que ser retrabalhado, sem sucateamento, na linha mas fora da estação. 3 Muito menor Itens de ajuste, acabamento/chiado e barulho não- conformes. Defeito evidenciado por clientes acurados (menos que 25%). Uma parte (menor que 100%) dos produtos pode ter que ser retrabalhada, sem sucateamento, na linha e dentro da estação. 2 Nenhum Sem efeito identificado. Pequena inconveniência no operador ou na operação, ou sem efeito. 1 Severidade (S) Probabilidade de Falha DFMEA Probabilidade de Falha PFMEA Taxas de falha possíveis Índice de ocorrência Nova tecnologia/novo projeto, sem histórico A falha é inevitável com novo projeto/nova aplicação/condições operacionais Muito alta: falhas persistentes 100 por mil peças 50 por mil peças 10 9 A falha é provável /incerta com novo projeto/nova aplicação/condições operacionais Alta: falhas frequentes 20 por mil peças 10 por mil peças 8 7 Falhas frequentes/ocasionais/isoladas associadas a projetos similares ou em simulação e testes de projeto Moderada: falhas ocasionais 5 por mil peças 2 por mil peças 1 por mil peças 6 5 4 Somente falhas isoladas/falhas não observadas associadas a projetos similares ou em simulação e testes de projeto Baixa: relativamente poucas falhas 0,5 por mil peças 0,01 por mil peças 3 2 A falha é eliminada por controle preventivo Mínima: falha improvávelde ações para reduzir o risco de ocorrência devem ser recomendadas Como o design atual pode ser mais robusto Como pode a operação atual ser feita mais eficazmente O que pode ser feito para reduzir a probabilidade de detecção para um nível mais baixo Quais estratégias de ações para reduzir o risco de detecção devem ser recomendadas Quais testes ou técnicas de avaliação precisam ser adotadas ou modificadas para melhorar a capacidade de detecção Quais controles de processo precisam ser acrescentados ou modificados para melhorar a capacidade de detecção Existem outras ações que são necessárias para reduzir o risco para um nível aceitável Se as ações recomendadas forem implementadas, será o suficiente para lidar com todos os riscos de alta severidade e RPN Ações recomendadas ▪ Ações corretivas ▪ Responsáveis ▪ Data conclusão Ações efetuadas Risco resultante Ações corretivas Reavaliação dos riscos (RPN) Erros comuns, cuidados e dicas Modo de falha Descrição não técnica do modo de falha Causa potencial Controles atuais RPN – Ações Modo de falha não relacionado com a função do processo Efeito não relacionado ao modo de falha Efeito não considera a percepção do cliente Descrição genérica e não técnica do efeito Inconsistência no valor da severidade Valor da severidade variando para um mesmo efeito Definição genérica da causa, distante da causa raiz Causa não relacionada com o modo de falha Valor da ocorrência não relacionada com a causa Valor da ocorrência variando para a mesma causa O controle preventivo não atua na causa Não apresenta controle preventivo, apenas detectivo Controle com descrição genérica O controle de detecção não está relacionado com o modo de falha Valor da detecção variando para um mesmo controle Erros de multiplicação Baixo nível de tomada de ação Indefinição de responsável e prazo Ações sem foco preventivo Ações atrasadas Irregularidades na aplicação FMEA Cuidados ao elaborar o FMEA Falhas frequentes perante os objetivos Sugestões Na condução de melhorias no projeto ou processo Observe as ações recomendadas e observe se a maioria delas conduz, ou não, a melhorias no design ou melhorias no processo. Converse com a equipe para garantir que o foco esteja nas melhorias no design ou no processo. Não resolver todos os modos de falha de alto risco Revise os problemas de alta gravidade e RPN para verificar se as ações recomendadas correspondentes são