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Clínica Cirúrgica I Internos Renê Moura e Victória Martins Coordenador Dr. Ulisses Sobrinho Teixeira de Freitas-BA 2022 PROFILAXIAS EM PACIENTES CIRÚRGICOS 03Antibioticoprofilaxia Lesão por pressão Profilaxia de tromboembolismo venoso Úlcera de estresse02 04 01 ANTIBIOTICOPROFILAXIA A profilaxia consiste em tratar pacientes que ainda não estão infectados ou não desenvolveram a doença. O objetivo da profilaxia é evitar a infecção de alguns pacientes ou impedir o desenvolvimento de uma doença potencialmente perigosa em indivíduos que já têm evidências de infecção. O princípio fundamental da profilaxia é o tratamento dirigido. Fonte: BRUNTON, 2018, cap. 52, pg. 1186. Prevenir infecções de sítio cirúrgico ANTIBIOTICOPROFILAXIA CIRÚRGICA Não previne infecções nosocomiais pós-operatórias 01 02 Fonte: BRUNTON, 2018, cap. 52, pg. 1186. Extraído de: http://www.hospitalsiriolibanes.org.br/medicos_profissionais_saude/d iretrizes_assistenciais/pdf/ccih_prevencaodeinfecccao.pdf http://www.hospitalsiriolibanes.org.br/medicos_profissionais_saude/diretrizes_assistenciais/pdf/ccih_prevencaodeinfecccao.pdf http://www.hospitalsiriolibanes.org.br/medicos_profissionais_saude/diretrizes_assistenciais/pdf/ccih_prevencaodeinfecccao.pdf INFECÇÃO DE SÍTIO CIRÚRGICO (ISC) ● O Centers for Disease Control and Prevention (CDC) define a ISC como uma infecção que ocorre na (ou perto da) incisão cirúrgica, até 30 dias do pós-operatório – do procedimento ou, se for feito um implante (p. ex., valva cardíaca), em 1 ano. Fonte: DOHERTY, Gerard, 2017. INFECÇÃO DE SÍTIO CIRÚRGICO (ISC) Fonte: Manual de prevenção de ISC, Albert Einstein, p.4. ● Drenagem purulenta*; ● Pelo menos 1: febre (> 38 °C), dor localizada ou sensibilidade. ● Abscesso ou outra evidência de infecção envolvendo a incisão profunda. INCISÃO SUPERFICIAL INCISÃO PROFUNDA INCISÃO VÍSCERA/ CAVIDADE ● Drenagem purulenta; ● Isolado de cultura; ● Pelo menos 1: dor ou sensibilidade, inchaço localizado, vermelhidão ou calor. Fonte: DOHERTY, Gerard, 2017. ● Drenagem purulenta - dreno; ● Cultura +, órgão/ cavidade; ● Abscesso ou outra evidência de infecção (ex. Direto, histopatológico, radiológico ou reoperação). INFECÇÃO DE SÍTIO CIRÚRGICO (ISC) FATORES DE RISCO RELACIONADOS AO PROCESSO RELACIONADOS AO PROCEDIMENTO RELACIONADOS AO PACIENTE ● Idade avançada ● Diabetes mellitus ● Obesidade ● Tabagismo ● Desnutrição ● Imunossupressão ● Escore da American Society of Anesthesiologists (ASA) ≥ 3 ● Classificação de ferida cirúrgica como contaminada ou suja ● Duração prolongada do procedimento no decorrer de um número T de horas, em que T depende da natureza do procedimento realizado ● Escolha subótima e momento certo para instituição de antimicrobianos no perioperatório ● Brecha não identificada da assepsia ● Remoção pré-operatória de pelos ● Técnica cirúrgica ● Trânsito no centro cirúrgico ● Hipotermia perioperatória Fonte: DOHERTY, Gerard, 2017. TOWNSEND, et al, 2019. TOWNSEND, et al, 2019. PRINCÍPIOS QUE ORIENTAM A ADMINISTRAÇÃO DOS AGENTES MICROBIANOS PARA A PROFILAXIA Um espectro de ação adequado a cobertura dos patógenos relevantes Segurança 01 02 03 04 Pouca ou nenhuma utilização do antibiótico para tratamento