adequadas para reduzir o risco a um nível aceitável. Converse com a equipe para garantir que eles estejam satisfeitos com todos os riscos altos e que nenhuma preocupação importante seja deixada sem solução. Uma maneira de fazer isso é solicitar aos especialistas no assunto suas duas ou três maiores preocupações no projeto e, em seguida, verificar se essas preocupações são adequadamente abordadas no corpo do FMEA. Planos de teste/controle ineficazes Revise as ações recomendadas para verificar se há melhorias nos planos ou procedimentos de verificação de projeto ou nos planos de controle de processo, com base no risco associado aos controles de detecção atuais. Converse com a equipe para identificar se eles tiveram uma representação adequada dos testes, se o FMEA se beneficiou da experiência de teste, se os regimes de teste foram aprimorados e se os controles de detecção atuais não foram adequados. Não incluir interfaces ou integrações Revise os itens, funções, modos de falha e outras partes do FMEA para garantir que os problemas de interface e integração sejam abordados no escopo do FMEA. Veja o diagrama de blocos do FMEA para verificar. Converse com a equipe perguntando como eles garantiram que nenhum problema de interface fosse esquecido. Desconexão entre FMEA e dados de campo Revise os modos e causas de falha para garantir que eles contenham dados suplementares de falha de campo. De preferência, existe uma maneira visual de ver quais modos de falha são das informações de campo e como eles são abordados. Converse com a equipe para garantir que o FMEA se beneficie das lições aprendidas no campo e que os problemas de alto risco do campo não sejam repetidos. Erros comuns, cuidados e dicas Erros comuns, cuidados e dicas Falhas frequentes perante os objetivos Sugestões Nível errado de detalhes na análise Verifique se o nível de detalhe sobre questões de maior risco é adequado para entender completamente as causas principais e desenvolver ações corretivas eficazes. Revise as diferentes colunas do FMEA para ver se o nível geral de detalhes é adequado. Muitos detalhes aparecem como páginas intermináveis de material do FMEA, incluindo áreas com as quais ninguém da equipe do FMEA está preocupado; muito poucos detalhes aparecem como funções subdefinidas, modos de falha, efeitos, causas ou controles, ou como áreas de preocupação não abordada de um ou mais membros da equipe Converse com a equipe para determinar como eles abordaram o nível de detalhe e garantiram que todas as preocupações fossem incluídas no escopo do projeto do FMEA. Realizar FMEA tardiamente Revise o tempo do projeto em relação aos limites de tempo do processo de desenvolvimento de produtos. Verifique se o FMEA foi iniciado e concluído no prazo adequado para garantir ao máxima eficácia. Equipe mal composta ou com pouca participação Revise a lista de membros da equipe para garantir que houve uma representação adequada , com base no tipo e no escopo do projeto. Verifique os registros da reunião da equipe para garantir que a participação foi adequada. Converse individualmente com os membros da equipe para ver o grau de participação nas decisões. Utilizar procedimentos inadequados Veja o FMEA para conferir se as várias colunas foram preenchidas corretamente e se o procedimento do FMEA foi seguido. Converse com a equipe para garantir que eles sigam rigorosamente as diretrizes e práticas. Mal uso do tempo Converse com a equipe para ver se cada membro acredita que seu tempo foi bem gasto e que foi alcançado um resultado de valor agregado. Se surgir algum problema, descubra o motivo. Cases reais Case 1 – Área Saúde Triagem de pacientes Um hospital necessita otimizar seu processo de triagem de pacientes. Pensando nisso, uma equipe de colaboradores analisou as possíveis causas para a demora durante essa triagem, usando um Diagrama de Ishikawa e uma Matriz GUT. A partir dessas análises, identificaram como item mais crítico “Falta de produto”. Uma nova equipe foi formada para elaborar um FMEA para esse item. OK Case 1 – Área Saúde Triagem de pacientes Medições Material Pessoal Ambiente Métodos Máquinas Demora na triagem de pacientes ▪ Falta de calibração dos equipamentos ▪ Muita conversa ▪ Sujeira ▪ Muito calor ▪ Sala inapropriada ▪ Computador com problemas ▪ Laringoscópio falhando ▪ Termômetro defeituoso ▪ Ar condicionado com problema ▪ Quantidade errada de produtos ▪ Falta de produtos ▪ Produto vencido ▪ Atendimento ruim ▪ Falta de treinamento ▪ Sem procedimentos OK OK OK OK OK OK OK OK OK OK OK OK nOK nOK Case 1 – Área Saúde Triagem de pacientes Item Gravidade Urgência Frequência Total Quantidades erradas de produtos 5 5 5 125 Falta de calibração dos equipamentos 5 5 5 125 Termômetro defeituoso 5 5 5 125 Laringoscópio Falhando 5 5 5 125 Ar-condicionado com problema 3 3 2 18 Sala inapropriada 4 4 2 32 Muito calor 4 4 2 32 Sujeira 5 5 5 125 Falta de produtos 5 5 5 125 Falta de papel sulfite 3 3 1 9 Produto vencido 5 5 5 125 Muita conversa 3 4 2 24 Atendimento ruim 4 3 4 48 Falta de treinamento 4 4 2 32 Case 1 – Área Saúde Triagem de pacientes Etapa do processo Função e requisitos do processo Modos de falha potencial Efeitos potenciais de falha IS Causas e mecanismos potenciais de falha IO Controles atuais do processode prevenção Controles atuais do processo de detecção ID NPR Ações a serem tomadas para a redução do NPR Prazo Responsável Resultado Ações tomadas IS IO ID NPR Disponibilizar produtos Garantir tipagem e quantidade necessária para atendimento aos pacientes Não ter a quantidade necessária na sala Deixar o paciente aguardando a chegada (insatisfação) 9 Falta de controle 7 Não há Não há 10 630 Criar checagem diária, com assinatura e quantidades em todas as salas de atendimento 15 dias Recepção Checagem implementada 9 2 3 54 Não ter a quantidade necessária no almoxarifado Deixar o paciente aguardando a chegada (insatisfação) 9 Falta de controle 8 Não há Não há 10 720 Criar estoque mínimo por produto no sistema automatizado do almoxarifado 30 dias Disposição- TI Sistema alterado; quando chegar na quantidade mínima a ordem de compra é aberta 9 1 1 9 Não ter a marca correta do produto Problemas ao paciente 10 Falta de definição 8 Não há Não há 8 640 Criar no sistema de compras uma lista de materiais aprovados que podem ser comprados 7 dias Compras Lista de materiais aprovados implementada 10 1 1 10 Análise do modo e efeito das falhas - FMEA de Processo ( ) FMEA Nº: Página de Projeto/Processo: Disponibilizar produtos Área: Saúde Data Início: Data Limite: Revisão/Data: Número: Descrição do processo: Triagem de pacientes Líder: Equipe: Case 2 – Área Manufatura Projeto de bicicleta Uma empresa fabricante de bicicletas pretende ampliar sua linha de produtos. Pensando na confiabilidade do produto e na aceitação de seus clientes, a direção da empresa decidiu montar uma equipe multifuncional de colaboradores para conduzir um FMEA de projeto. Case 2 – Área Manufatura Projeto de bicicleta - Definição equipe • Facilitador • Engenheiro de Projetos, Engenheiro de Testes, Engenheiro de Qualidade, Analista Pós-Vendas/Garantia, Engenheiro de Processo; • Suporte gerencial para garantir incentivos (presença) e recursos necessários ( sem participação direta). Case 2 – Área Manufatura Projeto de bicicleta - Coletando informações Vista explodida Lista materiais Relatórios Garantia FMEAs anteriores Case 2 – Área Manufatura Projeto de bicicleta - Definindo o escopo • Funções gerais