de infecção (indução de resistência ao uso excessivo) Administração dentro de 1 hora antes da cirurgia e por um período curto após a cirurgia (*não excedente a 24h, ou 48h para cirurgias cardíacas, idealmente, em dose única). Fonte: TOWSEND, et al, 2019. Fonte: Manual de prevenção de ISC, Albert Einstein, p.5.. Fo nt e: a da pt ad o de T O W S E N D , e t a l, 2 01 9. Fonte: Adaptado de TOWSEND, et al, 2019. Cefalosporina de 2ª geração ou 1 de 1ª geração + metronidazol. Fonte: Manual de prevenção de ISC, Albert Einstein, p.5.. TOWSEND, et al, 2019. COCOS GRAM-POSITIVOS GRAM-NEGATIVOS OU ANAERÓBIOS Cefalosporina de 1ª geração ou clindamicina para pacientes alérgicos à penicilina Cefalosporinas ● 1ª Geração: Cefalotina, Cefazolina, Cefadroxila e Cefalexina. ● 2ª Geração: Cefoxitina, Cefuroxima e Cefaclor. ● 3ªGeração: Ceftriaxona, Cefotaxima e Ceftazidima. ● 4ª Geração: Cefepime e Cefpiroma. ● 5ª Geração: Ceftaroline e Ceftobiprole. IPCS: Infecção Primária da Corrente Sanguínea; ITR: Infecção do Trato Respiratório; ITU: Infecção do Trato Urinário. Fonte: CCIH, HMTF, 2022. PROFILAXIA DO TROMBOEMBOLISMO VENOSO (TEV) ● Tromboembolismo venoso (TEV) ⇒ trombose venosa profunda (TVP) e tromboembolismo pulmonar (TEP); ● Causa de morbimortalidade intra-hospitalar evitável (⅓ é fatal); ● Internação aumenta o risco em 8x; ● Risco pode persistir até 1 ano após procedimento cirúrgico; ● Risco estimado em pacientes sem profilaxia: clínicos (17%), cirurgia geral (20%), cirurgia oncológica (37%), acidente vascular cerebral isquêmico (40%) e cirurgia ortopédica (50%); ● Tríade de Virchow ⇒ hipercoagulabilidade, lesão endotelial e estase sanguínea. VELASCO, et al, 2022. BURIHAN, et al, 2019. CREDITS: This presentation template was created by Slidesgo, including icons by Flaticon, and infographics & images by Freepik AVALIAÇÃO DO RISCO DE TEV Muito baixo (0 ponto) → deambulação precoce Baixo (1 a 2 pontos) → profilaxia mecânica Moderado (3 a 4 pontos) → profilaxia farmacológica ou CPI Elevado (≥ 5 pontos) → profilaxia farmacológica e mecânica BURIHAN, et al, 2019. TOWNSEND, et al, 2019. http://bit.ly/2Tynxth http://bit.ly/2TyoMsr http://bit.ly/2TtBDfr I. Baixo risco: cirurgia de pequeno porte, duração 40 anos, duração > 30 minutos, mulheres 40 anos ou com fatores de risco adicional (câncer, trombose venosa/embolia pulmonar prévia). ● Artroplastia do quadril ou joelho; ● Fratura do quadril; ● Lesão medular aguda. BARUZZI; KNOBEL, 2016. MÉTODOS NÃO FARMACOLÓGICOS Movimentação dos membros: deambulação precoce e mudança de decúbito. Meias de compressão: ● Uso hospitalar: compressão gradual - ↑ 36% velocidade do fluxo femoral ● Uso doméstico: compressão uniforme - ↑ 10% velocidade do fluxo venoso. Compressão pneumática intermitente: insuflação sequencial e intermitente (35, 30 e 20 mmHg) - ↑ 240% a velocidade do fluxo venoso. BARUZZI; KNOBEL, 2016. BURIHAN, et al, 2019. PROFILAXIA FARMACOLÓGICA BRUNTON; HILAL-DANDAN, 2018. Heparina não Fracionada Heparina de Baixo Peso Molecular (HBPM) Fondaparinux Se liga à antitrombina III → inativação dos fatores II, IX, X, XI e XII ativados. DIminui função plaquetária Enoxaparina Dalteparina Nadroparina Tinzaparina Heparina sintética Monitorizar a resposta pelo