relacionadas ao sistema para a bicicleta (o que a bicicleta se destina a fazer); • Funções de segurança do sistema (a segurança geral da bicicleta e do ciclista); • Integração de subsistemas (como os vários subsistemas devem funcionar juntos); • Interfaces entre subsistemas (conexões físicas, troca de material, transferência de energia, troca de dados). Case 2 – Área Manufatura Projeto de bicicleta – Análise de Risco Subsistemas bicicleta S e g u ra n ç a N o v a T e c n o lo g ia G ra u d e M u d a n ç a C a m p o R e g u la m e n to s F o rn e c e d o r P ri o ri z a ç ã o Quadro 2 2 3 1 1 1 12 Roda dianteira 1 1 1 1 1 1 1 Roda traseira 1 1 1 1 1 1 1 Roda dentada 1 1 1 1 1 2 2 Corrente 2 1 1 1 1 2 4 Banco 2 1 1 1 1 1 2 Guidão 1 1 1 1 1 1 1 Freio mão 2 1 1 3 1 2 12 Suspensão 2 2 2 1 1 1 8 Case 2 – Área Manufatura Projeto de bicicleta - DFMEA Item/Função Modo de falha potencial Efeito potencial da falha S Causa potencial da falha O Controle atual preventivo Controle atual detecctivo D RPN Ações recomendadas Subsistema Cj. Freio de mão Providenciar o correto nível de atrito entre a pastilha de freio e aro da roda para parar a bicicleta com segurança na distância requerida, sob todas as condições de operação Insuficiente atrito entre a pastilha de freio e rodas durante condições de chuva pesada Não desacelera quando a alavanca de freio é acionada, resultando em acidente 10 Cabo se prende devido à falta de lubrificação ou mal roteamento 4 Guia projeto Teste durabilidade 2 80 Redesenhar roteiro e incluir teste periódico Fricção externa 2 3 60 Quebra cabo 6 Material baseado em norma Teste durabilidade 4 240 Solicitar DFMEA e PFMEA do fornecedor Quebra alavanca freio 1 Guia projeto Teste durabilidade 1 10 Material pedal freio não se aplica quanto ao atrito necessário com a roda 2 2 40 Exercícios Lista de exercícios Lavanderia Unidade hospital Indústria Alimentícia – Bomba helicoidal Esteira rolante Exercício 1 - Lavanderia Uma lavanderia estava recebendo muitas reclamações de clientes sobre roupas manchadas e danificadas. Os colaboradores da lavanderia se reuniram para fazer uma análise de seu processo a fim de identificar e minimizar seus modos de falhas potenciais. Coletar roupas Separar roupas Lavar roupas Secar roupas Passar roupasDobrar roupasEmbalar roupasExpedir Distribuir Exercício 1 - Lavanderia Exercício 1 - Lavanderia Análise do modo e efeito das falhas - FMEA de Processo ( ) FMEA Nº: Página de Projeto/Processo: Lavagem de roupa Área: Lavanderia Revisão/Data: Data Início: Data Limite: Número: Descrição do processo: Lavanderia Líder: Equipe: Etapa do processo Função e requisitos do processo Modos de falha potencial Efeitos potenciais de falha IS Causas e mecanismos potenciais de falha IO Controles atuais do processo de prevenção Controles atuais do processo de detecção ID NPR Ações a serem tomadas para a redução do NPR Separar roupas Classificar Misturar roupas coloridas Roupas manchadas 5 Falha humana 2 Treinamento Dupla checagem 3 30 Manter controle atual Lavar roupas Lavar Água imprópria Roupas mal lavadas 7 Falha humana 3 Treinamento Dupla checagem 6 126 Manter controle atual Excesso de roupas na máquina Roupas mal lavadas 6 Falha humana 3 Treinamento e procedimento formalizado 2 36 Manter controle atual Excesso de insumos na máquina Roupas mal lavadas/ manchadas/desgastadas 7 Falha humana 5 Treinamento e procedimento formalizado 4 140 Manter controle atual Insumos ineficazes Roupas mal lavadas 7 Falha humana 5 Treinamento e procedimento formalizado 3 105 Manter controle atual Secar roupas Secar Excesso checagem Roupas ressecadas/ dificuldade para passar 5 Falha humana 2 Treinamento e procedimento formalizado 1 12 Inserir inspeção aleatória Excesso tempo na calandra Roupas ressecadas/ queimadas 9 Falha humana 2 Treinamento e procedimento formalizado 2 36 Inserir inspeção aleatória Dobrar roupas Dobrar Fora padrão cliente Dobragem incorreta/ Cliente insatisfeito 7 Falha humana 4 Treinamento e procedimento formalizado 2 56 Inserir inspeção aleatória Embalar roupas Embalar, etiquetar Etiquetagem incorreta Entrega incorreta/ Cliente insatisfeito 10 Falha humana 3 Treinamento e procedimento formalizado 2 60 Manter controle atual Expedir Expedir Falha na conferência Entrega incorreta/ Cliente insatisfeito 9 Falha humana 3 Treinamento e procedimento formalizado 4 108 Manter controle atual Distribuir Entregar roupas Mal acondicionamento do veículo Roupas amassadas/Cliente insatisfeito 8 Falha humana 4 Treinamento e procedimento formalizado 4 128 Inserir inspeção aleatória Caixas com excesso de roupas Roupas amassadas/Cliente insatisfeito 8 Falha humana 4 Treinamento e procedimento formalizado 4 128 Inserir inspeção aleatória Exercício 2 Unidade Hospitalar A administração de uma unidade hospitalar vem tentando analisar os riscos relacionados aos procedimentos cirúrgicos ambulatoriais atuais. Um time multidisciplinar é convocado para analisar o processo. Admitir paciente Atender paciente Preparar a sala procedimentos Auxiliar a equipe médica Desmontar a sala de procedimentos DocumentarLiberar paciente Exercício 2 – Unidade Hospitalar Exercício 2 – Unidade Hospitalar Análise do modo e efeito das falhas - FMEA de Processo ( ) FMEA Nº: Páginade Projeto/Processo: Procedimento centro cirúrgico Área: Unidade hospitalar Revisão/Data: Data Início: Data Limite: Número: Descrição do processo: Realização de procedimentos em Centro Cirúrgico Líder: Enfermagem, médicos cirurgiões Equipe: Etapa do processo Função e requisitos do processo Modos de falha potencial Efeitos potenciais de falha Causas potenciais de falha Escore risco Tipo ação Recomendações Admitir paciente Confirmar agendamento cirurgia Não agendado Procedimento não realizado Não houve anotação na agenda 9 Aceitação risco Nenhuma Agendamento dia errado 3 Aceitação risco Nenhuma Atender paciente Executar prescrição de medicação pré-operatória Não realizada/registrada Procedimento não realizado Médico não prescreveu 6 Aceitação risco Nenhuma Medicação indisponível 9 Aceitação risco Nenhuma Preparar a sala Prepara a sala de procedimentos cirúrgicos Não preparada Procedimento não realizado Falta energia elétrica 12 Aceitação risco Nenhuma Sala com estrutura física inadequada Problemas com equipamentos 12 Aceitação risco Nenhuma Auxílio à equipe médica Equipe auxiliar higieniza as mãos Higienização feita em local inadequado Risco de infecção hospitalar Utilizada pia de materiais para expurgo 16 Suspender procedimento cirúrgico Enfermeira + Chefia médicos Desmontar a sala de procedimentos Retirar material e roupas, acondicionar e expurgar Não realizada a retirada Risco de infecção hospitalar Ausência de profissionais de limpeza 4 Aceitação risco Nenhuma Liberar paciente Agendar retorno para retirada dos pontos Não realizado agendamento de retorno Paciente insatisfeito Falha humana 6 Aceitação risco Nenhuma Exercício 2 – Unidade Hospitalar Escala para determinação da gravidade do evento Evento Catastrófico (Corresponde a um escore de 10 no FMEA tradicional – Falha que pode provocar morte ou dano grave) Evento Maior (Corresponde a um escore de 7 no FMEA tradicional – falha que pode provocar grande insatisfação no cliente/consumidor) Resultados para o Paciente: morte ou perda permanente da função (sensorial, motora, psicológica, ou intelectual), suicídio, estupro, reação hemolítica à transfusão, cirurgia ou procedimento no paciente errado, ou em parte errada do