tempo de tromboplastina parcial ativado (TTPA) Inibe o fator XA Inibe o fator XA Pico de ação: IV → minutos SC → 1-2h Pico de ação: Após 4h Contraindicada se Clcrfracionada – 5.000 UI SC, 2 a 3 vezes ao dia. Enoxaparina – 40 mg SC, 1 vez ao dia. Fondaparinux 2,5 mg SC, 1 vez ao dia. 2. Cirurgia geral: Heparina não fracionada – Iniciar 2 horas antes do procedimento, na dose de 5.000 UI SC, e manter 2 a 3 vezes ao dia. Enoxaparina – 40 mg SC, iniciar 12h antes do procedimento e após, administração única diária. 3. Cirurgia ortopédica: Varfarina (RNI alvo 2 a 3 vezes). Dose terapêutica: 5 mg VO em jejum 1x/dia. Enoxaparina – 40 mg SC, 1 vez ao dia. Fondaparinux – 2,5 mg SC, 1 vez ao dia. Rivaroxabana – 10 mg 1 vez ao dia. Dabigatrana – 110 mg 2 vezes ao dia. Apixabana – 2,5 mg 2 vezes ao dia. Iniciar HBPM 12h antes do procedimento e reiniciá-la de 6 a 12h após. DOACs - 6h após o procedimento. BARUZZI; KNOBEL, 2016. BURIHAN, et al, 2019. Moderado risco hemorrágico: ● Sangramento 80 anos. ● Clearance da creatinina 1,8, uso vigente novos anticoagulantes orais (rivaroxabana, dabigatrana, apixabana, edoxabana). CONTRAINDICAÇÕES BARUZZI; KNOBEL, 2016. BURIHAN, et al, 2019. SITUAÇÕES ESPECIAIS Obesos (IMC >40 kg/m²): ● HNF 7.500 UI SC, 8/8 e/ou ajuste pelo fator Xa; ● HBPM 40 mg SC 12/12h; ● Fondaparinux 2,5 mg SC 12/12h; ● DOACs - dose profilática habitual. Desnutridos (IMC 50 mL/min: doses profiláticas habituais ● Enoxaparina – 40 mg SC ao dia ● Fondaparinux – 2,5 mg SC ao dia 30 a 50 mL/min ● Enoxaparina – 40 mg SC ao dia – considerar controle de atividade antifator Xa ● Heparina não fracionada – 5.000 UI SC a cada 8 ou 12 horas ● Fondaparinux – 50% da dose 2 meses: 0,50 mg/kg/dose SC 12/12h BURIHAN, et al, 2019. GESTANTES → HEPARINAS Adaptado de BURIHAN, et al, 2019. Pré-natal ≥ 3 → considerar a profilaxia a partir de 28 semanas. Pós-parto ≥ 2 → considerar a profilaxia por ≥ 10 dias Paciente hospitalizada antes do parto → considerar a profilaxia Se a hospitalização for prolongada (≥ 3 dias) ou a paciente retornar ao hospital durante o puerpério → considerar a profilaxia. LESÃO POR PRESSÃO LPP TOWNSEND, et al, 2019. Mecanismo: ● Suporte prolongado de peso; ● Pacientes imobilizados ou paralisados; ● Elevação da pressão tecidual acima da pressão de perfusão capilar arterial (32 mmHg); ● Comprometimento da oxigenação, isquemia e eventual necrose tecidual. Em modelos de isquemia, pressão externa maior que 60 mmHg por 2 horas acarreta dano tecidual irreversível confirmado por estudos clínicos. Principais áreas acometidas: ● Sacro, calcâneo, ísquio e trocanter maior. As infecções são geralmente polimicrobianas com Proteus, Bacteroides, Pseudomonas e Escherichia coli acompanhando as espécies de estafilococos e estreptococos. Mais de 50% dos pacientes crônicos hospedam organismos Staphylococcus aureus resistentes à meticilina. Fonte: N P IA P, 2016, disponível em : https://npiap.com /page/P ressureInjuryS tages Pele saudável Lesão por Pressão Estágio 1: Eritema não branqueável de pele intacta Edema Eritema branqueável e não branqueável de pele intacta Lesão por Pressão Estágio 2: Perda de espessura parcial da pele com derme exposta Lesão por Pressão Estágio 3: Perda total da espessura da pele Lesão por Pressão Estágio 4: Perda total da espessura da pele e dos tecidos Lesão por Pressão Não Classificável: Perda de pele e tecido de espessura total obscurecida 1. Avaliação de úlcera por pressão na admissão de todos os pacientes (a) mobilidade; b) incontinência; c) déficit sensitivo e; d) estado nutricional (incluindo desidratação).; 2. Reavaliação diária de risco de desenvolvimento de UPP de todos os pacientes internados. 