corpo. Sequestro de menores ou entrega (alta) de menores para a família errada. Resultados para o Paciente: diminuição permanente da função corporal (sensorial, motora, psicológica, ou intelectual), desfiguramento, intervenção cirúrgica requerida, aumento do tempo de permanência para 3 ou mais pacientes, aumento do nível de cuidado para 3 ou mais pacientes. Resultados para Visitantes: morte ou hospitalização de 3 ou mais visitantes. Resultados para Visitantes: hospitalização de 1 ou 2 visitantes. Resultados para a Equipe de Saúde: morte ou hospitalização de 3 ou mais membros da equipe. Resultados para a Equipe de Saúde: hospitalização de 1 ou 2 membros da equipe, OU 3 ou mais membros afastados do trabalho ou com restrição das atividades por danos ou doenças. Equipamentos ou Área Física (da instituição): dano igual ou superior a US$250.000*. Equipamentos ou Área Física (da instituição): dano igual ou superior a U$100.000**> Incêndio: qualquer incêndio maior que o estágio incipiente Incêndio: não aplicável – ver Evento Moderado e Catastrófico *[R$439. 000,00 – câmbio de 30/10/2009] ** [R$175. 600,00 – câmbio de 30/10/2009] Evento Moderado (Corresponde a um escore de 4 no FMEA tradicional – falha que pode ser superada com modificações no processo ou produto, há uma menor perda no desempenho) Evento Menor (Corresponde a um escore de 1 – falha que não seria percebida pelo cliente/consumidor e não afetaria a entrega do serviço ou produto) Severidade > Probabilidade v Catastrófico Moderado Maior Menor Frequente 16 12 8 4 Ocasional 12 9 6 3 Incomum 8 6 4 2 Remoto 4 3 2 1 Matriz de escore de risco* - HFMEA 8 = alto risco Exercício 3 Indústria Alimentícia Bomba helicoidal Uma empresa fabricante de polpas de sucos quer utilizar uma nova bomba helicoidal para deslocar sua matéria- prima até seus locais de processamento. Uma equipe de engenheiros decide elaborar um FMEA para identificar potenciais de falhas nesse novo equipamento. Exercício 3 - Indústria Alimentícia Bomba helicoidal Equipamento Conjunto Bomba helicoidal Conjunto de acionamento Conjunto de transmissão Conjunto de bombeamento Conjunto de fixação Exercício 3 - Indústria Alimentícia Bomba helicoidal Conjunto Componente Função Modo de falha Efeito Causa S O D RPN Conjunto de acionamento Eixo motriz Transmitir torque, rotação para o eixo de articulação Desalinhamento Vibração elevada Folga no assentamento do rolamento 6 2 5 60 Quebra Parada do equipamento Material inadequado (dureza) 9 1 3 27 Acúmulo de tensões Empeno Vibração elevada Desalinhamento 6 2 6 72 Quebra no parafuso de fixação (eixo motriz – eixo cardã) Parada do equipamento (pois o eixo cardã não transmite movimento para o rotor) Desgaste na furação da fixação do eixo motriz para o eixo cardã 9 4 4 144 Chaveta Ligar o eixo a um conjunto de acionamento externo Folga Parada no equipamento Atrito/desgaste 8 3 3 72 Carcaça de rolamentos Sustentar o rixo motriz e os rolamentos Folga no assentamento do rolamento Desalinhamento do conjunto Desgaste 5 4 5 100 Tampa de rolamentos Limitar a movimentação do eixo motriz Quebra da tampa Desalinhamento do conjunto Erro na montagem 5 1 4 20 Retentores Reter a entrada de partículas e reter a saída de lubrificante usado no interior conjunto Falha na vedação Contaminação do lubrificante por agentes externos Desgaste 4 4 3 48 Vazamento Perda do lubrificante Desgaste 7 6 1 42 Rolamentos Facilitar o movimento de rotação do eixo motriz Travamento Quebra Falta de lubrificação 9 4 3 108Contaminação Desgaste (fim da vida útil) Folga Vibração elevada Desalinhamento 7 4 4 112 Gaxetas Vedar o conjunto de acionamento, evitando o vazamento de fluído do conjunto de transmissão para o conjunto de acionamento Falha na vedação Vazamento