3. Inspeção diária da pele; 4. Manejo da Umidade: manutenção do paciente seco e com a pele hidratada; 5. Otimização da nutrição e da hidratação; 6. Minimizar a pressão: a. Mudança de decúbito ou reposicionamento; b. Medidas preventivas para fricção e cisalhamento; c. Materiais e equipamentos para redistribuição de pressão. Seis etapas essenciais para prevenção de UPP BRASIL, 2013. ÚLCERA DE ESTRESSE SILVA, et al, 2021. TOWNSEND, et al, 2019. RABELO FILHO, 2021. Definição: úlceras da mucosa gastroduodenal que aparecem após graves insultos; Caracteriza-se por múltiplas erosões superficiais em todo o estômago; Pacientes internados fora da UTI apresentam incidência muito baixa, entre 0,05 e 0,23%; Menos de 5% dos casos leva a sangramento clinicamente significativo; Mecanismo: ● Redução da perfusão e enfraquecimento das defesas da mucosa gástrica → lesões por pepsina e ácido → hemorragia/ perfuração. Maiores: ● Ventilação mecânica >48 horas; ● Coagulopatia (INR >1,5, plaquetas 2.0); ● Uso de oxigenação por membrana extracorpórea (ECMO). Menores: ● Insuficiência hepática aguda ou crônica; ● Insuficiência renal aguda ou crônica (terapia de substituição renal aumenta o risco); ● Sepse ou choque séptico; ● Coma ou Traumatismo crânio-encefálico grave (Cushing); ● Politrauma ou trauma raquimedular; ● Grandes queimados (SCQ > 20%) (Curling); ● Altas doses de corticóides (> 250mg/dia de hidrocortisona ou equivalente); ● Uso de medicações anticoagulantes, anti-plaquetários ou anti-inflamatórios não esteroides. FATORES DE RISCO SILVA, et al, 2021. TOWNSEND, et al, 2019. RABELO FILHO, 2021. Objetivo: manter pH gástrico >4. Drogas: 1. Antagonistas do receptor de histamina 2 (cimetidina, ranitidina, famotidina): ● Tolerância em 42h após a administração; ● Efeitos colaterais: plaquetopenia, alterações neurológicas em idosos e alterações das funções hepática e renal; 2. Inibidores da bomba de prótons (IBP) - (ex.: omeprazol, pantoprazol): ● Mais potentes; ● Menos efeitos colaterais que os antagonistas H2; ● IBP inibe a enzima CYP2C19; ● Efeitos colaterais: pneumonia nosocomial e colite pseudomembranosa. 3. Sulcrafato → citoprotetor. PROFILAXIA SILVA, et al, 2021. TOWNSEND, et al, 2019. RABELO FILHO, 2021. PROFILAXIA CIMETIDINA SUCRALFATOOMEPRAZOL 40 mg IV 1X/dia OU 20 mg VO (cápsula) Comprimidos de 200 e 400 mg ou 300 mg/ampola, dose máxima 2,4g. 2 cp mastigáveis VO ou 1 flaconete de 2g VO RABELO FILHO, 2021. OBRIGADO (A)! BARUZZI, Antonio Cláudio do Amaral; KNOBEL, Elias. Abordagem do Tromboembolismo Pulmonar. In: KNOBEL, Elias. Condutas no paciente grave. 4. ed. São Paulo: Atheneu, 2016. Cap. 36. p. 361-376. Berríos-Torres SI, Umscheid CA, Bratzler DW, et al. Centers for Disease Control and Prevention Guideline for the Prevention of Surgical Site Infection, 2017. JAMA Surg. 2017;152(8):784–791. doi:10.1001/jamasurg.2017.0904 BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolo para prevenção de úlcera por pressão. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Critérios Diagnósticos de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde. Brasília: Anvisa, 2017. BRUNTON, L.L.; HILAL-DANDAN, R. As bases farmacológicas da terapêutica de Goodman e Gilman. Grupo A, 2018. 9788580556155. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580556155/.Acesso em: 04 Dez 2022 BURIHAN, Marcelo Calil, et al. Consenso e atualização na profilaxia e no tratamento do tromboembolismo venoso. - 1. ed. - Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2019. Disponível em: https://sbacv.org.br/wp-content/uploads/2021/03/consenso-e-atualizacao-no-tratamento-do-tev.pdf. Acesso em: 03 dez. 2022. DOHERTY, Gerard M. CURRENT Cirurgia. Grupo A, 2017. E-book. ISBN 9788580556018. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580556018/. Acesso em: 04 dez. 2022. REFERÊNCIAS https://sbacv.org.br/wp-content/uploads/2021/03/consenso-e-atualizacao-no-tratamento-do-tev.pdf https://sbacv.org.br/wp-content/uploads/2021/03/consenso-e-atualizacao-no-tratamento-do-tev.pdf Doyle DJ, Goyal A, Garmon EH. Classificação da Sociedade Americana de Anestesiologistas. [Atualizado em 3 de outubro de 2022]. In: StatPearls [Internet]. Ilha do Tesouro (FL): StatPearls Publishing; 2022 Jan-. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK441940/ PEREIRA, Lucas Borges et al. Surgical antibiotic prophylaxis: is the clinical practice based on evidence?. Einstein (São Paulo) [online]. 2020, v. 18 [Acessado 4 Dezembro 2022], eAO5427. Disponível em: . Epub 20 Nov 2020. ISSN 2317-6385. https://doi.org/10.31744/einstein_journal/2020AO5427. RABELO FILHO, Roberto. Protocolo Médico do Hospital Albert Einsten: profilaxia de úlcera por estresse. São Paulo: Albert Einsten, 2021. Disponível em: https://medicalsuite.einstein.br/pratica-medica/Pathways/Profilaxia-de-ulcera-por-estresse.pdf. Acesso em: 03 dez. 2022. SILVA, R. F. da, et al. Profilaxia para úlcera de estresse na Unidade de Terapia Intensiva: uma revisão integrativa. Research, Society and Development, [S. l.], v. 10, n. 10, p. e500101019001, 2021. DOI: 10.33448/rsd-v10i10.19001. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/19001. Acesso em: 02 dez. 2022. TOWNSEND, Courtney M. et al. Sabiston Tratado de Cirurgia: a base biológica da prática cirúrgica moderna. 20. Ed. Guanabara Koogan, 2019. VELASCO, Irineu, Tadeu et al. Medicina de Emergência: abordagem prática. 16. ed. Santa de Parnaíba [Sp]: Manole, 2022. WHO Library Cataloguing-in-Publication Data Antimicrobial resistance: global report on surveillance. 1.Anti-infective agents - classification. 2.Anti-infective agents - adverse effects. 3.Drug resistance, microbial - drug effects. 4.Risk management. 5.Humans. I.World Health Organization. ISBN 978 92 4 156474 8 (NLM classification: QV 250) REFERÊNCIAS https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK441940/ https://doi.org/10.31744/einstein_journal/2020AO5427 https://doi.org/10.31744/einstein_journal/2020AO5427 https://medicalsuite.einstein.br/pratica-medica/Pathways/Profilaxia-de-ulcera-por-estresse.pdf