Erro de especificação 6 6 5 180 Desgaste Erro durante a instalação de gaxeta Falta de aperto no preme gaxetas O’ring de vedação da carcaça (entre o 1º e 2º estágio) Vedar a área de junção entre as carcaças Falha na vedação Vazamento Fim da vida útil do O’ring 7 6 4 168Mau posicionamento Danificado durante a montagem Exercício 3 - Indústria Alimentícia Bomba helicoidal Conjunto Componente Função Modo de falha Efeito Causa S O D RPN Conjunto de transmissão Carcaça de entrada Permitir a entrada de fluído para ser deslocado pelo equipamento Vazamento Redução do volume de fluído na entrada Aperto inadequado 2 6 1 12 Não entrada de fluído Desgaste no estator por funcionar à seco Obstrução 8 3 3 72 Eixo cardã Transmitir o movimento do eixo motriz para o eixo de articulação Quebra Parada do equipamento por perda de transmissão de Material inadequado (dureza) 9 3 6 162 Acúmulo de tensões Desprendimento do eixo motriz Parada do equipamento por perda de transmissão de torque Quebra dos parafusos das rótulas 9 4 7 252 Conjunto de bombeament o Estator Conduzir o fluído Perda de vazão Queda de rendimento do equipamento Desgaste 3 4 7 84 Rotor helicoidal Movimentar o fluído Travamento do rotor Parada do equipamento Obstrução por alguma partícula de alta dureza 9 3 5 135 Quebra do parafuso de junção do rotor com o eixo cardã Carcaça (flange + base) Apoiar o conjunto de bombeamento Quebra Desalinhamento do conjunto Aperto excessivo 4 1 3 12 Permitir a saída do fluído Obstrução Trancamento do equipamento Material sólido (plástico, ferro, etc) 9 3 3 81 Conjunto de fixação Tirante Fixar o conjunto do equipamento Folga na fixação Desalinhamento do conjunto Quebra do parafuso de fixação 4 4 4 64 Apertoinadequado Exercício 3 - Indústria Alimentícia Bomba helicoidal Código Modo de falha RPN M17 DESPRENDIMENTODOEIXOCARDÃCOMOEIXOMOTRIZ 252 M12 FALHA NA VEDAÇÃO DA GAXETA 180 M13 FALHA NA VEDAÇÃO DO O'RING 168 M16 QUEBRA DO EIXO CARDÃ 162 M4 QUEBRA DO PARAFUSO DE FIXAÇÃO DO EIXO MOTRIZ 144 M19 TRAVAMENTO DO ROTOR 135 M11 FOLGA NO ROLAMENTO 112 M10 TRAVAMENTO DO ROLAMENTO 108 M6 FOLGA NO ASSENTAMENTO DO ROLAMENTO NA CARCAÇA 100 M18 PERDA DE VAZÃO NO ESTATOR 84 M21 OBSTRUÇÃO NA CARCAÇA DE SAÍDA 81 M3 EMPENO DO EIXO MOTRIZ 72 M5 FOLGA DA CHAVETA 72 M15 NÃOENTRADADEFLUIDONACARCAÇADEENTRADA 72 M22 FOLGA NA FIXAÇÃO DO TIRANTE 64 M1 DESALINHAMENTO DO EIXO MOTRIZ 60 M8 FALHA NA VEDAÇÃO DO RETENTOR 48 M9 VAZAMENTO PELO RETENTOR 42 M2 QUEBRA DO EIXO MOTRIZ 27 M7 QUEBRA DA TAMPA DE ROLAMENTOS 20 M14 VAZAMENTO NA CARCAÇA DE ENTRADA 12 M20 QUEBRA DA CARCAÇA DE SAÍDA 12 Exercício 4 Esteira rolante A mesma empresa fabricante de polpas de sucos do exemplo anterior está planejando alterar a esteira rolante que faz o transporte das caixas com os sucos processados até o setor de estoque. Uma equipe de engenheiros decide elaborar um FMEA para identificar potenciais de falhas nesse novo equipamento. Exercício 4 Esteira rolante Análise do modo e efeito das falhas - FMEA de Produto ( ) FMEA Nº: Página de Projeto/Processo: Transporte de caixas Área: Produção Revisão/Data: Data Início: Data Limite: Número: Descrição do processo: Transporte de caixas Líder: Engenheiro de produção Equipe: Descrição do produto Função e requisitos do produto Modos de falha potencial Efeitos potenciais de falha IS Causas e mecanismos potenciais de falha IO Controles atuais do processo de prevenção Controles atuais do processo de detecção ID NPR Ações a serem tomadas para a redução do NPR Prazo Responsáv el Resultado Ações tomadas IS IO ID NPR Esteira rolante Suportar e transportar o material Correia arrebentou Parada da máquina e produção 10 Excesso de carga 3 Não há Inspeção visual 5 150 Balança antes da colocação da carga na esteira Imediat o Equipe pesagem e líder produção Pesagem prévia da carga 6 2 7 84Equipe disponível para transição da carga Ferramentas e equipe disponíveis para retirada da carga extra Revisão ▪ O FMEA é uma forma de dizer para o cliente: “Conheço meu produto/processo, sei que pode falhar e, caso ocorra, tenho uma estratégia para solucionar o problema”. ▪ Por esta razão, o conhecimento e a experiência de uma equipe multifuncional para revisar o progresso do projeto de um produto ou processo, avaliando seu risco de falha, é fundamental; ▪ Tanto o DFMEA como o PFMEA são documentos vivos, que devem ser retroalimentados ao longo do processo, servindo de lições aprendidas para a organização; ▪ Funcionam separadamente mas, quando combinados, tornam-se mais eficazes. Revisão Nova abordagem FMEA Nova abordagem FMEA As 5 principais novidades 5Ts 7 steps Elemento Foco FMEA MSR Sai NPR Nova abordagem FMEA Análise do sistema Análise de falhas e redução dos riscos 1ª etapa: Definição do escopo 2ª etapa: Análise da estrutura 3ª etapa: Análise de funções 4ª etapa: Análise de falhas 5ª etapa: Análise de riscos 6ª etapa: Otimização Identificação do projeto A estrutura do sistema de um produto ou dos elementos de um processo Descrição das funcionalidades de um produto ou processo Indicação do encadeamento das falhas (efeitos potenciais de falhas, modos de falha, causas de falha) para cada etapa de um produto ou processo) Atribuição de controles de prevenção (já existente e/ou propostos) às causas de falha e modos de falha Identificação das ações necessárias para reduzir os riscos ▪ Planejamento do projeto ▪ Análise de abrangência ▪ Lições aprendidas ▪ Base da etapa da análise de estrutura ▪ Visão geral da análise de escopo ▪ Identificação de interfaces e interações ▪ Base da etapa da análise de funções ▪ Visão geral da análise de escopo ▪ Identificação de interfaces e interações ▪ Base da análise de falhas ▪ Visualização da relação entre falhas ▪ Criação das estruturas de falha ▪ Identificação das fontes de variação ▪ Base do registro de falhas no documento FMEA ▪ Atribuição dos controles de prevenção/detecção ▪ Classificação da severidade, ocorrência e detecção ▪ Parceria entre cliente e fornecedor (severidade) ▪ Base da etapa de otimização ▪ Atribuição da responsabilidade ▪ Documentação e implementação das ações ▪ Verificação da eficácia das ações ▪ Melhoria contínua do produto e do processo ▪ Base do aperfeiçoamento dos controles ▪ Vela encharcada ▪ Vela mal posicionada ▪ Vela antiga ▪ Vela fora das características especificadas ▪ Vela com vazamento de corrente Nova abordagem FMEA Visão micro ▪ Motor sem força ▪ Motor falhando ▪ Não acionamento do motor ▪ Dificuldade de partida ▪ Dificuldade ao subir ladeira Visão macro Análise de falhas através do elemento foco Nova abordagem FMEA DFMEA N ív e l su p e ri o r E le m e n to f o c o N ív e l in fe ri o r F u n ç ã o R e q u is it o M o d o d e f a lh a E fe it o S e v e ri d a d e C la ss e C a u sa C o n tr o le p re v e n ti v o O c o rr ê n c ia C o n tr o le D e te c ç ã o D e te c ç ã o P ri o ri z a ç ã o Diretrizes análise de risco Efeito Severidade Previsão de ocorrência de falha Ocorrência Capacidade de detecção Detecção Priorização Altíssimo 9 a 10 Altíssima 8 a 10 Baixíssima 7 a 10 Alta Moderada 5 a 6 Alta 2 a 4 Altíssima 1 Alta 6 a 7 Baixíssima 7 a 10 Moderada 5 a 6 Alta 2 a 4 Altíssima 1 Moderada 4 a 5 Baixíssima 7 a 10 Moderada 5 a 6 Alta 2 a 4 Altíssima 1 Média Baixa 2 a 3 Baixíssima 7 a 10 Alta Moderada 5 a 6 Média Alta 2 a 4 Baixa Altíssima 1 Baixíssima 1 Ambos extremos 1 a 10 Nova abordagem: FMEA - MSR S e v e ri d a d e F re q u ê n c ia M o n it o ra m e n to Ação Preditiva S in a li z a n te A tu a n te